Então bom dia estamos muito felizes eu e a Bianca ó falamos nela ela está entrando a Mariana Eh estamos muito felizes com a presença de vocês ã na qualificação de Mestrado da Bianca brochet agradecemos muitíssimo a presença da banca conversando pelo mais pelas pessoas mais distantes geograficamente professora Luciane ccaro Que é professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro nos cursos de eh graduação em dança a UFRJ tem três né três cursos de graduação e dança bacharelado licenciatura e um outro Bacharelado em teoria mais ou menos isso né Eh da dança EH é uma parceira
nossa é uma amiga uma artista né portoalegrense que Já faz alguns anos algumas décadas eu acho mais de uma década pelo menos né é professora na Universidade Federal do Rio de Janeiro à Professor Daniel Aires da Universidade Federal de Santa Maria do curso de bacharelado em dança uma pessoa um artista reconhecido e uma pessoa por quem eu tenho muito carinho né porque eu acompanhei a trajetória dele como orientadora desde a especialização então eu tenho hã muito a usar essa palavra muito orgulho assim né a tese do Daniel é uma referência né um trabalho Impecável e
uma referência eh no campo das artes Cênicas e das artes visuais e da dança e tecnologia né mas ele tem um amplo espectro de atuação e de pesquisa também que justificam ã a presença dele nessa banca né e Inclusive a segunda banca que a gente faz juntos porque agora ele está requisitados né E também assim já prometendo mas não sabendo que se eu vou se nós vamos vamos poder cumprir ou não mas a nossa ideia é pra banca final vocês dois estarem Presentes eh né pessoalmente aqui em Porto Alegre conosco né esse é o nosso
projeto se nós não conseguir realizar não não não sei mas também saibam que se vocês vierem Vocês também vão fazer alguma coisa dar alguma palestra fazer alguma oficina enfim interessar né interagir com ã os as pessoas enfim do nosso curso de pós-graduação e por fim né mas não menos importante mais próxima né mas também com distanciamento necessário professora Suzi Weber Professora do programa de pós-graduação em artes cênicas eh professora D Dad e todos vocês já sabem também né minha parceira de trabalho e de e de vida vou dizer assim de longa data né Mas isso
não não AC compromete em nada na banca porque ela é sempre também muito responsável né E muito rigorosa nas suas avaliaç ações então h o nosso protocolo né Ele é a Bianca tem até 30 minutos para apresentar o trabalho né aonde ela está até esse momento eh na Na na sua pesquisa e depois eh cada pessoa da banca come vamos começar pela para facilitar pela professora Luciane depois o Daniel e depois a a Suzi tem assim nós ninguém vai interromper ninguém a qualificação é o melhor momento do trabalho né então fiquem à vontade não se
preocupam Não se preocupem em falar correndo e né eu do meu ponto de vista se vocês não se importam é caro é claro nós temos amanhã inteira para esta qualificação né aí a Hora que terminarmos Claro até o meio-dia porque senão a gente vai passar vai ficar com fome mas fiquem muito à vontade também para para interagir com a Bianca né esse momento é um momento muito precioso para nós então já passo sem mais mais outras delongas a palavra para Bianca e enfim para conduz para nos apresentar seu trabalho ai já bati no microfone aí
bom dia gente primeiro obrigada por estarem aqui Fiquei muito feliz com com Essa banca que abrange todas as áreas que eu tenho interesse então ao tô bem curiosa para ver o que vocês vão me trazer assim tô bem empolgada Então vamos lá né ai eu vou pedir desculpa porque eu ainda tô meio doente eu tô p um gripão na sexta passada então talvez eu fique fungando a minha voz tá meio estranha então só isso assim e vou dar umas torcidas assim de vez em quando tá Então tá vamos lá vou tentar ser breve eu quando
eu falo sobre Assuntos que eu gosto eu tendo a ficar falando mas eu vou tentar assim me manter no tempo tá eh Então é isso fiz esse título em exesso Vou arriscar poética de um corpo heróico na polidense orientada pela Mônica h não sei se esse é o título de fato mas ele surgiu assim na minha mente no final de toda todo o meu texto Talvez ele faça sentido Talvez ele não faça muito sentido também vamos ver depois só Explicando Então tá eh então a introdução eh só para dar o objetivo geral assim da pesquisa
né investigar e compreender os processos de criações do polidense no meus no caso os meus processos né através da perspectiva do erotismo eu mudei um pouco do que tava no resumo do texto de que eu enviei para vocês conversando ontem com a Mônica depois eu já tinha visto um pouco essa frase original e já tinha ficado um Pouco estranhada com ela analisei melhor e passei para isso eh e aí a gente tem as duas as principais coisas que eu vou abordar nesse trabalho né são os processos de criação que depois aí vai ser vai se
realizar através da análise de duas performances minhas e metodologia autográfica e também uma outra coisa da metodologia que eu fiz um diário de Campo online onde eu vou colocando não só meus de ensaio né de sala de ensaio Mas também vou alimentando com referências e coisas que me inspiram depois eu vou explicar um pouco melhor na parte da desse processo de criação no slide tá E aí a segunda segundo vi assim do Trabalho São essas perspectivas sobre o erotismo Então como é que eu vou fazer isso vai ser através do levantamento e análise bibliográfica eh
da história do porque eu acho que é importante para falar sobre erótico à contextualizar o poli e da onde ele veio porque já tava ali né E também os conceitos de erótica e erotismo e aí eu vou entrar um pouquinho Nisse também depois vamos ler aí eu decidi fazer começar a contextualizando né o Pole para vocês eh já tem no texto mas também eh foi me dito assim ah Talvez venha a gente n de fora então é importante a gente explicar tudo desde o início Tentar ser breve aqui eh então contextualizando o polidense a história
do polidense aí de uma maneira bem rápida para vocês então polidense é uma dança erótica é criada e desenvolvida por mulheres eh a gente pode dizer que eram trabalhadoras sexuais Mas ainda tem questões sobre usar esse essa categoria no trabalho porque eu a categoria trabalho sexual dentro da sociologia ainda é uma coisa bem recente e bem discutida mesmo porque se você vai pegar Literatura sobre stripers sobre burlescas maior parte delas não se denomina trabalhadora sexual e tem uma disputa eh dentro desse Campo assim social né eh e aí eu fui fazer essa pesquisa mais historiográfica
né e eu achei registros e Relatos encontrados em feiras itinerantes nos Estados Unidos e os espaços que a gente chama de Clubes e hotéis clubes nos Estados Unidos né e hotéis no Canadá que ofereciam shows de Stripteas né em geral assim ã esses registros e esses relatos são basicamente em dois livros um da Beck Ross que é um trabalho eh feito em Vancouver no Canadá é um trabalho sociológico antropológico com burlescas no pós-guerra al nos anos 50 e ela pega bastante ela Explica toda essa transição do burlesco para strippers eh e a modificação do tipo
de trabalho modificação real do metier do strip chees dentro desse contexto né e nas Feias itinerantes dos Estados Unidos que era aquelas carnavais né feias de variedades e tal que tem todo um histórico lá com as feiras mundiais de eh Eh aí organizados pelo Norte Global né para apresentar lá suas grandes aventuras tecnológicas invenções e também apresentar todo o seu poder colonialista ã começou a ter essas feiras itinerantes nos Estados Unidos que misturava um pouco de parquinho circo eh e também Essas eh de inspiração nisso e também aí nessas feiras itinerantes tinha o lado adulto
da feira que não as crianças não chegavam eles diziam que era pros pais irem lá se divertir e nessas nesse nesse cantinho ali a gente tinha trabalho sexual né a gente tinha strippers a gente tinha dançarinas a gente tinha os os Girl shows alguém tá com o microfone aberto aí tá meio desconcentrando se poder fechar o microfone Obrigada desculpa à lu lu teu microfone aí Ai obrigada é que tava ouvindo Unos barulhinho assim não foi nada Agora abriu de novo Lu agora ele abriu aí deu pron foi Ai obrigada aí enfim é isso tinha esses
espaços Ali pras mulheres enfim elas trabalhavam tirando a roupa dançando né para esse público em geral masculino em geral não acredito que 100% masculino né que não era um espaço feminino né não era o espaço da fam da família tradicional americana Eh e aí o poli tem um relato ali né como tá escrito no trabalho que foi um primeiro uso assim da do Poli da Tenda ali que a mulher pegou e dançava ao redor daquilo bom depois vai pros strip clubs e os hotéis do Canadá que eles colocam eh esse aparelho essa coisa ali no
Meio do palco E aí as meninas começam a usar e meio que foi daí que veio nos anos 2000 a gente tem abertura Dos espaços de ensino de polidense pro público geral aqui é importante destacar que os primeiros espaços abertos para ensino de polidense eh do que a gente tem registro assim recente né porque a maioria dessas mulheres ainda estão aí vivas eh era er stripers né Elas trabalhavam na noite e elas resolveram empreender e abrir o seu espaço para ensinar essa atividade essa dança essa atividade física para todas as mulheres da sociedade aí a
gente tem Um movimento eh né de cultura geral assim onde tem o filme Stripes a gente tem um um acesso imagético ao que seria o polidense então isso isso é vendido né como uma dança que é uma atividade divertida e sensual para despertar a sua sensualidade pá pá pá eh os primeiros estúdios que a gente tem registro assim é um registro bem Hã né de país rico Então a gente tem registro da Austrália dos Estados Unidos Eh Canadá eh e Reino Unido mais ali em 2000 e 2003 2004 por aí eu acho é por aí
que começa a Abrir esses espaços e aí no Brasil né a gente tem o primeiro estúdio de Poli aberto em 2008 mas a gente em 2007 entre 2007 2008 a gente tem a novela das oito né chamada das caras onde aí personagem de de Flávia Alessandra era uma striper né E ela fez aulas com a Alexandra Valença que foi a professora dela e que ensinava Polidencia assim nas na escondida porque enfim não era uma coisa bem Vista ela não é striper a Alexandra ela não se coloca nesse lugar ela era instrutora de dança de salão
Mas ela vai ela vai viajar para Europa uma vez eu acho ela Conta essa história tá escrit também no trabalho e ela fica encantada e vai aprender com as stripers eh europeias e aí ela volta com essa com esse saber né e a grze abriu o estúdio dela em 2008 Ela é Formada em educação física Então ela já vem de outro lugar também e ela fez a formação dela na Argentina porque na Argentina começou tipo um ano antes dois anos antes tem uma mulher bem bem importante ali eu não lembro o nome dela agora meu
Deus tá eh Elisângela a Elisângela ela formou muita gente do Brasil ela viajava para cá para dar eh formações de polidence assim e ela começou um pouco antes isso Enfim então no Brasil é aí ó depois em 2008 adiante Né Aí eu trouxe umas fotinhas uma fotinha direto dos anos 80 né ali da menina de cabeça para baixo com sapatinho e a fotinho em preto e branco é dessas feiras de variedades é uma fotografia das Susan meiselas que ela tem um trabalho foto jornalístico e artístico nessas feiras de variedades é um são fotos maravilhosas assim
incríveis vale muito a pena dar uma olhada dar uma procurada E aí você vê que a menina já tá ali pegando né na Barra de pole que não era uma barra de pole mas né tava aí usando negócio e o cara ali do lado para anunciar ela aí gente de 2010 para cá eu falo de 2010 para cá porque eu comecei o polio em 2011 né Eh aqui em Porto Alegre em 2013 a gente teve o primeiro festival de Poli dence Gaúcho eu participei ou 2012 2013 eu acho eh o primeiro festival a gente não
tinha assim eu já aprendi Nesse contexto dos de estúdios né de Ensino de pole ali um dos primeiros do Brasil inclusive que foi o High Hills hã a gente não tinha onde dançar assim a gente ficava ali por acaso eu me apresentei no Cabaré Valentim em 2012 que é uma noite que era uma noite de cabaré organizada pelo circo híbrido aqui em Porto Alegre eu bem louca tinha menos de um ano de pole e me inscrevi para dançar porque é isso eu queria muito dançar pras pessoas eh então eu comecei ali Minha primeira apresentação depois
