Tá começando mais um episódio de O Gestor, o seu podcast, quando o assunto é gestão prática. Nós trazemos aqui os melhores gestores nacionais para uma conversa aprofundada sobre as melhores práticas de gestão para que você consiga traduzi-las pro seu negócio e consequentemente destravar todo o potencial de crescimento da sua empresa. Meu nome é Bruno Rigamonte. Eu sou Gabriel Feitosa, entusiasta das boas Práticas de gestão. E se você também curte o assunto, curte falar sobre gestão, nos siga nos nossos canais no YouTube, no Spotify e agora também distribuído todo esse conteúdo via grupo. Sim. E hoje
a gente tem o prazer de receber aqui do Pignaton, ele que é um empresário multicerial, vamos colocar assim, né, Doar? Seja bem-vindo. Muito obrigado por aceitar o nosso convite. Seja bem-vindo ao gestor. Obrigado, Bruno. Obrigado, Gabriel, pelo convite. Para mim é um prazer também falar um pouco de gestão. Acho que tem temas que a gente se apaixona na vida, tem, né? Eu sou um cara apaixonado por gestão, seja de um negócio, seja na minha vida pessoal, eu sempre gosto muito do tema e tento gerenciar da melhor forma, eh, para ter performance, para ter um pouco
de liberdade e para poder também eh ter uma vida em equilíbrio e prosperidade. Acho que esse é o grande, eh, desafio para mim enquanto gestão e a gente poder Dividir isso com vocês vai ser um prazer. Boa, ô Duar, você tem uma atuação, a gente vai acabar falando sobre os diferentes negócios, né? Mas você tem uma atuação na área de energia, educação, já atuou na área de educação, tá atuando agora recentemente na área de entretenimento e alimentação. Eh, realmente muito diverso, muitas muitas perspectivas e ramos distintos, né? Como é que você trabalhou a construção desse
mindset eh empreendedor, né, na sua Jornada aí enquanto profissional? Beleza. Eu acho que começa lá quando eu era criança. Eh, eu vim de um lugar que é muito escasso em oportunidade econômica, que é a Barra do Jucu. E tinha muita distração sempre, né? A gente vinha ali do surf, aquela comunidade. Eh, e eu tinha um convívio eh com um pai empreendedor, mas um negócio pequeno e uma similaridade muito grande com performance, né? Meu pai sempre falava: "Ó, se você for um bom Aluno, você vai ter reconhecimento, você vai ter oportunidades." Isso começou na época de
colégio. Então, eu sempre procurei ser dar o meu melhor, procurar ter notas boas e tudo mais. E aí consegui ter bolsa no colégio. Meu pai me recompensou por causa disso. Eu tinha uma motinha porque ele negociou comigo, ó, falou da mensalidade, eu vou te dar um percentual disso e aí tal, enfim. E aí sempre, aos fins de semana eu me ocupava com meus com meus pais. E aí fui Fazendo isso dentro da faculdade, fui fazendo isso na minha vida sempre. eh, procurando criar autonomia paraos meus negócios, autonomia paraa minha vida, um pouco mais de liberdade
financeira e também de tempo. Então, eh, eu gosto muito de ter um mindset de que eu concordo que o olho do dono engorda o boi, mas eu prefiro ter às vezes vários bois sendo gerenciados de forma em partnership, né, em parceria ali, vários várias empresas eh diversificando a Minha atuação do que estar ali full time concentrado num negócio que seria o seu negócio de vida, que muita gente tem essa trajetória. Então eu sempre procurei eh através da gestão propiciar negócios que caminhassem depois sem mim por mais tempo, né? Negócios para continuidade. Então esse foi um
pouco minha visão assim de de ao longo da minha vida de forma resumida, um pouco como eu pensei eh nessa caminhada. Não sei se eu te respondi. É, acaba sendo Uma forma de você diversificar um pouco também as iniciativas, né? eh, distribuir um pouco o risco, mas também um um contracenso, acho que um contrassenso não, mas é eh uma perspectiva distinta de você realmente ter um o olhar focado ali dentro de um de um de um negócio específico, né? Vou te explicar como é que lá atrás eu pensei, eu não vou lembrar o livro, mas
eu sempre gostei de ler ler bastante sobre gestão e e a gente procurou Definir uma estratégia da seguinte forma: ou eu vou definir meu público alvo e aí eh, meu primeiro negócio tinha um público alvo que era entretenimento, que era fazenda camping paraa classe CD e a gente pegava pessoas ali da grande vitória, né, para passar um dia de lazer conosco. E aí eu pensei: "Poxa, eu já tenho esse público na mão, o que que mais dá para eu fazer? de um crosselling ali para esse cara, né? né? E aí a gente foi ver, poxa,
falta para esse público Acesso à educação. E aí quando eu saí da da minha formação de engenharia, eu tinha visto que a educação mudava a vida das pessoas. E aí eu pensei, vou aproveitar esse público. E aí aproveitar esse público e aproveitar uma coisa que eu fazia muito sentido na minha vida, que era educação. E aí eu juntei, fui buscar uma franquia de cursos profissionalizantes que trouxesse uma formação digna para essa galera, esse público alvo. Então aí eu tinha a área De lazer, né, que era fazenda campha o colégio que era o Centro Brasileiro de
Cursos que chamava Cebrac. Eh, e aí eu usava o mesmo lead, né? Se a gente for falar de digital, o mesmo lead que fazia e lá passava o dia de lazer, a gente oferecia para ele depois uma formação. E aí eu falei: "Poxa, esse público ainda tem coisas que dores que eu posso explorar e aí vou abrir uma ótica focada nesse público." E aí eu falei: "Pô, legal, esse lead eu consigo tirar então Hoje muito eh em percentual um share bom dele." Então esse lead começa a entender que opa, eu tô dentro de um grupo.
Se eu estudo aqui, eu tenho desconto na ótica. Eu eu tenho às vezes um uma cortesia pro lazer, então a gente começou a aproveitar esse cara. Tem um risco que quando o orçamento desse cara aperta, todos os seus negócios sentem. E aí eh, aí eu fui pro ramo de alimentação, que era o Zé Coxinha. Lá em 2013 a gente foi montar duas lojas do Zé Coxinha para Testar o modelo. Tava começando aqueles mini salgados que também era esse lead, mas a gente percebeu que o lead não fazia tanto efeito porque era uma venda mais transacional.
