Olá queridos alunos eu sou o professor Sérgio estou aqui mais uma vez para apresentar vocês uma videoaula dessa vez o tema é integração metabólica então nós sabemos que para que o metabolismo celular funcione existe a participação de diversos órgãos como o tecido adiposo tecido muscular o fígado pâncreas cada um participa com a sua contribuição com a sua com a forma ação de determinados compostos que por sua vez vão fazer alguns sistemas funcionários como o intestino delgado como o o encéfalo como coração e na verdade nenhum desses órgãos funcionaria sozinho ele está na dependência da produção
de substâncias por outros órgãos e assim por exemplo que o tecido adiposo sintetiza e mobiliza ácidos gros triglicerídeos para fornecer o o material para fornecer a fonte energética durante momentos em que a Glicemia esteja baixa e assim por exemplo também que o tecido muscular ele utiliza esses ácidos gros não só os ácidos gros que vê do metabolismo dos lipót né mas também eh eh mas também corpos cetônicos que são produzidos pelo fígado e na verdade o fígado é um órgão importantíssimo na manutenção da glicemia uma vez que ele vai manter a Glicemia através da quebra
de glicogênio manter a Glicemia através de reservas de glicogênio produzir glicose a partir de compostos não glicídicos e o pâncreas também tem o seu papel importante no na integração desse metabolismo produzindo alguns hormônios de extrema importância no na regulação da da do catabolismo ou do anabolismo da glicose que são que é a insulina e o glucagon principalmente então nós podemos ver nessa figura esse essa figura mostra o mapa metabólico humano nós podemos ver que na verdade todo o metabolismo está integrado aqui em cima nós podemos ver o metabolismo de carboidratos mas ele está integrado com
o metabolismo de lipídios por exemplo então excesso de carboidratos vão se transformar em lipídios excesso de lipídios inibem a degradação de carboidratos assim como o metabolismo de nucleotídios que tá intimamente integrado com o metabolismo de carbohidratos parte do metabolismo de carboidrato gera ribose ribose forma os nucleotídeos assim como o metabolismo eh de aminoácidos ou metabolismo de outras substância tudo tá na verdade integrado e essa integração ela é extremamente rigidamente regulada por enzimas que possuem sítios alostéricos e que funcionam mediante o excesso de substrato ou o excesso de produto então ou o excesso de substrato ou
excesso de produto para onde regular eh essa enzima para funcionar mais ativamente ou para funcionar mais é menos ativamente então aqui nesse nesse slide nós podemos ver como funciona o anabolismo e o catabolismo que fazem parte do metabolismo geral Então muitos hormônios são importantes o principal hormônio anabólico é insulina então quando a insulina Está Alta eh imediatamente ele contrapõe as ações da adrenalina do glucagon do hormônio do crescimento do cortisol então quando a insulina Está Alta esses quatro hormônios eles necessariamente vão ter sua produção diminuída insulina alta é sinal de que vai haver anabolismo celular
ou seja vai haver formação de proteína formação de glicogênio e formação de triglicerídeo a partir de síntese de Aços graxos e a partir da síntese dos esteroides ao contrário quando quando a insulina está baixa nós podemos notar um aumento de adrenalina ou um aumento de glucagon ou do hormônio crescimento ou do cortisol que são hormônios catabólicos Então vai haver uma mobilização e a degradação maior de aminoácidos de ácidos graxos e também da glicose nesse slide nós podemos ver o perfil metabólico do cérebro o cérebro ele não produz nada que possa ser utilizado por outros órgãos
mas o cérebro é um dos tecidos que mais utiliza glicose como fonte de energia para se ter uma ideia eh a glicose né 120 g de glicose são consumidas por dia somente pelos neurônios Isso corresponde a mais ou menos 60 70% da glicose que é usada no jejum além de glicose os neurônios também podem utilizar a os corpos cetônicos quando os níveis de glicose estão baixos E por que que há necessidade de tanta energia pelos neurônios os neurônios eles mantém o potencial de membrana potencial de repouso ou potencial de despolarização da membrana e esse potencial
de despolarização ele funciona através de atpases né sódio potássio atpases que mantém os níveis de sódio de potássio internamente e externamente em níveis e em níveis constantes e essa manutenção desses níveis constantes a necessidade de ATP Então esse ATP é necessário para quebra para depois de quebrado libera energia suficiente para manter o potencial eletrogênese glicose como fonte energia essa glicose ela vai ser totalmente oxidada até CO2 E durante momentos de jejum os corpos cetônicos são uma excelente alternativa que também vão ser ser eh utilizados como fonte energia até ser totalmente metabolizado a CO2 o músculo
