Olá, olá a todos. Boa tarde. É com muito gosto que estou aqui e que aceitei este desafio que agradeço muito, agradeço muito nos darem esta oportunidade de falar de diversidade e de inclusão.
Eh, e eu começava por desafiar todos para corrermos um trilho, não é? Aqui alguns trilhos todos juntos. Eh, porque criar e manter uma cultura de inclusão e de respeito e um ambiente seguro é exige uma atuação abrangente, uma atuação profunda, consistente, transversal, todas as idades, todas as matérias, eh todas as áreas e e é e é algo que que nós nós temos mesmo todos que estar eh muito conscientes.
[Música] também antes deste deste de percorrermos estes trilhos, percebermos que eh se nós não atuarmos, vamos permitir a banalização e a legitimização de atos que não são toleráveis. Muitas vezes, às vezes, quase que é mais fácil não vermos, não, não atuarmos, mas não podemos eh nunca eh deixar de lado a nossa o nosso agir, porque ele é muito muito importante a nossa atuação. E assim, então agora começava aqui a partilhar o meu ecrã.
Muito bem, obrigada. é é uma caminhada, não é, eh, que todos temos que percorrer e e que temos que nos aperrechar para estar bem preparados para podermos fazê-la em segurança também e de forma abrangente, como dizia. E, portanto, aqui eu teria como objetivo enaltecer a diversidade, desvelar caminhos de afeto e de inclusão, compreender as raízes da discriminação e refletir um pouco sobre os pilares que constróem ambientes seguros.
E ao refletir um bocadinho sobre a forma como poderíamos abordar estas estas questões, eu eu então construí esta ideia de de podermos eh percorrer um trilho em que h passaríamos por vários pontos e são pontos que vão do A, da autoconsciência desta abertura que é necessária para o B que é o os bloqueios, as raízes da discriminação para um ponto C que seria de conhecimento, de treino de habilidades, capacidades, de eh comportamentos, onde falaríamos um bocadinho dos pilares da inclusão e chegaríamos ao ponto D que falaríamos de direitos, deveres, dificuldades, desafios. Depois temos uma meta que é h construir pontes, não muros entre entre todos nós, eh não barreiras, mas sim pontes. E para isso é preciso umas lentes de positividade e esta abertura, portanto, este caminho deste deste trilho para depois termos aqui e chegarmos à à esperança, mantermos a esperança e a fraternidade entre todos.
Então, começávamos pelo pelo A, ponto A do nosso trilho e estamos a falar um bocadinho de autoconsciência e de abertura. Então, aquilo que me pareceu importante é que cada um de nós agora refletisse um bocadinho sobre si próprio, porque tudo isto tem que começar de dentro para fora, não é? É um bocadinho como construir a paz.
Eu não posso construir a paz à minha volta se eu não tiver paz dentro de mim, não é? comigo próprio, com quem eu sou, com a minha idade, com o meu tamanho, com eh tudo aquilo que eh implica o meu ser e ninguém dá o que não tem. Portanto, esta esta parte é importante.
Daí que eu ia apelar a um exercício a todos, que era de nós todos agora refletirem só um bocadinho sobre como é que seria o aspecto desta pessoa. uma pessoa, imaginem, uma pessoa de sucesso, portuguesa, profissional de saúde, com renome internacional, especialidade em neurocirurgia, que dá aulas na Universidade de Medicina e hh até escreve artigos científicos. Eh, como é que seria esta pessoa?
Qual a cor do cabelo? Qual a altura que teria? alta, baixo, imaginem fala o género.
E imaginando assim esta personagem, esta pessoa, não é? Eh, nós, se calhar alguns pensaram que seria talvez assim eventualmente, não é? Um médico de sucesso, não é?
meia idade por aqui. Poucos pensaram que poderia ser assim e se calhar ninguém imaginou que poderia ser assim, não é? E isto porquê?