Cliente tava ali passando, com fome ele comprava. Sim. foi a segunda experiência com alimentação que eu tive, mas pro público CD e aí eh em 2018 surgiu a oportunidade, um convite que um amigo, eh, que treinava comigo falou: "Cara, você tem Vários negócios e tal. Eu tenho um negócio que eu sou fã para caramba e eu também era fã, que é o Vila da Saí. E ele falou: "Vamos abrir uma loja dessa?" Eu já tinha uma experiência com a alimentação e eu falei: "Cara, alimentação quando você tem volume, o que mata a alimentação é você
não tem volume, você não tem previsibilidade, porque você faz a comida hoje, se não tiver ninguém para comer, ela vai estragar. Se o CMV vai embora e aí você Tá tendo muita perda. Perda é realmente o que mata a alimentação, que já tem uma margem baixa por si só. E aí a gente abriu o Vila do Açaí. E aí foi a primeira experiência que eu tive com delivery muito forte, porque, né, a gente tava vindo aquela crescente de aplicativos de delivery, enfim, a mudança de hábito de consumo. E aí eu falei: "Opa, então aqui eu
já não tô aproveitando aquele público que eu tinha, mas eu tô aproveitando o Segmento, a vertical do segmento de alimentação. O que que consigo aproveitar do que tive de experiência na fazenda camping, que a gente tinha um restaurante lá, o Zé Coxinha e o Violo do Açaí. E aí a gente amadureceu isso e trouxe mais dois projetos de alimentação. E aí agora a gente estava numa vertical de segmento, né, não mais numa horizontal de público de público alvo. E aí nessa vertical de segmento a gente foi eh em 2020 abriu o Hanaia, que Era um
restaurante de comida japonesa no Triângulo das Bermudas ali, e uma loja do Comarela em Jardim Camburi, que já era posicionado para um público eh B CBA, né? um público um pouco mais qualificado, mas na vertical de alimentação. E aí a gente procurava e até hoje, por exemplo, quando a gente pega uma consultoria, a gente não pega uma consultoria para uma operação, a gente pega uma consultoria que vai falar daquele negócio. Então, eh, foi mais ou Menos isso que a gente procurou fazer, né? Então, a gente definiu essas uma horizontal e uma vertical para aproveitar um
público alvo e o outro segmento para não ficar parecendo que são negócios assim, um que não tem nada a ver com o outro, aquela coisa perdida e tal. Então, foi mais ou menos esse raciocínio, eh, vamos pensar assim, estratégico que eu tive nessa diversificação. Uma das coisas que a gente tava conversando aqui antes de Começar a gravação era que você tem um olhar muito direcionado para modelos que de alguma forma já funcionam e que a partir de boas práticas de gestão, de capacidade de otimização de uma determinada operação, você consegue replicar aquele modelo, trazer uma
polidez melhor e consequentemente trazer mais escala e mais resultados para um modelo, por exemplo, de franquia, né? Sim. Como que você chegou nesse racional entre desenvolver um projeto do zero ao Invés, né, ou não, ou em detrimento de um projeto de franquia e como que você observou que isso te daria mais resultados do que se você fosse começar um projeto do zero, por exemplo. Perfeito, Bruno. Excelente pergunta e e aí vou refletindo, né, a resposta aqui junto com vocês. Acho que eh eu sempre fui muito competitivo. Eu acho que isso é um uma característica minha.
Eh, tem gente que é competitivo consigo mesmo. Eu tenho um pouco isso comigo, mas eu Tenho muito essa coisa da referência. Acho que o o grande questão de gestão é que você cria referências ou busca referências. E eu sempre gostei muito de gestão. Então, quando eu tô tirando o negócio do zero, é muito mais tração de idealização, tentativa e erro, estruturação. E quando você tá falando de gestão, mas eh tocar o negócio, eu sempre tive muito mais identificação com tocar o negócio. Eu nunca fui um cara absuramente criativo para pensar em uma Solução que talvez
ninguém nunca teve, não. Eu eu sempre reconheci essa limitação que eu que eu que eu tenho. nunca fui uma pessoa muito criativa, né, nesses testes de e tal. Eu sempre eh fui fui um cara muito mais executor e muito mais analítico. Uhum. O que favorecia eu pegar modelos que tinham ideias de sustiva, que eram inovadores, que tinham, né, um destaque validados, validados e que geralmente são pessoas que têm um perfil um pouco mais de Criação e não dá para ser perfeito, não dá para ser bom em tudo. E essas pessoas geralmente têm um déficit de
analítico, né, no sentido de pegar ali e e comércio, né, você tá falando de 1 2%, tá falando de realmente ter indicadores, de ter métricas. Então, eu sempre me achei mais analítico e executor do que um cara criativo. Então eu eu desde o início sempre me aliei com pessoas ou com modelos de empresas que já estavam validados. Por exemplo, lá no primeiro Restaurante eu tinha um sócio que era o chefe de cozinha, cardápio, tudo ele que fazia. Eu fazia precificação, eu fazia análise de produção, eu fazia inventário, estoque, eu desenvolvia estratégias comerciais com ele, mas
eh a parte de criação do produto, a parte de ideação do negócio nunca foi o meu forte. Então, desde sempre, eu reconheci isso e escolhi um modelo que suprimisse essa essa falha ou essa ausência de um de um de uma característica que eu Tenho, né? Lembrando, franquias, eh, licenciamento de um negócio sempre trazem é um peso que é um casamento, né? Você não tá 100% à frente do negócio, você tá 100% à frente de uma operação, né? a marca não é sua, você depende ali às vezes de um de um fundador e nem sempre isso
é na velocidade que você queria, nem isso traz alguns desafios, mas eh eu sempre me encaixei assim, eu sempre preferi ter sócios mais criativos eh por exemplo, na área de Entretenimento, você me perguntar assim: "Quem que é o próximo artista que vai estourar?" Eu não faço ideia, mas o meu sócio já fechou o artista para junho, julho, que é o artista que tá crescendo e tal. E e eu tô mais na parte, por exemplo, comercial, que são os lançamentos das festas, na parte operacional, que é definição de processo de atendimento, bar, né, a as experiências
do usuário. Então, assim, eu eu acho que é muito mais olhar para Mim e ver que eu nunca fui uma pessoa absurdamente criativa, nunca tive facilidade em aulas de de eh coisas que envolvessem um pouco mais de criatividade, mas em compensação a parte analítica assim sempre foi e e processual sempre foi muito forte para mim. É até um perfil de análise quando geralmente quando a gente vai fazer um processo de contratação. Aham. Tem dois perfis ali. Um cara que é mais conceitual, né, que ele é é mais Sonhador, idealizador e um que é mais prático,
né, realmente mais executor e que via de regra vai est ligado mais a processos. E outro muitas vezes vai tá ligado a pessoas ou a perfeito. Eu sou o cara total de processos e o cara bem analítico, assim. Inclusive, eu montei um time, eh, por exemplo, quando a gente chegou a ser a estar no maior momento de de faturamento e de pessoas, nós tínhamos um time ali de 170 pessoas, mais ou menos. E eu me cerquei de Pessoas excelentes com pessoas em todos os negócios. Em todos os negócios. Eh, a gente tinha nas escolas mais
