nosso posicionamento no mundo nosso posicionamento frente à sociedade frente a cenário político frente à nossa família no nosso trabalho ou diante de nós mesmos é sempre reflexo de uma crença de um posicionamento mental só que nem sempre a gente tá tão consciente desse processo meu nome é k Aguiar E hoje nós vamos fazer um bate-papo bem leve aqui no nosso canal do YouTube sobre crenças limitantes [Música] então o primeiro elemento que eu queria que vocês considerassem é esse esse elemento de que toda posição que a gente tem ela é Reflexo da forma como a gente
vê o mundo então todos temos crenças ou seja esse status mental que estabelece uma verdade e é e é baseado nesse status mental acerca de Deus da vida da morte de nós mesmos dos demais que nós nos movemos e fazemos as coisas como nós fazemos e não de outra forma então por exemplo eu moro no oitavo andar se eu quero ir até o térreo eu sempre sempre saio pela porta e entro no elevador ou pego a escada que por que isso porque eu entendo uma ideia chamada gravidade eu acredito nisso eu acredito que se eu
for pela janela por exemplo poderia ser mais rápido mas que poderia ser Fatal então baseado nessa percepção nesse entendimento da vida naquele contexto eu tomo uma atitude que é usar o elevador que é usar a escada e nós fazemos isso acerca de tudo nós fazemos isso com todas as coisas inclusive conosco mesmo um elemento muito importante pra gente considerar dentro dessa desse âmbito filosófico é que quando eu falo de crença eu vou sempre falar de dois elementos de duas possibilidades um uma possibilidade que ela é valorativa que é a crença de que digamos assim e
a outra que é a crença real que é a crença em então eu posso valorar algo Eu posso considerar algo como positivo como negativo mas isso pode não ser a minha realidade então por exemplo eu posso considerar eu eu eu tenho a crença de que a morte faz parte da vida e eu acredito que Deva ser dessa forma que a gente Deva encarar dessa forma só que no que que eu realmente acredito quando morre alguém quando uma pessoa que eu amo tá perto de mim quando essa pessoa se vai que que eu sinto eu sinto
que eu tô perdendo alguém ou eu sinto que eu tô vivendo só mais um estágio da vida o qual que é a minha verdade de fato então do ponto de vista filosófico essa é a primeira avaliação que a gente tem que fazer então uma coisa eu acreditar que todo ser humano é digno de afeto outra coisa é lá no fundo do meu íntimo eu realmente me senti me perceber digno de afeto ou será que quando as pessoas estão começando a a se aproximar de eu as afasto uma coisa eu acreditar que o mundo deve ser
um um lugar cada vez mais justo outra coisa eh eu de fato contribuí para Essa justiça quando eu vou me movimentar quando eu vou tomar decisões quando eu vou me posicionar na vida eu eu acreditar eu entender que realmente eu preciso est posicionado de uma forma justa que o meu benefício próprio as conveniências não podem est acima de um bem comum ou de uma Justiça mais Ampla nem sempre essas crenças foram formadas através de um processo consciente na maioria das vezes não na maioria das vezes essas crenças se estabeleceram em nós de uma forma inconsciente
Isso significa que às vezes eu aprendi uma forma de ser uma forma de ver o mundo baseado no que eu tava vendo em cas na minha família às vezes eu aprendi na escola esse momento histórico social cultural político que nós estamos vivendo imprime algo em mim e o fato é que a minha visão de mundo então ela é um retrato de todos esses elementos não deveria ser assim nós deveríamos ser um produto da nossa própria consciência então disso se trata a ideia é que a gente possa refletir um pouco sobre isso para que esse processo
das crenças se torne mais Consciente e a gente possa dizer essa crença Sim essa essa eu preciso ajustar essa não me representa e a gente possa ir ir estruturando as nossas crenças dentro de uma evolução Ou seja a crença ela não pode estagnar a crença precisa evoluir dentro desse processo de tornar as crenças conscientes dentro disso da gente tomar consciência das crenças que temos tem dois elementos que eu acho que são fundamentais O primeiro é que quando isso acontece a gente para de mentir porque nós temos uma visão de nós próprios então eu sou uma
