Qual que você acredita que são os primeiros passos ali, o beabá da produção de conteúdo? >> Eh, eu diria para esse profissional ir buscar um mínimo de domínio de público e ter algumas pequenas referências. Então, pô, eu acho bacana o tipo de conteúdo que o Caio gera. O o profissional que você contrata para trabalhar com você, ele não tem uma bola de cristal. Você é a pessoa que tem que dar as cartas e Alinhar as expectativas do que você espera, tanto de edição, comunicação, criação de conteúdo. E mesmo que esse cara ele crie um conteúdo
para você, é você que tem que direcionar. >> Enquanto muitos querem chamar atenção e viralizar, ela escolheu se conectar. Ela é fundadora do caderno Studies e ensina que vender no digital não é sobre ensenar, é sobre ser real. Com uma visão estratégica e humana da comunicação, mostra que a autenticidade também Converte. No episódio de hoje, ela fala sobre como criadores e marcas podem crescer com propósito, influência e resultado no digital. A convidada de hoje é Luana Carolina. Qual você acha que é a maneira mais eficiente ele ter dele dominar o público que ele tem? >>
Conversando, você pode ou perguntar de forma óbvia, ou você pode, além de perguntar de forma óbvia, sabe o que você faz? Vai no TikTok, vai no YouTube, pega os conteúdos da sua e abre os Comentários. Eu faço isso até hoje. Para mim, nossa, se torna tão óbvio as objeções, as dores, as situações. Nada, nada é mais frutífero do que um relato genuíno de alguém. Esse assunto me anima tanto porque eu vejo o quanto eu centrupliquei meus resultados ouvindo as pessoas. [Música] Pausa rápida no episódio. Olha isso daqui. 78% de vocês que estão assistindo esse episódio,
vocês não estão inscrito No canal e vocês vão perder muita coisa. Às vezes aquele episódio que você não viu tinha o que você precisava. Então para agora só se inscreva no canal para você não perder nada. Eu tenho certeza que você vai ser o maior beneficiário disso, tá bom? Então clica agora, se inscreva e você vai garantir que tudo chegue até você, beleza? Então, volta no episódio, se inscreva e continue assistindo. Senhoras e senhores, sejam todos muito bem-vindos a Mais um episódio do Como você fez isso e hoje vou bater um papo com minha amiga
querida, que eu adoro ver ela sempre, como vocês viram aí na nossa abertura, por sinal, sempre muito maravilhosa e obviamente sei que a nossa produção está aqui hoje e eu queria uma salva de palmas pra Luana Carolina, maravilhosa, sempre muito maravilhosa. >> Obrigada >> Lu, feliz você tá aqui. Muito feliz de estar aqui novamente. >> Todo o papo com você. Gosto muito porque você sempre de uma maneira muito inteligente e prática. >> Não prometo nada não crie não promet nada. Cria expectativas e me deixa com isso. Ã, o linguajar é sempre muito prático, né? Sempre
tenta descer para um jeito de cara sai e faz execução máxima, né? estilo. >> Ah, e eu o como pra gente começar a conversarlo, o cara quero falar muito sobre a sabe, geração de conteúdo. Obviamente para isso eu vou falar de rotina, né? Porque para você gerar conteúdo sem rotina é uma coisa que se você não vai longe. Então, ah, eu acredito, nos últimos tempos o a internet vem falando muito qual que é o próximo formato de geração de conteúdo, gerar valor nas redes sociais >> e e quero muito a tua cabeça para quando a
gente fala de rotina, hábito, porque eu acho que toda atividade que não é Feita de maneira consistente >> seja >> tem quantas pessoas erram no conteúdo que já caem na primeira etapa de não tem consistência, >> não tem constância. >> Mas como você tá enxergando primeiro? como você tá enxergando conteúdo? Eu sei que muitas pessoas te procuram perguntando sobre isso. >> Sei que você lê muito, pesquisa muito, estuda muito sobre o tema, >> cara. Então assim, eh, vamos entregar bastante, né? Vamos entregar bastante que hoje. Podem pegar aí caderno, anotar que hoje vamos fazer um