de 2013 eu fiz uma apresentação num evento da Gigi na casa dela que também era um evento de cabaré de circo assim ela também dava aula de Poli aqui em Porto Alegre então a gente já se conhecia por isso E aí em 2013 eh também rolou o primeiro festival Gaúcho que eu participei mas eh E aí a partir de 2015 eu comecei a organizar noites de apresentação num bar chamado vonti aqui Em Porto Alegre através do estúdio que eu dava aula que era o Reus né ã e também foi assim o primeiro espaço de bar
e de de desses bares mais assim gourmetizados meio que no Brasil que colocou a barra de polidense a gente tinha noites de Poli todo elas queriam botar toda semana não dava a gente fazia uma vez por mês e depois fui fazendo vários outros eventos tanto de Poli quanto de danças eróticos ali eh então a minha construção artística Dentro do Poli além de fazer a aula lá de 2011 né até 2015 2012 Eu já dava aula também então eu já tava assim informada em aprender e buscar muita referência na internet também de pessoas que me inspiravam
que não eram daqui ou que eram do Brasil mas estavam longe eh então em 2015 é onde eu começo assim minha trajetória artística como performer de pol dên assim porque era isso eu dançava todo mês de noite eh no bar e também participava dos Festivais e campeonatos quando eu crii fui fazer uns campeonatinho por aí aí Aqui eu só colei alguns festivais ali o primeiro esse aqui é o festival de pole de Porto Alegre né Gaúcho Depois tem o mineiro embaixo Rio poliest que tem Rio poliest São Paulo poliest o Sunday Band polidense é uma
noite livre atualmente que tá acontecendo todo mês no limonata organizado pela dinger ã e o polit Brasil que é um campeonato de polidense é uma Franquia Mundial Então esse campeonato tem no mundo inteiro em vários países diferentes eu queria só dar esse contexto porque esse foi o contexto que eu me inseri né não trabalhei como striper nem como prostituta mas estava inserida nesse outro lugar que é onde eu circulo até hoje e Enfim acho que é important a gente se posicionar nesse sentido também social né de onde tá ocupando onde essa arte tá ocupando esse
espaço os espaços Que tá ocupando no caso eh e aí vem pro processo criativo gente eu vou mostrar para vocês eu acho que não a Mônica depois me perguntou não mas colou o link dessa apresentação Eu acho que eu não Colei o link da apresentação no documento que é a reminiscência e eu dei todo esse contexto também porque eu apresentei ela no festival de pole lá em Brasília foi a primeira Edição do Festival de pole experimental Então é isso eu fui convidada especial Dessa edição E aí eu queria que a gente assistisse que vocês assistissem
e depois eu falo vou falar um pouco sobre o processo criativo dessa eh apresentação vamos ver se vai dar Bianca a gente vai assistir inteiro não pod assistir só um pedaço é porque já estamos em quase 20 minutos tá bom só o comecinho [Música] vai dar para prender é um trabalho Comprido tá Enfim vou pro po vou me arrastando depois vocês ol inteiro [Música] [Música] [Música] bom só para vocês terem então uma ideia do que que aconteceu aí Hã Então vamos passar pro processo criativo eh então o contexto foi essa apresentação do festival o meu
desejo era criar esse experimento cênico né e é uma narrativa baseada em Memórias e a minha relação com o que eu entendo por erótico então eu trouxe aqui o meu painel semântico também porque essa é uma das Ferramentas que eu uso para criar minhas cenas e minhas apresentações assim mais importantes que eu vou eu gosto de dar uma mergulhada aí no processo então eu vou lá pro Pinterest jogo assim umas vou catando referências imag éticas que podem formar coisas para meu corpo também e então Referências teóricas artísticas e memórias íntimas E aí aqui é um
pouco do de uma sala de ensaio e é um trecho de dio de Campo que eu vou ler rapidamente então sobre esse essa apresentação né pressão é a palavra que define essa pesquisa dois dias depois vi aqui trazer alguma reflexão desse momento fiquei tocada pelo da su vber sobre bailarinos contemporâneos do Canadá sobre o corpo não Virtuoso sobre Fazer o que o público o público ser testemunha da cena e não só observadores passivos como er o fato de estarem observando esse momento Olhares Sobre meu corpo me dá informação nesse experimento teve algo do olhar que
me chamou atenção de não querer olhar para fora durante fazer olhar para dentro no final sim encarar as testemunhas dessa narrativa de transformação ainda me pego pensando na simbologia da Barra como ocupar esse espaço do palco como incluir A outra Barra em cena fico preocupada com o canto que nada tem e não vai haver interação é necessário interagir por quê será que não é interessante aquele espaço como parte do universo mas sem ser meu corpo Quem sabe um corpo objeto cênico enquanto tentava escrever a postagem ontem sobre essa sessão de ensaio no caso né que
não deu certo e perdi tudo pensei no símbolo da Barra ela segue ela senda seess objeto inanimado que meu corpo interage algo Que acende Imaginei a bar com uma fresta com a fissura a fresta do que tento observar eu sou ela e também não a fissura Rem da Bat sobre o emedo Disc contínuo e contínuo onde habita o conhecimento erótico interessante que nesse dia me deu vontade de usar a voz é impossível é possível que venha mais vezes mas ainda me causa fortes Sensações vocalizando eh enfim creio que por causa dos M MDS da Infância
e pré-adolescência aí pressão desejo Reminiscência possui tocar empurrar puxar permanecer a longar de existir e aí eu só descrevo qual é a música Isso foi um pouco antes daquela apresentação e basicamente é isso que eu faço eu vou deixar aqui só para terminar de falar sobre o meu processo criativo gente eu tendo a eu tendo não né todo o meu trabalho é com improvisação eh então todo o meu Ensaio são eh sessões de improvisação que normalmente eu faço com A música ou com uma playlist inspirada nessa ideia que eu tenho magg ética sobre a cena
ã E aí eu gravo em geral eu tô eu sempre gravo às vezes eu vejo logo em seguida e já pesco algumas coisas que me chamaram a atenção do meu movimento da minha do meu corpo da de como eu tracei aquele momento de improvisação ou não eh e aí com o trabalho do mestrado eu comecei a fazer essas postagens no Instagram fechado Para justamente dar Uma refletida escrita porque eu normalmente fazia ao longo da minha carreira essa reflexão para mim assim na minha cabeça então era uma coisa muito Ah eu olhei pensei gosto disso gosto
daquilo ã a às vezes nem era tanto um processo tão consciente assim era mais inconsciente de olhar captar o que que eu curtia e quando eu fazia de novo outra sessão aquela mesma coisa que eu curtia reaparecia né E aí eu decidi trazer pra Palavra por causa do mestrado e eu acho que é isso assim tudo dá para ver que eu eu falo eu peguei essa postagem em geral porque falo do batal que era uma coisa que já tava na minha cabeça nessa época ã eu tinha lido também audre Lord perto desse momento o artigo
da SUS que a Mônica tinha me mandado também me deu esse estalo do tipo Ai isso é importante para essa para esse corpo erótico para essa pesquisa que eu faço sempre foi a coisa da Presença e da testemunha né do público não ser um público passivo mas de ter essa essa presença ali junto comigo né Não só eu estou ali mas o público também tá como até como parte da cena E isso tem a ver também com a questão de ser o poli eu acho e tem um pouco a ver com a história do Poli
também porque o papel da striper e da dançarina erótica é seduzir é engajar é ter essa troca Direta com o público né a gente não tá tão longe do público Eh tenho essa questão e ela sempre perpassou assim nas minhas criações também inclusive Prefiro muito dançar com o público perto de mim do que longe para mim dançar em palco italiano é uma desgraça não gosto eu não consigo ver ninguém eu gosto de ver as pessoas e a gente vai passar rapidamente pro quadro conceitual para eu não me estender muito tá gente como tem escrito e
Inclusive a Mônica pediu para eu só dar uma pincelada nisso Eh que eu trouxe assim quatro ideias três ideias na real H dos conceitos principais ali que eu tô usando vai ter mais conceitos acredito eh principalmente gênero e sexualidade que eu ainda não escrevi sobre mas vou ter que escrever acho que é importante mas o principal é erotismo erótica E aí eu fiquei encucada porque eu sou das Ciências Sociais e eu pensei tá bem legal né erotismo a gente partir de uma perspectiva filosófica que é onde ou da Literatura né da análise de discurso ali
Hã mas também queria trazer uma perspectiva social do que que é erótico porque não é uma coisa solta né E essa perspectiva filosófica não chega no no pensamento geral assim da né no senso comum eh então eu resolvi trazer essas duas perspectivas para a gente ter um quadro expansivo do que que é e foi bem legal porque isso me levou a outros lugares de análise né Eh Então na Perspectiva filosófica eu vou trabalhar basicamente com bat que é um Marco né o livro erotismo dele foi de 1957 e ali ele faz toda uma filosofia sobre
o erótico e sobre a experiência erótica eh que basicamente é uma experiência interna né ao ser humano e só ao ser humano ele diz que isso é o que divide eh o que separa a gente dos animais é a experiência erótica não é o que normalmente se acredita né que a gente tem de senso comum que é a Linguagem mesmo porque animais T linguagem mas ele diz que a experiência erótica que é essa experiência de transgressão aos limites de eh superação ali dos limites superação não né mas é da transgressão mesmo que o erótico não
é uma coisa limpinha bonitinha é violação de leis seja em termos sexuais espirituais ou sociais eh então ele também só não só ã coloca o erótico como uma experiência sexual mas ele o a experiência erótica ela Ultrapassa a questão sexual ela é essa coisa que é uma experiência de liberdade e de acesso ao sagrado e é algo que transcende a lógica e as restrições Racionais da vida cotidiana eh enfim resumindo é isso é uma experiência interna de transgressão ã de leis de todos os sentidos da vida humana em sociedade tá E aí isso pode se
dá em várias esferas eh e aí eu botei aqui aldre Lord porque existe uma eu vejo que existe uma conversa entre ela e o Bat Porque para ela também a experiência o né no ensaio dela os usos erótico ela também fala que o erótico é uma experiência interna e ela define uma experiência intrinsecamente feminina a experiência erótica eu acho isso interessantíssimo assim porque vem desse lugar de do Poder do feminino eh e ali nesse ensaio ela trabalha também com a visão de de raça e classe né que é faz parte do trabalho dela então eu
acho que ela traz e traz Uma perspectiva feminista um pouco mais não não sei se feminista mas feminina sobre a experiência e sobre o conhecimento erótico ela usa essa esse termo né o conhecimento erótico eh já com uma crítica social né assim maior do que o batai no texto eu falo do B shan também que ele faz uma crítico social ele também US bat eh mas eu resolvi não trazer aqui apesar de ser um trabalho bem legal E aí sobre a perspectiva Sociológica Hã eu fui pro Jorge Leite Júnior que é um antropólogo brasileiro e
ele trabalha com pornografia bizarra né a por porografia que vai além do que é aceitável da pornografia comum e nesse livro dele é um livro bem interessante ele traz essa ele fala sobre essa dicotomia entre o erótico e o pornográfico eh porque por quê Porque por exemplo na Audre Lord ela faz uma diferenciação da pornografia e do erótico por exemplo no B churan também o batanha não e eu fiquei Tá mas o erótico também é pornográfico tipo assim já tinha essa visão E aí trouxe o Jorge Leite Júnior para dar uma dar essa informação pra
gente né e enfim eu vou ler uma uma um trechinho do do do livro dele que fala sobre essa distinção né Eh então aspas ensinou nessa distinção Entre erótico pornográfico uma tentativa de separação precisa não apenas entre o universo Imaginário da natureza eh apetites do corpos excrementos PES violentas órgãos e liberdade Total demonstrações explícitas que seria pornografia e o da cultura desejos direcionados predominância das mentes educadas e corpos treinados erotismo mas também uma diferenciação qualitativa entre grupos estabelecidos e outsiders de hábitos e atitudes para com E suas representações e os primeiros deleitam no erotismo enquanto