ou menos 100 pessoas trabalhando, né? Os restaurantes a gente chegou a ter ali 40 pessoas. Eh, então a gente internamente a gente tinha mais ou menos essa flutuação entre 150 e 170 pessoas ali dentro de um de um de uma regularidade. Eu sempre tive pessoas, inclusive hoje ainda tem uma dessas pessoas, apesar da gente ter mudado um pouco os negócios, Eh, que é muito boa com pessoas, porque muitas vezes a gente tem esse desafio, né, de perfis que acabam tendo atrito. Quando você tá com mais tempo, quando você tem mais convivência, a pessoa entende que
você é assim e tudo mais, mas num determinado momento onde a cultura ainda não foi feita essa simbiose, né? Eh, muitas vezes a gestão ela parece que tá querendo polir o negócio, parece que ela tá sendo um pouco diretiva, né? Então, eh, eu sempre Procurei me cercar de pessoas muito boas com pessoas para que a gente realmente tivesse essa, eh, esse azeitamento das engrenagens e evitasse esses trancos operacionais, porque é o que é mais desafiador. Eu trabalho com serviço, né, na sua na sua grande maioria, e tudo depende de pessoas, né? Então, assim, eu tenho
nível de automação praticamente zero. Então, para mim é pessoas o tempo inteiro. Então, se eu não tiver gente boa com pessoas perto, vai dar vai dar Ruim. a galera fica brava porque às vezes a gente fala: "Ó, o indicador tá ruim, cadê a performance e tal e enfim, né? E a gente precisa de também ter esse essa escutativa e tal." Então eu acho que fui desenvolvendo isso no início da minha carreira era muito mais difícil, mas eh sempre com isso, pensando em trazer sócios e pessoas para próximo nas funções de liderança que suprimissem as minhas
dificuldades. Cara, acho muito interessante essa sua fala porque ela Traz uma serenidade na análise de competência, numa análise suat pessoal, vamos colocar assim, né? Identificando eh claramente pontos fracos, pontos fortes e tal. Eh, e até queria puxar isso assim, como que você entende que os gestores, as pessoas que estão nos acompanhando aqui, porque muitas vezes elas têm dificuldade de entender qual que é o perfil dela com tanta clareza como você descreveu agora, por exemplo, cara, eu não vou idealizar, eu vou ter a Disciplina de pegar e executar um projeto. como que você eh fez esse
trabalho interno de efetivamente ali descobrir quais eram as características, vantagens competitivas que você tinha e como que você acha que as pessoas podem, né, se descobrir aquelas que estão aí na jornada empreendedora, né, eh, ou dentro de uma empresa, dentro de uma organização, como que elas podem trabalhar esse autoconhecimento para que elas descubram em que elas se eh têm Vantagens, né? Vamos colocar assim. Eh, Gabriel, eu acho que assim, tem um grande desafio que quando você tá começando, você quer fazer, né? E aí você sai fazendo, fazendo, fazendo às vezes da forma mais trabalhosa, da
forma, não vou dizer errada, porque você tá descobrindo, né, a forma de melhor caminho. E aí tava até esses dias eu li a biografia do do Guilherme Betmall e ele fala: "Cara, eu fiquei 10 anos trabalhando sem me preparar para nada. Eu tinha um escritório, eu tinha que pagar conta e agora eu tenho, enfim, eu tenho uma força de trabalho aqui de 500 pessoas e e não estou preparado para gerenciar esse time. Eh, então eu eu gosto muito da estratégia do 8020, né, Pareto ali básico, que é o quê? 80% do tempo toca o seu
negócio, mas tira uns 20% para você se desenvolver e desenvolver as pessoas que estão próximas a você. Eh, e a gente, por ter tido uma franquia de educação, acabava Investindo muito em conhecimento sobre pessoas, né? E apesar de não ser um exímio eh eh líder no sentido de de gestão de pessoas, né, eu sempre fui um líder muito mais operacional e prático, uma coisa um pouco mais diretiva. Em alguns momentos, talvez com essa geração Z, eu teria que, né, mudar um pouco minha atuação, enfim, e tudo mais. A gente passou por alguns testes. Então, hoje,
eh, teste de perfil comportamental. Na internet tem vários Que são gratuitos e aí recomendo você fazer primeiro com você mesmo para você ver. E é legal porque a gente acaba, né, tendo uma reflexão e um e uma resposta. Eh, esses testes são absurdamente foram desenvolvidos por Harvard na época da guerra e, enfim, isso funcionam mesmo. Não é não é conversa para gastar o seu tempo. Então, faz com você primeiro, de repente faz com alguém da sua equipe para você realmente ter um olhar um pouco mais descritivo sobre essas Pessoas. Eu gosto de fazer sempre que
vou contratar uma pessoa para que a gente mesmo eh acho que não tem perfil errado. Eu acho que cada perfil pode se adequar a um espaço ou você sabendo o perfil você consegue otimizar isso. E eu acho que o grande ponto foi esse. Eh eu fiz uma formação de engenharia que fortalece a parte operacional e processual, mas os cursos de soft skills, né, vamos dizer assim, eu sempre fui na contramão. Então, eu fiz, sempre Gostei de fazer eh ir ao psicólogo, pelo menos alguma periodicidade, para entender um pouco o meu pensamento. Sempre gostei de ler
biografias, porque também traz eh eu nunca assim, eu não gosto de livro de de romance, essas coisas assim. Para mim, a biografia é uma história de alguém que construiu alguém, alguma coisa irada que me inspira. Então, eu sempre gosto de ler biografias que traz um pouco também eh eh como que é outra pessoa e você vai Refletindo sobre você. Eh, e eu acho que o o grande ponto é você ter uma escutativa também sobre as pessoas que te circundam, porque muitas vezes o funcionário vai ter dificuldade de te dar um feedback, mas a sua esposa
às vezes, né, seu marido ou enfim, uma pessoa próxima ali do seu convívio, é legal o trabalho associativista porque a gente tem essa janela de ter pares aonde hierarquicamente você não tem distinção. Então, eventualmente na igreja ou Eventualmente onde você tá inserido, no movimento de jovens empreendedores ou enfim, o voluntário que você faz, você acaba se percebendo, né? E aí, como eu falei, 8020 é tentar pegar ali um pedacinho do seu tempo e refletir sobre ques que me inspiram, como é que eles atuam, né? eh, como é que hoje eu falei, o que que deu
certo esse mês que a gente bateu meta ou esse mês que a gente tá crescendo ou enfim, nesse projeto que a gente conseguiu entregar, que Comportamentos assim, eu gosto muito de de sempre gostei muito de tentar ser reflexivo, eh, talvez não todo dia, porque às vezes não dá tempo, a gente chega em casa cansado, dorme de qualquer jeito e tal, mas tirar um tempinho para poder fazer uma reflexão sobre como estamos atuando e como estamos enquanto pessoa física mesmo, assim, como é que tá o nosso pensar enquanto líder, sabe? É isso que você tá falando.
