onde nós vamos começar e eu vou começar trazer um pouquinho de quem eu sou né eu sei que tem muitas pessoas aí que eu vi entrando que já foram meus alunos na graduação eu dei aula em curso de fisioterapia de graduação né Durante 14 anos foram meus alunos em pós-graduação foram meus alunos nos cursos ou me conhecem da internet do Instagram ou me conhecem né de alguma outra Master Class ou de algum congresso enfim mas o que que eu quero trazer para vocês de tantas coisas que eu faço que são relacionadas a face eu quero
trazer para vocês que eu sou fisioterapeuta né Eu estou aqui ó com jaleco que eu atendo os meus pacientes então eu procuro unir aquilo que eu estudo aquilo que tem de evidência né trazer as melhores coisas para os meus pacientes unindo tudo isso na minha prática tá então mesmo quando eu dava aula em graduação eu nunca deixei de atender porque isso faz diferença né a gente é ter casoistica a gente tá com paciente no dia a dia a gente saber Olha tem coisas que não funcionam para todo mundo e isso é fato né Tem coisas
que nunca funcionaram com os meus pacientes Tem coisas que funcionam extremamente bem então essa visão ela tem que estar no nosso dia a dia tá eu atendo já tô fazendo agora 20 anos de formada dia 13 agora essa semana então há 20 anos eu atendo o pacientes e eu confesso para vocês assim que a cada paciente a cada caso a cada né situação é um novo desafio né E quando a gente se identifica com o que a gente faz isso na verdade é Um Desafio que nos instiga a gente quer ir atrás do melhor a
gente quer mais a gente quer realmente né ajudar essa pessoa esse paciente a seguir o seu caminho tá então eu acho legal Trazer isso para vocês porque eu tenho muito orgulho e muito orgulho de ser fisioterapeuta e mas essa masterclass ela não é só para fisioterapeutas ela é para profissionais do movimento e eu tenho uma relação muito importante e muito legal de muita troca com os profissionais da Educação Física com os profissionais do yoga com os profissionais que trabalham mais na área do pilates porque a gente sozinho a gente não consegue oferecer tudo que o
paciente precisa a gente precisa dessas parcerias a gente precisa trabalhar em conjunto A gente precisa crescer juntos né hoje ainda eu avaliei uma paciente hoje de manhã e logo depois eu fui conversar com a profissional que tá trabalhando com ela que é uma profissional da educação física e nós fizemos umas trocas bárbaras né Então essa aula é para incluir todo mundo para ver o quanto a gente pode com cada visão fazer o melhor para o nosso cliente para o nosso paciente tá e eu quero que vocês agora coloquem aí para mim no chat é qual
é a área de atuação de vocês mesmo dentro da fisioterapia e de onde vocês são de que cidade vocês são eu sou de Porto Alegre Ah eu moro aqui em Porto Alegre trabalho em Porto Alegre também então coloquem aí para mim para eu conhecer um pouquinho melhor você e se quiserem colocar Quanto tempo vocês são formados também é legal tá a talícia de Goiânia eu estive lá em Goiânia o ano passado ministrando um curso foi muito bom Talissa tem seis anos de reformada e O legal é que a Talissa trabalha numa área né Muito próxima
assim da cardiorrespiratória e eu tenho certeza que conhecer mais sobre a fáscia fez diferença na prática dela eu já sei disso que a gente já conversou né ó pessoal do Rio Legal dermato funcional tenha acadêmicos no Rio pessoal de Caxias do Sul que é aqui na Serra Gaúcha atuando com pilates legal Paola que bom tá te formando e já tá aqui que coisa boa Norte do Ceará que lindo Adoro a Vanessa é de Porto Alegre vamos pertinho aberta fez o curso comigo também de Porto Alegre que legal Sorocaba super Porto mais Porto Alegre [Música] ó
cada dia mais descobrindo do universo o pessoal da dermato funcional o meu o último curso a gente já vem tendo um aumento do número de profissionais né da dermato funcional e no último curso tinha muita gente foi muito legal traumato ortopedia pessoal de Curitiba ai que legal tô tão feliz gente Porto Alegre Michele foi minha aluna também a Renata e minha amiga do coração minha madrinha de casamento anaise trabalha com yoga olha aí que legal super e é de São Paulo a Juliana que é de Rio Grande Belo Horizonte adoro Teresina no Piauí gente tô
tão feliz quanta gente daqui de Porto Alegre também mas de Fora ó Gabriela disse que vai fazer o curso em março Raquel de Floripa Adriane que fez a turma do flor assim foi muito legal aqui de Porto Alegre de Canoas a Millenium Paulo foi meu aluno o Rafa também Na graduação que legal gente tô bem feliz Adorei a Silvia também ó de Miami adoro muito bom Então olha quanta conexão a gente consegue fazer aqui né já já consegui fazer trocas com os colegas conhecer pessoas de outros lugares Às vezes a gente precisa de uma indicação
para um paciente né ou mesmo a gente quer conhecer um serviço de um colega isso é tão legal eu acho que é uma é assim que as coisas acalmarem é uma ótima oportunidade Então vamos lá por onde nós vamos começar se a gente já conhece um pouquinho de Face a gente ainda pode ter alguma dúvida em relação a isso e se a gente não conhece nada né tá tá ali o r sem formato tem menos experiência quer ter mais segurança Então vamos lá por onde nós vamos começar e eu vou começar com vocês trazendo algumas
perguntas tá para a gente saber por onde a gente vai começar é interessante que a gente se faça essas seis Perguntas quando a gente fala de fácil faça esse sistema facial a primeira pergunta é quem quem eu sou como eu atuo o que que eu quero oferecer para os meus clientes quem é a minha né o meu público alvo com quem eu quero trabalhar isso é muito importante porque a partir daí a gente vai trazendo um foco cada vez maior e a gente vai conseguindo cercar as nossas estratégias de uma forma muito mais interessante Então
