Olá pessoal, eu sou a Duda. Eu sou o Eduardo do Rid Faith. E hoje nós estamos aqui com um convidado super especial que é o Maisel Rocha. E eu vou deixar ele se apresentar um pouquinho aqui para vocês. Sei. Primeiro. Olá, Melisel, bem-vindo. Obrigado. Muito obrigado por me receberem. Uma honra estar aqui. Eh, meu nome é Mael, sou casado com a Márcia há 20, 22 anos quase. Sou pai do Samuel Benjamin, tem 17 anos. E Márcia e eu Fomos missionários no oeste da África durante alguns anos. Depois voltamos pro Brasil, fundamos uma organização missionária chamada
M3, Missão Mundo Muçulmano, que é uma organização que é especializada em preparar cristãos para efetivamente, eficazmente evangelizar muçulmanos. E aí hoje eu sirvo como pastor de adolescentes, né, na na minha igreja em João Pessoa, na Paraíba. É muito bom estar aqui com vocês pra gente conversar um pouquinho a respeito do Islam. É uma honra pra gente, né, te receber aqui e é um prazer poder aprender mais. A gente já aprende há tantos anos, né? A gente se conhece há tanto tempo, mas a gente é incansável nesse aprendizado e é sempre bom poder trocar experiências e
ideias e aprender contigo. Com certeza. Esse é o primeiro podcast, né, que a gente tá fazendo do Read Fait. Se Deus quiser, o primeiro de de muitos. E eu e a Duda, a gente sempre discutia que nosso primeiro convidado Seria o mais eu. Clar que honra, pô. e e que a gente já traria um tema um um tanto quanto que pode parecer polêmico, mas extremamente importante bem apolog pra gente discutir bem apologético. E o tema de hoje vai então vai ser islamismo, né? Então, a gente vai ter eh uma aula aqui sobre o que que
é o islã, entender quais são as diferenças eh da religião do do islã paraa religião do cristianismo e tentar eh debater algumas ideias e defender o cristianismo em cima Eh dessas ideias e depois também entender o que que a gente faz com isso tudo, né? Qual qual é o propósito de eh de a gente aprender, de a gente saber sobre todas essas coisas? E nada melhor do que ter um especialista em defesa da fé cristã em relação ao islã aqui com a gente. Mas então para começar, se tu puder nos dar um um panorama geral
assim de quem foi Maumé, o que que é o Islã, como é que surgiu? Uhum. Primeiro pra gente ter uma base assim do que que é o Islamismo. É a quando a gente vai falar sobre islã, é muito importante que a gente seja intelectualmente honesto na análise da religião, né, do fenômeno religioso do islã. E o que que significa? É muito importante que você deixe que as fontes islâmicas falem por si só. Então, em vez de você recorrer a historiadores cristãos ou ateus, né, para documentar a história do islã, ah, é, é justo, né, honesto
que você deixe que as fontes islâmicas falem por si só. Então, o Islã tem alguns documentos sagrados aí, ele tem cerca de sete eh gêneros literários. Eh, o principal documento do Islã é o Corão, né? A gente pode falar um pouquinho sobre a compilação do Corão, a formação do livro sagrado, que é o único livro considerado sagrado pelos muçulmanos. Uhum. Eh, dentro desses sete gêneros, e aí você tem alguns gêneros que são muito importantes, eh, que retratam, né, a a vida do profeta Moé. a gente tem a Sunna, que é um é um estilo literário
do islã, um gênero literário, que é basicamente a biografia do profeta, a tradição a respeito do profeta. Você tem a sira, que é a biografia do profeta. Você tem a sunna, que é a tradição a respeito do profeta, que eh emerge ou que é composta também de uma mistura entre a sira, que é a biografia, e os radis. Esses talvez são, na prática, o gênero literário mais importante do islã. A maioria dos muçulmanos não vive De acordo com o Corão, mas vive de acordo com os hadis. Sadis são ah tradições, né, compilações a respeito de
coisas que o profeta fez, que o profeta disse ou que o profeta assentiu pelo silêncio. Ou seja, ele se calou diante de uma situação, então aquilo ah passou a ser válido, né, para o muçulmano. Então, de acordo com essa esses esses principais gêneros, né, da da literatura islâmica, a o que nós temos hoje, né, Eh nos nos conta que o Islã nasce e no século VI depois de Cristo, 610 é a é a data é o ponto de partida da história do Islam que começa um pouco antes. Verdade. A gente é importante entender um pouquinho
do contexto da Arábia pré-islâmica. Sim. Sim. Então, ah, durante aí cinco, quase seis séculos, a Arábia Pré-Islâmica recebeu, tinha recebido aí ah vastas populações de cristãos e considerados heréticos a partir aí do século e judeus que Habitavam a região. A coisa muito comum à época, né? Os judeus se espalhavam, né, principalmente depois da destruição de Jerusalém. houve uma grande dispersão por essa região do Oriente Médio. E aí, no caso, a Península Arábica também foi alvo dessas populações. Eh, originalmente a Península Arábica era habitada por tribos árabes que não tinham um poder centralizado. Eram vários clãs,
várias tribos distribuídas ali por essa região extremamente Desértica, árida e não é uma região que não era interessante para o o recém formado império cristão. Uhum. do século 4, Constantino estatiza a igreja e o cristianismo começa a se espalhar ou a cristandade, né, a junção da da fé cristã com o estado começa a se espalhar pelo mundo. Ah, só que muito pouco zelo missionário foi concentrado, foi dispensado à Península Arábica porque a partir do século 4 5 a igreja tem outras prioridades, expansão territorial, Poder, essa coisa toda. E obviamente, né, um um rincão, um pedaço
gigantesco de terra desértico, sem muita utilidade. Obviamente não se tinha descoberto o uso comercial do petróleo ainda. Ah, não era interessante pra igreja, que tava metida em alguns conflitos, né, bélicos, inclusive por disputa de território. E a com a a consolidação da teologia cristã, começou a rolar perseguição contra grupos que foram corretamente considerados como heréticos, né, Nestorianos, por exemplo, começaram a ser perseguidos e fugiram para a Península Arábica. Então, no século VI depois de Cristo, você tem uma mistura, né, de populações de, né, obviamente a a vasta maioria de árabes que são de diferentes tribos,
diferentes clãs, que de novo não tem o poder centralizado, estão sempre em guerra entre si, guerras territoriais, guerra por por sei lá o quê, estão em constante guerras, constantes guerras, o Que impede a prosperidade da região, obviamente. que você tem essa população de cristãos considerados ateus que foram fugiram pra península e judeus que ali habitavam também há bastante tempo. Ah, a religião da península dessa dessa a religião desta região era o paganismo, né? Politeísmo absurdo. Ah um sistema de crenças composto por um monte de deuses de tradições ah teológicas e crenças diferentes, eh, cujo centro
era uma Cidade chamada Meca. Uhum. Meca, no sudoeste da Península Arábica, é um centro de peregrinação religiosa que abriga um um santuário chamado Caba, que é o lar de 366 de 365 de idades. Ah, uma meio que uma para cada dia do ano. E as tribos, as diferentes tribos vão a cada a sua própria vez, sua, no seu próprio tempo, né, para poder prestar adoração aos seus próprios ídolos. Então esse contexto é muito importante pra gente entender o que aconteceu, né, O surgimento de Maumé, o advento do Islã, porque é uma região então marcada por
ausência de poder centralizador, presença muito forte de ah politeísmo, né, de culto a essas diferentes deidades. E aí em 570 depois de Cristo nasce Mohammed, né? E ele fica orfa. As tradições islâmicas são muito imprecisas em relação a esse início de vida de Maumé. Alguns dizem que ele fica órfão de pai antes do nascimento, né? A mãe está grávida quando o pai morre ou Outras tradições também islâmicas dizem que ele fica órfão aos 6 anos. Outro, enfim, são pelo menos quatro ou cinco idades diferentes paraa orfandade de Maumé. Ah, e dentro da tradição islâmica, dentro
sempre dentro das tradições islâmicas, né? Eh, esse é um conflito, é é um problema, né, para o Islã, o fato de suas tradições serem tão eh discrepantes entre si em relação ao mesmo fato, por exemplo, a a infância de Maumé. Hã, e aí aos 6 anos de idade ele perde também a sua mãe, a Mina, e ele passa a ser criado por seu tio, um homem chamado Abutaleb. Abu Taleb é um sujeito muito influente na região, rico, né? Ah, e durante boa parte da sua vida, Mohamed trabalha como pastor, né, na sua, quando ele se
torna adulto, ele trabalha como pastor. E aos 25 anos de idade, ele está trabalhando aí para uma uma mulher, uma viúva muito rica chamada Kadija ou Kadidia, que é uma proprietária de inúmeras cabeças de de gado, né, da característicos da região. e aos 25 anos ele eh se casa com essa sua patroa, a sua patroa viúva rica. Eh, e ali ele, o patamar de vida dele muda, né, radicalmente. E ele então passa a desfrutar de certa certos privilégios durante cerca de 15 anos. Ah, quando aos 40 anos de idade ele ah tem uma experiência sobrenatural.
E esse Essa experiência é fundamental. é essencial para a fé islâmica. Uhum. Segundo as tradições, Mohammed não é adepto da do politeísmo que que é vigente em Meca, né? Ele já não era adepto. Já não era adepto. Segundo as tradições islâmicas, ele tinha abominação, a versão pelas práticas idólatras, né? Ah, e em um determinado, uma determinada data de um festival pagão que acontecia na na cidade de Meca, segundo as tradições novamente, Né? É, é sempre debatível, porque nunca é muito preciso, mas segundo a maioria das tradições, Mohammed se afasta da cidade de Meca, ele se
retira de Meca para poder ir meditar num num monte, né, num monte chamado Rá. E lá ele fica durante alguns dias numa caverna em retiro espiritual, enquanto supostamente os rituais pagãos estão acontecendo em Meca. Ah, e é durante esse tempo de meditação que ele é visitado por um, supostamente por um anjo, né, eh, que no Islã é conhecido como Dibril, nós o conhecemos como Gabriel, o mesmo anjo da anunciação que supostamente o mesmo anjo da anunciação que de repente aparece para ele e o segura, né, contra o peito assim e e dizra, essa palavra em
árabe quer dizer recita ou lê em nome do teu Senhor. E diante dele é desvelado uma página do Corão com um texto daquilo que seria o Corão, né, nos nas próximas décadas. E Mohamed, que é analfabeto, diz: "E eis que não sei ler, eis que não Sei ler, meu Senhor". E o anjo novamente insta com ele e diz: "Ecra, né, leia ou recita em nome do teu Senhor." E ele diz: "Eu não sei ler." E uma terceira vez isso acontece. É a mesma resposta. O anjo então o solta e fala assim: "Bom, então nós vamos
revelar, nós vamos revelar a você um alcorão, né, puro em árabe puro, né, que é a revelação de Alá e tal". Aí Mohammed fica muito assustado com isso, corre paraa casa de volta e aí ele chega até a sua esposa, né, Khadija E diz: "Eu recebi uma visita de um anjo, né, e eu eu vejo esse anjo ainda agora". Uhum. E aí ela faz um teste muito muito estranho, né, para saber se Mohamed está dizendo a verdade. Eh, e ela diz: "OK, então de novo, tradições islâmicas narram que eh ela pede a ele que se
sente em uma das suas pernas, no colo dela, senta, ela se assenta, fal assim: "Senta aqui na na minha perna esquerda e aí ela pergunta: "Você ainda vê o anjo?" E ele diz: "Sim, eu ainda vejo o anjo". E ela fala: "Então, levante-se e sente sobre a minha perna direita". Então ele pergunta novamente: "Você tá vendo o anjo?" Sim, estou vendo o anjo. E aí acontece uma coisa mais curiosa, né, que poderia acontecer nessa situação. Ela se levanta, tira a roupa, né, fica completamente nua na frente dele e diz: "Você ainda está vendo o anjo?"
E ele diz: "Não, não estou vendo o anjo". E é assim que ela sabe que ele realmente Teve uma experiência com o anjo de Deus, porque ela sabe que um anjo de Deus não permaneceria na presença de uma mulher nua. Meu Deus, cara. Então, Radija foi a primeira crente islâmica, crente muçulmana. Uhum. eh, que entendeu que Mohamed tinha recebido essa revelação, essa primeira revelação no monte na na caverna do monteira. E aí, resumindo bastante, ah, Mohammed eh passa a ele fica por 3 anos ainda na cidade de Meca, ele fica calado em Relação a essas
revelações. Ele recebe supostas revelações sempre através de um mensageiro, nunca diretamente do próprio Deus. E aí, eh, após 3 anos dessa experiência, ele começa a pregar a mensagem que ele teria recebido. E é uma mensagem centrada basicamente no monoteísmo. Isso é muito interessante, né? Num num centro politeísta, ele está pregando uma religião, uma fé monoteísta. E as revelações que ele recebe, que ele começa a repassar pra comunidade, estão centradas aí, monoteísmo, algumas regras religiosas e algumas regras sociais para boa convivência na sociedade. Isso já tava sendo documentado? Ah, hum, não, não. Eh, o processo de
documentação também é muito complexo, para não dizer complicado, né? falar um pouquinho disso um pouco mais tarde, mas durante esse tempo ele tem assim pouquíssimos seguidores, Pouquíssimos seguidores. E ele está vivendo sob a proteção de seu tio influente, Abu Taleb, até que Abu Taleb morre e ele perde essa proteção. Lembre-se, ah, durante esses primeiros anos, as a pregação dele está gerando em torno de monoteísmo. E algo bastante curioso, ah, ele começa a receber revelações que tratam da paz, da da boa convivência com pessoas de outras crenças, inclusive, né? Ah, por exemplo, ah, existe existem algumas
suras, né? O Aas, na verdade, aia é o é o que nós chamamos de versículos e suras, é o que nós chamamos de capítulos no Corão. Então, Mohammed recebe, por exemplo, uma sura eh uma aia que diz assim: "Ah, que não haja compulsão na religião, né? Pois já já se distinguiu. Me perdoem por isso." Uhum. Então, Mohammed recebe uma aia, uma uma revelação, uma um verso do Corão que diz que não haja compulsão na religião, pois Já se distinguiu a verdade do erro, né? Basicamente ele está dizendo, Alá supostamente está dizendo para Mohammed, não force
ninguém a se converter a sua nova religião, né? Porque afinal de contas a verdade se apresentou, o erro também, então as pessoas têm direito e liberdade de escolha. Sim. O que é muito interessante, né? Não é não é assim que a gente conhece elisão. Pois é. Parece que lá na frente vai gerar uma contradição, né? Exato. Exato. E é Importante entender esse período histórico do início do Islã para que a gente possa entender, inclusive as contradições que existem dentro do texto corânico. Sim. Durante esse esse primeiro período, Mohammed tem, como eu disse, poucos seguidores. Ele
alcança no máximo 150 seguidores durante os primeiros eh 12 anos do ministério dele ali em Mec. A morte de Abu Talib significa um risco paraa comunidade, a nova comunidade Religiosa. Ele não tem mais a proteção, tal, e a pressão aumenta significativamente contra Mohammed e seus seguidores. E é nesse período que ele começa a estabelecer alianças com uma cidade ao norte, noroeste, né, de Meca, que é a cidade de Medina. Uhum. E em Medina ele se autoproclama primeiro um profeta aos judeus, depois um profeta aos cristãos, depois aos árabes e os árabes o aceitam como profeta
capaz de unificar as tribos para acabar com as Múltiplas guerrilhas, centralizar o povo, né, sobre uma única religião que possa trazer prosperidade para a comunidade. E dessa maneira, com essa aceitação, Mohammed migra, né? O termo em árabe é Rijra, né? Hejra, que é a migração. Ele sai de Meca para Medina, onde ele é aceito como profeta e de repente ele ele ganha poder bélico, econômico e militar. De repente, com essa mudança no status de Mohammed, Uhum. Curiosamente, o Caráter das revelações também muda. Então, os versos de paz que diziam não force ninguém a se converter
dão dão lugar, por exemplo, a sura 9 verso 29 do Corão, que diz: "Quando findarem os meses sagrados atacai os infiéis, né? Matai os infiéis, atacai-los nos pescoços até que se arrependam ou humilhados paguem a dizia, que é um imposto que não muçulmanos tinham que pagar para viver em terras muçulmanas. E aí começa o período que nós conhecemos Como o período dos versos da espada, quase 190 versos sobre violência no Corão, que é o que marca os 10 últimos anos da vida de Maomé. Então, em um resumo bem bem resumido mesmo, é assim que surge
o Islam, né? Deixa eu te perguntar, tu falou sobre religião monoteísta, né? Porque existiam muitas religiões politeístas ao redor de Meca. Quando quando Maumé começou a a pregação dele ainda com esses esses primeiros 12 anos, eh qual era a relação que ele Tinha com o Velho Testamento? Uhum. Ele porque eles são uma religião abraânica, né? Que que que vem de Abraão, como que surgiu essa essa ideia de de que não existiu o Velho Testamento, depois veio a revelação de Jesus e agora Maomé tá dizendo que ele é uma revelação nova? e esse monoteísmo, né, que
ele acreditava tinha alguma coisa a ver com a com a Bíblia de fato ou não? Uhum. Ah, a crença geral eh do pessoal que não não se aprofunda muito no estudo Das da literatura islâmica é é a crença de que eh o Corão é a Bíblia dos muçulmanos ou que o Corão é baseado na Bíblia ou que tem histórias iguais, enfim. E isso é é meio ingênuo do ponto de vista acadêmico, do ponto de vista da verdade, inclusive, né? Uhum. Ah, como eu eu mencionei há algum tempo atrás, ah, existe uma uma presença significativa de
cristãos e judeus, né, no na Península Arábica. Uhum. Então, Ah, durante um certo, talvez mais de dois séculos, essa presença judaico-cristã exerceu enorme influência sobre a sociedade como um todo. Uhum. E, obviamente, tanto judeus como cristãos traziam consigo as suas histórias, suas tradições religiosas e por aí vai. Mas é importante a gente ter em mente que o Antigo Testamento e também obviamente o Novo Testamento não estavam traduzidos pro árabe nessa época. Além Disso, os judeus eh contavam muitas histórias baseadas não nas escrituras do Antigo Testamento, mas nos targums, nas diversas tradições literárias e hebraicas, judaicas,
né? a boa parte delas apócrifas que não tinha menor assim a menor conexão com as escrituras sagradas. Claro, corriam as histórias de Abraão, as histórias de Moisés, do próprio Davi, a história da criação do mundo, por aí vai, mas eram histórias extraídas de novamente, né, Tradições judaicas apócrifas. Além disso, você tem uma presença de cristãos, por exemplo, nestorianos na Península Arábica, que tinham histórias fantasiosa a respeito de Jesus e que contavam para entretenimento, literalmente conversa ao redor de fogueira, ah, no fim do dia para se entreter, né? Uhum. E aí é interessante porque quando você
analisa o conteúdo do texto corânico relativo ao Antigo Testamento e mesmo a pessoa de Jesus, Você vai ter, por exemplo, ah, histórias a respeito de Moisés, histórias a respeito de Abraão, histórias eh a respeito de alguns profetas mencionados no Antigo Testamento que não tem absolutamente nada a ver com os materiais comprovadamente históricos do Antigo Testamento. Então, histórias de Moisés, por exemplo, ele vai tomar banho certa vez no deserto, ele tira a roupa, coloca a roupa sobre uma pedra e Havia uma dúvida se Moisés era perfeito ou não, porque no Islã o profeta é perfeito. Então,
as pessoas tinham dúvidas se Moisés era fisicamente perfeito ou não. E aí ele está tomando banho e de repente a pedra sobre a qual as roupas dele estão depositadas se levanta e começa a correr. A pedra, a pedra começa a correr com a roupa de Moisés e ele vai atrás da pedra com um cajado na mão e tal, e a pedra para diante do acampamento de Israel e Moisés Alcança a alcança, né, a pedra, pega suas roupas e bate na pedra, né, com o seu cajado e deixa marcas nessa pedra. E essa pedra marcada com
