se você está ouvindo Moisés iluminado um o Olá eu sou vivyane garbelini e você está ouvindo a humilhar para memória um podcast desenvolvido pelo mediato grupo de estudos de linguagem e práticas midiáticas sediado na Escola de Comunicações e artes da Universidade de São Paulo e coordenado pelas professoras doutoras Rosana de Lima Soares e Maria Rodrigues Gomes Então os mais de 10 anos de existência o grupo promoveu different events com pesquisadores do Brasil e do mundo tenta enfatizando algum tema nas áreas da comunicação da linguagem ou das mídias nesse podcast vocês vão ouvir uma seleção de
algumas dessas apresentações com destaque em um primeiro momento aos conceitos abordados e neste terceiro episódio ouviremos a comunicação de Gislene Silva professora do programa de pós-graduação em jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina e líder do grupo de pesquisa crítica de mídia e práticas culturais sua fala foi realizado um seis de abril de 2017 como parte do ciclo cartografias da crítica Gislene Silva apresentou alguns resultados de sua pesquisa de pós-doutorado realizada na Espanha com um projeto intitulado aportes teóricos e técnicos para uma crítica cultural da Notícia financiado pela Capes agência de fomento à pesquisa científica
brasileira a pesquisa tem como fundamento o conceito de crítica e sua aplicação a narrativas jornalísticas ouviremos a seguir a primeira fala de Gislene Silva tendo como ponto de partida a pergunta o que e como criticam os que criticam ela apresenta a linhas Gerais e seu projecto de investigação sobre a crítica a cobertura jornalística feita por Acadêmico e nós do campo da comunicação fornecendo alguns dados resultantes desse estudo a partir de leitura de tabelas e gráficos o que eu vou apresentar aqui hoje é uma parte de uma pesquisa que eu fiz no meu pós-doutorado ano passado
na Espanha e todas as pensando em todas as possibilidades de se investigar a crítica de mídia uma delas é pensar na crítica acadêmica pensar nos estudos acadêmicos como que a crítica é feita dentro da academia né então esse meu trabalho se baseia no estudo de do material empírico muito grande são cinco anos de pesquisas em revistas da Espanha de 5 revistas que eu vou explicar aqui a seleção delas e então o material empírico é muito grande o que eu vou trazer hoje são Dados bastante tabelas e gráficos do que eu vi olhando para esse material
meio bruto do que esses ar os acadêmicos quando analisam coberturas jornalísticas O que é que eles estão olhando né a intenção final é discutir justamente Qual o grau de felicidade que tem dentro desses artigos Isso é uma segunda num segundo momento Então é isso aspectos gerais da crítica acadêmica de coberturas jornalísticas e a minha pergunta principal era principal que eu digo mais geral né O que miram pesquisadores espanhóis do campo da comunicação quando analisam cobertura jornalística Esse estudo é parte Então desse projeto após teóricos e técnicos para uma crítica cultural da Notícia com apoio da
Capes que me ajudou nesse pós-doutorado eu vou ler o resumo é que é bem para dar uma entrada mas assim no assunto Esse estudo parte de uma pergunta o que como critica os que criticam o objeto em questão circunscreve-se a crítica de Acadêmicos do campo da comunicação Que acadêmico do campus tô fazendo coberturas jornalísticas como objeto empírico elegeu-se um conjunto de artigos publicados em cinco revistas científicas espanholas no período de 2011 a 15 foram observados temas das notícias tipo de mídia anos das coberturas analisadas generos jornalisticos métodos de análise e perspectivas de análise grau de
criticidade nesta etapa são apresentados resultados parciais com destaque para a visualização geral dos temas anos tipo de mídia gêneros e também a discussão introdutória a respeito dessas perspectivas mais frequência de aproximação crítica de materiais jornalísticos quando a gente tem um empírico muito grande Ele Pode render análises muito variadas para cada um desses tópicos a gente poderia fazer uma discussão bem profunda o que eu vou mostrar aqui a esse quadro geral e pensando que isso pode resultar depois em outros trabalhos para além do Objetivo principal de discutir a felicidade bom então as revistas que eu selecionei
são essas é essa estudo sobre alimentar repare o disco é da competência onde Justamente eu fiz o meu pós-doutoramento e é uma revista específica sobre jornalismo Então ela tem uma interferência no material empírico no corpos muito grande porque ela só fala de jornalismo depois tem a revista Latina análise âmbitos fizer essa ser vistas elas foram selecionadas pensando em alguns das suas classificações em alguns indexadores quer dizer umas bem classificadas uma média e uma nem tanto e pensando também algumas regiões da Espanha então a gente pode ver aqui que a revista da competência e responde por