Porque nós também temos as nossas os nossos estereótipos, não é? nós temos um bocadinho os nossos julgamentos, as nossas ideias, os nossos preconceitos e ninguém consegue a todo momento hh estar sempre aberto à inclusão eh sem se calhar exigir às vezes reflexão. E e por isso acho que é esta autoconsciência de que todos temos que entrar na máquina de lavar e às vezes lavar um bocadinho aqui os nossos os nossos julgamentos.
também é importante e eu acho que é uma base para podermos depois dar passos eh de abertura, lá está, portanto, é desta autoconsciência que também devemos partir, eh porque estamos integrados numa cultura, porque temos a a nossa história. Eh, e também gostaria que que reflete assim assim um bocadinho se em algum momento também sentiram se sentiram discriminados. Houve assim algum episódio, algum algum momento do percurso da vida, da criança, de adolescência, adulto, em que nos sentimos na pele discriminação, se calhar todos já sentimos e não gostamos, certamente.
Portanto, é esta consciência também que é que é importante passar, não é? que eh ninguém gosta disso. Eh, pode ter sido eh por porque porque era mais gordinho, pode ter sido porque era mais novo, portanto era o que fazia os recados todos.
Pode ter sido porque eh não tinha tantos recursos económicos como os outros colegas da turma. pode ter sido porque porque era português e estava em Espanha, se calhar, e sentiu discriminado. Portanto, há aqui eh diferentes eh formas de discriminação e ninguém gosta de sentir na pele esta discriminação, de ser colocado de lado, de ser perido em relação ao grupo.
E, e portanto partimos daqui. A diversidade é um desafio para estereótipos e a para os nossos preconceitos e confortos também. E é nesse desafio que encontramos a oportunidade de crescimento.
Pronto. E, e também um exercício importante é às vezes nós até defendemos a inclusão, mas quais os limites da nossa daquilo que defendemos alto? Tudo o que tem a ver com o meu quintal já é um bocadinho diferente.
E, OK. Tudo bem, tudo bem, desde que não me atinja, não me prejudique, não me retire privilégios. E, portanto, o cuidado com estes limites, com esta fronteira também é importante, não é?
Eh, então partimos então eh desta autoconsciência, desta noção que tem de do que é preconceito, do que é estereótipo, dos julgamentos que por vezes fazemos precipitados, não é? e que temos que parar e refletir e eh se calhar alterar hh esta abertura pessoal para acolher a diversidade e a ideia importante de que todos nós, todos, e é interessante pensarmos, sejam opressores, sejam vítimas, procuramos estes estes de ser aceite, ser aprovado, validado pelos outros, sentir-se apoiado, acolhido, admirado e é até amado. Portanto, todos andamos neste neste caminho à procura destes e e sabermos isto também é importante, não é?
Perceber de que forma aquela pessoa tá a agir daquela forma, se calhar ao encontro destes destes as. Então, o docente é um modelo e deve ser o facilitador desta empatia. Mas se ele próprio não o for, também não consegue transmitir, não é?
Temos que ser autênticos também e saber transmitir aos outros e para trabalhar essa e esses esses conceitos. Então, passaríamos ao ponto B, que seriam que bloqueios existem à inclusão, quais são as raízes da discriminação. E ao refletir um bocadinho sobre isto, e parece que nós tínhamos que que abordar realmente a raiz.
Não podemos ficar ali pela tona e perceber, olha, t discriminação daqui de várias frentes, mas perceberam toda aquela surge. E refletindo o fundo, parece-me que a raiz do que desperta um olhar que julga, que segrega, que exclui, está em crenças, na falta de conhecimento, muitas vezes na continuação de mitos. As pessoas são assim, aquelas pessoas, aquele país, aquelas pessoas são de determinada forma também de inseguranças e inseguranças pessoais que depois levam ao medo.
H também pode ser por ganância, tudo para si. E egoísmo, individualismo, inveja, o orgulho, a soberba, não é? A arrogância, a desconfiança também leva a discriminação muitas vezes a cobardia por prazer, por gozo, por poder e a defesa de privilégios, ou por falta de amor e empatia.