as pancadas do cajado de Moisés está até hoje, né, segundo as tradições islâmicas. Ah, o problema é que essa história se encontra em ah fábulas judaicas apócrifas, de novo, criadas para crianças se divertirem a respeito dos das histórias fantasiosas dos profetas, mas por alguma razão conseguiram Alcançar os eh percorrer o caminho e entrar no corão. Mesma coisa acontece com outros profetas e com Jesus de igual modo. Sim. Você tem várias histórias no Corão a respeito de Jesus, por exemplo, falando quando criança, quando bebê, ele ele ele sai, né, do ventre de Maria e ele diz:
"Eh, eu sou o mensageiro de Aló, né? Você tem a mesma história, mesma história. Ele saindo do vento de Maria, uma luz brilhando, só que em vez de dizer: "Eu Sou mensageiro de Alá", ele diz: "Eu sou o filho de Deus". histórias apócrifas do século 3, 4, 5 depois de Cristo, tudo antes do Islã. Então, é é absolutamente estranho. Uhum. que esse tipo de história esteja, por exemplo, no texto corânico hoje, por uma razão muito importante. Os muçulmanos acreditam que o Corão é a cópia perfeita das da mãe dos livros. Uhum. que eh jamais foi
criada, está presente no céu, mas eh o conteúdo está registrado em Placas eternas de ouro, jamais criadas, coexistentes com a lá e que foram e cujo conteúdo foi revelado de cima para baixo. O termo em árabe é Tanzil. Uhum. Ou seja, ele veio diretamente do céu para Mohammed, que então proferiu essas histórias. Ele não registrou as histórias e os seus seguidores registraram essas histórias no que e compilaram no que hoje nós temos. Ah, nós chamamos de Corão. Ah, o nome Corão, ele ele é isso, né? Ele é que é dito ou É falado. Exato. Alcura,
né? Você é é o que você o que você recita, é o que você fala, profere. E a pergunta é se o Corão é uma revelação eterna, é a cópia fiel da mãe dos livros, jamais criada, sempre coexistente no céu com Deus? como que histórias apócrifas judaico-cristãs penetraram esse texto eterno e pior, ah, é muito estranho que o texto corânico difira não somente das escrituras sagradas, mas inclusive da lógica em si. E coincidentemente esse texto eterno possui porções de histórias apócrifas que nós conseguimos localizar na história e que são consideradas fábulas, né? Então, uau, isso
é um enorme problema para os apologistas muçulmanos, porque são perguntas que não tm resposta. E até a questão da história, porque Isaque, Ismael, da onde eles tiraram isso? Eles tinham documentos históricos na época que contasse o que eles contam, que eles eh não contam o Que tá nas escrituras. Eles dizem que o filho que até que Abraão foi sacrificar Ismael. Toda essa história. Para eles falarem algo do tipo, eles tinham algum registro na época para mudar a história, que já era algo da Escritura Sagrada, ou foi da cabeça? Foi uma revelação? Eh, o lance com
Isaac Ismael é muito interessante. Por isso é importante saber da existência dos demais gêneros literários do Islã, porque o Corão traz a história de Do quase sacrifício de um filho de Abraão. Uhum. Mas não diz quem é o filho de Abraão, não falam não, não o cita pelo nome. Claro. Quando você investiga as tradições islâmicas, Redis, né, a Suna, sira, tabacato, eh tafsir, todas as tradições históricoliterárias do islã, Uhum. Ah, você percebe que em 30 passagens, em 30 referências, o filho a ser sacrificado por Abraão é Isaque. Uhum. Claramente Está lá. né? As autoridades são
esses documentos são validados pelos nomes daqueles que os compilaram. E eles são é como se fosse eles são como se fossem os teólogos cristãos. Então quando você falar Agostinho de Ipona, são Tomás de Aquino, Lutero, Calvino e por aí vai. Sim. Ou seja, são referências, né? No caso do Islã, eles têm também mesmo mesmo tipo de de de referências de homens, de nomes. Uhum. que são autoridades, são teólogos, são Historiadores, enfim, e que tem coleções de tradições que são validadas por eles e que, portanto, são consideradas canônicas no Islam, né? Sim. Uhum. É o a
o termo para canônico é siri. Então, eh, você tem Sahi Albuhari, que é é o é o é o texto canônico de Albuari, que é um um dos principais e hã compiladores dessas tradições. Uhum. Então beleza. Então quando você analisa Sahih Al Bari, Sahih Muslim, ah, Daud e outras fontes fidedignas, canônicas, você vai ver que Isaque é mencionado como filho a ser sacrificado por Abraão em 30 passagens. Então, tá claro. Uhum. foi Isaque. Mas as mesmas tradições islâmicas, às vezes com o mesmo autor, dizem em 60 passagens, 60 ocasiões, que o filho a ser sacrificado
era Ismael, né? Au! Então, ficou sendo Ismael por uma questão, obviamente de conveniência. Sim, porque se você coloca Isaque, que é o que as escrituras sagradas dizem, cristãs Dizem, eh, as próprias fontes islâmicas, em algumas passagens dizem, você coloca um peso histórico, teológico muito grande sobre o povo de Israel, afinal de contas, né, Israel vem, né, eh, descendeum. Então, foi um, foi literalmente uma questão de escolha e não é uma escolha neutra, não é uma escolha isenta, né? tem razões históricos, políticos, sociais para que Ismael, Ismael seja o Filho quase sacrificado. E e esse é
apenas um exemplo de inúmeras contradições que nós temos aí na história e na teologia islâmica que precisam ser explicados por apologistas islâmicos que estão há séculos tentando resolver esses problemas e não conseguem. E é muito engraçado que olhando pro lado do cristianismo, o Velho Testamento e o Novo Testamento, eh, a gente já tem séculos antes disso tudo acontecer, né? Já é considerado canônico para nós, sim, já três, quatro séculos antes do início do Islã. E realmente me parece que é muito difícil de eh a gente estava conversando outro dia, né, sobre o códice sinaítico, se
é assim que se fala em português, codice sinaítico. É, alguns chamam que é a Bíblia do Sinai, né? isso, ele já tava lá pronto e já alguns séculos antes disso tudo, né? Então, nós já tínhamos textos Inteiramente eh inteiramente completos que a igreja eh cristã considera como canônicos. Uhum. E aí dois, três séculos depois eles utilizam livros que a gente sabe que eram falsos, eram apócrifas, que contavam histórias, né, que a gente sabe que os autores não foram eles mesmos que que diziam. Cada apócrifo tem o o porquê de ser apócrifo, né? Então, assim, já
tinha muito estudo sobre tudo isso. Me parece muito estranho depois de Tantos séculos eles virem com uma coisa nova e pegarem esses apócrifas e e fazerem eh de uma maneira, né? E como tu estava falando também, eh, dessas diversas eh aliás, dessas diferenças que tem propriamente dentro deles, fez com que depois surgissem eh divergências dentro do próprio islamismo, né? Pode explicar um pouco pra gente que muita gente no Brasil acha que o shita é o mais radical. Aí tem o sunita. Pode dar Uma um panorama assim um pouco dessas eh ramificações que foram surgindo? Eh,
porque pelo que eu sei, logo depois que Maomé morre, já começa um problema ali de algumas tradições para entender eh as como é que as radites, né? E também para conseguir interpretar o texto do próprio Corão. Eh, como é que funciona todo esse sunitas, xitas e outras e religiões que nós temos hoje? Uhum. Religiões, não, eh, seitas, né? tem fragmentações. Exações. Ah, a primeira questão do do dos códex, né, que que existiam, né, e isso é isso é um problema que precisa ser abordado e precisa ser respondido. Sim. Porque como você bem disse, nós temos
documentos pré-islâmicos, documentos bíblicos pré-islâmicos. A gente tá falando de fragmentos no ainda no primeiro século, finalzinho do primeiro século, a gente tem dois fragmentos com um trecho é bem pequenininho mesmo, mas Quando você compara o texto do fragmento do final do primeiro século com o que nós temos hoje, a Bíblia que nós temos hoje, não há diferença entre o texto. Então, no segundo século, nós começamos a ter uma porção um pouco maior de fragmentos. final do segundo século, nós temos uma um manuscrito, né, manuscrito John Rands, eh, um manuscrito que leva o nome do seu
descobridor, que tem grandes porções do Evangelho de João. E a partir do século II, aí você começa a ter assim Uma uma quantidade absurda de materiais que não deveriam existir, né? Sim. Ou seja, é muito mais antigo que o Islã. Muitos deles eram feitos em em papiro, não em pergaminho. Papiro é vegetal, tem uma uma duração, uma vida média muito inferior a do pergaminho, que é de origem animal. Uhum. Ah, mas a gente tem, né, uma quantidade absurda de manuscritos bíblicos em diferentes idiomas. Isso é muito importante. Eh, já no terceiro século. E no quto
século Vira uma festa, né? Nós temos aí três códices, né, que são fascinantes. Eh, são um códice é uma é um é um conjunto, é uma compilação completa das escrituras. Nós temos três dela, delas, né, aí do já do princípio do quto século, que são o códex sinaíticos, né, como você mencionou. Nós temos também o Códice Alexandrino e nós temos eh ah cina alexandrino E vaticanos, né? Então nós temos esses três códices completos. Uhum. De todas toda a escritura. E quando você compara o texto, por exemplo, do Novo Testamento, que é o objeto de debate
dos muçulmanos, né? Quando você compara o texto do Novo Testamento com o que nós temos hoje, é fascinante. É assim, é idêntico, né? Você você não teve adulterações. Uhum. E a partir do quarto século, aí aí assim a a quantidade de de manuscritos completos do do Novo Testamento em 13 idiomas diferentes, lembrar que traduzir a Bíblia naquela época, período ah entrando aí começando o período medieval, você ter milhares de manuscritos em diferentes idiomas. É. É, é, é um processo extremamente complexo para, você produzir um negócio desse. E pior, né, espera-se que você tenha diversos erros
e discrepâncias, mas não o que você tem, quando você compara os exemplares de um mesmo idioma entre si, não há, o texto é Exato, é perfeito. E quando você compara os exemplares entre diferentes idiomas, você vai ver também que a tradução é equivalente. Então, eh, é quase um milagre, né, que o texto tenha sobrevivido íntegro, e para ser alterado depois que já espalhou para vários lugares diferentes, em várias línguas diferentes, acabou. É, não, a gente tem que lembrar que não tem contrtrol C e conttrol V, né? Né? 1500, 1600 anos atrás, não tem como Você,
você não você não consegue manipular um documento em vários idiomas diferentes ao mesmo tempo. E assim, se você vai fazer uma mudança em um, você tem que fazer uma mudança em todos. que ele tá distribuído em lugares você não conhece, é simplesmente incontrolável uma vez que o negócio começa a se espalhar. Uhum. Ah, e você não tem discrepâncias, né? Então, até o século VI, e a gente usa como referência o século VI porque predata o Islam, no Século VI e tal. Eh, e aí surge esse esse essa essa coleção de histórias que, de novo, Mohammed
não escreveu o Corão. Os muçulmanos têm muito orgulho em dizer que ele era um profeta analfabeto, o que teoricamente tornaria o Corão em um milagre do próprio Mohamed, porque como é que um homem analfabeto vai dar origem a um livro tão perfeito quanto o Corão? O processo de compilação do Corão também é extremamente problemático. De novo, Fontes islâmicas. Nós não precisamos nos valer de estudos ocidentais, de ateus, de cristãos, de outras religiões para para criticar o Corão, de jeito nenhum. Basta a gente pegar a a os documentos históricos sobre a compilação do Corão, Registros, pra
gente perceber que ah é um documento primeiro que tem problemas na sua própria compilação. Mohamed ele supostamente recebia suas revelações em qualquer lugar onde ele estivessem, em batalha, no deserto, onde fosse, os Sintomas que ele apresentava quando era visitado por seja lá o que for, que ele trouxe essas revelações eram extremamente estranhos, né? Ahã. Há registros de que quando a revelação vinha sobre ele, ele caía ao chão e e ficava pesado ao ponto de nem oito ou 10 homens conseguiram levantá-lo do chão. Por vezes eles ele espumava pela boca enquanto recebia as revelações. Em outras
ocasiões, as pessoas ouviam zumbidos de milhares de de moscas no Ambiente. Não tinha nenhuma mosca, mas ouvia. Então, eh é é um capítulo interessante entender esse processo de revelação do Corão. Sim. E aí à medida queedo vai recebendo essas supostas revelações, seus companheiros que estão ali junto com ele, seja lá onde for, lançam mão de do que eles têm a mão. Sei lá, cascas de árvores, pedras, ossos chatos de carcaças, né, jogadas pelo deserto e vão escrevendo no que tem. E vão tentando escrever. Exatamente. Ah, o corão só é, então assim, imagina a quantidade de
materiais nos quais essas supostas revelações estão escritas. Uhum. E vamos se espalhando por aí. Uhum. O Corão não é compilado, ele não é transformado num documento único antes da morte de Maumé. Mohammed morre então em 632 depois de Cristo. Ah, e ele é sucedido por aqueles que vão ser conhecidos como os califas, né? Os companheiros que andaram como Mohammed e Que vão ser responsáveis por liderar a comunidade islâmica. Então você tem o o primeiro califa, né? A Abu Bakar. Depois você tem eh Omar e no terceiro califa, um sujeito chamado Usman, você tem a ordem
do califa de compilar o Corão. Por quê? Porque muito do Corão estava apenas apenas na memória dos companheiros de Mohamed que estavam morrendo em batalhas. Porque a partir de 634 depois da morte de Maomé 2 anos, o Islã começa a se expandir para tomar a Síria. E obviamente, né, a expansão islâmica é feita com, como alguém disse, né, com o corão e uma mão e a espada na outra. E aí muitos estão morrendo. E o terceiro califa, Usman, eh, ele fala: "Não, nós temos que compilar esse negócio porque o texto está se perdendo". E aí
ele convoca um escriba, que era muito jovem, adolescente, quando Mohamed estava vivo, um rapaz, um homem chamado ah Zaid ibn Tabet, para fazer a Compilação do Corão. Uhum. E aí as tradições islâmicas registram que Zaid Ibnab teria dito eh isso aqui assim seria teria sido mais fácil se eu me pedisse para pegar essa montanha aqui e transportá-la para um outro lugar do que me pedir para compilar um negócio que está tão espalhado em tantas tantos materiais diferentes e tal. E ele tenta com muito custo compilar e transformar tudo isso num texto. Hum. E o interessante
é que nesse período ah Existem diferentes versões do Corão. A maioria dos muçulmanos não sabe disso. A maioria dos muçulmanos acredita que o Corão é perfeito, que tem uma única cópia. O que eles não sabem é que ah, por volta dessa época do terceiro califa havia cerca de 25 versões diferentes do Eu estou falando diferentes, não na linguagem, mas por exemplo no número de capítulos. No número de versos. Algumas versões têm alguns versos, outros têm capítulos Diferentes. Uma loucura. Uau! E aí, ah, Zaid Ibn Tabit pega todas essas fontes de novo, ossos, pedras, cascas de
árvore, outras versões e compil. Faz uma única versão do Corão. Por ordem do califa Osman, são feitas quatro outras cópias dessa, desse original design. E aí, gente, isso é um problema do ponto de vista técnico, acadêmico, né, histórico. Isso é, isso é devastador. Osman pega as 24 ou 25 versões divergentes do Corão, reúne e Queima todas elas. Você está eliminando Uhum. evidências extremamente problemáticas de que o Corão tinha um texto divergente desde o começo. Ele simplesmente apaga. E a pergunta é: sabe que tudo o que daquilo era verdade, o que era mentira? Como é que
a gente sabe que Z, porque ele fez uma triagem? Humum. Ele não pegou tudo, juntou e fez um texto só. Então, as versões eram diferentes, enfim. E para essa queima, ela ele conseguiu fazer um Um compilado do do que havia ao redor ou ele fez local ou não tinha se espalhado ainda muito? Como é que Não, não havia se espalhado. Eram 25 versões. 25 versões pessoais. Então, por exemplo, a última viúva de Mohammed. Mohammed teve eh 11 esposas, né? Eh, a a mais a última delas, a favorita dele, Aisha. Aixa, quantas eram? Eram 11, 11
esposas e uma ou duas concubinas, não se sabe ao certo, mas eh Aixa, que é a a última das esposas de Mahamed, que era a favorita Dele, com quem ele ele se casou quando ela tinha 6 anos de idade e ele tinha 53. Uau! E ele consumou o casamento 3 anos depois, quando ela tinha 9 anos de idade. Enfim, ah, ela tinha uma cópia pessoal do Corão. Ela morre, ele morre quando ela tem 18 anos de idade e ela tem uma cópia dela, né? Eh, no funeral de Mohammed entrega-se uma cópia, né, que é a
cópia de Aixa, o manuscrito de Aisha. E ela tem ao relato de que nas tradições Islâmicas ao relato de que o o corão estava guardado na casa dela e durante os funerais de Mohammed, um cachorro entra na casa e come parte dessa versão, dessa versão de AA, que era uma das versões mais bem preservadas. Ah, então estava tudo local de uma que Osman tinha acesso a todas essas versões. Ele elimina todas elas e aí envia essas quatro cópias. A a a original fica em Meca e aí ele envia quatro cópias para Medina Bassara não vou
me lembrar agora as outras duas cidades, mas enfim. E esse suposta, supostamente tem mais problemas para vir ainda, supostamente é o texto do Corão de hoje. Não é, não é, mas é o que os muçulmanos contam nas suas tradições. Então, ah, com a morte do quarto califa, do terceiro califa mano, eh surge ou assume o seu posto o quarto califa, Ali. E Ali É, ele tem algum grau de parentesco com Mohammed, é um sobrinho distante. Mohammed não deixa descendentes, homens, né, vivos. Uhum. Então, parte da comunidade diz: "Não, quem tem que tem que quem tem
que suceder o quarto califa, quem tem que liderar a comunidade islâmica é alguém ligado por sangue ao profeta". Uhum. E muitos partidários e contrários a ali dizem: "Não, não, nunca foi assim, não vai ser tal, não sei quê". E aí começa Aquela briga toda e ah em ali, né? Os dois filhos deles são assassinados e por causa disso, talvez você já tenha visto muçulmano cheitas se lancetando na rua, né? Eles amarram navalhas e começam a ferir as próprias costas. Tem muito sangue, né? Uma passeata assim, todo ano eles realizam isso. É em celebração, né? em
em lamento pelas pela morte dos filhos de Ali. E isso determina a cisão na comunidade islâmica que é a UMA. A UMA é o nome que se dá em árabe para a comunidade dos fiéis, comunidade dos muçulmanos. Uhum. Ah, e eh a partir daí os partidários de Ali, eh, que defendem que o que a comunidade islâmica se apegue muito mais ao texto do Corão do que as tradições islâmicas, eh eles seguem ali, seguem essa vertente e os demais, cerca de 80, 85%, né, da comunidade islâmica na época, ah, decidem a ter um um trilhar um
caminho diferente, que não tenha ali Como seu soberano e que se apegue não somente ao texto corânico, que ainda está sendo elaborado ou compilado, mas também as tradições do profeta. Daí vem o nome sunita. Ah, lembra do gênero islâmico? Sunna. Sunna é a biografia do profeta. Então, os sunitas se apegam tanto ao Corão, mas principalmente às tradições, a Sunna. Os chiitas e também tem tradições, né? Tem um corão até diferente, mas eles dizem se apegar muito mais a a a ao corão em si. Seria Um pouquinho pouquinho só parecido com a diferença entre católicos que
se apegam à tradição da igreja também, a bula para pau, essa coisa toda, e os protestantes que teoricamente, né, espera-se só na escritura. Tá legal essa essa comparação. Depois a gente vai entrar um pouco aí do eh do radicalismo islâmico, eh enfim, porque se diverge, né? E aqui no no Brasil foi criado que o chita, uma sai de carro, enfim, depois a gente vai eh entrar Nesse assunto. Acho que a gente conseguiu ter um um panorama extenso, muito pode pode ser que seja resumido, mas para nós para nós bem já eh extenso do que que
do que que é o Islândia, como que ele surgiu. Pode falar. Acho que seria interessante eh a gente comentar um pouco sobre os pilares, né? O que que eles fazem, o que que eles acreditam, o que que rege eles? É, a fé islâmica tem seis crenças e cinco práticas. Honestamente são seis práticas, mas os muçulmanos não gostam que a gente fale que são seis práticas. Então, os muçulmanos têm seis crenças, né? Eles creem nas escrituras, creem eh em Deus, né? Creem nos anjos, no mundo espiritual, ah, creem nos profetas e creem no juízo final. Uhum.
