[Música] começa agora mais um Memórias de Nossa gente o programa que busca mostrar e também valorizar aqueles personagens e Pioneiros que contribuíram com o desenvolvimento da Francisco Beltrão Que nós conhecemos hoje e nesta semana nós vamos mostrar a história do Luiz Carlos de Oliveira Mendes o sarará ele chegou aqui no nosso município na década de 60 jogava muito futebol mas ainda hoje está em atividade afinal ele corre cerca de 10 km por dia mesmo estando aos 80 anos vamos conhecer um pouquinho mais desse personagem e também sobre essa história [Música] Eu sou Luiz Carlos de
Oliveira Mendes ou Popular sarará o ex me pergunto porque sarará ao sarará é porque meu pai era jogador de futebol lá do Rio Grande do Sul e ele veio jogando e com aquele lá no Rio Grande aí chama todo Moreno igual a nós de sarará então meu pai era jogava joga futebol lá em Pelotas jogou em Caxias ou Internacional e veio vindo né aí quando chegou em Porto União ele se lesionou e começou a treinar ser treinador de futebol aí Espero ter uma ideia o jogador de futebol ele cada ano ele tá numa cidade nós
somos 11 irmãos e são um de cada cidade meu irmão Ele é o Adilson de Oliveira Mendes o nome dele mas nós era sararazinho era eu ele nós jogava futebol era assim porque por causa do pai quero sarará aí o meu irmão ficou aqui em Beltrão ficou aqui fez um ótimo trabalho no esporte trabalhava aí eu tinha Estofaria e com Estofaria ele fez filme de futebol que tinha os jogos não era jogos abertos jogos do município e todos e todo ano tinha os jogos e era todas as modalidades modalidade de esporte e lazer Então tinha
bocha truco Canastra futsal e ele colocava esses time esse pessoal tudo fazer esse esporte então ele tinha ele era campeão sempre porque ele colocava todas as equipes então o motivo deles homenagear ele foi essa de fazer o ginásio lá na no Pinheirinho e eu como sou mais novo do que ele um pouco né quatro anos mais novo que eu sou sou de 1980 e esses anos aqui eu sempre me dediquei o esporte e comecei no esporte com 7 anos meu pai obrigava ele não pedir ele eu brigava brigava mas a dar ele era treinador lá
do ferroviário em Porto União e nós fazia fazer a dar ele fazer a nós dar a volta ali no campo do Ferroviário ali dá 10 voltas enquanto nós não desce as 10 voltas ele não liberava nós aí a gente fazia aquelas 10 voltas e daí ia fazer um alongamento aí tomava café Quem fazia quem ia levantava cedo às 6 horas da manhã vai sair tinha que sair da cama geada Neve tudo não tinha não tinha tempo ruim a gente tinha que estar lá no campo e ele só ficava Tem a caixa d'água lá no Ferroviário
ele só vai ficar embaixo da caixa d'água lá contando as voltas daí chegava no colégio voltar para casa amor cansado por isso que hoje aquilo ali aquela época era sofrido mas hoje eu tenho que agradecer aquilo ali porque tudo que aconteceu comigo depois eu fui atleta fui fui jogar fui jogar futebol lá no Caxias no Juventude no Caxias no Bradesco ela de Antônio Prado então todo esse time de futebol assim eu passei aí eu como jogador de futebol e atleta eu dei também muitas andanças por aí Francisco Beltrão foi assim o meu pai sarará né
Ele veio para cá Francisco Beltrão em 1964 ele treinava ele treinava ali o Pato Branco ele treinava internacional ali de Pato Branco aí o Brito foi lá e trouxe ele para cá trouxe ele para Francisco Beltrão aí desde 64 eu digo que eu fui adotado por Francisco Beltrão porque o meu pai veio em 64 para cá e nós eu todos os anos tava morando já em Porto Alegre todo ano o pai fazia aniversário vinha para cá mãe fazia vinha Natal primeiro dia tudo tudo eu tava aqui em Beltrão Então minha casa foi aqui em Beltrão
desde 64 Então estou bem gostei bem da de Francisco Beltrão de o pessoal aqui cada vez que eu vim aqui jogava com o pessoal daqui né então eu me contento com Francisco Beltrão tem aquele ditado né disse assim quem toma água do marreco volta então eu fui um que eu vinha para cá em 86 eu vim para cá fiquei dois anos depois voltei para Porto Alegre 92 voltei para cá de novo fiquei até 97 92 97 97 voltei de novo 2008 eu vim para cá e tô até hoje aqui gostando muito daqui de Francisco [Música]