segundos chafurdar essa questão sociológica mesmo de que existe uma distinção qualitativa e de classe entre o que que a gente entende como arte erótica por exemplo e o que que a gente entende como pornografia e como isso vai mudando ao longo do tempo né dependendo da do tempo que a gente tá vivendo e dependendo até do grupo social que a gente tá ido por exemplo eu vejo essa dicotomia dentro do Mundo do polidense inclusive Então essa eu acho que é interessante de falar também ã E aí sobre obscenidade e excesso o Jorge Leite Júnior fala
de obscenidade eh porque é isso ele não vai trabalhar com o conceito de pornografia e de erótico porque para ele é a mesma coisa e não é sobre isso a produção de imagens sexuais né para ele a gente tá lidando com eh esse fator da obscenidade e o que que É obsceno e o que que não é obsceno dependendo ali da onde a gente tá né De que grupo de que tempo que a gente tá vivendo e mesmo dentro da pornografia ou da arte erótica Tem coisas que são consideradas obscenas que não que vão ser
censuradas ou que são vista como isso é demais eh e tem coisas que são mais aceitáveis né Eh Então temos aí esse conceito de obscenidade eh para trabalhar um pouco essa questão da arte sexual né E erótica E o excesso ele também aparece no Bat se eu não me engano tá eh essa parte de exesso mas eu vim para linda Williams porque nesse processo de pesquisar também sobre pornografia acabei chegando em outros autores e outras ideias também entendendo que não havia diferenciação entre erótico pornográfico para mim Eh eu achei que é interessante fazer esse mergulho
ali na na parte da pornografia também e a linda Williams é uma pesquisadora do cinema na Real e trabalha com pornografia e ela em 91 fez esse artigo que fala sobre o os gêneros do corpo no cinema que são para ela o horror a pornografia e o melodrama eh e todos esses gêneros cinematográficos comuns né se caracterizam pelo excesso corporal gratuito de violência sexo ou emoções e eu achei muito interessante porque parte da minha referência artística também é o horror né além da pornografia eh e o melodrama que tá aí e todos esses E esse
corpo com excesso né para ela ela entende que é sempre o corpo feminino né É sempre o corpo de uma mulher ou um corpo que performa feminilidade é sempre ele que vai sofrer eh a dor que vai receber o sexo ou que vai chorar enlouquecidamente na tela e que o esses gêneros eles eles T um feito eles são feitos e eles têm um efeito no espectador de ser afetado por esses sentimentos essas sensações eles são feitos com excesso justamente Porque nos afeta né É para causar alguma sensação física na gente então ela entra nesse nessa
coisa eh e aí as considerações finais eu vou ser breve você aqui dançar o erotismo através do polidense é uma faca de dois gums por quê Porque a gente pode acessar o que que é socialmente estabelecido como sensual um corpo o que que esse corpo que é visto né como sensual não fica Aqui aqui e e a gente também pode mergulhar nessa na questão pessoal né na questão do erótico eh no de nós mesmos nessa experiência erótica interna tudo bom gatinha gata Resolveu entrar na conversa e então eu digo que é uma faca de dois
gumes por a gente principalmente o que eu tento fazer e o que eu percebo que eu faço é brincar entre essas visões assim eh tanto que nessa Hã nesse processo artístico que eu mostrei para vocês eu não tô socialmente eu não tô eh vestindo signos de sensualidade eu tô justamente o contrário Então eu vou por um erótico que tem a ver com Eh o meu entendimento pessoal individual eh e teórico eh mas depois no na segunda performance eu vou para esse lugar do de uma coisa mais performática do do feminino e da sensualidade e o
poli tem essa eu acho que tem essa possibilidade De da gente poder brincar com essas duas facetas assim e também nos colocar com esse corpo e aí já vem para essa outra parte e que a gente tem esse corpo que encarna o excesso né em suas diversas facetas por quê Porque é um corpo feminino ou é um corpo que performa feminilidade muitas vezes vezes muitas vezes na 99% das vezes né mesmo que sejam homens Sis praticando eh em geral quando vai dançar performa a feminilidade de alguma forma como a Gente entende o que que é
feminino e e o corpo feminino ele é um corpo que é disruptivo né na sociedade que a gente vive ele é um corpo que é transgressivo simplesmente por ser compreendido como feminino então ele é esse corpo do excesso e aí a gente já entra também numa parte de tipo é o excesso de pele é o excesso de mostrar muito porque a gente não tem o tias como o burlesco tem eh muit assim pelo menos em geral ã a gente já chega meio pelada entendeu Se vai ficar pelado vai ficar mais pelado ainda sabe eh a
gente já chega de biquíni ã eh o corpo já tá amostra a gente já tá pegando no objeto fálico eh Então já tem já é carregado esse lugar do trabalho sexual querendo ou não querendo você fazer algo C sense muitas vezes vai chegar nesse lugar vai ter esse lugar do eh do corpo feminino do corpo de excesso né e do erótico também do trabalho com a Dança erótica Eh claro que isso dentro do meu meio a gente tem realmente Vertentes que trabalham mais a arte cência por exemplo E aí vai para outras poéticas no caso
né como eu tô falando da poética do erotismo que é isso que eu tô trazendo e eu acho que é isso gente então a gente eu defino assim o corpo erótico como um corpo transgressivo eh em geral feminino ou que performa essa feminilidade né e é um corpo presente que para mim é essencial eh porque eu Trabalho com improvisação sempre E aí eu preciso estar presente em conexão com o público acho que é isso ó Obrigada sim é isso já passamos extrapolamos o tempo desculpa eu falei que eu fico empolgada porque eu falando é Tá
bom eu não quis te interromper enfim vamos lá vamos vocês querem fazer assim banheirinha alguma coisa ou vamos pelo menos para a primeira arguição tá bem Lu estamos bem tá então tá estamos bem então a gente Passa de imediato a palavra pra Lu agradece a Bianca ela tá bem apropriada do do trabalho dela e empolgada Isso é bom né então já passo direto a palavra paraa professora Luciane ccaro muito obrigada estão me ouvindo bem eu não quero gritar nem nada porque agora começou um barulho aqui na rua de furar bom Freud explica Mas gostei muito
do trabalho queria agradecer em primeiro né A Mônica pelo convite Bianca te conhecer né pessoalmente Aqui e agradecer também a ao ppg né pelo convite eu me sinto em casa tão me ouvindo bem eu me sinto em casa muito feliz porque realmente eu tô por primeira vez Bianca eu tô orientando um PCC de uma moça né que vai fazer sobre o poens que ela é profe e também é criadora como você coreógrafo enfim né com forma e ela também vai trabalhar com autoetnografia e eu achei tão interessante que os trabalhos são Totalmente distintos Então aprendi
muito eu queria compartilhar é porque normalmente eu faço um parecer mas eu queria compartilhar a tela me amor porque eu fiz vários balõezinhos Com erros já disse para vocês que eu digitei R São sugestões né com você também Bianca é das sociais né Acho que alguns tempos algumas questões e também eu mandei pra Momô eh pra Mônica né em pelo WhatsApp um pequeno artigo que eu já estudei Eu já fui habituei de sites Pornográficos quando eu era jovem em Porto Alegre né eu era ficcionada pornografia por exemplo mas pornografia hetro normativa hetro né duas mulheres
com homem normalmente essa coisa assim que é só um homem e duas mulheres e homem essa coisa né então Eh e eu escrevi um pequeno texto numa revista e aí como a revista foi censurada eu eu mandei fotos e eu gostaria que você lesse porque eu vou comentar um pouquinho sobre sobre essa questão da da Pornografia mas assim trabalho é ótimo como é que eu faço para eh eu já te autorizei te tornei apresentadora eu acho que agora tu tem um ícone ali tem uma telinha eu acho tem aí aí eu tenho que só achar
ó no meu eu vou abrir o meu eu acho que vai dar tudo certo vocês me desculpem porque nem todos os eu posso trocar Lu eu posso compartilhar também se tu quiseres tu quer que eu compartilhe o Teu Tenta aí se não de compartilh Ah eu gostaria eu gostaria Porque daí a gente vai passando pros balõezinhos eu vou falando não preciso ler todos mas como eu fui sublinhando Se você não se importar Tá eu vou compartilhar o teu parecer que tu me que tu mandaste ontem é isso que tu quer que eu compartilhe é isso
muito obrigada E aí você vai subir eu vou subindo a gente vai trabalhando juntas perfeito espa aí exato Pode só de repente para aparecer os balõezinhos Então Bianca primeiraa coisa que eu eu ia dizer eu gostei muito das das referências Eu agora não me ocorre assim uma referência mais mas eu vou pegar mais assim o teu pé pegar mais o teu pé acho lindo o poli e tudo Acho que eh em termos você pode ir passando não posso Pera aí só um pouquinho mas tem que aparecer os balõezinhos tá não só um pouquinho pera aí
agora que eu vou passar é pera aí deixa eu ver algumas questões Eh que eu acho eh vendo a só eu preciso saber acho que a tela toda do teu comp balin vai aparecer Pera aí só um pouquinho só só um momento deixa eu limpar tudo então para ficar só o senão eu posso tentar também não não não vai dar pera aí só um pouquinho tá agora de novoa aí ai eu nunca sei exato examente tá aparecendo tudo too Tá pera aí como é que Mônica tu pode bem a esquerda naquele nos layouts E aí
tu tu escolhe a Modo apresentação bem à esquerda embaixo embaixo das nossas fot no canto esquerdo nossa deu vade de fumar o cigarro agora eu também eu já a TR Ai que bom que ninguém mais ah eu não tô conseguindo a polid fumante eu sepre f consind PR um pouco de saúde um pouco de drogas não mas é uma questão da configuração tá porque como é que eu faço para configur o documento Específico C Deixa eu ver se eu consigo aí tentar abrir aqui ah ver não vou fazer se não der eu vou então fazer
o seguinte falando eu não quero tamb estressar a bo eu vou abrindo o meu computador mesmo que vocês não eu posso ir falando as páginas né vai falando vai falando que depois eu vou L eu vou tentando quem sabe tu vai falando e eu vou tentando pera aí não eu eu só falo lendo o documento eu sou Assim obsessiva Pera aí eu vou abrir aqui no meu mesmo que começando porque s porque assim ó ean eu vou indo e vou falando as páginas né ali porque vocês vão ter acesso depois né com os meus balõezinhos
eu não vou comentar eu posso mandar pra Bianca agora também uma das coisas Ah manda para ela faz favor é que dela pode abrindo dela e ficar me acompanhando também isso eu vou ter que Talvez não vá ver vocês mas tudo bem n você não então eu começo eh isso eu V vou falar mais as questões que me pegam por exemplo eu acho os nomes dados olha só é aqui é para ajudar né repensar na minha opinião os nomes Talvez os nomes que você escolhe para algumas né algumas sessões talvez ainda vai ser Revisado como
título né mas isso eu não não tenho nenhuma sugestão eu gostei porque eu conheci né um conheci você através da leitura né dos teus enfim 10 anos de artista intérprete criadora eu acho muito interessante você eh usa esse termo artista interprete criadora bem no início Acho complicado acho que tem que ter algumas escolhas viu Eh Bianca Momô sobre os termos por exemplo você usa muito performances de polidence mas no teu trabalho eu não chego a ver eh se Performance tá relacionado a estudos da performance por exemplo né da onde você traça esse esse termo e
aí a pergunta é uma pergunta para você pra tua orientadora para Momô Será que seria mais eficaz pro campo da dança você que é das sociais né Essa coisa do dos Campos né então no campo da dança usar dança invés de performance da mesma forma eu te eu te é uma conversa né Eh eu fiquei pensando a mesma coisa em relação você parte da Improvisação Eu também por exemplo minha salomena eu vou falar da minha salomena não tem como não falar eu também parto da improvisação mas eu chego alguma célula ou como a gente quiser
chamar coreografia Então isso é uma das perguntas também precisa responder agora né mas para vocês pensarem eh Em que momento também essa improvisação etc eu gostaria de ver esse vídeo que você não botou o link para depois até contribuir sobre isso chega a ter uma forma porque Eu vejo assim se você começa a usar performance para polidense essa é a minha opinião e pode o outro pessoal da banca não gostar disso e vocês é que vão decidir se você começa a usar muito performance você vai ter que entrar de repente em alguns autores da performance