Me lembra muito quando Iniciei a minha jornada profissional. Eu venho também da área de engenharia, nunca trabalhei especificamente como engenheiro, fui muito paraa área de finanças, mas sempre tive uma curiosidade muito grande de entender sobre psicologia, sobre comportamento humano, sobre estrutura cerebral para entender aspectos mais naturais do do indivíduo, né, enquanto animal mesmo, enquanto estrutura morfológica e como que isso de alguma forma poderia gerar Um impacto nos aspectos de habilidades mais hard ali, né, técnicas, mas principalmente nas habilidades mais soft, né, de de habilidades interpessoais, intrapessoais. E aí tem até uma teoria, né, do Howard
Garden, que fala sobre as múltiplas inteligências, que ele fala sobre aspectos eh de forma mais ampla, até mesmo de neurolinguística, lógico matemática. Então, tem vários aspectos que acho que compõe um pouco do que você Tá dizendo em relação a como que o indivíduo, de alguma forma ele pode se perceber, tendo habilidades em diferentes aspectos, mas que muitas vezes eles ele tem uma profundidade maior em determinada matéria ou especialidade. Mas o que me chama atenção é que você é um cara muito curioso e acho que isso se traduz muito, se materializa muito em relação à capacidade
de olhar para Diferentes negócios de uma forma muito mais ampla, né? Sim, tava vendo uma entrevista do A Batista e ele falando sobre essa capacidade de indivíduos que são multi, né? E aí ele fazendo um paralelo obviamente entre ele e o Elon Musk, colocando dentro dessa perspectiva. Eu acho que isso se encaixa muito bem nessa nessa capacidade que você tem de curiosidade. E eu entendo que a criatividade ela nada mais é do que a combinação de diferentes elementos Que você combina e até tem o Morilugan que fala um pouco sobre isso, né, de combina atividade,
né? A criatividade nada mais é do que a combinatividade e acho que tem muito desse aspecto. Mas o o que eu gostaria de entender um pouco da sua jornada, né, conforme você foi tendo alguns negócios, alguns deram mais certo, são mais longevos, outros também você acabou tendo experiência e talvez não caminharam tão bem ou você escolheu até mesmo encerrar determinados negócios Para manter outros. Eu queria que você contextualizasse um pouco desses negócios, né? como que esses vários aprendizados dessa sua curiosidade de entender mercados, tanto no nível de de pessoas, né, do mesmo público, aspectos horizontais
que você falou, mas também aspectos verticais ali dentro de determinadas determinados negócios, como que foram esses aprendizados, como que você hoje olhando em retrospectiva consegue entender que isso te faz ser um Gestor melhor nos negócios que você toca atualmente? Pô, Bruno, assim, dentro de um contexto, se eu fosse te resumir, eh, a gente tem que acostumar, e acostumar não quer dizer, né, eh, tem uma frase que eu falo aqui, que eu gosto muito, que é assim, a gente tem que estar satisfeito, grato, né, mas a gente não pode estar realmente ali confortável, né? a gente
tem que entender aonde a gente chegou. E e essa inquietude me fez Errar muitas vezes. Por exemplo, quando a gente montou as escolas, as escolas iam super bem. Eh, com 6 anos de escola, 7 anos de escola, a gente conseguiu ser premiado eh duas vezes a melhor escola do Brasil dentro de uma rede de 120 escolas. Eh, isso pra gente simbolizava muito. Então, financeiramente isso dava um prêmio em dinheiro bacana para caramba, gigou carro e tal assim pro e eu repassei isso pro gestor, era uma coisa bem legal. Eu consegui desenvolver Pessoas nesse processo de
liderança de 6, 7 anos, eh, que se tornaram excelentes profissionais e hoje estão no mercado muito bem formados, não por mim, por eles, mas a gente se se desenvolveu juntos. Só que um determinado momento eu acabei cansando do negócio e não entendendo isso. Então, se eu pudesse olhar para trás, é como que eu renovo o meu interesse pelo meu negócio ou como eu me dou por satisfeito nesse negócio. Foi uma fase que a gente estava muito Rápido, tendo muito resultado e a franqueadora tava devagar, né? Porque pessoas, ela trocou um corpo diretor, não foi bem
e aí o nosso negócio tava despontando muito e a gente precisava de novidade, a gente precisava de curso novo, a gente precisava e a franqueadora não dava isso. Talvez se eu tivesse pivotado e montado o meu negócio, né, eu tinha um problema contratual porque eu ia ter que resolver, porque eu não podia ter concorrência com a franqueadora e Tal. E aí o casamento não ficou legal. E aí eu comecei a olhar pro lado, né, que que a gente tem às vezes ali de comportamento. Eu que, ah, pô, aqui não tá legal. uma vez de eu
ter um pouco de paciência, voltar, eu era muito novo, muito inexperiente. Então eu fui começando a abrir negócios e eram negócios que começaram a eh hoje, graças a Deus, eu tenho esses negócios porque são as coisas que eu continuo tocando, mas eh nisso você não tem tanta energia Porque você tá dividindo sua energia. Eh, então, se você tem três frentes de negócio até você criar sinergia nelas, a gente precisa entender, né? quando vai fazer um MNA, quando vai fazer uma nova abertura de frente de negócio, é entender isso tem sinergia de fato na prática tem
sinergia porque 24 horas, apesar de ser relativo, né, são só 24 horas, então eh não tem como você criar tempo. Então, se é um negócio que toma 8 horas sua todo dia, como é que você vai Dar mais 4 horas de atenção para outro negócio? Pô, beleza. Você tá aí no basal falando de 12 horas por dia. Por uma semana eu consigo. Por três semanas eu consigo. Agora ficar 10 anos fazendo os dois, acho que não faz sentido. Então, lá atrás eu errei em alguns momentos nessa ansiedade de querer ser um empreendedor serial a qualquer
preço ou no custo de uma, talvez de um de um estudo não tão bem feito, até porque eu não entendia exatamente na prática o que Era sinergia. A gente teve na época do do das escolas, né? Ah, grupos que queriam fazer MNA com a gente. Eu falei: "Cara, mas a gente não sei, acho que não tem sinergia. Ganha sinergia aqui não, de tributos, não, de time também pouco." Ah, comercial a gente ganha, pô, pedagógico são professores totalmente diferentes. Então, assim, eh, eu não tinha experiência para julgar aqueles negócios como eles deveriam ter sido analisados. Então,
a maioria dos Negócios que eu abri menores, primeiro, eu acho que eu nunca abriria um negócio menor do que o que você já tem. Acho que se você vai abrir um negócio novo, tem que ser para engolir o que você já tem ou para incorporar o que você já tem. Senão, continua no que você tá. ou se forem negócios, né, talvez do mesmo tamanho, não pode acabar dispersando energia ao invés de assim, um exemplo, na época lá a gente faturava, um exemplo, R milhões deais Por ano na escola, tá dando números fictícios aqui. Eh, e
aí não sei também se se eh vocês gostam que falam ou não fala, enfim, tá? Eh, e aí beleza, eu vou abrir um negócio que vai me vai faturar 1 milhão por ano, mas que vai tomar 40% da energia. O racional não faz sentido, né? eu tinha 100% pro negócio que dava 10 milhões. Tô tô aqui agora, pô, botando 40% de energia. Ou eu vou ter que criar tempo me sacrificando em vários outros aspectos, até no meu Próprio desenvolvimento pessoal e na minha capacidade de energia para poder tocar o negócio para um negócio pequeno. Então
assim, isso foi um erro que eu tive. Eu eu diversifiquei em coisas que eram pequenas diante do que eu já tinha. E tudo que eu abri menor, primeiro a gente começa a olhar, fala: "Pô, demora muito também para você tracionar o negócio, né? Exato." E aí você fala: "Cara, não faz sentido." Mas naquela época eu não sabia, eu não tinha essa. Eu pensava o quê? Pô, o negócio menor, mas fácil de tocar, vou botar um gerente lá e e vai dar certo. Vou pegar uma pessoa boa que eu tenho aqui e vou jogar para lá
e ela vai tocar o negócio com olhar de dono, com toda a cultura que a gente tinha. Só que o negócio pequeno, ele é igual um papel na rua solto. Qualquer ventinho, um negócio que fatura ali 50.000, um uma queda que você tem, seu lucro vai embora, né? Você não tem solidez, é um negócio muito Vulnerável. Então, eu não abriria coisas menores do que eu já tenho atualmente. Eh, e eu acho que dentro desse caminhar todo é entender que vai ter momentos da sua vida, que o seu negócio não vai estar tão atrativo quanto ele
estava em outros momentos, né? Aí vem a reengenharia de processos, vem talvez a inovação, né? Eh, talvez frequentar ambientes que você consiga trazer um um desafio, você mesmo propor desafios pro seu negócio, igual agora a gente tá no Ramo de alimentação, mas a gente tá num ramo que a gente tá se digitalizando. Como é que eu consigo eliminar, por exemplo, um pouco de garçom? Vou botar tablet nas mesas? Será que isso faz sentido, né? Vou fazer igual McDonald's, o caixa é um touch, né? Talvez para um negócio pequeno como nossa, não dá para automatizar muita
coisa. Mas o que que dá para automatizar? E aí se torna um desafio, né? Entra com gestão. Vamos olhar, comparar ano a ano, ver que tá Crescendo, ver como é que foi a inflação, será que realmente o negócio tá indo mal ou só você que só tá enxergando problema. Então, acho que dentro de de dessa curva de aprendizagem, eu comecei a ter muito mais maturidade para entender com quais negócios eu quero me relacionar e cheguei assim a essa conclusão de que menos às vezes é mais, principalmente porque o seu tempo ele é limitado e finito.