Então, a teologia islâmica é estruturada nesses seis pontos de fé. Uhum. Desses seis pontos de fé, ah, emergem os as cinco práticas, seis, mas eu vou explicar isso Daqui a pouquinho. Ah, e são cinco práticas que todo muçulmano precisa, né, praticar. Lembrando que o islão é uma religião meritória. Então, não é não existe o conceito de salvação pela graça, né? O próprio conceito de salvação é muito complexo, muito complicado no Islam. pelo mérito deles. Ah, sim. Sempre por mérito, né? Sempre por mérito. É por isso que você vê, ah, os muçulmanos são super fiéis, não.
Ah, por definição, eh, Nenhum muçulmano pode ter certeza de salvação. Uhum. Eh, é uma questão literalmente de mérito. O julgamento é feito a através do da comparação, uma balança mesmo entre os as suas boas obras e as suas más ações na Terra e o que pesar mais te dá uma chance, se as suas boas obras pesam mais, te dá uma chance, não é certeza, de que você entre no paraíso. A menos que ele tenha feito um ataque suicida aí. A menos que ele morra em Jihad, que é a é o jihad não é a guerra
santa, é eh é caminho de Alá, é o caminho da fidelidade, tal. Aí ele tem a certeza da salvação. Existe existem duas ou três passagens no Corão que sugerem que aqueles que morrem em combate pelo caminho de Alá, pela Jihad, eh vão direto para o paraíso, onde serão recebidas, ser recebidos por 70 ou 72 virgens, né? Mas é tudo muito difuso, você não tem muita certeza, só que Existe uma crença muito forte. Esse é um dos principais, uma das principais motivações de de extremistas, né, terroristas islâmicos. Uhum. Para poder morrer de radim contas, não é
coragem, é covardia, né? Eles não estãoim a gente fala marir, os muçulmanos são eh se martirizam, não é medo de não ser salvo. Exato. O o que que é um márte? É alguém que morre pela sua fé. Uhum. No conceito islâmico, o mártir é aquele Que mata sim pela sua fé e morre no processo. Morre matando. Tem que levar infiéis juntos. Exato. Exato. E por quê? Não estou dizendo que todos são assim, né? Muitos deles estão, acreditam, né, na causa mesmo, mas muito, sobretudo os jovens, Uhum. Eles eh se lançam no martírio por medo do
julgamento. Então não é uma questão de coragem, é uma questão de medo. Então vamos lá. Todo muçulmano tem que eh a primeira prática, né? Não, não necessariamente nessa Ordem, mas a primeira prática islâmica é a charrada. Você tem que confessar, né? Eu não vou proferir a charrada aqui para não correr o risco de ter um um corte, né? E depois me botarem uma confessão. Pronto. Mas eh porque é muito importante a charrada para eles, né? É muito importante. É assim que você entra, né? No islã, é assim que você batiza a criança, batiza, né? Assim
que você recebe um a você introduz uma criança, um bebezinho, né, no na fé islâmica. É, É, é, é a confissão que você profere no funeral, ela tá em tudo, né? Ela tem que ser em árabe. Em árabe. Em árabe. Então, falar em português não tem problema, né? Em português. Então, vamos lá. para não ter corte. Eh, fal a charrada é lá, que quer dizer não. Ah, elá que quer dizer eh a Deus, né? El senão Allah. Uhum. Né? Então não, né? A Deus, senão a lá. E a e aí a segunda parte da confissão
é diz que Mohammad é que é e Maomé Rasul que é O mensageiro Alá, né? Então Maomé é o mensageiro, OK? De Alá. Eu falei entre as duas palavras só para não ficar um Muito obrigado. Para não ficar completo assim, é o corte bonitinho assim. Fal. Obrigado demais, por favor. Eh, então essa é é obrigatório, né? Todo muçulmano tem que fazer essa confissão. Uhum. A segunda prática, de novo, né? Não tem uma ordem para isso, mas eh é os salat, né? São as orações. Eh, os muçulmanos sunitas oram Cinco vezes na mesquita, ok? Uhum. Não
tem um horário definido tem a ver com a posição do sol. Hoje tem horários, né, obviamente, mas no século VI tinha a ver com a posição do sol e tal. Você não tem as cinco orações consolidadas no Corão. No Corão você só tem três orações. Nas tradições islâmicas você tem mais duas. Por isso que os xiitas que se apegam mais ao corão oram três vezes por dia. Enquanto os sunitas vão cinco vezes à mesquita. Elas são orações diferentes? Não. Não. Ah, você tem dois tipos de oração no Islam. Eh, o primeiro deles é o salat,
que é uma oração formulaica, ou seja, você tem palavras definidas, você tem movimentos definidos. A gente vê na televisão, nos filmes, né, nas mesesquitas, os muçulmanos muito reverentemente eles eles têm uma enorme reverência, né, no espaço sagrado, no espaço de oração. Algo admirável mesmo. Sim. E ah, e aí tem toda aquela o ritual de você se purificar primeiro, né? tem Que lavar as mãos, os pulsos, os tornozelos, os pés e aí e o nariz, a boca e as orelhas e a cabeça. E aí você está ritualmente puro. E aí você se alinha com os seus
irmãos muçulmanos e faz as orações. Então são movimentos ensaiados, tem uma ordem, tem palavras a serem proferidas. E aí você tem um segundo tipo de oração que é a chamada dua. E dua é aquela é uma conversa mais livre, não é uma fórmula, mas é uma conversa, uma súplica que o muçulmano Faz a a lá. Eh, você tem a terceira prática que é o zakat, que são as esmolas, né? Então, todo muçulmano é ordenado a doar a cerca de 2,5% das suas entradas financeiras ou em víveres para os pobres, para os viajantes, para e para
a mesquita, né? Uhum. Então, até hoje no musulmano, no mundo muçulmano se pratica o zakato, que é uma uma caridade financeira assim monetária, física mesmo, praticada pelos muçulmanos. Ah, a quarta prática é o jejum de de Ramadã. Eh, começa agora em fevereiro, é isso? Ou muda de acordo com Sim, eu não lembro a data agora porque não obedece o calendário solar, né? O calendário islâmico é um calendário lunar. Por isso que o o Ramadã, eh, o Radio, por exemplo, que é a peregrinação, mudam de data ano após ano, né? Sim. De acordo com o calendário
lunar de 28 dias. Uhum. Então, ah, o jejum, a pessoa fala, os muçulmanos jejum mês por por ano? É, não é bem Assim. Porque ah, o jejum ele é é ele é praticado obedecendo-se à proibição de beber e comer durante a luz do sol. Uhum. Então, enquanto há sol no céu, não se pode comer ou beber. Alguns mais piedosos nem sequer engolem a saliva, eles cospem o dia inteiro e tal, como sinal de piedade, mesmo querendo ser fiéis a ao jejum. Então, hum, no princípio, como você não sabia exatamente, o negócio é tão regrado que
O imam da vila ou sei lá de hoje, ele saía de madrugada antes do sol nascer com um tufo de lã branca e um tufo de lã preta na moto e ele ficava observando os dois. Quando ele conseguisse discernir qual era o branco, qual era o preto, quer dizer que o sol tava nascendo. Então começava o jejum. Interessante. No fim da tarde ele saía de novo com os mesmos tufos. A mão esperava quando ele não conseguia mais mais discernir, quer dizer que o jejum tinha terminado. Quando o jejum termina, aí eles assim, um banquete. Muitos
chamam de banquete de Ramadã em vez de jejum de Ramadã. E muitos engordam durante esse mês. Sim, é verdade. Eles falando é mais comida é consumida em alguns países muçulmanos durante o mês de jejum do que em outros meses comuns do ano. Então ainda é eu mesmo muito legal assim. Imagina do ponto de vista social. muita celebração, existe muita solidariedade no mundo Muçulmano, um pouquinho parecido com o que a gente experimenta aqui na última semana do ano, quando as pessoas ficam mais afetosas umas com as outras em relação ao Natal, essa coisa toda. E no
mundo muçulmano, eh, é muito legal você anda pelas ruas, assim, as pessoas ficam até tarde nas ruas se divertindo, conversando, comendo, bebendo chá, te dão comida de graça. É muito bom. É muito bom. Ah, estar entre muçulmanos é geralmente Uma coisa muito agradável. A gente vai falar sobre isso, porque infelizmente o pessoal fala: "Ah, muçulmano é terrorista de jeito nenhum." Uhum. A vasta maioria dos muçulmanos são pessoas de bem, são homens e mulheres de muito valor, gente trabalhadora que amam seus filhos, amam, enfim, é, é muito bom, né? Estar entre muços é uma coisa muito
boa. Então você tem aí eles comem durante boa parte da noite e aí quando o sol amanhece, quando o dia amanhece aí cessa Novamente durante 28 dias até que tem o último dia que é chamado noite do poder, onde boa parte da comunidade islâmica do mundo acredita que um anjo desce do céu e aparece na última noite do Ramadã. Aí se você ver aquele anjo, os seus pecados são perdoados. Isso é fascinante pro muçulmano, porque ele não tem de certeza salvação. É tudo uma questão de equilíbrio entre boas e más obras. Durante o Ramadã também
o o Corão é dividido, né, em em unidades de 28 ou 30, né, blocos de leitura. E o Corão é todo lido durante o mês de Ramadão. Na mesquita isso novamente é a baraca. Baraca, o baracá é bênção. São coisas que você faz para adquirir méritos. Vão sendo acumulados lá para pesar no dia do julgamento final. Pesar. E a última prática é o HAD. Had é a peregrinação, AMeca, que todo muçulmano que tem condições físicas e financeiras precisa fazer por pelo menos uma ocasião na vida. Então é uma viagem que eles fazem A Meca e
aí tem uma série de rituais, não dá pra gente entrar nos detalhes aqui, tem, né, ida de uma cidade para outra entre Meca, Medina, tem rituais de, enfim, quem não faz está em dívida. Quem não faz não tem o mérito de ter feito o rad e isso vai contar lá no final, não tem jeito, né? Ah, isso é tão importante que na África Negra, por exemplo, quando alguém faz o R, ele o nome dele, o nome dele ganha um um Eu ia perguntar isso sobre o status. Eles mudam, né, o Sim, eles mudam o status.
E assim, o cara vai, faz a peregrinação e lá ele raspa a cabeça. Então, ele volta com a barba como era antes, careca. Isso é um sinal de que ele fez o head. E a partir daí, pelo menos na África Negra, em muitos, muitas comunidades, ele vai, por exemplo, digamos que se o nome, Eduardo, você fez o o RAD e a partir daí você vai ser chamado de Alh Eduardo. Você ganha um título, né? Ou seja, eu fiz você visto com muito mais respeito na sua comunidade. De novo, questão meritória, questão de acumular boas ações.
E a sexta prática, que a maioria dos muçulmanos não concorda, e é verdade, eles não concordam com isso, mas é o que o Corão preconiza, é a justamente a jihad, jihad, a guerra santa. Uhum. A, como disse, a maioria dos muçulmanos são gente extremamente pacífica. E esses caras vão interpretar as ordenanças Corânicas em relação aos jihad como o que eles chamam de jihad superior. Ou seja, é uma luta sim, mas é uma luta contra a sua própria natureza, contra seu pró seus próprios pecados, suas tentações. É uma luta para te trazer, te fazer uma pessoa
melhor para Allah e para o seu próximo. Uhum. Avasta a maioria dos muçulmanos acredita nisso. Mas o Corão jamais, nem o Corão, nem as tradições islâmicas jamais abre margem para uma interpretação suavizada do Jihad. O jihad no primeiro, no so islã, eh é é lutar contra os infiéis, né? Mohammed nos últimos 10 anos do seu da sua vida, né? o seu ministério em Medi, né? Depois da da migração, Mohammed está envolvido em pelo menos nove batalhas por ano. Au, nove batalhas durante os últimos 10 anos da sua vida. É muita coisa. E a vida dele
é um exemplo. A vida, exato, isso é muito importante. A vida de Mohammed é o exemplo. Ele é o exemplo supremo de marido, de pai, de Profeta, de guerreiro. Ele tem que ser imitado. Então, quando a gente fala os muçulmanos fundamentalistas, muçulmanos extremistas, no ocidente, na Europa, o pessoal fala assim: "Ah, não, isso não é no a os radicais sequestraram o Islã e tornaram o Islã uma religião violenta. Não, eles estão seguindo o que um profeta fez. É isso. Não é uma acusação, é uma é uma constatação. É uma constatação. Exato. Uma constatação com base
na vida de Mohammed, nas tradições Islâmicas, na história do Islam. Ah, e assim, e a gente pode entrar em pedofilia e outras coisas também se for eh para esse caminho. Uma criança de 9 anos. Outro dia eu vi um debate entre um cristão e um e um muçulmano e ele perguntou pro cara: "Tu tem tu tem uma filha?" Ele tem, quantos anos ela tem? Ele não quis responder. Eh, então, e se eu arranjasse um casamento para ela agora com um cara aqui de 60 anos, ele vai pagar bem e tal, não sei quê. E e
Quando ela fizer 9 anos, ela vai pra casa desse cara e ela vai ter que ter relações com ele e tal? Tu aceita isso nos dias de hoje? Ele falou: "Não, nos dias de hoje não". É, é interessante porque quando você conversa com o muçulmano a respeito disso, ele vai tentar, ele precisa fazer isso, ele vai tentar defender as ações de de Mohamed dizendo que aquilo não era, não era pedofilia pra cultura, né? Pra cultura, né? Não era. Então, ninguém Tá agindo como um bandido, né? Mohammed não é um bandido, não é mesmo, né? Segundo
os a a cosmovisão islâmica. E o que ele cometeu não foi pedofilia. Consumar um ato sexual com uma menina de 9 anos não é pedofilia, é cultura. Eh, é difícil você sustentar essa posição quando, por exemplo, como você citou, você não quer, poxa, Mohammed não é o exemplo. Tem um monte de homens sagrados, não sagrados, homens respeitados, líderes islâmicos Respeitados. Seria uma honra você casar sua filha com líder islâmico respeitado, você não acha não? Então, é é um contracenso, na verdade, né? você tentar lutar contra a natureza das coisas, tentar lutar contra aquilo que é
lógico, inclusive anatômico, por que não? Eh, para tentar justificar uma prática que é de fato, né, reprovável no mínimo. Quando eles falam o nome Mohammed, eles têm uma frase que vem em seguida. Ela tem a me com misericórdia. É a é uma Frase em árabe que acompanha o nome de de Mohammed, que quer dizer basicamente a toda vez que eles falam, né, o nome de Mohamed, eles proferem essa frase em árabe que quer dizer que a paz e a misericórdia esteja sobre ele. Então, ah, o profeta Maomé, que a paz a misericórdia esteja sobre ele,
fez tal coisa. Então, eh, é quase um sobrenome dele, né? uma uma forma de reverência para com o profeta, mas ao mesmo tempo uma forma de ganhar méritos lá no último Dia. Tudo tem a ver com escapado do julgamento. Eu tava ouvindo o Nabil no livro dele falando que é ouvindo porque eu tava ouvindo o áudio, mas ele fala que nas orações dele, quando ele falava isso, imediatamente ele pensava: "Se ele era o profeta, por que que eu preciso pedir misericórdia para ele?" Uau! Como el lá vai ter misericórdia de mim se ele não tem
nem do profeta? E ele entrava nessas dúvidas. Por que que o profeta precisa que eu peça misericórdia para Ele? Isso era uma dúvida muito grande na cabeça dele. E eu fiquei: "Uau, isso é real, né? Meu Deus!" Real. É um questionamento muito pertinente. É a mesma coisa de você orar para que para que o Pai abençoe o Senhor Jesus Cristo. Jesus. Que tenha misericórdia de Jesus. Que tenha paz sobre Jesus. Quem sou eu para pedir misericórdia para Jesus? Não, né? É, eu acho que é um é um questionamento muito muito interessante, muito válido. Nunca tinha
ouvido. Bom, Acho que vencemos o primeiro ponto e nósemos muitos. Uau! Ai, ai, estamos indo bem, graças a Deus. Eh, a gente vai falar um pouquinho agora sobre as as principais diferenças que a gente tem entre o cristianismo e o islamismo, que a gente vai abordar eh a natureza de Deus, a pessoa de Jesus Cristo, as escrituras sagradas e principalmente a salvação, que já falou um pouquinho também, que eh eles é totalmente por obras, por mérito. E nós temos a graça Eh de Deus. Se a gente pudesse começar, não sei, a trindade é algo que
não entra na cabeça dos muçulmanos, eles têm muita dificuldade com isso. Sempre que a gente posta alguma coisa ou fala alguma coisa, acho que é o primeiro assunto que vem é vocês são politeistas, vocês crem em três deuses, não tem como explicar esse negócio de de três em um. Uhum. Como é que é? Como é que é isso? É, então ótimo. É um excelente questionamento. Minha recomendação, Quando você for for compartilhar o evangelho com o muçulmano, não comece pela trindade. Uhum. E não é porque a gente tem que ter medo, porque ao contrário, a trindade
é para mim a doutrina cristã mais fascinante de de todas da da teologia cristã. Mas eh os muçulmanos geralmente vem armados em relação à trindade, né? Sim. E faço uma uma pesquisa. Quantos cristãos que você conhece se Converteram por meio de uma discussão sobre a trindade? Então, sim, eu sugiro que não se comece por aí. Uhum. Uhum. Mas eh é obrigatório que você não fuja quando a pergunta surgir, né? E ela é uma é uma das perguntas que eu mais gosto. Quando ela surge, eu falo: "Ai, muito obrigado". Loucura. É muito bom. Não, é muito
bom. Ah, porque é realmente fascinante. Eh, e infelizmente muitos cristãos não sabem defender, não. E eles Não entendem completamente também. Então, eu acho que eh não só para quem vai eh ao mundo muçulmano ou quem vai evangelizar eh o Islã, eu acho que é muito importante para nós hoje aqui em relação a outras religiões também, né? e e sabermos mais da nossa própria religião, mais do cristianismo mesmo, e saber mais sobre eh a trindade. É eh a a doutrina da trindade é a doutrina fundamental da fé cristã, né? Não não não tem jeito. Ah, se
você não tem trindade, ah, você só pode ter uma das três coisas. Se você não tem uma se Deus não é uma trindade, ou você tem criação, ou você tem eh a redenção, ou você tem santificação. Você não pode ter criação, redenção e santificação se hum se você não aceitar a o fato, a realidade de que Deus é sim eh uma trindade. E aí é importante a gente explicar, Porque como você mencionou de maneira muito precisa, a vasta maioria dos cristãos não consegue lidar com a questão da trindade, né? Sim. E antes de que a
gente comece a falar qualquer coisa, é importante lembrar de uma coisa que John Wesley falou em um dos seus sermãos, sermãos, um sermão que ele faz sobre a trindade. Ele fala assim que Deus é uma trindade. Isso sei e nisto creio, pois isto ele me revelou. Mas como Deus é uma Trindade, isso não sei e pouco me importa, porque isto ele não revelou. O que que isso quer dizer? A doutrina da trindade não é uma elaboração teológica. Uhum. Ela é uma descrição histórica do Deus que homens e mulheres ao longo da história encontraram e se
depararam eh na história e nas Escrituras Sagradas. Sim. Bom, não é uma elaboração. Quando a gente pensa em doutrina da trindade, a gente pensar os caras se juntaram e maquinaram, juntaram os blocos de de Informação teológica e saiu a doutrina da trindade. Não, não. Eh, é uma descrição, diferença muito grande uma entre uma elaboração e uma descrição. A doutrina da trindade é fundamental. Se você não tem a trindade, você não tem fé cristã. Tudo deriva disso aí. O que que a trindade não é? Nós não estamos dizendo que Deus é Deus é três em um.