me parece que isso não é a jogada você usar improvisação é maravilhoso mas a gente chega numa coreografia isso é o interesse que eu tenho em função da dança porque eu vejo que muitas vezes a Gente tem um pudor de falar em coreografia Mas será que como parte de uma auto etnografia como você vai destacar muito bem Os Diários de Campo já mostrou ali já a o teu texto é muito bom eu achei né Ele é recheado ele é muito permeado das tuas descrições né e das tuas falas mesmo compostas com a dança com que
você fala então são esses dois teros por performance e porque não chegar no Tempo coreografia ou vamos lutar contra Isso E aí também falar só de improvisação vai eu sei que é só qualificação é improvisação então ela vai ter que ter mais eh a tua a tua metodologia teu percurso né Eu acho que isso que é é o ganho de de tá fazendo o o o uma dissertação na dança vamos lá paraa página ah eu tô na página agora oito eu entendo Ó nessa jornada julgamos que haveria outro caminho eu não sei pautar esse projeto
algumas metodologias de pesquisa qualitativa autoetnografia Aí você coloca a etnografia Talvez seja um errinho você cita Dantas só para corrigir ali mas isso vocês vão ver depois eu adoro a ideia de autoetnografia porque eu trabalho com autoetnografia ali ó eh na mesma página oito tem pesquisador artista intérprete e a na outra tá artista criador acho que pode botar criador pesquisador artista em Eu acho que um trabalho como o teu ele é assim ele traz muita eh novidade né pro campo da polidense porque acho Que tem poucos trabalhos mesmo eu sei porque eu tô orientando ali
o TCC aprendi muito mas eu acho que se você assume o o o teu local de fala como a etnográfico pesquisadora criadora artista intérprete da dança po Dan eu acho que e você pode se autorizar mais a não é que seja criar categorias é jogar arriscar mais isso que você tá no título tem que arriscar achei pouco risco porque é o início Mas o que eu estou entendendo que é o que eu tô Entendendo que você tá propondo é arriscar isso olha só o Bat fala isso t tá fala isso O leite tá Tá mas
o teu íntimo né então nós vamos chegar lá eu tô passando um pouquinho que você vai ter esse arquivo eh ah o conceito de erotismo erótico o corpo erótico entendo que você traz os autores mas o mais interessante eu vi que você leu Eu quero ler também esse texto da SUS tá me passem depois no out Porque Pelo que eu entendi o texto da Suzi Traz essa Questão da da recepção do expectador se testemunha né E então sem ter lido a SUS eu pensei o seguinte uma chado lá que você pede pra gente te ajudar
aqui né você conversa o teu texto é muito bom porque ele conversa com a gente que é tua banca leitora né então eu gostei muito porque você pede pra gente algumas dicas de autores Mas algumas eh bom como talvez brincar mais com essa metodologia autoetnografia é só um caminho mas dentro disso né além do Diário aí me deu uma ideia para eu não esquecer que é Dent disso que você apontou do do texto da SUS Por que não trabalhar com representações sociais né porque não trabalhar com o que falam né sobre não o poid sobre
você nascer na poid sobre você na sua improvisação né então talvez usar mesmo você já disse nos contou e repetiu na arguição aliás muito boa que você gosta de perto íntimo se abr tá né o público perto de sentir aquela respiração aquela Né então o que acontece por que não fazer desse teu dessa tua audiência público plateia ou voer né você fala que nós vamos ser Terus observadores no texto mas é tudo voer né eu eu adoro esse texto porque quando eu escrev sobre pornografia mesmo online eu me sentia olhando pelo buraquinho né mas não
é um observador qualquer né É É alguém que que já vai com esse olhar então eu vejo que essa noção de erotismo erótico corpo erótico ele é construído socialmente ele Muda de acordo né e eu acho que você poderia usar essa categoria né que vem lá Dek do moscovich e tal que é das representações sociais né que tá no discurso e na prática o que diz a tua plateia depois será que você tem alguma metodologia logicamente algum eh você e a Mônica pensar talvez em eh como obter essas informações será que é filmar as reações
da plateia também uh eh com Claro pedindo licença imagina Aica do comitê de ética será que é eh pedir para Eles escreverem uma escrita livre depois de tiver será que é fazer o que eu sugiro aqui também grupos focais aí com quem faz porque eu acho que você tem para mim é uma autoetnografia ela parte principalmente da tua voz mas a tua voz ela é Ela é transpassada por tudo que você viveu né me lembrou muito a salé desde pequeninha lá que você viu a novela né a Salomé também eu vi a Salomé com 7
anos na rede Globa numa novela no filme né você viu na novela Então tudo tud tudo isso que transpassa você entra na autoetnografia então acho que você pode ir comentando ao longo do trabalho e enxertando essas formas digamos esses recursos metodológicos de ver outras vozes Então vai ter a tua voz mas vai ter a voz da você escolheu duas ou talvez mais uma improvisação sua ou coreografia ou né criação sua pegar essa audiência que tá né ou Fazer uma vez para uma duas vezes a mesma para públicos e locais diferentes criar é dentro já da
tua profissão né Eh enfim eu vi que você tem mesmo uma profissão de reconhecimento em festivais mas talvez utilizar esse esse essa parte tua artística para o acadêmico mesmo né para o teu trabalho da dissertação Olha o negócio é o seguinte agora tem outras formas Então eu só joguei isso para isso tá de alguma forma no trabalho né Para que você pensem porque eu acho que é Muito importante eh a única coisa que faltou para mim foi porque uma coisa é como você vai fazer a metodologia outra coisa é a análise a representação social né
do do mcti que vem lá é uma ferramenta de análise depois para você ver os discursos as práticas para você moldar Então acho que falta essa parte talvez de você não tentar responder a partir você traz os autores bioti Vá a questão do feminino eu vou chegar aí também porque eu acho que tem feminino Feminilidade rará fazer uma escolha né porque que usa feminino ou é feminista é feminilidade ou vai usar eh acho que tem algumas outras coisas que ai não vou ler aqui mas que Eu aponto no trabalho muito interessante acho muito interessante só
que aqui tá somente julgado não não tem que pegar cada uma dessas palavras por que que é uma arte massiva Por que que curiosidade que causa o que que meest então tudo isso Ó A curiosidade o sensorial a noção de vulgar a noção de laiva você tem metodologicamente e essa vai ser a grande riqueza da tua dissertação pensar em como capturar isso nos espectadores como capturar isso nas falas dos teus pares das pessoas das mulheres né que trabalham contigo que dançam contigo que já dançaram que participam de festivais fazer essas escolhas talvez em grupo focais
com quem é do campo porque aí você vai ter as Representações e isso tudo vai ser agora recheado com carne e osso né Como diz a Mônica dar carne a memória agora vai dar carne a tudo que tu tá pensando aqui né a forma da escrita né é maravilhosa eu acho que também foi muito bom que você trouxe tantas possibilidades do que é o Poli poliport polifit e sempre te colocando como não é bem isso mas aí eu te pergunto quando você traz Mas pensa bem do popor ou poitras me desculpa Olha eu fumante me
Faltou Bianca quando você traz que é o o burlesco eu aprendi muito o polifit o polp o do Stripes esse que é o mais né Eh comum e parece que eu já vi mais mais comum para mim né mais Óbvio parece ali americanizado estereotipado mas para você não se relacionar com os estereótipos é bom passar essa camada e você vai saber fazer porque as das sociais é também todo mundo eh realmente que você consiga sabe o Quê quais porque interessa pra dança você tá na dança interessa pros cursos eu eu acho que você é bem
capaz de fazer o que que seria uma característica emblemática vamos usar essa palavra agora não veio outra do poliport que é diferente do O que é diferente do burlesco você traça isso mas eu quero saber em movimento Eh eu quero saber em figurino eu quero saber você que é da área tem alguns eh movimentos que são gatilhos por exemplo Eu trabalho com a minha Salomé né então a minha Salomé ela faz lá os cara velho porque fala muito doos cara então ela faz um arco com a coluna isso é uma coisa que eu trago de
uma uma obviedade mas é onde assim é como se fosse uma marca emblemática Eu quase não consigo não passar por essa posição eu passo do meu jeito é bem diferente eu tô cantando Eu tô me contorcendo mas eu são signos né pessoa Mônica sabe muito mais que eu então se for interessante porque tudo Bem é um improviso mas se você conseguir decupar Como faz um vídeo decupagem do daquilo que você faz na cenas entendeu identificando alguns pontos porque senão ficou um trabalho assim eh você é muito importante para pra gente entender o que que é
o poves porque tem pouco trabalho publicado mas eu acho que você pode ir se metendo sabe e já comentando e já eh e já tirando os aspectos que você vai colocar da dança do corpo do figurino dos dos emblemas das marcas das já eh Trazendo para o teu trabalho nas tuas escolhas isso seria incrível porque é onde a gente vê o teu texto dança mas você eh trabalho assim sabe não tem palavras mas eu trabalho mais vamos passando rapidinho porque eu não tenho crítica alguma né Eu acho assim eu adorei eh na minha adolescência lá
na 14 né Eh desenvolvi a relação muito íntima com a fotografia e o autorretrato então aposta aí como percurso Metodológico fotografia autorretrato a Salomé é feita de fotografia e dos desenhos que eu faço dela fotografias que me deram em cena e autorretratos eu posso chamar que eu chamo degoo raio x né então quando você quando eu li aqui fotografia o retrato eu fiquei enlouquecida já por você pelo teu trabalho que eu falei meu Deus você faz aquela assemblagem que eu chamo eu trabalho muito assim com essé a visualidade eu tô sempre botando tdo Mund estas
guria conhece a su M tão feia já de de tanta sal mas é um recurso eu preciso me ver eu preciso jogar na rede Também doos meus desenhos com os as minhas fotos para eu ver um pouco o que a audiência tá dizendo ali mesmo que seja no Instagram mas é o contato que eu tenho eu tenho contato mais a no Instagram do que Ativo Deus né Eu sou estrangeira aqui então acho que isso é um recurso também você veja que você tem uma riqueza metodológica aí para Desenvolver e já já tá apontado deixa eu
passar mais rapidinho Ah gostei que você mencionou na Arão na página 16 você fala do trabalho sexual como o prostituto aí eu vi que você tá bem eu não tinha entendido aqui você tá bem enfiada já com esses autores que eu nem conheço do trabalho sexual que são recentes n sociais eu trabalhei no meu doutorado sociologia das profissões ocupation né ocupação profissão a diferença e meti vejo você Trabalha com e aqui eu vi que você vai desenvolver Então essa questão do trabalho sexual comum né talvez como apenas sinalizando porque se não é o teu foco
foi foi que entendi mas tá muito bom você não deixou passar aí o que eu começo agora a pegar no teu pé são essas categorias sensualidade erotismo e o pornográfico porque eu escrevi o texto da pornografia Bem antigo e e dizendo isso das representações né E que a visualidade Essa normativa ela acaba sendo uma bula pras pessoas fazerem sexo pessoas que eu digo homens e mulheres né assim bem cri bem careta né digo hoje então Eh nesse sentido eh de que jeito também eh eu poderia eu pensei no teu trabalho esse corpo erótico esse modo
de fazer o poli que você tá eh subvertendo que você não tá exatamente com aquela roupa nãoé e aquele movimento que é o esperado que é que é uma uma Imaginário Social da representação Então você tem um prato cheio e você só não tá falando o ter uma representação social você já tá me dizendo no teu pexo então assume né e Então você transgride nesse sentido né então eu acho que dá para ter muitas eh não precisa ficar num binarismo E se for falar na pornografia a partir talvez perguntar para para essas pessoas né que
