E o que que você diria, PC, para essas pessoas que estão pensando, nossa, será que eu preciso de ajuda profissional mesmo? Será que eu entro no carreira certa? Será que é um trabalho sério?
Será que eu devo fazer uma avaliação? Você estando aqui dentro de casa, né, convivendo com a gente, que que você diria para essas pessoas? Olha, eh, primeira coisa é eh a seriedade do trabalho, né?
Desde o primeiro momento que a gente conversou, eh, você sempre foi muito séria nos seus posicionamentos, você e o time, né? Então isso isso me deu uma segurança, digo para você que isso me deu muita segurança. Falei e a indicação, óbvio, né, que veio, conecta com isso, né, mas você me passou muita segurança, foi muito empática com o meu momento.
Acho que isso é uma coisa que eu digo para as pessoas assim, vá conversar com ela, vá conversar com ela para ela entender o que você precisa, onde ela pode te ajudar, entendeu? Então, acho que isso foi uma das primeiras coisas. Eu até indiquei um amigo para você que você sabe, eh, eu falei: "Olha lá, você tem uma um negócio pegado na mão assim, sabe?
Foi isso que eu senti. " E vocês falam o tempo inteiro, isso. Você não está sozinho.
Ex. está junto com você. Eu não estou todo dia com você, mas eu estou aqui nos bastidores, eu e a minha equipe olhando por você, falando de você, pensando em estratégias para você.
São assim, muito a gente. Então isso, Dai, parabéns pelo trabalho, porque eu já te disse isso algumas vezes, eh, isso é muito bom e eu não tô falando aqui porque a gente tá gravando o vídeo, eu estou dizendo assim porque é real, é o que eu senti, entendeu? Vocês não soltam a mão, a gente pode se falar toda semana ou de 15 em 15 dias, mas vocês estão sempre conectada com a gente, entendeu?
Ó, tô aqui, me chama. E aí, ó, falei de você essa semana, conversando sobre vocês, analisei como é que tá o seu o seu andamento. Então, isso isso é muito válido.
No momento que a gente tá eh abalado, né, emocionalmente abalado por uma ruptura que a gente não tem expectativa que aconteça ou que se tivesse não tá preparado para ela, que eu acho que é diferente, né? Isso, acontece muito. Mas a primeira dica pras pessoas é assim, bate um papo com a equipe, porque tem uma empatia muito grande do outro lado.
Eh, elas estão muito abertas para te ouvir, entender a sua necessidade e propor algo que seja prazeroso para fazer, né? Não é algo que é metódico e algo que é assim só para cumprir tabela e dizer assim: "Ai, foi com essa coach aqui que arrumo". Esse é o meu sentimento bem verdadeiro.
Obrigada PC, pela confiança. E é isso, PC. Eu pessoalmente já trabalhei com muitas consultorias, né?
Então, a consultoria eh, eu sinto que ela, a consultoria ela fica muito superficial. Ser humano para mim, da e para as pessoas da minha equipe não são superficiais, né? E ser humano não é linha de produção, não pode ser linha de produção.
Então, eu sentava aqui com a Bruna aqui no meu escritório, a Bruna lá na no escritório dela e vamos falar do PC. E aí, que a gente pode fazer? Como é que tá?
Bruna coloca a mão na cabeça e vamos e é assim, a gente tá falando de vocês toda engraçado. É o engraçado assim que é tão real, é tão real que eu tive os meus pegas com a Bruna. Eu sei.
De todos eles. É, então, mas assim tem os pega, entendeu? Falei: "Não, Bruna, pera, não é isso, não sei o quê, não.
Eu não tô entendendo então que você tá falando hoje a gente não tá se conectando, tá? Mas calma, vamos lá. " Então, assim, é isso, é, é, é o cuidado assim, se eu se eu fosse e resumir o carreira certa, é o cuidado com a gente, entendeu?
num momento tão sensibilizado da vida, você saber que você tem um apoio ali de pessoas, né, que é uma equipe, você tem uma pessoa que te atende individualmente, mas tem uma equipe por trás olhando para você. Isso foi muito bacana, entendeu? E eh é de encher os olhos assim de do quanto isso representa para alguém que tá passando um momento de uma reestruturação na vida, na carreira, enfim, sabe?
E isso é muito legal, isso isso é muito gostoso de vivenciar, porque você fala: "Putz, é, ela olha pro ser humano mesmo, entendeu? É real, o trabalho é real, entendeu? " É o propósito da DAI Ribeiro, da equipe do carreira certa.
Isso é carreira certa profissional feliz. Exatamente, né? Eu falo assim: "Se eu não viver o carreira certa profissional feliz, como que eu vou ter moral para falar sobre o carreira certa profissional feliz?
" Então, da mesma forma que eu vivo essa energia aqui, eu quero que vocês vivam também. Isso não quer dizer que a gente não tenha perrengues, conversas decisivas, né? Isso.
Nós estamos em evolução, todos nós, mas a gente tá junto. É, eu acho que é, acho que é isso. A mensagem é essa, é é esse conforto de de saber que tem não somente uma pessoa, mas tem uma equipe por trás que tá segurando.