Não estamos dizendo que Deus é três em um. Nós não estamos dizendo que Deus é três e um. Uhum. Nós Não nós não estamos dizendo não, não. Por quê? Porque muita gente fala assim: "Ah, eh, eh, Deus é três e é um." Essa afirmação viola a lei da não contradição. Sim. Né? E a lei da não contradição, só para, né, você lembrar, sei que você sabe, mas a lei da não contradição diz assim: "Um determinado elemento a, vamos chamar de a, né? Então, a não pode ser a e não a mesmo tempo e no mesmo
Sentido." Então, eh, eu não posso dizer eh, por exemplo, de um homem, né? Eu sou homem e eu não sou homem. Se eu usar sentidos diferentes paraa palavra homem, essa afirmação pode ser aceita. De que maneira? Uhum. Homem biológico, né? Cromossomo XY. E esse é um sentido. Eu eu eu sou homem. Mas se eu for um covarde, se eu for um sujeito que maltrato minha mulher, que despreza meus filhos, que não tem, não Tenho backbone, não tenho não pode usar essa expressão em português, ela é meio vulgar, não tem enfim, não pode. Eh, se eu
sou um covarde, eu posso dizer: "Ah, eu não sou homem, né? Ah, você não é homem de fazer isso, n? Você é um covarde. Repare que a palavra homem está assumindo dois sentidos diferentes. Então, nesse sentido, a menos que a palavra homem assuma dois sentidos Diferentes, dizer que eu sou homem e eu não sou homem é uma contradição, uma violação da lei da não contradição. Uhum. Você pode não ser nenhum dos dois. Sim. Você pode não ser o homem e nem não ser Há possibilidade de que os dois estejam errados. Sim. Perfeito. Eu não posso
dizer que essa tela, por exemplo, ela é preta e ela não é preta. Isso aí não posso, né? Por quê? Porque é uma violação da lei da não contradição. Palavras contém Significados. Sim. E se você começa a violar ou brincar com o significado das palavras, tipo, é impossível haver comunicação ou comunicação precisa. E claro, é impossível ter verdade. Sim, a verdade é absoluta, né? É, talvez vocês escutam isso no outro podcast, mas a verdade é sim absoluta. Eh, então o quando nós falamos que essa coisa de três em um, nós não estamos falando que Deus
é três pessoas e que Deus é uma pessoa. Nós estamos falando, Nós não estamos falando que Deus é uma essência e três essências diferentes, né? Nós estamos falando que Deus é três pessoas. Estranho dizer isso, mas Deus é três pessoas que compartilham eterna e exclusivamente uma mesma essência. Uhum. O que que isso quer dizer? Ah, essas três pessoas são eternas e elas compartilham exclusivamente dessa mesma natureza. Que quer dizer exclusivamente? Ninguém mais Compartilha dessa natureza. Quando a gente vai falar de trindade, eu geralmente aconselho o pessoal, cara, não começa falando de analogia, né? Uhum. Ah,
você cristão que é tipo assim, ah, Deus é quando você quando você ouvir as palavras, ah, Deus é tipo ou Deus é igual a o Deus é que nem nem água. É tipo água, tipo sol. Isso. Quando você ouvir essas palavras saindo da sua boca, fecha a sua boca na hora, porque o que vai sair daí vai dar Errado. Uhum. Então, Deus não é que nem nada. Deus não é igual, não. Pessoa fala: "Não, Deus é como Deus é tipo o sol, né? É o calor, é a luz, é a a onda, o raio solar,
enfim. Eh, ah, Deus é tipo a água, né? É, Deus é tipo, é horrível, né? Chega a doer, sangrar o vido. Deus é tipo a água, né? A água pode ser sólida, líquida e gasosa. Qual o problema dessa analogia? Tá, são três estados diferentes, são três, são três formas diferentes, mas curiosamente não dá Paraa água estar ao mesmo tempo um estado líquido, sólido e gasoso. Uhum. Ah, ao longo da história da igreja, tentativas de se explicar a a trindade surgiram e foram consideradas heresias, como por exemplo, modalismo, né, que Deus eh é o mesmo Deus
com que se apresenta de modos diferentes, em tempos diferentes. Nós não estamos dizendo isso. Sim. Nós estamos dizendo que existem três pessoas eternas que se revelaram a nós como pai, filho e Espírito santo. Uhum. Ah, todas elas são eternas. H, tem que ser eternas por definição, porque compartilham de uma mesma essência divinaum. E essa essência é exclusivamente compartilhada por essas três pessoas. Não tem ninguém mais. Uhum. Uma vez que você vai pro texto das Escrituras, isso é importante, sim. Nós temos claramente o criador do universo, né, o Deus de Israel, que vai se apresentar como
o Senhor eterno, Rei Universo, e de repente esse Deus parece estar se misturando com a sua criação. Quando ah a gente identifica aquelas chamadas teofanias, né, seja o o quarto homem da fornalha, talvez Mequizedec, enfim. Uhum. diversas ocasiões em que alguém que tem a forma humana, mas que é identificado no texto claramente como Deus, como por exemplo um dos três homens que estão diante da tenda de Abraão no nos nos carvalhares de Manri, né? Quando o ser que caminha com Abraão No caminho de Sodoma e Gomorra. Uhum. Como assim, né? E é um homem, não
é um um espectro, né? É um homem. Poxa vida. Então, na plenitude dos tempos, nós temos Jesus de Nazaré, né, que nasce e aí de repente, não, de repente, ele começa a dizer claramente: "Eu sou Deus", né? Isso é um problema um para os muçulmanos, mas Jesus disse claramente nas escrituras sagradas, mais de uma vez que era Deus e foi reconhecido como tal. Ah, e provou ser Deus. Afinal de contas, Ele Uhum. Tipo, ressuscitou ao terceiro dia. Não é não é para qualquer um. Ah, e aí você tem a a pessoa do Espírito Santo enviada,
né, pelo Cristo cumprimento a promessa, faz coisas que só Deus pode fazer, como por exemplo, estar em múltiplos múltiplos lugares ao mesmo tempo habitando cada um que crê no Senhor Jesus Cristo. Os primeiros discípulos identificaram claramente Ananisa e Safira. Atos capítulo 6. Eh, Pedro repreende Ananisa e Safira e fala assim: "Olha, quando vocês mentiram pro Espírito Santo, vocês não mentiram pros homens, vocês mentiram para Deus". Ou seja, pouco tempo após a crucificação e ascensão e ressurreição de Jesus, ah, os primeiros crentes tinham a convicção de que aquele carpinteiro que andara com eles por tr anos
era Deus, mas não é, mas aquele homem não era a mesma pessoa que guiara, por exemplo, Israel para o deserto. Por quê? Porque esse Jesus que é Deus ora, ele fala com uma outra pessoa divina. E os romanos perguntam: "Ah, se Jesus é Deus, quem que ele tá orando?" Se se não tem eh se não tem outros deuses, para quem Jesus tá orando e tal, não sei quê. Então não. Jesus ora ao Pai, que é uma das pessoas da Trindade Santa e o Espírito Santo é identificado pelos primeiros discípulos como Deus. Ah, ou seja, nas
Escrituras Sagradas, ah, eu Não entendo. Aí é um outro problema. Sim. Mas o que você não pode olhar para as escrituras sagradas é porque você não entende você negar. Pera aí. Negar. Uhum. Você não entende ciência de foguete, mas eu espero que você não negue o fato de que a gente faz foguete. Ele sai da atmosfera, vão pra lua, vão pra Marte, seja lá o que for. O fato de a gente não entender uma coisa, não quer dizer que aquela coisa não seja verdade. Sim. Ah, imagina se um ser humano é Incapaz de enxergar, ele
tem direito de negar a existência do Sol, porque ele não consegue ver o Sol. Uhum. Se um ser humano não é capaz de ouvir, ah, ele ele é o direito de negar, por exemplo, a existência do som. Nós, qualquer ser humano, incapazes de voar, né, por suas próprias forças, a gente vai negar que existem seres na natureza que voam simplesmente porque a gente não consegue voar. Ou seja, eh, a sua Contingência pessoal não não pode ser o árbitro absoluto, né, em relação ao universo. Ah, logo, depois de lidar com as escrituras sagradas, não comece por
aqui, sempre comece por aqui, né? e literalmente questionaram sobre a Trindade Sagrada, leve a pessoa pras escrituras e fala assim: "Pronto, você vai ter que lidar com isso. Eu vou te explicar que você vai ter que lidar com isso." Uhum. Uma vez que isso foi feito, talvez tenha uma ilustração que Pode ajudar nessa compreensão. Ela é ela é extremamente falha e limitada, mas eu acho que ela pode ela ela pode ser útil por causa de um fator específico. Ah, vamos vamos fazer um exercício aqui sobre a trindade. Qual o seu nome, mano? Raul. Raul. Então,
Raul tá aqui ajudando a gente com a técnica. Valeu, Raul. Obrigado demais. Então vou fazer o seguinte, eu tenho aqui o Eduardo, a Duda e o Raul. Se você, eu vou fazer uma chamada, se você achar que eu tô falando com você, você fala presente. Beleza? Uhum. Tranquilo, né? Vamos tentar. Vamos. Eduardo, presente. Beleza. Duda, presente. Raul, presente. Beleza. Simples, não é verdade? Então, vamos lá. Raul, presente. Duda, presente. Raul presente. Eduardo presente. Raul presente. Duda presente. Eduardo presente. Eduardo presente. Eduardo. Raul presente. Duda, presente. Humano presente. Eu sou humano, mas eu tô falando com
você ou não? A pergunta é, você é humano? É, é porque tu falou que era só para responder presente quem chamava Eduardo, né? Não foi o que? Se você achar que eu tô falando com você, você responde presente. Ah, presente. Raul, Duda, presente. Eduardo, presente. Humano, presente. Presente. Repare que apesar de terem nomes completamente diferentes, serem pessoas absolutamente diferentes, vocês tem nada a ver um com o outro, biotipo, idade, background, o que você quiser, é absolutamente diferente. Mas tem uma coisa que é absolutamente única respeito de vocês três e imutável a respeito de vocês três.
O quê? Natureza de vocês. Uhum. Se eu pego um cara um sueco de 2 m de altura, pós-doutorado em genética, e eu Pego um, sei lá, um um um assai do interior da África, mora na beira do rio, que é é analfabeto, ah, do ponto de vista ocidental, ele é ele é inferior em relação às questões socioeconômicas puramente, mas quando você compara esses dois seres seres humanos completamente diferentes, Eu posso dizer que o sueco é mais humano do que o Massai? Não. Por que não? Tem a mesma natureza? Porque a essência é exatamente a mesma.
Nesse momento nós temos 8 bilhões de pessoas no mundo, mas nós temos quantas humanidades? Uma. Uma. O que nos faz humanos é a nossa essência. Uhum. As nossas diferenças t a ver com aquilo que Agostinho chamava de acidentes, mas a nossa essência é a mesma. Então, eu tenho 8 bilhões de pessoas com uma mesma natureza. Uhum. Eu disse que essa analogia funciona um Pouquinho melhor, cheia de falhas, obviamente, porque ela lida com esse dilema entre pessoas e natureza. Enquanto nós temos uma humanidade e 8 bilhões de pessoas, nós temos uma divindade e apenas três pessoas.
Uhum. Muito bom. Então, quando eh n tem tem até um não é uma não é uma referência teológica, OK? Não é não recorra a essa obra como uma referência teológica para você, mas no livro, no filme, acho que No filme também tem a Cabana. Uhum. Eh, por favor, não recorra a esse livro como uma referência teológica. Tem um lance muito interessante. O personagem principal tá lá sentado à mesa junto com a os personagens que são o pai, o filho e o espírito santo. E aí ele vai dar graças. Ele fala assim: Deus. Aí os três
falam: "Pois não." Por quê? Porque Deus, essa nomenclatura não é uma pessoa. Uhum. Ela se refere à essência. As pessoas se Apresentaram a nós como pai, filho e espírito santo. Sim. Ah, gente, é longo falar sobre trindade, mas de novo, é a é é a é a doutrina fundamental do cristianismo. Uhum. E ah, os muçulmanos negam isso, negam a trindade usando, por exemplo, esses argumentos. Ah, mas se Jesus é o único Deus, isso é muito importante. Jesus é Jesus é Deus. É. Quantos deuses tem? Um. Aí a pergunta é: se Jesus é Deus, só tem
um Deus, quem é que tá governando o Universo enquanto Jesus tá morto durante três dias? Excelente pergunta, maravilhosa a pergunta. Como é que a gente responde a isso? Ué, ah, o universo tá sendo governado por quem sempre governou o universo, Deus, né? Ah, além disso, o homem Jesus morre. Seu espírito nunca esteve na sepultura. Uhum. Isso é importante, né, lembrar. E além disso, as escrituras sagradas nos dizem que Deus é três Pessoas. A doutrina da trindade na discussão com os muçulmanos nos ajuda assim, torna viável, torna a fé cristã viável e inviabiliza a deidade de
Allah. E aí a gente tá sendo apologético da defesa da fé paraa polêmica. Só num exemplo do de muitos que a gente pode dar. Como assim? No islã, Alá é um ser eterno. Uhum. E assim como no cristianismo, no islã, Alá tem atributos. Deus tem atributos. Sim. Os atributos de Alá são vários. Justiça, Enfim, vários. Um deles, por exemplo, é amor. Não se engane. Muito cristã falar assim: "Ah, não, o Deus do Islã não ama." Bobagem. ao contrário. A, o na literatura islâmica várias são as as instâncias em que fala-se sobre o amor de Alapo,
seja lá o que for, mas não para todos. Não, não para todos. Não para todos. Só para aqueles que Mas ele ama. Sim, mas ele ama, né? Tem cristãos que dizem: "Ah, não, Alá não ama nada". Não, não é verdade, né? O Islam não diz Isso, mas ele não é amor. Ele não é amor. Ele não é amor. Ah, você há de convir comigo que um ser eterno tem atributos eternos, né? Ele ele ele ele não passou a ter atributos. Uhum. Ele ele ele não o ser divino, ele não aprende, ele não cresce, ele não
a ele nada é acrescentado por definição, ele é infinito. Ele é, né, Deus. Ele é o maior ser concebível. A palavra concebível, ela é conceito De do argumento ontológico de Anselmo. Sim. Que fala isso que que pelo fato de ele ser o maior maior coisa que eu posso conceber. Exato. É esse conceito de concebível é da perspectiva humana, né? É o que eu posso imaginar. Mas, mas claro que é a existência dele transcende, né? Sim. Ah, e aí a gente tem um problema, a gente não, os muçulmanos têm um problema. Por quê? Porque você há
de convir que uma Grandeza, um atributo eterno como o amor, ele pressupõe, ele exige pelo menos dois elementos, o amante e o amado. Uhum. Beleza. Se assim é, é bom. E se Alá é uma mônada, não uma trindade? Se Alá é um bloco, é um é um ser único, a pergunta é: quem é que Alá amava antes da criação? Essa é muito boa. De novo, para ter amor você precisa ter um amante e um amado. Não tem para onde escapar. Ah, não, ele amava você a si Mesmo. Palhaçada é narcisismo, você quiser, egoísmo, não sei.
