[Música] seja muito bem-vindo ao Memórias de Nossa gente o programa que valoriza e reconhece a história das pessoas que ajudaram a construir Francisco Beltrão nesta semana nós vamos falar sobre a história do seu Nildo zancan o empresário muito conhecido aqui na cidade tem Comércio e aí há mais de 60 anos e é um pioneiro de Francisco Beltrão afinal de contas ele chegou aqui ainda nos anos 40 a gente vai saber um pouco mais dessa trajetória e dessa linda história na entrevista a seguir acompanhe [Música] [Música] [Aplausos] quando a gente veio morar em Beltrão que nem
eu tinha 8 anos quando a gente chegou aqui tinha só umas luzinha aqui ali lá no centro não tinha nem em casa quase a gente comprou dois anos aí onde é a delegacia velha lá ficamos dois anos ali depois a gente foi morar em sessão de São Miguel eu né fiquei lá até casar com 20 anos e daí voltei de novo e 60 anos que morreu aqui na cama já completamos 60 anos de casados graças a Deus com saúde estamos aí vamos virar uma piscina nessa parte eu não posso nem me queixar graças a Deus
a gente sempre se deu bem não é porque tá na frente falando aqui mas eu não lembro de nós ter brigado alguma vez isso é difícil acontecer né falando assim Às vezes as pessoas vão pensar que não é nem verdade mas é isso aí sempre a gente se deu muito bem graças a Deus os filhos nunca viu uma briga nossa mas estamos aí estamos lutando eu completei oito anos em janeiro e completemos em maio completei oito anos e aqui só existia aquele tempo Três rancho na Catedral e um rancho na ali no São Francisco Damásio
recebia 10 comprador de terra mas era o rancho com cama só para 10 camas e deixou e a ponte da primeira de madeira ali já tava feito quando nós viemos E durante aqui ali tinha mais e mais era quase nada mesmo com a mudança e foi no meio de Janeiro que nós chegamos em Água Branca morremos 2 meses na água branca no rancho lá para depois passar na Vila Nova falecido pai e falecido meu irmão construíram da cozinha que fazia e os quartos e daí passei morar ali depois eu falecido pai foi e vendeu tudo
ela tinha 10 de terra ali na Vila Nova eles compraram 90 arqueiro de terra entre os dois genro cunhado meu aí no fator que eu não sei até hoje Onde é que é setor eu não sei onde é que essa terra mas não tinha estrada para entrar lá nem de cargueiro não tinha e daí pegou comprou quatro aquele depois comprou mais seis ficou depois lá foi vendido aquela terra e tornou-se um sítio Lá Enéas Marques e coragem deles porque sem casa sem estradas sem nada vim morar aí eu era criança para criança tudo tudo era
bom que todos os dias de chuva a onça passava no ali no time do Morro do Parque descendo todos os dias de chuva e nós corria para dentro da Onça mas não é que ela vinha difícil de pegar mas ela ela vinha por aí por perto e pessoal nós passamos uma crise um pouco assim porque o falecido pai matou dois boizinhos e não tinha para onde comprar e daí era passaria peixe a gente sobreviver no primeiro depois de um ano compramos pai comprou um porco que morava no barulher gordo Depois daí nós já tinha porque
a gente engordava [Música] o que não serve mais para você pode ser útil para quem precisa a prefeitura tem o banco de doações que faz a ponte entre doadores e quem precisa receber se você tem sobra de materiais de construção Chame o banco de doações móveis em bom estado também podem ser doados o banco de doações fica na Rua Mandaguari 201 Bairro Luther King chame pelo whats 988 18 42 88 Prefeitura de Francisco Beltrão o melhor daqui é a nossa gente [Música] no seu caso eu consegui amansar uma junto de boi e cumprimos Renascença que
neles não conseguiriam conseguir e daí lavava carroça e tudo que eles boi ali e até os 18 anos mas no terminal 18 anos eu trabalhei dois anos no mundo Ajuricaba esse tempo não tinha muito foi feito Moinho enquanto esses dois anos e eu fiz uma plantação depois uma folgazinha lá no meu cunhado falecido vittar França e de trigo plantei cinco sacos de semente de trigo no arado e o falecido Darci meu mano me ajudou um pouco e temos dois sacos de semente de feijão no seminário pode dizer que é meu cunhado e daí eu entrei
no ano 60 com 150 mil mas não era tudo meu era 50 meu e sendo do Falecido pai no ano 64 daí eu ia sair trabalhar com a partir do Guiomar e até dei 500 mil para ele para entrada dele ele me dava mais 4.500 de cota e daí Osmar não me deixou sair daí ele comprou aquele 100 que dava em 400 já sem fazer o pai pagou a partir do pai e fiquei continuando trabalhando até 72 depois fiquei 4 anos junto com Isidoro e 4:47 ele tomou aqui comprei o lote com a casinha de
madeira e Mas eu saí de lá com uma remessa deu uns 500 600 foram pronto e mais chata daí eu montei aqui no fundo eu fui a fábrica 75 e até 78 por aí trabalhava eu comecei a aprender também um pouco né Muito pouco mas junto com o filho a parte de funilaria também eu era o reformador de fogão velho mas durante durante o dia realmente 2 3 eu tirava o dinheiro dos Peão só com a reforma do governo do dicionário e a gente tinha amor para aquele serviço e fazia se sujava que carvão imagine
fogão mas deixava em dia dava para defender o dinheiro dos peão dos [Música] o que não serve mais para você pode ser útil para quem precisa a prefeitura tem o banco de doações que faz a ponte entre doadores e quem precisa receber se você tem sobra de materiais de construção Chame o banco de doações móveis em bom estado também podem ser doados o banco de doações fica na Rua Mandaguari 2011 42 88 Prefeitura de Francisco Beltrão o melhor daqui é a nossa gente [Música] começou a trabalhar com ele de novo [Música] se virava Depois tinha
funcionário depois né mais tarde mais gente para ajudar né mas no começo foi mais a família né bom a cidade cresceu a barbaridade já diga assim né só que quando era criança tudo era tudo beleza hoje a gente tem uma preocupação ter mais preocupações no caso que as coisas não era fácil assim para para poder andar né mas graças a Deus até hoje hoje você sabe o que pode acontecer né mas uma vez aquele tempo era arruma né jogava bola e se esconder ela na rua brinquedo [Música] Esse foi o Memórias de Nossa gente o
programa que valoriza e conta a história das pessoas que ajudaram a construir Francisco Beltrão na semana que vem tem mais Muito obrigado a você que nos acompanhou um forte abraço e até a próxima [Música]