Até a moça que manda, a, como é que é o nome dela? Aline, que encaminha as recomendações. Aline, super cuidadosa em falar com você.
Olha, veja essa recomendação, talvez a gente tenha que ajustar isso, aquilo, aquilo outro. Olha, mandei, tive resultado, tive retorno, sabe? É, é, tem um cuidado isso.
Acho se eu usar uma palavra para para tudo isso assim, é o cuidado o cuidado que você e a equipe tem com a gente. Eh, faz muita diferença, muita diferença. Que bom, PC, que bom.
Obrigada pela confiança. Olá, PC, boa noite. Tudo bem?
Oi, Dai, boa noite. Tudo bem você? Estou bem.
Seja muito bem-vindo à sua entrevista de case de sucesso. Tô muito feliz em te receber hoje, você sabe. Fiz lá sua sessão estratégica no comecinho.
Você passou aí por toda a mentoria com a gente e conta para quem está nos vendo, nos ouvindo agora, quem é o Paulo César ou PC, que a gente chama de PC aqui no método, né? Verdade. Não, primeiro eu queria agradecer o convite, né?
Fiquei muito feliz pelo convite. É muito bom a gente eh conseguir e poder compartilhar com outras pessoas que estão eh vivendo um momento de busca, de recolocação profissional ou algo do tipo, né? Então, eh, queria agradecer muito de você me disponibilizar essa oportunidade aqui de falar, né, de chegar às outras pessoas, que acho que tem muito a ver com o meu propósito de vida também, que é poder ajudar outras pessoas com a minha experiência.
Então, isso me deixa muito um coração muito cheio, muito feliz, viu? Que legal, que legal, seja muito bem-vindo. E a gente precisa trazer, né, a nossa história, ela proporciona mesmo esperança, muitas vezes PC e tem muitas pessoas, seja no LinkedIn, como a gente vive muito, né, uma rede que a gente vive muito no nosso networking, e a gente trazer esperança para essas pessoas é extremamente importante, como você falou, é um propósito.
Com certeza. Bom, eh, Paulo César, conhecido como PC, né? Eu trabalho, eu tenho 43 anos.
Eh, eu trabalho no mercado financeiro há quase 30 anos. Quando eu falo isso, todo mundo fala: "Nossa, mas é isso mesmo". É isso mesmo, né?
Eu comecei quando eu tinha 14 anos. Eh, o era chamado, né, de office boy, né, as agências da Caixa tinha um Office Boy. Então foi lá na Caixaonde eu comecei, onde é um banco que, né, não tô fazendo propaganda, mas é um banco que tem um objetivo muito social.
Então eu fui criado em lugares onde o o social fala muito forte. Então, acho que por isso essa coisa toda de propósito em toda a minha vida de compartilhar, né? Sim.
E eu trabalhei na última empresa durante quase 11 anos e fui pego de surpresa, né, por uma um um processo de reestruturação eh que aconteceu na empresa e consultei um amigo que trabalhava comigo nessa outra empresa, já havia trabalhado comigo nessa outra empresa e perguntei se ele não podia poderia me indicar uma head hunter ou alguém que fizesse um trabalho que me ajudasse na busca de recolocação profissional, certo? E aí apareceu a Dayane, né, na DAI, como eu gosto de tratar carinhosamente. E a gente foi conversar um pouco, né, de como é, de como eu estava naquele momento e qual quais eram os meus planos, o que que eu buscava, né, como a gente ia pensar em buscar algo ou ajudar o PC a buscar algo num mercado onde há 11 anos ele não fazia um currículo, né?
Eu falei isso para você, né? Falei: "Ah, mas eu não sei mais nem como faz um currículo". Pra gente perceber, né?
O quanto às vezes a gente fica tão aguerrido no dia a dia do trabalho e a gente meio que se isola do mundo aqui fora, né? E eu tenho muito falado isso paraas pessoas da eh existe existe vida aqui fora, né? Existem muitas oportunidades.
Então acho que assim, primeira coisa que você me fez enxergar como o Brasil tem oportunidade, né? E o quanto tem de pessoas que estão buscando pessoas que estão buscando você que tá ouvindo a gente agora, né? E falando: "Nossa, mas será que eu estou preparado?
" Você estará preparado no momento certo, entendeu? Então acho que essa é uma é uma primeira mensagem perfeito. Que e que me fez ficar mais tranquilo, sabe?
É, então acho que esse é o primeiro primeiro recado aí que eu posso compartilhar. Perfeito. E você vivenciou isso, você vem uma reestruturação e algumas pessoas estão esperando essa reestruturação, já estão sentindo que alguma coisa tá mudando na empresa, mas tem um medo do enfrentamento.
Poxa, deixa eu me movimentar para não ficar desempregado. Ou pega de surpresa mesmo, como você foi pego de surpresa. Não esperava.