Então, acho que nestas raízes nós também temos que trabalhar, porque senão não vamos conseguir mudar, alterar h ali comportamentos de ninguém. Depois percebermos que há várias fontes de discriminação. E aqui está um bocadinho assim por ordem eh da abrangência em que das das maiores que existem, não é, e mais evidentes serão racial, a étnica, eh também é de género, não é?
As mulheres são 55% da população e sentem na pele esta discriminação em vários momentos do seu percurso. HH discriminação religiosa, orientação sexual, identidade de género, pela idade, não é? os nossos idosos, que são muitas vezes eh também eh discriminados por deficiência, classe social, proveniência, país, pelo estado de saúde, de exemplo, um doente com VIH.
E então temos que trabalhar esta não discriminação, condição de sa pela condição de saúde, eh pela aparência, muitas vezes até pela altura. Interessante que uma pessoa mais alta tem mais probabilidade de ter sucesso do que uma pessoa mais baixa, não é? Isto não tem nada a ver com competência, mas isto é eh estudos revelam isto.
Eh, se for se for homem e se for alto, melhor ainda. Eh, eh, pelo clube, nós nós estamos sempre a dividirnos, não é? Se repararmos bem, arranjamos argumentos para nos dividir, não é?
Não é do meu clube, não é do meu partido, eh, por isso não é da minha família. Eh, e nós arranjamos sempre argumentos de de forma a conseguirmos eh dividir-nos e catalogar-nos muitas vezes e o que leva por vezes à discriminação. Depois também ela pode surgir de diferentes ângulos eh através destes preconceitos e estereótipos que são montados e perpetuados eh ou aquela discriminação sistémica estrutural que às vezes é é até invisível.
eh por leis e políticas discriminatórias eh ou estas normas e práticas sociais também que se perpetuam no tempo e que e que são discriminatórias. Então, há a discriminação que é eh um pouco mais evidente, digamos assim, que nós eh percebemos, percecionamos, mas há outra que é subtil e e que não se vê a olho no como é preciso mesmo pôr aquelas lentes para nós estarmos atentos e e percebermos, por exemplo, as questões da igualdade de género, havia muitas situações que não não tínhamos processo mas que elas estavam lá patentes, a um valor diferente atribuído à mulher em relação ao homem numa sociedade para um trabalho, para h para um lugar de Sofia e que as estatísticas, portanto, coisas concretas nos vêm eh revelar, portanto, vê trazer ao de si. Mas há outras também, como por exemplo um pai que quer assumir a sua licença de paternidade e que é logo mal visto no trabalho, mas não tens mulher em casa.
Eh, e que e que e que e que é um ato de discriminação, é um é um direito que ele tem. E temos feito progressos na legislação, felizmente, em que há esta toda esta lógica de de igualdade, não é? para que os homens também tenham essa possibilidade e eh, por exemplo, um o o acesso ao fraldário que só está afeto ao WC feminino, por exemplo.
Então, o pai não pode ir sozinho com o seu bebé até um espaço público e ter direito a mudar a fralda. E e são coisas que nós vamos mudando aos poucos e que são subtis, mas que são discriminatórias e que e que temos que alterar. Eh, pronto.
E podíamos falar aqui de muitas outras formas de discriminação, eh, como, por exemplo, alguém que tem deficiência e que tem que dar uma volta enorme para ter acesso, o mesmo acesso que outras pessoas ou que vai a um cinema e que o lugar que tá reservado para si é aquele que ninguém gosta, que é na primeira fila, bem dentro do ecrã. Não é isso? não é igualdade.
Então, é às vezes é tão subtil, não é? E eu só me apercebi disto quando fui ao cinema com um amigo que anda de cadeira de rodas. Portanto, só me percebi que ele não gostava daquele cinema, tínhamos que ir a outro porque tive esta esta oportunidade, não é, de refletir sobre isto.