Mas não, você tem que ter um amante e um amado. Quem é que Alá ama antes da criação? Ninguém. Ninguém. Uhum. O amor é um atributo eterno de Alá. Se é um atributo de Alá, tem que ser eterno como ele. Tem que ser desde o desde o sempre, desde o antes do tempo. Mas no caso do Islã, que diz que Alá é uma mônada, Alá se torna dependente de algo Externo a si, no caso da criação, para exercer um atributo supostamente eterno. Se a lá depende de qualquer coisa, para exercer qualquer que seja o atributo,
ele não pode ser Deus. Exato. E não pode ser, não pode ser. Vamos fazer, é honesto. O debate tem que ser eh isonômico, né? Que tem que ser qualário. Vamos fazer a mesma pergunta pro cristianismo. Claro. Quem é que a que Jeová ama antes da criação? Tranquilo. Uhum. Fácil. A chamada Pericorese, né? Os relacionamentos intratrinitários que estão rolando desde antes da eternidade parir o tempo. Sim. Então, rola amor dentro dos relacionamentos intratrinitarianos. E, aliás, a única razão pela qual a gente experimenta amor, seja lado de qualquer tipo, é porque parte, alguns atributos de Deus, chamados
atributos comunicáveis, aspas, vazaram para dentro da criação. a estrutura que nós temos de Família, pai, mãe, filho, essa coisa toda, o amor, o respeito, o cuidado, o carinho, o zelo, tudo isso é marca da imagem e semelhança de Deus, que não foi destruída pelo pecado, mas foi soterrada por ele no ato da da queda, no caso. Mas muita coisa, muita coisa, vasta maioria da do bem que nós experimentamos enquanto humanidade são resquícios daquilo que vazou do criador para dentro da criação. atributos comunicáveis. Alguns são incomunicáveis, só Deus tem. Mas dos comunicáveis, dentre eles o amor,
por exemplo, ah, a gente só experimenta porque Deus é amor. Uhum. Não pode acontecer com Alá, porque Alá depende de nós para poder amar. O homem não pode ser Deus. Uau, incrível isso. Então, até a gente explica a trindade e ainda quebra o argumento de que elá é Deus a trindade assim, a boa parte das perguntas, as acusações que os muçulmanos fazem com a gente, quando Você estuda, quando você se prepara, cara, você pode agradecer a ele. Porque, por exemplo, quando o muçulmano fala assim, a Bíblia foi mudada, pronto, você ganhou a discussão já, ele
não sabe, mas ele acabou de perder a discussão. Sim. vai atacar a trindade, por favor, faça isso. Tão fazendo isso, gente, há 2000 anos. Estão querendo acabar com a nossa fé, acabar com a igreja, acabar com os cristãos há 2000 anos. Irmão, pega uma senha, entra na fila, ela é longa. Uhum. Eu acho que não vai rolar não, porque o Senhor Jesus Cristo falou que as portas do inferno não prevalecerão, que o reino vem e que apesar de sermos nós cristãos tão falhos, tão imperfeitos, tão a quem daquilo que deveríamos ser, não por mérito, por
graça, conceitos completamente diferentes entre isso no cristianismo. Uhum. Deus continua a nos sustentar. Nós não somos donos da verdade. A verdade nos tem. Isso faz uma grande diferença. Muito Bom. E Jesus era um profeta ou ele era realmente Deus? Eh, saudade dos meus amigos muçulmanos que me fazem essa pergunta sempre que tem a oportunidade. Ah, Jesus era tanto um profeta, né, quanto, na verdade, não, tanto quanto não, Jesus eh, era os dois desde antes do sempre é Deus. Uhum. E ele se revelou a nós como um profeta. Não só não só Como um profeta. Biblicamente,
Jesus cumpre os três ofícios, né? Rei, profeta e sacerdote é o único na história que faz isso, que tinha autorização para fazer isso. Saul se dá mal, porque ele tenta, além de ser rei, agir como sacerdote, se dá mal. Enfim, Jesus é um eh um dos seus ofícios é o ofício profético, né? Mas ele é muito mais que um profeta. E aí é fácil, né? Muçulmanos não têm dificuldades em admitir que Jesus era um Profeta. Então não vou me delongar nisso. Claro que vamos pensar tal, mas ele é Deus. Jesus e se ele disse ser
Deus? Sim, essa é uma ótima pergunta. Essa pergunta vem pronta, né? Eles são treinados só essa frasezinha. É. E a formulação da pergunta é mais ou menos assim: "Me prova que Jesus disse ser Deus e eu, né, eu me converto ao cristianismo". Ou eh me mostra um verso. Eu faço essa pergunta para crentes. E muitos deles ficam me me mostra um verso Em que Jesus diga claramente: "Eu sou Deus, me adore" e aí eu vou me converter. Eu que os muçulmanos diz aí a minha resposta. Desculpa, desculpa. Não, uma pessoa me falou esse final de
semana. Tô esperando até hoje a resposta do mais sobre onde eu encontro que Jesus dis serdeu. Gente, eu a não te falou resolo. Pô, assista o podcast cara. Tomara que você esteja por aí. Não é difícil não. Eles querem que no texto bíblico esteja Jesus dizendo: "Eu sou Deus com essas palavras". Sim. Sim. Mas Jesus também não disse: "Eu não sou Deus com estas palavras". interessante. Então, a gente tem argumentos para dizer que ele é Deus, que tu vai trazer eh daqui a pouco, mas eles não podem pedir pra gente um um versículo bíblico que
tá lá Jesus escrito dizendo: "Eu sou Deus". Porque também não tem um dizendo: "Eu não sou Deus". Então, não existe a afirmação, mas também não existe a Negação. Existem várias formas de tu dizer que tu é algo, né? Não necessariamente com uma frase falando que é é a E aí tem todos os argumentos pra gente provar que Jesus era Deus. Sim, sim, sim. Ah, mas por que que Jesus não falou: "Eu sou Deus, me adore". Essa é uma boa pergunta. Bom, mas se Jesus queria que a humanidade o adorasse como Deus, por que que não
tem uma frase Dizendo: "Ah, eu sou Deus, me adore", né? A gente adoraria que essa frase estivesse em português, inglês, alguma língua ocidental. Por quê? Nós somos objetivos, né? A gente é helenizado. Então, lógico, então se tem, se alguma coisa é, você tem que declarar que ela é e tal. No entanto, Jesus vem em um contexto próprio e ele o contexto precisa ser analisado pra gente entender a Profundidade de algumas afirmações de Jesus. Jesus é um judeu que se expressa em aramaico, muito provavelmente fala fluentemente grego e latim, lê o hebraico. Ah, e está numa
sociedade monoteísta, plural. Você tem gregos, você tem gentios, né, habitando a terra de Israel. A audiência de Jesus é extremamente variada. Ah, de modo que as palavras que Jesus fala Ressoam diretamente nas mentes, no no nos corações da sua audiência original. E a audiência original de Jesus, cultural, intelectual, do ponto de vista temporal, é muito diferente da gente. Sim. Então, a gente vai precisar entender se Jesus falou alguma coisa que equivale ao eu sou Deus me adore. Por quê? Você provavelmente você provavelmente conhece o HR Cristo. Sim ou não? Não é? Sim. Não conhece, mas
você sabe quem é. Espero que sa lembro dele. Lembro dele no Jô. No Jô, é verdade. Quando começou, pelo menos quando eu comecei a ver, foi realmente no J. Eh, salvo por algumas pessoas. de coerência bastante questionável. Ninguém leva a sério o Henry Cristo. Coroa de espinhos é de borracha, sei lá, uma coisa queele tipo. O cara vai em programa de televisão, aquela roupa meio esquisita, estereotipada para Caramba, sotaque bizarro, enfim, é um meme, né? É um cara inteligente, né? Mas um meme meme. Uhum. Ele é o cara que diz: "Eu sou, eu sou Deus,
eu sou Jesus, né? Sou sou filho de Deus, aquela ninguém leva ele a cé, né? Por razões óbvias. E ele precisa dizer, né? Porque os atos dele e a vida dele, né? Não funciona, né? Não funciona, né? Mas tudo bem. Eh, tô trazendo o Enri Cristo a a a pra mesa, Porque se Jesus tivesse dito: "Eu sou Deus, me adore". No primeiro século, ele ia ser levado tão a sério quanto o inicisto é levado hoje. Tão a sério. Uhum. Ninguém assim assim quer, tipo assim, mano, para, né? Uhum. Jesus fez algo muito pior. Primeiro, ele
se valeu de títulos veterotestamentários que só Deus poderia usar para si. Uhum. Essa era a maneira inequívoca de ele deixar assim claro para todo mundo o que que ele tava Falando. E ele se meteu em crenca por causa disso. Esse é um um argumento muito muito importante. Então, primeiro, Jesus usou e aí eu vou te deixar fazer o o a lição de casa. Dá uma olhada. Uhum. E alguns títulos que Jesus usa exclusivamente para si, aliás, eh que Jesus usa para si eram só poderiam ser usados por pelo próprio Deus do Antigo Testamento, o Deus
de Israel. Jesus faz isso direto. Uhum. Além disso, Jesus faz uso de um título muito importante, que é O título de filho do homem. Esse título vem de Daniel, do livro de Daniel. Uhum. Daniel 7 s, acho que é o sete, em que o profeta registra que o filho do homem terá poder sempre, sempre eterno, né? E os judeus reconhecem o filho do homem como uma figura divina, messiânica, mas divina. E Jesus no livro de Mateus, o tempo todo ele tá falando: "Filho do homem, filho do homem, filho do homem e tal". Beleza? Só que
existem algumas coisas mais Sérias ainda que Jesus fala a seu respeito e a gente precisa prestar muita atenção nisso. Eu sempre convido meus amigos muçulmanos a analisar as essas falas de Jesus, que são as fal algumas falas em que os judeus ao redor dele reagem. Sim. Então eu vou dar um exemplo como é que a gente pode usar isso na argumentação, né, em conduzir os nossos nossos amigos muçulmanos a Cristo ou essa verdade que Jesus disse ser Deus. H, vamos vamos pensar um pouquinho naquela passagem do paralítico. Paralítico, né? Os amigos que que descem pelo
descem pelo telhado, né? Jesus tá pregando numa casa, tá cheio de gente. E aí, ã, um grupo traz um um amigo seu, sabe muita informação sobre ele, ele é paralítico e eles tentam entrar na casa e não conseguem. Uhum. Então eles tm a brilhante ideia de subir na a escada, Né, comum no Oriente Médio, escada que sobe até o telhado. E eles abrem, quebram o telhado e descem o paralítico no meio da sala onde Jesus está na esperança que Jesus o cure. Aí Jesus olha para eles, olha pro paralítico e aí ele fala assim: "Filho,
os teus pecados estão perdoados." Uhum. No fundo da sala os judeus começam. Quem é ele? Oi. Só Deus pode perdoar pecados. E perceba que os judeus estão certos. Eles fizeram eles estão de casa deles. E Não, só Deus pode perdoar pecados. Eles estão cobertos de razão. Coberto de razão. Jesus sabendo que eles estão pensando, falou assim: "Escuta, o que que é mais difícil dizer para esse esse moço? Perdoados estão os teus pecados ou levanta-te e anda? Essa é uma boa pergunta. E o que que vai nos dar a resposta? A cosmovisão judaica do período. Pra
gente entender qual que era a cosmovisão judaica em relação a isso, a gente tem que ir para outra História, a história do cego. O cego de nascência. Uhum. Jesus ah, encontra um cego. Ele resolve curar o cego, faz lama, passa no olho do cego, manda um tanque, ele se lava e volta vendo. Ele volta vendo sem saber quem foi que o curou. E hã a notícia cai no Instagram da galera que o cara, o cego de nascença tá vendo. Aí é loucura e cai no Instagram do Sinédri. Os caras chamam o Sujeito, a notícia chega
no cinédrio, obviamente, e aí chama o sujeito e fala assim: "Escuta, fala pra gente quem foi que te curou". E aí o cara falou assim, ó lá, sujeito chamado Jesus, ele fez lama, passou no meu olho, eu saí e voltei, mandou lavar, lavei, voltei vendo. Aí os caras falam assim: "Não, esse cara não é de Deus não. A gente, a gente conhece ele, mas ele não, ele não é de Deus. A gente quer saber quem foi o que te curou". Aí o cego fica assim: "Mas pera aí, acab Uhum. Ele conta a história novamente, eles
chamaram os pais do do cara, não, a gente não quer saber, ele fala, tem idade e tal. começa esse diálogo e aí o cego, o ex-sego falou assim: "Não, esse Jesus me me curou, tal". E aí os caras falam assim: "Isso é muito importante. Você eh esse aí a gente nem sabe de onde vem, então fala pra gente. Ele não pode ter já aberto os olhos. Aquele pecador. Aí o cego fala assim: "Nós sabemos, nós sabemos que Deus não ouve pecadores. Este, porém, me abriu os olhos." E ele não é refutado pelos mestres da lei,
pelos judeus? Não. Nós sabemos. Por quê? Para o judeu, Deus não era com pecadores. Os profetas eram eram homens ungidos por Deus e eles não cometiam pecado, aquela coisa toda. Deus não houve pecadores. Sim. E aí a discussão vai e vem e no final o cego Ego falou assim: "Vocês estão querendo se converter também?" Uhum. Aí não, a gente é discípulo de Moisés e tal. Falei: "E estranho, vocês são discípulos de Moisés, mas vocês não vocês não não sabem quem esse cara é. Uhum. Se ele é o pecador, eu não sei. O que eu sei
é que ele me abriu os olhos. E a gente nunca ouviu de Deus usar um pecador para abrir os olhos no cego. Uma coisa eu sei, eu era cego, agora eu tô vendo. Aí os caras chutam ele para fora. Beleza, volta lá Pra cena de Jesus com paralítico. Jesus fala assim: "Perdoados estão os teus pecados". Os caras falam assim: "Quem é que pode perdoar pecados se não Deus?" Aí Jesus chama eles para dançar. Assim, não é isso mesmo. Vocês têm razão. O que que é mais difícil de dizer? Perdoados estão os seus pecados ou levanta
te anda. Qual dos dois é mais fácil dizer perdoadas estão os teus pecados? É muito mais fácil. Por quê? Porque dizer levanta-te anda requer Prova. Ele tem que levantar e andar. Uhum. Mas ele não pode levantar e andar. Por quê? Porque Jesus, que é um homem acabou de cometer um pecado gravíssimo, que é a blasfêmia. Por quê? Porque ele se colocou no lugar de Deus, que é o único que pode perdoar pecados, que como pecador ele não poderia. E aí no meio da dança, Jesus fala assim: "Que que é mais fácil?" Uhum. perdoação seus pecados
ou levanta. Aí ele fala assim: "Para que saibais que o Filho do homem tem poder na terra até para perdoar os pecados, eu te digo, levanta-te, toma o teu elento e vai pra tua casa". Se o paralítico não andar, Jesus tem que ser justamente arrastado para fora do arrael, apedrejando até a morte. É o certo, é a lei. Uhum. E o o paralítico não pode andar porque ele é um mero homem. Ele acabou de se colocar no lugar de Deus. Ele perdoou pecados. Ele não pode fazer isso. Então o paralítico não vai não vai andar.
ele Vai ser morto. Mas se o paralítico andar, quer dizer que Deus ouviu Uhum. Jesus, ele não houve pecadores. Então ele não cometeu pecado. E se ele não cometeu pecado, ele é quem ele diz ser. Ele pode fazer o que ele diz poder. Então quando ele manda o paralítico andar, ele levanta e anda. Ou seja, Deus o ouviu. Ele não cometeu pecado. Se ele não cometeu pecado, ele pode perdoar pecados. Se ele pode perdoar pecados, ele é Deus. Em outras passagens, os judeus pegam em pedras. Essas passagens são muito importantes. Pegam em pedras para apedrejar
Jesus. Em uma delas, Jesus pergunta: "Por qual das minhas obras vocês me apedrejam?" E aí eles dizem: "Claramente". Eles falam assim: "Não te apedrejamos por nenhuma das tuas obras. Te apedrejamos, pois tu, sendo homem, faz-te a ti mesmo Deus". Uhum. Jesus disse ser Deus com todas as letras. Sim. Para quem podia ouvir, quem quisesse Ouvir e quem entenderia a gravidade das afirmações que ele, né, fez. E para consumar tudo, foi morto e ressuscitou ao terceiro dia. Se tivesse Jesus se colocado no lugar de Deus, cometido blasfêmia, estaria morto até hoje. Verdade. Mas os os muçulmanos,
eles também negam a ressurreição de Cristo, inclusive negam a morte de Cristo na cruz. Hum. E é difícil de defender essa ideia, né? Porque nós temos registros extra Bíblicos de fontes eh fora da Bíblia. Uhum. Josifos, por exemplo, algumas outras pessoas que falam que Jesus morreu no período de de Pôcio Pilatos. Então, como é que funciona essa argumentação deles? O que tipo de argumento que eles têm para dizer que Cristo não ressuscitou? E qual a importância desse desse debate, desse argumento? Ah, o argumento, os muçulmanos negam a a Crucificação, a morte e a consequente ressurreição
de Cristo, né? Isso. E por quê? Porque no paradigma islâmico, na na no padrão, no ciclo profético do Islã, o profeta não pode perecer. O profeta não não é derrotado. Uhum. Lembra? Eu eu mencionei 124.000 1 profetas. Ah, o o ciclo profético é basicamente o seguinte: o povo se desvia, Alá manda um profeta, esse profeta confronta o povo ou o povo se arrepende. Mas se o povo não se Arrepender, ah, o povo rejeita o profeta. Alá vindica o profeta, redime, resgata, protege o profeta e julga o povo. Esse é o roteiro. Uhum. Então, o profeta
nunca se dá mal. Quando você vai pros profetas bíblicos, você vai ver que um padrão é o profeta vai se na quase sempre, né? Ah, por causa desse paradigma de que o profeta não sofre, ele não, ele não perece, mas o povo é julgado, ah, a ideia de Jesus perecer, Morrer é inadmissível. Uhum. Então, vamos negar. Não, não pode não, não pode. E de novo, essa é uma crença tardia, tá? Uhum. É um está no corão. Mas a crença se solidifica depois da morte de Maomé. O Corão está dizendo que o o filho Messias, o
filho de Maria é é nada mais que um mero homem. E em outras passagens fala que ele não foi crucificado e não morreu e obviamente não ressuscitou, né? abstende-vos de Dizer tais coisas. Ah, então para os muçulmanos, o que que aconteceu? Seguindo esse ciclo profético de tem um um outro conceito muito importante. No islã não existe o conceito de o inocente pagar pelo culpado. Uhum. Isso é anátema. Uhum. Porque Allah é um Deus justo. Então o inocente nunca vai vai pagar pelo culpado. E como o profeta Jesus, profeta Issa Anaba, é o eh é é
justo, ele não Pode sofrer, ele não pode perecer. Então qual que é o roteiro? O que que aconteceu? Isso nas tradições islâmicas. H, no Corão fala que Alá fez parecer que Jesus tinha tinha sido crucificado, mas ele não foi crucificado. Aí as tradições islâmicas explicam, dão diversas e divergentes explicações porque aconteceu. Ah, mas é consenso que na noite em que ele teria sido, ele seria preso, Alá pegou a fisionomia de Jesus, o rosto Dele e colocou em um outro homem. Esse outro homem foi preso e foi crucificado no lugar de Jesus, enquanto Jesus foi elevado
ao céu por Alá. Por quê? O signo profético. Ele vindica o profeta e julga o povo. Então ele salva Jesus da morte e alguém é crucificado no lugar dele. Isso isso explica a morte ou não morte. É não. A a morte de alguém no lugar de Jesus. Sim. Ou seja, aconteceu lá o evento, só que o pessoal estava se enganando, achando que era Jesus e não era. Essa era a explicação deles. Exato. E a ressurreição. Pois é. Ah, então uma das possibilidades é essa. E outras tradições islâmicas vão além e falam que Alá pôs o
rosto de Jesus em quem? Em Judas, né? Óbvio, tem que ser um Judas, né? Ah, mas não tem também que quer um irmão gêmeo de Jesus perdido. Já ouviu essa? Essa não. De muçulmanos não. É, eu acho então que não é de muçulmanos, mas existe essa teoria. irmão gêmeo perdido de Jesus que foi pr Cruzar. Interessante, né? Eh, e dizem que a gente é que tem fé. Tudo bem. Ah, como é que a gente explica a ressurreição? Uma excelente pergunta. Só que antes da ressurreição você tem mais você tem mais um problema. Esse é um
problema moral. Se Alá trocou Jesus por outro, Alá é o maior enganador da história da humanidade. E não teve compaixão da própria mãe de Jesus que estava convicta que era o Filho dela sendo sendo crucificado na cruz. Uhum. Ele não teve problema em permitir que os discípulos de Jesus pensassem que fosse Jesus. E o pior, ele permitiu que surgisse uma religião que por 600 anos pregou que Jesus de Nazaré morreu e ressuscitou para que então 600 anos depois ele aparecesse com uma nova revelação, dizendo: "Não, ele nunca foi crucificado". Alá permitiu que milhões de pessoas,
ele induziu milhões de pessoas ao longo de 600 anos a acreditar Que Jesus morreu e ressuscitou para depois que esses caras se perdessem no inferno por crerem no absurdo, dissessem: "Ele não morreu, não ressuscitou". Sentido zero. Então, moralmente, negar a crucificação de Jesus traz terríveis implicações para lá. Terríveis. É assim, se você tá disposto a acreditar num Deus que por 600 anos deixou que as pessoas, a mãe de Jesus, os discípulos de Jesus, os crentes em Jesus fossem enganados, Que segurança você tem de que ele não vai fazer a mesma coisa que 200, 300 anos
dizendo que o Corão era uma enganação, que uma tipo, mano, meu Deus, e vai vir outro agora. Quem, quem é que faz? Não sei. E sei lá, o 13º califa eles esperam o Merd, o Merdy virá, que é o 13º califa que trará, né, o fim do mundo. E se e se o Merdelação dizendo que não era para ter viido daquele jeito, tipo, é muito sério. Moralmente eu eles abrem essa essa possibilidade, Né? Ger uma del que não pode porque se Jesus era profeta, ele falou que as minhas palavras não passaram e se e passaram.