E aí, que bom que você teve esse amigo, né, que fez a indicação aí pr pra DAI e paraa Bip, né, aqui do carreira certa. E muitas vezes PC, eh, executivos, analistas, eh, coordenadores, gerentes, não se levvel mesmo, eh, cargo de se level, não espera. Eu teve, tive um caso aqui que o profissional falou assim para mim: "Daane, eu achei que eu ia ser eh promovido numa segunda de manhã e eu fui demitido.
" É, né? E como que tava o seu sentimento quando você chegou, PC? Como é que tava, como que você tava se sentindo para uma próxima recolocação?
Olha, eu eu te digo que são coisas muito engraçadas. Hoje eu acho que são coisas engraçadas, mas eh fui pego de surpresa, mas eu tive um alívio, né, de um momento que eu estava vivendo, que talvez eu tenha tomado algumas decisões nos últimos dois anos erradas ou eu eu acho que elas não foram erradas, mas elas poderiam ter tomado um outro caminho, né? Eh, que valeu muito os dois anos da última experiência, mas confesso que o sentimento tinha um certo alívio, mas tinha um certo medo, receio de voltar ao mercado de trabalho, né, como eu ia voltar.
Eh, e eu não posso deixar, né, assim, sem citar nomes, eh, uma rede de apoio muito grande que eu tive, né, de ex-chefes que eu trabalhei, né, há 20 anos atrás, eh, pessoas do meu convívio de mercado financeiro que montaram uma rede para me ajudar e falou: "Fique tranquilo do você é um profissional que não faltará espaço para você". Então, acho que antes mesmo até chegar você e da gente iniciar o trabalho, essa foi a primeira mensagem de conforto que eu recebi dessas pessoas, dessa rede de proteção. Eu falo que é uma rede de anjos, né?
Porque eu serei eternamente grato a essas pessoas porque elas me tranquilizaram. E aí quando a gente conversou, né, eu tava indo morar fora, né, viver uma experiência que era um desejo antigo meu, eh, que eu queria muito viver essa experiência e aí calhou de tudo dar certo para isso. E aí você me falou uma coisa que que foi assim, onde você me pegou, né, mas a gente vai planejar a sua recolocação profissional, né?
Não deixe para fazê-la quando você voltar pro Brasil de volta. Talvez, talvez você nem volte, mas vamos falando, mesmo você estando lá, eu vou te ajudar. Eu tenho aqui, né, depois do diagnóstico que você fez, você me disse com essas palavras, ah, eu tenho aqui eh eh um plano que a gente pode seguir, uma metodologia que a gente pode seguir, que eu tem indicadores, isso de acerto, né, percentuais que eu digo para você, PC, dá certo, né?
Então, eh, vem comigo que você disse exatamente isso. Vem comigo que eu te garanto que você vai chegar num lugar e o mais importante, você vai escolher onde você vai trabalhar. Então isso não me saiu da cabeça.
Eu digo que assim, foi muito forte ouvir de você e da sua equipe, né, da Bruna, que no final da linha, né, ou desse primeiro step, e eu iria conseguir escolher em que empresa eu iria trabalhar. E isso aconteceu, foi muito legal, né, passar por isso. Perfeito.
Você acreditava quando você chegou que você teria a possibilidade de escolher ou ser ou seria escolhida? É, né? Mas quando eu cheguei, eu achei que eu fosse escolhido, entendeu?
Mas eh o trabalho, as mentorias, as conversas, né? Eu acho que eh como a gente já conversou sobre isso, acho que o apoio eh tem um apoio técnico, emocional muito grande, né? A gente até falou outro dia assim, a a base tem a psicologia como base, mas tem toda uma técnica inserida nesse trabalho de coaching, né?
Mas para mim esse apoio tá tudo bem, né? Comecei a me inscrever num monte de vagas. Será que dá, será que dá fit?
Será que não dá fit? Várias negaram. E eu, meu Deus, mas é assim mesmo, todo mundo vai me negar?
Não, todo mundo não vai te negar. Vai. você vai andar no processo e você vai ver que aquelas empresas que você tem eh mais sinergia com a cultura, os processos irão caminhar, né?
Então, acho que isso foi uma das coisas mais bacanas assim de vivenciar, porque dá um um medo, né? Dá uma aflição, o relógio tá tique tic, né? E aí você fala: "Meu Deus, mas funciona?
Tô aqui contando a história, né? " É. E é bacana perce porque hoje você pode contar pra gente, igual você contou no nosso grupo fechado também aqui da mentoria que dá certo você inspirando essas pessoas que estão lá no caminho, que estão hoje participando de entrevista, encaminhando currículo, trabalhando com networking e assim coloca a mão na cabeça fal assim: "Nossa, será que vai dar certo?
Será que eu vou conseguir? " A gente teve um case de sucesso da Natália que a Natália falou assim: "Nossa, é muita gente fazendo entrevista". Aí ela falou daqui a pouco eu tava fazendo duas por dia na maior loucura.
É uma loucura, né? E e assim é é uma coisa do respirar, sabe? Assim, o que eu sentia nas conversas, né, nas sessões individuais e a Bruna frisava muito isso, era assim, calma, né, vem aí uma uma nova fase, vem um um novo step que você vai vencer, né?