Duai, tem uma assim, fazendo um Comparativo, né? Tem uma semelhança, vamos colocar dessa forma, com um fundo de de private equity, né, que você no fim das contas você vai gerar ali gerir vários negócios. Você tem que naturalmente acompanhar todos eles, né, como que eles estão performando e também saber a hora de sair do negócio, né, porque senão eh você vai você vai desfazer do ativo ele valendo muito pouco, né? Então você tem que ter esse esse fundamento de análise também para Fazer a saída na hora correta. E quando eu vejo essa característica que você
colocou também de ser um analítico eh e também ser muito bom eh operacionalmente, né, na execução, a gente teve recentemente, a gente também faz parte do movimento e de formação de de lideranças, né? A gente teve recentemente recebendo o Eugênio Matar, que é presidente do conselho da Localizaito. E ele ele até fez um comparativo assim, falou: "Cara, entre Aquele funcionário eh extremamente brilhante e aquele eh executor, né, eu via de regra opto muito mais pelo executor, porque ele vai ter a capacidade de progresso, a capacidade de entregar cada vez mais, né? até brincou, falou: "Ótimo
seria que fosse uma combinação, mas mas essa essa esse viés de execução, ele é muito forte para você ter consistência, cadência para cada vez mais entregar eh resultado, né? E aí, olhando, fazendo essa essa analogia, né, Tanto do fundo de Priv, quanto com essa essa viés de análise do operacional, eu queria entender como que você se organiza eh de forma a ter bons indicadores e medir ali o que realmente importa, né, não perder tempo medindo coisas muito operacionais ou coisas que não sejam relevantes. É, e como que você coloca essa essa rotina do dia a
dia sua também acompanhar esses diferentes negócios e como que eles estão performando aí ao longo do tempo. Perfeito. Eh, primeiro, uma dica que eu daria, já que você puxou o fundo de private, é assim, lá atrás, acho que foi 2013, eu peguei um dinheirinho e comprei cotas de um fundo da Vince de Privy, para receber o relatório. Então assim, eu botei na época acho que foi, sei lá, R$ 20.000, que era o mínimo que você podia investir, e tem lá esse dinheiro até hoje. E é isso. Tem empresas que eles compraram que não não tracionou,
que patinou, tem outras que Deram 1000%, enfim. Mas o relatório é fantástico, porque o relatório você tem um panorama geral de eles geralmente estão aplicados em seis, sete empresas, né? são segmentos diferentes. Então você tem relatório de sete segmentos, né, que são relatórios macroeconômicos, micro, porque tá falando da empresa e se você tem um um se você tem uma correlação, você consegue entender e se você tem alguma experiência, você já consegue também translocar esses eh esses Indicadores pro seu negócio. Então, por eu ter vindo de franquia, a franquia sempre traz um olhar muito forte para
um dashboard, né? ou via sistema CRM ou enfim via Excel, né? Isso aí acho que a até no papel de pão, se você guardar lá para comparar, porque indicador tem que ter histórico, né? Eh, então assim, a gente se organiza muito uma reunião semanal, sempre o on board, que a gente gosta de fazer eh com o o parceiro do negócio, então seja o gerente ou seja o O sócio operador, né? Então, uma vez por semana a gente tem essa reunião de onboard. Eh, eu gosto de ter dado da ponta, então eu tenho cliente oculto nos
meus negócios. Eh, é um investimento que eu faço tanto na parte de cozinha, então eu tenho uma consultoria que vai lá de forma aleatória para fazer checagem de cozinha, como fosse uma visita da vigilância sanitária para ver se meus processos estão sendo seguidos, para ver Se tá em conformidade e tudo mais. E eu tenho um cliente oculto na ponta que vai lá fazer a performance do meu cliente. Então a gente tem um um não é um NPS, porque o NPS, né, ele é meio mais resumido, mas eu tenho lá, por exemplo, um questionário de 110
perguntas que um um cliente oculto faz eh pelo menos uma vez por mês, se a gente a gente define a periodicidade baseado em performance. Então, se o negócio tá pior, a gente tem que medir com mais regularidade. Se o Negócio já tá numa velocidade cruzeiro, a gente diminui um pouco essa essa ida. Eh, eu gosto de ir pelo menos um dia da semana visitar um negócio. Visitar o negócio significa botar roupinha de funcionário e fazer uma função que eu domine. Eu gosto de botar a mão na massa. Então, eh, é claro que nem sempre dá
para você fazer isso, mas eu tento fazer a maioria do do do período que eu consigo. Então, toda semana você vai me ver lá no Vila do Açaí uma vez por Semana ali de uniforme, fazendo caixa, eu tando na montagem e tal, porque é a forma que eu consigo est primeiro escutando meus funcionários, vendo meus clientes, vendo os processos eh on the job ali mesmo, sabe? Eh, é uma forma também de não tá tão distante, porque eu já estive distante do negócio e se você se distancia muito, às vezes a informação não chega, é igual
o telefone fio, né? Ela chega muito fragmentada. Eh, eu tenho uma pessoa hoje que é meu Braço direito, que eu tenho uma uma controladora, então toda a parte de relatório passa por ela. Então, via a gente traz relatório financeiro, eh, a gente traz DRE, enfim, fluxo de caixa, tudo isso a gente compara porque, né, enfim, a empresa ela tem que no final das contas gerar caixa, conseguir se pagar e tal. Eh, eu gosto também na parte de formação de liderança, eu participar mais ativamente. Então, todo programa de Formação de liderança, quando troca uma supervisão ou
uma gestão de loja, eu participo de forma mais direta. Ah, eu acho que via de rotina é isso, porque como eu falei, uma boa parte da agenda, que é a agência de criação, ela não passa por a gente, a gente paga uma taxa por isso, né, que são os licenciamentos, mas ela ela está muito concentrada na, vamos dizer assim, na na detentora da marca ou num sócio, por exemplo, na agência de entretenimento, né? tava até Conversando aqui anteriormente, ah, quem define o artista, quem define o conceito do evento, ó, eu tenho um sócio, que é
muito bom nisso, a gente faz reunião às vezes de brainstorm, mas eh aquela parte de tá ali testando produto, de fazendo criação de produto e tudo mais, isso não isso não passa por mim. Então isso não é uma agenda estratégica que eu acabo tendo que participar. Então isso eh me libera mais tempo, tá? Eu gosto sempre de manhã de estar lendo uma lida, eu Sempre procuro ali ler pelo menos uma horinha por dia. Daí isso não vai dar espetaculares, mas dá uns 20, 25 livros por mês ou por ano, perdão, o que sempre tá te
atualizando. Eh, tenho algumas coisas de newsletter que eu gosto de estar vendo também e tal e procuro sempre tentar ser eh referência pro meu time. Quando eu vou no negócio, eu não vou para perguntar como é que tá, eu vou para observar, mas eu já tenho um desenho muito bom como tá. Eu vou tentar Sempre propor soluções operacionais, sempre eh gosto de estar fazendo benchmark, sabe? Por isso que acho que o trabalho voluntário ele te ajuda muito você participar de um sindicato patronal, né? Ele participar de um ciclo como, enfim, o Espírito Santo tem vários,