vocês e outra no sessenta e dois por cento do de sicó Hoje eu tô aqui em 192 artigos Então ela acaba dando um tom ela responsável pela maior parte né e mas é isso então no total desse período eu achei 791 e a minha pergunta era meu a minha meu modo de selecionar era só artigos que estavam olhando para cobertura jornalística alguém que discutir se um código de ética ou uma coisa que não estivesse olhando alguma coisa publicada e divulgada eles eram eliminados por isso que sobram então de 791 sobram 192 Ah é Então isso
a revista porque elas tinham diferentes posições avaliados em bases de dados diferentes regiões o período corpos e o excluídos aqui para ter ideia do que que não entra É quando se discute a audiência de forma geral publicidade cinema redes sociais programas de ficção legislação a concentração dos meios sistemas digitais de TV financiamento gestões quer dizer há muitas maneiras de se criticar o jornalismo né Por exemplo a concentração dos meios é um né como os meios a mídia Está concentrado na mão de poucas empresas A então esses artigos não entraram porque eu queria ver quantos estão
manuseando coberturas jornalísticas O que é que eles olhava Então esse esse material saiu forma em seguida Gislene Silva Comente os tipos de mídia usando e os temas analisados por acadêmicos espanhóis no recorte sua pesquisa apresentando dados é o lugar destacado tanto da mídia impressa coco do fazer jornalístico que da atualidade na cobertura jornalística por exemplo o impresso como ainda o impresso tem um lugar destacado quando vai se analisar a cobertura jornalística então aqui gente vai ter só pensando em quando é só jornais 116 mas pode ser jornal e alguma outra coisa né atv31 Depois TV
junto com Jornal TV junto com rádio web site web tudo bem pouco aí na sequência eu juntei por exemplo tudo que olhou para imprensa 66 por cento para ter ver dezenove por cento para online revistas outros agência de Notícias rádio bom então assim aquela questão por que que nós sempre corremos para analisar os impressos em parte porque é mais fácil não precisa pedir autorização a ninguém eu mesma tenho acesso material não é um trabalho que eu preciso gravar tem um arquivo então é muito mais fácil trabalhar com o material impresso no caso dos jornais Então
porque tanto jornal não tanto revista jornais ainda continuo sendo os tais veículos de referência né então a pesquisa ainda olha aqui na Espanha lá na Espanha como aqui a gente vê também os jornais de referência tem um sempre são objetos em Então como objeto empírico das pesquisas mais do que os jornais menores alternativos alguma coisa assim do interior sobre os anos que são investigados quer dizer os pesquisadores essas análises demonstram aqui para essa concentração analisei do há 11 2015 né a gente olha para um pouco tempo para trás assim cinco anos para trás quando se
tem uma esses artigos podem ser resultados de Pesquisas longas de pesquisas mais curtas pode ser de dissertação de tese esses artigos que saíram aqui mas em geral a gente não Analisa coisa muito antiga nas coberturas vai acontecer de ter um trabalho algumas exceções até tem coisa aqui do século da até vai ter um trabalho é do século 19 aqui só eu coloquei de 80 para cá mas assim a minha hipótese é que sempre nós vamos continuar fazendo isso só que vai andar e sempre a concentração vai ser maior nos anos mais recentes um doce nós
estamos interessados em coberturas mais frescas na nossa memória aqui eu separei assim olhando o conteúdo O que que tem lá dentro do que se tratam esses artigos são duas instâncias uma são os temas né e alguns outros vão discutir metal a teoria técnicas então eles não estão muito olhando para a sociedade estão olhando para um modo de trabalhar de fazer jornalismo ou se fazer pesquisa acadêmica então na parte dos temas a gente tem aqui o meio ambiente eu vou juntar daqui a pouco também governo e eleições eu deixei separado aqui porque as eleições Eu imagino
se a gente quiser essa pesquisa no Brasil dá mais ou menos igual é um material muito usado para se pensar a cobertura jornalística os fazer a crítica de mídia é trabalhar com tema eleições né conflitos guerra discriminação e vem aqui terrorismo vai ficar mais fácil a gente ver né se você junto ao governo e eleições pensando que estamos falando de política 24 por cento e os outros que são muito picadinhos né os assuntos outros a questão da discriminação é forte das mulheres e juntando conflito guerra terrorismo da treze por cento meio ambiente três por cento