Ele não é uma coisa que tá engessada no tempo assim, ou você cumpre os requisitos da vaga e faz aquela coisa muito engessada, não. É, é, é de pessoa para pessoa, né? Exatamente.
E é isso que que as empresas estão buscando, né? E é esse contato que vai fazer você mudar do próximo nível e avançar no processo, né? Então, eh, e ela me falava também coisas que eu achava super interessantes, que assim, vai praticar um esporte, vai fazer uma atividade para liberar um pouco a sua cabeça dessa tensão, né?
Porque senão você também fica num desespero de se inscrever o tempo inteiro, de distribuir currículo e e você não respira e você não se encontra com você mesmo, se você não se autoconhece, né? Eu, assim, vocês me ajudaram no processo de autoconhecimento gigantesco e entender o meu valor, né? Acho que também essa é uma mensagem muito positiva.
É, não é porque eu fui desligado de uma empresa que eu perco o meu valor profissional, né? Eh, vocês fizeram isso, a minha rede de apoio fez isso. Não abaixa a cabeça, né?
Você é um profissional qualificado, você tem um histórico profissional. Então isso também o trabalho de vocês foi essencial para me deixar firme, o pé no chão, né? Achar que eu poderia tudo vislumbrar aqui sonhos que ainda não são atingíveis, ainda não são atingíveis, mas firmeza naquilo que é o correto de você vivenciar, que é a sua história profissional, né?
É, é isso aí. Porque quando acontece um desligamento, o PC, eh, não adianta, todo ser humano, ele fica abalado de alguma forma, por mais que venha o alívio, como você falou, você faz um questionamento interno também, será que eu tenho tanto valor assim? O que que aconteceu que eu não pude sair da empresa, a empresa escolheu que eu saísse?
Então, vem alguns questionamentos que acabam ferindo de alguma forma. E quando vocês chegam aqui no método como você chegou, a gente faz essa avaliação profunda. Esse é o motivo da avaliação pra gente entender se pode ajudar.
E quando a gente fala assim: "Olha, a gente pode te ajudar, a gente tá junto com você". É porque a gente já viu que vai ter recolocação. A gente sabe que você tem todo o potencial para isso.
E eu lembro da sua sessão que eu falei assim: "Pc, a gente vai trabalhar muito mais depois da sua recolocação, porque você tem muito para trabalhar, como os outros profissionais, todos nós temos PC. A recolocação vai ser aí uma um detalhe no processo. E que bom que você pode escolher.
Eu fico muito feliz. Não, isso isso é muito bacana. Isso isso eu sempre falo pras pessoas, né?
Consegui ir até o final em três processos e dois deles com resultado e e poder escolher dos dois, né? Então foi foi muito legal, né? Que bom, foi um percentual muito alto.
Muito bom. A engrenagem já tá rodando aí. Já tá tudo rodando.
Que bom, né? Com certeza. O PC, e qual que horas que você percebeu assim que foi a virada de chave para você que você falou assim: "Agora as coisas estão começando a mudar positivamente?
" Eh, eu acho que, né, em em fevereiro, de fevereiro para março, ali, quando eu tava já prestes a voltar ao Brasil, eh, eu senti que as coisas aqui, com a minha chegada, a engrenagem ela, ela, ela ia ser mais rápida assim, ou ela ia funcionar mais, né? Acho que melhor a engrenagem ia funcionar, porque apesar de que hoje você não precisa estar fisicamente para fazer uma entrevista ou algo do tipo, não sei se é energia, se talvez estivesse um pouco de férias ainda, né? é mesmo que eu estava lá estudando, mas talvez eu tivesse um pouco de férias ainda.
Então, quando eu voltei para cá e comecei a fazer umas as sessões mais que semanais, eu fiz acho que um mês, quase toda semana, aí eu percebi e treinar, né? Acho que uma coisa que e as entrevistas começaram a a começar a ter mais frequência, eh, e a Bruna treinou comigo a entrevista, eu acho que aí eu falei: "Opa, eh, voltei", entendeu? Acho que que foi mais ou menos nesse momento, né?
Quando você sentiu que voltou pro Brasil, voltou de vez mesmo. Isso. A primeira entrevista que a Bruna fez comigo, eh, eu fiquei assustado, eu falei: "Bruna, mas é isso mesmo, ela".
Isso mesmo, né? Essa é a realidade que a gente tem, né? Mas eh e ela foi muito precisa nas perguntas, né?
Olhando todos os pilares técnicos, comportamentais, eh, que eu acho, né? Eu eu não tenho nenhum estudo, mas eu já falei isso para você. Eu acho que hoje o que leva as pessoas a uma empresa é o comportamento, eh, não que o que o técnico tá dado, né?
Então, se a vaga pede isso e você tem, você passa um step, para mim é comportamento, é comportamento, é propósito, para se manter também, PC, para se manter também é comportamento e emocional além do técnico. É, eu acho que que comportamento hoje é assim algo que diferencia as pessoas, sabe, para atingir novos patamares. Eh, é algo que não é novo, né?
