o olá pessoal tudo bem meu nome é tiago antoniol sou médico neurologista e professor de neurologia da unipac hoje vim falar para vocês sobre as doenças encefalovasculares o definição as doenças esses é falou vasculares podem ter ecologia objetiva ou seja isquêmica ou origem de ruptura arterial turismo hemorrágica hoje vamos falar apenas a sociologia isquêmicas tô toda patologia que corrobora com obsessão da circulação arterial levará ao conjunto de sinais e sintomas de disfunção do seu nervoso central com essa disfunção engloba territórios corticais irrigado pelas principais artérias do centro central regiões do cerebelo e do tronco encefálico
por isso a definição de doenças encéfalo vasculares e em relação à epidemiologia o que surpreende todos é o pão é a incidência a prevalência ea alta taxa de morbimortalidade e até letalidade relacionado as doenças encéfalo vasculares aos acidentes vasculares isquémicos agudos e começa a figura bem mostra mas de 100 mil brasileiros morrem da doença por ana e noventa porcento das mortes ocorrem depois dos 50 anos em 16 milhões de pessoas são atingidos no mundo por ano setenta por cento das pessoas não conseguem retornar às atividades devido a sequelas e trinta por cento das pessoas precisaram
de auxílio para caminhar após o avc e os fatores de riscos das doenças em cerebrovasculares não diferente das doenças cardiovasculares podem ser divididos entre fatores de riscos modificáveis e os não modificáveis em relação aos fatores de riscos modificadas que o pinterest para gente estar a hipertensão arterial sistêmica com o principal fator de risco geológico relacionado as doenças cerebrovasculares e no segundo plano posso falar sobre o tabagismo o terceiro sobre o sedentarismo no quarto pela pum de gordura abdominal no quinto pelo mau controle do diabetes dentre outros é mas a grande maioria das doenças em século
vasculares seja de etiologia isquêmica ou hemorrágica temos como grande vilão a hipertensão arterial sistêmica é só com os riscos não modificáveis como hereditariedade história cardiovascular familiar e aí e falam sobre a fisiopatologia do avc isquêmico nós podemos dizer que a oclusão aguda de um material leva a redução abrupta do fluxo sanguíneo local com a redução do fluxo sanguíneo local vai ter relação direta com a presença de vasos colaterais a anatomia vascular local da oclusão e o nível de pressão arterial o caso essa conclusão seja reversível ou seja o vaso é o colorido é mas retoma
o fluxo rudi nessa localização os sintomas serão apenas transitórios vamos falar mais para frente sobre o ataque isquêmico transitório a todos nós sabemos também que o cérebro é muito pouco resistente a falta de oxigênio de glicose as reações que levam segundos a minutos já são o suficiente para causar sinais e sintomas neurológicos o caso essa falta e dá fortes vídeo dure minutos a horas advém a lesão enfartada irreversível bom então toda área em que ocorre interrupção abrupta do fluxo sanguíneo local no centro do central levar a depender do fluxos de colaterais da anatomia vascular do
local da inclusão e da pressão arterial a sintomas reversíveis ou permanentes e toda a área será constituída de uma área central que a área propriamente dita do infarto onde o tecido podemos dizer perdeu sua função permanente mas o seu entorno e ainda não estará enfartado é um tecido isquemiado é um tecido ainda viável e esquecido ele é denominado de penumbra isquêmica ou seja é o tecido ainda viável de recuperação é preciso que caso o fluxo sanguíneo local seja restaurado o quanto antes o uso dos senão reversíveis ea lesão se será reversível com recuperação total do
tecido escaneado e aí