Eh, porque às vezes quando não sentimos na pele, a gente não não se apercebe. Então, e é é estarmos mesmo atentos, não é? ter este este olhar crítico e atento para perceber a subtileza de algumas discriminações.
Tudo o que condicione a liberdade de alguém, os direitos humanos, então não é aceitável. Depois o ponto C de conhecimento, de trabalhar habilidades, capacidades e comportamentos. Então, falaríamos um bocadinho destes pilares da inclusão e aí temos, sem dúvida, na base das bases, o respeito.
Temos que respeito também por si próprio, mas por cada pessoa que tem a sua dignidade, porque eh a exclusão passa sempre por tirar valor ao outro. O outro não presta, o outro não é digno, o outro não vale, o outro não merece, o outro não é capaz. E, portanto, eh, ou tirar este valor ao outro é muitas vezes a base para uma ação discriminatória.
Então, este respeito pela dignidade humana, por cada um, a abertura que falamos, empatia, o colocar-se nos sapatos do outro, né? E hã para ao julgar, tínhamos que andar com os seus sapatos pelo menos um mês, porque às vezes nós não estamos conscientes de toda de tudo o que ele tem na pele. Então, eh fazer este exercício é importante, o trabalharmos a confiança e sem confiança também não há não há eh esta inclusão verdadeira.
Temos que trabalhar a confiança. E trabalhar a confiança é algo do difícil porque exige que eu também mereça a confiança. Portanto, é uma construção, é uma construção que eu tenho que que trabalhar e que eh também tenho que permitir ao outro que eu possa confiar nele.
E portanto é um conceito também importante. Então esta autoconsciência, o o autoconhecimento, porque assim também sei como atuar, conheço-me, sei que há coisas que me eh tocam pessoalmente e que eu tenho que limar. E depois autoestima, porque muitas vezes é isto, é esta falta de amor próprio que faz-me pisar os outros para eu ser alguém ou o brilho de alguém faz sombra.
E e é preciso trabalhar isto também. e nós próprios e nos alunos, que cada um tem brilho próprio. E se eu nesta sala tivesse 20 pirilambos, bastava um não ter a sua luz acesa para haver menos luz na sala.
Então, esta ideia de que todos têm o seu brilho, o brilho próprio e nós temos que procurar que haja mais luz. Então, ganhamos todos com o contributo de cada um. auto autorregulação, porque também não posso fazer tudo o que quero, como quero e pensar só em mim.
A compreensão do outro, ter esta atitude compreensiva também de perdão, porque isto também é muito importante. Quer dizer um filósofo que em terra que seja olho por olho, dente por dente, acabamos todos cegos e desdentados. Por isso, eh, também temos que estar abertos ao perdão.
Muitas vezes, eh, à compaixão também, até porque alguns têm que ser salvos de si próprios. Eh, à gentiliza, faz bem fazer o bem, à solidariedade, à bondade. E se não estamos abertos a isto, se não trabalhamos isto na sua essência, mas se calhar não conseguimos dar o o passo de acolher e de e de integrar e incluir todos.
Paula Paula Paula eh 5 minutos. Tá bem para OK. Vou tentar me despachar.
Atitude humilde perante os outros, comunicação assertiva também e de não violência. Uma linha firme entre o bem e o mal, o certo e o errado. Porque esta linha cada vez tá mais assim eh teno e é preciso ser muito firme que é a linha vermelha.
Depois ética, termos sempre uma atitude ética que fala do eh quero, posso, devo. Ou seja, se a a resposta não for positiva nestas três perguntas, então é porque se calhar e eu não devo mesmo fazer. Eh, e tirar sempre este espaço para refletir sobre esta dimensão ética em tudo o que fazemos e nas nossas eh relações também.
humanas. Deixa de conseguir que isto desce. OK.