Se Mama diz que a essa é a revelação final, que garantia tem de que 1000 anos vai aparecer um outro cara? Ah, não era o corão não era assim. Então, moralmente, em termos morais, é é devastador para alá eh o fato de que, né, Jesus não tem sido crucificado. E aí vamos pra ressurreição de novo. Assim como a negação da Veracidade da Bíblia, por causa das dos manuscritos, você vai ter que lidar com dados históricos extra bíblicos. como você citou o Josefo, tá citos. Tá, vários historiadores romanos, inimigos do evangelho. Uhum. Que não estão dizendo:
"Ah, a gente quer que Jesus ressuscitou". Eles estão dizendo que um monte de gente viu cara ressurreto e tal, não sei quê. José foi o inimigo do evangelho, um judeu romano e que tá escrevendo sobre a comunidade cristã. Ele tá dizendo, olha, ele é é lindo o que o que José escreve mesmo sem querer, que ele era um fazedor de milagres e lindos e tal, não sei qu e que ele morreu, que ele foi pendurado, né? Essa é a palavra. E que ele ressuscitou. É o que os cristãos acreditam. Eu não lembro se ele fala
que ressuscitou. José, eles falam que os cristãos acreditam que ele ressuscitou. O Josep nunca confessa nada sobre Jesus, mas ele, a gente tem, tem uma comunidade no primeiro século que Acredita que, que que está convicta de que aquele homem morreu e ressuscitou. Isso nós temos, e aí tem alguns detalhes muito importantes, ã, como eu eu não não dá para entrar em alguns detalhes específicos, mas eh é comum é comum as pessoas morrerem por uma mentira que elas acreditam ser verdade. Uhum. Ao longo da história é comum, sim, principalmente os Muçulmanos. Os muçulmanos, por exemplo, os
muçulmanos que se entregam ao martírio, os muçulmanos que se entregam ao martírio estão convictos de que o islã é a verdade. Uhum. Nós sabemos que não é, né? por por critérios objetivos até. Mas se por um lado é comum as pessoas morrerem por uma uma verdade, que elas crerem que elas creem ser, desculpa, se é comum as pessoas isso, as pessoas morrerem por uma mentira que Elas creem ser verdade, não acontece de as pessoas morrerem por uma mentira que elas sabem ser mentira. Uhum. Que elas viram acontecer, que elas inventaram que elas querem morrer por
isso. Vai até o final nisso, Quando a lâmina romana brilha, perto do seu pescoço, fal: "Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, eu inventei. Ele não ressuscitou, não. A gente roubou o corpo. Dos 11, dos 12 apóstolos, 11 foram martirizados, tiveram oportunidade de se retratar. Se fosse mentira. E aí vale a pena estudar o que Josh Mcdow e os estudos que ele faz sobre a ressurreição. É fascinante. Mas que a que cabe aqui dentro da nossa conversa, os discípulos nunca negaram a sua fé. Uhum. Se Jesus não tivesse ressuscitado, a gente teria
registros, a gente teria relatos de discípulos, apóstolos, que negaram sua fé nos 49 do segundo tempo. Isso não aconteceu. Morreram por uma verdade, sabendo que Era verdade. E as gerações seguintes, não só os apóstolos, mas outros cristãos naquela geração, nas gerações seguintes, morreram pelo evangelho, atestando a ressurreição de Jesus. E finalmente, se Jesus não tivesse ressuscitado, se e obviamente o resto do a que ele fez e disse, por exemplo, o poder do Espírito Santo, seria impossível nós experimentarmos curas, milagres e sinais sobrenaturais se não fosse pelo poder do Espírito Santo, Exatamente como Cristo disse que
aconteceria. Uhum. Ele ressuscita, envia o seu espírito e a igreja subsiste por causa disso. Dizer que Jesus não veio, não morreu, não ressuscitou de novo, ou é ingenuidade histórica ou é puro malcaratismo. Ô, mas e assim quando a gente traz esses argumentos bíblicos, né, eu acho, eu acho que a primeira coisa que vem é que a nossa Bíblia foi corrompida. E aí a gente tava conversando antes um pouquinho ali de Como foi a formação, mas que argumentos a gente pode falar em relação à Bíblia ter sido corrompida e em relação ao Corão também. Eu não
sei se entra junto nesse assunto o própria que a gente tava falando antes, né, da confiança que eles têm no Corão, que a gente não pode confiar tanto também. Como responder a isso? Essa é uma daquelas acusações a qual você responde agradecendo antes de mais nada. Toda vez que o muçulmano me diz: "Ah, a Bíblia foi mudada". Ai, Muito obrigado. Você acabou, você acabou de perder a discussão. Lembrando que apolog não tem a ver com ganhar a discussão, tem a ver com defender a fé, ganhar as pessoas. Você não tá ali para humilhar a fé
das pessoas. Você não tá ali para simplesmente provar que você tá certo. Apologética é como uma é um trabalho de remover escombros que foram depositados no caminho dos muçulmanos ou de qualquer outro descrente, no caminho deles, entre Eles e a cruz. Uhum. Muito escombro ideológico, religioso, teológico. Apologética serve para remover esses escombros para que ele possa chegar até até a cruz. E aí o trabalho não é nosso mais, é o Espírito Santo que convence. Quando o muçulmano me fala que a Bíblia foi adulterada, Uhum. É importante você fazer sua lição de casa, importante você estudar
para descobrir, por exemplo, que o Corão, em algumas Passagens a traz a seguinte ordenança. Alá, eh, fala para Mohamed que, por exemplo, quando vocês muçulmanos tiverem dúvidas a respeito da religião, recorram ao povo do livro. E toda vez que você vê livro no Corão, né, na tradução tá com L maiúsculo, o livro se eh se refere ao conjunto de revelações de de três revelações. Ah, o a Taurat, que é a Torá, né, os os livros de Moisés, os eh Zabur, que são os salmos de Davi, e o Injil, que são os evangelhos, o que é
o evangelho de Jesus Cristo. Então, a teologia islâmica pressupõe que Alá enviou eh 124.000 profetas. Adão foi o primeiro profeta no Islã até Mohamed que foi o último dos profetas. Ao ao longo desses milênios, por meio desses 124.000 profetas, Alá trouxe revelação e ordens para a humanidade voltar para o caminho de Alá. H, algumas dessas profecias foram Registradas por escrito. Eu nomeei algumas delas, né? E aí Allah manda que os muçulmanos se reportem ou busquem informação junto ao povo do livro, que são judeus e cristãos. Não há dúvida disso. O povo do livro, no Corão,
nas tradições islâmicas, são judeus e cristãos. Sim. E em outra passagem tem um complemento, eh, aos judeus e cristãos foram confiadas a revelação e a profecia antes De vós. Então, tá muito bem estabelecido na teologia islâmica, na tradição islâmica, que sim, Alá enviou ah profecias, né, conteúdo através de, por exemplo, Moisés, Davi e Issa, Jesus. O Corão também diz que a palavra de Allah não pode ser mudada. Esse ponto é muito importante. A palavra de Alá não pode ser mudável. As palavras de Alá são imutáveis. Por que que os muçulmanos não acreditam na Bíblia? Porque
eles dizem que a Bíblia foi adulterada, que judeus e cristãos manipularam as revelações anteriores, tanto Salmos como Torá, como o Evangelho, e que essas revelações se perderam, se deturparam e se perderam ao longo da história. E por causa disso, no século VI, Alá revelou o Corão através de Mohammed, que é supostamente o último profeta que trouxe a última revelação. Só que tem um problema. Se as palavras de não podem ser mudadas, primeira pergunta, como foi que o texto foi deturpado por judeus e cristãos? Uhum. Importante, muito importante. Não existe um verso corânico que afirme que
judeus e cristãos tenham mudado a palavra escrita de Deus. O único verso, os muçulmanos recorrem muito a ele, diz que ah os judeus mudam as palavras de Alá, mas são palavras da sua boca. Ou seja, eles liam algo e deturpavam com as Palavras da sua boca. Não existe verso corânico. Uma vez fiz esse exercício com Shake, ele tava acusando, falei, por favor, me mostra um verso no Corão que diz que a Bíblia foi mudada. Ele não conseguiu achar, né? nem vai conseguir achar. Então, se as palavras de lá são imutáveis, como é que o texto
foi deturpado? Ou seja, a crença de que a Bíblia foi deturpada é contra o Corão. Sim. Segunda coisa, e isso também é fundamental, se a Bíblia foi deturpada, Se o evangelho foi deturpado, corrompido, que é a palavra que eles usam, por que é que Alá no século VI está mandando os muçulmanos recorrerem a um livro que foi corrompido? Se isso é verdade, se a Bíblia foi adulterada, se o texto é corrompido, Alá está reportando os muçulmanos a um texto corrompido, logo Alá é corrupto. Uhum. Ele é um enganador. E por que que ele faria isso?
Se o Corão é revelação Perfeita, por que que ele mandaria os muçulmanos recorrerem às revelações anteriores? E aí a gente tem um argumento histórico, crítico, né, documental, que é muito importante. Antes de tu entrar nesse argumento, posso Sim, por favor. Eles chamam isso de dilemas do Corão, né? São as coisas contraditórias que tem dentro do Corão. E o David Wood, ele fala sobre isso e é muito Interessante. Pelo simples fato de eles falarem que a gente tem que eles podem recorrer aos ao evangelho ou aos gospels, né, ao povo do livro. me dá a entender
que se a se manda recorrer à Bíblia e a Bíblia está correta, não tem como a Bíblia estar correta e o Corão estar correto. Logo, se esta afirmação do Corão está correta e a Bíblia também está correta, o Corão está falso. O Corão é falso, logicamente. Uhum. E se a Bíblia também foi adulterada e ela é errada, logo o Corão também está errado. Perfeito, porque ele está mandando confiar no povo do livro. Confiar no povo do livro. Perfeito. Então, se a Bíblia é verdadeira, o Corão é falso. Se a Bíblia é falsa, o Corão também
é falso. Ou seja, de nenhuma maneira, ex, com evidências internas do Corão, Sim. a gente entende que logicamente não tem como o Corão ser verdadeiro. Perfeito. E, ou seja, a acusação de corrupção da Bíblia é um argumento contra o Corão, contra o Islam. E aí quando a gente vai pra análise histórica dos manuscritos, os problemas apenas se multiplicam. Quando a gente analisa, então, a os documentos, né, os manuscritos bíblicos, aí a coisa fica, aí fica evidente, não é simplesmente no campo do argumento filosófico que é absolutamente faz todo sentido, né? Mas agora você vai ter
que lidar com elementos materiais, Com conteúdo físico palpável. Sim. as escrituras sagradas. Eu vou falar do Novo Testamento porque não existe um debate muito muito intenso contra o Antigo Testamento. O problema deles é sobretudo com o Novo Testamento, as afirmações de Jesus, essa coisa toda. E aí, antes de responder, vale a pena lembrar um detalhe muito importante. A crença da corrupção bíblica é uma crença tardia No Islã. Muitos muçulmanos não sabem disso, mas a Bíblia só passa a ter a sua autenticidade contestada a partir do século 10 depois de Cristo, por uma razão, quatro séculos
depois, por uma razão histórica muito muito simples. Uhum. Durante os primeiros três séculos do Islã, a Bíblia não estava em árabe. Hum. Então, os muçulmanos não tinham acesso às escrituras sagradas cristãs. Eles ouviam as histórias, como eu já Mencionei. Uhum. E à medida que o islã foi se expandindo e as fortalezas cristãs foram caindo, ah, cristãos passaram a servir nas cortes dos califas islâmicos que começaram a dominar norte da África, Oriente Médio, por aí vai. ah, nos períodos de paz, de tolerância, né, os os cristãos, muitos deles pensadores, teólogos, apologistas, inclusive, começaram a estudar o
Corão e se depararam com as divergências entre o Corão e e a Bíblia. Uhum. Nesse tempo, a Bíblia começou a ser traduzida para o árabe. E foi então que os teólogos muçulmanos, primeiro tiveram acesso ao texto bíblico e viram que o texto bíblico é diametralmente oposto ao texto islâmico em muitas, na maioria das suas instâncias. E os apologistas cristãos começaram a a desmoralizar o Corão, dizendo, vocês estão dizendo que e o Corão afirma, o Corão é a confirmação das revelações anteriores. Sim. E aí os apologistas cristãos falam assim: "Não, vocês não estão confirmando, não sei
se vocês estão entendendo, mas o Corão diz que vem confirmar a Bíblia, mas a Bíblia nega o Corão. Eles não sabiam disso. As conquistas islâmicas trouxeram apologistas cristãos, teólogos cristãos para as cortes muçulmanas e a Bíblia foi traduzida pro árabe. E foi então que eles perceberam que a Bíblia e o Corão São contraditórios. E aí, qual era a saída? Era tarde demais. Era tarde demais. 300 anos estavam pregando. Não, a o Corão confirma qual foi a saída? Inventar a crença de que a Bíblia foi mudada sem que o Corão jamais tenha dito que a Bíblia
foi mudada. Em cima disso. E os no Corão, OK? E nos radits também fala alguma coisa sobre nas nas tradições islâmicas, fala alguma coisa sobre a Bíblia ser mudada Também ou ou não? que me me clarifica um pouco, elas vêm depois, quantos anos depois que surgem essas tradições islâmicas? E e também isso é um um argumento, né? Eh, a gente pode defender aqui a o texto bíblico, né? e e que não foi mudado. A gente até falou um pouco sobre a vasta expansão que teve durante os textos, que era muito difícil de ser mudado e
tem vários argumentos para isso, mas o texto islâmico, o eh o Corão, eh pro tempo depois dos radits, que foram alguns anos depois, eh também em termos de evidências eh históricas que a gente tem hoje desses textos, nos dá um um panorama em cima. Ah, nós não temos manuscritos corânicos completos a antes de 200 a 300 anos depois da morte de Mavé. Então, ah, existem manuscritos que os muçulmanos vão citar como sendo manuscritos originais do século VI, né? Você tem um manuscrito, [Música] h, um manuscrito corânico em Tashkent, no Uzbekistã. Uhum. O museu. E você
tem um manuscrito no museu TopCap na Turquia. Eles vão dizer que esses manuscritos são do século VI, logo depois da morte de Maomé. Um deles, se eu não me engano, o manuscrito Top Cap da Turquia. A as páginas, algumas páginas Estão manchadas, manchas mais escuras assim. E eles dizem que aquelas manchas são do são são manchas causadas pelo sangue de Osman. Foi assassinado enquanto lia o corão. O sangue dele caiu sobre as páginas, aquela coisa toda. Só tem um problema. E aí vai ficar um pouquinho técnico, mas é, vou tentar ser ser breve. Sim. Ah,
a grafia árabe da região e do tempo em que o Islã nasceu é uma Uhum. A medida que o Islã Foi se expandindo e conquistando algumas cidades, novas grafias do árabe foram foram criadas. Então, a a grafia eh escrita, a escrita Mail é a escrita, a escrita usada no século VI na Península Arábica. Uhum. Uhum. Beleza. Então, essa grafia era usada pelos primeiros muçulmanos e as primeiras cópias foram foram sendo feitas e tal. Beleza? A medida que eles foram se expandindo, a grandes cidades foram Tomadas e se tornaram ao longo de séculos se tornaram centro
do poder político no Islã. Por quê? Uma determinada dinastia se tornou muçulmana, se fortaleceu naquela região, se expandiu, estabeleceu poder, novas tecnologias e tal, nova cultura. E aí o centro de poder migrava. Isso aconteceu algumas vezes, né, ao longo da história do Islam. Ah, e quando o Islã chegou à cidade de Cufa, no Iraque, se estabeleceu uma um Centro de poder em Cufa, centro de poder, centro intelectual, centro de pesquisa, de estudos e tal, não sei o quê. De modo que criou-se uma nova grafia, as letras são alongadas, são inclinadas, totalmente diferente, diferentes da escrita
mail, a original. A escrita cúfica surge, ela surge, ela não existia. Ela surge por causa da conquista islâmica da cidade de Cufa. Cufa, escrita cufica por causa da cidade De Cufa. Uhum. Ela surge cerca de 200 anos depois da morte de Maué. Então, Corão, no século VI, os manuscritos, a compilação é feita em escrita Mail, com todas aquelas dificuldades de 24 versões, aquela coisa toda que eu já mencionei. 200 anos depois o Islã chega à cidade de CFA. Chega não, a a cidade de Cufa se torna o dos centros de poder do Islã. E a
partir dali cria-se a escrita cufica 200 anos depois da morte de Maumé. Quando você analisa os manuscritos de Tashkent no Uzbekistão e Topcap na Turquia, eles estão escritos em escrita cufica não em escrita mail. Nossa. O que quer dizer que eles não podem, tecnicamente eles não podem ter sido produzidos no século VI, só no século pro século X. Então essa essa essa é importante muito nas tradições, as tradições islâmicas, muitas delas predatam século 10, que foi quando surgiu a crença de que a a Bíblia tinha Sido mudada. Algumas tradições vêm depois do século X. Então
você tem tradições que dizem que a Bíblia foi mudada e a maioria, as mais primitivas dizem que não. E aí a gente tem o problema do a a das evidências manuscritas em si. Uhum. Então, para se tornar um pouquinho mais prático, imagine, vocês são muçulmanos, a gente tá conversando sobre isso e aí vocês me dizem que a Bíblia foi mudada. Uhum. O texto bíblico foi adulterado. Uhum. Eu Respondo com uma pergunta para vocês. Quando? E você só tem duas opções, ou antes do Corão ou depois do Corão. Ou seja, a Bíblia foi mudada antes que
Maomé recebesse as supostas revelações do Corão, ou a Bíblia foi mudada depois que Maomé tinha recebido as revelações, Maomé tinha morrido e aí foram lá e manipularam o texto. Então a gente tem duas opções. A Bíblia foi mudada, beleza? Quando? Antes ou depois do Corão, qual vai ser? Mas ambas, se for analisar a evidência histórica, eles podem responder o que quiser que vai dar ruim. Vamos ver onde é que isso vai dar. Fal, falaem comigo. Antes ou depois? Antes. Beleza. Antes. Muito antes. Se o corão, se a Bíblia foi mudada antes do Advento do Corão,
nós temos um grave problema. Os musul humanos vocês têm um grave problema. Uhum. Já mencionado aqui. Se a Bíblia foi mudada antes do Corão, por Que que o Corão está validando a Bíblia como palavra de Deus? Uhum. Desculpa, foi depois. Ah, depois. Se o corão, se a Bíblia foi mudada depois do advento do Corão, nós vamos, é simples, a gente vai, então, então até o século VI, a Bíblia era um texto íntegro, perfeito, preservado. Vem o século VI e a partir do século, em algum momento, entre o século VI e hoje, o texto bíblico foi
adulterado. Então vamos fazer o Seguinte, é muito simples. a gente pega esse texto, beleza? Qualquer tradução, e a gente compara esse texto com os manuscritos antigos bíblicos que predatam o corão, que precedem o advento do Corão. Ou seja, os manuscritos que eu já citei aqui, século 1, pouquíssimos século pouquíssimos fragmentos, mas tudo bem. Século 2, pouco mais. Século 3, muitos mais. Século 4 e aí século 5 e 6, infinidade de manuscritos. Nós estamos falando, gente, não é de Pouca coisa, não. A gente tá falando de cerca de 24.000 manuscritos que predatam o corão. 24.000 ou
fragmentos ou manuscritos completos. O número que eu tenho é de 5000 e poucos, mas eu acho que é que é do primeiro e segundo século. Sim. Eu acho que esse número e aí de certo esses 20.000 ali século 3, 4, sim. São 24.000 fragmentos de manuscritos, né? Quando você compila, acha, se eu não me engano, os codes que nós que nós temos íntegros são mais ou Menos esse número de 5 e pouco. Uhum. Ahã. A gente tá falando de 11 idiomas diferentes. Alguns deles línguas mortas. Uhum. 11 idiomas. A a Bíblia até o século VI
tinha sido traduzida para 11 idiomas diferentes. Eu tenho 24.000 manuscritos. e tá subindo. À medida que os avanços arqueológicos eh ganhou força, o número de manuscritos aumenta, vai descobrindo mais coisas. Beleza? Quando você compara esses manuscritos que que Precedem o Advento do Corão com o texto que nós temos hoje nas Escrituras Sagradas, o texto é idêntico. Você pode comparar a tradução que você quiser, pro latim, pro núbio, pro sííaco, línguas antigas, para caramba. Compara as traduções modernas, o o o cerne do texto, né? Uhum. com o texto antigo. Se a Bíblia foi mudada depois do
Corão, a nossa Bíblia de hoje tinha que ser diferente, concorda? com os manuscritos anteriores ao Corão. E Não é o caso. Então, se a Bíblia foi mudada antes do Corão, o Corão é corrupto e lá não merece confiança porque está mandando os muçulmanos consultar um livro que foi deturpado. Se a Bíblia foi depois do Corão, eu preciso, é obrigatório que esse texto seja diferente do texto que precede o Corão. E não é. Uhum. Então, não tenho para onde correr. E para bater um prego nesse caixão, Ah, há uma passagem no Corão em que, ah, Alá
diz para os muçulmanos não discutirem, não contradizerem, não debaterem contra o povo do livro, cristãos e judeus, porque a eles foi confiada antes de vós, antes de vós, muçulmanos, a revelação e a profecia. Então, toda vez que o muçulmano diz que a Bíblia foi mudada, agradeça e o ajude a entender que ele está em maus lençóis eh, se a Bíblia realmente sofreu alteração. Uau! Bom, acho que nós temos um contexto muito bom de resposta às objeções e e coisas nesse sentido. Eu queria voltar ao que a gente conversou um pouco antes de sunitas e eitas,
eh, porque o radicalismo islâmico, eh, historicamente, ele sempre foi um problema e na história recente também. O qual que é mais, existe um lado mais radical, né? Tu falou que a Maioria dos muçulmanos são pessoas de bem, são pessoas de paz, mas tem os grupos eh terroristas islâmicos. Como é que fica? É sunita é xita. Uhum. Eh, esse é um mito, né, que se criou. Sim. Ahã. A gente até usa vulgarmente essa expressão, né, pejorativamente. Ah, o cara é maior xita, né? O cara é ma radical, não sei qu. Exatamente. E isso é bobagem, né?