Se a gente olhar na na área de pessoas, recursos humanos, não é novo, mas eu acho que agora as empresas estão eh com mais firmeza nisso, entendeu? é se a pessoa e tem aderência à cultura, como é que ela vai se comportar em situações difíceis, como é que ela lida com times diversos, que hoje é isso, né? A gente tá vivendo um um novo cenário, né?
Então estar preparado para isso foi muito bom, porque nas conversas, né, do do onde eu tô hoje, as diversas entrevistas que eu fiz, essas perguntas elas eram muito frequentes, né? E a Bruna exercitou muito comigo e foi super válido. Então, digo mais um conselho assim, é muito bom porque esse exercício facilita muito na hora que você vai, até a roupa que você usa, a Bruna te ajuda a decidir para te colocar numa atmosfera favorável, né?
Eu nunca tinha pensado nisso assim, gente, mas que que que que amplo que é o trabalho, né? Acho que o ponto aqui a ressaltar da é isso, né? Não é simplesmente buscar vagas para você na internet, né?
rede, no LinkedIn, não é esse o trabalho. O trabalho aqui é mais amplo, é uma construção, é te ajudar, é, é te questionar, né? Acho que isso também é algo que foi muito legal.
A Bruna me questionou muito em muitos pontos, porque me coloca para pensar, né? Acho que o método faz isso, né? O método precisa tirar da zona de conforto.
Exatamente. E isso, isso é muito legal. Quando eu olho para trás, eu falo: "Nossa, que legal".
E as pessoas, né, eh, eh, amigos de de RH, que que também eu conversei bastante, falaram: "Nossa, que bom, né? Que bom que você fez esse investimento em você, que é um investimento". Exato.
Ele tem uma um objetivo inicial que é te ajudar na recolocação ou na sequência que da gente de um trabalho de me manter lá e de ter um um plano de desenvolvimento individual, né, de ter um plano de carreira, porque a gente faz a nossa carreira, não é a empresa que faz pra gente. Então, eh, eu acredito que isso tudo faz parte do trabalho, né? É isso aí.
É o é o começo ali que a gente entende se é uma recolocação, se é uma promoção que o profissional ele quer. E também a gente olha sempre a média e longo prazo, para onde a gente tá indo, qual que é esse caminho de carreira, né? Então, PC, é muito legal te ver hoje escolhendo uma empresa.
Olha que máximo isso. Isso é utopia para muitas pessoas. Utopia.
E é verdade, viu? E na verdade assim, ó, eu já tinha dado OK para uma outra empresa, né? Eh, eu tava nos trâmites eh legais porque a configuração não era CLT, era uma configuração PJ, então leva um pouco mais de de tempo, né?
Mas eu já tinha decidido por eles e aí quando veio a outra empresa, eh, eu fiz toda uma reflexão e e tomei a decisão de de seguir um outro caminho, entendeu? Que legal. muito baseado naquilo que eu acreditava na cultura.
Eh, enfim, uma série de coisas que não desmerecendo uma ou outra, não é isso. Eu estava vendo, olhando para mim, era sobre mim, não era sobre a empresa, entendeu? Porque as duas, eu trabalharia nas duas, porque eu escolhi as duas e e para mim eu tenho certeza que eu trilharia um caminho nas duas, entendeu?
Mas era sobre mim, eu estava olhando para mim. Muito bom, muito bom. você ficou 11 anos PC, a gente enxerga assim como muitos profissionais ficam 14, 15, 25 mergulhados na empresa e não percebem que precisam ou tem a possibilidade de vida fora daquela empresa.
E tá tudo bem, eu já vivi isso também, PC, só que a gente entender que a vida fora daquela empresa, há oxigênio e pode vir reconhecimento, pode vir mais dinheiro no bolso, pode vir mais respeito. Então, que legal essa mensagem que você tá trazendo. Eu já vivi isso, vivo hoje, você sabe.
E você tá trazendo a sua história. E eu sei que você vai crescer cada vez mais, porque você se abriu a mudança, se abriu a olhar aqui para dentro do PC e fazer diferente. Por isso que você escolheu a empresa.
É, é. E exatamente. E e assim, uma coisa também que eu percebi, né, que a Bruna me fez, me colocou para pensar muito, eh, que a a minha marca pessoal, né, não é a marca da empresa em mim.
As pessoas têm que me olhar com a minha marca pessoal, quem eu sou, as minhas qualidades, os meus defeitos, o que que eu consigo agregar para a empresa onde eu estou. E não, eu tenho a marca da empresa ali colada em mim e eu e ela não esgarrar nunca de mim, né? Não.
Eh, fica para trás. Foi muito válido. Eu sou muito grato a tudo que eu vivi lá.
Isso eu não não posso negar, né? Mas eu tenho que olhar paraa frente, para novas perspectivas dentro daquilo que são os meus objetivos de vida. Então, acho que é um pouco disso, né?
E e o trabalho de vocês também ajuda muito nisso, né? de deixar para trás e olhar pra frente. Isso.