como é que o músculo Como é o perfil metabólico do músculo então o músculo também precisa de uma grande quantidade de energia para promover a contração das fibras né contração da da actina e da miosina e os músculos eles utilizam preferencialmente também a glicose né quando a glicose está elevada el vai utilizar a glicose entretanto em níveis baixos de contração muscular ele também além da glicose vai utilizar os corpos cetônicos e os ácidos graxos ão corpos cetônicos e os ácidos graxos são os principais combustíveis do tecido muscular certo entretanto o tecido muscular possui um elevado
estoque uma elevada reserva de glicogênio para você ter uma ideia para pra aproximadamente 3/4 de todo o glicogênio celular ele é armazenado no é no músculo certo e isso serve para quê isso serve para quando houver uma necessidade de contração mais intensa esse esse glicogênio muscular ele vai ser Quebrado até glicose e a glicose pode ser quebrada até lactato então a glicose pode ser que a o glicogênio pode gerar glicose que pode em momentos de contrações leves em necessidades leves de contração muscular ser Quebrado até CO2 ou seja uma oxidação completa mas em momentos de
contração vigorosa essa glicose vinda do sangue ou vinda do do glicogênio ela vai ser Quebrado até lactato E por que contrações vigorosas o glicogênio vai ser Quebrado até lactato vai ser quebrado porque ele vai produzir menos energia do que a oxidação completa mas essa transformação ou essa esse fornecimento da energia vai ser muito mais rápido então ele vai vai promover a formação do piruvato e piruvato ele vai ser reduzido a lactato produzindo assim composto de Alta Energia que é o piruvato que vai ser Quebrado até lactato produz um pouco menos de glicose mas produz de
forma muito muito mais rápida desse lado direito aqui do slide nós podemos ver o ciclo de core o que seria o ciclo de cor ciclo de cor é quando o glicogênio ele vai ser Quebrado até glicose a glicose vai sendo oxidada parcialmente até piruvato vai gerar ATP pra contração muscular o ATP o piruvato formado ele é convertido em lactato para poder oxidar novamente o nadh Então nadh vai ser oxidado at nada para que ele possa novamente oxidar para que ele possa novamente ser utilizado na via glicolítica esse lactato ele é o responsável pelas câimbras né
pela intoxicação das fibras musculares e pela geração pelo aparecimento das câimbras então ele precisa ser rapidamente eliminado uma das formas que o músculo encontrou de eliminar o lactato é jogando o lactato no sangue o lactato vai até o músculo ou desculpa vai até o fígado e no fígado o lactato ele é convertido ele é utilizado como fonte precursora de glicose na gliconeogênese pra produção de glicose que a glicose portanto é fornecida novamente ao músculo para imediatamente ser ser utilizada para formação de mais lactato ou para e estoque na forma de glicogênio então o músculo é
en contrações leves utiliza principalmente ácidos graxos corpos cetônicos e glicose e faz a oxidação completa oxidação até CO2 quando a contração é muito rápida a necessidade de geração de energia muito rapidamente Portanto o glicogênio muscular que vai ser o estoque muscular de glicose vai ser quebrado não até CO2 mas até lactato uma outra fonte de energia importante para o músculo na verdade é a primeira fonte de energia que o músculo usa quando realmente a contração é bastante intensa é a fosfocreatina então a fosfocreatina é uma reserva pequena de fosfato na forma de creatina essa creatina
fosfato ela cede o grupamento fosfato para o ADP formando ATP de forma extremamente rápida então nos primeiros segundos de uma contração vigorosa o ATP formado vem da fosfocreatina a partir de Então vai existir um equilíbrio aí entre o entre a glicose que vem do entre a energia que vem da quebra do glicogênio que vem dos ácidos grassos do corpo dos corpos cetônicos ou da glicose plasmática e o adiposo Como é o perfil metabólico do adiposo o adiposo ele tem a principal função é armazenamento de triglicerídeo só que para armazenar triglicerídeo esse triglicerídeo ele vai ser
sintetizado e para ver síntese de triglicerídeo há necessidade de glicose além dos ácidos graxos Então os ácidos graxos geralmente eles vêm do fígado na forma da vldl e a glicose também pode vir do fígado mas glicose e ácidos grassos podem vir também da Alimentação através dos quilomícrons Então os quilomícrons fornecem eh a o ácido graxo e a glicose também juntamente com o alimento ele pode ser a fonte que vem do eh da alimentação Então essa glicose ela vai ser oxidada aqui no no adipócito a gente tá vendo no adipócito aqui essa glicose vai ser oxidada