[Aplausos] [Música] véspera de feriado show do trabalhador no calçadão de Francisco os filhos de Milionário e José Rico Nesta Longa Estrada da Vida [Música] na esperança de ser campeão e para fechar a festa às 10:00 da noite Banda Danúbio Azul delícia se você acaba com a minha vida você faz falta e faz gostoso de novo de novo não vejo saída não vejo saída do Trabalhador dia 30 de Abril no calçadão realização Prefeitura de Francisco Beltrão o melhor daqui é a nossa gente [Música] em 1964 Quando eu vinha para cá para Beltrão era tudo estrada de
chão ainda para vender pato branco aqui era é um sacrifício Barro Vermelho inclusive até quando a gente chegar em Porto Alegre a gente chegava e dizia assim ah foi lá no Barro Vermelho lá e a gente chegava com o carro todo vermelho ainda 64 até 70 eu acho que era estrada de chão assim para vocês tem uma ideia eu nunca tinha dirigido em estrada de chão aí tinha o seu ali da mecânica ele que me levava até pato branco vinha aqui e ele ia comigo até pato branco para levar o carro porque eu não sabia
dirigir e as minhas irmãs a Elizete E aí Elizabeth e o meu irmão Marcos eles trabalhava na grafissô aquela época ali e tinha o Dr que hoje é doutor Dr Arlindo Serena trabalhou ali na gráfica também junto com minhas irmãs então assim a minha história assim que em Beltrão como eu falei né minha casa aqui Beltrão porque uma e duas eu tava aqui Beltrão eu vinha para cá qualquer o pai ia fazer uma coisa meu pai treinou todo esse time de futebol aqui em volta ele inclusive essa semana encontrei um senhor aí que disse que
treinou com ele lá em Santa Isabel antes mas Santa Isabel não Jaracatiá ele é antigo jararacatiá ele foi meu treinador lá e aqui o esse jogador de futebol tem aí hoje o Paulo schwart o Lauro que a gente chamava ele de leite o Juquinha o dama o Jovino Todo esse pessoal aí era o Babilônia Todo esse pessoal aí era era foi cria do meu pai e o pai deixou uma herança bem grande aí né e o meu irmão também né e agora eu tô vendo se eu consigo deixar um legado também né Eu participo do
Campeonato Gaúcho Campeonato Paulista campeonato carioca campeonato o campeonato sul-americano Grand Prix da América Eu participo dos campeonatos assim na Argentina no Uruguai no Paraguai no Brasil e assim agora em 2020 assim 2021 aí de Júlia dezembro eu participei de 20 prova participei no Rio de Janeiro fui ganhei cinco provas do Rio de Janeiro fui para São Paulo voltei fui para São Paulo voltei fui para Timbó Santa Catarina inclusive assim ao Timbó quando eu fui lá em Timbó foi o primeiro campeonato sul-americano de Clubes E como eu ganhei cinco provas ali de 100 200 400 e
800 Eu Fui convocado é convocado não é convidado foi convocado para participar do campeonato que ia ter o campeonato mundial no Japão aí como Deu toda aquela a convite aí foi suspenso então foi convocado para o Japão aí eu fui para Porto Alegre então de julho a dezembro Participei de 20 prova foi 17 vezes primeiro lugar duas vezes segunda e uma terceira então assim na Argentina lá em 1916 eu bati o record nos 400 metros ganhei os 400 metros lá eu tenho uma história muito interessante também sabe assim que eu participava do lá em Porto
Alegre né tinha um campeonato gaúcho lá eu participava do Campeonato Gaúcho aí a Ulbra patrocinou nós em 2005 2005 a Uber Patrocinar nós para ir homenagear uma corredora que ganhou a São Silvestre lá Maria Zeferina baldai ela ganhou São Silvestre lá em São Paulo e aí eles fizeram implemento esportivo para ela e nós vamos lá inaugurar lá em São Paulo em 2005 [Música] domingo diga 30 de Abril véspera de feriado show do trabalhador no calçadão de Francisco Beltrão 19:30 Michelle Fernando 20 30 Marcos Paulo e Marcelo os filhos de Milionário e José Rico Nesta Longa