a primeira pergunta é quem eu sou como eu trabalho como é a minha prática tá depois a gente também tem que pensar numa questão que é o porquê porque sabe eu tenho que saber sobre fácil o que que isso vai mudar na minha prática o que que isso vai fazer diferença no quanto eu ganho no final do mês ou Quanto isso vai fazer diferença nos resultados naquilo que Eu ofereço para os pacientes tá E aí eu já faço um parêntese com vocês que assim para mim eu nunca me preocupei necessariamente com quanto que eu ia
ganhar no final do mês mas com o que eu estava entregando para o passeio tá e isso é para mim é fundamental Porque a partir do momento em que a gente foca nos aspectos que são mais importantes pessoal Pode fechar só o microfone por favor a partir do momento que a gente foca nesse nisso que é mais importante que é trazer ajudar o paciente achar o resultado que ele quer né trazer satisfação em relação ao que eu tô entregando em termos de serviço é um ganho é consequência tá esses podem pensar sabe mas talvez tu
tenha nascido em berço de ouro Tu é rica então tu não precisa te preocupar com dinheiro não muito antes Pelo contrário tá eu venho de uma família bem humilde e tudo que eu consegui até hoje na minha vida e eu acho que eu já consegui bastante veio como fruto do meu estudo e do meu trabalho tá então acho que a gente tem que parar para se em relação a isso depois a gente tem que entender onde a gente vai intervir né Será que é mais interessante tratar onde o paciente sente dor ou trazer um movimento
onde o teu cliente está referindo dor ou será que eu tenho que ter uma visão mais Ampla ou será que depende do caso Depende da situação né então vamos nos questionar em relação a isso outra coisa importante é quando quando eu vou intervir Em que momento e a gente pode pensar nesse quando também em quantas vezes quantas vezes na semana qual é o nível de estímulo Qual é né a quantidade de estímulo necessário que eu tenho que dar para esse paciente cuidado não quer dizer que mais mais estímulo é sinônimo de melhor resultado Às vezes
o mais inteligente para que aquela pessoa para aquele corpo para aquela situação é justamente o contrário Então a gente precisa entender isso eu gosto de falar para o pessoal para os alunos Quem faz o curso né faz curso e tem aula comigo a diferença entre algo ser terapêutico e ser um veneno é a dose eu preciso ter esse balanço né em relação a dose quanto que eu vou dar de estímulo tá a gente também precisa saber o que a gente vai fazer Qual é o tipo de intervenção E isso tem que estar muito relacionado com
a prática de vocês pelo que eu li ali do que vocês fazem vocês já dão estímulos que são muito adequados para o sistema facial talvez a gente precisa adaptar a quantidade a dose né o local mas todo mundo já tem uma pelo menos pelo que eu vi ali do que vocês me comentaram que vocês fazem a grande maioria já estimula a Face tá e a gente tem que entender também né O que que a gente vai fazer quais são os tipos de estímulos porque uma coisa e não outra tá então nós vamos procurar responder todas
as perguntas mas vocês precisam entender que independentemente da área que vocês atuam vocês estão intervindo na face Mas sabe eu trabalho com pilates ótimo tu estás intervindo na face Fábio Eu trabalho com dermato funcional tu estás intervindo na face Fábio o meu trabalho é com yoga perfeito é uma das melhores formas para intervir na face Fábio trabalho com funcional perfeito estás intervindo na face Fábio Eu trabalho com crossfit também fiz o traumato Ortopédica fisioterapia neurológica Vocês entenderam todos nós dentro dessa Gama que nós vamos chamar de profissionais do movimento mesmo aqueles que utilizam a prática
manual estão intervindo na face tá então essa essa mensagem ela não pode ser esquecida tá bom Então quem somos nós quem nós somos como profissionais E aí essa fala eu tô direcionando principalmente né para os profissionais da Educação Física independente da área em que atuam para os profissionais da yoga ou do yoga depois me corrijam o que que é o mais adequado e para os profissionais da fisioterapia Todos nós temos em comum a prática do movimento ou falando de uma forma mais facial todos nós damos estímulos mecânicos para os nossos pacientes e esses estímulos mecânicos
eles vão ser percebidos pela Face e é a partir daí que a transformação começa e qual é a transformação sabe que transformação é essa que eu não entendo né o que eu não conheço bom a transformação vai depender de quem tu és vai depender do objetivo do teu cliente vai depender do tipo de estímulo que tu vai dar mas vai haver uma resposta é uma questão de ação e reação E isso acontece o tempo inteiro no nosso corpo mesmo quando a gente não faz nada Teoricamente Vamos botar entre aspas né Nós estamos em repouso somente
respirando e os nossos órgãos vitais esse processo já é dinâmico esse processo nunca se repete ele nunca é do mesmo jeito do nosso corpo Apesar de que o nosso corpo está sempre buscando padrões mais próximos do que ele já tinha antes sempre é uma questão de economia de energia tá então quando a gente está diante de um cliente que tem uma queixa que tem uma disfunção e que a gente quer ajudar na solução dessa disfunção nós temos que entender isso nós vamos dar um estímulo que vai gerar uma resposta e essa resposta pode ser ganho
da amplitude de movimento pode ser menos dor pode ser um ganho de força pode ser uma função melhor pode ser um equilíbrio pode ser um monte de coisa tá dependendo de nós somos e como nós organizamos a nossa estratégia então de novo entendam isso independente da área de atuação vocês estão intervindo na fase seja de uma forma mais ativa pela parte do cliente ou de uma forma mais passiva ok E por que Porque nós vamos intervir na face porque nós temos hoje a responsabilidade como profissionais do movimento nós temos a responsabilidade de entendermos O que
é a Face tá o ano passado eu fiz uma live com professor André pilates que é um professor da Espanha muito conhecido e uma das frases dele foi o seguinte hoje em dia é uma irresponsabilidade um profissional da área da saúde incluindo os profissionais do movimento é que não sabe nada de fácil e eu vou além muitas vezes a gente está trabalhando com a face e a gente não sabe que a gente está trabalhando com a face e a gente nega não eu não vou entrar nessa moda de fácil não eu não quero saber de
