Olá, bem-vindos! Live terapia número 25. Lembrando que é o momento aqui onde eu trago algumas coisas que já foram trabalhadas dentro da terapia de forma resumida, mas para que vocês possam também trabalhar na vida de vocês, certo?
O senhor Rafael de Abreu. O tema de hoje: 4 maneiras de se comunicar bem. Nós temos um ponto: muitas vezes a gente esquece que é verdade que somos animais sociais.
Francis, somos animais sociais; estamos em relação, né? Estamos em relação com o outro. Então, é fundamental aprender a se comunicar com o que está à nossa volta.
Certo? Se eu não tenho uma comunicação sadia com a pessoa que está à minha volta, eu não consigo me desenvolver. Por quê?
É porque eu não consigo me desenvolver devido à nossa imaturidade. Quando a gente pensa em desenvolvimento pessoal, isso passa necessariamente pelo outro. Alguém buscando ser virtuoso, a virtude de ser humano, ela deságua no outro.
E eu coloquei que, quando alguém conhece alguém que tem humildade, essa humildade deságua em outra pessoa, certo? A humildade está sempre relacionada com o próximo. Ser uma pessoa paciente é ter a virtude da paciência.
E a virtude da paciência se relaciona com o outro. Pegou esse bombom? Te vejo aqui!
Almoça aí também, a Vossa Bell! O mostre assistindo. Então, se alguém tem a virtude da paciência, isso vai ser importante e também é bom visualizar que essa virtude é sempre relacionada ao outro.
Ok? Então, aqui está um ponto importante: precisamos, necessariamente, ter essa caminhada saudável. Beleza?
Vamos lá. Então, o primeiro ponto que eu quero que vocês entendam aqui é o seguinte: nem sempre a comunicação será agradável. Nem sempre será fácil, tá?
Quando eu falo de comunicação saudável, eu não estou falando apenas de você com a sua mãe, você com seu pai ou você com seu irmão. É você dentro do seu contexto. Você botou para ver seu trabalho; como você vai se comunicar bem dentro do seu trabalho, tá certo?
Então, pense que a comunicação está em todos os momentos. Partindo do princípio de que a comunicação nem sempre vai ser agradável, vou ter que trazer minha caixinha de som aqui, que você já conhece. Hoje a inteligência está no toque à vontade, tá?
Aqui no meio que vai ao encontro do que é inteligente. Informo que a nossa inteligência, que é algo admirável, se relaciona sempre com nossas paixões. Podemos colocar aqui as nossas emoções e sonhos, certo?
Se eu vivo assim, é o posto onde as emoções estão no topo, escravizando a vontade e excluindo a inteligência. Aqueles que não conseguem ver essa parte aqui acabam não se comunicando bem. Porque eu acabei de falar que a boa comunicação passa pela ideia de aceitar.
Olá, Kitty! Algumas publicações não serão fáceis, algumas comunicações não serão agradáveis, mesmo, e tá tudo bem. Então, por que que acontece de me comunicar mesmo assim de uma maneira desagradável?
Porque quem está decidindo por essa comunicação é a minha querida, maravilhosa, espetacular inteligência, meus amigos, certo? Mas eu faço essa inversão aqui, onde eu chamo a inteligência. Eu não vou falar não, e pode ser chato.
Eu não quero aquilo, etc. , etc. , e aí eu deixo de me comunicar.
Lembrando que vai deixar de comunicar com aquela pessoa, sendo que o ideal seria necessariamente se comunicar. É como se fosse um dever, certo? O dever é comunicar com aquelas pessoas ou falar sobre determinado assunto.
Mas vai ser desagradável, a minha emoção está no topo, a emoção está super predominante, então é melhor eu afastar isso de mim. E aí, obviamente, há um problema de boa comunicação. Então, temos que partir do ponto que a boa comunicação passa pelo saber suportar uma comunicação que não é tão agradável assim, né?
Outra vez, estava atendendo uma pessoa e estava falando sobre coisas que irritam, né? Ela disse que uma coisa que a irrita muito no trabalho é quando estou no telefone e alguém abre a porta e fala comigo como se não estivesse no telefone, certo? Então, a pessoa está lá no telefone: "Pô, alô?
Alô? " E alguém abre a porta vendo que você está com o telefone no ouvido e começa a falar em seguida. Aquela pessoa provavelmente.
. . Vocês podem ficar à vontade para falar.
É óbvio que talvez vocês também imaginem que estão ali concentrados em uma ligação com a Carla. Provavelmente já passaram por isso e deve incomodar. Andressa, não é você?