pessoa boa eu sou uma pessoa justa eu sou uma pessoa eu sou um ótimo amigo eu tenho uma uma percepção de mim mesmo só que lembra que eu falei da crença de que que nem sempre ela reflete a crença em a realidade a minha verdade então é é muito difícil para uma pessoa que tem a crença de qu ou seja se eu valorizo que a amizade é uma coisa tão importante é muito difícil olhar para mim mesmo e me reconhecer um um mau Amigo é Difícil olhar para mim mesmo e reconhecer que que eu pezo
conveniências que eu eu eu me sujeito a certos níveis de con chavos fofocas que eu considero o meu bem do bem do meu amigo então é difícil para uma pessoa por mais que ela seja assim de fato por mais que essa seja a verdade dela é difícil para ela dizer isso então o que que a gente faz a gente justifica então assim é um amigo que eu amo tanto mas ele fez um aniversário eu nem me recordei Mas é porque eu também tava tão ocupada e também ele nem tempo nem tem tempo de atender telefone
ele nem atende nem adianta ligar ou seja eu arrumo uma forma de justificar eu arrumo uma forma de embalar essa crença para que não me machuque tanto para que eu consiga relacionar com isso então quando nós vamos ver eu comecei a elaborar eu comecei a refinar algumas pequenas mentiras e a gente deixa de ter uma visão tão Clara tão limpa tão direta de nós mesmos então quando eu vou tomando consciência dessas crenças a primeira coisa que começa a acontecer é que nós nos tornamos mais verdade eu começo a olhar para mim mesmo e ver que
isso que eu Expresso Do lado de fora realmente reflete aquilo que eu levo dentro de mim eu não preciso ficar usando uma máscara um disfarce do lado de fora para disfarçar aquilo que sou para que as pessoas não vejam aquilo que eu realmente sou entende como eu disse não que nós façamos isso de uma forma imoral querendo mentir PR as pessoas querendo enganar as pessoas isso que acontece é De forma inconsciente que tudo isso acontece como uma defesa da própria psique é um processo natural Então esse é um elemento importante quando eu tomo mais consciência
das das minhas próprias crenças eu posso parar de mentir e viver uma vida mais verdadeira um segundo elemento que vai acontecer quando esse processo das crenças se torna mais consciente é que nós vamos evoluir com essas crenças Porque percebam nós não temos uma verdade absoluta então Vamos considerar hipoteticamente um ponto a um ponto a onde a verdade está que é a verdade sobre algo digamos sobre o bem Então nesse ponto nessa nesse ponto de máxima realidade o bem é aquilo que une Como já dizia Platão né E como conceberam também tantos anos tantos outros filósofos
que essa ideia de que existe bondade quando esse ser tá unido a si mesmo ao melhor de si próximo da própria ideia da própria essência e também tá unido com os demais elementos que constituem o todo então o Bem nesse ponto a nessa esfera mais alta é isso só que hoje a minha crença não é essa hoje por exemplo Digamos que eu tô aqui num ponto é bem distante daquele a mas nesse ponto é a minha visão de bondade é que bem aquilo que me agrada então uma coisa é boa quando me agrada se não
me agrada não é boa para mim então eu não faço eu posso até ter um discurso diferente lembra da crença de aqui mas na prática que eu realmente acredito é que as coisas quando são agradáveis são boas então eu tenho lá uma agenda de tarefas para fazer as coisas marcadas para serem feitas algumas são muito agradáveis outras mais ou menos outras não são adivinha se eu tenho essa crença adivinha Quais são as coisas que eu vou fazer as que são agradáveis Essas são as coisas que eu vou fazer é o que me agrada então é
o que é verdadeiro porque nesse ponto é é o que dá bondade eu vejo mas eu posso evoluir eu posso tomar consciência disso e perceber como como tá falha essa a minha visão nesse ponto Como deixa coisas em abertas como tem coisas importantes que são boas para mim que são boas pro outro que são boas pro meu trabalho pra minha família mas que ficam descobertas porque elas não são agradáveis então eu posso se eu tenho consciência disso eu posso refazer e dizer agora bem independentemente de ser agradável não ser agradável mas se é necessário eu