fácil é porque é modinha eu sou eu não sou nutella Eu sou raiz sou profissional raiz eu não quero saber de fácil desculpa desculpa decepcionar a pessoa mas deu estímulo mecânico está intervindo na Face ok mesmo em áreas funcionar né a respiratória a ginástica em si a dança enfim tá E aí a gente vai precisar entender o que é essa fase afinal de contas né para algumas pessoas a fáscia é isso aqui é aquela pelezinha que tá próxima do músculo e que é formada por colágeno às vezes até quando os pacientes perguntam daí a gente
diz assim ah a fáscia é aquela capinha que fica na carne Quando tu vai preparar uma carne uma comida no caso aqui nós gaúchos né o churrasco do domingo que é sagrado então assim aquela pelezinha tá essa explicação ela não é suficiente nem para os pacientes e nem para gente tá porque precisam junto comigo entender que a face vai muito além do colágeno a fáscia vai muito além do músculo ou da relação que ela tem com o sistema de movimento sistema músculo esquelético ou como eu prefiro chamar sistema neuro músculo esquelético tá ela vai muito
além disso Como assim sabe estou apresentando aqui para vocês a face ué mas tô vendo colágeno ali né Tá vendo colágeno aqui no cantinho Deixa eu botar isso aqui para baixo sim mas pera aí eu tô vendo mais um monte de coisa eu tô vendo a elastina perfeito eu tô vendo esse rostinho que se chama fibronectina tô vendo umas outras fibras que se chamam laminas Depois tem um feijãozinho roxo que se chama integrina depois tem microfilamentos para ter um glicanos ácido hialurônico que eu achei que era só no creme [Música] e tô vendo mais um
monte de coisa aqui isso aí é fácil sim bem é isso é fácil é bem diferente disso isso aqui a gente tá olhando só um aspecto Tá então vamos olhar cada parte que nos interessa a face ela é formada pela Matriz extracelular toda essa parte aqui ó que tá do lado de fora da célula então toda parte do nosso corpo que tem célula tem Matriz a matriz é aonde a gente vai ter o colágeno é Latina a gente vai ter uma célula que é Bárbara e que é muito importante que é o fibroblasto a gente
vai ter o ácido hialurônico olha aqui ó tá cheio né essa quantidade vai variar de acordo com a área do corpo mas olha que interessante essa Matriz ela tá ligada nessas estruturas que se chamam fibramicinas tá vendo e ela tá ligada nessas outras aqui que são essas integrinas o que que essas estruturas estão fazendo elas estão conectando a parte externa com a parte interna da célula então todas as células do corpo humano e isso acontece nos animais também nos mamíferos pelo menos todas as células estão dentro dessa Matriz extracelular estão conectadas com essa Matriz e
a gente tem ainda formando o sítio esqueleto da célula essas estruturas que são microfilamentos de actina então a célula todas as nossas células têm uma pretensão e essa pré-tensão ela se dissipa para essa Matriz não existe nada frouxo nada desconectado no corpo humano tudo está conectado E o que que faz essa conexão A fáscia então a face ela é formada por uma parte que a gente chama de aquosa que é a matriz e uma parte que seria a parte mais fibrilar que é onde tem as fibras colágeno elastina fibramectina e etc mas uma parte de
células tudo isso é fácil pessoal então não tem como nós como profissionais da área da saúde não está nos intervindo na Face se é um local Aonde estão as nossas células se a sopa que nutre as nossas células que regulam o metabolismo das nossas células que atua na questão da excreção e da formação de substâncias que regula e trabalha junto com sistema linfático com sistema circulatório Então tudo isso compõe a face e afasta-se comunica com outros sistemas do corpo então a gente muda de uma ideia muito reducionista por uma ideia muito mais Ampla e que
faz muito mais sentido nos processos que os nossos clientes têm os processos de disfunção nos processos de adoecimento tá então tudo isso é fácil e eu sou fascinada né já pegando gancho eu sou fascinada por todas essas informações que hoje a gente tem acesso hoje a gente sabe que a face é composta por todas essas estruturas talvez tenha mais coisas que a gente não sai né mas Por que que isso mudou por que que agora a gente sabe porque tá muito mais fácil de avaliar a face tanto microscópicamente quanto através dos aparelhos de ultrassom e
de elastografia tá então a gente tem que entender isso a fáscia é o tecido constituinte do corpo humano Sem dúvida nenhuma e sem questionamentos quem trouxe essa frase foi o professor Jean Claude guimbertot que é o cirurgião de mão francesa que foi a pessoa que pela primeira vez filmou a face in vivo e mostrou o quanto ela é viva o quanto ela é dinâmica o quanto ela é fundamental para todas as questões metabólicas do nosso corpo ela participa do sistema de movimento sim mas ela faz muito mais tá então a matriz extracelular por exemplo ela
tem funções que são relacionadas ao remodelamento dos tecidos lesionados Então ela participa do processo de reparo toda vez que a gente tem uma lesão ela participa da resposta a lesão e ao trauma tá a matriz participa da diferenciação e do crescimento das nossas células participa da morfogênese morfogêneses e da angiogênese então né a formação de novos vasos a formação do tecido participa na sinalização para sobrevivência e a migração das células e ela participa das modificações estruturais essas modificações estruturais elas podem ser indecorrência da doença em decorrência da disfunção Mas elas podem ser pelo envelhecimento elas
podem acontecer de acordo com os estímulos que a gente dá para o nosso corpo ou pela falta de estímulos tá então essas modificações elas vão ser todas finalizadas através da Matriz extracelular então o componente mais importante para mim tá fácil é a matriz muito mais do que o colágeno elastina não que eles não sejam importantes o colágeno por exemplo é 30% de toda proteína que a gente tem no corpo é muita coisa mas o metabolismo e a resposta do colágeno é muito mais lento do que o que a gente consegue de resposta estimulando a matriz
