Bora. Bom dia a todas e todos. Me me ouvem?
Bom dia. Bom dia. Olha, é o seguinte, ó.
Para vocês para vocês entenderem o caso principal, eu vou passar primeiro a audiência de custódia dela, tá? A audiência de custódia. Obrigado.
Boa tarde. Quer ver? Ó.
Obrigado. Calma aí. Tá.
Então, ainda pelo que eu vi aqui, não voltou ainda. São penal 1468. Então vou passar o interrogatório na ação penal 1475 senora Lucélia Maria Ferreira da Silveira.
Bom dia a todas e todos. Me ouvem? Esse aqui é o caso 1475.
Aqui achei 1475. Vamos lá. Aqui ó.
Ó. Só na obrigação até moral de me antecipar para fazer esse pedido. Claro.
Porque o estado de saúde dela, gente, é o seguinte. O que que acontece? Essa mulher aí, ela ela, eu passei ela uma vez aqui, mas eu não passei o o interrogatório dela, audiência de instrução, por ela foi presa e ela não aceitou, ela não aceitou o acordo de não persecução penal, tá?
Olha só, presta atenção no que vai acontecer com ela nessa audiência aqui. Presta atenção. Ela é muito delicado, mas é isso.
Prossiga, doutor. Desculpa interrompido. Não, eu vi aqui que foi hoje às eh perto de meio-dia, né?
1155 da manhã. Eh, eu tô, eu só não vi eh eu só não vi aqui as justificativas para o descumprimento. Se o senhor já puder complementar, fica mais, mais fácil, mais ágil pra procuradoria.
Doutor, mas eu eu fui conferir o processo hoje, elas estão pouco atrás. Aí me parece que no item de número seis lá, que já tá no sétimo, oitavo, aí nós peticionamos no prazo de 5 dias até no quarto dia. Eu juntei todos os atestados dela, os relatórios médicos e as justificativas que ela mesma redigiu também.
Tá um pouco para trás aí, tá? Deixa eu dar uma olhada aqui. Boa tarde, estão me ouvindo?
Boa tarde, Dr Andreia, tudo bem? Tudo bem, doutor? Eh, eh, eu vi que o senhor entrou agora aqui, eh, só para justificar, eu tinha eh comentado aqui com o Dr Grimoaldo eh da necessidade já de da documentação para para facilitar a documentação relativa à justificativa, tá, da do descumprimento para que a Procuradoriagal da República se manifeste de maneira mais rápida, tá?
Tá, tá, mas como ele disse, doutor, eh depois que vai ser disponibilizada a decisão, ele ele juntou e e tá tudo citado na decisão, mesmo mesmo mesmo com as justificativas apresentadas, o ministro relator resolveu. É o seguinte, gente. Essa moça aqui, eu vou mostrar depois a foto dela lá no onde onde ela estava lá nos prédios.
Dá para ver lá que ela tava lá perto e tal, mas ela teve muita sorte e parece que tomou um ano só de cadeia, tá? Tomou um ano só, só que ela já cumpriu, basicamente. Ficou presa, cumpriu.
Eh, o que que acontece aqui? Ela foi presa por descumprimento de cautelar. Ela nem deveria estar presa.
Se ela tivesse cumprido tudo direitinho, ia ficar solta. Só que ela descumpriu o cautelar. Então, presta atenção o que ela vai fazer.
Ver decretar a preventiva. Tá. Não, tá certo.
É porque eu só eu não tinha achado aqui esses documentos. Aham. No nos autos.
Não, eu vi aqui agora. É porque tem uma, pera aí, eu vi aqui que tem até uma tem uma manifestação da PGR posterior a isso, né? Eu tinha olhado só essa que foi pedindo o prosseguimento do o prosseguimento da da ação.
Tá, mas Dr Grimaldo, como o Dr André Alisson disse, então o senhor apresenta um requerimento mais completo. Então é, eu eu até tô, mas eu tenho excelência que a não tenha mais documentos para juntar, que nós juntamos todos naquela ocasião, tá? Tá, tá certo?
Então, tá. Então assim, eh, depois vai abrir vista e aí, eh, eh, a procuradoria, a procuradoria geral vai se manifestar, doutor. Tá bom.
Olhando de toda forma, excelência, com o perdão da intromissão, eu queria que o senhor me concedesse 2 minutos ao final do ato aí para manifestar. Mas, doutor, eu acho melhor o senhor fazer isso por escrito, porque eh é melhor que o eh eh só assim para para possibilitar análise do ministro relator. É melhor.
Mas se o senhor quiser, tudo bem, o senhor se manifesta aqui. Mas acho que melhor requerimento por escrito, tá bom? Sim, eu já peticionei hoje de manhã, tá?
Então vamos lá. Boa tarde, senhora Lucélia. Boa tarde.