vou fazer então eu num determinado momento eu posso entender que o bem É o necessário para que eu possa alcançar os meus objetivos para que eu possa eh finalizar todas as tarefas que eu preciso finalizar e arcar com as minhas responsabilidades só que eu posso seguir isso vai me atender um tempo só que talvez não me atenda por completo Talvez eu seja uma pessoa muito eficaz que eu consiga fazer de fato tudo que eu devo mas que isso gera uma animosidade uma distância das pessoas que não seja forma mais humana que eu utilizo Então eu
posso ir refinando isso até que chega um momento em que eu consigo e em que eu vou olhar pras coisas e eu vou considerar que é bom aquilo que sim cumpre com uma com uma necessidade acessa uma necessidade resolve uma necessidade mas que também acontece de uma forma humana que também eu tenho oportunidade de colocar o meu melhor naquilo e eu saio de lá me sentindo mais mais forte mais corajoso mais bondoso mais justo mais Pacífico e também que me deixa mais próximo das pessoas então eu vou ver que às vezes na forma não é
muito diferente de como eu fazia lá no ponto c mas aqui nesse ponto b tão pertinho desse ponto a às vezes existe uma Harmonia maior uma integração maior minha comigo mesmo eu um saio tão cansado tão arrasado tão estressado estafado das tarefas e também não me distancio não me afasto das pessoas nós nos aproximamos mais então percebam como a crença foi evoluindo mas por quê Porque eu tava consciente do processo agora se eu não tô consciente do processo o mais possível de acontecer o mais provável de acontecer é que você vai repetir a história de
vida do seu pai a história de vida da sua mãe dos seus familiares do seu entorno que você vai ser um produto do meio em que você tá inserido é isso que vai acontecer se a gente não aprender a tomar consciência desse processo e aprender a a perceber a a detectar o que essa visão de mundo que tá estendo a minha forma de vida quando a crença não evolui ela começa a estabelecer um limite para mim um Horizonte então eu não posso mais me movimentar pela vida pelo mundo eu vou até aqui até onde eu
enxergo Então isso é natural nós vamos ter sempre limites porque nós não somos sábios nós não temos uma visão absoluta da Verdade a nossa visão vai ser sempre parcial Ok só que esse limite ele não pode estar tão próximo esse limite ele não pode ser tão Estreito senão começa a parecer que eu tô andando pelo mundo com antolhos como se fosse o cavalo com essa visão limitada que vai me dar também uma forma de expressão muito limitada Então como é que eu sei que a crença começou a me limitar como é que eu sei que
as crenças agora são limitantes da minha evolução são s um fator de de Detenção de limitação da minha experiência quando eu começo a ter aquela sensação de que eu já passei nessa prova antes de que esse problema de novo de novo de novo Passa um tempo e eu tô na mesma experiência eu começo a ter também às vezes uma sensação de que eu parece que a pessoa que eu sou podia fazer mais podia realizar mais podia se expressar mais mas parece que a vida que eu tô tendo é menor do que a pessoa que eu
sou a gente começa a ter uma sensação que parece que tá vivendo uma vida que não é bem a vida que a gente deveria tá vivendo porque o poderia viver uma vida maior entre todas as aspas do mundo do que essa que eu tô vivendo agora então esse processo de conscientização de como funciona esse mecanismo das crenças é uma experiência filosófica profunda que pode e deve nos Abrir alguns limites e nos fazer perceber que é isso que um ser humano é um microcosmo ou seja nós temos todas as possibilidades do Cosmo nós todas as coisas
um elemento bem importante as crenças Elas têm muitas raízes elas podem eh nascer de muitas formas muito comumente elas nascem do lado de fora ou conscientemente ou inconscientemente o mundo estrutura uma forma de pensar pra gente aderir então tanto pode acontecer como acontece dentro da nossa família com o nosso pai nossa mãe que fazem isso de uma forma inconsciente e que com a melhor das boas intenções às vezes com acaba transferindo pra gente todo um conjunto de crenças pouco avaliadas e pouco às vezes às vezes pouco substancial pra vida que eles querem que vivamos Mas
isso acontece é muito comum mas também tem o caso das das crenças que vão ser implantada de uma forma bem consciente né E aí vale todo um esforço de educação midiática pra gente poder perceber isso de uma forma mais clara de como Às vezes a forma com que uma notícia é escrita sobre às vezes como um assunto é muito insistido muito recorrente nos meios todos de comunicação sobre como isso vai moldando uma forma de pensar uma forma de ver o mundo né mas também a gente não pode ignorar que tem uma terceira forma das crenças