e é realmente fascinante né então a gente sai desse enfoque tão ligado ao sistema de movimento então a face é com certeza ela tá lá sobre o músculo mas ela não tá só sobre o músculo ela tá dentro do músculo Então existe fácil intramuscular existe Face Extra muscular e existe a face que cobre um grupo de músculos que a gente chama de aponeurose Então essas aponeuroses é que vão fazer o que a gente chama de cadeias no nosso corpo Então essa formação de cadeias ela realmente existe e anatomicamente ela tá cada vez mais comprovada né
e isso a gente entende porque o tecido facial realmente ele está junto né ele está próximo ao músculo Mas ele também está junto do tendão do nervo dos vasos e de outras estruturas dos órgãos por exemplo que são extremamente fundamentais para fisiologia do nosso corpo então quando a gente olha o corpo humano numa perspectiva mais Global tá a gente vai ver que a gente não pode olhar a face só pelo aspecto da face de movimento porque ela tá ligada recobrindo sustentando fazendo a comunicação via receptores da Matriz com todos os outros sistemas do corpo quando
meu paciente tem covid ele tem uma disfunção pulmonar existe fácil no pulmão né a face é de sibson é quando eu tô lá pensando numa disfunção cardíaca o miocárdio tá ele vai ser coberto né Por uma Face que vem que cobre ela é contínua no corpo inteiro mas diretamente ela vai sair do diafragma e ela Abraça o coração continua e depois vai continuar para traqueia esôfago laringe cervical e assim por diante então independente da área que a gente trabalha a fáscia vai estar envolvida em alguma disfunção que o nosso paciente tenha tá pensem nisso e
quando o Fábio se a gente já sabe que a gente como profissionais do movimento a gente intervém na face que a face é tudo isso quando que eu vou intervir como é que como é que vai ser esse processo né Mesmo que a gente não faça nada eu falei para vocês a nossa Face é dinâmica então o próprio metabolismo basal ele já tá sendo regulado por respostas fisiológicas que vão acontecer na face tá então vão acontecer aqui ó nesta Matriz é extra celular se essa Matriz extracelular tá com uma alteração de PH ela tá muito
viscosa todas as informações que vão entrar para célula via integrina elas vão ficar modificadas Tá e isso talvez Traga uma resposta que não é a resposta que a gente espera a falta de estímulo por exemplo se a gente não se movimenta se a gente se movimenta muito pouco se a gente está imobilizado se a gente tem uma lesão que a gente não consegue colocar apoio por exemplo também interfere na organização dessa matriz e também vai trazer disfunções que vão ser percebidas Pelas nossas células tá e eu confesso para vocês que no meu caso como eu
comentei no início que eu atendo pacientes quando é que os pacientes me procuram os pacientes me procuram quando eles têm dor tá coloquem aí para mim no chat se acontece isso com vocês também no caso do profissional de educação física o mesmo do profissional do yoga né Às vezes a pessoa tem dor ela já fez fisioterapia E aí foi recomendado que ela quer fazer movimento ou o paciente tem dor e tá com fraqueza muscular tá com falta de né mobilidade então assim depende muito da situação que o nosso paciente tá e ele vai optar por
uma linha de intervenção ou estratégias com cada um de nós cada um dos profissionais né ó Isso o pessoal tá botando ali só quando tem dor e às vezes quando a gente consegue ajudar o paciente a sair desse estado né doloroso ele vai comprar cigarro nunca mais volta né que eu brinco foi comprar cigarro nunca mais voltou bom deve ter ficado bem né porque as vezes assim fica um tempo bem depois volta porque é como se a gente ficasse andando em círculos tá e eu vou aprofundar um pouquinho mais sobre isso então geralmente é quando
tem dor e nós precisamos todos entendermos de processo de reparo quando chega um cliente para nós nós precisamos parar e nos perguntar Em que fase do processo de reparo essa pessoa está seja não pós-operatório seja alguém que quer fazer exercícios e teve uma lesão ou alguém que está sedentário como é que tá Como é que né como é que tá organizado esse corpo e Eu Preciso Dizer para vocês que não existem processos inflamatórios só no sistema de movimento uma das coisas que mais atrapalha que mais traz disfunções é o estado de inflamação silenciosa que a
gente tem com produção de radicais livres que vende vários fatores como stress alimentação e etc e tudo isso interfere na viscosidade da Matriz Então se chega para vocês alguém com fibrose né casos de pós-operatório mais tardio então a gente precisa entender Em que fase do processo cicatricial essa pessoa tá tá então alguém que tem dor não necessariamente está aqui ó tá porque dor não é sinônimo de lesão tecidual anota aí como assim sabe não é não é eu posso sentir dor porque os receptores que eu tenho no meu corpo e a maioria deles está na
face estão percebendo um estado alterado está sendo informado para mim a medula para um nível medular e depois vai subir para o hipotálamo e vai chegar no meu cérebro sistema límbico e vai chegar também ali na insula mas não quer dizer que eu tenha lesão não quer dizer que eu esteja aqui ó na fase hemorrágica ou na fase inflamatória que é quando a gente tem os Picos maiores de né o banho inflamatório tá então eu preciso me perguntar tem dor sim tem dano no tecido eu preciso saber isso porque a minha intervenção facial vai ser
diferente eu não posso querer fazer altas cargas nem aqui nem aqui porque nem na fase hemorrágica e nem na fase inflamatória porque o tecido tem pouca capacidade de resistir a esse estímulo mecânico então não posso quando começa a fase proliferativa que aqui ó quando os macrófagos fazem a limpezinha E aí vem entrando o nosso amigo fibroblasto a gente começa a ter a formação de um tecido de reparo beleza aqui o tecido já tem uma certa capacidade de suportar determinadas tensões Em qual direção eu vou fazer essas tensões Qual é a dose para que seja terapêutico