PC, às vezes a gente tá fazendo avaliações aqui, eu e a Bruna, que foi sua mentora individual e equipa, a Luciana, que tá chegando agora também e tem profissionais que falam assim: "Não, vou esperar mais um pouquinho. A empresa me prometeu a promoção daqui do anos". Tem gente que falou que tá 5 anos esperando a empresa e tem a esperança que no próximo ciclo vai ser promovido, às vezes para ganhar 10% a mais.
Que que você diria para essas pessoas que estão esperando a empresa escolher por eles? Pela sua experiência? Eu diria para não esperar, porque se eu assim abrindo o meu coração aqui, eu eu tinha uma expectativa de crescer onde eu estava, mas eu não tive nenhuma eh nenhuma indicação de que em algum momento isso iria acontecer, tá?
Eh, nem o que faltava, né, para chegar no próximo no próprio no próximo step, né, no próximo nível. Eh, então, eh, era muito cômodo para as duas partes. Eu continuava ganhando o meu salário, um bom salário, né?
E, e a empresa tava lá seguindo a vida dela, né? Então, assim, eu acho que eh, de novo, tem que olhar pra gente daqui para frente, depois desse racha que aconteceu na minha vida profissional, né, dessa mudança, não é nem um racha, mas dessa mudança, eh, eu vou olhar mais para aquilo que eu tenho de expectativa, vou me desenvolver para estar pronto pro nível que eu quero. Se eu entender ou se a empresa entender que eu não estou pronto pro nível, ótimo, tudo bem, faz parte do jogo, né?
Mas eu tenho que tá tranquilo e não criar uma expectativa eh que daqui a dois, três, qu anos, entendeu? E o que tá fora? E um monte de empresas fora que querem alguém com a minha experiência, que querem alguém para eu exercer eh algum tipo de liderança ou não, para eu ser um especialista em algum tema específico ou para eu ir conhecer um outro mercado que eu eh não conheço para viver essa nova experiência, óbvio, né?
Pensando em todo o combo de equilíbrio, de vida profissional, pessoal, a parte financeira que é muito importante, mas sobre mim, o quanto eu vou estar satisfeito nisso, entendeu? Então, eh, e tem que tá feliz, né? Você ficar 5 anos numa empresa esperando uma promoção que você percebe que ela não chega, porque a gente sente, a gente a gente sente, eh, e a gente às vezes se autosabota, né?
Sim. Então acho que eh o ponto é se você acredita, se você tem indicadores, indícios, né, de que realmente daqui a dois anos isso vai acontecer, porque vão te provar através de números que se você sair desse ponto vai chegar até outro ponto. Se você entregar isso, se os seus indicadores melhorarem nesse nível, aí tá combinado.
Mas se não, né, eu hoje não esperaria, entendeu? Com certeza. Eu também não.
Acho que não faz, não faz isso. Porque a gente coloca responsabilidade na empresa, no outro, no chefe, no gerente, não importa nomenclatura que a gente utilize. E quando a gente coloca expectativa no outro, o outro pode mudar, o outro pode ir embora, o outro pode fazer tanta coisa.
E aí depende de contexto, né, que não é só dele, desculpa, acabei de fando, mas o contexto não é só não é só a pessoa que decide, tem um sistema. E eu sempre falo, eh, e eu cheguei a essa conclusão também depois de todo esse trabalho que assim, eh, não é o seu chefe que te demite, né? É, tem é um tem um sistema ali e você também tá inserido nele, né?
Então, talvez você nem perceba que o a forma que você tá agindo ou que tá se comportando pode te levar a isso, né? Então tem as duas partes, né? Eh, não é só ah, o cara que assinou a sua demissão, ele ele ele leva culpa porque ele assina a demissão, mas é eu acho que é um contexto, né?
Isso. E é muito maduro você tá falando isso, PC é muito maduro para um ser humano tá falando isso, um profissional de verdade. É porque a gente coloca e a gente se vê na autorresponsabilidade.
O que que eu poderia fazer diferente? Às vezes dá tempo de fazer alguma coisa diferente, às vezes não dá e tá tudo bem. Agora daqui para frente, o que que eu posso fazer diferente?
e você veio estar fazendo. É, eu acho que é acho que o ponto é esse assim daquilo tudo que que eu vivenciei em todos esses anos e e essa depois dessa ruptura, né, dessa, na verdade não é ruptura, mas essa esse novo caminho que me foi colocado, eh, o que que eu posso fazer de diferente, né, para encurtar essa expectativa que talvez eu tenha criado eh num prazo que não era o prazo, né, ou talvez nem seria lá naquela empresa. E eu poderia estar aqui fora eh buscando outras coisas e atingindo níveis que jamais onde eu estava eu atingiria.
Eh, tem muito disso, né? Então, eu acho que a gente tem que pensar muito nisso e ter muita consciência disso, né? Se acontecer de novo é porque a gente cometeu os mesmos erros e se a gente trilhou um outro caminho é porque a gente se autoconheceu mais, aprendeu com os erros, porque eu acho que a gente aprende muito com os erros, né?