e estrada da vida vou correndo e não posso na esperança de ser campeão e para fechar a festa às 10 da noite Banda Danúbio Azul [Música] mais gostoso de novo de novo não vejo saída não vejo a senha do Trabalhador dia 30 de Abril no calçadão realização Prefeitura de Francisco Beltrão ou melhor daqui é a nossa gente [Música] em 1956 eu estudava em Porto União o porto união união da vitória no colégio grupo escolar Astolfo Macedo de Souza e aquela época lá já tinha as Olimpíadas e aqui eu tenho uma foto ali que eu tô
desfilando que a gente estava homenageando as Olimpíadas tocar a camisa da olimpíada depois de 50 anos eu venho carregar a tocha aqui em Francisco Beltrão por isso que eu falo que Francisco Beltrão é minha casa meu sonho eu venho realizar todo em Francisco Beltrão e como Francisco Beltrão também eu fui de saque do ano o melhor atleta do ano não por ser bom né porque bom eu sou né mas só assim pelas atividades que eu faço com o pessoal né porque eu não sou eu sou professor professor educação física mas eu não sou professor para
fazer atleta porque a pessoa se não foi atleta até 23 24 anos e nem dizer o meu professor lá é dizer assim não foi não foi jogador de futebol vai procurar uma picareta vai trabalhar ou vai estudar para ter assim alguma coisa depois até os 35 anos tem atleta depois não é mais então eu sou dessa filosofia se a pessoa até os 35 anos não foi atleta ela tem que só cuidar do corpo só se manter treinando treinando mas não para ser campeão mundial você pode ser campeão mundial de Master né mas aí não tem
valor porque eu eu Modesto a parte eu sou campeão sul-americano sou campeão gaúcho campeão carioca campeão sou campeão de tudo isso mas isso aí não leva nada a minha finalidade É treinar o pessoal para a saúde porque a saúde é a mais importante de tudo no corpo se tu não cuida desse corpo aqui ó Ninguém cuida para ti então eu como atleta que eu fui sempre fui atleta sempre me cuidei da alimentação dormindo cedo 8 horas já tá dormindo uma não sei dançar porque quem vai avalia amanhece então não sei dançar não sei beber porque
conta uma historinha rapidinho aqui ninguém deve tá acho que o pessoal aí né não sabe que em 2022 Março 2022 me deu um problema no coração eu tive uma a minha veia tava safenada e essa pernada tava microsiada eu tive que fazer uma cirurgia aí Me colocaram três marcapasso aí eu em março do ano passado aí vim para vim para casa Aí fui procurar no Google o que que por que que aconteceu isso aí eu fui ver que disse assim que era falta de álcool no corpo Eu disse Ah é Então é falta de arco
aí fui ali no armazém ali no mercado comprei um litro deu esse que ali ah dormia todo dia goiaba mas o que que aconteceu voltei mal pro hospital de novo aí lá já tava arrumando a vela né já tava mal mesmo de tanta não pela bebida no meu corpo nunca perdeu não cheguei a tomar meio litro daquele whisky lá aí eu disse já que é para beber que eu vou beber coisa boa né compreender tudo isso que dali voltei para o hospital aí o médico disse assim tu não pode beber uma tá tomando medicamento outro
tu nunca bebeu tu mas vai acontecer outros problemas que organismo aí tive que largar a bebida porque senão ia para o céu e assim essa é minha vida sabe porque como eu vinha comentando né eu não faço a pessoa que corre caminha comigo é para saúde saúde não leva para fazer atleta então muito obrigado eu agradeço isso aqui ó eu queria mais tempo mas ainda mais tempo queria contar minha história Minha vida de atleta que é porque atleta foi muito bom ter um jogador de futebol agora de corrida eu tô reformado você melhor ainda do
que antes os velhos que se cuida de mim agora [Música] Esse foi mais um Memórias de Nossa gente o programa que busca mostrar e valorizar histórias personagens Pioneiros gente que ajudou a construir a Francisco Beltrão de hoje e se você também tem algumas sugestão de entrevistado podem entrar em contato conosco toda semana nós trouxemos aqui um personagem novo e uma nova história um forte abraço e até a semana que vem [Música]