formando glicerol TR fosfato que faz eh parte constituinte dos triglicerídeos e os Aços cachos que vieram do fígado através de VL DL são fornecidos ao hepatócito ao adipócito para que o adipócito possa formar pra sintetizar triglicerídeo pela união de glicerol TR fosfato com e Aços graxos formando triglicerídeo Então esse triglicerido ele vai ser armazenado vai manter os seus estoques até que haja necessidade de quebra de Aços graxos e essa necessidade é promovida quando uma diminuição de glicose no sangue diminuição de glicose no sangue estimula o pâncreas as células Alfa pancreáticas a a produzir a sintetizar
a liberar o glucagon Portanto o glucagon vai vai agir nesse tipo celular no adiposo promovendo a quebra de triglicerídeos liberando o glicerol que vai para o fígado vai entrar na via da gliconeogênese liberando os ácidos grassos que pode ir para o fígado também pode ir para tecido muscular esquelético pode ir para o tecido muscular cardíaco pro é ser utilizado nas reações da beta oxidação e o adiposo bem o adip desculpe e o aposto o hepatócito ele tem inúmeras funções né Então dependendo do seu dependendo do tipo da macromolécula que vai ser utilizada como fonte metabólica
o eh óo ele vai ter diversas funções vamos começar aqui pela glicose Como é o perfil metabólico do fígado quando utiliza glicose então quando a glicose ele entra dentro do hepatócito é a primeira reação é a fosforilação da glicose produzindo glicose esse fosfato E qual é o intuito do fígado quando produz glicose seesse fosfato é aprisionar a glicose dentro dessa célula quando a glicose entra ela entra através de transportadores e esses transportadores levam a glicose porque a glicose extremamente hidrofílica não consegue atravessar a membrana plasmática dos hepatócitos e ela tem que se atravessar através desse
transportador só que da mesma forma que o transportador leva a glicose para dentro ele pode levar a glicose para fora isso vai depender somente dos níveis de concentração desse carboidrato dentro ou fora da célula uma das formas que o pató encontrou de manter a glicose dentro da célula é fosforilado gerando uma carga negativa na glicose ele impede que o transportador consiga levar de volta a glicose para fora da célula então ele não precisa gastar mais energia para manter a glicose dentro da célula a primeira coisa que vai acontecer aqui paraa glicose é fosforilação então o
fígado fosforila glicose transformando em glicose fosfato depois que ela é fosforilada Ela pode seguir vários caminhos se houver necessidade de outros tecidos utilizar glicose essa glicose ela vai ser desfosforila através de uma fosfatase e vai cair na corrente sanguínea para manter os níveis glicêmicos do organismo mas ele em excesso Ou melhor essa glicose em excesso poderá ir pra síntese do glicogênio hepático que é a glicogênese então a o a glicose é utilizada como monômero para síntese de glicogênio a glicose fosfato ela pode sofrer O desvio das pentoses para formar ribose C fosfato que vai ser
utilizado na síntese de nucleotídios e também a síntese de nadph que vai ser utilizado em diversas biossínteses metabólicas Além disso o fígado pode utilizar glicose fosfato também para produzir energia então através da glicólise vai formar piruvato vai produzir um pouco de energia e esse piruvato vai sintetizar ou vai produzir é precursor do da atil com enzima A E aí acetil com enzima A pode seguir diversos caminhos um dos os caminhos é o ciclo de crebs não é o mais comum não é o principal caminho que o hepatos utiliza acetilcoenzima a eh o fígado prefere o
hepatos prefere utilizar outras fontes de energia e preservar e poupar a glicose Então esse acetilo a só vai vir né a glicose só vai produzir atilo a na maioria das vezes quando houver necessidade de sintetizar colesterol ou de sintetizar ácidos graxos então a principal via de síntese de a principal via de utilização do actil qu da glicos fosfato é a síntese de colesterol e também a síntese de ácidos gros Como é o perfil metabólico do fígado relacionado apenas aos aminoácidos então quando há uma alimentação rica em proteína essas proteínas vão ser digeridas esses aminoácidos eles
vão cair na corrente sanguínea na veia porta principalmente vão ser transportados até o fígado ao chegarem no fígado eh o o hepatócito vai utilizar esses aminoácidos para síntese de proteínas hepáticas Principalmente as proteínas plasmáticas né Então essas proteínas plasmáticas elas vão sendo liberadas no plasma e terão diversas funções principal proteína plasmática é Albumina Além disso o fígado vai fornecer os aminoácidos para biossíntese ou paraas sínteses proteicas nos mais diversos tecidos também um outro destino ou esses aminoácidos podem ser utilizados para síntese de nucleotídeos de hormônios ou de porfirinas que são compostos nitrogenados então a fonte