Eh, não fica dando burro em ponta de faca, né? Então, acho que essa é uma boa reflexão pra gente fazer. Eu acho que essa é uma reflexão da vida, né?
Eh, ela é de carreira, mas ela também é de vida pessoal, né? Exato. Tá lincado, tá tudo lincado, tá lincado, né?
E aí você descobre seu propósito de vida aí nesse meio. Com certeza. Com certeza.
E tem muitas pessoas que não têm noção do propósito de vida, não tem noção, né? E acabam descobrindo pela dor, a maioria pela dor, por algum algo que mudou na profissão, na carreira, na demissão, não importa. E o que que você diria, PC, para essas pessoas que estão pensando, nossa, será que eu preciso de ajuda profissional mesmo?
Será que eu entro no carreira certa? Será que é um trabalho sério? Será que eu devo fazer uma avaliação?
Você estando aqui dentro de casa, né, convivendo com a gente, que que você diria para essas pessoas? Olha, eh, primeira coisa é eh a seriedade do trabalho, né? Desde o primeiro momento que a gente conversou, eh, você sempre foi muito séria nos seus posicionamentos, você e o time, né?
Então, isso isso me deu uma segurança. Digo para você que isso me deu muita segurança. Falei: "E a indicação, óbvio, né, que veio, conecta com isso, né, mas você me passou muita segurança, foi muito empática com o meu momento.
Acho que isso é uma coisa que eu digo para as pessoas assim, vá conversar com ela, vá conversar com ela para ela entender o que você precisa, onde ela pode te ajudar, entendeu? Então acho que isso foi uma das primeiras coisas. Eu até indiquei um amigo para você que você sabe e eu falei: "Olha lá, você tem uma um negócio pegado na mão assim, sabe?
Foi isso que eu senti. " E vocês falam o tempo inteiro isso. Você não está sozinho.
A gente tá junto com você. Eu não estou todo dia com você, mas eu estou aqui nos bastidores, eu e a minha equipe olhando por você, falando de você, pensando em estratégias para você. É isso.
São assim, muita gente. Então isso da parabéns pelo trabalho, porque eu já te disse algumas vezes, é isso é muito bom e eu não tô falando aqui porque a gente tá gravando o vídeo, eu estou dizendo assim porque é real, é o que eu senti, entendeu? Vocês não soltam a mão, a gente pode se falar toda semana ou de 15 em 15 dias, mas vocês estão sempre conectada com a gente, entendeu?
Ó, tô aqui, me chama. E aí, ó, falei de você essa semana, conversando sobre vocês, analisei como é que tá o seu o seu andamento. Então, isso isso é muito válido.
No momento que a gente tá eh abalado, né, emocionalmente abalado por uma ruptura que a gente não tem expectativa que aconteça ou que se tivesse não tá preparado para ela, que eu acho que é diferente, né? Isso acontece muito. Mas a primeira dica pras pessoas é assim, bate um papo com a equipe porque tem uma empatia muito grande do outro lado.
Eh, elas estão muito abertas para te ouvir, entender a sua necessidade e propor algo que seja prazeroso para fazer, né? Não é algo que é metódico e algo que é assim só para cumprir tabela e dizer assim: "Ai, foi com essa coach aqui que arrumo". Esse é o meu sentimento bem verdadeiro.
Obrigada PC, pela confiança. E é isso, PC. Eu pessoalmente já trabalhei com muitas consultorias, né?
Então, a consultoria eh, eu sinto que ela, a consultoria ela fica muito superficial. Ser humano para mim, da e para as pessoas da minha equipe não são superficiais, né? E ser humano não é linha de produção, não pode ser linha de produção.
Então, eu sentava aqui com a Bruna aqui no meu escritório, a Bruna lá na no escritório dela e vamos falar do PC. E aí, que a gente pode fazer? Como é que tá?
Bruna coloca a mão na cabeça e vamos e é assim, a gente tá falando de vocês toda engraçado. É o engraçado assim que é tão real, é tão real que eu tive os meus pegas com a Bruna. Eu sei.
De todos eles. É, então, mas assim tem os pega, entendeu? Falei: "Não, Bruna, era não é isso, não sei o quê.
Não, eu não tô entendendo então que você tá falando hoje a gente não tá se conectando, tá? Mas calma, vamos lá. " Então, assim, é isso, é, é, é o cuidado assim, se eu se eu fosse e resumir o carreira certa, é o cuidado com a gente, entendeu?
num momento tão sensibilizado da vida, você saber que você tem um apoio ali de pessoas, né, que é uma equipe, você tem uma pessoa que te atende individualmente, mas tem uma equipe por trás olhando para você. Isso foi muito bacana, entendeu? E eh é de encher os olhos assim de do quanto isso representa para alguém que tá passando um momento de uma reestruturação na vida, na carreira, enfim, sabe?
E isso é muito legal, isso isso é muito gostoso de vivenciar, porque você fala: "Putz, é, ela olha pro ser humano mesmo, entendeu? É real, o trabalho é real, entendeu? É o propósito da DAI Ribeiro, da equipe do carreira certa.