negócio legal. Mas assim, a primeiríssima coisa que eu falo é o quê? Quando eu falo em gerar conteúdo, você não concorda comigo que a interpretação que a pessoa tem disso vai depender de quais são os conteúdos que ela consome? >> Verdade. >> Se ela consome influenciadores que Transformam a própria vida numa novelinha, que ficam em fofoca para cima e para baixo ou fazendo piadinha. Quando eu chego para esse cara e falo: "Cara, você já pensou em produzir conteúdo para divulgar seu trabalho?" De primeira ele vai se imaginar imitando esse influenciador, fazendo uma dancinha, fazendo aquele
negócio que não tem a ver lá, é com Cré. Mas agora o cara que acompanha você, acompanha Joel, acompanha Flávio, acompanha a galera do Empreendedorismo, se eu falo para ele já pensou em divulgar o seu serviço online, ele vai ter outra referência. >> Uhum. Então, já pra gente partir de um mesmo ponto, todos aqui alinhados, quando a gente fala de criação de conteúdo nas redes sociais, é um mar de possibilidades. É literalmente comunicar em larga escala, ponto final. >> O que você comunica e o formato que você comunica. Aí depende. Aí a gente começa A
abrir uma porta e falar de 1 milhão de coisas. Mas a primeira coisa é o que você tem consumindo nas suas redes sociais. Porque se você consome algo que você não se enxerga fazendo aquilo ou não admira, você já vai criar um bloqueio psicológico de ser um criador de conteúdo. Porque na sua cabeça ser um criador de conteúdo vai se limitar a agir como aquelas pessoas que você segue, que você só dá uma risadinha, faz Negócio, mas você não admira o cara profissionalmente. >> E quando você fala criador de conteúdo, eu nem sei qual que
é o estereótipo que vem na cabeça das pessoas. também uma coisa, fal assim, cara, eu não sou nem perto e ninguém tá falando para você a B, C, D. é simplesmente utilizar plataformas disponíveis para você espalhar aquilo que você sabe que faz bem para alguém com o objetivo de estabelecer uma conexão com outro Indivíduo. >> Exato. E é aqui que a gente já começa a encontrar barreiras e limitações, porque a gente está falando de uma coisa, mas cada um que está assistindo está interpretando de de acordo com as experiências que tem de aquilo que vive.
Mas agora o cara que ele já se livra disso, ele entende? Beleza. Criação de conteúdo não é sobre performar como uma celebridade de entretenimento, mas é eu trabalhar uma comunicação e ganhar Visibilidade. >> Sim. >> Porque muitos profissionais da área da saúde estão acostumados com o congresso. O que é congresso? a união de pessoas de interesse em comum, aonde tem uma pessoa, algumas pessoas que vão falar, que vão ser o centro de atenção, porque o conteúdo que ela fala é útil para aquelas pessoas que estão lá. Então, veja que isso de alguma forma já é
um estilo de criação de conteúdo, só que Não nas redes sociais, só que com as redes sociais eu não tenho limites geográficos. Eh, literalmente eu pegar um dia aqui falar e não tenho limite temporal porque fica gravado e daí começo a me beneficiar mais dessas variáveis que o digital proporciona. E por que eu falo de congresso? Porque a pessoa daí que tá assistindo, que já participou de congresso ou até de palestra do evento que vocês fizeram, >> pensa que ali tem pessoas unidas por um propósito. É um tipo de público que está lá para resolver
um tipo de dor ou expandir a mente. No caso de vocês, empreendedorismo, modelo de negócio, vender mais, fazer mais dinheiro. >> E tem pessoas que estão no palcos, que são os porta-voz, tem quem está passando a mensagem. Na internet essa dinâmica acontece. você gera um conteúdo, ele chega para um determinado tipo de pessoa que tem o interesse de se beneficiar Daquilo lá. Então, opa, daí a gente consegue entender que não é tão impossível se enxergar como um criador de conteúdo, porque o cara que te acompanha não é impossível ele se enxergar um dia lá palestrando
com você, estando junto em eventos. Isso para ele não é impossível imaginar. Então a gente quebra essas barreiras para beleza, agora estamos falando da mesma coisa aqui. >> E que que você acredita pelo primeiro Passo? Tá, alguém que tá ouvindo a gente falou assim: "Bacana, entendi, >> entendi que já foi a fase que achar que produzir conteúdo é coisa de blogueiro. >> Gente, de que eu como profissional, seja ele médico, advogado, empreendedor, que é dono de um estabelecimento, vende um produto a serviço X Y, ele sabe que seria muito mais fácil vender se mais pessoas
