Obrigada, Francisco. Antes de mais, muito obrigada pelo pelo convite eh nas pessoas do professor Francisco Gonçalves, do professor Francisco Oliveira, da professora Ana Simões. É, é um gosto estarmos aqui hoje e obrigada, obrigada de coração por este, por este convite, pela oportunidade de falarmos de um tema tão importante, h, de partilhar um bocadinho aquilo que é o são os nossos desafios do dia- a dia, mas também a o nosso trabalho, eh, e também por esta oportunidade de aprendermos.
E obrigada, professora Paula também pela pela sua intervenção hh tão pertinente. Hum, eu ia pedir eh só para eh partilharem o ecrã para passarem o vídeo e depois então eh partilharei o meu ecrã. Já está.
Portanto, este é o primeiro slide. Podemos com o título da intervenção. Agora o segundo slide será o vídeo.
É isto para o vídeo. Seu primeiro dia de aulas da emoção de entrar na escola. de fazer novas amizades.
Que memórias guardas desses dias? Tantas emoções diferentes. Chegar a um novo país, entrar numa nova escola, ouvir e perceber uma nova língua e fazer novos amigos e amigas é um grande desafio.
Para as pessoas adultas, os desafios não são muito diferentes. Construir uma relação com a comunidade educativa ou sociedade de acolhimento nem sempre é fácil. Todas as crianças têm o direito de construir uma infeliz feliz com a sua família e com comunidade.
A integração começa muitas vezes pelas crianças. [Música] Obrigada. Eu vou então pedir permissão para para partilhar o meu o meu ecrã.
Perí que já estão a ver, correto? Oi. Sim, Ana, estamos a ver.
Pode passar para o terceiro slide. Muito bem. Eh, então, antes de antes de mais, este pequeno vídeo que vos que vos apresentamos eh foi o vídeo de apresentação do projeto Passo a Passo, que é o projeto que nós vimos partilhar aqui hoje convosco, hh, e que a minha colega Sara Alves vai apresentar um pouco mais à frente.
Eh, e que foi um projeto desenvolvido em parceria com o Agrupamento de Escola Espaços Manuel em Lisboa. não sei se está aqui alguém do do agrupamento de escolas, mas que no fundo eh teve como principal propósito esta aproximação ao contexto escolar e a possibilidade de levaros as boas práticas de intervenção com comunidades migrantes eh a um contexto tão importante como como é a escola. H, e, e antes de mais, e é impossível eh separar esta intervenção daquela que também eh é a minha história de vida e daquele que também é o meu percurso.
E, e quero aproveitar esta oportunidade também para agradecer e para dar aos parabéns a a tantos, tantos professores que são de facto campeões tantas vezes da empatia, eh, de, eh, de, de de implementação de medidas de de diversidade e inclusão, às vezes se calhar sem se pererceberem por acreditarem para além daqueles que são estereótipos ou daqueles que são os preconceitos, como a professora Paula falava há pouco, e darem a possibilidade dos seus alunos, apesar das diferenças, apesar de muitas vezes virem de contextos de vulnerabilidade e de exclusão social, poderem eh brilhar e poderem eh destacar-se e e demonstrar toda a sua toda a sua riqueza e todo o seu potencial. h, o trabalho que nós fazemos, e eu trago trago aqui este slide, eh, e dever a origem etmológica da palavra expectativa eh do do francês expectativo, h, vemos que podemos encontrar aqui duas duas interpretações diferentes. uma expectativa de alguém que espera num ato passivo h e que e que não que não tem inerente a essa interpretação do termo e alguma ação por parte do sujeito ou eh uma expectativa, como aparece aqui na na na interpretação três, como uma ação ou atitude de esperar, eh, e que é descrita como esperança.
A, e é aqui nesta definição que nós reconhecemos o trabalho que nós fazemos com as pessoas que acompanhamos. Pessoas que vêm muitas delas de contextos, como dizia o o vídeo, de contextos eh de conflitos e eh de contextos de discriminação. Muitos deles, muitas das pessoas que acompanhamos vítimas de de tráfego humano.
