o Olá turma vão iniciar patologia mamária e quando a gente estuda de doenças mamárias a gente pergunta quais são os tipos de lesões de mama biopsia das ou esses a de cirurgicamente mais frequentes aí entrando nesses números o que que esses números refletem quando a gente avaliar os resultados dessas biópsia sou amostras de tecido mamário doente a gente vai ter em quatro categorias tá gente vai ter uma categoria onde a gente não encontra alterações microscópicas o que que é isso é corrente tem uma alteração na imagem o mesmo na clínica que é a mostrada net
chega e examinada no microscópio e não se observa alteração e depois disso a gente vai ter uma grande categoria de alteração chamada fibrocística que é uma alteração benigna da mama que a gente vai ver a seguir tá então achado Benigno depois disso a gente vai ter um grupo de alterações inflamatórias e a gente pode ter necrose da gordura mamária onde a gente pode ter um ducto que ti lá toa inflamou o e outras condições inflamatórias um pouco menos comuns como alterações relacionadas à diabetes ou doenças autoimunes que entram todas nessa categoria inflamatória e por último
a gente vai ter os tumores tá a gente vai ter tantos tumores benignos quanto os malignos de mama tá então fica no último grande a grupo ali de alterações que a gente encontra nessas amostras de um ano e respondendo a pergunta de o que que os números refletem eles refletem as estratégias preventivas que já existem na para detecção precoce de neoplasia maligna de mama é o câncer de mama então toda aquela conscientização a que vem quanto ao exame da mama e aos exames preventivos da mulher eles vão tão refletidos nessas e nesses achados ali de
alterações a benignas inflamatórias e também na identificação do câncer de mama tô entrando agora especificamente nas alterações a gente vai ver a alteração fibrocística ela uma lesão ou alteração não proliferativa do tecido mamário quando a gente fala em Não proliferativa ele está falando de uma relação não com o epitélio ductal assinaria tal e ele não vai estar proliferando tá e clinicamente Elias se aparece como algumas alterações a macroscópicas a gente pode dizer então é muito comum uma massa palpável em relação a alteração fibrocística se tem uma uma palpação de uma área mais nodular e isso
aí pode ser visto por imagem há também tá então a tradução clínica da alteração fibrocística é um nódulo massa a patogênese descem tal alteração envolve a reação dos ductos e do estroma mamário ao ciclos hormonais estão cada ciclo vai sofrendo ação hormonal e o estroma ali em determinado a medida em algumas mulheres podem reagir um pouco mais um pouco menos a essa variação hormonal o tecido mamário pode ficar indo e sido na nessa área É isso aí devido a uma hiperplasia fibrosa uma alteração fibrosa que vai acontecer ali no estroma da mama os ductos podem
se dilatar formando cistos e podem sofrer alterações adaptativas como a uma de nós e uma metaplasia apócrina aqui então a gente tem alguma e mal algumas imagens sobre essa alteração fibrocística aqui tem uma porção de mama dizem que a gente tem essa grande área cirurgião aqui refletindo bastante estroma e essas áreas mais cavitadas aqui que são os ductos cistificadas a gente vai para microscopia e ver esse achado todo esse é a imagem Rosa aqui é proteína então é o estroma fibroso nessa mama é normalmente a gente tem um pouquinho mais de gordura aqui no meio
que tem uma área bem densa de estroma então tem a alteração fibrosa Oi e a gente tem tudo que ter cistificado a gente tem uma adenose de de racimos e ductos mamários System make more proliferação né alguns deles ficam cistificadas e com essa metaplasia apócrina eles ficam com o fenótipo mais eosinofílico lembrando uma glândula apócrina e ainda a gente pode ter algumas alterações secundárias como calcificações na nos ductos ou no estroma é uma outra alteração que pode acontecer na manga é a lesão mamária proliferativa sem atipias tá uma lesão proliferativa E já tá falando de