nascerem que é de dentro para fora ou seja nós também produzimos crenças e essa é a fonte o objeto Como eu disse no início Desse nosso bate-papo pode ser muito eu posso ter crença na vida na morte em Deus eu posso acreditar numa lei eu posso acreditar em muitas coisas acerca de mim mesmo acerca do mundo em vários contextos então agora nesse momento eu queria me ater a falar sobre um tipo de crença especificamente que são as crenças que nós estruturamos acerca de nós mesmos são as crenças que nascem dentros de nós e acerca de
nós essas crenças Que Nós criamos Elas têm uma base comum que é o medo o instinto de preservação da vida então esse instinto tão poderoso tão útil que viabiliza a vida ele se movimenta na nossa vida de uma forma inconsciente pode nos levar em caminhos não muito atrativos Então pensa comigo o instinto de preservação da vida é um instinto que que significa é uma memória esse é o instinto é isso que eu aprendi a fazer e que agora eu faço sozinho eu faço instintivamente eu não preciso pensar para isso acontecer toda vez que a sua
natureza achar que você tá sob perigo ela vai colocar tudo isso em Ação você não precisa pensar bate forte coração não ele vai fazer sozinho você não precisa pensar mãozinha começa a suar Não não precisa ela vai fazer sozinha todo esse processo quando nós estamos nos movendo vida fora muitas vezes a gente vai estar fazendo algo pela primeira vez muitas vezes eu eu tô eu preciso crescer Então eu preciso ir para um patamar superior e E esse novo essa novidade esse diferente é altamente traumático paraa Nossa personalidade via de regra é muito comum então que
o instinto de preservação alerte diga olha atenção agora agora nós vamos começar a percorrer caminhos nós vamos Começar a andar por lugares que a gente não andava antes olha essa forma com que a gente vai viver isso aqui é novo então atenção Então isso que era para ser só um alerta super saudável para você entrar agora mais Atento e poder viver essa jornada com mais sucesso isso que era para ser dessa forma via de regra não acontece assim e e esses estados todos esse esse frio na barriga esse desconforto todo muitas vezes é paralisante E
aí é como a professora Lúcia gosta de usar a expressão né nós damos pane de onde vem a palavra Pânico né nós damos pane nós congelamos nós paralisamos e ao invés de eu viver essa nova jornada eu fico aqui eu me acomodo nesse patamar onde não há medo onde é onde as coisas são conhecidas e aqui eu gostaria de fazer um parêntese porque eu eu não gosto dessa expressão que as pessoas utilizam que é assim ó zona de conforto Por que que eu não gosto dessa expressão porque eu acho que não tem nada mais desconfortável
no mundo do que você poder tá naquela condição e tá aqui para mim isso é a coisa mais desconfortável que existe então é uma é uma ilusão que a nossa psique acaba criando e ela cria e ela própria acredita de que aqui ela tá segura de que aqui ela vai ficar bem de que aqui é melhor e é importante que nós tomemos as rédias do processo e digamos não esse primeiro desconforto essa primeira experiência desconfortável ela é necessária Então nós vamos passar por ela para que nós possamos ser quem nós Realmente somos então atenção porque
muito dessa forma de ser que eu estruturo hoje pode est limitado e pode estar limitado nessas mentiras nessas meias verdades nessas falsidades que a gente vai criando e que nós começamos a acreditar nelas então eu começo a ter uma expressão limitada eu começo a me sentir Como se eu tivesse tolhido de alguma maneira graças a esse posicionamento então eu gosto de imaginar assim ó imagina que você é uma criança pequenininha e que sua mãezinha foi lá e te deu um sapatinho e você calçou É muito confortável é adorável mas se você começar a crescer e
você começar a sair pela vida com esse mesmo sapatinho você vai ver que dali a pouco você vai estourar o pé você vai começar a machucar o próprio pé você vai começar a deformar os dedos daquela criança por quê Porque ela não cabe mais ali então aquele sapatinho vai ser uma fonte de dor Isso vai ser uma fonte de problema para para essa criança e para mundo todo pra relação dela com o mundo de modo geral então eu chamo muita atenção para essa ideia né de zona de conforto que de confortável Não tem absolutamente nada