de nitrogênio que entra no nosso corpo vem dos aminoácidos e esses aminoácidos eles vão ser utilizados para sintetizar compostos nitrogenados compostos nucleotídicas Assim como as porfirinas em situações mais drásticas os aminoácidos podem ser utilizados como fonte de energia ou quando há um excesso de aminoácidos que supera a necessidade para sintetizar compostos nitrogenados sintetizar proteínas plasmáticas ou ser utilizados para para síntese proteica em outros tecidos nesses casos os aminoácidos não podem ser armazenados eles vão ser degradados vai ser quebrada vai ser liberada vai ser cindida o grupamento amino que entra no ciclo da ureia e também
vai ser liberado o piruvato piruvato ele pode né ter dois destinos básicos O primeiro é a biossíntese de glicose então a gliconeogênese se houver necessidade de glicose ele entra na gliconeogênese e pode esse essa glicose pode ir até mesmo pra síntese do glicogênio muscular esse piruvato também pode ser degradado oxidado até acetilcoa e da mesma forma que acon aconteceu com a glicose esse acetil qua pode entrar no ciclo de crebs não é o mais comum né o o fígado ele não ele utiliza muito pouco essa via de quebra de aminoácido para sintetizar setila para como
fonte de energia mas a ccoa principalmente é utilizada para síntese de ácidos grassos e portanto de lipídio além dos aminoácidos que chegam no fígado pela alimentação a alanina que é produzida por quebra de proteínas musculares também chega ao fígado com a finalidade de produzir o piruvato e consequentemente ser utilizada na gliconeogênese Então esse ciclo é chamado ciclo da alanina é um ciclo importante para síntese para produção de glicose a partir da quebra de proteínas musculares então no início do jejum as proteínas são utilizadas como fonte de energia são quebradas e são utilizadas também para sintetizar
a glicose com relação aos ácidos graxos o fígado ele recebe os ácidos graxos vindo da alimentação vindo principalmente dos quilomícrons da alimentação e ele tem alguns destinos como síntese de lipídios eh hepáticos né como lipoproteínas também liberação de ácidos gros no sangue na forma né ligado a Alumina ou pode utilizar como fonte de energia que é uma das principais fontes energéticas do fígado é a betox dação é a quebra de Aços graxos então esses Aços graxos vão quebrar até produzir acetilcoa Acqua vai entrar no ciclo de crebs para produzir energia obviamente se os níveis de
glicose estiverem realmente muito baixos esse actil qua ele vai entrar só momentaneamente no ciclo de crebs uma vez que ele vai encontrar uma barreira que vai ser a diminuição do oxalacetato que vai ser utilizado na gliconeogênese o aumento desse acetilcoa que não consegue mais entrar no ciclo de crebs vai ser desviada paraa produção de Corpos cetônicos que vai alimentar tecidos que são eh que preferem a utilização de glicose como fonte de energia mas a ccoa em excesso também vai ser utilizada paraa produção de colesterol de hormônios esteroides e também de sais biliares mas o nosso
corpo né o organismo como todo ele sofre adaptações metabólicas essas adaptações elas dependem do Balanço né entre a quantidade de nutrientes que tem ou a quantidade de nutrientes que falta a escassez e abundância de nutrientes Ele regula enzimas para que essas enzimas possam funcionar adequadamente de acordo com a necessidade e a manutenção do equilíbrio orgânico então nós podemos ver nessa tabela aí que as fases da do jejum de um ser humano muda exatamente o perfil metabólico dos tecidos então Aqueles tecidos que a gente viu ainda pouco num de uma forma numa utilização normal dos seus
dos seus metabólitos eles funcionam de forma diferente quando há determinadas necessidades então Eh esse esses essa fase de jejum ela pode ser dividida né aliás esse metabolismo do jejum ele pode ser dividido na verdade em cinco fases nessa primeira fase A gente pode ver aqui a origem da glicose ela é exógena Ou seja é alguém que acabou de se alimentar por exemplo Então se acabou de se alimentar a glicose tá bem alta no sangue então nós podemos ver aqui ó na primeira fase nós temos uma elev uma elevação grande de glicose e essa fase dura