proliferação dos componentes do estroma e dos ductos está dentro dessa entidade em te enquadra a hiperplasia epitelial usual adenose esclerosante o papiloma ductal ou papilomatose quando a gente tem mais de um papiloma a hiperplasia fibroadenomatosa muitas dessas alterações podem formar uma massa e na população identificada na mamografia e as entidade nessa a categorização do museu de lesão proliferativa ela tem um risco de câncer aumentado de uma a duas vezes tá então por isso que ela é separada daquela alteração fibrocística que não tem nenhum risco de câncer quando é identificado e quando a gente encontra essas
alterações proliferativas como a hiperplasia epitelial usual adenose esclerosante os papilomas EA hiperplasia fibroadenomatosa a gente tem um risco um pouquinho maior hora né Essa essa paciente vai ser observada como um pouco mais de cuidado e aqui então imagem dessas alterações proliferativas nesse canto superior aqui a gente tem hiperplasia ductal usual a gente tem umas fendas e regulares entre esses células epiteliais proliferativas que estão dentro do núcleo é igual a essa imagem aqui Central A gente pode ter formação de algumas papilas a gente pode ter alteração colunar a gente pode ter metaplasia apócrina aqui dentro também
e a gente pode ter a formação dos papilomas que são essas papilas dentro das e a dentro de decisão no ductos desculpa E essas alterações proliferativas como a hiperplasia ductal ela pode avançar um pouco mais e já começar a apresentar algum grau de desorganização de displasia ou de atypia nessa área de hiperplasia então a gente pode categorizar ela indeterminada a medida como uma hiperplasia ductal atípica tá Daí o risco para avançar para um câncer de mama para essa paciente desenvolver em determinada medida no câncer de mama um pouquinho mais na frente já aumenta em relação
à população geral lá em cima na esquerda a gente vê essa proliferação tubular ou do que tal na dentro de uma de nós esclerosantes para chamadas diagnose porque se aqui não é uma neoplasia tá E aqui em baixo uma de nós e microglandular na que confunde bastante com a neoplasia isso aqui um um desafio para quem faz patologia Mari na de identificar esse diagnóstico muitas vezes a gente tem que fazer hoje de técnicas especiais para identificar célula basal na que geralmente não aparece na neoplasia mas mesmo assim a gente tem caso de lesões benignas começa
a alteração chamada de adenose microglandular que podem áreas não ter a célula basal e aqui tem um outro exemplo de alteração proliferativa que a alteração hiperplasia de celulas colunares e a gente vê que as células dos ductos elas estão com aspecto um pouco mais alongado mas colunar às vezes tem esses Náutico o que que se chama essas cabecinhas saindo do e pele e isso é que pode avançar para terapia associada tá esse aqui então também entra na categoria proliferativa o outro achado importante a cicatriz Radial cicatriz Radial também uma alteração benigna que se confunde bastante
com um câncer de mama nekoma neoplasia maligna a gente tem uma área Central fibrosado onde a gente tem um adenose uma proliferação de dutos na como padrão radiado assim estrelado Então o que confunde bastante com câncer de mama tanto na clínica né na palpação quanto na mamografia quanto na microscopia tá tem que ter uma experiência para olhar esse tipo de lesão e muitas vezes fazer o uso de uma técnica complementar né aí mano estou química para confirmar que esse aqui não é uma neoplasia de mama tô entrando agora nos tumores de mama vamos ver o
os primeiros benignos né primeiro o fibroadenoma tá até o tumor de mama mais comum então a maioria das lesões de mama né são benignas né e o tumor benigno mais comum é o fibroadenoma tá ele é uma neoplasia que tem um componente do que tal misturar uma fibroso e um componente a tubular tá do oponente em um componente dígitos ele geralmente é bem delimitado circunscrito na geralmente têm uma cápsula associada ele é móvel com um padrão mais arredondado tá a idade maior de aparecimento dessa lesão então entre os 20 e os 40 anos de idade
e na quinta imagens do fibroadenoma macroscopia no módulo bem delimitado né gente chega até uma cápsula aqui na periferia ele é Cinzento brilhante amolecidas na ele é meio elástico se a gente aperta né E quando a gente vai ver na microscopia a gente tem um componente de estromo nessa estroma fibroblástico fibroso aqui e ductos proliferando no meio tá então dutos proliferando e esse estroma é importante no meio geralmente ele é homogêneo mandei em cima proporcionalidade Entre esses dois componentes que estão proliferando e quando a gente vai analisar os componentes a gente pode entrar em algumas