Falo de mulheres essencialmente e crianças. h muitos deles com grandes dificuldades de integração no nosso país, apesar de nós sermos reconhecidos internacionalmente e bem h como um país acolhedores e com boas práticas de inclusão. Mas de facto aquilo que nós tentamos desenvolver com as pessoas desde o primeiro momento em que entram no CPAC é esta atitude eh proativa de alguém que tem esperança de conseguir reconstruir a sua vida, de conseguir eh construir a a vida da sua família e e dos seus filhos num contexto de paz.
num contexto de segurança, num contexto eh em que em que seja possível desenvolverem-se no seu máximo potencial, eh mas que querem efetivamente fazer alguma coisa, ser agentes principais desse processo, desse processo de mudança. E achei muito interessante o professor Francisco Gonçalves falar no Papa Francisco. Quando nós preparamos esta intervenção, estávamos longe de imaginar que que hoje estaríamos a chorar a sua morte.
Eh, e efetivamente a nossa apresentação eh acolher, proteger, promover e integrar. Eh, para para quem seja católico reconhecer reconheceu com certeza estes quatro verbos como os quatro verbos que o Papa Francisco nos apresenta na encíclica Fratelituti e que nos fala precisamente eh daquilo que deve ser o nosso papel enquanto enquanto cristãos, mas enquanto sociedade também h no acolhimento de de pessoas migrantes e refugiadas. E e a nossa resposta enquanto instituição h articula-se à volta destes quatro verbos: acolher, proteger, promover e integrar.
H nesta dimensão de acolher aquilo que nós que nós fazemos, nós somos uma instituição, podemos podemos dizer híbrida, um IPSS e também um CLAIM, um centro local de apoio à integração de migrantes. Eh, e temos aqui uma intervenção importante junto do da eh de organismos públicos. trabalhamos em parceria com o governo h aqui com o objetivo de oferecer a quem chega esta possibilidade não só de uma entrada segura e legal no nosso país, eh mas também de de oferecer h condições de alojamento e decentes, eh investir em práticas e políticas de de acolhimento efetivas e aqui concretamente em contexto em contexto escolar, sempre com esta centralidade na pessoa humana.
H, e, e, e aquilo que, que que tentamos que pauta a nossa intervenção é que não nos importa o país de origem, não nos importa a condição de chegada, importa-nos o indivíduo que nos chega e esta centralidade daquilo que ele nos traz e de toda a riqueza que a diversidade nos traz e aquilo que ele tem e de valor enquanto enquanto pessoa. Depois, o segundo verbo que o Papa Francisco nos apresenta, proteger. a tentamos também trazê-lo para a prática do nosso dia- a dia através de um trabalho de de advocacia que fazemos, não só junto das escolas com quem trabalhamos, mas junto de organismos públicos e junto de empresas também a pela defesa dos direitos humanos e da dignidade da das pessoas das pessoas que nos chegam, independentemente da sua situação migratória.
A, e esta esta defesa do dos direitos humanos passa a por um trabalho de garantia de acesso à justiça, garantia a de meios de subsistência, hum trabalho também que tentamos fazer junto dos países de origem e também h junto das entidades competentes em Portugal, eh, de reconhecimento das competências que permitam e a estas pessoas eh trabalhar. acompanhamos muitas pessoas, cerca de 30% das pessoas que acompanhamos têm informação superior no seu país de origem e mas não conseguem eh obter a certificação de competências quando chegam a Portugal. Eh, e portanto, muitos deles, licenciados, mestres, eh, trabalham na construção civil, trabalham nas limpezas e, e muitas vezes sem esta esperança eh de conseguirem eh desempenhar funções na na sua área de formação.
E, portanto, aqui há um trabalho também muito grande de da da nossa instituição h de conseguir apoiar estas pessoas em neste processo. O terceiro verbo, promover. Eh, e aqui aquilo que nós que nós fazemos e é um trabalho feito pelo pelo serviço onde onde trabalha a Sara, é de promover esta integração sociolaboral, eh dar formação h enquanto país de acolhimento, língua de língua portuguesa, competências digitais, inglês, eh competências para a empregabilidade, transversais, de forma a que permitam que quem chega eh eh se consiga integrar eh de forma plena h e que consiga também viver a sua cidadania de forma ativa e informada.