Ah, eu só vou explicar pra senhora como funciona. Meu nome é André Tod. Eu sou juiz auxiliar do gabinete do ministro Alexandre de Eu só vou realizar essa audiência de custódia.
O que significa? Eu só analiso a prisão se foi regular ou não, sobre a decretação da prisão preventiva e sobre a ação penal da senhora, como eu disse pro pro Dr Grimoaldo, para ele apresentar requerimento por escrito que vai ser analisado pelo ministro relator. Então, vamos lá.
Eu vou dar início a esse essa audiência de custódia. Eu vou fazer algumas perguntas para saber a qualificação da senhora e sobre as circunstâncias da prisão. Senhora conversou reservadamente com o Dr Grimoaldo, senhora Lucélia?
Sim. Tá. Eu também aqui deixo claro que a senhora tem o direito de permanecer em silêncio.
É um direito constitucional assegurado à senhora. Vamos lá. Vou dar início às perguntas.
Qual que é o nome completo da senhora? Lucélia Maria Ferreira da Silveira. Data de nascimento, 11/02 de 1968.
Tá. O estado civil da senhora? Casada.
Qual que é o nome do cônjuge? Joaquim Paulo da Silveira. O atual endereço da senhora é Avenida do Pará, na rua B13.
Ra é. Eh, dois dias que foi feito lá no presídio, a transferência da tornaleira que eu mudei para esse local. Tá.
A senhora tem filhos? Sim. Quais as idades e com quem eles moram?
Eh, eu tenho uma de eh são casad, eu tenho três filhas, né? a mais velha casada, moro com esposo, tenho dois netos com, né, dessa filha, eh, do meio também casada, tenho dois netos, né, moro com o marido e, eh, a caçula também casada. Gente, tem alguém aqui na live, então eh a Josete Oliveira falou assim: "Víor, explica pro Alessandro Oliveira sobre a Ana Priscila, por favor.
Eh, eu só dou explicação para bolsonarista aqui que envia super chat de R$ 100. R$ 100, porque pobre e bolsonarista ao mesmo tempo, para mim não é gente, tá? Eh, se você for pobre, você sabe o lado que você tá, né?
Pra gente igualar esse país e a luta que a gente encampa. Agora, se o cara é pobre e bolsonarista, para mim nem é gente, eu não atendo. Então, para ele mostrar que ele não é pobre e bolsonarista, que pelo menos ele é rico, ele manda o super chat de 100.
Aí, vamos lá. Você tem dois filhos pequenos. Tá.
O grau de escolaridade da senhora? Eu tenho, sou um eh superior. Senhora trabalha?
Trabalho. E a senhora faz? Souedora, né?
Tá. Tá. A senhora tem alguma doença?
Toma medicamento de forma contínua? Tomo, tenho doença e tomo eh tô fazendo um tratamento agora que eu arrumei um problema no estômago, né, de muito tempo para cá e tomo, sou propensa da trombose, tomo charel, né, e tomo remédio para depressão também, tá? Qual, qual medicamento a senhora toma para depressão?
Ah, 10 balxina de 100. A senhora faz uso de alguma substância entorpescente? Não, só o medicamento.
Só disso, só eh é os discurso do Olavo de Carvalho e discurso do Bolsonaro é entorpescente, né? Não pode ser considerado. A senhora já respondeu por algum outro processo ou tem alguma condenação criminal?
Já cumpriu pena? Não. E a prisão, senhora sofreu algum abuso ou violência?
Olha, na lá, como diz a violência, a gente não tava acostumado com aquele com aquilo ali, né? Totalmente diferente, né? Da vida real da gente.
Tá. Mas nessa prisão agora, a senhora sofreu alguma violência? Não.
Não, não, não. Algum abuso? Não.
Tá, Dr André. Eh, sem perguntas, excelência. Eh, conforme a narrativa da própria custodiada, não houve qualquer mácula no cumprimento do mandado de prisão, razão pela qual o Ministério Público se manifesta pela sua homolocação.
Em relação à decisão, os aspectos formais e materiais da decisão que decretou a segregação cautelar, o Ministério Público vai se manifestar no momento oportuno, nos autos da. Tá bom. Obrigado, doutor Dr Grimoaldo.
Excelência, com o perdão da insistência, eu estou côncio de que a audiência tem como esculpa ferir a legalidade ou não do ato prisional. E costumo dizer também, excelência, que ao longo de vários anos advogando mais de 40, eu aprendi que em juízo não se pede clemência nem piedade, mas algumas circunstâncias de ordem óbvia e até de questões humanitárias é que eu me sinto no dever de reiterar, de insistir no pedido, porque entendo eu que esse ato prisional, a manutenção dela presa equivale de uma certa forma a pena de morte, porque o estado de saúde dela é grave e ela com certeza não tem condições emocionais de se segurar, se manter viva no estabelecimento prisional. É por essa razão que eu peço, excelência, não que você é advogada, eu sei que a dificuldade agora é enorme, muito embora já tenha requerido, inclusive por escrito, mas que pelo menos seja transformado em prisão domiciliar como forma de preservar a Prestem atenção, o advogado tá falando que ela não tem condição psicológica de ficar aí e que ela tá muito abalada, que ela tá com problema, que ela é uma pessoa frágil.
e tal, tal, tal. Prestem atenção agora. Prestem atenção nela agora.