variantes tá então fibroadenoma ele pode ter uma característica um pouco mais hipercelular então daí ele pode ser chamado de fibra de numa celular o fibroadenoma juvenil a primeiramente aparece em pacientes mais jovens são em são fibroadenomas maiores ou ele pode ter um componente tubular B importante pode ter pouco estroma então a indeterminada pode ser chamado até a de adenoma tubular quando predomina os túbulos em relação ao estroma que está proliferando entrando agora no adenoma da lactação né Ele é um é uma lesão benigna tá constituída por uma área da mama que proliferou que hiperplasia aí
ficou num padrão nodular tá ele é corre ali na volta da gravidez na porção final da gravidez ou no puerpério a gente pode ter uma área isolada dessa proliferação nodular Ou a gente pode ter múltiplas áreas nodulares quando a gente vai observar e macroscopicamente microscopicamente a gente vai ver lóbulos grandes né Aí como com aumento das glândulas mamárias e cistificação dos ductos na microscopia quando a gente vai olhar as células elas estão todas vácuo aladas na cheias de secreção a mamária então aqui do lado a gente tem uma foto macroscópica em típica esse adenoma da
latente na ordem normativa da lactação e onde a gente tem secreção preencher no duplos e essa área nodular que na microscopia a gente Observe ver a as células todas hipertrofiadas e aumentados de volume bom então aqui a gente tem a microscopia desse adenoma a gente vê uma grande hiperplasia e hipertrofia dos lóbulos mamários quando a gente ver os detalhes das células elas estão todas lá coladas na hipertróficas cheias de secreção a outra lesão a fibra filial da mama é o tumor phylloides ou tumor phyllodes ele é um tumor semelhante ou fibra de Norma né ele
tem componente do tal e ele tem um componente estromal Mas ele tem uma complexidade maior né até vem descrito no nome dele em filosofia Lloyd vende parecer com uma folha tá É ele tem uma grande hipercelularidade do estroma o que em determinada medida em alguns graus vai ter atipia e células se dividindo ou seja em mitose então ele é diferente do fibroadenoma porque ele tem essa complexidade do componente estromal na que o que tem atipias e tem proliferação a com divisão celular mais importante então mitose ele tem um espectro ela vai desde um tumor filóide
benigno até um tumor filodes maligno né com uma categoria intermediária que a gente chama de limítrofe ou borderline tá então que a gente não pode definir muito o prognóstico dele porque ele fica nessa categoria intermediária e os malignos né ter tem um comportamento mais agressivo com uma invasão local mais importante e raramente então com presença de metástase o que mais acontece no tumor filóide é a recorrência tá então ele vai residir lá então por isso que é importante neste molhar um pouco mais de margem de mama normal quando for retirar para diminuir essa chance de
recidiva da lesão e aqui mais detalhes né a gente vê o estrondo do teu moro filoide né bem e pelo celular diferente é lá do do figurado em nome essa complexidade na parecendo uma folha onde a gente tem reentrâncias de dos ductos esse estroma bem importante e ter celular no meio aqui nesse estroma que a gente vai procurar as atipias e contar as mitoses para categorizar essa neoplasia em benigna em borderline ou maligna se você não agora pro papiloma intraductal tá ele é uma proliferação assim como aquele pequeno papiloma que a gente falou lá as
alterações proliferativas às vezes papiloma ele pode atingir uma dimensão bem grande né daí ele já é categorizado como um papiloma intraductal né que é onde ele faz um nódulo uma massa uma pequena uma doação que pode ser palpável isso aí é essa condição ela é benigna tá E ela pega principal principalmente os ductos lactíferos ou seja os duplos principais ali a saída na vamos ver a dos ductos principais ali a na aula e no mamilo O papiloma então é um crescimento intraductal de é de células epiteliais que vai formando uma estrutura para pilar e como