tivesse conectado com ele ou com a marca dele. >> Qual que você acredita que são os Primeiros passos ali? beabá da produção de conteúdo. >> Clareza de intenção. Eh, quem já é adulto, já trabalha, já faz dinheiro, não pode se dar ao privilégio que eu me dei quando comecei, porque eu comecei, tinha, sei lá, faz 11 anos isso. Eh, e alguma adolescente que cria conteúdo que fica se descobrindo porque o tempo passa. Então, a primeira coisa, tem uma clareza de intenção. O que eu quero com as minhas redes sociais É aquisição de cliente? Não, eu
quero só conseguir ser mais visto. Eu quero que as pessoas entendam o resultado que eu já tenho, porque tem muitos profissionais do offline que são eh referências no offline, só que são referências na região deles, na cidade deles. >> Uhum. Portanto, às vezes o objetivo dele, o cara não quer mais agenda, lotar mais agenda, o cara não quer, ele só quer ser Mais conhecido, >> autoridade, né? >> Também é uma saída. Outra saída, pô, quero usar a minha voz para começar a atrair outros profissionais e gerar ali um núcleo aonde a gente troca informações, que
é hoje o que vocês fazem. Uhum. >> Então, tudo tem o seu objetivo. Para isso, você vai definitir. Começa por aí, porque o conteúdo que atrai um empresário é completamente Diferente do conteúdo que atrai um estudante, que é completamente diferente do conteúdo que atrai um concurseiro. Então, é um tipo de pessoa que ela em algum momento vai se identificar com você. E se eu não tenho claro quem são as pessoas que eu quero atrair, eu começo a gerar aquele conteúdo, não sei se vocês já viram isso, que nunca da em nada, que é o cara
que liga a câmera e fala: "Você sabia?" >> Sim. >> Ninguém dá mínima para aquilo. Ninguém vai parar para ouvir. Você pode contratar editor, social media, você pode ter uma equipe gigante de pessoas criando em larga escala aqueles posts nada a ver institucionais, parece um monte de propaganda, sabe? catálogo online, né? >> Catálogo online. Médico faz muito disso. É aquele negócio, você fala: "Olha, melhor, sabe, economia e dinheiro compra outra coisa". Então, calma, eu vou Atrair certas pessoas para cá e daí a gente começa a falar de estratégia, de uma estratégia de conteúdo. Porque o
conteúdo, igual da rotina, que a gente já conversou aqui, a rotina não serve a um propósito. >> Uhum. A linha editorial, o teu conteúdo, ele serve a um propósito. Se eu agora tô vendendo uma mentoria, eu tenho que gerar um tipo de conteúdo que vai trair uma audiência qualificada para Essa mentoria, gerar consciência para aquela mentoria. Senão, eu quero estar em podcasts, eu quero estar em lugares e as pessoas saberem que eu existo. Muitos empresários fazem milhões no offline, cara, eles querem começar a ser descobertos, pô, quero dar dica e tal. Então, ele tem que
ganhar visibilidade, ser visto por você, pelas pessoas certas. Então tem que ter esse objetivo do que quer, saber que por quem ele quer ser achado. Só daí a gente fala do que vai falar, do conteúdo. E a galera faz o caminho oposto, começa a falar um monte de coisa e daí ela tenta dar a sorte. Não, vamos ver se esse conteúdo vai chegar. Isso não existe. Nem empresa, eu duvido que aqui essa empresa gigante, contando de funcionário, vocês pegam: "Ah, não, vamos trabalhando aí, quem sabe o vendedor que trabalhar do jeito certo vai fechar um
cliente." Pô, que isso? na internet não é diferente. >> Essa intencionalidade acaba sendo um grande elemento. Um bebai é o que que você quer. Acho que é uma pergunta fundamental para todo mundo. >> E e pessoa já tem essa intencionalidade, sei o que eu quero, sei qual que é o meu objetivo. Obviamente talvez no meio do no caminhar ela descubra que seja mais uma coisa do que outra, mas é é legal você ir pelo menos com piloto, né, ter essa palavra intencionalidade. >> Sim. E aí, o que que você recomenda hoje? Qual que é o