mais ou menos 4 horas nessas 4 horas a glicose vai sendo consumida pelos tecidos a glicose vai diminuindo então todos os tecidos estão utilizando glicose por glicose é uma fonte abundante de nutrientes e o Cérebro também como todos os outros como todos os outros tecidos está utilizando a glicose na segunda fase que varia de a partir de 4 horas da alimentação até mais ou menos 16 horas do momento em que houve alimentação nós já temos uma diminuição muito grande da glicose e o início da utilização das fontes de reservas de glicogênio principalmente o glicogênio hepático
então o glicogênio hepático vai sendo o uma fonte importante paraa manutenção da glicemia e também como fonte secundária a gliconeogênese hepática então nós temos aqui o glicogênio que tava em abundância aqui no início da fase dois ele começa a ser consumido começa a diminuir e auxiliando o glicogênio nós temos aqui a produção de glicose a partir de compostos não glicídicos Ou seja o o estímulo da gliconeogênese na fase três que começa com 16 horas depois de alimentação e vai até mais ou menos 28 horas né um pouco mais de um dia depois de uma alimentação
ou seja um dia inteiro sem se alimentar de jejum o glicogênio ele já vai est completamente exaurido então o glicogênio ele dá mais ou menos para um dia em jejum completo então glicogênio hepático ainda é uma fonte de energia mas aqui nós já temos uma diminuição muito grande de e da quantidade desse glicogênio então já toma como principal forma de manutenção da glicemia a gliconeogênese a gliconeogênese hepática ela se torna a principal fonte de glicose no plasma então produção de glicose a partir de compostos não glicídicos nesse momento tanto na fase um desculpe tanto na
fase dois como na fase três desse metabolismo desse adaptação metabólica nós temos que músculo e tecido adiposo T taxas diminuídas de glicose então tanto músculo como tecido adipos que utilizavam no começo glicose Eles já reduzem a utilização da glicose para que haja manutenção da glicemia para cérebro para eritrócito paraa medula renal e no lugar dessa glicose que era utilizada antes pelo músculo e pelo tecido adiposo vai sendo utilizado os corpos cetônicos ou principalmente eh os ácidos grassos na fase quro nós podemos ver aqui a fase quatro varia de pouco mais de um dia até 24
dias de jejum então nessa fase quatro nós além da gliconeogênese hepática ela já não é mais suficiente nós temos também uma gliconeogênese renal então rim auxilia o fígado na produção de glicose para manter essa glicemia então nós temos uma diminuição aqui da da da gliconeogênese porque a gliconeogênese hepática Ela já tem uma taxa bastante diminuída em virtude de não haver mais compostos em abundância compostos que são precursores de glicose em abundância mas mesmo assim a o rim começa a produzir glicose também por isso que ele mantém os níveis de gliconeogênese nesses valores aqui nesse ponto
na fase 4 né Passa passou de de dois dias de jejum até 24 dias de jejum nós temos que a produção muito grande de corpos cetônicos em virtude de que esse atil coa que foi utilizado da quebra da gordura ele já não mais tá conseguindo entrar lá no ciclo de crebs já não tem mais oxalacetato foi utilizado todo na gliconeogênese e o corpo precisa produzir uma fonte de energia para o cérebro então ele começa a produzir corpos cônicos e o Cérebro vai mesclando glicose ainda continua sendo a principal fonte de energia mas os corpos cetônicos
é uma fonte secundária de energia na fase 5 que varia de 24 dias até mais ou menos até adiante né aqui no gráfico tá mostrando 40 dias nós temos que a gliconeogênese hepática e a gliconeogênese renal são as fontes de manutenção da glicose Ainda Que cérebro tem suas taxas diminuídas em relação a uso da glicose e que a glicose vai ser utilizada principalmente por eritrócito pela medula renal e que a principal fonte de energia para o cérebro são os corpos cetônicos é a prim a fonte de energia primária do cérebro vai ser os corpos cônicos
e a Fonte secundária de energia para o cérebro será portanto a glicose então nós podemos ver aqui eh como se comporta a integração desses órgãos durante o Estado absortivo então durante o estado absortivo logo após uma alimentação que nós podemos ver aqui elevada a quantidade de glicose de aminoácidos que entram aqui na veia porta vão direto para o fígado uma quantidade também grande de ácidos gravos de lipídeos que são utilizados paraa formação dos quilomícron e cai aqui no sistema linfático que também vai ser eh levado até o fígado e também vai ser levado até o
músculo então a glicose que está em abundância ela estimula a produção de insulina e essa insulina vai sendo utilizada para síntese do glicogênio a insulina estimula enzimas responsáveis enzimas que entram no metabolismo da biossíntese do glicogênio também nós podemos ver aqui que a glicose ela vai ser utilizada pelo fígado né já que a glicose tem abundância o fígado utiliza a glicose como principal fonte de energia então a glicose vai sendo utilizada pelo fígado para produzir piruvato produzir acetilcoa e o excesso de glicose vai sendo convertido ou seja esse atil em excesso vai ser convertido em