E o quarto verbo do Papa Francisco, integrar. Eh, e aqui o nosso trabalho passa muito por promover eh atividades e de e iniciativas de enriquecimento cultural. H, aqui promovendo uma integração e não uma assimilação, assimilação de da cultura de quem chega, promovendo esta cultura do encontro que também nos fala o Papa Francisco, e este intercâmbio intercultural que muitas vezes começa efetivamente efetivamente na escola.
H, como eu dizia, eh, nós somos uma IPSS e também um centro local de apoio e integração de migrantes. H, e, e temos como como missão apoiar quem chega ao nosso país na construção de um projeto num projeto de vida digna e feliz. Eh, vou passar muito rapidamente a apresentar-vos aquilo que fazemos, como é que fazemos.
É um trabalho que acreditamos que pode ser replicado por outras instituições, parceiras da do contexto escolar. E aqui o trabalho que fizemos com este projeto piloto passo a passo foi precisamente levar a nossa metodologia de intervenção até à escola e com muito bons resultados, não só do ponto de vista dos alunos estrangeiros, mas também h da do ponto de vista dos alunos eh nacionais e também dos professores. Esta é a nossa equipa.
Hum o o aqui e trago-vos muito rapidamente os nossos serviços. Portanto, a nossa porta de entrada passa sempre por uma avaliação e acompanhamento por um técnico de serviço social. Hum, todas aquelas pessoas que estejam em processo de certificação de competências ou queiram desenvolver competências e integrar-se no mercado de trabalho, então são acompanhadas neste serviço de inserção profissional e formação, onde trabalha a Sara.
E depois temos uma série de outros serviços de suporte, uma vez que a nossa intervenção, como eu dizia há pouco, parte eh desta desta desta perceção da multidimensionalidade do ser humano. E, portanto, nós não tratamos só de papéis, não ajudamos só as pessoas a conseguirem eh tratar da sua regularização, tratarem do seu processo de inscrição das dos filhos na escola ou outras questões mais burocráticas, mas olhamos para o indivíduo eh como um todo. E é assim que qualquer um de nós também gosta de ser de ser tratado.
Há alguns números só para termos aqui um bocadinho a noção do do nosso impacto. H o ano passado, em 2024 chegaram aos nossos serviços mais de 2. 500 pessoas h sendo que cerca de 800, perto de 800 pessoas acederam às nossas resposta e alimentar hh e 190 pessoas à à resposta de de formação.
aqui dentro da área do apoio social e aqui sempre com este foco na dignidade, como eu falava há pouco, h, temos um projeto que é mercearia Sabura, uma mercearia social, que estamos neste momento em processo de replicação em em parceria com a Fundação AAN, que no fundo não é mais do que uma resposta de banco alimentar, mas em que as pessoas podem entrar, como nós entramos num supermercado, escolher os bens que necessitam, h, e, e fazerem escolhas conscientes e informadas, sem serem condicionadas por uma instituição que apoia eh a terem que levar bens que não que não que não gostam ou que não precisam. Dou-vos um exemplo muito muito simples. A minha o meu pai é de origem guineiense e e na Guinébissau não há massas.
Eh, e quando eu entrei no CPAC, uma das coisas que me fazia muita impressão é que as pessoas não levavam massa. Eh, nós temos a grande parte da população que acompanhamos é da Guiné Bissal. H, e, e fazia muita impressão porque é que as pessoas não levavam, não levavam massa e tem a ver simplesmente com uma questão cultural.
Portanto, os guineenses comem essencialmente arroz e, portanto, não conheciam sequer muitos deles aquele aquele bem alimentar. H, e, portanto, este trabalho também que é feito de apresentação daquela que é a nossa gastronomia e até a troca gastronómica e e que traz mais dignidade a à resposta alimentar. Na mesma lógica, inauguramos há do anos a nossa boutique social, a boutique bugosta, que passa também a uma resposta que tem como objetivo não só garantir o acesso a a a roupa e calçado às pessoas que acompanhamos e essencialmente também àelas que vão a entrevistas de emprego ou que ou que se querem apresentar ao mercado de trabalho, mas tem também aqui como objetivo garantir a circularidade e aqui a responsabilidade ambiental.