IBF, o líderes do amanhã, o Sindes, a a CDL também tem, né? né? Então são são ciclos de desenvolvimento porque ali você acaba fazendo um benchmark, trocando uma ideia, enfim, Compartilhando suas dores. Então acho que basicamente o meu, vamos pensar assim, o meu dia a dia é mais ou menos isso. É interessante ver que em relação a esse aprendizado contínuo, né, tava vendo até mesmo para construir um pouco da do roteiro que a gente ia ter da nossa conversa aqui, uma entrevista sua de 10 anos atrás, você tava se preparando para ir paraa Austrália. Isso
aí. E acho que vale a pena se contextualizar um pouco, né, da de Alguns aprendizados e algumas experiências que você teve ali logo no início da sua jornada empreendedora. Mas uma coisa que me chamou atenção é algo que permanece até hoje pelo que você tá dizendo, né, que é foco, disciplina, essa mentalidade de crescimento, né, de inquietude, realmente, e que isso também fez com que você desde o início ali da sua jornada empreendedora, buscasse caminhos que não eram os caminhos triviais ou o que já Tava pavimentado, né? algumas oportunidades deixadas na mesa que você foi
lá e falou: "Pô, não tem ninguém olhando para isso aqui e deixa eu olhar para isso e aproveitar essa oportunidade". Como é que foram essa essas experiências que você teve, né, a nível internacional e um pouco dessa desse início da sua jornada eh empreendedora e como que isso se conectou também com o associativismo, né? Tá perfeito. Bruno, eu durante a Faculdade, né, eh, eu participei de um desafio do Sebrai. Eh, eu acho que quem quer empreender não pode se distanciar do Sebrai em janela nenhuma. Sei que você esteja faturando lá mais de 20, 30 milhões
ano. Talvez a partir dali você não olhe tanto pro Sebrai. Mas se você for menor do que isso, cara, esteja colado com o Sebrai. É a consultoria mais barata que existe e ela funciona. Conhecimento disponível para caramba. eles estão ali para isso. E aí a gente Ganhou esse eh a gente ganhou esse prêmio internacional do Sebrai e com 20 anos mudou assim, eh eu vinha da Barra de Juc Europa, foi um negócio, foi o prêmio foi ir pra Europa. Minha família tem uma condição OK, mas assim, nunca teve muito essa coisa da facilidade de fazer
intercâmbio e tal. Eh, foi, pô, sensacional ficar um mês na Europa. Primeiro porque você tá ali como um vencedor de um prêmio. Isso já traz para você um uma correlação, né, de o esforço Gerando recompensa. E aí, eh, eu fui convidado pela Federação das Indústrias, a FINDs, quando cheguei para um programa de desenvolvimento de lideranças, apesar de não ser industrial, não ter ninguém na família que era industrial. E aí a FIND estava começando esse esse projeto que chama Cind Jovem. Eh, e aí eu participei da jornada ali por quase, eh, hoje faz em praticamente 20
anos, né? Eu tô com 38, eu comecei lá com 18 para 19. E nessa trajetória você se voluntaria a participar de ambientes empreendedores, né? Fazer congressos, trazer palestrante, ler livros e discutir, né? Fazer o ferão do imposto, que você vai conscientizar o pessoal ficar lá no sol entregando panfleto, enfim, dia da liberdade dos impostos, né? você vai fazer às vezes ali num final de ano eh uma ação solidária de de um dia de lazer, né, que era o distribuir sorrisos, enfim. Então, a Gente sempre tava trabalhando em cima de projetos. Eu acho que todo jovem
que participa de projeto, ele adquire muita capacidade de fazer, né? Que é acho que um grande diferencial que a gente tem é fazer, tirar uma ideia do papel e e fazer, fazer de forma coletiva e de forma voluntária. Quando você consegue trabalhar sem ser pelo dinheiro, você também aprende muito sobre o seu, sobre você mesmo e sobre o trabalho. Então essa jornada toda, eu fui primeiro Convidado, depois você vai, né? Aí você fazia alguns pré-requisitos, tipo pelo menos seis meses ali e aí você vira associado e aí você vira diretor adjunta e você quer você
assumir uma diretoria. Muita gente no caminho se se perde, né, no sentido de não tem sinergia e tal, é uma seleção natural ali, você não não tá ali porque você paga alguma coisa, você tá ali realmente porque você se dedica. E aí cheguei a ser presidente da entidade. Eh, nesse momento a gente tava Dentro da Confederação Nacional de Jovens Empresários e a gente tinha uma cadeira, na verdade o Brasil sempre teve uma cadeira no G20 jovem que era do Sebrai e o Sebrai não tinha um representante atuante. E aí a gente viu essa oportunidade, por
estar próximo do Sebrai, ter ganho esse prêmio e tal, a gente fez um projeto. Primeiro nós fomos para Angola num congresso de empreendedores de língua portuguesa. Um Amigo tinha conhecido alguém que tinha esse congresso. Cara, por que que não vai comitivo do Brasil? Nós organizamos, conseguimos patrocínio e fomos a Angola. Foi uma experiência sensacional em 2013, um país que tinha 10 anos que tinha saído da guerra civil, muita miséria. Você via, né? Se a gente estava com uma condição aqui difícil, eles lá, então nem se fala. E aí, eh, no outro ano a gente foi
pr paraa Sidney, na Austrália, né, numa comitiva do Brasil que eram Cinco jovens. Eh, e aí aquilo tudo, né? No meu negócio eu não usava inglês, mas eu fiz inglês a vida inteira. Então a gente tinha o congresso era realmente era em inglês, não tinha estrutura de ter um tradutor ali, coisa do tipo. E por outro lado, eu tava no comitê de educação, então eu já tinha escola nesse ano há 4 anos, né, nesse momento. E você sentar numa mesa com uma menina da Arábia Saudita, que não podia nem abrir um CNPJ porque lá era
proibido, né? Eh, E a outra no Japão com a sua idade tinha 1000 funcionários. Então, assim, isso é um choque primeiro de realidades, né, dentro primeiro do movimento local. Às vezes você senta do lado de uma pessoa que é muito maior do que você e isso te dá muita vontade de de querer e muita sinergia para poder perguntar também, né? E daqui a pouco você é essa pessoa maior do que um outro ali ou com mais experiência, né? maior, talvez não seja a palavra, mas mais experiente. E aí Você ajuda quem tá chegando no movimento.
Então o voluntariado te dá isso. E a nível mundial você vê que a gente não é tão coitadinho ou que a gente não tá a quem do que do que a gente imagina. Em 2018, por exemplo, eu fui pro Ohio fazer um pós MBA e muitas leituras que a gente tinha feito dentro da FINDs ou eventualmente ali no no líderes do amanhã e tal, quando você olha, é uma leitura que tá sendo recomendada em Ohio por um cara Que é um dos melhores professores a nível mundial. Então você vê, cara, o conhecimento tá disponível hoje.