ácidos grassos e portanto em triglicerídeo esse triglicerídeo vai ser utilizado para formação das lipoproteínas principalmente a vldl que vai levar esse triglicerídeo até o tecido adiposo para se armazenado lá os ácidos os aminoácidos também chegam até o fígado são utilizados para síntese de Proteína como nós já vimos são utilizados também paraa formação de eh Alfa cetoácido que vão paraa utilização né que vão ser ser e usados para sintetizar ureia então o aminoácido não vai ser armazenado ou ele é utilizado como fonte de energia utilizado como fonte de de síntese de glicose que não é necessário
nesse caso aqui então ele vai ser utilizado para síntese de Proteína ou para degradação de forma né liberação na forma de compostos e na forma de de ureia e o os os lipídios bem os lipídios parte dele vai ser ser utilizada pelo próprio músculo para contração muscular o músculo prefere realmente lipídio Aços grassos para utilizar como fonte de energia Eh esses lipídeos além dos quilomícron eles também chegam até o músculo através das vldl né e eh eles são utilizados também para eles também são levados pelos quilomicrons até os eh até o tecido adiposo onde vai
ser armazenado na forma de triglicerídeo e a glicose que sai da que chega até o fígado também vai ser liberada né Ela é inicialmente transformada em glicos se fosfato mas posteriormente a glicose vai sendo liberada para o músculo que vai utilizar essa glicose vai oxidar essa glicose completamente até CO2 e água e liberar o seu conteúdo energético pra formação do ATP então nós podemos ver por esse slide que após uma refeição insulina é o principal hormônio metabólico né esse hormônio hormônio anabólico que vai ser utilizado para ou para sintetizar glicogênio ou para sintetizar triglicerídeo ou
para sintetizar proteína ou para utilizar esses compostos né para serem armazenados como triglicerídeos por exemplo já no estado de jejum quando a glicose baixa o que nós podemos ver é que o pâncreas ele sintetiza o glucagon e o glucagon vai atrás dessas reservas energéticas que foram feitas que foram formadas durante o estado alimentar durante o estado alimentado então a glic a o glucagon vai até o fígado utilizar as reservas de glicose que é o glicogênio glicogênio é páo ele vai sendo quebrado para liberar a glicose fosfato essa glicose fosfato é a fonte que vai fornecer
a glicose para o cérebro Além disso também o glucagon vai ser vai agir eh nas proteínas musculares promovendo a degradação promovendo a proteólise muscular liberação de diversos aminoácidos que entram na corrente sanguínea chegam até o fígado e são utilizados paraa formação do piruvato e que entram portanto assim na via da gliconeogênese para formar mais glicose uma vez que nós estamos falando do Estado de jejum glicos baixa Além disso O glucagon também age no tecido adiposo fazendo com que haja quebra de triglicerídeo liberando Aços graxos liberando o glicerol o glicerol chega até o fígado é utilizado
entra na via da gliconeogênese também e vai ser utilizado para síntese de glicose também para manter a Glicemia Principalmente para o cérebro e os ácidos graxos vão ser a fonte Alternativa de energia principalmente para fígado e para músculo e músculo esquelético e músculo cardíaco bem agora nós vamos ver como é que o corpo se comporta quando vai escolher o combustível do durante o exercício físico isso varia se nós levarmos em consideração seu exercício é um exercício aeróbico ou seu exercício um exercício anaeróbico estamos mostrando aqui dois exemplos corridas longas e corridas rápidas que representam justamente
essas duas condições então durante uma corrida longa nós temos que a velocidade a qual um corredor ele desenvolve uma velocidade muito mais lenta do que em corridas mais rápidas isso acontece porque durante uma corrida longa os estoques de eh os estoques das principais fontes de energia elas são extremamente limitados e o o estoque de fontes ilimitadas eles são extremamente lentos para produzir energia por isso o corpo tem que fazer a dosagem adequada para quebrar o combustível correto na velocidade correta por isso durante corridas longas nós temos que isso é um exercício aeróbico ou seja a
glicose ela vai ser quebrada completamente até CO2 e água assim como os gros vai ser com vai ser quebrado completamente até CO2 e água só que para glicose ser quebrada até CO2 e água e ácidos grassos também ser quebrada até CO2 e água nós temos uma ganho energético muito grande entretanto esse ganho energético ele repercute no tempo em que vai levar para que esses essas biomoléculas sejam totalmente oxidadas então um tempo muito mais longo por isso que o atleta ele desenvolve uma velocidade muito mais lenta a gente pode ver nesse gráfico aqui ó uma velocidade