a gente se ver nas imagens do lado é como se fosse algumas pequenas árvores vizinhas né crescendo dentro da Luz dos dutos então qualquer proliferação epitelial que vai para dentro de uma de uma víscera oca ou não é áudio um ducto ela tem esse padrão de crescer de forma mais pap lata isso aí deixa ele bem propenso A roturas rompimentos então como tem um estroma fibrovascular muitas vezes pode romper e sangrar então dá aquelas descargas mamilares ali de uma secreção serosanguinolenta é como eu falei ele a gente tem vários tamanhos de Formação desses papilomas né
tem desde envolvimento de todos os pequenos onde a gente tem pequenas papilomas que podem ser às vezes múltiplos daí a gente pode usar o termo papilomatose até os ductos maiores então onde a gente tem acreditado em uma grande né que simulam com muitas vezes neoplasia mais agressiva né mas são a lesões intraductais benignas e aqui a gente tem esse exemplo então aqui a gente tem papilomas ductais com uma grande dimensão Então a gente tem um duplo delatado é só ver aqui na periferia e dentro desse duto tá proliferando essa grande massa a com estroma fibrovascular
forma nessas estruturas papilares aqui na que são benignas da acha que uma prof e tal que têm todos os componentes a célula luminal e a célula basal então não a maior Luzia maligna E então isso aqui é uma condição benigna na que a gente chama de papiloma intraductal aqui um outro sei lá no cenário mais de papilomatose que a gente chama onde a gente tem múltiplos papilomas envolvendo vários ductos está a alguns desses papilomas podem ter alterações proliferativas auxiliares tem uma hiperplasia ductal e associada essa proliferação capilar então fica nesse cenário bem a Florido e
a gente ama e agora entrando na última vez malignas de mama tá a gente inicialmente faz a pergunta o câncer de mama É frequente é uma e também que a gente pode falar de fator de risco para câncer de mama bom a maioria deve já ter ideia né o câncer de mama na verdade o câncer mais comum mulheres em todo o mundo tá ele é é um câncer mais comum em mulheres no Brasil também é o segundo em mortalidade Superti para o câncer de mama desculpa para o câncer de pulmão fatores de risco conhecidos para
o câncer de mama a gente tem história familiar né mães irmãs como câncer de mama tem até se a paciente tem até uma risco de duas a nove vezes maior de desenvolver o câncer de mama em pacientes com menarca precoce e menopausa tardia a gente pode ter um risco duas vezes maior de desenvolver o câncer de mama a gravidez parece ter um efeito protetivo na para desenvolver o câncer de mama então paciente que tem uma gravidez tardia né Não tem aquele efeito protetor vamos ver da lactação não tem um risco até três vezes maior de
inscrito de desenvolver o câncer de mama aquelas alterações proliferativas que a gente comentou também são fatores de risco para câncer de mama na duas vezes maior na hiperplasia simples quatro vezes maior na hiperplasia atípica e quando a gente tem o cenário de Carcinoma in situ a gente fazer a seguir Quando é a neoplasia já o Fernando dentro do ducto sem invadir a membrana basal um carcinoma in situ de mama e a gente vai ter um risco oito vezes maior de desenvolver neoplasia invasora nessas pacientes E falando em localização quadrante superior lateral é o quadrante que
tá mais em envolvido no aparecimento do câncer de mama cinquenta por cento dos casos aparecem aí isso aí parece um efeito por causa do parenquima mamario que tá mais concentrado nessa localização a região central na região central a gente tem mais ou menos Vinte por cento dos casos e nos demais quadrantes então fica dividido na o restante do aparecimento dos casos quadrante superior Medial quando a gente fez o lateral a quadrante inferior Medial entrando no local na classificação do câncer de mama a maior parte das neoplasias malignas de mama são carcinomas tá eventualmente a gente
tem neoplasia mesenquimal não sarcoma surgindo linfomas e outros em raros comum a até uma metástases para a mama tá são eventos mais raros a neoplasia maligna mais comum da mama então é o carcinoma representando 98 por cento dos casos dentro dos carcinomas e indique subo categoriza né entre o carcinoma não invasivo o in situ ou intraductal e o carcinoma invasivo infiltrativo e nas imagens ao lado a gente ver exame de mamografia onde a gente tem um módulo na opaco no Raio X e tem bastante estranho e se ela não tem nem fica mais eu pago