A questão realmente é eh conseguir trazer isso pro seu dia a dia, né? e e dar e dar valor ou valorizar o seu conhecimento pro seu time, pro seu negócio crescer. Eu acho que o a experiência internacional me deu muita confiança de que nós aqui no estado somos muito bem preparado, temos um estado fantástico. O brasileiro, de uma Forma geral, tem capacidade de fazer, tem vontade de fazer e e não perde para ninguém assim, nesse sentido. Cara, você navegou em algumas em algumas temáticas que eu gosto muito, vou reforçar algumas delas assim, mas queria te
pedir para você até ir pensando um pouco algumas recomendações de livro, uma recomendação que você quiser fazer e tal, mas como que é importante esse, vou chamar como o Bruno chamou de mindset de crescimento, de você sair ali da zona de conforto, Buscar estudar. Eu também tenho uma rotina de estudo, cara, acordo 5 horas para ler eh livro pela manhã. Eu não tô conseguindo chegar nos 25 não, porque eu leio meio devagar, mas eu tô lendo uns 15 livros por ano e tal. Eh, então assim, como que isso muda o o o seu a sua
forma de enxergar o mundo, né? Outra coisa que eu sempre recomendo, cara, para para quando alguém vem conversar comigo é se envolva dentro do movimento de de formação de de líderes, né, de Jovens líderes. Eh, a gente, você citou, acho que talvez vou vou cometer o erro de esquecer alguém aqui, mas a gente tem o IBEF Academy, que tá fazendo um belíssimo trabalho, o Sindes Jovem também, tá? Eh, eh, sensacional o processo de formação, líderes do amanhã, do qual nós somos egresso, CDL Jovem e tantos outros que estão fazendo esse trabalho justamente de formar, né,
cada vez mais líderes aqui para dentro do nosso estado. E o estado que tem uma Vantagem competitiva de, cara, de ter uma institucionalidade muito boa, né, de ter há 20 anos uma estabilidade muito boa. Então, a gente num local eh eh propício para empreender, em que você tem infinitas oportunidades eh de se capacitar e se e sair da zona de conforto e que no fim do dia vai depender de você também tomar a atitude e e se jogar naquilo ali, né? Você falou do voluntário, né? De se envolver no voluntário. Eh, os os institutos de
Formação, na verdade, você eh entra por adesão, mas você se dedica a ele de forma voluntária, né? Então, eh, acho que a sua jornada é é brilhante nesse aspecto. É, acho que vale a pena até mesmo, eh, nesse ponto especificamente, né? O quanto mais você entrega, mais você recebe de volta, né? Só, exatamente, por ser voluntário. É o ponto que eu ia que eu ia comentar que é eh assim como você também teve as oportunidades, eu também tive a Oportunidade de ser voluntário no Líderes do Amanhã, por isso tive a oportunidade de ser convidado de
trabalhar no Espírito Santo em ação. Tive tive outra oportunidade de ir pro, eh para um intercâmbio também em função disso. Então, cara, é aquilo que aquilo que você entrega, né, via de regra, é o que você vai colher, né? Não tem muito mistério, mas vai depender sempre de você buscar o conhecimento, de você eh sair da da zona de conforto ali, de você Se dedicar aos projetos, ter muita organização também, eh, e se dedicar aos projetos, né? E aí, pegando o gancho, voltando à pergunta, eh você citou alguns eh alguns livros que você gosta de
ler, mas qual assim sobre a perspectiva eh tanto de gestão ou filosófica, né? Ou os dois, se você puder recomendar, que você recomendaria aí para quem tá nos escutando? Eu gosto um que foi muito bom para mim, porque ele ele quebrou várias assim, eh, eu Tinha eu tinha muita dificuldade de não de falar, mas de comunicar com as pessoas. Então, é uma, para mim é um, é uma referência do De Carneg, eh, como fazer amigos, influenciar pessoas. Eu acho que ele é um livraço eh na área de de interpessoal assim e inteligência emocional do do
DVE Golman. Acho que são dois que quem nunca leu faz sentido total de ler. Eh, duas biografias que eu gostei muito. Ah, a do Elon Musk, o cara tá 30 anos, recente, né, pelo Isaac Walton. a do Isaac Walton, ela o cara tá 30 anos na nossa frente, assim, é um negócio que é chega a ser assustador o o nível de de eh o quanto pensando à frente eles estão. E e uma que eu gostei muito foi a o livro da Cacau Show, a biografia do Alê, do Alê Costa. É, eu gostei muito porque é
muito simples. Ele faz um negócio que parece absurdamente complexo. O cara tem, pô, na época ele tava com mais de 1000 e poucas lojas no Brasil inteiro e toda cadeia de ponta a Ponta, né? Ver. E assim e e ele traz isso com uma simplicidade que você fala: "Caramba, é chocolate, né? Quase uma commodity". E aí o cara transformou o negócio realmente num num é eu gostei muito porque é uma leitura fácil, enfim, e tal. A última que eu li agora foi foi do Guilherme, do Guilherme Bestol também. Acho que para quem viveu essa essa
desbancarização eh sensacional. E livro de gestão, pela gestão assim de de eu Gosto muito do eu gostei muito do outlier porque eu acho que é um pouco do que você falou, né? A criatividade é uma uma junção de de de talentos ali do mal com Glad. Eh, eu eu gosto muito, gostei muito sempre de disso, porque eu acho que a gente às vezes repete muito as coisas, né? A já falava disso que a é grande loucura é fazer as mesmas coisas esperar resultado diferente. Então, se você tá ali todo dia só no seu negócio, o
tempo inteiro No seu negócio, cara, não vai olhar pro lado e vai ter uma solução. A solução ela tá em outro lugar que você não tá vendo. Então, eh, o Outlier traz muito isso, essa questão de de se dedicar a alguma coisa totalmente diferente do que você faz, que eu acho que o voluntário tem essa versatilidade de tirar do seu ambiente de negócio e colocar você num ambiente que é voltado para negócio, que é voltado para liderança, mas que você tá numa ótica totalmente diferente. Você Trocou os filtros, você tirou as amarras. Então, assim, eh,
eu acho que da Liveram grandes sacadas pros meus negócios e para mim enquanto indivíduo também. Então, boa, enfim, Outlier, eu acho que para quem nunca leu, tem um livro que a gente falou aqui de mindset que que também traz uma comparação e traz uma explicação para quem é mais eh precisa ler para crer, né, que a gente tem acho que o livro Mindset. Eh, eh, e acho que o último que eu gostei agora Muito eh, que Geração Dopamina, eu acho que a gente, esse tá na lista também, não é, esse esse é um livro que
traz mais um retrato, porque, né, eu tô com 38, eu já sou da geração antiga, vamos dizer assim, e já você já não é mais um jovem líder de informação. É, é isso aí. Agora a gente tá mais considente de conselho, ex ex-membro, já estamos jogado lá pro pro time do sênors. Quem Mas assim, e é legal porque a gente chega numa posição totalmente Desconfortável, né? A gente era liderança, a gente era referência, agora a gente senta numa cadeira novamente de aprendiz, isso não pode parar. Eh, mas geração dopamina, porque acho que a gente tem
se se conectado até em acesso. A gente tá vivendo uma velocidade às vezes, né, ninguém escuta mais áudio em 1 X. Certamente alguém vai est escutando esse podcast em 2x. Eh, enfim, a gente quer ver vídeo acelerado, a gente quer ver as coisas aceleradas e Isso traz muita eh volatilidade para as coisas. ter uma esuidade, é um trabalho do dia a dia, não dá para você acelerar sua empresa mais do que ela aguenta. Então assim, eh, acho que foi um livro que deu assim para mim uma, cara, beleza, vamos dar uma respirada, realmente tá assim,