OK. Vamos lá. Física e a própria vida da detenta.
É isso, excelência. Tá bom, doutor. Eu peço só que só uma palavrinha.
Eu preocupo comigo sim, mas o meu esposo, ele é esquizofrênico, ele depende de mim para dar um remédio para ele todos os dias. E então eu me preocupação com ele, porque ele é, se ele não tomar o medicamento um, dois dias, três dias, aí já ele já não responde por si ele tem problema mental, tá? E Dr Guemaldo, o senhor falou que tem um requerimento apresentado hoje de manhã, o senhor tá legando tudo isso?
Sim. Tá bom. É, então, então tá.
O pedido alternativo lá é a conversão em domiciliar, tá? Então, de acordo com a narrativa da senora Lucélia, não houve qualquer abuso ou violência no ato da prisão, então ela fica homologada. Então é isso, Dr Grimaldo e Dr André Alisson, eu vou eu eu vou eu vou vou pedir para tornar os autos conclusos e dar aí análise para análise dos requerimentos.
Oi. Senhor me permite aqui, Dr Grimaldo, eh, eu vi uma manifestação da da Procuradoriagal da República aqui agora, presta atenção, eh, acerca da recusa tácita quanto ao acordo de não persecução penal. Eh, eu gostaria de saber se o senhor eh conversou com com a com a cliente e se realmente foi é uma recusa tasta ou se nós que não recebemos o e-mail.
Caso haja interesse, não, não precisa responder agora. É só para caso haja interesse eh na celebração do gente é o seguinte, acordo de não persecução penal, o que que é isso? Se você comete um crime mais leve, tá?
Um crime mais leve, tem o acordo de não persecução penal, tá? Então você assume o crime, o crime já tá lá aprovado, você assume o crime e você sai ileso sem nada. É como se fosse uma chance para você de não responder absolutamente nada, tá?
E o Ministério Público falou: "Olha, se vocês quiserem o acordo de não persecução penal, tá aberto, porque o crime dela é um crime baixo, é um crime pequeno. Olha o que ela fez. Prestem atenção.
Vocês viram que ela tava chorando aqui, ó. Aqui ela tava chorando. Aí, ó.
Aqui já mudou. Aqui já mudou totalmente. Olha só.
interesse. Não, não precisa responder agora. É só para caso haja interesse eh na celebração do acordo, eh só entrar em contato com a Procuradoria Geral da República, tá?
Naquele meio que tem na decisão de agosto do ano passado, tá bom? Sim, eu tenho alguns em andamento. Jáuei dois e tem mais dois, três em andamento lá, doutor.
Eu vou ver com ela. É, é só porque aqui constou eh pra gente eh uma recusa tasta e e a gente sempre abre aqui em audiência a possibilidade de de haver essa celebração, tá? Olha ela falando: "Não, não, não é para aceitar, não quero.
" Ó lá, se liga, olha isso. Ela falando: "Não, não vou, não é para aceitar nada". Ó lá, ela mudou, ela tava toda tristinha, tal, tal, tal, mas o bolsonarismo falou mais alto.
Não, não quero acordo nenhum. Olá, sempre abre aqui em audiência a a Olha, gente, para quem não sabe, recusa tácita é tipo assim, é uma recusa que já aconteceu independente da vontade, porque não não houve manifestação, não houve nada, então tacitamente foi recusado, OK? Porque eles não entraram em contato, não pediram nada.
Mesmo assim, o procurador-geral da República, ele falou o quê? Olha, por mais que já tenha recusa tácita, eu tô dando mais uma chance para vocês entrarem com o pedido de acordo de não persecução penal, porque é melhor, né? Ninguém quer ficar preso, tá?
Olha o que que ela fez, ó. Ela mudou totalmente. Olha só.
Possibilidade de de haver essa celebração, tá? Muito obrigado, doutor. Então, tá.
Boa tarde a todos. Muito obrigado, viu? Agradeço.
Boa tarde. Tchau. Tchau.
Boa tarde. Mano, mano, o bagulho é pesado, cara. Eu não sei como, meu.
Que absurdo, cara. Vamos lá, então. Agora vamos pro pro pra audiência de instrução dela.
Então, agora eu vou pedir para incluir o Hermisson. Obrigado, viu? Bom dia.
Tchau. Tchau. Valeu.
Cadê? Obrigado. Obrigado.
Ver se eu vou dar início aqui. Vamos lá. Obrigado.