então Aqueles pequenininhos pode entrar Esporte tecnologia jovens educação drogas saúde é o que acaba respondendo mais aqui desses 32 né que que acontece a esses temas estão aqui nesse 104 artigos porque como eu disse são separado em dois blocos os outros 88 se dedicam a questões do fazer jornalístico do fazer investigação da investigação científica tá a com relação a isso pensar a profissão ou o modo como a gente faz olhar para a própria investigação É sobre o que faz a mídia né É aquele vai ter história da Imprensa a tecnologia profissão periodistas linguagem texto estudo
de fontes a ética o historial Tem uma parte aqui 500 metodologia e teoria que se refere a isso aqui a investigação científica teoria também técnicas de periodismo aqui esses trabalhos estão olhando a cobertura jornalística mas eles não estão interessados em temas eu não tô preocupado com alguma questão política nem do meio ambiente nem das mulheres nem eles a questão não é o tema social vamos dizer aqui são coisas mais do fazer jornalístico estão olhando a cobertura jornalística querendo entender o uso das fontes a questão da ética mas o tema mesmo não é tão central de
qualquer forma eu achei interessante que desce Essa é um volume assim razoável né pensar que cento e 104 trabalham com com os temas e 88 com artigos com a questão do fazer jornalístico da investigação teoria e metodologia Me pareceu bastante relevante em geral a gente eu diria se no senso comum se me perguntar se antes eu ia dizer que a maioria trabalhava temas da sociedade na análise da cobertura na sequência Gislene Silva apresenta os gêneros e métodos utilizados pelos pesquisadores demonstrando como o gênero informativo foi predominante na cobertura jornalística espanhola no período analisado o gênero
informativo continua sendo o principal gênero estudado embora Espanha tem uma tradição de ensino e estudo de análise opinativo muito forte muito mais forte do que a gente tanto na graduação como na pós-graduação em jornalismo opinativo a elevado muito assim em consideração coisa que quando eu estudei na graduação até era na década de 80 e hoje não se investe tanto eu não sei eu acho né eu não gosto de dar os currículos mas pelo que eu vejo não tenho uma uma um investimento estudo eu vivo tão forte como lá mas aqui de qualquer forma vocês vão
ver que informativo sozinho e 44 por cento mas ele junto com interpretativo que outra coisa que a gente usa pouco hoje eles ainda usam bastante lá né que seria a grande reportagem é daqui três por cento de quanto estão os três ovos ele tá aqui o aplicativo sozinho dezessete por cento e o informativo e opinativo 18 O que significa que o informativo tá só assim quando tá aqui um sozinho um sozinho ele sozinho agora quando junta os outros eles tenta aparece então ele está ele sempre analisado quando se vai a pensar em observará a cobertura
jornalística aqui também um pouquinho disso 73 informativo opinativo e alguns outros que aparecem que aparecem que eu classifiquei como fotografia recursos tecnográfico sinto entretenimento e quer dizer nem tudo é é gênero aqui né então quando eu ponho teórico aqui separado é para dizer até tá pensando em alguma discussão mas não é sobre uma coisa muito aquilo que saiu publicado o que está publicado e discutido como gênero no uso do jornalismo O importante destacar aqui a que o informativo continua sendo vamos dizer a nata da pesquisa quando se quer analisar a cobertura jornalística nesse material e
eu acho que aqui no Brasil seria eu tô fazendo um trabalho comparativo agora eu acho que no Brasil vai dar até mais um informativo com relação aos métodos só para ter assim ideia aqui com para análise conteúdo ainda na Espanha aí no Brasil eu acho que isso aqui para ajudar bem diferente análise de conteúdo tem um peso muito grande tem um conjunto de metodologias que são a doc que não é não tem um método muito definido tem um método próprio mas não muito dos métodos clássicos e aqui vai é fácil demonstrar uma coisa então desse
total de 192 52 quando olharam a cobertura jornalística usar o método da análise de conteúdo eu vou usar o combinado análise de conteúdo mais uma análise de discurso especificamente frame que essa essa esse par análise de conteúdo mais Frei mim é o mais utilizado O que é bem diferente da gente que trabalha com materiais qualitativos usa mais frame a nós conteúdo é outro outra coisa e lá eles combinam os dois nesse material e alguns que chama análise quantitativo e qualitativo mas não dá nome porque isso aqui é declaração do pesquisador no artigo não sou eu