te assistem né camadas de sensual de erótico porque Você já tá trazendo os autores Agora falta você assumir mesmo o campo o o material do corpo e da Voz das pessoas e da presença né da tua do impacto da agência da tua O que que a tua presença com as tuas performances estão agenciando nos outres né aí tu bom eu botei umas coisinhas que não importam mas fiquei bem poxa bem bem bacana eh aprendi bastante exotic 10 que exz tem tantos você vai eu sei que se você vai esar Isso acho que não precisa ler
mais só para ver se tem alguma coisa ah eu falei aqui na página é cheio de balõezinhos na página 25 no Brasil a história acontece de maneira diferente né lá pa ganhou rapidamente reconhecimento de pessoas que não estavam né relacionadas a a esse mundo e tal e é um público interessado e muito diversificado agregando um público interessado e muito diversificado e eu queria que você falasse do público eh Trouxesse ele com você a audiência tão importante então eu seria Asse o meu ponto principal deixa eu ver se tem mais alguma coisa tá ali a butler
que é quem mais conhece o Bat também que eu li mais a partir de um mestrado né né não muito eh a página 28 o erótico aqui é necessariamente relacional eu acho que essa perspectiva do burd também né Por sei que Mônica Su eu você e tal questão do burdi é que tudo é relacional então Não se pode dizer erótico sem apontar no teu texto essa relação é constituída erótico por isso porque tem esses esses autores atores sociais que estão dizendo é você que tá dizendo a partir dessa cena e pode estar dizendo outra coisa
a partir de outra para não se prender alguns binarismos se é erótico se ISO aqui mas é relacional e ele é no no momento naquela presença né então você pode jogar a partir da sua presença improvisada ou Coreografada de ventes público tem E aí eu acho que a descoberta Aí sim ele vai ser relacional porque só dizer que é é relacional eu acho que a tua intenção justamente é essa né judar para Então já falei da do pornográfico eu vou dar esse meu texto é antigo mas tem ali eu uso até Helena cads que eu
gostava muito da Helena cats acho que agora não se usa mais não sei como que é até o Fin H acho muito rico ah os termos feminino Feminilidade é isso eu acho que é uma questão que talvez outra pessoa que da banca possa te ajudar mais eu só vou dar meu depoimento que eu falo de Salomé virou meu projeto pesquisa né Eh na universidade que é antropologia da dança Salomé etnografias do feminino porque eu ainda quero etnograf femininos sobre o que é a mulher que dança S Esse é o meu tema Eu acho que o
teu tema também eu falo que é a mulher que dança e muitas Pessoas às vezes quando eu vou falar tô fazendo palestra performance delela ah feminino por que que é feminino é feminino então eu ainda não tô entrando em feminilidade ou outras não tô entrando adentrando muito nessa e talvez até precise né mas eu acho que são escolhas né se você escolhe sabe defender aí não precisa Talvez Mas essa não é bem a minha área de saber Então vou vou me resguardar aqui na minha te ajudar sobre a visualidade a Gente precisa ver mais né
E quando tem a Salma Raia que falei meu Deus é uma Salomé uma coisa que pente é isso e aquilo Fiquei bem louca ali que entra né o o feminino acho que a visualidade ela tem que vir mais acho que os vídeos né e decopagem de vídeo e contar mesmo que é então já vou finalizar acho que você deveria né uma sugestão contar exatamente eh o passo a passo né essa cena com essa eh as tua porque As referências já tô terminando as referências para mim tão boas doos autores referências artísticas tão citadas mas acho
que o ganho na tua dissertação são as tuas referências dessa improvisação a gente vai ter descoberta sobre o que é improvisar nesse campo e ouvir a tua a tua audiência como presença nas representações disso tudo que tu quer se perguntar sobre aíssa femin então muito obrigada Parabéns Sucesso tá tudo aí m te passa depois obrigada obrigada obrigada Lu já passei pra Bianca tanto o teu texto Agradeço o artigo censurado eh quanto e o Ela Tava acompanhando o documento e agora Bianca Por favor fica à vontade para conversar com a Luciane ah muitas coisas né mas
vou vou pegar a coisa da improvisação primeiro e se a coreografia se a performance eu assim pessoalmente eu me relaciono muito com o Conceito de performance do schner mesmo eh que eu não coloquei no trabalho mas que veio depois inclusive quando eu tava lendo o livro da da Leda sobre né ancestralidades da coisa porque eu vejo muito vejo muito meu trabalho nesse lugar da performance da performance mesmo assim eu não sei ainda como trabalhar isso na diser honestamente assim mas o o livro da da le da Maria Martins é isso né o nome dela Esqueci
ele faz muito sentido para mim assim das espirales e tal eu tava lendo e aquilo me pegou muito e talvez eu traga Não sei vou ter que falar com a Mônica aqui no trabalho justamente por causa que ção do meu fazer artístico ser da noite de tá se apresentando de noite e eu sempre improvisava eu não eu nunca coreografi nada e claro né a gente a gente trabalha com a técnica então assim óbvio que eu não não fujo e Tem coisas que se repetem sempre por causa do corpo por causa da de toda a história
ali da construção do meu corpo mas como eu tive experiências no grupo experimental onde eu fiz dança contemporânea a gente trabalhou muito performance na na época que eu fiz isso ficou muito forte no no meu fazer assim e na minha prática de dança também então eu não sei se entra como coreografia Eu não a gente até fez essa discussão na na cadeira da Suzi que eu Fiz né de sim é coreografia e tal mas eu ainda fico um pouco confusa nisso honestamente assim eu não sei muito bem eh a coisa do espectador é interessante porque
eu normalmente posto né no meu Instagram essas apresentações E ali a gente já tem alguns feedbacks interessantes nos comentários por exemplo e ou que as pessoas vêm me falar diretamente por mensagem direta assim então eu posso usar isso talvez já como É informação da pesquisa eh de como isso chega e tem a minha experiência pessoal também que acho que aí é uma coisa da etnografia de lembrar o que que as pessoas me falaram ao longo desses anos assim eu não não explicite muito isso no texto mas é isso sabe a primeira apresentação no festival Gaúcho
eu abri as pernas pro público tipo assim fiz aquele u até caiu a coisa aqui né abri as pernas pro público de frente de calcinha e meu Deus que eu ouvi de uma Colega do circo dizendo ai precisa abrir a perna de frente pro público então assim sempre houve esse espaço de julgamento e atualmente não há esse espaço tão de julgamento Ainda assim eu me vejo num lugar [Música] de as pessoas me lem meio vulgar demais dentro do Poli tipo e E aí eu tenho relatos também de Outras pessoas que quando eu participei de do
campeonato que eu ganhei lá em 2019 de as pessoas virem falar comigo meu Deus eu não sabia que dava para fazer isso assim eu não sabia que eu podia usar um biquíni tão pequeno eu não sabia que eu podia tirar a parte de cima do Top e ficar só de pê num palco porque isso não era o comum dentro da cena do po den assim eh assim as pessoas até fui no Mineiro agora no festival Mineiro e as pessoas Ficam assim não mas é que tu é a minha mãe tu Tu abriu assim uma visão
né pro para essa comunidade do polidense assim nacional que tipo é possível fazer isso dá para fazer isso é é legítimo né Eh então talvez eu possa trazer isso então na na escr e como informação né de coisas ã que mais que T falou Ai foram muitas coisas nela mas [Música] ã da foto das dos Altos retratos eu faço Enfim feiz isso desde a minha adolescência assim que meu minha primeira arte foi com fotografia e eu queria ser fotógrafa então era uma coisa que eu explorava bastante e eu voltei a fotografar nos últimos anos e
voltei a fazer autorretrato nos últimos anos e também voltei e na real comecei a produzir eh trabalho sexual né eu tenho only fans eu eu vendo aí tô pelada aí pra galera eh que quiser Pagar então e super passa também eu acho um pouco essa esse momento assim atual da da de fazer a tese também nesse corpo que tá sendo exposto né e vendido online também eh de uma forma sexual mesmo assim e enfim eh é uma coisa que tem também no meu Instagram eu posto lá minhas fotos e meus ensaios fotográficos eróticos sensuais pornográficos
não pornográfico não dá paraar porque Sen a gente toma Ban mas por isso que foi no No H fans né principal assim eu abri o h fans principalmente porque a maioria das minhas performances a partir do de 2023 eu comecei a ficar pelada mesmo em cena eh sem Passi e tirar calcinha e aí eu não podia postar no Instagram então tem vários vídeos que tipo assim vai até me o Vai um quarto da minha performance ali e o resto eu digo bom gente aí vocês podem entrar no meu olho fez para ver o resto porque
não dá para poar aqui que é Isso sabe enfim eu não sei acho que é isso sobre feminilidade é complicado né Eu tô com com um pouco de medo dessa parte mas eu acho que é essencial trazer assim a coisa do corpo feminino nesse nesse trabalho e como eu vou fazer isso estamos aí com o butler Talvez né Eh para não cair no binarismo também não não queria não quero cair nisso quero passar disso assim porque eu acho que o poli também Dá essa possibilidade da gente é isso que eu falei no final da apresentação
ele dá essa possibilidade de brincar com essas representações E aí falar das representações mesmo acho que é isso obrigada obrigada Bianca passamos pro Daniel como como banca está passamos pro Daniel então por favor Daniel Bom dia gente um prazer Bianca te conhecer agora Depois de conhecer o teu texto isso isso me dá um um tempo interessante assim Bom dia professora Luciane professora su Feber agradeço imensamente pelo convite de est contribuindo aqui nesse trabalho né bom eu t com texto eu tenho isso do texto impresso n a gente que trabalha com tecnologias digitais gosta muito dessa
tecnologia do Papel também Né bom então eu vou vou começar aqui foliando o teu trabalho né para para ir apontando coisas daí as minhas considerações são da Ordem da experiência e do contato que eu tenho com essas coisas que tu apresenta aqui NS comentrios são do ponto de vista mais cênico outros do ponto de vista mais conceitual e e outras são são observações de um ascendente virginiano assim no texto mesmo Sabe de alguns Ajustes e eu acho que teu trabalho ele nos dá uma bandeja assim com muitas coisas muitas informações muito preciosas todas elas assim
do ponto de vista do serviço de uma dissertação então tem referências ali tem informação tem perspectiva histórica tem perspectiva eh pessoal autobiográfica eh tem perspectiva enfim desses autores que estão orbitando aí né percebo uma uma Inclinação a processos de teorização E aí me me me familiarizo muito com isso né Por um interesse ehem alguma palavra conceito ou noção que nos desperta para uma para para para algumas coisas né então participo mas acho que também é um pouco do nosso trabalho aqui te dizer eh o que Talvez possa dentro dessa bandeja de coisas misturadas ser colocado
um pouco à parte assim né e alguma coisa ser então Eh o Teu prato principal Talvez né onde a gente vai poder se deliciar um pouco mais assim sem eh eh ficar confuso né com com algumas distrações assim ah era era uma entradinha um aperitivo e de repente aquilo tomou a minha boca de um jeito que daí eu não consigo Sabe não fica mais palatável o que tu quer trazer como o teu prato principal eh bom tu eu eu eu fiquei muito Instigado já com com o título né E aí Não é nem sobre o
excesso Eu acho que o excesso ele ele ele tá muito me pega muito assim eu acho que é bem por aí tem a palavra arriscar e isso é uma indicação em algum nível de ti para ti mesma né E que eu vou reforçar Eu acho que eu tô junto com com a professora Luciane né no sentido de hum Esse arriscar tem tem uma uma coisa aí que te chama né acho que tá dentro do campo da poética eh bem delimitado nessa ideia do erótico e todas as nuances disso que tu Vai nos explicar ali mas
a minha questão é no na polidense ou no poli né eu compreendo quando tu usa na polidense aqui qual é a referência ênfase que tu tá dando para a dança ali né Eh no entanto na tua apresentação a tua fala nos diz o contrário porque toda vez tu usa o poli o poli o poli o poli né então será que é isso mesmo né Eh bom vamos vamos seguir resumo Nossa eu amo um resumo sintético sabe que tu olha ali tem tudo Quase quase um checklist eh dur enguinora a gente Adena um pouquinho eh na