Isso é, isso é mito. Numericamente, a maioria dos terroristas é sunita. Uhum. Por quê? Porque 85% do mundo muçulmano hoje são sunitas. Você tem aí um percentual baixo de de outras seitas islâmicas, né? E você tem aí entre 12 e 10% de xitas. E novamente, a diferença fundamental não tem a ver com o radicalismo, tem a ver com as bases doutrinárias. Como eu mencionei, essa esse cisma, essa divisão vem lá de quarto califa, né, ali. E aí você tem partidários de ali que era um Descendente distante consanguíneo de Maumé e aqueles que eram tinham outros
interesses políticos inclusive e que acabaram ao longo ao longo dos anos constituindo a maioria da comunidade islâmica. Então não, xitas não são mais radicais do que sunitas. Tiitas não são mais terroristas do que sunitas. Sunitas não são mais terroristas do que sunitas. Novamente, uma pequeníssima, não uma pequeníssima, uma uma pequena parcela Dos muçulmanos no mundo hoje eh são se consideram muçulmanos fundamentalistas, que é um termo, aliás, que nós ocidentais cristãos inventamos. O termo fundamentalista foi criado para se referir aos chamados fundamentalistas cristãos dos Estados Unidos. Uhum. É um termo que não existe no Islã fundamentalista,
não. Ah, é interessante, por exemplo, quando você ouve a manchete, ah, uma mesquita Explodiu em Banglad, explodiram uma mesquita no Paquistão. Dezenas de muçulmanos morreram. Uhum. Quem é que tá explodindo esse negócio? Não são judeus, não é a gente. Uhum. Quem é que tá explodindo Mesquita no mundo muçulmano? São muçulmanos. E geralmente são muçulmanos que olham pros seus irmãos muçulmanos e falam: "Vocês não são muçulmanos de Verdade, vocês precisam morrer". Uhum. a vasta maioria dos refugiados quando surgiu o Estado Islâmico em 2014 fugiram, né, da Síria e do Iraque. A vasta maioria dessas pessoas que
fugiram são muçulmanas, não são cristãs. Uhum. A igreja no Iraque eh se reduziu assim numericamente de maneira absurda. Uhum. cristãos fugiram por suas vidas, mas a maioria das pessoas que deixaram o levante, né, aquela região, Eh, são muçulmanas, perseguidas por outros muçulmanos que julgavam que eles não são muçulmanos suficientes. Ah, que coisa feia, o Islã assim, não. Eh, ao longo da história cristã, isso aconteceu também. Dá uma olhada no que aconteceu na Irlanda. Sim. A loucura que que foi, né? Mas o ponto é que no cristianismo, se alguém faz algo do tipo, não é a
Bíblia que está mandando fazer. Certo. Perfeito. Essa é uma observação muito Importante, porque o debate fica raso quando você fala assim: "Ah, não, mas o cristianismo". E de fato nós tivemos problemas enormes na no pós-reforma. Você vê o que aconteceu com Zinglio, por exemplo, o cara foi morto por cristãos. Enfim. Sim. Mas essa é esse esse é o ponto central da discussão. Uhum. Quando cristãos cometem violência em nome de Deus, como a gente vê, por exemplo, naquele Filme protagonizado pelo Orlando Bloom, ele foi dirigido pelo Ridley Scott, se eu não me engano, é o Cruzada.
Uhum. Kingdom of Heaven. Ah, você vê claramente ali exércitos medievais sobre o rei de Jerusalém. de generais ali, eles estão querendo a morte dos muçulmanos e tal. As cruzadas, né, as as quatro grandes cruzadas são iniciativas que deixaram muitas cicatrizes, mataram muita gente inocente, mataram muitos muçulmanos inocentes, muitos cristãos Morreram. E por quê? Não foi Jesus de Nazaré que mandou matar o outro. Uhum. Mas de jeito nenhum. Então nós precisamos quando os muçulmanos, eles nos acusam disso, né? Nós temos, a gente tem, a gente precisa fazer, a gente tem muita tranquilidade em fazer meia culpa
nesse, nesse sentido. As cruzadas aconteceram, foram um erro, porque não tem raízes nas escrituras. A violência de qualquer tipo de Cristãos na era medieval e nos debates hoje, por exemplo, né? Muitos cristãs, você vê muito cristão na internet sendo super deselegante, violento, preconceituoso e tal. Tem nada a ver com a nossa revelação. Nada a ver. Se você quiser saber o que que é o cristianismo, você tem que ir paraas escrituras sagradas. Você quiser saber que como que a gente deve viver, você tem que ir pra vida de Jesus. Isonomia. De igual modo. Se você Quiser
saber o que que é o Islã, não adianta você e dizer: "Ah, não, meu meu vizinho é um cara super pacífico, super tranquilo. Que bom! Mas ele vive um islã travestido de cristianismo." Uhum. A verdade, irmãos. Isso vai parecer bastante polêmico, mas a verdade é que a maioria dos muçulmanos no mundo, gente pacífica, não gosta e não quer seguir o exemplo de Maumé. Se você quiser saber, se você muçulmano, quiser saber como você tem Que viver, você tem que recorrer ao exemplo de Maumé. E a maioria dos muçulmanos não gosta do exemplo de Maumé, porque
um exemplo violento, o exemplo sanguinário, de novo, pontes islâmicas, biografia de Maumé, as primeiras biografias de Maumé contam, por exemplo, sobre Maomé partindo numa batalha, ele perde essa batalha e ele atribui a derrota, essa batalha aos judeus de Meca, que não quiseram apoiá-lo nessa nessas batalhas. Tinha Três tribos judaicas em Meca. Ele aniquilou as três. Ele expulsou uma e aniquilou duas. A última delas, de novo, relatos islâmicos, canônicos, respeitados contam, por exemplo, que Maomé volta da batalha, prende 600 a 800 homens judeus, amarra-os e na frente das suas esposas e filhos manda decaptá-los e sepultá-los
numa vala comum. Então, pega essas mulheres e esses filhos dos judeus e distribuem como espolos de guerra Escravos, as mulheres escravas sexuais, o que for, para os muçulmanos. Ah, esse é o exemplo e esse é um essa é uma passagem de um monte de um cara que esteve envolvido em nove batalhas por ano nos últimos 10 anos da sua vida. E aí quando a gente vê isso hoje, é por isso que eles estão fazendo isso, pessoas. É, é quem são os os muçulmanos fiéis? Uhum. Não é o muçulmano que vive no ocidente, boa vizinhança, tem
amigos cristãos, é Um cara, não é o o de acordo com o exemplo de Mohammed, os verdadeiros muçulmanos são aqueles que militam de maneira violenta, como o profeta fez, ah, para a expansão do Islam. Qualquer muçulmano que quiser negar essa verdade, ou é ingênuo ou é mal intencionado. Uhum. De novo, a maioria dos muçulmanos no ocidente, gente boa, gente boa convivência, a galera que debate, né, apologistas muçulmanos, ah, na internet, os caras Estão tentando defender o islã, que não é uma religião violenta. Ah, foram radicais que sequestraram o Islã. Desculpa, isso é ingenuidade ou então
é ma caratismo mesmo, né? Querer reescrever a história. Não dá para fazer isso. Igualmente, mulheres, mulheres muçulmanas ocidentais aparecem super maquiadas, bonitas para caramba. Uhum. falando que o islã restaura a dignidade da mulher. Querida, se você faz isso de novo, ou você é ingênua, você ou você é Ingênua, ah, ou você não tem conhecimento do Islã, historicamente falando, e você não tem conhecimento da vida das mulheres muçulmanas no mundo muçulmano, sobretudo em alguns países onde o islã é levado ainda mais a sério, como por exemplo Afeganistão, Paquistão, Bangladu é malcaratismo, é saber da verdade e
travestir o Islã por alguma razão. algum objetivo que aí eu não eu desconheço. Ah, Simples. Maomé decepava a mão dos seus inimigos. Jesus restaurava mãos ressequidas. Uhum. Maumé furava com ferro quente os olhos de seus capturados de guerra. Jesus dava vista aos cegos. Maumé deixou um rastro. Maumé e seus seguidores deixou um rastro de mortos incalculável. No primeiro ano da expansão islâmica, nos primeiros 10 anos da expansão islâmica pelo norte da África, Península Ibérica, Oriente Médio, o Rastro de mortos foi de cerca de 1 milhão de pessoas. Uau! Maé deixava um rastro de morte e
destruição. Uhum. Jesus ressuscitava os mortos. A Maé promoveu caus, destruição, fome e matança. Jesus multiplicou o pão, alimentou os pobres, morreu por quem o matou. Jesus entregou a própria vida para que aqueles que o matavam pudessem ter perdão. A gente não precisa ir muito longe. A gente poderia ficar aqui Falando horas a respeito das diferenças morais entre os dois homens. Sim. É covardia comparar Maomé com Jesus. É. É. Moralmente os dois homens são incomparáveis. Profeticamente os dois homens são incomparáveis. em suas missões. A missão de Jesus, a missão de que Maomé se se lançou, os
dois homens são incomparáveis. E no fim das contas, no fim da sua vida, Mohammed eh uma tradição conta que sua esposa e filhas chegam para ele e fala: "Olha, lembra-te De nós, né, no no no além, no por fim, né, no dia do julgamento". Ele teria dito, eh, peçam, perguntem-me qualquer coisa a respeito deste mundo. Não me perguntem nada a respeito do mundo. Ah, o além do porvir, porque eu mesmo não tenho certeza para onde vou. Uau! Por outro lado, Jesus de Nazaré diz: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao
Pai a não ser por mim". E e o na cruz ele falou pro irmão do lado, estarás comigo ainda Hoje? É isso. Quem quem é que pode falar um negócio desse hoje? Você vai estar comigo no paraíso. Quem que pode falar um negócio desse? Quem manda no paraíso? Uhum. Exatamente. O paraíso islâmico é um paraíso para homens. Faço uma pergunta, um desafio aqui às queridas apologistas islâmicas. Que o Senhor abençoe vocês e que Senhor Jesus de Nazaré alcance o seu coração com a verdade, com o perdão, com a Libertação e com a salvação que só
ele pode dar. Eu eu queria pedir a vocês que falassem um pouquinho qualquer dia desse por aí. Fala um pouquinho sobre o paraíso islâmico para as mulheres. O que que tem de promessa nas escrituras, nos corão, nas tradições islâmicas? O que que o paraíso islâmico reserva para você, mulher? por favor, faz essa pesquisa e traz pra gente o que que o Paraíso islâmico traz para as mulheres. Eu sei que o o que o Paraíso islâmico traz pros homens. Uhum. Uhum. São, curiosamente, o paraíso islâmico é o mundo subterrâneo, o mundo invertido do mundo do século
VI, onde o Islã nasceu. Então, o Islã nasce no deserto. Aham. O paraíso islâmico tem jardins. No mundo islâmico você não pode tomar bebida alcólica. Alcoólica. No paraíslâmico tem rios de vinho. Uhum. No mundo islâmico, você os muçulmanos Passam a ter um limite de quatro esposas, né, por muçulmano ao mesmo tempo. Você pode se divorciar e casar com outro, não tem problema. Apesar de que Mohammed, por alguma razão, poôde ter mais esposo, foi o único que recebeu a permissão de ter quantos esposos quiserem. Hum. quisesse. Inclusive a própria Nória, né? Inclusive a própria Nória, ele
ele ele induz induzivo seu a se divorciar da sua esposa e casa com a Nora, que era contra a lei na Arábia Naquela época, mas tudo bem. Ah, aqui você cobre as mulheres. Engraçado. Engraçado demais esse negócio. Engraçado. É triste, porque as apologistas muçulmanas na internet ocidentais, elas fazem isso. Elas diz: "Não, a gente se cobre porque a gente quer não é porque quer. A gente se cobre porque protege a gente." Hum. Engraçado, né? Porque de novo, de um lado você tem Jesus de Nazaré dizendo assim: "Se o teu olho te faz pecar, Arranca". Uhum.
Se a fonte do pecado é tua, você lida com ela. No Islã não sabe por que que cobre as mulheres? Porque elas tentam os homens. Então os homens têm um olhar lacivo e as mulheres que pagam preço por isso. No Afeganistão, recentemente, semana passada, o Talibã baixou a resolução que proíbe as mulheres saírem de casa. Uau. Elas não podem ficar de janela aberta para não serem vistas por quem passa na rua. Nossa, o um monte de Casos de mulheres que morrem no parto, morreram no parto nos últimos anos aí porque elas não podem não pode
ter intervenção de médicos, homens no parto, mas as mulheres médicas não podem mais sair de casa. Caramba. Uau. Então assim, ah, não, mas eles são extremistas, não são, não são. Eles estão levando o corão ao pé da tentando levar o corão e as tradições ao pé da letra. Acharia que a lei islâmica não é vigente em nenhum país, nem sequer países muçulmanos Adotam a xharia. Por Uhum. a maioria das das constituição constituições, os países islâmicos modernos são baseados não na xharia, mas em constituições de países ocidentais que são baseadas, por sua vez, em valores judaicristãos
e no sermão da montanha. Por quê? Então, ah, não, comparação entre os dois profetas, entre os dois livros, entre os dois legados, entre as duas teologias, e sim entre os dois deuses, cristãos e Muçulmanos não têm o mesmo Deus. Uhum. A, essa comparação é ela é injusta quase, porque é impossível, é não se equiparam, mas nem de longe. Não é só uma tradução de idioma, como eles falam. Não é, não é só um profeta diferente, só não é, não é. A gente tá falando de deuses diferentes. Uhum. Não, mas os muçulmanos vão dizer, nós temos
o mesmo Deus, mesmo Deus de Abraão, mesmo Deus que enviou Jesus e tal. Você só não acredita em em Mohammed, mas o Deus é o Mesmo. Não é quando o muçulmano disse: "Ah, a te serve o mesmo Deus". Você pode dizer: "Tudo bem, três perguntinhas. Seu Deus tem filho?" Uhum. Ele vai ter que dizer não, porque no Corão tá dizendo que Deus não tem filho. Deus não pode ter filho. Então o o o Deus revelado na escrituras sagradas, Jeová, se Alá não tem filho, Jeová tem um unigênito e um monte adotado. Ele ama ter filho.