Você está ali, lá, Gabriel, todo mundo se irrita com isso. Então, assim, você, Talita, não consegue se concentrar em algo e, de repente, está todo mundo incomodado. Você está concentrada ouvindo o que a outra pessoa está falando e chega assim.
Então, o negócio é o seguinte: você vai ter que fazer aquele esforço. Já fizeram isso? Falar no telefone, então a comunicação ali é fundamental, só que o deixar de se comunicar bem com essa pessoa que está tentando falar com você e não está, de certa forma, respeitando o seu momento de ligar para alguém, resolução de alguma coisa, isso pega mal.
A Mônica, não é? Esse meu paciente, ele falou que se comunica só com os olhos. Agora, ele disse que finge demência.
Parte de uma comunicação é, né? Esse paciente falou que ele comunica com os olhos e só daquela olhada assim, meio que fuzilando, e pronto, tá bom, né? Já outro paciente, ele tá lá no telefone, faz assim, tipo: “É só pôr a mão ali”, tava comunicação.
Uma vez, por um paciente falando com você e o menino lá, que ele bate papo, olha que coisa, né? Então, olá, tudo isso é uma comunicação que sensivelmente não é tão agradável assim, mas ele vai lá e faz. Às vezes eu sei que pode ser um problema aqui na cerveja, mas algumas dores são necessárias dentro da vida de um casal, né?
Então é chato. Bem, pô, cara, eu sei que pra vocês, mulher, você pode até gostar de sair, mas para a gente aqui, às vezes, é bem chato. Mas eu não posso fugir, porque se eu fugir de uma dessa, eu tô pensando só na parte emocional.
Ah, não é gostosinho, né? Então não quero. Mas eu pensava que fosse.
Eu achei especialmente conversar, se acertar algumas coisas aqui, esse aqui, algumas coisas que nem sempre é uma conversa de tomar a maravilhosa, é brindando o vinho, não ajeita uma conversa na história, né? Mas mais seca, perna. Então é um ponto importante.
A Andressa colocou aqui: “Eu não fico extra a pessoa e respondo algo mais alto que a pessoa no telefone, ignora a pessoa que interrompeu”, né? É isso, é um tempo de comunicação, certo? Mas a gente, a gente, se pudesse, não vai querer que uma pessoa nos tentasse interromper de uma maneira.
. . É igual, às vezes, não queremos que eu não tenha nada dele, mas tentar com a inteligência.
Algumas podem ser. . .
Tem gente que às vezes a gente vai olhar que daria para posição. É realmente importante que você vai conversar aqui e por quê. Organizar a vida de comer um código, ninguém gosta.
Olha aí, os códigos são pessoas difíceis. Mas enfim, isso é um pouco importante. Primeiro, eu tenho que enfrentar o desagrado sensível e me comunicar mesmo, tá certo?
E consegui me comunicar. Às vezes a comunicação não é necessariamente uma fala. Estou dando exemplo aqui no telefone que alguém tenta interromper.
Aí eu falo mais alto para a pessoa pegar no telefone. Eu só olho, eu fico demência, coloco a mão na frente. Ele certo, é certo, tá certo.
Então é meio que normal. Aplicação, só que eu tenho que saber fazer isso, porque eu não quero ser conhecido por essa parte sensível que não seja tão agradável assim, certo? É uma outra maneira.
Vou botar a segunda maneira. Eu tenho que ser claro. É que eu tô falando clareza.
O que você tem para falar? E não adianta você tentar falar e a pessoa entender. Comunicação só existe quando as partes entendem que o outro tá falando, né?
Aí não há comunicação. Então clareza é fundamental. Incompleto?
Tem conversas que podem ser mais tensas, tem conversas que podem ser mais difíceis e às vezes isso pode atrapalhar a clareza. Então se eu já sei que vou ter uma conversa, uma reunião, uma BR, xyz, que eu sei que vai ser tensa, de alguma forma, o que eu tenho que fazer para circular? Eu tenho que me preparar mesmo para isso.
Eu tenho que me preparar anteriormente para não chegar na hora e falar uma língua que a pessoa pela minha frente não entende, certo? Então essa clareza também é um ponto vital aqui para nós. Quando a gente pensa em uma comunicação saudável, é necessariamente em fazer o outro entender aquilo que a gente está falando, ok?
Certo? É só eu passo a passo. Próximo.
Aqui mais, só vou terminar. Clareza, né? Tem gente que fala três horas e não ficou claro o que a pessoa queria.