tua página cinco ali né na tua lista de ilustrações Eh aí tu decide se tu quer trazer uma questão estilística para para o tipo de letra que vem depois do dois pontos tá no geral seria uma letra minúscula e aí tu oscila isso aí detalhe detalhe para você dar uma olhadinha depois eh dentro desse estilo de dança né na Página sete quando esse nome vem assim estilo de dança eu acho meio Hum será que é bem isso mesmo mas aí tu vai discorrendo sobre né Então veja eu não não não volto lá no início né
eu faço a leitura E aí muitas coisas se explicam depois eh uma questão ali também quando tu usa Dantas né entre parênteses a referência se vai ser mesmo só com a primeira letra eh em maiúscula né Porque existe uma regra que é essa só que tu oscila né Toda todo sobrenome encaixa alto às vezes e às vezes não detalhe também só para refinar cuidar os espaçamentos né Depois dessas citações recuadas para padronizar isso ã coleção de imagens e inspirações Ah tá antes de de seguir eu queria dizer que eu passei muita sede eh de imagem
lendo a tua dissertação sabe Principalmente quando tu te apresenta assim quando tu dá o teu histórico da tua relação com as mídias Com os vídeo clipes e com o teu entendimento no mundo dessa produção de Sid do autorretrato fico assim meu Deus eu trabalho é sobre isso incrível cadê cadê cadê ai eu sigo trabalhando com autorretrato eu por amor cadê sabe porque Algo me diz que isso segue alimentando que isso vai alimentar a tua as tuas coisas criadas assim né E aí isso tem menos importância do que essa ideia de criar eh eh categorias de
Análise assim com esse nome mais dur engot sabe fic Nossa parece que alguma coisa nisso podia estar mais fluía assim é eu vou ser um pouco chatinho na coisa metodológica daqui a pouquinho tá eu acho que o que tu nos apresenta tá tudo ali tá delimitado Ah o que que precisa para ser isso aqui que eu escolhi ah precisa isso isso isso isso de novo né Essa Ideia de de checklist tá tudo ali só que quando tu relata o trabalho vai me puxando para outro Lado fico assim meu deus autoetnografia o que que isso tem
a ver aqui agora e aí eu não tô ignorando o fato de que a tua orientadora é uma referência do ponto de vista também das metodologias da pesquisa em dança né Eu acho eu acho que isso não é uma uma questão né a nossa o nosso parentesco ali tá muito bem dado explícito E aí também me colocando como alguém que que também produziu uma dissertação também orientada pela professora Mônica né então a gente vai Nessa linha assim e ela Nossa parece redondinha só que a gente vai se entregando aos poucos para outros lados também do
nosso campo e logo mais eu atento para eles eh uma coisa de mudança de pessoa na página nove ali na primeira frase que inicia eh uma variação de de pessoa né então tu coloca um um verbo ali um alimentei aí depois essa pessoa eh ao final do parágrafo vira a Autora Cuida essa variação porque que é tu e um pouco não é tu Ahã tem uma palavra escrito ali que tá escrito essa ótima eu acho que tu quis dizer essa Ótica eh as ideias né arte erótica pornografia sexualidade gênero excesso obscenidade eu fico meu Deus
aqui tem três teses pelo menos né Eh assim quando elas são colocadas nessa mesma bandej Ona né então eu não sei muito bem o que que opera de fato no teu trabalho e aí com o Teu trabalho eu quero dizer a criação cênica né Eh e não textualmente assim apenas né Eu acho que se ele opera lá ele vai dar muito bem conta de operar no texto basicamente é isso eh terceira sessão à Não consegui aprofundar tá não me demorar muito ok lá L lá bravo hum desvendando essa dança Afinal o que é polidense Ah
eu acho incrível assim acho incrível ter isso uma coisa tão básica né eu digo isso porque eu eu fui Banca de um aluno que Imagino que talvez tu Deva conhecer que é o João Mitchel que agora tá em São Paulo eh aqui de Santa Maria enfim né no no no bacharelado ele trabalhou com Poli aéreo E aí eu dizia cara tu falando como se alguém aqui soubesse o que é poli é óbvio que a gente sabe o que é poli né mas esse sentido assim nossa a gente precisa de referência de vocês que estão fazendo
não precisa ser outra pessoa escrever sobre então é a gente Escrevendo sobre os fazeres isso é legítimo né a gente se endossa nesse sentido então Incrível essa essa essa parte Ah quando tu usas palavras práticas similares como o mastro chinês e aquele outro nome necessidade Zinha assim nota de roda pé e diz qu as palavras o que que são essas outras coisas né já que tu tá dizendo que é diferente disso então o que que é isso né Eh tem uma definição ainda na página 11 ali no penúltimo parágrafo que é uma definição do que
o trabalho não é eu gosto muito disso Isso me pega é um é um isso vem de uma de uma também de uma de uma descendência de coisas que a gente lê e eu gosto disso assim se dedicar o que o trabalho não é porque daí a gente entende um pouco o que que Ah isso aqui a escolha foi deixar de lado e isso sabe eu acho importante à formatação da nota de rodapé da página 12 não tá justificado um pouco sobre a minha jornada internet mais fotografia imenso escrito aqui na página 14 era polidense
em 2011 Então esse esse empenho do histórico com o teu contexto isso é muito precioso imagens Ah aqui uma questão de referências também palavra repetida hoje entendemos hoje na página 19 acho que aqui eu já posso ir para erotismo e erótica hum a concepção de erotismo em Baté E não parte de um vi científico gosto dessa dessa fuga da de uma coisa biologizada né Entendendo entendendo e respeitando biologia como campo né mas biologizada como esse sentido que é sua baliza e não muito mais que isso então fugi disso é interessante as categorias desse autor né
erotismo e transgressão Eh que tem a tem a ver com moral de sociedade erotismo e morte eh erotismo e sacralidade erotismo e continuidade né que são as principais ideias de Batel Eu acho que isso na criação poderia operar assim aí porque aí tem muito assunto e que dá conta de todas essas outras perspectivas que tu tá trazendo assim tanto sobre gênero sobre sexualidade que ainda não tão fortes aqui eh enfim todas as outras coisas né Históricos sociais culturais ã e é quando acessa um estado mais violento da experiência encarnada erótica uau porque aqui também é
Nossa assunto de de pelo menos uma uma série né de de de coreografias ou de encenações de de estado cênico ali para para se investigar nessas improvisações eh destaquei na página 32 medo da ex citação nome de cena né nome e assunto assim acho ao acho que ele também dá dá muita conta de de trazer vários aspectos Que estão ali ã que coloquei tá falando sobre Leite 2006 né o sexo perde sua intenção de transgressão das estruturas sociais vigentes e torna-se expressão da uniformização dos desejos e padronização dos fazeres né E aí é difícil talvez
manter alguma continuidade eu acho que não precisa desde que tu entenda alguma coisa mais prismática alguma coisa mais cubista nesse sentido Eh do caleidoscópio das coisas assim né Eh tem uma coisa do corpo fora do contexto do ciberespaço da internet sabe eh hoje a gente tá em um tempo das redes sociais principalmente eh que daí eu chamo de alegoria da meia bomba assim né independente do que esteja na imagem se tiver uma meia bomba independente do G da ação do que seja lá o que for do corpo que tá ali se tiver por algum motivo
um short sem cueca Umaa com uma meia bomba isso movimenta o algoritmo isso está dado né e eu acho que aí entra uma coisa crítica que também a gente pode dar uma passada assim né esse falocentrismo que que se renova né Colonial nesse sentido de se apropriar de qualquer coisa que seja e rediza com a sua perspectiva né E que ela é dominante eh Então como a gente poderia ou não questionar isso tudo isso para dizer que muda a linguagem muda a norma né então esse corpo ali cênico da Presença que tu nos conta Muda
alguma coisa quando ele tá no on Fas e aqui eu tô sabendo desse on fens agora na na tua resposta a Luciane e eu já fico pirando assim cara essa E se fosse uma dissertação no fant assim já que tá lidando com isso aqui um pouco en só para dar problema pra orientadora né tip assim meu Deus tem que est livre acesso l l lá ué mas como é que esse corpo livre acesso que tá né Se se colocando aqui eh Enfim não quero me demorar muito mais o molho corpo amante o corpo de eh
dionisíaco eu acho né corpo Di é tá faltando uma letra ali né era para ser dionisíaco E aí eu queria te fazer quando tu usa esse Dionísio te fazer um chamado que tu já conhece tenho certeza que tu já conhece né queria te fazer um chamado mais exusia do que dionisíaco será que cabe e agora quando tá arguindo tu fala dessa questão ancestral E aí a nossa ancestralidade de Brasil desse corpo Brasileiro né que não é mais o corpo do Poli que é o o corpo do peitão siliconado aqui a gente tem um Poli do
é diferente é outro corpo né Será que isso não tem mais não tá mais relacionado a essas figuras pombagiras exusia do que de uma coisa da da da da bruxa europeia da idade de média e da fogueira Será que né as nossas fogueiras do Brasil assim que seguem acesas seguem queimando essas figuras femininas eh da Da principalmente das da das pombagiras assim né então é só uma um uma uma uma um uma puxadinha assim Eh aí tu falei nesse corpo que quer que que destrói que não ultrapassa mas ele destrói os limites né e eu
acho que talvez essa seja uma pergunta minha o que que é um corpo que dói seus limites do ponto de vista do corpo né ainda é corpo isso ainda é corpo amante onde é que tá isso sabe assim quando eu te faço essas questões eu eu tô pouco Interessado com uma resposta que tu vai me dar tentando refletir sobre o que eu tô falando mas eu gostaria de ver isso na criação da coisa criada sabe uma pista disso um indício disso hã rasgo e aí tu vem usando né rasgo rasgar brecha fresta fissura isso para
mim tá muito ligado às perspectivas das Encruzilhadas Quem é que tá no centro dessa Encruzilhada aí tem um mastro né Tem um polidense no meio da Encruzilhada junto com Exu e Pomba Gira daqui a pouco Não sei seria uma uma coisa assim quando tu fala sobre um espaço Indefinido eh desconectar das expectativas e do esperado para mim isso tá ligado ao o sonho Ahã fiquei um pouco com um pouco de dúvida Quando tu vai eu acho que tu tá contextualizando ainda aqui o erótico eh não sei no último parágrafo da página 37 parece uma sugestão
de que algo de que tem algo que é inerente ao corpo né Eh tem uma coisa de que um corpo sensual É inerente sabe não necessariamente tu usa a palavra inerente mas eu eu tô falando de algo que tá sugerido ali e o corpo erótico é um corpo da consciência dessa outra coisa então algo tá relacionado à consciência e algo que não é consciente fiquei com fiquei com essa questão assim eh da consciência do seu sensível né Tá anotar processo criativo Capítulo qu tá Ah novo capítulo nova página eh processo criativo em minha trajetória Na
dança sempre foi extremamente maécio E aí tu tá nos dizendo toda hora tu fala assim galera Tem uma mina de ouro aqui mas eu não vou dar para vocês apenas sofram em silêncio tá eu fico assim ó Cadê escrevendo cadê cadê esse trem eu não tô vendo eh eu genuinamente fui uma criança que não compactuar com a binariedade acho acho que tem força só que daí tu vai entrar nessa coisa do gênero tu vai trazer mais uma butler aqui entendeu Fico meu Deus outro assunto eu acho que esse é um dos casos de de tu
se perguntar que que tu quer colocar no centro da bandeja o que que tu vai botar no meio da Encruzilhada essa que tu traz assim né Ahã reconhecer a importância disso ah tá Daí eu tomei a liberdade de escrever todos esses eh todos esses gêneros cinematográficos é quando tu tá falando Um pouco disso vá não precisa entrar nessa nessa e mais essa informação de quais são os gêneros cinematográficos eu acho que não é sobre isso que tá querendo nos falar assim eh onde estão as imagens muita coisa ah nossa quando tu nos conta né sobre
um grande medo de ser possuída por alguma entidade fico dizendo nossa tem tanta coisa tô querendo se mostrar aqui que eu vou ficando bem louco imagem Cadê imagem aí no final da página 49 acaba Ali quando tu retoma bateia e aí vem uma figura solta ali de de um Spotify que tu vai falar depois então assim fala da coisa antes cita figura seis e depois coloca ela a final do parágrafo fica a gente fica né mais mais assim nosso olho treininho fica mais em paz ali eh Não há necessidade de cada palavra ser fundamentada eu