Obrigado. Deixa eu ver se aqui são Então, ainda pelo que eu vi aqui, não voltou ainda. São penal 148.
Então vou passar o interrogatório na ação penal 1475 da senora Lucélia Maria Ferreira da Silveira. Senhora Lucélia, bom dia. Bom dia.
Tá, eu vou dar início ao interrogatório da senhora. Esse interrogatório é composto de duas fases. A primeira fase, eu vou fazer perguntas sobre dados pessoais e qualificação da senhora.
A segunda parte, eu vou fazer perguntas sobre as acusações feitas na denúncia. Nessa segunda parte, se a senhora quiser, a senhora pode exercer o direito de permanecer em silêncio, que é assegurado pela Constituição e não pode ser usado contra a senhora se ele for exercido. A senhora conversou com seus advogados de forma reservada sobre o ato e sobre o processo?
Sim. Tá. Então vamos lá.
Eu vou dar início à primeira fase. Voltamos, queridos. Estamos de volta.
Vocês estão comigo? Estamos de volta. Vamos lá.
Estamos de volta, né? Então vamos seguir. Bora.
Tá. O último endereço da senhora eh, rua. Casada também.
Eu tenho dois netos e 8 anos, né? Casada. A a mais nova, eh, 32 anos, Bianca Ferreira da Silveira.
Tá. A senhora trabalha? Trabalho sim.
Que que a senhora faz? Eu sou comerciante. Tá.
E o grau de escolaridade da senhora? Eu sou tenho superior, sou assistente social. Tá.
Senhora tem alguma doença? Toma medicamento de forma contínua? Tomo sim.
Tenho saf, sou portadora de saf propista da trombótese, tá? Senhora faz uso de alguma substância entorpescente? Remédios só, né?
Remédios. Tá. A senhora além desse processo, já respondeu a outro processo crime, cumpriu pena ou foi condenada?
Não. Tá. Então eu vou passar a segunda fase.
A senhora teve acesso à denúncia? A senhora tem ciência das acusações que foram feitas contra a senhora nessa ação penal? Sim.
Senhora tem alguma coisa a dizer em sua defesa? Eu não entendo muito bem, né lá que que elas dizem, mas enfim, que atos antidemocráticos, né? E sei lá, antes tinha um punhado lá, tiraram um pouco, mas, né?
É três coisas. Associação criminosa, né? É um associação criminosa.
Que que é associação criminosa? Eu não associei a ninguém, a nada. Eu fui sozinha.
Ó, gente, ela foi sozinha, tá? Deixa eu mostrar aqui, ó. Ela fez tudo sozinha, tá?
Inclusive as fotos estão todas sozinha. Tá bom? Tá tudo aqui, ó.
O que teve eh o que foi descoberto no celular dela foi essa foto aqui, ela com essa amiga aqui tirando foto, tá? E também, ah, tem uma outra foto aqui, ó. ela aqui.
E tem uma outra foto aqui que ela tirou quando tava acontecendo a invasão. Eu acho que ela, essa foto aqui, eu não sei exatamente onde ela tá, mas como dá para ver esse prédio aqui atrás, me parece que essa parte aqui é a parte de trás do congresso. Aqui é onde tem a rua aqui atrás.
Eu não tenho certeza, tá? Mas tá aqui, ó. Tá aqui.
Ela tava, ela tava lá, né? E aqui a foto que ela tirou com o celular eh junto, né, lá na invasão, mas ela não entrou, não tem nenhuma foto dela dentro dos prédios, tá? Ó, tá escrito aqui, ó.
Eh, quer ver, ó, em seu em seu interrogatório aqui, ó. Vamos lá. É, acho que não tem mais nenhuma foto.
Vamos continuar assistindo ela e depois a gente tira mais alguma dúvida, tá? Eu posso eu posso eu posso fazer algumas perguntas pra senhora? Pode.
Tá. Por qual motivo a senhora foi à Brasília? Eu fui lá numa manifest numa É boa, Mari.
Eu falei, eu falei foto, mas não é foto, aquilo lá é vídeo, tá, gente? É vídeo gravado. Dis que tinha lá na manifestação.
Eu fui para para nessa caminhada que ia sair do Quij, uma caminhada pacífica, ia, né, caminhar. Eu fui revistada e tudo, né, por policiais. A minha mochila tinha o quê?
Quatro garrafinhas d'água, um um 1 kg de farofa de farinha temperada, um pacotinho de doce. né? Fui sozinha, eles olharam minha, né?
Para a gente que a gente ia ficar sentado ali, né? Todo mundo sentado por um, dois, às vezes até três dias pacificamente. De qual cidade que a senhora saiu?
Eu saí de Catalão. E como que a senhora ficou sabendo dessa viagem paraa Brasília? Não, eu eu sempre ouvia na televisão que tinha, eu ouvia, né, passar, né, às vezes no jornal o pessoal lá vi o pessoal, né, na chuva e falava: "Gente, o pessoal tá lutando por um Brasil melhor, né?