que estou dizendo que ele fez ele que disse que ele fez isso que tá aqui né o autor do texto Então eu vou juntar depois é alguns análises curso porque aparece só na discurso análise crítica do discurso sozinho Frei mim tá vendo a nossa documental tem uma que análise análise complexa do discurso que era um é o nome do método que ele usou a doc da 35 Mas então aí só do copo total de 192 metros análises conteúdo revelou-se o mais utilizado pelos autores em suas análises né sendo empregado sozinho 52 combinação com freio mais
31 bom então um dado que merece ser destacado se refere ao emprego de variados métodos de análise de discurso Como dito anteriormente 31 artigos fizeram análise do frame combinada com análise conteúdo enquanto outros adotaram algum tipo de teoria de análise de discurso incluindo aqueles que trabalhavam isoladamente trabalharam só confirma somando tudo esses outros são 24 ou seja no total 55 Art 155 artigos autores trabalharam com análise de discurso observa-se também que 35 deles adotaram metodologia doc ou se observar a cobertura a partir de algum outro uma outra coisa e aí já vou parar por aqui
é que esse é o ponto que eu queria trazer mais hoje porque assim como eu digo quando ele tem essa empírico grande e se eu fizer algo comparado aqui no Brasil nós vamos achar muita coisa com relação a métodos com relação aos temas da sociedade muita coisa vai conseguir porque fazer uma política a gente sabe que é forte nas análises de cobertura muitas coisas e pode ser diferente mas isso daria ao discussões em separado em seguida dizendo Silva comenta o enfoque dos artigos e como seus autores buscaram especificamente abordagem sociológica ou a técnica revoltada a
como jornalistas trabalham os modos de fazer Jornalismo e de fazer pesquisa acadêmica do ponto de vista e mais a caminhando para crítica eu tentei ver qual era a perspectiva assim o enfoque do artigo assim que que é qual ela o Tom a pegada desses trabalhos né então a gente vai ver que a sociológica é 26 por cento quer dizer quando a gente tá fazendo eles lá nos artigos estão fazendo os autores análise de cobertura jornalística estão pensando em questões sociais da sociedade eu faço meio ambiente quando fala questão de gênero a outra parte é social
das também obviamente ideológica e política 25% 26 por cento e vinte e cinco porcento a técnica também é bem forte quer dizer pensando olhando para os trabalhos que estão analisando coberturas jornalísticas esses autores estão buscando alguma questão técnica não é nenhum abordagem sociológica a perspectiva sociológica ou política abordagem técnica em cima daquele ou como se falamos na cobertura dos temas ou como nós trabalhamos no modo de fazer e no modo de fazer jornalismo ou de fazer uma pesquisa acadêmica então a ética tem de estátua destaque a pensar a profissão aparece a profissão jornalística também tem
ali dois por cento e claro aqui tem a metodológica até a hora que separar eu vou fazer um investimento depois que o na segunda etapa que eu já fiz né quer trabalhar esse sociológico aqui é meu dentro da perspectiva sociológica qual era o para sincera um sociológico cultural se era é ainda só para resumir sociológica 26 por cento ideológica 25 técnica 24 é muito perto na verdade né a diferença que dá pouquinho aqui é porque eu arredondei a porcentagem então uma aí é tá mais perto de 26 a outra mais perto da baixo de 25
e aí entre os artigos com perspectiva mais sociológico ouvir algumas combinações com ênfase em outros registros é isso que eu que Me interessou pensar que esse senhor sociológica era uma eram sociológico cultural o outro de meio ambiente que é uma questão muito forte e a outra sociológico e Educacional EA partir daqui é que eu vou tentar é porque eu tive que fazer filtros depois para fazer uma leitura minuciosa de alguns artigos que não ia trabalhar com essa com 192 fazendo uma leitura mais profunda Então eu fui fazendo filtros em que eu vou dizendo assim se
a maioria é impresso o jornal eu fico só com os artigos que tenho impresso os de tv' tal separa aí passa o outro filtro na Peneira se a maioria é informativo aquele que for sozinho opinativo sozinho interpretativo eu também não ponho foi eliminado e assim eu fui passando em todas essas variáveis eu fui passando os filtros e sobraram no final 21 esse 21 tá aqui dentro da perspectiva sociológica cultural que foi o que eu escolhi e o grau que é uma coisa muito difícil que ainda eu não tenho resposta porque muito complicado você pensar em