Isso é carreira certa profissional feliz. Exatamente, né? Eu falo assim, se eu não viver o carreira certa profissional feliz, como que eu vou ter moral para falar sobre o carreira certa profissional feliz?
Então, da mesma forma que eu vivo essa energia aqui, eu quero que vocês vivam também. Isso não quer dizer que a gente não tenha perrengues, conversas decisivas, né? Isso.
Nós estamos em evolução, todos nós, mas a gente tá junto. É, acho que é, acho que é isso. A mensagem é essa, é é esse conforto de de saber que tem não somente uma pessoa, mas tem uma equipe por trás que tá te segurando.
Até a moça que manda, a, como é que é o nome dela? Aline, que encaminha as recomendações. Aline, super cuidadosa em falar com você.
Olha, veja essa recomendação, talvez a gente tenha que ajustar isso, aquilo, aquilo outro. Olha, mandei, tive resultado, tive retorno, sabe? É, é, tem um cuidado isso.
Acho se eu usar uma palavra para para tudo isso assim, é o cuidado o cuidado que você e a equipe tem com a gente. Eh, faz muita diferença, muita diferença. Que bom, PC, que bom.
Obrigada pela confiança. E conta pra gente, a gente tá chegando no finalzinho da sua entrevista. Passa uma mensagem do PC, do seu coração, da sua mente, para essas pessoas que estão precisando de ajuda, que estão hoje vivendo, que você viveu lá atrás, não tem currículo, tô há 11 anos na empresa, não sei que o que caminho seguir.
Que que você diria para essas pessoas, PC? Ah, eu acho assim, e agora tô vivencendo porque eu tenho entrevistado algumas pessoas, a gente falou disso, né? Então, eu tô tentando exercitar muito isso, mas assim, uma mensagem final, eh, vá, vá pr busca de emprego muito seguro, né?
Acredite em você, acredite na sua história, né? Acredite em tudo que você fez e tudo que você passou para chegar até aqui. Acho que essa é a grande mensagem.
Eh, existe um processo de autoconhecimento, mas você precisa acreditar em você e respeitar a sua história. Eu acho que é isso, sabe? Perfeito.
Respeitar a história, a gente honrar a nossa história e que empresa nenhuma, né, PC vai tirar a nossa história da nossa mente, o nosso conhecimento. A gente vai agregar o que a gente tem hoje para levar paraa próxima empresa. Exatamente.
É isso, né? A história que a gente constrói, a gente leva ela para onde a gente tá trabalhando, né? Se se você escolheu estar naquele lugar, exatamente para levar tudo que você vivenciou e que teve resultados positivos para que essa experiência sirva lá na frente, né?
Então eu acho que é um pouco disso e é é eh a história da gente, ela tá escrita, né, Dai, e ela tá aí para para ser contada, né? Eu acho que por isso que eu falo muito de respeitar a sua história e por onde você passou, eh, as pessoas sabem da sua história e elas respeitam a sua história, né? É, é.
Parabéns pelo networking. Parabéns eh por abrir o seu coração e a sua mente pro método carreira certa. Parabéns pelos momentos difíceis que vocês passaram, principalmente você e a Bruna, que são momentos de crescimento.
É o momento que a gente pega na mão mesmo. A gente não vai passar a mão na cabeça dos nossos profissionais, como a gente fala aqui no método, como o corporativo faz. Às vezes o corporativo ele passa a mão na cabeça ou ele se cala.
Quando eu escolhi tá aqui no carreira certa, pensei para todo mundo que tá ouvindo a gente, eu falei assim, eu não vou olhar pras empresas, eu vou olhar pro profissional, pro ser humano, porque eu já vi muita gente chorando no banheiro. É difícil, né? Eu já vi muita gente chorando nos cantinhos da empresa, na área operacional e no administrativo.
E eu ficava doida porque eu não conseguia fazer nada de diferente. Hoje eu posso aqui no Carreira Certa. Então assim, muito obrigada por est dedicando o seu tempo para contar aqui junto com a gente no carreira certa, sua história, trazer seu depoimento, o que você viveu e está vivendo.
Parabéns pela realocação de mercado, por poder escolher e continua contando com a gente. PC agradeço, tá aqui. Fico muito feliz de ter a possibilidade de compartilhar as experiências eh com as pessoas e falar para as pessoas que assim assistam eh perguntem, né?
Então aí daí depois se quiser dar meu contato, meu meu LinkedIn, fique super à vontade. Quem quiser trocar a experiência, perguntar, tô super à vontade, mas conversem com a equipe, carreira certa, porque dá certo, viu? É isso aí.
É isso aí. Então, um abraço. Obrigada mais uma vez e vamos, como a gente fala aqui, avante.
Agora tem mais, né, TC? Vamos agora proí. Vamos que vamos.
Obrigado, Dai. Obrigada a toda equipe, viu? Um abraço para todo mundo que está nos vendo, nos assistindo agora, nos ouvindo.
E bom descanso agora.