Eu preciso ajudar. Eu sou uma pessoa que preciso lutar pelo meu país também, né? Por um país melhor.
" Tá? Então, a senhora saiu de catalão e como que a senhora foi à Brasília, né? Eu peguei carona, eu fui lá duas vezes, sabe?
Peguei carona. Uma vez eu fui no meu carro sozinha, eu fui, sabe? Na outra vez eu peguei carona.
O pessoal, né? Um dia lá sentada lá do Pera aí, deixa eu, pera aí, deixa eu colocar de volta aqui. Saiu do lugar.
Esa um pouquinho arrumar ela de novo na tela aquiado assim o pessoal cantando hino e tal. Eh, aí falou: "Não, a gente vai voltar aqui na próxima semana". Eu falei: "Ah, né?
Se eu se der, se tiver vaga, eu eu venho novamente, né? É uma pessoa a mais, mas é uma pessoa a mais para poder, né, estar aqui. Ah, e a senhora se recorda das datas que a senhora foi à Brasília dessas duas vezes?
Foi no dia, foi no dia primeiro, né? No primeiro e no dia 8, gente, vai dizer que ela foi no dia primeiro e no dia 8 e ela não sabe do que se trata. Ela foi para uma manifestação pacífica.
Tá. A senhora chegou em qual dia em Brasília? Oito.
Oito. Oito. Tá.
E a senhora falou que foi de carona. Com quem que a senhora pegou essa carona? Carona eu peguei com um pessoal de Franca, sabe, né?
Carona. Pessoal de Franca. Isso.
E onde que a senhora conheceu esse pessoal? sentada lá de frente o QG. O QG de qual cidade?
De Brasília lá. Ah, não, mas a senhora falou que foi de Catalão a Brasília, não foi isso? Foi isso mesmo.
Então, e de Catalão a Brasília a senhora foi de carona? Isso que a senhora disse? Isso.
Isso. E com quem que a senhora pegou essa carona de catalão até Brasília? Uai, não me recordo o nome.
Um pessoal de Franca. Não me recordo o nome. E E onde que a senhora conheceu esse pessoal de Franca?
Na porta do QG de Brasília. Ah, entendi. Da primeira vez que a senhora foi, foi isso?
Isso. Entendi. Entendi.
A senhora pagou alguma coisa por essa viagem? Não. Não, nadia.
Tá. E a senhora já E a senhora se ninguém pagou nada é porque tinha financiador, né? Engraçado que o pessoal vai de graça e ninguém sabe quem tá bancando, né?
Quando a senhora foi à Brasília, a senhora já sabia onde iria ficar em Brasília? Não, eu levei uma, né? Eu não levei eu fui e para voltar à tarde.
Hã, eu fui para voltar no na tarde. Aham. 8 de manhã para voltar.
tarde. Mas e aí, o que e o que aconteceu? A senhora ficou até qual dia lá em Brasília?
Eu fiquei até dia 9 de manhã, porque eu cheguei de lá super cansada, sabe? de eu caminhando, nós caminhamos bem devagar, saímos em torno de 2 horas da tarde lá da do QG, aquela que o tanto de gente conversando de sabe pacificamente, sabe? devagarinho aquela multidão de gente, policiais do lado, fomos devagar, chegamos lá na devagar ali na porta do eh fica querida.
Ela fica, nossa amiga fica querida falou assim: "Tá achando que o juiz é otário? " Não, tipo assim, eh, ela acha que só ela falou, né? [risadas] Ela ela acha que ninguém viu pela TV o que aconteceu, né?
Tipo assim, é meio bizarro isso, né? O na rodoviária, descemos devagarinho, revistaram a gente tudo, sabe? Quando estamos ali naquele gramado, já tava aquela loucura que ele corre para lá, corre para cá.
E eu nunca tinha ido no negócio daquele. Fiquei por entender. E aquela fumação, aquele, né?
Mas assim, eu não vi nada. Eu não entrei em lugar nenhum. Eu não sabia que que tava acontecendo.
Ah, a senhora chegou em Brasília, a senhora foi para onde? Aí eu fiquei sentada na porta do queir, não fui para lugar nenhum, tá? Eu até tenho uma cunhada lá em Brasília dizer, se eu achasse que eu iria presa, eu poderia ir pra casa da minha cunhada.
Eu poderia ter ido embora, né? poderia ter embora, mas eu nunca imaginava que eu poderia ter ir pressa, porque eu não fiz nada, senhor. Eu não fiz nada.
Além além do QG, a senhora falou que família, sabe? Eduquei minhas filhas muito bem, sabe? E e eu jamais imaginaria que eu ia ser presa.