Depois terem em atenção que do real ao digital somos nós próprios na mesma, não é? Parece que para lá do ecrã é outra pessoa, vale tudo e não pode ser. Temos que passar esta noção de que nós o digital, o virtual é uma extensão de nós próprios.
O que escrevemos, o que atuamos, fazemos, é é uma extensão de nós próprios. Por isso, os valores são os mesmos. Nos limites, a ética deve permanecer.
E na no digital tudo é mais duradouro e por vezes mais cruel porque se mantém eh para sempre. Depois este fio de consciência que leva também a assumirmos este compromisso, a sermos coerentes no que pensamos e que fazemos e que dizemos, a ter a coragem de intervir, como dizia, e sermos muito consistentes nesta nesta atitude e nesta vontade de ser de ser inclusivo e trabalhar em inclusão. A pode-se fazer de várias formas, com discussões abertas, promover conversas honestas, com diferentes recursos e e recursos um pouco alternativos, não?
eh sempre o mesmo padrão, eh a colaboração de todos também eh e trabalhos fomentem a empatia eh e esta parceria entre família, escola, sociedade. Depois, utilizando diversas estratégias, apoio muitas vezes especializado e temos a APF, temos a Casaqu, temos a a o temos e a SIG, temos tantas instituições que nos podem apoiar e criar atividades também que incentiva esta partilha e a reflexão sobre estes temas é muito importante. Então, passamos ao D, direitos, deveres, dificuldades e desafios.
e é um direito educação para a sexualidade e afetos. Eh, será que ela é importante? Sim, porque ela trabalha este bem-estar integral, desenvolvimento emocional e social saudável e trabalha a prevenção e o respeito, o combate à violência e discriminação, eh o conhecimento abrangente em relação relativamente às relações, à identidade, ao consentimento, à autoestima, aos valores.
E tá sempre numa base legal. Eh, a legislação portuguesa defende que é um direito, é um direito dos nossos alunos eh terem eh esta educação para a sexualidade e afetos. E ela revela-se importante porque 67% dos jovens procuram informação sobre sexualidade online e por vezes não é em fontes mais confiáveis.
Eh, também 85% considera que valorizam a educação sexual eh de qualidade nas escolas. Portanto, eles sentem falta e eles eh eh defendem que deve existir. No entanto, 43% dos professores sentem-se pouco preparados para abordar o tema em sala de aula.
Por isso, é importante eh, todos nós estudarmos um bocadinho conceitos chaves, como sexo, sexualidade, afetos, hh género, identidade de género, orientação sexual. Portanto, percebermos bem todos estes conceitos é da responsabilidade de todos nós, eh, porque eles podem surgir a qualquer momento e posso estar em português e ter um texto sobre estas questões, por exemplo, ou ver a raiz histórica da de alguns conceitos. Eh, e portanto também a expressão de género, eh, a invisibilização, o ciúme, o abuso, a violência, a proteção, as competências de ajuda, a diversidade e a inclusão, eh, podem fazer parte de todos os temas.
E percebermos que estes estes jovens LGBT que há mais eh 78% sentem-se inseguros na escola. Portanto, é importante falar disto e eh trabalhar segurança, trabalhar inclusão de todos e o respeito por todos, por cada um. OK.
Paula, eu peço que concluas, tá bem? A tua intervenção. Eh, não sei se 30 segundos para fecharmos.
Tá bem. Ok. Ok.
Ok. Pronto. O uso de uma linguagem inclusiva também é importantíssimo.
Todos nós, não é? em vez de de eh direito, usarmos direito das pessoas, em vez de rapazes e raparigas, usar estudantes ou turma, para que rapazes e raparigas e todos estejam eh integrados. Eh, e pronto, temos algumas dificuldades que é a era que temos de ecrãs, não é, que parece que permite tudo e onde temos mais dedos apontados e poucas poucas mãos estendidas.
Então, temos que trabalhar um bocadinho no sentido de haver mais abertura e mãos estendidas. Obrigado. Pronto, deixava por aqui.
Sim.