coloquei trata de escolha do que que tu quer antes de de Fundamentação para não entrar naquela eh confusão aí tem a página 53 que com uma imagem depois eu vem referências eu fiquei e aqui na tua apresentação tinha né usou considerações finais que não são finais né são parciais e não vi aqui aí F Nossa me abandonou assim do nada aí eu não gosto né de de não sei até aqui mesmo que esteja um pouco redundante assim até aqui fiz isso ainda resta pra gente fazer isso aqui ó é o teu compromisso com o final
da tua pesquisa Né ou com a segunda grande etapa da da tua pesquisa do ponto de vista metodológico que eu falei que ia ser um pouquinho mais chatinho Então ela tem aqui no texto no texto tá tudo ali né Eh mas eu fico sentindo falta do etos dessa autoetnografia né então tem importância ali tu é essa figura pelo que eu tô entendendo né no contexto Porto Alegre que portanto também no contexto Brasil e portanto no contexto mundo Eh mas aí fica um pouco disso assim tá mas e essa e esse contexto como que ele se
devolve como que ele se devolve para ti como que tu se se volve para o contexto E aí eu não tô falando de espectador tá tô falando de contexto contexto contexto polidense e Brasil talvez contexto polidense esse esse esse esse lugar né esse esse etos enfim como que isso tá operando né porque eu vejo toda a a leio toda a Potência do alto e aí eh tem outras coisas que poderiam eh porque e tudo isso já opera dentro das metodologias eh da pesquisa em artes da pesquisa em práticas artísticas da pesquisa guiada pela prática da
pesquisa inspirada em artes baseada em artes eh das práticas performativas né são vários outros nomes que a gente também Já construiu eh só para tu dar Talvez Uma olhadinha eh assim é só um uma coisa de de alerta porque a gente já tem vários os autores eh recontextualização ISS como contexto como lá todas essas coisas né Só que daí entram as operações né Tem muita gente utilizando essas metodologias Dando uma ajustada uma justificada eh se aproximando um pouquinho de algo decolonial sabe mas assim será que é isso que tá acontecendo mesmo eh então a gente
tá rompendo com algumas coisas e Seguindo por outros lados ou a gente só tá se justificando para usar esse nome porque daí esse é um umum mecanismo Colonial exatamente né que eu pego uma coisa Ah tá sendo discutido isso vem para cá trago pro meu nome né Ah isso aqui tem essas críticas Ok traz para cá né então eu deixo nesse cercadinho eh que vem desses lugares que tu que tu tá bem antenado assim Norte Global né enfim Dominação egemonia e tudo isso então só assim é um é um é uma coisa de alerta eu
Não vou nem te sugerir outra coisa tá eh para para isso ficar aí um pouco latente talvez e eu encerro por aqui parabéns pelo trabalho muito obrigada Dan [Música] eh Bianca vai lá é é tua Eu queria assim botar muito mais imagens e depois lendo de novo assim mais perto agora de apresentar eu fiquei Ai meu Deus tá faltando mostrar mais coisas Eh mas eu tenho um pouco de ranço de de como organizar essas imagens nesse texto assim eh é porque é uma coisa que fica sei lá quebrada na hora de ler aí põe a
eu não sei ainda como organizar essas imagens no texto da forma que tem as regras né E que fique enfim mas enfim é o desafio né Vamos lá e obrigada por trazer essa coisa da metodologia realmente preocupação eterna assim de eh Não cair nesse lugar do colonialismo assim é muito forte e eu realmente não entrei na parte da metodologia nesse texto né a fundo assim eu só pincelei disz que o que que eu ia fazer e tal eh mas preciso realmente observar agora isso com mais carinho assim essa esse texto foi muito mais a parte
conceitual e ainda tá bem bagunçada né Mas vamos lá é isso obrigado pessoas queridas a gente pode Assim 5 minutos no máximo D né Tá todo mundo se segurando aí tá bom pronto então su por favor arrumando aqui os vamos ver ver você bem direitinho hum foco nas pessoas ver Errei aqui não importa vou seguir aqui queria Minimizar eu que falei tanto agora me atrapalhei aqui com isso aqui quero agradecer de de tá aqui desse nessa manhã falando de Poli né agradecer A Mônica pelo convite a Bianca confiança Obrigada e prazer de estar com o
Daniel com a com a Lu com a Luciane difícil falar Lucian n enfim vamos lá eh talvez se eu TCI um pouquinho dou uma paradinha tô com uma aguinha aqui do lado tá não tô controlando um pouco a tosse mas às vezes ela não vem às vezes ela vem ã Parabéns Bianca tá cumprindo a qualificação no semestre tão difícil né Que foi esse semestre a gente teve uma reunião no programa e tá vendo a dificuldade dos Estudantes eh cumprirem os prazos dada a situação emergencial de crise climática que a gente viveu aqui tá então eh
não dá para não falar no que a gente viveu em todo Grande do Sul né E tu mesmo que a gente viveu isso tu tá aí cumprindo no prazo fazendo né a qualificação sem bolsa bravo né e nos entregou essa proposta de Qualificação que a gente tá aqui né fazendo sugestões mas já digo que é um tema importante né Eh tu falou em algum momento me chamou atenção a tua apresentação falou no saber né Eh eu fico pensando que saber é esse que tu tá desenvolvendo e que tu pode contribuir e Que área que tu
tá vai contribuir e área do Saber tu vai contribuir paraa dança paraa performance paraa improvisação qual é a área que tu tá vou Fazer umas perguntas assim eh mas não precisa me respondendo pode ficar lá na cabeça mas é em todo o trabalho tanto escrito enquanto artístico eu acho que tu tem que ser excessiva para usar uma palavra que tu usou no título um excesso de de confiança e posicionamento porque é política teu trabalho é político né no sentido que tu tá [Música] ã aí deser certas hierarquias né que Hierarquias são essas que uma coisa
eu posso mostrar outra coisa não posso mostrar né Eu acho que tu botou nos título né esse título do excesso ele pode te guiar porque ele não tá ainda na escrita o que que é excesso o que que é excesso no teu trabalho feminino salto o o Claro tudo dentro de um contexto né Eh ndez a pele a bunda o abrir as pernas o vulgar o que que é excesso Afinal é excesso em relação a outra coisa né falaram aí da relacional né talvez Dentro de um saber de dança convencional né eu eu conheço a
Bianca conheci das redes sociais do Instagram não sei passou lá o Né o algoritmo e me mandou me chamou a eu conheço olha assim nunca me interessei muito tá eh pela parte Às vezes acho muito ginástica né que ele tem muito virtuosidade não é qualquer mesmo na dança né se segurar o próprio peso do corpo né é dentro desse sentido que é virtuosa e é ginástico e também a a Flexibilidade das pernas tudo Isso é uma virtuosidade né Eh Talvez tu tenha até um Biotipo que favoreça tem tem pessoas que não TM essa meso bailarinos
né essa grande abertura de de pernas né e é um trabalho onde as pernas aparecem onde a bonda aparece né então Eh isso acho que precisa ser descrito né enquanto técnica de dança de movimento de improvisação de performance né que falou no schner aqui do schner vou falar Ass como eu né ã mas ele não tá assume ele né Acho que Precisa uma vou falar assim bem do ponto de vista do programa né Eh eu do programa né e de quem já orientou uma tese sobre o burlesco dentro do programa A Gabriela chu tá na
revisão de literatura tudo coloca ela ali não eu acho que pode para tese mesmo ter uma revisão um pouco mais eh encorpada né da dança Porque é engraçado que tu fala em autoetnografia etnografia e tu vem das Ciências Sociais né então tu vem que os alunos Os estudantes assim às vezes eles Assumem muito essa acho que eu e a Mônica A gente tem salientado muito ao Calma né inspirado na etnografia autoetnografia dentro do campo da dança que tá se apropriando do quê das Ferramentas mas não tem o arcabouo teórico né a gente não não não
fez lá uma graduação lendo B mo eh la plantin né o leviston né a gente que né Eh bom sabe melhor que eu desenvolveram eh todo um trabalho sobretudo listr e la plantin no Brasil né enfim antropologia É interessante eu acho Eh aí é bom que a gente concorda e não concorda em certas coisas assim Acho que tô falando um pouco de metodologia mas eu acho que tu tem a a a Mônica aí seu trabalho não é sobre metodologia Mas pode assumir essa autografia dentro do campo da dança né que vê tuas parceiras e dentro
desse dentro da dança EH aí que entra a revisão de literatura fortalecer a ã os estudos de dança né os estudos Feministas que tem nos Estados Unidos né a Gabriela chutz na tese dela coloca muito bem né porque lá no Estados Unidos tem as feministas os estudos feministas em dança e elas estão falando sobre ertismo estão falando sobre Poly Dan estão falando do trabalho mane né as trabalhadoras sexuais e eh artístico e o aí não eu não acho que precisa usar B ou a até pensei a a sobre a intersecionalidade a a surgiu agora uma
autora brasileira filósofa Negra Eu trabalho muito da intersecionalidade que tu pode ou não usar né mas eu acho que out citar mas tem que entrar quem são essas pessoas né Ele é geracional eu vejo uma primeira foto que tu mostrou lá do Poli que tu fez eu vejo elas elas são na sua maioria branca ou são todas brancas elas são jovens e eu imagino que elas T uma escolaridade não vai te deter nisso mas já é um desenho do discurso do corpo né que tem Muito na dança qual é o discurso primeiro que aparece lá
qual é a diferença entre eu e você né já de cara aqui mesmo nessa telinha a gente vai ver né os cabelos brancos que eu tenho que você não tem né então Eh isso claro tem a Mônica aí mas nada para te deer né eu vou falar um pouco então ah e aí eu acho que tu pode dentro disso eh lá na página 7 tu fala em processos procedimentos formativos acho que tu pode pegar bem lá o livro da Mônica que os procedimentos formativos eles eh Talvez ele eles são a a formação em dança a
própria os trabalhos coreográficos vou botar coreografia aqui no sentido amplo a Mônica também tem um texto acho que tu não precisa assumir se é coreografia ou não mas tu dialoga com ae uma coreografia no sentido mais pós coreográfico para usar também o termo da Mica tem aí aproveita isso seria decolonial né usar a as autoras Porto Alegre Brasil e dentro do do campo da Dança né Paraí de Colonial sempre falo isso não precisa ir para Ciências Sociais e tu não precisa até porque tu tem né o acabou fez uma graduação em Ciências Sociais Mas aproveita
que tu tá numa tu vai ser uma mesta em artes cênicas Força aí a tua uma bagagem da dança né e Rigor que precisa mas claro é uma qualificação assim essas coisas que eu não vou falar mas que o Daniel falou muito bem eu concordo com ele começa tem muitas palavras em inglês né o que Demonstra como a gente é Colon colonizado Mas aí tem que tá em Itálico tudo aquilo que eu imagino que tu saiba mas não pde fazer né eu não vou entrar em detalhes sobre isso então a revisão biográfica dentro da dança
e aí e lá obrigada por no artigo meu e da Gabriela mas h e na tese tá e na tese e dá uma olhada também dentro do Brasil tá o que que tá se falando sobre polidense sobre dança dança erótica eu acho que tu tá bem Dentro desse processo de criação reforça isso né E aí tem o Tu tá no no Enigma né do movimento né buscando um nexo até eu fiz banca semana passada de uma tese de qualificação também falei isso e o nexo da tua dissertação Ela também tem que ter um nexo Ela
também tem é uma criação uma criação dentro de uma escrita né Mas ela tem que ter uma lógica né aí concordo assim com o Daniel que senti muita falta de imagens tuas né Então até vou te mandar não tem nada que V do eu Fiz uma banca no ppgav que é uma pessoa que fez performance que era vermelhar tudo era com vermelho ela de vermelho e afiliação dela com artistas da performance no âmbito das artes visuais eu acho que tu também assim Pode Ainda mais sabendo que que tu tenho uma uma formação ou interesse em
fotografia né falou né E me chamou toda vida do trabalho comecei a te seguir Já faz alguns anos anos não assim não sou adepta né não sou adepta Eu tenho Instagram Claro sou refém como todo mundo da Meta dos Estados Unidos né então a gente tem que tá aí né Pena que não tem um Insta brasileiro a gente tem que tá enfim né pensando tudo isso que a gente tá vivendo de crise climática e crise do pensamento sempre tem que ter uma uma crítica em relação a isso mas eu acho que tu pode botar né