Eu sou uma pessoa que tem 40 anos de casada. Eu nunca desrespeitei ninguém, sabe? Eu não falei alto com ninguém lá, né?
Eh, quer dizer, eu corri para lá para cá, parecendo um uma barata tôm, pensando: "Meu Deus, o que que é isso aqui? " Não é para mim ir embora, sabe? Eu fui embora.
Para mim embora. Para mim, embora eu dava mais um ano. Eu dava mais um ano, sabe?
Depois não podia sair dali. Eu pensei: "Meu Deus, o que que tá acontecendo? " Entendeu?
Eu sou uma pessoa que jamais, né? Deixei de cumprir com minhas obrigações. Meu pai ensinou que é certo, é certo, o errado é errado.
Não faça o errado. Portanto, o senhor pode ver aí que eu não tenho testemunhas, porque eu não tinha nome de uma pessoa conhecido para falar. Fala que eu não fiz nada aqui, porque eu não fiz nada.
Eu não fiz nada de errado. Eu tô presa esse tempo todo, porque eu não tenho ninguém para falar assim. Fala para ele que eu não entrei em lugar nenhum, eu não quebrei nada.
Eu não entrei, gente. Ela falou: "Eu não quebrei nada. Eu não quebrei nada".
Ela escorregou. Passou perto, hein? Passou perto.
Quase, né? Quase. Ela quase se autoincriminou ali.
Eu não quebrei nada. Bom, se a senhora tá longe do Congresso, é óbvio que a senhora não quebrou nada, né? Agora, se falou: "Não quebrei nada", é porque provavelmente tava dentro dos prédios, mas não tem provas contra ela, né?
Vamos lá. Naquela primeira vez, desculpa interromper a senhora, mas naquela primeira vez que a senhora foi à Brasília, a senhora também ficou na frente do QG? Fiquei sentada lá junto com tinha senhoras, tinha pessoas assim que a gente via lá super educadas, pessoas.
A Sandra Falou assim: "Fomos nós chegamos, nós fomos". É lógico que é isso aí, com certeza, né, Sandra? Isso aí já mostra que ela não tava sozinha, porque ela fala tudo no plural.
Eles, eles, né? Sempre, né? Nós, nós, nós, nós, né?
Então ela mesmo se coloca, né, na turba, sabe que de boa índra ainda ali tinha pessoas educadas, pessoas de caráter, não era pessoas que a gente, né, não era pessoas que quebrou aquilo ali, não, senhor. Não era. Não dá pra gente acreditar que aquelas pessoas que estavam ali naquela porta do QG fizeram aquilo ali.
Não. Se você tivesse ido lá, Senhor, você não acharia que aquelas pessoas que estavam ali quebrou aquilo ali. E nesse acampamento tinha estrutura, tinha banheiro, a senhora dormiu alguma barraca?
A senhora levou barraca? Tinha alimentação? Tinha lá alimentação.
Sim, senhor. Eu, né, vi o pessoal comendo super educado. O pessoal faria, fez a fila ali, sabe?
Servia, né? A gente via passar na fila, a gente via que tinha local de carregar quem tinha precisava de carregar telefone, tinha, podia pôr lá. a gente via que os telefone tava lá pegando, então era lugar assim de respeito.
Então assim, não dá para acreditar que aquelas pessoas que ficaram ali, eu não vi o que aconteceu ali dentro daquele lugar, foi as pessoas que quebrou aqui, não foi, não dá para entender. E a senhora falou que do acampamento foi até um gramado. Gente, de novo ela falou de quebrar.
Olha lá. Não foi? Então assim, não dá para acreditar que aquelas pessoas que ficaram ali, eu não vi o que aconteceu ali dentro daquele lugar, foi as pessoas que quebrou aqui, não foi, não dá para entender.
E a senhora falou que acampamento foi até um gramado caminhando. É isso? Ali tem ali, olha o pesso, alguém pôs fogo num carro lá ou as pessoas eh ajudando a pagar, sabe?
Um pessoal de preto andando no meio ali quebrando. Gente, ela tava bem perto do prédio. Não deram para ela uma pena alta porque não tinha foto dela ali.
Acho que não tinha prova suficiente. Mas ela tá ela tá comentando que esteve lá, né? lá na frente quebrando as pessoas gritando.
Não, não, não faça isso, as pessoas tentando s, olha, tudo que ela tá falando, tudo que ela tá falando é que ela tava lá perto. Eu acho difícil ela, tipo assim, mas ela teve muita sorte correr para não fazer aquilo. Não foi o pessoal que fez o que tinha pessoas para poder fazer o que fez ali, senhor.
Tá, não dá para entender. Não dá. Eu sinceramente eu falo, eu estou presa, mas não concordo que foram pessoas de bem que fez aquilo ali.
Não foram. Além desses dois lugares, a senhora foi em algum outro em Brasília? Não, não fui lugar nenhum.