então pensa comigo se eu cresço no meu trabalho eu vou ter que pagar um preço por isso por exemplo se eu cresço como ser humano eu pago um preço por isso como é que fica a vida de uma pessoa que deu esse salto Então se no meu trabalho por exemplo eu passo a ter uma função de liderança o quanto eu teria que est disponível aquele final de semana às vezes não é mais tão livre eu teria que estudar Talvez um pouco mais eu ia ficar muito mais Alvo do julgamento das pessoas eu ia ter que
me envolver em mais conflitos talvez e dirimir questões complexas e às vezes nós temos essa sensação nós nos colocamos nessa posição porque nós achamos no fundo no fundo de forma inconsciente nós achamos que quando chegar lá vai ser difícil então para não viver aquilo eu prefiro ficar aqui onde eu tô a gente não faz essa conta conscientemente tá tudo isso acontece inconscientemente mas o fato é que acontece o fato é que eu deixo de est naquela posição eu começo a me boicotar para não viver aquela experiência para não est mais naquele ponto eu começo a
a puxar o meu próprio tapete e o que que eu queria é fazer vocês refletirem aqui nesse momento né é que isso é uma grande mentira na verdade nós começamos a contar Essas mentiras para nós e nós começamos a acreditar então nós transformamos essas crenças essas crenças limitadoras Essas mentiras em grandes limitações e agora eu não saio mais desse ponto e vou viver toda a minha vida nessa posição embora seja um ponto de desconforto embora não atenda as minhas necessidades embora me deixa aquem dos meus sonhos e atenção eu tô falando de uma espera muito
específica Como eu disse nós estamos fazendo aqui um parêntese pra gente refletir um pouco sobre essas crenças quando elas estão dentro da gente mas o processo é exatamente o mesmo quando a gente tá falando das crenças acerca de qualquer elemento da nossa vida são muitas as possibilidades de crença em relação a nós mesmos né Eu gostaria de citar aqui algumas que eu acho que são muito que muitas vezes quando a gente vê essa pessoa estagnando fruto dessas próprias crenças a gente vê algum desses processos então crenças como eu não posso crenças como eu não sou
bom o suficiente como as coisas nunca melhoram para mim eu não mereço ser feliz eu não posso confiar em ninguém eu devo ser perfeito para ser amado eu nunca posso mudar ou eu não consigo mudar eu não mereço sucesso eu devo agradar todas as pessoas são crenças muito comuns dificilmente a gente vê uma pessoa que esteja estagnado em algum ponto da própria experiência que não esteja vinculado com algum desses processos que não esteja processando alguma dessas questões ainda que de forma bem consciente ainda que intimamente hoje a título de exemplo para poder tornar esse nosso
momento um pouco mais prático eu vou falar de uma delas que essa eu não posso vamos falar um pouquinho sobre esse elemento eu vou fazer um exercício com vocês da gente identificar de trazer alguns elementos que ajudem a gente identificar quando essa crença é uma realidade a gente trabalhar de repente algumas estratégias bem filosóficas de enfrentamento E então vamos fazer esse esse essa pequena reflexão juntos como um exercício então toda vez que eu digo eu não posso significa que eu tô me posicionando do no mundo com limite certo então esse essa essa expressão Não posso
ela é um Rastro verbal de uma limitação então nós podemos fazer tudo aquilo que nós quisermos nós vamos encontrar as melhores circunstâncias os melhores momentos a melhor for nós vamos estudar as nossas prioridades mas toda vez que eu digo eu não posso via de regra n Claro via de regra você vai ver ali alguma associação a uma limitação então às vezes esse eu não posso aparece de muitas formas então aparece como eu não tenho mais idade para isso eu não dou conta eu não tenho inteligência suficiente para aprender essa matéria ai essa aula é muito