mas o que que dá pra gente requacionar? Então, acho que são alguns livros aí recentes que recentes, alguns mais antigos que eu gosto. Cara, citou uns seis livros aí, Né? Você vê que quando o cara lê muito, você pergunta um, ele te devolve uns 10, né? Então, beleza. É. E eu e eu tô lendo um que eu não sou de fã desses livros do dia a dia, um que você lê um por dia, mas eu comecei a ler um pouco de filosofia, que eu acho que eu eu conheci uma obra e aí eu tô lendo
o Diário Históico. Eu tô lendo esse livro também. Eh, e é unzinho por dia e assim traz uma reflexão e e para mim tem feito sentido, mas é uma coisa mais filosófica e aí Talvez é uma discussão para para um outro cenário. Enfim, também quem quiser na rede social aí puxar a bola, só para deixar passar, porque eu acho que eu nunca vou ter a oportunidade de falar isso. Esse hoje de manhã eu tava lendo Platão, cara, e sobre o o banqueteonde eles, né, vão conversam sobre o amor. Eu falei: "Porra, cara, acho que nunca
vou ter a oportunidade de falar que eu tava ali no Platão demais. Cara, muito bacana, Eduardo, eh, esse Bate-papo, cara, a visão que você tem sobre o empreendedorismo. Acho que assim, pra gente eh fechar o o papo assim, queria entender sobre a sua perspectiva eh olhando para essa faceta multi empreendedora que você tem, o que que você vislumbra de longo prazo, como que você se enxerga aí daqui a 10 anos, né, dentro desses negócios, o que que você vê de oportunidades, enfim, como que você e julga que você vai est aí, como que você vislumbra
que você vai Estar nos próximos 10 anos. Beleza, Gabriel? Eh, eu tenho um desafio pessoal que foi até um dos pontos que eu me desfiz das escolas, né? A gente vendeu as escolas, vendeu não, brinco que a gente fez um stop loss nas escolas. A gente repassou a operação eh em 23. Eh, eu tenho um negócio da da minha família que a gente eh eu optei quando fui sair das escolas para tocar eh um projeto que a gente tem um um uma fazenda, né, dentro da da área urbana Aqui. Então é um projeto grande, é
um projeto de 20 anos que a gente vai fazendo uma incorporação. Então é um desafio que certamente eh meus tios, meu meu pai, ele já já tão nos 60, 70 e não vão estar tocando tanto. Então, a gente vai ter que estruturar uma estrutura realmente corporativa para tocar esse negócio. Então, os próximos dois anos, né, na verdade esse ano e o ano que vem eu vejo que vai tá nisso. Eh, negócio pequeno, tem um grande desafio que é a Gente dificilmente tem saída. Como é que você vende, né, uma hamburgueria que você opera. Então, a
gente pretende fortalecer as pessoas que estão ali para que elas queiram eh continuar e eventualmente tendo bonificações e participações pelo resultado para que elas entendam aquilo como um projeto de vida delas. Eh, e eu enxergo continuar fazendo o que eu sempre fiz de forma voluntária, talvez transformar isso num produto, porque é Um grande desafio que eu tenho para mim. Eu nunca vendi R$ 1 pela internet, tirando os eventos que a gente vende ingresso pela internet, mas a entrega é física, eu nunca monetizei R$ 1 pela internet. Então eu acho que quem não tá no digital
tá errado. Isso é uma, assim, para mim é uma grande verdade. Não tem mais desassociação entre offline e e e online. Então eu queria muito, né? Tô trabalhando para isso, tô estruturando um pequeno projeto. Eu me vejo nos Próximos aí, talvez não 10 anos, mas assim pelos próximos 5 anos. Eh, eu quero ajudar pequenos empresários, pessoas ali que estão entre 30 e 300.000 de faturamento, acelerar o negócio delas. Então, ou através de uma mentoria ou através de consultoria. Então, é um é um projeto que eu tenho para lançar, eh, trabalhar com um número pequeno ali
de cinco, sete empresas para quem sabe daqui a 10 anos aí, talvez, né, respondendo sua pergunta, eu quero Caminhar para eventualmente participar de conselhos de empresa, né? Eu acho que é um movimento que tá vindo pro Brasil, é um movimento que já tá muito mais avançado em países eh com estruturas empresariais mais sólidas e o Brasil tem melhorado muito suas estruturas empresariais. Então eu acho que já é uma realidade em São Paulo, empresas de nível eh empresas grandes, mas às vezes médias, né, já usando conselhos consultivos ou conselhos eh realmente de Administração, enfim. Então, se
eu conseguir acumular bagagem nesses 10 anos para estar fazendo parte de conselhos, né, eu quero dar mentorias acelerando eh pequenos e médios empresários para terem caminhos mais curtos ou menos eh eh atrituosos do que eu tive. eh, trazendo essa bagagem, esse essa documentação toda que a gente traz de franquia, essa questão de uma visão analítica aí de processo. Então o caminho seria essa. A jornada eu vou ter Um paralelo de continuar o que eu faço, né? né, fortalecendo as operações que existem, eh, o negócio da família ajudando a estruturação, porque é um negócio que é
não é meu, mas eu dentro do meu escopo familiar tem um uma bagagem de gestão, então ajudar a a transformar isso numa numa SA ou, enfim, numa numa empresa realmente que que numa SPR, enfim, no modelo jurídico que que funcione bem e trabalhar mentoria, consultoria para mim para mim eh poder Virar um um um representante em conselho ou um membro de conselho de empresas ali E a partir dos 45, acho que eu já vou ter tido alguma bagagem para poder somar de forma mais repetitiva ali com o dia a dia de alguma empresa. Acho que
é isso. Sensacional. Legal, cara. Muito bom. Obrigado aí por compartilhar com a gente sua jornada, né? Suas perspectivas também. Dá para perceber que você é um cara realmente muito curioso e que é voraz, né, em relação à aquisição De conhecimento. Então assim, cara, parabéns aí pela jornada. des muito sucesso. Que esse plano que você tem aí pros próximos 5, 10 anos aí realmente se consubstancie, que você consiga gerar cada vez mais impacto, não só paraos seus negócios, mas também para outros empreendedores que acho que tá está muito ligado com o seu propósito. Realmente muito obrigado,
cara. Obrigado pelo convite. Espero que vocês também tenham, quer dizer, vocês já estão Fazendo um belo trabalho que é levar conhecimento, né? multiplicar conhecimento para quem gosta de gestão, para quem tá com desafio de empreender e que esse ambiente continue crescendo, né? A gente tem visto o Espírito Santo baita destaque e, enfim, a nível nacional, a gente traga também mais empreendedores aqui e que vocês possam compartilhar mais conhecimento com a galera, porque tem sido muito legal. Eu eu sempre gosto de contribuir e para mim É um prazer estar aqui dividindo com vocês. Boa, reforçando. Parabéns
aí, sucesso na jornada, cara. Obrigado. Valeu, Gabriel. Obrigado, Bruno. Bom, e você que chegou até aqui, se você ainda não é inscrito no nosso canal, queria te convidar para fazer isso agora. Se você acredita que esse episódio pode fazer a diferença na vida de alguém, compartilha com ela também e deixa aqui, né, a sua avaliação, ativa as notificações. Se você tá escutando a gente pelo Spotify, Deixa aqui também cinco estrelas. Isso faz com que esse conteúdo chegue para cada vez mais pessoas e que, consequentemente, a gente possa aí melhorar o ambiente de negócios, de empreendedores,
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