grau como é que a gente mede grau de criticidade eu criei lá alguns parâmetros por exemplo pensar que a cidade podia tá de cá meu título o título já era de cara algo que fazia um enfrentamento ou a hipótese era ou trabalho as bem assim discreto neutro mas como chegar àquela conclusão ele era bastante crítico então pensando isso e pensando umas outras coisas é que eu vou discutir esse tal desse teor Talvez seja melhor do que grau o teu olho que cidade que tem aí dentro finalizamos esse episódio com uma reflexão de Gislaine Silva sobre
como o jornalismo contemporâneo vem incorporando elementos entre atendimento e como a relação com social é a marca central do fazer jornalístico o que a gente sabe que o jornalismo está cada vez mais fazendo uso de recursos que o entretenimento que os programas de entretenimento fazem para aumentar a sua audiência e entra na questão dos bastidores e entra na questão é de até modos de como repórter que tá no telejornal como ele se porta como ele brinca Como ele trabalha com interage com o multimedia para poder fazer uma coisa mais Engraçadinha mais leve né Então essa
Fronteira é vem sendo estudada por outros pesquisadores eu não trabalho com isso mas assim é algo que a gente sabe que o jornalismo está bebendo nessa fonte né de sair de um excelente precisa fazer uma história um passar a imagens o que que era um telejornal na década de 60 para 70 a gente vai ver como isso já vinha bem sendo feito né para ficar algo familiar algo simpático e dinâmico né e não eu acho que isso é um campo de estudo que precisa ser especializado né precisamos investir ar de ter pesquisadores que vão trabalhar
essa relação quantos nós pesquisadores estamos olhando para que os modos como criticamos esses essas trabalhos jornalísticos no caso de uma lei especificamente É talvez E aí eu acho que no caso do jornalismo difere um pouco de entretenimento que é a força que o social tem dentro do jornalismo jornalismo é assim uma uma produção cultural obviamente Mas como que o social ele é a marca Central disso que os jornalistas fazem Então é por não por acaso eu acho que nos artigos que analisei a questão sociológica aparece a questão da sociedade que esse é o compromisso maior
que o jornalista deveria ter né então a na relação a consocial O que que a gente vai ver em termos de do teor de felicidade que tem dentro é o que se espera do conteúdo que tá aí nessas nessas matérias que estão sendo analisados pelos pesquisadores né então algumas críticas principais por exemplo o jornalismo em vez de fazer o seu papel de de ouvir a sociedade diesel trata dizendo de maneira múltipla Ele está ele próprio atuando como ator aí dentro a imprensa isso nós temos esse momento que nós vivemos muito claramente quer dizer a imprensa
agindo como um ator quando ela deveria estar ali mediando o todos os atores ela age como ator político ele dentro ou quando o jornalismo não trabalha para as minorias se você a crítica que se faz quando se para pra olhar cobertura que o jornalismo está passando à margem das questões das melhorias ou ele está comprometido esse caso comprometi e com as elites ou então ele está ignorando coisas está deixando de fazer que ele é criticado pelo que ele não faz Ou porque ele faz de uma maneira que não deveria fazer ou porque ele não faça
nós estamos falando de jornalismo de atendimento quando você faz um de atendimento Onde estão um esporte e onde estão aqueles programas que não são ficcionais que não são de jornalismo mas são de informação que tem informação joga que que a informação jornalismo eu eu penso não é um programa qualquer Amor e Sexo que tá cheio de informação bacana cheio de coisas que o jornalismo deveria falar como jornalismo não no programa de um Globo Repórter especial sei lá então se essa leitura de entretenimento ainda não está muito colado na ficção Ah e não é pensando nem
no jornalismo usando o recurso de entretenimento estou pensando em programas da mídia que não são claramente de entretenimento como um programa de música um desses ou de arte ou de música de ficção e sei lá de seleção de Ídolo sair cantores e tal né mas que são programas que tem informação e entreten E aí chegamos ao fim da terceira Edição do projeto mediato memória em que foi apresentada a pesquisa de Gislene Silva sobre o enfoque de pesquisadores espanhóis no campo da comunicação na análise da cobertura jornalística Se quiserem se interar mais sobre o conteúdo exposto
incluímos a descrição do podcast uma bibliografia relacionada a pesquisa apresentada e as publicações acadêmicas afetadas para acompanhar nossas outras Produções convidamos vocês a visitarem o site www.usp.br mediato além de seguir nosso perfil no Instagram e no Facebook em novembro da próxima edição do mediato memória até lá e