para mim Ah eu não sou capaz há uma pessoa com aidade com o meu gênero uma pessoa com a minha condição social uma pessoa com a minha condição financeira Não não é capaz de ou seja tem muitas formas desse elemento se manifestar mas o fato é que ele se manifesta é uma realidade e uma estratégia interessante para relacionar com esse elemento é pensar assim ó eu não conheço todas as coisas do mundo eu não sei de tudo então como é que eu sei se isso eu posso eu não posso só tem uma forma é tentando
então usar quase que de forma dogmática isso ao invés de dizer não posso não dou conta não sei primeiro diz eu vou tentar Tenta primeiro depois você vê se você consegue ou não mas primeiro tenta então tem gente que fala assim ah eu não consigo aprender outra língua Mas você já tentou se tentou quais estratégias O que que você já fez por onde você começou e esse é um outro ponto muito importante dentro desse processo que é toda vez que eu erro significa que eu evoluí no processo da crença por quê Porque quando eu erro
significa que eu já sei como é que não se faz aquilo então tô mais perto de saber como é que se faz porque pelo menos desce dessa forma eu já sei que não é então primeiro eu tento Depois eu digo se posso ou não posso como um dogma de não de não admitir mais dizer não posso não consigo não dou conta não é para mim então perceba que dessa forma nós temos uma nós identificamos uma crença então eu sei que quando passa na minha cabeça assim ai não tenho tempo ai não vou conseguir meu tempo
não é suficiente Ah eu não posso porque meu dinheiro não dá eu já entendi que isso tá me mostrando que ali por trás Tem um limite então eu já aprendi a identificar entendem isso eu vou viver a minha vida só que quando esse elemento vi atona eu vou perceber Olha tem uma crença inconsciente se expressando aqui então eu posso atuar então o O que que tem nessa circunstância que eu ia vivendo aqui que tá me deixando preocupada ou que tá me deixando assustada ou que tá me dando medo o que que é a novidade que
tem aqui então se eu vou lá encaro olho para isso de frente via de regra vai ser algo bem simples e que você pode ir lá e dar o seu passinho porque geralmente na nossa vida as coisas acontecem assim um passinho depois do outro um passinho pequenininho depois outro passinho pequenininho nunca é algo enorme e uma grande novidade um grande desafio assim via de regra as coisas são bem simples então eu aprendi a identificar e agora que eu identifico eu posso ir utilizando uma ou outra estratégia para me posicionar então isso is a gente pode
fazer com todas as crenças aprender a investigá-las aprender a a perceber se Qual é a crença que tá motivando o meu comportamento esses passos que eu tô dando esse meu estilo de vida essa forma que eu acredito de viver ela tá fundamentada no quê ontem eu assisti um filme chamado dias perfeitos e é um filme muito interessante de um homem que tinha um estilo de vida que ninguém conseguia entender por as a dos irmãos os colaboradores no trabalho ninguém entendia a forma dele viver porque era um homem muito feliz Vivendo uma vida muito simples lavando
banheiros públicos só que ele sabia por fazia e ele também entendia as motivações das pessoas que estavam ao redor dele então ele conseguia fazer daquela forma de vida uma vida extremamente feliz por quê Porque ele começou a acreditar que a felicidade não depende do que ele tava fazendo mas que era um posicionamento dentro ele começou a entender que ele podia ser feliz em qualquer circunstância Então veja que se você muda a chave dentro mudou a crença o posicionamento externo também vai ser outro Essa é a ideia né Por fim um elemento que eu acho importante
da gente tratar é o seguinte não adianta eu estar fazendo todo um esforço para me tornar mais consciente das minhas crenças E aí eu vou aprendendo e vou descobrindo algumas aqui e outras crenças vão entrando inconsciente por aqui ou seja como é que seria uma postura que eu poderia adotar diante da Vida em que eu iria imprimir menos menos crenças inconscientes e consequentemente limitantes como seria esse posicionamento primeiro ponto que a gente tem que pensar é que nós precisamos ter uma identidade uma identidade É sempre um posicionamento mental com o qual eu me identifico é
uma imagem mental com a qual eu me identifico se eu tenho clareza desse elemento eu posso agora eleger quais crenças vão participar do meu estilo de vida e quais crianças não vão participar agora se eu não tenho essa identidade eu começo a ter posicionamentos muito aleatórios e não só inconscientes mas também aleatórios que vezes vão me levar numa direção vezes noutra e às vezes são posições bem conflitantes outra postura importante que a gente pode ter diante da vida pra gente ter esses posicionamentos mais conscientes é saber pensar saber pensar por si próprio não só ser