a maneira correta de começar? Você falou muito sobre videomaker, é sobre design, sobre social mídia. É preciso ter um time para começar a geração de conteúdo hoje? Hoje como que você vê? >> Eu vou partir do prposto. Tem quem está assistindo aqui tem um um mínimo de condição financeira para ter algum uma equipe pequena, >> tá? >> Por que eu tô falando isso? Porque tudo depende. Às vezes o cara tá assistindo, não tem um puto no bolso e vai ter que se virar. Mas até antes de contratar um profissional, eh, eu diria para esse profissional
ir buscar um mínimo de domínio de público e ter algumas pequenas referências. Então, pô, eu acho bacana o tipo de conteúdo que o Caio gera, eu acho bacana o tipo de conteúdo que o fulano gera. Por Quando ele vai atrás de um profissional, o que hoje é a realidade, a pessoa pede indicação, ah, você tem um social media. Aí o amigo dele tem uma loja de roupa, tem um social mídia e conhece outros social mídia. E o profissional que ele atrai é um profissional que não vai saber. O o profissional que você contrata para trabalhar
com você, ele não tem uma bola de cristal. Você é a pessoa que tem que dar as cartas e alinhar as expectativas do que você Espera. >> Uhum. tanto de edição, comunicação, criação de conteúdo. E mesmo que esse cara ele crie um conteúdo para você, é você que tem que direcionar qual conteúdo é. E aqui começa a ficar difícil, porque hoje 99% dos profissionais autônomos que contratam uma equipe, pegam algum social mídia, que é indicação de alguém e o coitado do social mídia, né? Cai lá, o cara quer pagar, sei lá, 2.000 por mês, quer
que o Cara tenha o conhecimento de cop de tráf, faça tudo e mais um pouco. Não vai dar. O que você falou também é uma fiz uma pergunta, mas eu estava falando geralmente a maioria das pessoas que até por exemplo, eu tô em vários lugares, as pessoas me perguntam se eu tenho algum para indicar, te acompanho. Parece que o cara tá perguntando: "Você tem alguém para fazer por mim?" >> Isso >> não, a pessoa, a pessoa não quer, ela quer delargar, ela quer falar assim. Eu acho que a pessoa que já fez essa pergunta ainda
não entendeu o nosso papo aqui de hoje, que geração de conteúdo é uma atividade chave. Ela tem, ela não quer gravar, ela quer usufruir dos benefícios da criação de conteúdo, mas ela não quer fazer essa demanda chave, que é botar a boca no microfone e falar, olhar pra câmera e performar publicamente na frente de uma câmera. >> O cara quer os resultados disso, ele quer usufruir dos benefícios da escala, margem, recorrência do digital, mas ele fica ai, gravar, ah, não, não, bota, bota o time para fazer conteúdo, ai não tem como alguém fazer no meu
lugar. Então, tipo assim, meu filho, boa sorte. Foi o que eu falei hoje mais cedo. Se você é um profissional que você quer usufruir do digital, dos benefícios do digital, e você não quer gravar, que é literalmente a demanda chave, você vai Estar concorrendo com pessoas que têm tesão de gravar. Olha quando você vê, você senta aqui gravar, você pega seu celular gravar, você grava criativo lá pro vent para todos os lugares. Poderia hoje você poderia ter alguém, não poderia? >> Uhum. vai largar mão de sua tarefa chave, sua dessa demanda mais importante. Eu quero
ver, ai é porque eu não eu não sei me dar bem com a câmera. Problema é teu, dá teus pulos, cara. Tipo assim, é você tá escolhendo esse caminho e daí tá entendendo que a pessoa é tipo tem muitos direitos e nenhum dever. Aí ela ainda exige do cara que ela contratou por dois conto por mês para fazer tudo e acha ruim que o tráfego não tá indo bem. sendo que daí ele não grava os criativos que pedem para ele. Daí ele acha ruim que a postagem não atrai cliente, mas ele deixou tudo nas costas
de um social mídia para fazer a estratégia, para Fazer a edição. Ele quer mágica. E eu acho que isso conversa muito como funciona as empresas. Você deve ver muito isso. >> Sim, sim. Quero entender um pouco sua cabeça em relação à rotina, dona Luana, >> como que você faz hoje com a tua rotina de produção de conteúdo? Como é que hoje a sua rotina? Você senta, por exemplo, de manhã, você já sabe, você faz uma busca sobre, cara, eu vou eu vou fazer assim, assim, como é que você faz? E Hoje no nível que você