Segundo, Alá é uma trindade? Não, não é Uma trindade, é uma mônada. Jeová, conforme se revelou, é, como vimos, uma trindade tranquilamente. Uhum. Finalmente, uma outra pergunta, tem várias outras, mas eh Alá jurou proteger seu povo Israel? Hum. Não, né? O mote, sobretudo hoje em dia, né? Eh, from the raver to the sea, né? Do rio ao mar, é aniquilar Israel. O Jeová não somente jurou proteger Israel, não que Jeová ame mais Israel do que as Outras nações. Jeová escolheu Israel, formou Israel para que as nações fossem salvas por meio do judeu Jesus. Ah, ele
não somente jurou proteger, como ele tem protegido Israel ao longo da história. Israel tinha que ter desaparecido há muito tempo. Uhum. E ao longo da história, enfim, a gente vê a mão de Deus, né, protegendo o povo de Israel. Não, não estamos falando do mesmo Deus, não estamos falando da mesma revelação, não Estamos falando do mesmo profetas, não estamos falando do mesmo paradigma, não estamos falando do mesmo destino, né? O paraíso islâmico é um paraíso machista, feito para homens. Lá eles vão ser recebidos por 70 virgens, virgens eternas. Elas são usadas como objeto sexual, mas
elas continuam virgens, né? Uhum. É algo incrível. E Mohammed teve visões do inferno. Preste atenção nisso a vocês, né, Minhas colegas, né? Ah, que tentam dar algum sentido à sua fé e pregar a sua fé islâmica, tentando suavizá-la ao máximo que vocês podem. Consulte as tradições islâmicas e veja lá que Mohammed teve visões do inferno. E ele disse que ao ver o inferno ele ele ele percebeu e constatou que a maioria dos seus habitantes eram mulheres. Uau! Caramba! Existe aí a tradições que falam que para cada cada eh cada homem que vai para o Inferno,
ah, para cada homem que h inferno a proporção de 10 mulheres que estão no inferno, tá? Então não, nós não estamos falando e não é uma questão, ah, é ideologia, é ódio pelo islam, não é de jeito nenhum, muito pelo contrário. Muçulmanos são, como disse, pessoas amáveis, na vasta maioria deles, pessoas com fortes códigos morais de honra, gente muito trabalhadora. Eu morei no mundo muçulmano alguns anos. Sim. Estive doente, por exemplo, em algumas Situações, tive malária várias vezes, tá? por exemplo, e eu fui servido, eu fui cuidado, fui protegido por meus amigos muçulmanos. Uhum. Nós
nós cristãos amamos muçulmanos e se a gente fizer alguma coisa diferente, nós estamos indo contra o nosso referencial. Quando os cristãos atacam, combatem, são violentos contra outras pessoas, o fazem em contrariedade a Jesus de Nazaré. Quando os muçulmanos fazem a mesma coisa, eles fazem em Concordância com o exemplo de com o exemplo de Mohammed. Então nós somos chamados a amar os nossos inimigos, orar por quem nos perseguem, ah, se somos feridos, darmos a outra face. A gente foi chamado para amar e morrer, se necessário for, para que outros possam viver. Os muçulmanos não são chamados
a isso, não matando outros, né? Eles são pelo ex pelo exemp exato. Pelo exemplo de Mohammed, os muçulmanos matam outros, mas todos vocês, Muçulmanos, são chamados pelo único e verdadeiro Deus, Jeová, pai do nosso Senhor Jesus Cristo, aquele que entregou a vida pelos seus inimigos e que mandou os seus discípulos amarem os seus inimigos, orarem por quem persegue e dar a vida por aqueles que ah pensam diferentemente deles, como aconteceu lá no anos atrás, quando o Estado Islâmico decaptou aqueles 21 jovens cristãos, né, Na Líbia. Uhum. A leitura labial mostra que alguns deles oravam pedindo,
né, que Deus perdoasse aqueles que faziam aquilo com ele, como Jesus fez. E alguns deles dizendo: "Eu te amo, Jesus, enquanto sangravam até a morte". O cristianismo é indestrutível. Uhum. Ah, mas as nossas armas não são deste mundo. A gente triunfa e a gente vive, sobrevive e vence, não pela nossa força, mas pelo amor, pela graça, pela Compaixão, pelo poder do Espírito Santo de Deus, que há de levar a história a um fim, o julgamento final. Jesus de Nazaré há de vir e julgar os vivos e os mortos. Então, aqueles que ainda não creem em
Jesus como filho de Deus, salvador do mundo, ainda é tempo. Arrependa-se, creia no evangelho. Amém. Amém. E para nós cristãos que estamos aqui, entendemos muito sobre o mundo muçulmano, o islamismo, qual é o nosso Papel como igreja, como cristãos em relação a isso, em preparação, em oração, em ajuda, enfim, quais são as as formas com que a gente pode lidar com isso? Excelente pergunta. Para começo, nós precisamos certificar de que nós conhecemos a Cristo e que a gente sabe de fato quem é Jesus de acordo com as Escrituras. Uhum. Porque quando nós o conhecemos pessoalmente,
nós descobrimos que Jesus não é um mero líder religioso. Ele é o Senhor dos mundos. Ele é o criador, ele é o verbo de Deus, por meio do qual tudo que foi feito se fez. Logo, o que ele diz é lei. Uhum. Uhum. E ele nos mandou, né, amar o nosso próximo. Essa é é a talvez a marca genuína de qualquer cristão, de qualquer era, é o amor pelo próximo. Você não ama aquilo que você Não conhece. Então, é fundamental que nós cristãos conheçamos os muçulmanos. Deus nos tem dado a oportunidade de conhecer muçulmanos do
nosso próprio país. Uhum. Existe uma grande comunidade islâmica no Brasil. Uhum. Estima-se que cerca de 2 milhões de de brasileiros sejam muçulmanos, sejam eles vindos de outro país ou nascidos no Brasil já gerações. Sim. e estão pela nossa sociedade, são nossos Vizinhos, são nossos amigos, são professores, são engenheiros, são empresários, são médicos, dentistas, são comerciantes, enfim. Infelizmente muitos cristãos se deixam levar por estereótipos absolutamente falsos, né? E se mantém a distância de muçulmanos porque puro preconceito mesmo, né? Quando na verdade boa parte dos muçulmanos que eu Conheço são cidadãos exemplares, né? Então, aproxime-se, chegue-se, desenvolva
relacionamentos, faça amizade, não tenha medo. Um dos fatores pelos quais a igreja não evangeliza muçulmanos é medo. Uhum. Medo de sofrer, medo de ser perseguido, medo de morrer, enfim. Então, primeiro, a maioria dos muçulmanos é extremamente pacífica. Segundo, mesmo que você seja enviado a um lugar onde você vai encontrar Muçulmanos violentos, muçulmanos, ah, né, terroristas, que podem até fazer mal contra você, nós precisamos nos lembrar de que nós somos o único povo que pode morrer. Uhum. Nenhum outro povo na terra está pronto pra morte. Só aqueles que creem em Cristo. Lendo as Escrituras, você vai
se lembrar de que morrer é lucro. Estar com Cristo deveria ser Nosso alvo. E a morte é aquela que nos dá boas-vindas ao reino e à vida que nunca termina. Ninguém tá pronto para morrer, só a gente. E morrer pra gente é lucro. Morrer é um favor. Não tô dizendo para você eh não cuidar da sua segurança, da sua vida. Eu tô dizendo para você não se acovardar diante da possibilidade do sofrimento e da morte. Uhum. Se Deus é senhor de tudo, ele é senhor de tudo, ã, a gente só morre quando tem que Morrer.
Salmo 139 diz: "Todos os meus dias foram escritos no teu livro, sem que falte deles nenhum sequer." Apocalipse 6, se eu não me engano, fala sobre os mártires, né? São os caras que morreram por causa do evangelho. Eles estão lá debaixo do altar e clamando. Até quando isso vai permitir que os nossos irmãos sofram tal, não sei que o sangue dos nossos irmãos está clamando da terra. Deus está imperturbável no seu alto Sublime trono. Não responde a pergunta dos santos mártires e aí um anjo sai e diz a eles a resposta é a seguinte: isso
vai continuar até que se cumpra o número dos vossos irmãos que precisa sofrer, precisam sofrer por causa do cordeiro. Tem um número de mártires, tem um número de gente que vai morrer. Uhum. Sim. Ah, nós não deveríamos estar pensando, ai tomara que eu não esteja entre eles. Mas a gente deveria falar, puxa, será Que Deus vai me dar a bênção de entregar a minha vida pelo filho de Deus? Uma passagem em Atos capítulo 7 me deixa assim extremamente constrangido. Estevão, ele cheio do Espírito Santo, tá pregando o evangelho, os judeus não conseguem lhe resistir, arranjem
contra ele os dentes e aí finalmente eles eles o arrastam para fora da cidade para apedrejá-lo. E o que acontece ou apedrejam até a morte, mas no trajeto Lucas registra, eu não sei como É que foi isso, mas graças a Deus tá registrado. Lucas registra que Estevão olha pros céus e vê os céus abertos e ele diz assim: "Eis que vejo ah céus abertos e o filho do homem em pé à direita de Deus". Pé na tradição cristã em outras passagens bíblicas, no crédito dos apóstolos, por exemplo, você vai ter a frase, né? que Jesus
subiu ao céu, está sentado à mão direita de Deus, Pai todo- poderoso. Alguns comentaristas do Novo Testamento sugerem que essa é uma das raras passagens em que Jesus aparece em pé pé. Uhum. Ao lado do trono do Pai. E eles sugerem que colocar-se de pé foi a maneira como Jesus de Nazaré escolheu, o rei do universo escolheu para receber na glória o seu primeiro mártir. Isso demais. Isso é muito doido. Tipo assim, tô falando do do crucificado, ressuscitado. Ele te levanta. Toca de pé para me receber. Você tá maluco. Não precisa levantar não. Só um.
Hum. Uhum. Tava bom. Só um. Entra. Tava bom. Entra. Só só de me deixar conhecer o senhor e pô. Martírio é um privilégio a ser abraçado, não um pesadelo do qual a gente deve fugir de novo. Ah, Jesus manda, olha, quando quando rejeitarem vocês na cidade, eu perseguirem vocês, fujam. Uhum. Não tô falando de ser, né, ser imprudente, mas de de abraçar o sofrimento como parte integrante do evangelho. Uhum. Um um Evangelho sem sofrimento, um discipulado sem cruz. Uhum. Pode saber, você tá indo no caminho errado. Então, primeiro, conheça muçulmanos, não tenha medo. Segundo, ah,
faça seu dever, faça sua tarefa de casa. Boa parte dos cristãos têm medo de evangelizar muçulmanos porque, primeiro tem medo de não ter respostas para as perguntas dos muçulmanos. Estuda, Uhum. Vai ler Bíblia, escuta esse podcast, escuta esse podcast, não só esse aqui, Mas os outros episódios. Aprenda a defender sua fé. Apologética serve para isso. Então, leia bons livros de apologética, né? Aprenda boa teologia, leia a Bíblia e sobretudo tenha comunhão com Jesus, né? Cultive uma vida devocional sólida, na qual você não somente sabe as letras das escrituras, mas você conhece aquele que é o
dono da revelação. Terceiro, o pessoal fala: "Ah, eu tenho medo de evangelizar muçulmanas". Eu até sei teologia cristã, Mas eu tenho medo de não saber dialogar, de de não conhecer o islão suficiente para sequer ter uma conversa. Já aconteceu comigo. Sim. Uhum. Lá no começo, eu era bem jovem, eu tive conversa com muçulmanos e eu tava completamente despreparado e assim foi muito desagradável, né? Mas não precisa ser assim. Sim. Eh, estuda, né? E aí eu quero sugerir a você, por exemplo, os cursos da M3, né? MM3 é a missão mundo muçulmano, que é uma organização
que é Especializada em ah preparar cristãos para evangelizar muçulmanos onde quer que esses cristãos ou esses muçulmanos estejam, né? Nós desenvolvemos um currículo, né? Traduzimos um currículo para o português, currículo em vídeo online, tá disponível m3.org.br. Dá uma olhada lá. E se você fala inglês, você pode também estudar na na através da plataforma da Square Ministries, né, i2ministries. Comom, se eu não me Engano. E lá dentro eles têm a a Mission Muslim World University, que é uma uma plataforma de treinamento com 40 cursos com os melhores especialistas do mundo, ah, em estudos islâmicos, desde apologética
cristão, islamismo até plantação de igrejas no mundo muçulmano, tem tudo lá, é muito bacana. Ah, e quanto mais você estuda, mais fascinado você vai ficando por esse negócio. Dá para ver? Eu fico, fico empolgada porque você poderia falar aqui por horas. Eu Baixei o aplicativo deles essa semana. Global Wise Global. É, tem um aplicativo é fantástico. A ideia do aplicativo é fantástico. Wise Global. Dá uma olhada lá na App Store, na Play Store e você certamente vai ser muito beneficiado pelo conteúdo disponível. Então estude também o Islã, né? Leia o Corão. Ah, não, não pode
não. Leia o Corão. Puxa vida, é justo, né? Não tenha medo. Leia o Corão, estude sobre as traduções islâmicas, estude apologética. Ah, mas sobretudo, acho que essa é a última recomendação. H, ame os muçulmanos. Uhum. E amar tem, amor, tem cara. Tem amor envolve orar pela salvação dos muçulmanos, né? Ah, envolve se solidarizar com países muçulmanos que com populações muçulmanas que sofrem, mulheres muçulmanas. Meu Deus, não há segmento na humanidade que sofra mais do que mulheres muçulmanas a despeito do que as As muçulmanas ocidentais queiram pregar para você no YouTube. Não existe segmento humano mais
sofrido do que as mulheres muçulmanas. Eu realmente gostaria de ver canais no YouTube de mulheres muçulmanas afegãs, de mulheres muçulmanas paquistanesas, de mulheres muçulmanas y hemenitas. Uhum. Mas por que que a gente não tem? Porque elas não podem se expressar. Eu queria, eu adoraria ler livros de mulheres afegãs, por exemplo, escrevendo que o islã Realmente restaura a dignidade da mulher. E esses livros não existem porque as mulheres afeganas nas últimas gerações não sabem escrever. Eu adoraria ouvir mulheres que vivem na mulheres muçulmanas da Somália, do Sudão. Adoraria ouvir ah mulheres muçulmanas da Mauritânia escrevendo a
respeito do Islã, falando a respeito do Islã, convidando outras mulheres a viver a Liberdade que o Islã lhes dá. Infelizmente eu ainda não encontrei. Deve ter alguma razão para isso. Compadeça-se dos muçulmanos. Não tenha dó deles. Muito pelo contrário. Tem muito a nos ensinar de verdade. Historicamente o Islã tem uma tradição científica, matemática muito interessante, né? Muito. É fascinante. Mas são zelosos. São zelosos da sua fé, procurando a salvação, onde não podem Encontrar. Uhum. procurando a verdade em um profeta que é extremamente confuso. No Corão, tem uma passagem, isso um autor britânico, egípcio, britânico, egípcio,
eu acho, chamado Salman Rushdi, ele escreveu um livro chamado Os versos satânicos. São três versos do Corão em que Mohammed autoriza a adoração a deuses pagãos. É um escândalo. Caramba. É. Ah. tem um tem lá um contexto histórico e tal sobre pressão e tal, ele E autoriza, né? Ele que traz uma uma mensagem supostamente monoteísta, autoriza, né? A adoração é é muito muito muito estranha. E o Salomão RD escreveu no livro Versos satânicos. Isso foi um rebolíço tão gigantesco que os caras colocaram uma fátua, uma uma sentença de morte, né, com recompensa emitida por clérigos
islâmicos pela cabeça de Salomão Rosri. E houve uma um juramento, né, de vários grupos muçulmanos e que eles explodiriam Qualquer avião no qual eles soubessem que Salomão Rid estivessem viajando. A ponto de British Airways, a maior companhia aérea britânica. Proibiu, cara, proibiu, cara. Só ele não transportava Salomão Rushd, ele ficou anos, né, no anonimato e tal. Hoje você consegue ver na internet e tal, mas assim, é estranho, né? estranho que esse tipo de procedimento eh aconteça. Então, ah, muçulmanos, como disse, são extremamente zelosos, mais do que muitos Cristãos. Uhum. Mas estão buscando a salvação no
lugar errado, em um livro equivocado, em um profeta que não lhes dá garantia, em um Deus que não lhes assegura a certeza de salvação, um Deus que exige que eles façam o bem para talvez aceitá-los, né? O próprio processo de julgamento no juízo final é muito confuso no Islam. Você pode ter boas obras que pesam mais do que má obras, mas ainda assim você tem que atravessar Uma ponte chamada Cirat. Essa ponte tem a largura, segundo as tradições islâmicas, a largura de uma lâmina. E aí você, se você conseguir atravessar o cirato, você chega no
paraíso. Só que lá está balançando. Mesmo se você chegar a o ponto de conseguir atravessar o Cirata, Alá a qualquer momento pode jogar você para o abismo eterno. Por quê? E a justificativa islâmica é porque Alá é sapientíssimo. E é assim que se encerra a história, né? Não é um Deus pessoal, não é um Deus de relacionamento com o homem, não é? Então, muçulmanos que estiverem me ouvindo, ah, Jesus ama vocês. O Senhor Deus todo- poderoso ama vocês, mandou seu filho para morrer no seu lugar, no lugar de vocês. Então, venham para casa, venham para
o verdadeiro Deus de Abraão, de Isaque e Jacó. O Deus que ama o pecador, o Deus que sabe que nós somos pó, que não temos nada a oferecer em troca da nossa Salvação, mas que estende salvação, graça e perdão por causa dos méritos do sacrifício de Jesus Cristo na cruz do Calvário, que morreu e ressuscitou para te dar e me dar vida eterna para sempre com Deus. Amém. Amém. Mas eu muito obrigada, obrigada por aceitar o nosso convite de estar aqui, obrigada por ter vindo de tão longe pra gente e foi uma conversa maravilhosa. Nós
amamos, esperamos que tenhamos mais. Pois é, aprendemos bastante. Muito obrigada. Que Deus abençoe. Obrigada para quem tá assistindo. Eh, ficou até aqui. Espero que você possa compartilhar isso com mais pessoas, que possa estudar mais e afund sobre isso e estar realmente amando os os muçulmanos, o mundo muçulmano e estudar sobre isso e levar Jesus para todo mundo. É isso aí. Se Deus quiser, voltaremos com mais episódios de outros assuntos e por que não mais um mais uma vez aqui conosco, se Deus quiser. Amém. Mas obrigado. Que Deus abençoe tua vida. E é isso, tamos junto.
Obrigada. Valeu, gente. Prazer. Ben