pensado que é o que acontece via de regra né Então pense que na na infinidade de toda a natureza tem muita coisa a ser sabida e parece que querem que a gente acred gente que não tem mais nada para ser pensado então às vezes você fala uma coisa a pessoa olha para você e diz assim nossa mas é científico isso como quem diz assim você não precisa mais pensar sobre isso porque isso aqui Alguém já pensou e já a tese já tá escrita agora me digam quantas vezes uma coisa que tava escrita foi refeita foi
reescrita foi reelaborada foi repensada que disso se trata as crenças precisam evoluir então é muito importante que nós amos a nos sentir mais confiantes para pensar por nós próprios e acerca de qualquer coisa não tem nada no mundo que é prejudicial se eu pensar eu posso pensar sobre qualquer coisa eu já vi algumas pessoas falando assim nossa mas será que se eu estudar filosofia eu não vou ficar doido não você não vai ficar doido você pensar e não deixa ninguém doido tá então pode pensar à vontade outro elemento importante é saber que nós não sabemos
tudo aonde existe pretensão existe um ponto muito passível de manipulação então se eu sustento uma humildade em relação ao meu conhecimento eu tenho uma postura de aprender com todas as coisas e eu toco nas coisas com mais leveza considerando isso se não existe essa pretensão se existe essa postura mais humilde de aprendizado com todas as coisas é muito muit é muito mais possível que o aprendizado seja profundo e que essa manipulação não aconteça outro elemento que eu acho importante é a gente aprender a diferenciar quando é uma ideia e quando é uma crença limitante então
eu aprendi uma coisa nova quando é que eu sei que é uma ideia que pelo contrário vai expandir a minha vida ou seja um pontuar como falávamos lá no início é uma crença mas é o que tá lá bem bem adiante que tem um posicionamento mais arquetípico E quando é que é uma crença que tá aqui embaixo pertinho de mim como antos estruturando um limite muito breve PR Minha experiência como é que eu diferencio uma coisa da outra uma dica muito boa é a universalidade Porque se é uma coisa que só serve para mim nesse
contexto dessa forma se se se a a ideia por si só é a chance de ser uma crença limitante é muito grande agora as ideias são universais se é uma ideia se algo é realmente é bom se algo é justo você participa das ideias você vai se encontrar esse caráter de universalidade então em outras palavras né Vamos refletir sobre essa ideia de que nós não somos seres acabados né que como seres humanos nós precisamos evoluir nós precisamos a forma com que eu vejo o mundo hoje não é certa e não é errada é só um
ponto é só um momento da evolução se se a gente fosse considerar a evolução esse esse segmento de reta a forma com que eu vejo o mundo hoje é só uma parte é só um ponto nesse segmento não é pior nem melhor que nada é só um estágio é só um estado da nossa evolução e eu gosto muito de pensar assim porque eu acho que pensando dessa forma a gente desenvolve uma um olhar mais amoroso pra nossa própria evolução um olhar mais mais amoroso para esse momento da evolução que eu me encontro agora eu começo
a olhar para isso de uma forma eh com mais aceitação com mais leveza sem ficar sofrendo pelo tanto que ainda falta sem ficar triste porque eu só andei esse pouquinho Olha como eu sou péssimo não é só um ponto e não tem um ponto superior a outro não tem um ponto melhor do que outro é só um ponto dentro dessa jornada que é a vida então acho que se nós temos essa consciência de que a vida é essa caminhada de que a vida essa jornada nós podemos imaginar que cada pontinho desse cada crença dessa é
muito importante tem sim o seu valor então nós sim por isso precisamos respeitar nossas próprias crenas as crenças dos demais porque é isso que representa né é o momento daquele ser de existir de se expressar isso tem todo valor agora se eu tomo mais consciência desse processo eu posso evoluir nesse processo e eu acho que como seres humanos é disso que se trata é isso que nos [Música] cabe [Música] k