Olha como deve ser. Se você já passou por isso de uma pessoa que não foi clara, olha a angústia que causa. Então a gente conhece, meu Deus, o que você faltou entendendo, nada que tá falando.
E agora? Bom, então é muito importante que a clareza seja um aspecto natural em qualquer comunicação, tá certo? Você já.
. . Claro, tem que seguir.
Eu tô querendo falar. OK? Temos uma outra maneira.
Terceira maneira que eu entreguei aqui: a objetividade, a previsão do seu objetivo. Eu começo aqui, termino aqui, olha, tô aqui falando com você e isso vai juntar para Paris, né? Estarei de objetividade.
São pontos bem. . .
Bem, na verdade, todas essas quatro maneiras, de uma certa forma, elas se encaixam uma na outra e fazem um pilar da comunicação, né? Então objetividade é o outro entender por que eu tô lhe falando com ele, o que é o início, você tem um meio, um fim. Atualiza.
Pede uma preparação anterior. A objetividade também é como se você tivesse que perguntar para si mesmo: "O que eu vou falar? Para que eu vou falar?
E como eu vou falar? ". Quem sabe, quando a gente é criança, a gente vai pedir dinheiro para nossa mãe, não é?
Eu tinha uma estratégia, não sei se elas fizeram consciente assim, tá? Mas eu tinha uma consciência, uma estratégia. Quando eu era criança, eu olhava para minha mãe e eu percebia qual era o humor dela naquele momento.
A minha mãe estava sorridente, perguntava feliz, e eu chegava próximo dela. Tava: "Então, mas sabe aquele negócio lá, tal? Então, o preço abaixou, não sei o preço, baixou daquele negócio.
Será que dá? " Então eu ia falar, comunicar com ela, porque eu percebi que naquele momento ela estava mais de bom humor e ela iria de alguma maneira colaborar comigo. E a cola, boa, né?
Então não falta de clareza, objetividade, essa preparação para entender por que, para que e como, vai nos ajudar muito. Não é esquisito. Se comunicar é esquisito, de falar assim.
Calma aí! Preciso fazer algo aqui. Até eu falar com essa pessoa, é porque aconteceu isso aqui.
Para que eu vou falar? Para resolver tal coisa? Como que eu vou falar?
Ah, vou esperar na hora do intervalo do meu trabalho. Vou falar com ela, tá podendo conversar. E vou começar ali na hora do intervalo.
Ou eu vou esperar, vou falar com ela na hora do intervalo para marcar no final do trabalho. Beleza, é uma comunicação saudável. Passa e achar o porquê e o para quê, pô!
Tá certo então, achando o quê, para quê e como da comunicação. Por que que eu tenho que falar com tal pessoa? Eu vou acertar, não deixar aquela parte sentimental se afastar de mim, que é a primeira maneira aqui.
E vai ser, pode ser desagradável, pode ser chato. Na certa, conversa necessária, né? Eu vou buscar a clareza da situação, eu vou buscar a objetividade da fala.
Eu vou terminar algum lugar, tem algum lugar, e eu vou abrir o ponto. Nossa, nossa! Quatro, nós quatro aqui, de uma comunicação saudável, e traz a dimensão.
Eu posso falar que é até mais profunda, até porque tem uma comunicação que se entrelaça com a verdade. Então, a porta madeirada para se comunicar bem é um certo amor pela verdade. E no amor pela verdade não se é só apologético.
Você quer ter uma disputa pela Jéssica, com aquele cara que não concorda com você em alguns pontos? Não é isso. O amor à verdade que fundamenta uma comunicação saudável é para que o outro tenha o contato com a verdade da situação.
Então, tipo: "Pô, João, a questão é a seguinte: você fez aquele negócio lá atrás, atrapalhou meu trabalho e tal. Será que da próxima vez tem como você fazer assim? " Ele vai se organizando pela comunicação, fazendo claro isso.
E, amigos, sem tentar aquela parte que perguntei de prazer sensível de conversar com alguém pode existir em alguns diálogos. Mas você tá fazendo isso porque é um amor. E é esse amor à verdade, e a verdade da comunicação é passar para o outro certo.
Justamente para que a gente não seja omisso dentro do relacionamento à nossa volta. Certo? Então, aí tem um ponto muito importante para nós.
O que fundamenta uma boa comunicação é uma boa, na verdade. Só que porque tem pessoas que falam que têm amor à verdade e se comunicam mal, localizar amor à verdade ao ato de comunicar-se é enfiar uma verdade que o outro não concorda com ela abaixo dele. Não é isso que eu tô falando, né?