Nenhum. Nenhum. Tá no no acampamento.
Sabe me dizer o número de pessoas? A senhora sabe estimar? Tinha muita gente, senhor.
Tinha muita gente. Eu não sei quantidade de pessoas, mas tinha, olha, eh, tinha, eu por mim tinha umas 10. 000 1000 pessoas.
Porque olha, eh, era assim, ó, a gente tava lá naquele morro lá em cima, já tinha chegado lá muito tempo e tinha gente lá no no QG, era muita gente. Não sei falar pro senhor a quantidade. Havia faixas e banners no acampamento.
Faixas? Tinha, tinha, mas não sei falar pro senhor o que que tava escrito, porque eu não sou de prestar atenção, de ler esses treinos, sabe? Mas parece que tinha assim, como a senhora disse, a senhora conversou com outras pessoas, conversava.
A gente assim perguntava de onde você é. Eu acho que tinha gente do Brasil inteiro ali. E eles comentavam por que eles estavam lá.
comentaram, falava assim: "Olha, parece que a gente não tá acreditando que as coisas estão corretas no Brasil, não tão não tão muito certas, sabe? Andando corretamente. A gente vê as coisas assim, parece que não tão indo corretamente.
O que que não tá correto? O que não estava correto pra senhora no Brasil? Ah, parece que as coisas, né, tava tudo parei lá, nem sei, tava difícil as coisas e sa ela foi até Brasília, não sabe, n as propagandas não condizia com o que a gente via, né, umas propagandas pesadas, né, falando coisas às vezes difíceis da gente às vezes entender.
Caraca, mano. Falou, falou, falou, não falou nada. Tipo assim, aleatório, né?
Totalmente vazio o discurso, né? Né? Mas eu tá bom, Dr Leandro, alguma pergunta?
Tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá. Eu tenho silêncio. Obrigado pela palavra, Edit Vep, querida, muito obrigado pelo super sticker, querida Edit.
Eh, exelência, pela ordem, Dr Procurador. Como queridos, eu preciso antes, eh, eu preciso eh interromper rapidamente, só para só para lembrar vocês, tá bom? Que a gente tá no meio da nossa campanha, da nossa assessoria jurídica, tá?
Que eh eles é que nos protegem de processos aqui e a coisa mais importante que esse canal precisa, tá bom? Eh, são eles que me mantém de pé, eles que me mantém aqui na frente da tela do assédio judicial que eu sofro. Então, eu peço, por favor, tá bom?
Eu peço por favor que quem puder ajudar, ajuda nesse Pix aqui, tá bom, queridos? Ajudando nesse Pix aqui, você pode apontar a câmera do seu celular para cá ou você pode usar aquele telefone que tá ali do lado também. É o mesmo Pixel, é a mesma coisa, tá bom?
Então, por favor, quem puder, ah, quem puder, ajude o canal, tá bom? E também para para valorizar o trabalho que esse canal faz diariamente, tá bom, queridos? Conto com vocês.
Muito obrigado. Vamos lá. maior respeito a Vossa Excelência, o estado emocional dela não permite mais responder perguntas e eu pediria a ela que se mantivesse.
Gente, eu acho que o advogado percebeu que ela tava já em perigo de se incriminar. Olha lá, olha, presta atenção. Falando coisas às vezes difíceis da gente às vezes entender.
Então, né? Mas eu tá bom. Dr Leandro, alguma pergunta?
Eu tenho, excelência, obrigado pela palavra. Excelência, pela ordem, Dr Procurador, com maior respeito a Vossa Excelência, o estado emocional dela não permite mais responder perguntas e eu pediria a ela que se mantivesse em silêncio. Nem a defesa vai formular perguntas em respeito ao estado emocional dela.
Agradeço se Vossa Excelência dispensar. Ah, não. Vamos assim, eu sempre faço isso, doutor.
Tudo bem. Eu sei que o senhor é defesa técnica, mas ele faz a pergunta dela fala. Tudo bem?
OK. Se ela não quiser responder. Vamos lá.
Lu, ô Lucélia, a senhora quer responder minhas perguntas ou prefere não responder minhas perguntas? Olha, eu eu prefiro não responder porque eu não ando muito bem. Então tá bom.
Você tá tá bom. Então, Dr Grimoaldo e Dr Heitor, os senhores não vão fazer perguntas, não. Mas, excelência, eh, se me permite, ainda que eu conheça o posicionamento de Vossa Excelência da instrução dos caminhos que tem tomado, é, eh, nós estamos de um caso diante de um caso bem diferenciado.
Todos os demais que foram ouvidos, interrogados hoje estão soltos. A Lucélia, ela tem sérias comorbidades, como tal, comprovado no processo. No momento que eu ingressei com pedido de conversão da prisão dela, um pouco antes, inclusive nós comprovamos todos esses dissabores que ela tem passado.