links para suas performances o no Instagram e voltando como tu me chamou atenção e tu fala um pouquinho que eu Achei no teu trabalho que eu vde movimento achei somático sabe eu senti por ela Improvisa ela ela tem somática no corpo ela tem a onda me chamou questões técnicas fluxo né aí me interessei p vou seguir essa mulher né e vi o lado transgressivo né da bunda das pernas assim mas eh que é eu gosto eu gosto né mas que me mas tem que ter para mim tem que ter o que tu tem tu tem
um processo diferenciado Tu é um artista né então assumir uma artista da dança uma Artista do movimento chama como quiser né Eh performance né em dança Mônica também escreveu sobre isso né e te assumia dentro do campo das ar cênicas tá E aí a pesquisa também eh ir para esse lado plataforma apaixon eu marquei também o texto bastante tá vou aqui tô olhando aqui eh desando essa dança final que é o poli né aí assim tu diz assim no segundo parágrafo talvez quem esteja me lendo achea essa pergunta muito simples de Responder não a gente
não acha simples né te assume como tá dentro do campo inside Nós também somos inside né nós também estamos dentro do campo responde é um posicionamento político né então aqui não tem né uma frase do B que meus alunos ficam tirando saco que eu falo muito não tem mais lugar para Ino né Ah toma aí o teatro Preto né Tá todo mundo lutando por conceitos e eh saberes de dança se posicionando então e tu tem bala na Agulha Então vamos lá se posicionar né e fala assim posicionar o poli como uma dança é uma escolha
acadêmica e também política ela é acadêmica e artística né Eh ao evidenciar seu surgimento na sociedade contemporânea ligada H ao trabalho sexual e também a polarização da atividade como Rob justamente devida a essa origem né Eu não sabia que tu aí eu me alguma coisa me pensei assim Me tocou no sentido de da questão do trabalho sexual né colocou ali não sei daí eu não entendo fiquei pensando eh porque sempre é uma questão para essas mulheres que dançam né paraa Gabriela também foi tanto que teve um momento que ela teve que fazer toda uma coisa
sobre a para ela mesmo tirar o preconceito porque todo mundo não esperava que ela tivesse fosse tivesse um namorado ou sei lá uma perspectiva de assim mais Heteronormativa todo mundo pensava ah né e onde é que tá o teu né tinha uma uma uma conversa com ã com a prostituição né ligado à prostituição por fato dela tá no burlesco e também uma crítica da dança que ela estaria desvirtuando técnicas né sobre que ela ela usa de Bell Dance da dança do ventre né como ela usa essas técnicas pessoal da da dança do ventre da comunidade
que ela vez só vai desvirtuando usa a dança do Ventre para tá ir dançando pelado fazendo outras coisas outras técnicas né misturando performa enfim mas eu fiquei me perguntando isso não que eu acho que tu Deva desenvolver mas talvez colocar ess e até tem uma tem uma J é uma esora aquela americana dentro desse feminismo da dança ela escreveu the naked R né o resultado da nudez How exotic dance became a big Business né então também Conversa sempre com esse Business cujo dono em geral no caso das casas noturnas ou muitas vezes de teatro mesmo
né Eh são homens e E aí no teu Business né no teu only fans é tu que toca teu Business né como mulher dentro de uma plataforma não conheço o infants mas imagino que seja americano sempre uma assim é legal situar ah acesso porque né a acesso público ah ah é essas plataformas que tu tem o controle mas tá dentro de uma plataforma Eh eh capitalista o extremo Big Tech eh e certamente quem é Dona é um homem então o Eterno Retorno né Não dá para es crecer o patriarcado Ah vou deixar de usar o
Instagram podou deixar de não usa mas com a crítica né o eu orientei um mestrado que foi feito durante a pandemia todo no WhatsApp Ai que lindo o WhatsApp ai é público é gratuito calma ele tá roubando teus dados e botando ão sempre ali com a nota de roda Lembrando que a gente tá sobre esse paradigma né Ã página 20 novas mídias Deixa eu só ver aqui ai Cuida essa palavra mídia que medo Hum tá Ah no na página 20 o primeiro parágrafo a indústria que tu faz assim a tua afiliação né a tua ancestralidade
meu ponto de vista tá vem da exotic dancers vem lá ai quem são essas com vinho com lencinho agora depois até com o Maso né a indústria do entretenimento erótico e seu desenvolvimento ao long do século XX está diretamente ligada a esse contexto De expansão de fronteiras não a expansão de a expansão é expensão e descoberta de novas Mídias e disseminação de imagens eh imagens em escala massiva né claro o postal começou com o postal né Essas Mulheres faziam o postal mas tem autores inclusive uma da dança nisso que né ela vai falar e todos
eles tem um artigo também um antropólogo sobre sobre essas exotic densas que tu coloca né em Paris ou nessas grandes feiras é um momento também no teatro tá da expansão de Fronteira geográfica consequentemente de Cultura tá e a an ISO que então aí essas coisas toda essa parte mais histórica eu acho que tu poderia usar as autoras da dança tá ISO que é uma delas que vai e ela tem um artigo em português ela diz toda a percepção do corpo mudou né até de ver a yoga tudo mudou se se ampliou né O O artor
ele viu a uma uma dança de Bale ele ficou né impressionado mudou toda a as zes da cena com as trocas de Cultura né Fronteira geográfica Sem Dúvida né ã Então isso é importante revê tá e te solidifica no campo das Artes das artes cênicas página 20 trabalhador do chão trabalhadoras do chão não sei o que significa tá ã página 21 fala do exótico tem uma rel achei muito bom se relaciona com o erótico acho que esse é o caminho né E então exótico e erótico se tornam definitivamente sinônimos no contexto norte-americano coms segunda guerra
é é Um pouco simplificado aqui mas eu acho que é um bom caminho eu acho que né mais uma vez as autoras da de dança estão falando isso tá E que tu pode também ir lá para a Gabriela vai bem nesse a Gabriela Schutz fez uma boa tese né sobre burlesco tá hum ah daí assim ó que eu acho que também tu pode dar um pulinho tem tem um dicionário do corpo eu acho que deve ter na educação um dicionário francês Tá mas ele é muito bom tem e tem autoras de Dança lá então quando
tu usar o dicionário usar dicionário do corpo que vai falar vai vai ter uma noção sintética de sensual de erótico eh ele eu não sei em que ele é uma bo Editora não sei mas ele tem hã vários pensamentos antropológicos e filosóficos Mas também se utiliza de autores das Artes para fazer isso aí Eu até fui procurar né não me Lembrava nem eu não vi não me lembrava e não vi essa questão da novela que talvez no Brasil ajudou a popularizar o pólio também acho que pode ter uma riqueza tem que escolher né de imagens
ah ah então é ali quando sobre aquilo que eu falei geográfico Quando pecha o dois né o o tópico dois a a interseccionalidade tu pode usar alguma autora mas eu acho que tu pode eh da daí Não concordo muito com a Lu no sentido Agora eu concordi com muita coisa de ir paraa recepção que daí é mas tu pode dar tuas impressões enquanto eu acho enquanto artista quem é o público que tiver ela são homens são mulheres e aí dentro de uma perspectiva artística tu pode colocar o jogo porque o jogo faz parte da improvisação
e esse jogo sinestésico a empatia sinestésica é com o público né E até a interseccional idade Quem são tuas colegas né né raça gênero e classe que também talvez outras Coisas geracionais não precisa ir lá mas né isso acho que pode entrar porque aí já logo no começo hoje tu fez na tua apresentação que eu gostei que tu mudou o verbo né investigar compreender e bota mais um analisar pesquisa é análise tá então analisar tá já tô acabando tá [Música] ã é eu acho que tu tem que trabalhar as imagens né esse painel semântico esse
Painel eu vou te mandar eu acho que tu uma tese tu olha a tese da Gabriela shuts em termos visuais mas eu vou te mandar uma outra também no vermelhar que é das actes visuais ali Tu tem uma conversa com do do uma porque daí tu tem uma conversa entre as tuas referências porque tem referências que eu vi na tuas imagens que tem uma bem Cândida assim de um quarto com uma cama mas eu vi essa imagem tua no Instagram por que que essa imagem feminina querida numa cama assim meio aparece pouquinho dos peitos ali
Mimo Por que que essa não tá junto com a transgressora lá de bumbum né bunda de fora pernão né colchão fruto Ui delícia né que também faz parte de um Imaginário Brasileiro né bom o no estrangeiro todo mundo no Brasil né Se tu não tem uma coxa umaa né as bailarinas Eu sei né a Gabriela disz porque que usa tanto acessório sou Muito magra Então e se vou mostrar não tem o que mostrar então tem que ter as coisinhas para balançar a redzin e mostra pouquinho porque não né O que tem mais que a coxa
então tem comprimento de perna então mostro porque essa coisa do excesso né faz parte a gabela usa até uma palavra que eu não sei ela fala no Brasil é popular no fun né a mas talvez entre o brco então né não é sobe a não levanta o conceito e baixa a rava então um subtítulo né Isso também Como tu tem essa isso da da da base da Ciências Sociais tu pode usar os vocabulários né que vocês usam no pole então eh eu acho que é isso não vou me estender tá eh teu título acho que
é bom ah eu não sei se tu fala eu acho que poderia botar palavra só dança tu fala em erotismo e dança dança erótica tenho dúvidas do dança erótica porque não não é Talvez sim mas tu tem Que te assumir na dança né Eu acho na dança no movimento na performance tá eh descobrir quais são os excessos e mostrar os excessos em termos de imagem e que vai nos ajudar é um recurso eh da etnografia né e e é importante nas artes também né sabe a gente rapidamente vai ler né O que tu quer dizer
e achar esses excessos e descobrir o que que tu acha como excesso e essa empolgação que tu falou assim ah eu me sinto empolgado estou F esse corpo erótico transgressivo Então mostra mostra para nós essa empolgação com Rigor com Rigor artístico que pode estar nas imagens e no texto né Eh por que que tu veio fazer um mestrado nas ar cênicas né E vai ser mestre em ar cênicas com esse saber de um Poli para mim um polidance artístico eu eu que tem alguns que são mais ginásticos né e tal eh eu acho que isso
tu quer falar né né um p artístico no âmbito do da performance do burlesco com po com dança com técnica e eu quero saber o que que é A técnica né que tu falou hoje já para vocês tem coisas que se refletem que coisas são essas né Tem uma maturidade reflexiva excelente tá eh uma maturidade um bom senso Tá mas tem que ter mais Rigor né e te assumir politicamente nesse saber da dança saber do movimento com Rigor acadêmico reflexivo dentro dos â do âmbito da das Artes tá uma revisão dentro do e e uma
um nexo né na na na dissertação com uma certa identidade diferenciada que tu Tem assim polidense tô falando como outsider tá burlesco conheço tá mas tu tem uma uma coisa uma idud né identidade artística né E essa identidade ela tu pode pode derramar paraa dissertação e a gente vê ela e as imagens concordo muito com o Daniel a gente fica lá terento e tu tens eu eu viu Instagram tem imagens lindas também a última coisa que eu vou falar a gente quando eu comecei a te seguir me chamou a atenção a posição da câmera né
oama coloca bem e o quarto a Luz a janela né o cotidiano uma é da casa dela pava né não sei né começo ali quando mas eu achei boas escolhas assim de de de de localização de câmera de tudo então parabéns eh pelo momento né de fechar uma qualificação E também pelas suas escolhas artísticas é isso obrigada obrigada su Bianca muitas coisas né Eh mas eu entendi né me apropriar assim De estar na dança que é o que eu ainda não F acho que rolou uma dificuldade aqui de eh me entender assim eh vou vou
trazer um relato bem pessoal que demorou muito tempo para mim eu me entender como artista também eh então demora eu sou demorada para assumir os meus lugares os meus espaços eh os meus conhecimentos e entrar no mestrado foi meio que também um tá Bianca vai sabe te Coloca mais no mundo com com o que tu sabe que tu tenas assim então muito obrigada pelas pelos puxões de orelha nesse sentido é bem importante assim para mim enquanto pessoa e artista e pesquisadora também quero todas as referências que vocês me falaram por favor me mandem e acho
que é isso obrigada eu vou eu vou parar de gravar tá porque senão fica