E, portanto, é uma é uma é uma boutique também, é uma um espaço eh h eh bem com bom aspeto. Eh, não cheira mofo, não cheira à roupa usada, eh cheira à dignidade eh e e a bom gosto. H, e queremos que as pessoas que lá entram sintam que são dignas eh de serem tratadas com com respeito, apesar da sua condição que acreditamos transitória de vulnerabilidade.
Depois, então, o serviço de interção profissional a no âmbito do qual foi desenvolvido o projeto passo a passe a e que aqui o principal foco é a formação, como eu dizia, e a integração no mercado de trabalho. Hum, temos uma equipa de 18 técnicos e mais de 45 voluntários. E são estes voluntários que nos dão este apoio tão importante na área da saúde, não só na dinamização de ações de sensibilização, mas também na garantia do acesso à saúde através de acompanhamento médico, de enfermagem, psicológica e de psiquiatria.
H, e é uma resposta muito importante também da do nosso da nossa instituição. a e o serviço de voluntariado, como eu como eu referi, estão aqui algumas algumas das pessoas. A como eu dizia há pouco, outro dos nossos grandes pilares e e aqui este projeto passo a passo também teve um grande foco aqui eh nesta nesta dimensão de sensibilização da sociedade civil.
Eh, aqui temos como objetivo trabalhar com os vários interlocutores, municípios, portanto, as autarquias, eh, as escolas, privados e entidades públicas na sensibilização para eh políticas humanas humanizadas de acolhimento de crianças, jovens e adultos estrangeiros. Eh, e, portanto, trabalhamos no no desenvolvimento de de de documentos e de posicionamentos eh sobre esta matéria. H, isto vou passar para não para não perder muito tempo e vou passar a palavra à Sara que vai apresentar então o projeto Passo a passo.
Obrigada, Ana. Antes de dar continuidade, queria agradecer à Fun Prov e cumprimentar aqui todos os presentes e h para contar aqui a história do passo a passo. Eh, ele começou eh porque o CPAC integra no Conselho Geral do Agrupamento de Escolas da Patos Manuel.
Portanto, como a Ana estava a dizer, isto foi um projeto que foi desenhado em conjunto com com o agrupamento de de escolas. em que depois de da pandemia foram eh sentidas algumas dificuldades eh com as crianças e as famílias. E, portanto, o projeto eh decorreu eh entre 2023 e 2024.
E como nós estamos na o CPAC está na zona do rato, a ideia era aqui e intervir com as crianças que estão na zona de de misericórdia, Santo António, Arroios. Então, todo o projeto foi aqui eh com o apoio da escola Passos Manual, foi desde foi sempre a escola esteve sempre presente desde o desenho eh a implementação e a avaliação do projeto. Então, o passo a passo teve aqui o financiamento através do RAM a e de outros fundos e está atualmente integrado no programa municipal para a Educação Antiracista, Intercultural e para os direitos humanos da Câmara Municipal de Lisboa.
Então o passo a passo surge face a essas dificuldades sentidas a que eram precisamente aqui crianças em situação de exclusão social e as famílias. O agrupamento de escolas também identifica a necessidade de se aproximar das famílias, haver uma relação, aluno, família, escola e também haver aqui havia dificuldade de das crianças se sentirem ligadas à língua portuguesa. E também aqui questões que elas estavam de exclusão social que carecia aqui um um apoio e novas ideias e criatividade e uma adaptação.
Então disto eh nasceram vários objetivos específicos que foram concretizados. Para o projeto, nós estávamos a contar abranger 40 crianças e foram 137 crianças abrangidas no total e 99 adultos. Eh, tivemos representadas 19 nacionalidades do Brasil, Nepal, Banglad, Guinabissau, Cabo Verde, Ucrânia, Rússia e entre outras.
Eh, a maioria das crianças eram do segundo e do terceiro ciclo e os adultos, a maioria sentiu-se eh que que eram representavam mais mulheres entre os 40 e 49 anos. E eh no nosso projeto nós tivemos a participação de de nove voluntários, que mais à frente eu vou explicar de onte, e também a participação de uma estagiária da Universidade Lusófona. aqui, eh, de uma maneira com base na nossa avaliação, a assiduidade foi muito elevada, era algo que a escola sentia dificuldade eh eh da parte dos pais com o projeto implementado.