em função do tempo de corrida o maratonista ele percorre 42 km em 2 horas 6 minutos e 50 segundos aproximadamente isso faz com que esse maratonista ele desenvolve uma velocidade de pouco mais ou melhor um pouco menos de 5 m/s em média isso acontece porque até glicose e até ácidos grassos sejem quebrados até Complet até CO2 e água leva bastante tempo certo então principal fonte de energia em corridas longas vai ser esse que tá marcado aqui ó quebra do glicogênio até produzir lactato é uma forma mas ácidos grassos corpos cetônicos e a glicose sanguínea até
CO2 ou seja até completa oxidação é a principal forma nessas nesse tipo de exercício já nas corridas rápidas nós podemos perceber um exercício anaeróbico onde vai ser utilizado inicialmente o ATP que vai ser o ATP armazenado no músculo só que ATP não tem grandes quantidades no músculo então todo ATP armazenado no músculo ele pode ser utilizada em um segundo de corrida a segunda fonte de energia é a fosfocreatina que vai gerar ATP também só que a quantidade o estoque de fosfocreatina também é baixo isso gerera uma quantidade suf eente para apenas 5 segundos de corrida
então um atleta profissional um atleta como usen Bolt por exemplo ele consegue fazer os 100 m rasos em menos de 10 segundos isso faz com que ele utilize ATP durante um segundo fosfor creatina durante os outros 5 segundos mas já fica faltando pouco mais de 3 segundos para ele terminar a corrida a média de velocidade de um atleta de alto nível É próximo de 10 m por segundo então a gente pode ver que é praticamente o dobro da velocidade de um maratonista por quê Porque ATP rapidamente ele vai ser quebrado a fosfocreatina rapidamente produz ATP
e os outros segundos que ele precisa de fonte de energia vem da quebra do glicogênio e glicose mas não da glicose em CO2 e água e sim da glicose produzindo lactato que é muito mais rápido produzir lactato embora não seja a forma mais eficiente de produzir energia glicose para produzir lactato produz muito menos energia do que se fosse produzir CO2 e água entretanto eh a a velocidade com que é produzida é muito maior então durante corridas rápidas nós temos que as principais fontes de energia vem da fosfocreatina e vem também da quebra do glicogênio muscular
até lactato essa tabelinha aqui mostra claramente como é que funciona então nós temos em média né 223 mmol de ATP essa quantidade de ATP equivale aproximadamente 1 segundo de de corrida né nível intenso e posteriormente é utilizada fosfocreatina que tem 446 mmol de fosfato de grupo de fosfato e que é liberada para produzir ATP numa velocidade altíssima de 73,3 mmol porso só que a quantidade de fosfocreatina só dá para mais ou menos aí uns 5 segundos então fica faltando produzir e ATP por outra fonte Então essa fonte vai ser a conversão do glicogênio muscular em
lactato que não tem né o glicogênio muscular não é uma grande fonte de energia então 6700 mmol de de glicogênio para produzir ATP só que ele produz uma velocidade intermediária de 39,1 mmol por segundo por essa razão que o atleta profissional ele começa a corrida desenvolvendo a velocidade muito rápido porque el tá quebrando o ATP e quebrando a fosfocreatina que tem uma taxa rápida de liberação do Fosfato para o ATP e depois do meio pro final ele tem uma velocidade média ex bem mais reduzida né em relação ao início da corrida porque essa fonte de
energia ela vem da conversão do glicogênio muscular em lactato e não mais a fosfocreatina um atleta de maratona ele precisa de outras fontes então ele não pode só utilizar ATP a fosfocreatina e o glicogênio muscular que se transforma em lactato ele tem que utilizar outras fontes Como por exemplo o os ácidos grassos que vem do adiposo entretanto se nós nós olharmos aqui o adiposo possui uma fonte muito grande de de energia então 4 milhões de milimol de eh ácidos grassos para produzir ATP a principal a a maior quantidade de energia vem do adiposo entretanto para
que haja conversão de ácidos grassos sejam liberados sejam convertidos em glicose seja convertido em acetilcoa esse acetilcoa entre no ciclo de crebs isso acontece numa numa velocidade de 6,7 mmol por por segundo uma velocidade portanto bem inferior a quebra por exemplo do glicogênio em lactato então isso faz com que um maratonista utilize realmente o ácido gráo como fonte de energia entretanto se ele for utilizar única e exclusivamente o ácido gráo como fonte de energia ele vai terminar essa maratona não em duas horas mas em talvez 6 ou 7 horas então ele precisa fazer uma mescla