não seja veneno certo E se o meu paciente chega lá numa fase que a gente chama de remodelamento ou o que pode acontecer né quando quando tem a ocorrência de fibrose esse remodelamento ele não acontece de forma eficiente esse tecido ele tem capacidade de resistência mas eu tenho que pensar bem como eu vou fazer os meus estímulos porque porque se eu pegar um tecido que tá fibrosado e eu quiser desmanchar essa fibrose na marra o que que vai acontecer eu vou fazer micro lesões e eu vou fazendo com esse paciente retorne para um Estado inflamatório
tá e o resultado de uma inflamação é mais ação de fibroblasto Então vou botar tecido em cima de tecido talvez não seja né a melhor estratégia tá então a gente tem que se perguntar Em que fase o paciente está e também a gente tem que ver aqui ó que a Daily tá falando que é a questão das experiências e as crenças do paciente então assim explicar que é o que a gente chama de educação né explicar o que pode estar acontecendo mas assim com muito cuidado porque assim como a palavra pode ajudar a palavra pode
né fazer com que o paciente fique muito pior pior então nós podemos atuar em todas as fases do processo de reparo nós podemos atuar em situações agudas agudas e crônicas tá E também nós podemos sim atuar na prevenção o que que acontece conforme a gente envelhece E se a gente fica imobilizado por exemplo a gente vai perdendo uma característica da parte fibrosa da nossa Face que é a formação de Queens é como se o nosso colágeno fosse formado de ondas essas essas screenpe forms elas são maravilhosas no adulto jovem conforme a gente vai ali a
partir dos 30 e alguma coisinha em geral a gente principalmente né se a gente é sedentário a gente vai perdendo essa formação ondular daí alguém pode pensar assim tá grande coisa né Tudo bem não queria essa onda mesmo não pensa assim tá porque porque essa ondulação do nosso colágeno isso é muito claro nos tendões ela faz com que a gente consiga armazenar energia e disse para energia é como se esse tecido a gente como uma mola que absorve e devolve essa energia e essa devolução de energia pode acontecer como energia cinética como tá então se
a gente consegue transformar o tecido de uma pessoa que é sedentária ou de uma pessoa que ficou imobilizada que tem uma lesão ou que é um paciente crônico que já tem degeneração nesses tecidos a gente sim consegue transformar isso através da face e se a gente trabalhar com alguém que não tem lesão mas que essa dentário e a gente consegue deixar essa pessoa mais ativa a literatura já mostra que a gente consegue reverter essa perda a gente consegue reverter a perda das Creep forms isso não acontece de uma forma muito rápida a gente precisa no
mínimo seis meses de intervenção porque porque eu comentei com vocês que o colágeno tem o metabolismo mais lento muito bem Fábio já já estamos entendendo mas agora me diz uma coisa onde eu vou intervir eu vou fazer uma abordagem mais local eu vou fazer uma abordagem mais global isso vai depender da situação Clínica e isso vale para o yoga não tanto em geral as questões são mais globais Mas pode haver um momento mais de respiração enfim né mas para o profissional de educação física e para o fisioterapeuta isso para mim fica muito claro né Às
vezes a gente só trabalha o local esquece do global ou a gente só trabalha o Global esquece do local as duas coisas têm que andar juntas dependendo da situação Clínica dependendo do caso dependendo do caso eu vou precisar inicialmente de um reforço muscular mais localizado Lembrando que toda vez que eu contraio a fibra muscular Eu também estimula faça porque a Face tá dentro do músculo eu domizio peremísio epimísio tá Então a gente vai ter que pensar essa estratégia de acordo com o nosso paciente tá então o que que eu faço na minha prática eu faço
abordagem locais quando o paciente tem um trauma recente tá algo traumático Agudo sub Agudo por exemplo eu faço uma abordagem local e em situações crônicas dores crônicas disfunções crônicas tá só que no caso do crônico eu vou unir as duas coisas eu vou fazer um trabalho local associado com o trabalho global ou a distância ok Porque Nós seres humanos nos movimentamos globalmente né nosso cérebro não entende de contração de bíceps ele não entende de contração de tríceps ele entende de movimento e tarefa Então por mais que às vezes eu faço abordagens locais eu preciso sempre
estar trazendo para tarefa trazendo para a função ok e quando eu faço abordagens mais globais normalmente são em casos não relacionados a traumas físicos específicos ou seja não tem relação com fratura de forma aguda tá muitas vezes uma fratura que a pessoa teve no passado uma entorse uma ruptura ligamentar Enfim pode trazer disfunções que se tornam crônicas e normalmente essas disfunções não ficam localizadas naquele nível não ficam localizadas só a uma estrutura tá Então escreva aí para mim no chat numa situação como essa inicialmente vocês vão fazer uma abordagem local ou global isso isso aí
tem uma lesão ali tem um processo inflamatório eu tenho que foi um trauma que normalmente esse trauma tá relacionado a capacidade né e a demanda então a demanda foi maior do que a capacidade do tecido Então a gente vai fazer algo inicialmente local ok Tranquilo isso muito bem E se o paciente chega assim ó não tem não teve lesão nenhuma começou com uma dor aqui na planta do pé e essa dorzinha foi aumentando E aí chegou o momento em que ele começou a sentir que tava com tornozelo mais rígido e depois já não tava conseguindo
botar salto ou né no caso da paciente ou então começou a ter muita dificuldade no primeiro movimento ao botar o pé no chão quando levantava tá essa abordagem aqui vai ser diferente eu vou começar com essa abordagem e mas vou unir as duas coisas eu vou fazer algo local principalmente se ele for muito crônico e às vezes eu recebo pacientes que já estão com dor a um ano um ano e meio dois anos três anos a hoje eu avaliei uma paciente que tem dor a 15 anos então por mais que não seja algo inflamatório Agudo