tem uns pontos de calcificação aqui dentro de novo padrão nodular suspeito para neoplasia se procede a biópsia para confirmar a gente vê a neoplasia intra epitelial infiltrativa e a gente vê as calcificações que estavam presentes na magro na mamografia por isso que o processo diagnóstico do câncer de mama identificar o pau pau nódulo uma massa biopsiar para confirmar que amar neoplasia aqui falando de Carcinoma intraductal carcinoma in situ né é representa a fase pré invasiva do câncer de mama tá é aquela neoplasia que está contida dentro do núcleo que tá a vida pela membrana basal
né que reveste tudo a epitélio o que a gente tem tá então antes dessa neoplasia ter o fenótipo de invadir esse estou aqui tem chance Judá metástases ele tem uma fase que a gente chama de Carcinoma in situ onde ela está contida dentro da membrana basal do ducto então não tem chance ainda de da metástase e e muitas vezes clinicamente ela pode ser inaparente né não aparecer mas eventualmente pode ter alterações aparecendo na mamografia muitas vezes o diagnóstico de Carcinoma in situ é um dos primeiros diagnósticos a serem identificados nas pacientes com doença mamária EA
gente tem uma problemática com esse achado porque a gente não tem nenhum fator preditivo que funcionarem sem por cento dos casos que pode nos dizer qual carcinoma in situ né que vai a avançar para carcinoma de mama já sabe que alguns não avançam né mas a por exemplo os carcinomas de alto grau em que a gente pode graduar esse carcinoma in situ os de alto grau que tem uma grande atipia nuclear e muitas vezes há cerca de quarenta por cento desses casos né e é progridem parar na um carcinoma invasor com o passar do tempo
tá uso de baixo grau é numa menor percentagem mas ainda podem progredir então todos esses carcinomas na insitus eles são a e potencialmente tratável na eles são tratados e a gente tem algumas categorias de Carcinoma in situ a gente pode ir subtraindo que tá o lobular in situ é o do hospital é o mais frequente a gente graduar ele aqui é um relacionamento do que tal de alto grau tem um numerosas atipias nucleares mitose e necrose dentro do duplo então isso Aí traduz um grau elevado e a gente tem o carcinoma lobular in situ que
é um pouco menos frequente tá Oi e a gente divide também o lobular in situ em clássico e mais pro mórfico clássico e ao mais de baixo rural e o pleomórfico É de alto grau uma característica do carcinoma lobular in situ e que muitas vezes ele traduz um risco bilateral né ele aparece de forma bilateral em pacientes bom então quando é encontrado o carcinoma in situ tudo de um lado da de uma mama ele tem um risco contra a lateral de desenvolver carcinoma de mama na mama contralateral aqui imagens do carcinoma lobular in situ Então
dentro dos lóbulos mamários daquela porção final né do complexo do tal e lobular mamário a gente vai ter esse preenchimento pelas células neoplásicas do lóbulo mamário ele mantém aquela lobulação no jogo da mama é parem que estar contido pela membrana basal não está infiltrando para fora aqui no estroma e o câncer de mama tem uma classificação tá ele foi essa classificação foi atualizado agora há pouco tempo a feita pela Organização Mundial da Saúde Tá os tipos principais que a gente tem é o Carcinoma invasivo de tipo não especial que também é chamado do que tal
não especial né ela representa setenta por cento dos casos e a gente tem alguns tipos de especiais como tipo lobular ou tipo tubular medullary e mucinoso além de outras formas menos comuns Qual é a importância dessa classificação é que muitas das entidades né eles vão ter um prognóstico mais definido uns em um cenário clínico-patológico e também imunofenotipico e molecular mais definido então a gente conhece a gente categoriza a o tipos de Carcinoma de mama para então dar um tratamento bem específico para cada tipo macroscopicamente o câncer de mama ele muitas vezes causam uma reação desmoplásica
no no instrumento ele fica firme fica petrificado né ele também aparece macroscopicamente com uma massa um nódulo brancacento com uma borda irregular se G então aqui que é diferente do fibroadenoma aqui a gente tem umas espículas crescendo né E essa esse tumor ele é firme quando a gente vai pau pa tá e muitas vezes ele pode causar retração na pele aí no mamilo muitas vezes se infiltrar a a pele o Derm invadir vaso linfático ele pode dar aquele efeito de casca de laranja na pele então a pele fica rugosa espessa e também ele invade a