Tá certo então, pode, bom, deve tá: "Ó, Andressa, botou aqui morando nos Estados Unidos, eu tive que me ajustar aí. " Direto, eu vou dizendo na primeira fala ou frase objetivo, depois os porquês. E no fim, ou aí, aqui.
Não sei, mas é isso a Andressa pegar o exemplo, tá? Trazendo aqui para a mudança de país, ela precisa acertar, necessário, registro. A consegue se comunicar, senão ela vai ficar mais isolada ainda, agora tá mais uma ilha.
E não somos banho, né? Esse é um ponto importante. Ela já botou aqui: "Ser direto, fala o que tem que ser falado.
" Exato! Claro que a gente tem um certo cuidado com essa parte de se tornar um certo momento bem estúpido ao falar. Claro, mas o que fundamenta uma boa comunicação, que é a quarta maneira que eu coloco aqui, é esse amor à verdade.
Quando se tem que comunicar de forma objetiva e clara, nos Estados Unidos, ela tem que ter uma porra da verdade, é verdade, o que é o quê. Pô, que tu aqui seja Nutella. Beijo bom, então.
Esse amor à verdade, essa. . .
eu queria, acho que você aí, eu quero. Eu quero Nutella, mas eu vou chegar lá. Que você quer, não quer, não é?
Não deixa começar a mentir. Aprovei essa mentira pequenininha de querer algo, falar que não quer. Ela não é tão grave, mas ela vai abrindo a possibilidade de você começar a usar mentira como um padrão aceitável da vida.
Certo? É um ponto importante. Só concluída fazendo escritório continua embaixo, né?
É morando nos Estados Unidos, a gente tem que me ajustar aí. Direto ao ponto, dizendo na minha primeira fala ou frase objetivo, depois os porquês. E no fim, no ponto de vista emocional ou diferença, pois é.
E é sempre assim, por isso que estamos bem. Sei que a primeira maneira que a gente vai se comunicar, apesar de não ser tão gostoso sensivelmente, vencer essa primeira maneira. Vamos ser claros, você sabe?
Ou seja, observamos seu objetivo. Vamos ter objetivo, clareza, objetividade. Eu posso preparar antes.
Pode ser um dia antes, ou no dia antes. Você já sabe que vai acontecer um tipo de conversa, você pode se preparar assim. E o quarto é uma pura verdade.
É o fundamento de uma boa comunicação. Doutora, existe boa erva? Existe.
Poder fazer mais uma rua? Doutora, ela vai estar fundamentada nesse amor à verdade. A hora que aconteceu isso aqui na nossa vida, a gente chega com tantas coisas.
Ou caminhar junto, aqui. Acho que eu tenho que melhorar nisso, você tem que melhorar aqui nessa totalidade. Dessa forma, as coisas podem funcionar.
E certo, dê certo. Até, beleza? Então, esse é um ponto muito importante a gente começar a trabalhar em nós e esse desejo genuíno de comunicar-se bem, como ficasse bem.
Não é exatamente "ó". O tom, a gente fala, causa impactos. Você usar um tom muito agressivo causa ímpar.
Se você for muito passivo, cada hora pede. Então, eu preciso ter a sensibilidade de enxergar qual é o tom necessário naquele momento. Porque comunicar-se bem não é só jogar para fora, comunicar-se bem não é.
. . sim, ser esse vídeo, ok?
Interesse, sítio é o jogo. Tá fora, problema é seu. Que se resolva com isso.
Isso não é uma comunicação boa. Então, a comunicação é política. Então, uma comunicação boa nasce fundamentada pelo amor à verdade.
Eu comunico a verdade de forma clara e objetiva, enfrentando o diagrama sensível que pode ser uma conversa mais difícil. E se você quiser usar algumas outras maneiras, sim, uma maneira número cinco para colocar um bônus aqui para nós. A gente vai entrar nessa dinâmica, entendendo que o outro não é a lixeira onde eu deposito tudo que eu quiser, tá certo?
Então, não dá para esperar. Eu entendo por quê, para quê e como eu vou me comunicar. O seu primeiro ponto é que não posso fazer do outro uma lixeira, certo?
Ser assertivo não, assertivo não, desculpa, ser firme quando a conversa não precisa dessa firmeza toda. Você está saindo do tom. Ser muito passivo quando a conversa não precisa dessa facilidade toda, tá saindo do tom.