aqui esse tecido por conta desse tempo de dor Ele já sofreu uma adaptação também então vou fazer uma abordagem local mas eu vou fazer uma abordagem Global junto tá porque porque nenhum sistema do corpo adoece sozinho quando é uma dor uma disfunção que vai aparecendo do nada não foi nada traumático parem para pensar para que que essa dor tá acontecendo o que que ela quer nos mostrar existe uma coisa que é hierarquia o sistema músculo esquelético é o mais chinelão do corpo que que eu quero dizer com isso o nosso cérebro nosso sistema Vital ele
tem coisas mais importantes para fazer do que cuidar da face a plantar especialmente se a pessoa tem outras doenças associadas diabetes hipertensão inflamação sistêmica intolerância à lactose intolerância ao glúten e blá blá blá blá blá o sistema músculo esquelético ele não é prioridade então ele vai ficando para trás e normalmente é onde eu corpo dizendo pelo amor de deus eu vou te fazer parar de caminhar para ver se tu vai buscar um tratamento e ajuda a resolver tudo que tá acontecendo nesse corpo os pacientes que eu recebo eles são bastante crônicos e eles têm multi
disfunções tem muitas queixas tá então eu não posso ficar olhando de uma forma só local eu tenho que entender nesse quebra-cabeça o que que nesse paciente o que que nesse sistema corporal tá doente também além do sistema músculo esquelético Então a gente tem que entender isso que a fáscia ela é uma grande oportunidade de interação com os outros sistemas do corpo e também uma interação com o sistema nervoso tanto sistema simpático quanto parassimpático por exemplo né a gente tem uma ligação muito Direta com a Face então tem fibras parassimpáticas e tem fibras simpáticas na face
dependendo da área né o nervo vago por exemplo que é um nervo extremamente importante para regulação do sistema para simpático ele tem envoltórios faciais né ele tá faz um trajeto muito grande por todo o corpo tá então a gente precisa olhar para o sistema do corpo vê se tem alguma coisa que está em disfunção e que possa estar sendo uma prioridade em relação para o corpo né é comparado com o sistema músculo esquelético tá E aí eu trouxe um estudo Que que foi publicado agora e que ele traz a relação da disfunção facial inclusive para
os pacientes que tem depressão então a gente está pensando a gente tá pensando mesmo numa questão bem sistêmica Tá o que que esse estudo viu eles compararam pacientes com depressão maior com pacientes que não tinham depressão e viram que através de análises né com aparelhos e tal eles viram que a fáscia dos pacientes deprimidos era mais rígida tá então tinha um maior como a gente chama stifles menor mobilidade menor elasticidade tá E isso tem uma relação é bem importante com o estresse com a atuação do sistema simpático como a diminuição da atuação do parassimpático uma
diminuição da atuação do nervo vago por exemplo né E existe até a postura do deprimido né então o paciente que é deprimido ele tem menos balanço dos braços ele tem menos de associação de cintura ele já traz um corpo mais rígido um corpo mais Alerta né um sistema gastando muito energia E aí não vai sobrar energia para trabalhar o sistema músculo esquelético ou a face de movimento por exemplo tá que na maioria das vezes é o porque os pacientes nos procuram né bom e como a gente vai intervir né a gente tá Vamos fazer como
então a gente quer saber por onde começar Então como a gente vai fazer isso tem as situações agudas que a gente já pensou que vão ser locais no primeiro momento talvez alguns de vocês me digam assim ah mas ela torceu esse tornozelo porque ela tem uma disfunção na cadeia bom isso é uma coisa que tu vai ver depois né não vai ser tua prioridade número um certo nessa pessoa aqui a gente vai ter uma outra estratégia que que vai na minha linha de tratamento ser comum a essa situação e a essa situação eu vou buscar
unir técnicas manuais com estratégias de movimento de o estímulo de acordo com a fase do processo cicatricial mas eu vou buscar não expressar mais ainda o corpo ou seja mais do que necessário eu vou usar estratégias que busquem abordagem sem dor tá um paciente que chega lá com uma dor no calcâneo com que a gente chama de faceit plantar né entre aspas eu não quero causar mais dor nele em geral 99% das intervenções que eu vou fazer elas não vão ser para causar mais dor no paciente então a gente precisa desconstruir esse mito de que
a liberação miofascial ou as abordagens na Face tem que ser dolorosas não tem que ser dolorosas tá e a gente entende mais isso quando a gente começa a perceber o sistêmico se eu causar muita dor para essa pessoa isso vai ter uma repercussão negativa estimulando o sistema parassimpático por exemplo alterando a circulação alterando o estado de alerta entre outras coisas e antes da gente colocar a mão na massa a gente precisa fazer o que eu chamo de Diagnóstico diferencial Será que essa pessoa que realmente tem fascite plantar preciso me perguntar isso Será que a pessoa
realmente tem uma disfunção num tendão será que é esse o problema da sua disfunção tá porque eu trouxe aqui como um exemplo para vocês tem várias causas comuns e as que não são tão comuns que trazem dor no calcâneo nem toda dor no calcâneo é fascite plantar então por exemplo neuropatias síndrome da da gordura né do coxim gorduroso uma lesão lá na coluna L5 S1 pode trazer dor na planta do pé síndrome do túnel do Tarso tá é causas mais não tão comuns um tumor no calcâneo Então a primeira coisa que eu tenho que entender
é se é um músculo esquelético ou sistêmico se é realmente uma disfunção na face ou é uma disfunção mais Global em outra área por isso que a gente não tratador a gente não trata a dor a gente entende o que está acontecendo com aquele corpo tá aqui um exemplo Achei bem bem bonitinho né então assim todas essas situações Podem trazer dor no calcâneo uma fratura de estresse vai ser o traumático a síndrome do coxim gorduroso uma lesão no nervo abdutor do quinto dedo a faceit ó que e uma síndrome do túnel do Tarso tudo isso