de fontes energia utiliza um pouco do lactato desculpa utiliza um pouco do ácido graxo mas utiliza ao mesmo tempo o glicogênio muscular que se converte em lactato também o glicogênio muscular que vai ser totalmente oxidado até CO2 e o glicogênio hepático que também vai ser convertido até CO2 que possui uma quantidade de energia uma uma reserva uma um tamanho de reserva menor do que os ácidos os graxos mas que convertem essa glicose muito mais rapidamente então o balanço disso geram uma velocidade média de conversão maior do que se fosse apenas os ácidos gros nesse slide
nós podemos ver como é regulado os eh as enzimas no Estado absortivo então no estado absortivo a gente tem muita glicose O que que a glicose vai fazer Vai estimular a síntese de glicogênio induzindo assim a atividade da glicogênio sintase inibindo a atividade da glicogênio fosforilase então estimula síntese de glicogênio inibe a quebra a degradação do glicogênio existem outras fontes regulatórias como por exemplo a frutose 26 bifosfato que é um regulador importante no estado absortivo que vai estimular a enzima fosfofrutoquinase 1 que é uma enzima importante na eh na via glicolítica e portanto o aumento
de glicose estimula a via glicolítica mas ao mesmo tempo tempo vai inibir a frutose um se bifosfatase ou difosfato que é um enzima importante na gliconeogênese se tem glicose suficiente não é necessário ter gliconeogênese mas é importante que essa glicose seja totalmente quebrada outra fonte importante outra outro ponto importante de regulação no estado absortivo é a frutose 1 a frutose 1 bifosfato que também é o intermediário da Via glicolítica e que vai estimular a piruvato que uma enzima que vai converter o que vai sintetizar a partir do fosf enop piruvato o piruvato para entrar portanto
no ciclo de crebs para entrar na mitocôndria consequentemente no ciclo de crebs o próprio piruvato é uma fonte importante de estímulo da piruvato desidrogenase a enzima que vai converter o piruvato em acetil com a enzima A AC citrato o citrato melhor dizendo é uma é um um intermediário importante também o citrato é um Inter mediários do ciclo de crebs e é importante na no estímulo da cetil coa carboxilase uma enzima que vai carboxil o actil qu atal unil e será portanto estimulado a via de biossíntese dos Aços graxos então quanto mais glicose a gente pode
ver que sim estimula síntese de Aços graxos então glicose forma gordura porque estimula porque o citrato estimula setil com a carboxilase se os ácidos grassos estão sendo estimulados para sua íes porque tem muita glicose e se tem muita glicose Não há necessidade de mais fonte de energia eh um dos intermediários que é o malonil coa nos intermediários da biossíntese dos ácidos grassos que é o malonil coa vai inibir a quebra dos ácidos gros ou seja vai inibir a beta oxidação de que forma inibindo a carnetina palmitoil transferase que é um enzima importante que vai ligar
o ácido gráo com a carnetina e portanto vai auxiliar na entrada do ácido gráo na mitocôndria para que ele sofra o processo de betox dação E durante o estado de jejum como é controlar durante o estado de jejum nós temos diminuição de glicose então se nós temos diminuição de glicose nós temos diminuição de acetilcoenzima a O que que acetilcoenzima a faz estimula piruvato carboxilase e inibe a piruvato deshidrogenasa ou seja diminui a entrada do acetilcoa na no ciclo de crebs e estimula a formação do piruvato e consequentemente a síntese de mais glicose então se a
glicose tá baixa a gliconeogênese tem que ser estimulada e ao mesmo tempo a degradação a oxidação da glicose ela tem que ser inibida Além disso O ail coad de cadeia longa também vai inibir a com a carboxilase dessa forma a inibição da síntese de ácidos grassos se se glicose tá baixa Não há necessidade de gastar energia sintetizando n suos gras e sim de que haja e sim a necessidade de que haja quebra de ácidos grassos para produzir energia o citrato vai inibir a fosfofrutoquinase 1 portanto vai inibir a própria via glicolítica já que a gliconeogênese
tá sendo estimulada a via glicolítica tem que ser inibida e a frutose se fosfato vai inibir a glicoquinase Então essas são as principais formas de regular de regulação do metabolismo é no estado de jejum Então é isso Pessoal espero que vocês tenham gostado dessa vula se vocês tiverem algum questionamento algum alguma pergunta dúvidas ou mesmo alguma sugestão para alguma vula algum assunto que vocês queiram que eu prepare aaula podem postar aqui mesmo essa sugestão seu comentário e até mais até a próxima videoaula m