Certo? Então, há tempo e momento para cada forma de se comunicar. O ponto é que eu tenho que me perguntar por quê, porque na comunicação a gente desenvolve, a gente se entende, a gente acerta, a gente muda, a gente cresce, certo?
Ok, então esse é um pouco fundamental. Talvez, em qualquer comunicação, projetos sociais acabam sendo um problema. Você não sabe o tom em que a pessoa está falando.
Você fala de um jeito e a pessoa entende de uma forma grossa. Pois é, o estado psicológico está muito à defensiva, que já interpreta tudo de acordo com aquela emoção pessoal. Então, sujeito a regime, qualquer pessoa que falar com o sujeito vai necessariamente tá.
. . Você tá querendo essa calça, tá vendo isso, né?
Eu estou ofendido de forma muito mais, mas mais forte. Né? Então, isso é um pouco muito importante para a gente conseguir caminhar e evoluir dentro dessa dança.
Ok? Ok, sim, posso continuar. Eu sei que acabei aqui a roupa.
Eu tinha pensado que a Siri nem ia aparecer aqui hoje, mas ela apareceu quase no final da nossa live. É uma pessoa com quem você se comunica bem também, né? Música!
Ela veio incomodar aqueles que se comunicaram mal, né? Então, é um ponto importante a gente conseguir sempre olhar com essa dinâmica da comunicação pessoal e fazer, sim, uma autocrítica. É bem fazer, sim, um exame pessoal.
Como é que eu estou fazendo isso aqui? Aqui está funcionando? Já que isso não está funcionando, o que eu posso melhorar?
Essa é uma pergunta bacana que sempre temos algo a melhorar, sempre. E isso, você tá abraçando cada um de nós dentro do nosso tema de hoje. Obviamente, nessa esfera da comunicação, é preciso melhorar a minha comunicação, certo?
Então, tampouco vital, certo? Então, preciso trazer essa dinâmica e a gente, para nossa, finalmente aqui, uma pessoa vindo comunicar até nós, eu preciso estar o mais ordenado possível para receber essa comunicação também. Um pouco, não quero falar comigo, calma aí!
O que ela está falando comigo? Eu tenho que fechar a tesão que ele está falando comigo sobre o assunto, antes que eu esqueça o assunto e fique só para a parte emocional. Ah, mas o Fulano foi meio grosseiro comigo!
Então, interessa mais o que ele falou. Ele falou errado, ele foi. .
. Isso, não tô falando para você! Sempre observação: se alguém foi ríspido com você.
"Ah, não acredito! É verdade, ele usou um tom errado na minha concepção. " Ok, mas acreditar certo?
Faço liga com ele. Você tem razão, só que você falou. .
. Cara, eu tô errando aqui! Brigar pelo tom, mas poxa, da próxima vez não precisa vir.
Então, assim, não, tá tudo bem! Você pode vir com mais calma, tá tudo certo. Fica tranquilo, eu vou te ouvir!
Olha como uma comunicação muda. Porque, meus amigos, a gente não pode ficar na terceira Guerra Mundial por aí, né? E a gente pode fazer isso.
Ok, não poder. . .
Essa dinâmica onde eu falei que é da comunicação saudável, que é uma boa comunicação, passa por saber vencer a parte sensível ruim, né? E desagravo sensível de uma comunicação que pode ser difícil. Então, vendo só ela e escolhi e faz um rico mesmo assim, clareza, objetividade e amor à verdade.
O amor à verdade faz enfrentar o desagrado sensível de uma conversa difícil. Faz a me preparar para ter clareza, me preparar para ser objetivo, certo? Então, meus amigos, esse é o ponto de hoje.
É essa a nossa live curtinha, direta, objetiva e clara, é isso. Então é isso, meus amigos! Muito obrigado pela presença de todo mundo.
Já vou mandando vocês embora. Eu vou embora também. Lembrando que tem texto de hoje, já postei o texto de hoje, toda quarta-feira, texto sobre psicologia em crise.
Tá desde hoje até hoje. . .
a igreja podia ser minha alma. E temos caixinha de pergunta aberta, eu tô dando dicas práticas lá, né? Me pergunta o que você quiser, eu vou dar dicas práticas para te ajudar a caminhar numa resolução mais saudável nesse sentido, tá bom?
E lembrando que o link da minha maratona está na bio, é de graça e online, tá bom? Então entra lá, se cadastra, porque vai ser bem legal. Eu adoro encontrar todos vocês, já que vocês estão aqui, melhor essa moral de assistir minhas lives nesse horário de almoço.
Ok? Então é isso, pessoal. Muito obrigado, estamos juntos!