vai trazer dor na ponta do pé quer dizer que tudo isso é fascite não eu preciso entender Qual é o terreno que eu tô pisando né é algo além porque que isso é importante aqui um outro exemplo ó de disfunções nesses Ramos nervosos mediais que também vão dar dor na planta do pé por que que eu preciso saber isso porque em várias situações na maioria delas não vou ter que tratar a planta do pé eu vou ter que tratar em outra área que não é essa tá sabe se eu por acaso tratar aqui onde tem
a dor que que vai acontecer vai acontecer Exatamente isso exemplo de gaúcho tu vai apagar o fogo mas a brasa vai ficar que que vai acontecer o fogo Vai acender de novo vai prejudicar o paciente se eu fizer uma abordagem local quando não era para fazer quando devia pensar mais Global não vai prejudicar mas também não vai ajudar como seria o ideal tá então a gente tem que entender que o bom apagador de incêndio a pessoa que realmente é resolutiva ela vai até o fim da história e ela não se preocupa só com a dor
ela não se preocupa só com o fogo ela quer saber onde está a brasa ela quer desmanchar a brasa tá Então a gente vai na causa e aí eu trouxe um exemplo aqui que eu já atendi milhões de vezes a pessoa tem fascite plantar que na verdade nem é um processo inflamatório né e a causa tá por uma atenção lá na região de êxitos tibiais eu não tenho que tratar o pé dessa pessoa Se eu tratar o pé principalmente se ele for um caso mais agudo Se eu tratar o pé o que que vai acontecer
eu não vou conseguir resolver o incêndio daqui a pouco vai voltar e voltar e voltar e através do entendimento da Face a gente consegue fazer essas relações mais globais tá então tem todas essas causas que podem ser tem que entender Qual é o quadro que tá né acontecendo com o meu cliente tá Fábio já entendi até agora espero que sim né pessoal então o que que eu vou fazer já entendi quando já entendi várias coisas não entendi quem eu sou já entendi que eu trabalho fácil independente da área que eu trabalho o que que eu
vou fazer Tá o que que nós profissionais do movimento podemos fazer nós vamos usar o que nós chamamos de mecano transdução todos nós usamos esse princípio Tá o que que é Esse princípio é um princípio de aplicar um estímulo mecânico e esse estímulo mecânico vai causar uma mudança na face uma mudança na matriz e talvez uma mudança nas fibras tá esse artigo foi foi publicado na Nature E aí a gente tem que entender que assim quando a gente tá com uma carga normal Vamos pensar Nossa carga basal tá então a gente tá fazendo tudo que
a gente faz normalmente os nossos processos metabólicos estão acontecendo e tal já existe um estresse já existe porque porque o sistema facial ele é pré estressado lembra das conexões célula Matriz tem líquido ali dentro também tem volume tá é tudo em três dimensões no nosso corpo Então já existe um basal que a gente pode chamar de homeostase né para mim o meus pais não existe não existe equilíbrio né apesar da literatura trazer a gente tá sempre correndo atrás da máquina o nosso corpo né Vamos pensar se a gente tirar a carga tá quando a gente
tira a carga o que que acontece com essa Matriz ela sofre esse processo que a noite que que é um sinônimo de apoptose ou seja as células vão morrer essa Matriz ela vai né degradar então a gente vai ter uma disfunção tá eu posso querer que isso aconteça no caso de uma fibrose Isso vai ser interessante eu já tenho muitas célula eu quero realmente que algumas células morram e eu quero que essa Matriz diminua de tamanho tem excesso o que que eu vou fazer eu vou tirar a carga de uma forma específica tá mas um
processo de retirada de carga ele acontece também quando a gente mobiliza por exemplo quando a gente se movimenta menos do que a gente fazia é dinâmico Tu deu um estímulo tu vai ter uma resposta tá quando a gente tem um aumento da força aumento da carga tá quando a gente faz exercício quando a gente faz uma prática de yoga isso vai gerar uma resposta tá e o corpo vai produzir novas células novas estruturas e vai voltar para homestasia depois de um tempo certo se eu der demais se eu der uma sobrecarga eu posso ter a
resposta fibrótica tá que ela é um excesso um excesso de stiffinas eu tenho que saber se eu quero isso ou não tá quando a gente pega por exemplo o tecido tem de novo de alguns atletas que que fazem determinadas práticas esportivas Eu quero um maior stifiness então eu vou dar uma sobrecarga Tá mas para a maioria dos Pobres Mortais não é o que a gente quer né tá a maioria das pessoas a gente quer essa resposta do estímulo tem uma resposta Lembrando que os processos que acontece dinamicamente ele só vão né chegou no nível de
homeostasia eu tenho que dar mais estímulo é o princípio adaptativo se eu seguir fazendo sempre a mesma coisa essa adaptação ela não vai acontecer né para aquilo que eu quero E olha que linda essa figura também é um artigo publicado na Neide é muito interessante a gente fez isso é fácil aqui ó fibras Olha a força que está sendo aplicada essa força que está sendo aplicada aqui ela tá sendo transmitida e propagada para dentro da célula eu não sei o nome de todas essas né substâncias que que interessa para mim que quando eu faço um
estímulo mecânico seja ele manual passivo ou ativo através do movimento eu gera uma mudança nessa Matriz que pode chegar até a cromatina e o núcleo da célula olha que louco isso vai trazer uma resposta produzir mais célula produzir menos apoptose e não é só o que acontece na matriz que interessa para célula o que acontece na célula vizinha também porque as células estão conectadas entre si não existe uma célula só formando o nosso corpo né é um mar de células e o problema é que quando a gente aprendeu no colégio a gente aprendeu a célula