E a despeito de tudo, ela foi presa residente em Catalão e levada para Horizona, que é uma cidade próxima de lá, fora do eixo da família, fora do eixo familiar. E somados a essas comorbidades, o estado emocional dela é visível, ela não está bem. Então, a despeito do momento, eu ainda insisto em requerer vossa excelência, considerando que as medidas cautelares têm como escopo garantir a instrução processual que está encerrada nesse momento, eu reitero o pedido de revogação das medidas cautelares e, alternativamente, caso não seja esse o entendimento, sua excelência, seja que seja retirada a tornoseleira eletrônica e em último caso, em o advogado falou seje não.
né? Eu acho que não, né? Pera aí, deixa eu ver aqui.
Escopo garantir a instrução processual que está encerrada nesse momento. Eu reitero o pedido de revogação das medidas cautelares e alternativamente, caso não seja esse o entendimento, excelência, caso não seje Não, não, não, eu tô, deixa eu escutar direito. Calma aí, pera, deixa eu ver se é isso mesmo.
cautelares tem como escopo garantir a instrução processual que está encerrada nesse momento. Eu reitero o pedido de revogação das medidas cautelares e ao não, o rei intero, eu acho que ele não falou, acho que ele falou reitero, eu acho, mas o SEG que alternativamente, caso não seja esse o entendimento, excelência, que seja retirada a tornozeleira eletrônica e em último caso, em respeito à saúde dela, o risco que ela corre lá no presídio, acabou de me relatar um número enorme de ratos que passei na cela durante a noite. Eu requeiro que seja convertida a prisão dela em domiciliar, tá?
E doutor? Isso vai tá, eu vou considerar no termo, mas por favor apresente esse requerimento de forma escrita. Eu não posso decidir isso, é só o ministro relator mesmo, por favor.
Então assim, dá esse requerimento o mais rápido possível nos autos, por favor. Sim, farei isso, excelência, e agradeço pela oportunidade de manifestar. Eu eu que eu que agradeço.
Eu só peço desculpas que eu não posso decidir mesmo. Eh, então, encerro o interrogatório na ação penal 1475. Saem as partes intimadas nos termos do artigo 402 do Código de Processo Penal para eventuais diligências.
Então é isso, doutor. Muito obrigado, senhora do Nós que agradecemos. Excelente.
Bom dia. Estão todos dispensados, Dr Heitor. Obrigado.
Dispensados. Obrigado. Bom dia.
Obrigado. Bom, gente, eh essa moça, ela teve muita, muita, muita sorte, porque apesar apesar da foto dela aqui, né, unida com as pessoas e ela ter dado aquelas gafes no depoimento dela, eh, ela pegou só isso aqui, ó. Tá?
Ela ela ela foi condenada por um crime bem menor. Olha lá, diante do exposto, julgo procedente ação penal para condenar a réo de reclusão. Então, tipo assim, foi só isso mesmo, tá?
Eh, provavelmente ela já deve est ela deve de estar solta já, porque a ela já cumpriu pena, já uma boa parte da pena, ela ficou presa bastante tempo, então provavelmente ela já deve estar solta. Eu acho que ela errou quando ela recusou o acordo de não persecução penal. Ah, então na minha humilde opinião, ela não deveria ter feito isso.
Ela agora ficou com uma condenação nas costas desnecessariamente. Era só ter aceitado o acordo. As provas estavam nos autos.
Ela só ia porque o seguinte, gente, o que vocês não podem confundir é o seguinte. No acordo de não persecução penal, eh, a sua a sua a sua confissão, ela não é uma confissão baseada só no que você falou. Ela é uma confissão meio que assim, olha, tá bom, eu desisto, eu sou culpado mesmo, as, né, não tenho mais o que lutar contra isso, as provas estão aí, tá?
Então, é baseado em provas, tá? Por mais que você confesse, porque ninguém pode ser preso por confessar um crime. Por exemplo, uma pessoa vai lá e fala assim: "Eu matei fulano de tal, mas não tem prova nenhuma que o cara matou".
Ele não vai ser preso, tá? É porque alguém pode às vezes assumir um crime para cobertar outro. Então, na verdade a confissão da pessoa na persecução penal é uma confissão é meio que simbólica, tá?
Eles já sabem, tá ali, é só para é só para diminuir tempo, tá? Para diminuir tempo, para desafogar a justiça, né? Então acontece isso.
Eh, a Ana Paula Vila Isabel, ela falou assim: "Tenho visto que todos têm depressão e trombose. Agora, para depredar e dar golpe tava todo mundo bem". É exatamente isso.
Infelizmente é exatamente isso. Eh, e o que acontece, gente? Ela ela pegou esse crime menor.
Ela teve muita sorte. Eu acho que ela deveria agradecer a Deus pela sorte que ela teve, porque poderia ter sido ali interpretado de uma outra forma, né?