mama normal e a gordura da mama do Rio invadiu por Estou pode ainda então invadir vasos e nervos dentro da mão aqui a microscopia do carcinoma infiltrativo da mama aquele padrão mais típico do hospital não usual ou sem outra especificação Então antes ver aqui que vamos as neoplásicas infiltrando estroma ar quente nitidamente um padrão infiltrativo na E essas glândulas infiltra no estroma da mama sente aproximem Olha bem para células a gente vê atipias se há várias formas vários tamanhos nucléolos evidentes mitoses na tudo isso traduzido a titia na que aparece em neoplasias malignas outra condição
que pode aparecer na mão e a doença de peixes da mama tá o que que a doença de pedir é quando o surge uma neoplasia in situ ali dentro dos da mama e eles têm uma extenção entrar epidérmica lá para o mamilo ou auréola da mama tá então a pele mamar ela fica alterado ela fica hiperemiada ela fica com esse aspecto que a gente vê aqui no mamilo é a granuloso alterado a traduzir nessa proliferação entra epidérmica na de uma neoplasia que surgiu no ducto da mama então quando se acontece a gente chama de doença
de pedir para mamar e por baixo Então dessa doença de pedir a gente vai ter geralmente é um carcinoma in situ mas eventualmente a gente pode ter carcinoma invasor também da mama dentro daquele subtipos de Carcinoma de mama a gente tem alguns tipos histológicos como prognóstico favorável tá e a gente tem um carcinoma tubular que é formado por tubos anguladas bem diferenciados com baixo da nucleares seja um carcinoma de ótimo prognóstico a gente tem o carcinoma mucinoso tá um tumor como palestras celular bem algum durante e a gente tem o carcinoma medular tá esse é
um carcinoma bem contraditório vão dizer porque é na morfologia é esse que tá aqui nessa imagem do lado e aparece como uma lesão bem feinha mas no prognóstico dele ele geralmente têm um prognóstico a um pouco melhor quando comparado ao tipo do que tal não usual E aí eventualmente ter tá traduzindo uma Resposta imune a maior já que se tumor A tem uns ter uma linfoide associado bem importante aqui a gente tem imagens do carcinoma tubular então mais neoplasia que forma tubos os na com baixo grau nuclear é isso que a gente usa para graduar
o câncer de mama né a formação de tubos a o grau de atipia nuclear EA quantidade de mitose aqui embaixo Então a gente tem o carcinoma mucinoso Entre Lagos de muco aqui e as células neoplásicas no meio desses Lagos do Morro e agora a gente vai falar do outro subtipo especial que é bem importante ou carcinoma infiltrativo tipo lobular essa neoplasia se acredita que ela se origina mais da Porção distal do lóbulo mamário e aquela geralmente constituída por células pequenas redondas que tem um padrão de infiltração mais a onde targetoid e em fila indiana a
gente faz ver as imagens a seguir ela tem um prognóstico semelhante eu tipo não especial Tá quando ela estão no mesmo estágio Mas ele tem um grau né de acometimento bilateral um pouco maior então nunca vi quando a gente tem diagnóstico carcinoma lobular a investigação da mama contralateral sempre tem que ser feita e tá aqui o padrão de infiltração lobular é aquela mais em fila indiana as elas vão formando fileiras umas com as outras o Cristiano Na volta pelo mente dos lóbulos mamários então a neoplasia são essas células isoladas crescendo aqui no estroma infiltrando a
gordura aqui e aqui tá o carcinoma in situ lobular associado sem invasão aqui do estroma do carcinoma lobular infiltrativo Então tá aqui uma prova de evolução né do carcinoma in situ para o carcinoma invasor da mama e aqui o subtipo aquele do carcinoma lobular dentes tem o clássico que aquele que eu tava mostrando a anteriormente esse aqui é o pelo amor então são células pleomórficas isoladas em filtro nesse toma-a uma neoplasia mande alto grau né dá uma falando em metástases de Carcinoma de mama aí vai ter a metástase loco-regional para os linfonodos axilares né a
