existe uma idade ideal para iniciar a interação da criança autista Olá eu sou a Marina fenta e você está no CBI responde todas as terças-feiras às 8 da noite eu tô aqui com vocês respondendo questões sobre autismo e Fico aguardando ansiosa quando vocês deixam aqui comentários com outras dúvidas que podem virar tema aqui do CBI [Música] responde Então vamos ao tema de hoje quando é que a gente deve começar a intervenção da criança autista e a resposta é o mais cedo possível se a gente se a literatura hoje apresenta que os sintomas né as características
do autismo aparecem mesmo antes do bebê completar um ano de vida é sinal que a gente já pode começar a intervir mesmo que essa criança ainda esteja aqui no processo diagnóstico a gente já conseguiu identificar algumas características quais são elas a gente tem aqui h um déficit no contato ocular uma interação mesmo com os familiares né e com com pai mãe e outros outras pessoas que são mais próximas dessa criança também deficitária ou não é ali o que é esperado pro para Esse bebezinho a gente vai ter depois alguns atrasos nos Marcos de desenvolvimento como
o engatinhar depois o andar o sentar nas próprias brincadeiras né que essa criança começa a fazer ou seja na interação com esses objetos Ora se a gente já consegue identificar que a criança tá apresentando destes nessas áreas a gente já pode começar a intervenção então percebeu que essa criança tá ali apresentando alguns sinais que fogem daquilo que é que é o esperado pra idade o primeiro passo é procurar ali o diagnóstico e o segundo é iniciar a intervenção mesmo que não se fecha o diagnóstico naquele momento porque a criança só apresenta poucas características a gente
pode começar aqui e com uma estimulação Por quê a gente já sabe que são nesses primeiros anos de vida que a criança tem uma capacidade né de plasticidade neuronal enorme ou seja ela tem uma capacidade de aprender e desenvolver novas habilidades muito maior do que quando a gente vai ficando mais velha não que isso não aconteça mas com a criança pequena é muito mais fácil então quanto antes a gente começa essa intervenção melhores resultados nós vamos ter aqui do desenvolvimento de competências e habilidades nas diferentes áreas então a gente pode sim e deve iniciar essa
intervenção e essa intervenção vai depender aqui das características que mais estão trazendo prejuízos para essa criança então a gente pode trabalhar aqui com terapia ocupacional com a psicomotricidade com uma fisioterapia eh específica aqui pro teia porque a gente vê muitas queas das famílias com a questão do engatinhar do andar eh depois também a fonodiologia para começar a trabalhar aqui essa comunicação e essa linguagem desde cedo e assim a gente de acordo com que essa criança vai crescendo a gente vai avaliando as necessidades e mudando aqui acrescentando ou retirando alguma terapia de acordo com o que
a criança vai apresentando mas quanto antes a gente começar melhor então o primeiro passo é buscar o diagnóstico o segundo é perceber que tipos de intervenções essa criança precisa e essa intervenção Principalmente nos primeiros anos de vida ela vai envolver aqui muito essa família e os profissionais por exemplo da escola que vão precisar de grande orientação para dar continuidade ao desenvolvimento dessas habilidades a escola que é um espaço onde a criança vai passar a maior parte do seu dia vai precisar trabalhar nessa estimulação na estimulação dessa linguagem da comunicação da interação social também aqui na
parte de alimentação da parte motora quando a gente pensa aqui nesse brincar mais livre que criança tem na educação infantil então esses intervenientes vão ser de extrema importância pro desenvolvimento dessa criança então essa terapia tem como base e vai continuar essa base mesmo ali eh na segunda infância depois na adolescência vai ser muito importante que todos os intervenientes né que atuam com essa criança saibam de que forma podem ajudar intervir e estimular de forma correta essa criança para que ela consiga desenvolver e alcançar aqui os Marcos de desenvolvimento que é o que nós queremos então
quanto antes a gente começar essa intervenção trabalhar com essa família unir essa família aqui de conhecimento o que que é o transtorno especto autista o que que essa família pode esperar como é que essa família pode observar no dia a dia aqui as questões que vão surgindo não é porque hoje a criança tá aqui com mais dificuldade na interação Amanhã a gente pode pensar aqui numa dificuldade na parte alimentar na parte motora então é importante a gente treinar o olhar dessa família para perceber ali as diferentes necessidades que essa criança vai apresentando porque tem um
outro ponto também que é importante a gente ressaltar a gente sabe que as crianças com diagnóstico do Trans especto autista Elas vão apresentar aqui também comorbidades não é essa criança pode apresentar aqui um déf cognitivo eh ela pode apresentar um distúrbio do sono eh depois mais para frente também a parte n tr mais ansiosos Então a gente tem que est muito atento a essa evolução a esse desenvolvimento e as necessidades da Criança em cada momento para tá sempre ajustando aqui essa intervenção então quando começar a intervenção o quanto antes como é que tá aí desse
lado Conta aqui nos comentários e até a próxima i [Música]