e mesmo né Na graduação enfim a gente olha para célula mas ó vamos ampliar Essa visão isso é multiplicado mil vezes dentro dessa sopa proteica e hidratada que é a face a célula tá dentro da Face ok então a mecânica transdução quando a gente alonga quando a gente salta quando a gente mantém uma postura quando a gente faz a terapia manual quando a gente usa Fan Roller quando a gente faz o pilates esse processo acontece tá então de novo independente do que a gente fizer a gente vai estar intervindo na face independente da nossa área
E olha que interessante esse processo Ele é dinâmico né e eu tenho que entender que por exemplo o colágeno que a gente foca muito nele acha que ele é Um Superstar do negócio o colágeno a gente tem que ter uma atenção diferenciada em relação a ele aqui entra uma questão muito importante relacionada a dose ó vou dar um estímulo mecânico aqui um exercício por exemplo tá eu tenho um período de degradação aqui ó maior do que o de síntese do colágeno então ali pelas 24 48 horas a degradação Ela é maior do que a formação
tá então o tecido colágeno ele tá mais frágil vamos dizer assim eu não tenho que trabalhar contração excêntrica todos os dias por exemplo eu não tenho que trabalhar saltos todos os dias porque porque eu vou entender que eu vou dar um estímulo e nesse prazo de 24 48 horas a capacidade do tecido de resistência tencil ela tá menor Então eu preciso de intervalos o professor Robert slip ele traz né se você quer estimular o tecido facial através do movimento por exemplo você não deve fazer isso todos os dias a dose recomendada seria duas a três
vezes por semana no máximo com exercícios não passando 10 minutos é muito mais interessante né uma carga cíclica e não mantida durante um longo tempo pensando no colágeno no que o contrário tá agora nós iniciamos um projeto de pesquisa lá na UDESC através do faixa Center Brasil né o centro de pesquisa em Face que é organizado pelo círculo e pela bepasses a gente começou uma pesquisa sobre os exercícios faciais justamente para ver isso né quanto tempo qual é a dose porque a gente não tem quase nada de evidência em relação a isso e a gente
precisa entender se nós estamos usando exercícios específicos para Face nós precisamos entender o que nós estamos fazendo né Será que eles são realmente superiores a qualquer tipo de exercício não sei vamos vamos né queremos descobrir tá então a mesma coisa serve por exemplo por um paciente que chega para vocês Mesmo ele sendo crônico ou um cliente que é um sedentário crônico inflamado que vai começar uma prática de atividade com vocês a gente tem que ter cuidado para que o sistema nervoso não não entenda aquele movimento aquele estímulo mecânico que está sendo dado como uma ameaça
porque porque esse indivíduo entra em modo protetivo causa uma inflamação algumas vezes ou começa a sentir dor mesmo sem ter uma lesão significativa E aí não consegue mais progredir no Exercício então a dose é muito importante conhecer o cliente né conversar entender o quanto a pessoa é tolerante a dor ou não essas perguntas são importantes o quanto que aquele exercício aquele movimento qual é o nível de esforço que a pessoa tá fazendo Tá para executar uma tarefa Então tudo isso faz diferença quando a gente pensa na dose ok então nenhum problema e isso é essa
frase eu acho fantástica nenhum problema pode ser resolvido a partir do mesmo nível de consciência que o criou como é que eu quero mudar algo sem mudar nada você já deve ter se preparado com essa situação várias vezes então o paciente chega se queixando de dor mas ele não faz exercício ele segue comendo porcaria ele não se cuida ele não controla o estresse Ele não dorme direito né como é que a gente quer ter um Panorama diferente fazendo as mesmas coisas que nos levaram a adoecer e essa pessoa é a parte mais difícil da história
né como é que eu quero ter melhor mobilidade ter mais força conseguir carregar minhas coisas sem me movimentar se aí eu vou numa aula três eu falto é muito difícil essa é a pior parte para mim é o engajamento é a consciência da pessoa né o quanto que ela entende que precisa mudar e às vezes eu pego e mando mesmo ando lá no WhatsApp ó lê essa frase aqui faz sentido para ti tu tá entendendo então me diz como que tu vai agir eu não posso agir por tipo paciente tu precisa agir tá E é
o que mais a gente vê né E se a gente consegue mudar esse nível de consciência a gente talvez tenha um processo de mecânica transdução assim [Música] o movimento é todo o corpo desse movimentando tem prazer tem joia né Joy tem felicidade em fazer um movimento ninguém ensinou é nato né vou botar de novo que é muito fofo é em Cadeia é tudo ó né E essa Face ela é perfeita ela não tem tanta fibra ainda né tanto colágeno vai ficar mais perfeito ainda conforme for movimentando vai formando a rede de colagem mas o movimento
ele é fluído né ele não tem dificuldade para fazer esse movimento e é aqui que a gente quer chegar o nosso paciente né e não precisa ser com a musiquinha pode ser com qualquer tarefa que deixa esse paciente né mais feliz em fazer atividade e esse filminho aqui em homenagem a Carol trabalha comigo que tá esperando um bebezinho eu achei muito fofo e essa música né Pega que nem um chicleia na gente né vou botar de novo é muito fofo né e é isso é um movimento fluído gastando pouca energia trazendo prazer e a gente
vai ter que ajudar o paciente o cliente a descobrir o que que dá para ver nele né ou para ele ao se movimentar [Música] e o que eu queria dizer para vocês assim para a gente finalizar E aí eu fico à disposição se vocês quiserem perguntar e tem dúvidas é que a beleza de estudar a fáscia reside no fato de que é um convite para que a gente possa olhar e entender esse sistema dinâmico que é um sistema de conectividade em um sistema de continuidade no corpo e é um convite que né Não dá para
recusar e com certeza faz toda a diferença nos resultados que a gente consegue trazer aqui então eu quero né agradecer para vocês por terem passado esse tempo aqui com a gente o meu Instagram ali o e-mail também qualquer dúvida qualquer coisa né a gente está à disposição eu e a Carol