todo o câncer de mama invasor ele vai ser investigado a axila para dar o prognóstico da paciente para definir tratamento né então vai chegar a pesquisa do linfonodo sentinela a gente vai Coral que ele não forma aquela área tumoral e vai esperar aquele corante um radioisótopo né A Olá tudo que passei identificado pelo menos sendo a nuclear o linfonodo que vai captar esse radioisótopo ou esse corante e daí ele vai ser investigado para ver esse linfonodo que catou o primeiro da cadeia da axila vai ser verificado para ver se tem metástase na isso aí vai
influenciar o prognóstico do paciente e também no tratamento das metástases à distância então as mais frequentes são no pulmão fígado o osso glândula adrenal e sistema nervoso central e quais são os fatores prognósticos e importantes nos no câncer de mama o principal é o estadiamento no estadiamento é aquele clássico tnm onde a gente vai traduzir o volume de tumor na paciente né para estagiar então o tamanho quantidade de metástases em linfonodos e a presença de metástases a distância O Outro fator prognóstico é a quantidade de Carcinoma in situ associado Quanto maior melhor e daí vai
traduzir a menor quantidade e não após invasora então o tamanho da neoplasia invasor é muito importante o tipo histológico a expressão então de receptores hormonais aqui a gente tem um Adriano do dia na em todos os cânceres de mama a gente fez fazer o estudo imunofenotípico do desse câncer a gente vai saber quais proteínas estão sendo expressas pelo tumor e sua história a gente vai desisto eu tô mor tem cabelo comprido e tem olho azul o melhor a gente vai caracterizar o que que eu tô morta expressando e quanto ele mais e mais se assemelha
a um tecido mamário normal mais bem diferenciado ele ele é ele tende Então até um prognóstico melhor então inspeção de receptor hormonal indica uma boa diferenciação Oi e a a gente tem ainda medicamentos específicos para atuar nessa expressão hormonal do tumor que funciona comando um fator promotor para o crescimento do da neoplasia né então a gente usa medicamentos para bloquear esse efeito hormonal e a bom E então tratar melhor a impedir o crescimento do tumor nessas pacientes o índice proliferativo também é importante a gente mede isso aí também com amor isso química tem um marcador
chamado ki-67 então o índice proliferativo pode ser baixo intermediário o alto além disso a gente tem uma outra proteína com uma oncoproteína net.pa super expressa que o Hair dois a gente vai usar um medicamento específico também para a este fator de crescimento epidérmico MEC promove também o conhecimento da neoplasia E pior o prognóstico das pacientes que têm essa proteína super expressa a dia o Hero 2 tá então a gente pesquisa através da imagem histoquímica superexpressão de her2 estiver presente e ele é a paciente tem um prognóstico piorado então ela vai usar um medicamento específico para
esse essa alteração que o trastuzumabe aqui o estadiamento do câncer de mama então no está junto e um prognóstico muito bom E à medida que o estadiamento Então vai avançando né Depende de tamanho e presença de metal são as nodais ou a distância o prognóstico vai a né diminuindo não resolve o importante é que todo o câncer de mama tem que ser acompanhado a longo prazo que algumas vezes na ametas estar Dias podem acontecer no câncer de mama e pra finalizar Então vamos falar de Patologia de mama em homens alteração mais frequente a ginecomastia onde
a gente tem um aumento da mama no homem que geralmente é resultado de aumento de atividade estrogênica por uma causa endógena ou exógena ou por uma diminuição da atividade androgênica na nesse paciente mas muitas vezes até tem até uma combinação dos dois está clinicamente vai aparecer como um aumento da mama e na histologia a gente vai ter hiperplasia e hipertrofia glandular do estroma na desses pacientes ta esses pacientes também tem um risco um pouco mais aumentado para desenvolver câncer de mama na em homem aqui então falando de câncer de mama em homens na e assim
vezes menos comum que mulheres ocorre com maior frequência em países arábicos em pacientes com Síndrome de Klinefelter e impacientes com câncer de próstata que foram tratados com estrógenos a toda a histologia e graduação e estadiamento vai seguir o mesmo do câncer de mama tá e muito obrigado e bons estudos E aí