Eh, verifica-se aidade dos pais nas aulas de português e eh nas aulas que nós tivemos, havitamento. E, portanto, o projeto teve sete eixos, dividiam-se em várias diferentes atividades e uma delas é esta que está aqui, passava pelo atendimento social na escola, em que o GAF da escola Passos Manuel sinalizava família, crianças e famílias aqui em situação de exclusão social grave. E aqui o técnico assistente social, o Cláudio, dava aqui o devido acompanhamento e elas já eram acompanhadas e no CPAC.
Portanto, eh, para, eu peço-lhe no máximo mais 5 minutos para terminar a vossa intervenção, tá bem? Obrigado. Tá bem.
Pronto. De outro eixo, nós tivemos as aulas e para adultos. Eh, aqui teve foi em regime online e presencial.
com o apoio de voluntários e eh da plataforma speak. Depois tivemos as aulas de português a brincar, que foram aqui com com as crianças do segundo e terceiro ciclo, como metodologias lúdicas e interativas e tiveram a participação. Aqui tivemos o apoio de voluntárias eh das do CPAC, da Zuric, eh da biblioteca Calmões BLX e tivemos aqui a a a presença importante da CANA, que era voluntária e mediadora, só para contar aqui a história de que ela era do Afeganistão, vivia na Ucrânia, estava a estudar medicina e chegou até nós o ano passado.
como refugiada e ela entrou logo nestas aulas e servia como tradutora e mediadora e houve uma conexão e um e um sentimento de representatividade pelas crianças que elas verbalizaram ao ter a presença da da causa nas aulas. De seguida, eh, nós tivemos um um projeto de turma escolar em que duas turmas, eh, na disciplina de cidadania eh e desenvolvimento tiveram várias sessões em que trabalharam h aquilo que que a Paula estava a falar, a questão dos mitos, estereótipos e curiosidades. cada criança colocava, apresentava um estereótipo e depois havia um facto sobre esse estereótipo.
De seguida, nós tivemos também uma outra atividade de arte urbana com o artista Fidel Évora, que tinha aqui o princípio de de das crianças contarem a sua a sua história visual, a ver aqui a questão da representatividade. E por fim, nós tivemos aqui, produzimos vários materiais pedagógicos informativos e nós tivemos aqui uma turma que criou um roteiro cultural da cidade de Lisboa. Esta turma tinha alunos de portugueses, caboverdianos do Bangladesh.
E eles eh e outra turma eh fez esse roteiro pela cidade. que a ideia era mesmo que sentissem, tivessem aqui o sentimento de pertância e conhecessem eh o lugar onde vivem. Então, eh aqui de uma maneira eh eh geral e partilhando aqui as boas práticas sempre em discussão com os participantes, com os professores, com toda a escola.
Verificamos que aqui a a a abordagem de metodologias informais lúdicas contribuíram eh para o sucesso do projeto. Eh, além disso, a introdução de conteúdos como acolhimento e integração no currículo das escolas com uma produção de de artes urbanas foi uma maisvia. A própria questão de resposta de atendimento social na escola também é que reforçamos como uma boa prática.
H, também aqui a questão de dar uma resposta de ensino de reforço de língua portuguesa aos pais dos alunos como uma forma de proximidade, o envolvimento eh com associações culturais e locais, ou seja, o trabalho em em rede. A questão aqui de de haver mediação, cada vez mais as escolas estão a a a recrutar aqui mediadores linguísticos e culturais. A, temse foi uma boa prática do projeto e h na medida que com todas estas boas práticas, com a importância da relação da escola, família e instituições, acaba eh por ser um desafio que nós não conseguimos cumprir, porque nós o projeto Passo a Passo é um projeto eh que tem capacidade de ser replicado, mas como há aqui a a dependência de financiamento fica ficamos aqui na na tentativa e temos que colocar um standby entre aquilo que estamos a a tentar concretizar.
E por isso, para para finalizar, nós queríamos só deixar aqui umas provocações, respondendo aqui a aos nossos verbos, se de facto, de que forma é que nós estamos a aproximar, como é que estamos empoderar, quem e como envolver e se estamos a conseguir incluir. Portanto, essa é uma reflexão que nós cada vez mais sentimos no final do projeto e que queremos trazer para para o debate. E termino a minha apresentação já com o tempo limitado.
Obrigado.