tá, mas eu quero só entender a tua cabeça. >> É muito mais simples. >> Sim, >> porque primeiro que é assim, eu acho que quem trabalha não pode se dar o luxo de parar a rotina para criar conteúdo. >> Concordo. >> O caminho inverso, você vai transformar tua rotina em um conteúdo. Alona, então vou ficar gravando vlog? Não, a pessoa não entendeu ainda. Se eu sento aqui Para conversar com você, fora de podcast, ah, você chegou ali, a gente vai conversar, você não concorda que eu e você temos pontos de interesse que tem, por exemplo,
negócios, internet, alta performance não e naturalmente a gente vai conversar. >> Uhum. vão ter assuntos para ser falado, porque você vive sua vida e como você tá no meio de empresários e você resolve gestão de empresa e você tá falando de vendas, você vive isso, o teu dia a dia É literalmente assuntos e conteúdos do meio. Eu não vejo sentido na pessoa parar para pensar e procurar um conteúdo para falar. Não faz sentido. O médico, ele acabou de sair de três consultas, ele acabou de atender três demandas. Ele poderia fazer disso uma conversa nos stories
dele, fazer disso um assunto? Só que eu eu sinto que a chavinha não virou ainda para as pessoas que criação de conteúdo, mas extensão do teu offline. >> Uhum. >> O cara que numa mesa de conversa com os amigos, ele não consegue se desenrolar para falar alguma coisa e ser atenção numa mesa de conversa com os amigos, ele não vai conseguir fazer isso nos stories. Se o cara não consegue desenrolar o mínimo papo com Uber, com caixa do mercado, tipo, e aí, bom dia, tudo bom? Se ele não tem esse mínimo carisma no offline, o
online não vai fazer mágica. Aí decorar quais são os Ganchos que performam bem, qual o tipo de não vai fazer mágica. Então o que eu trago inclusive para meus alunos, que é o que eu uso, é no seu dia a dia, toda hora é uma oportunidade. Você tá desenvolvendo um conteúdo, desenvolvendo uma ideia. Eu conversando aqui com você agora, eu tenho ideia e provavelmente daqui eu gero algum conteúdo lá pro meu Instagram, porque isso é a minha vida e tá aí o problema do cara que quer falar na internet algo que ele não vive. Aí
Ele tem que ficar caçando conteúdo e por aí vai. Então hoje a dica que eu dou é: "Ah, cara, de onde pensar numa rotina para criação de conteúdo?" é mais pegar as oportunidades do que pegar o insite, pegar a ideia, observar e analisar que putz, isso que acabou de acontecer interessante do que parar a sua vida para pensar em algo interessante. Eu vejo claramente entre todos os criadores de conteúdo de altíssima Performance que eu conheço esse padrão. Eles não ficam parando para criar algo que é interessante. Um humorista, ele para para criar piada? Não, o
bom humorista é aquele que observa as situações do dia a dia, ele, putz, isso daqui é bom. Tá vendo? É a diferença de que é mais um pique, sabe? >> Sim, mas eu concordo demais o que você falou aqui. E eu até ele vei falei assim: "Pô, tô no cabe certo, né? Eu eu acredito que documentar é mais fácil do Que criar, né? Eu penso: "Ó, car, você tem que criar um conteúdo." A minha cabeça já fala assim, cara, parece que eu tenho que parir uma ideia. >> Você não se sente burra? Eu me sinto
burra quando eu tenho que parar criar. do parto, minha mulher. Sim, tem três, mas mas eu já penso que eu ten que, cara, saiu uma ideia, né? E quando quando eu penso >> e não é só uma ideia, uma ideia incrível que vira ali. É, tá vendo que >> aí eu acho que é o contrário, assim, por exemplo, eu eu acabei de sair uma reunião, falou assim, cara, isso aqui que a gente discutiu muito legal, tem que avisar a turma disso aqui, cara. [ __ ] galera, eu acabei de sair de uma reunião aqui no
vence, aí tá falando sobre isso, isso, isso. Eu acho que você tem esse desafio também, cara. começa a prestar atenção no A, B, C, D, E, porque eu tenho certeza que o F vai ser muito melhor. >> Meu conteúdo hoje ele é assim, inclusive eu do feed, inclusive o conteúdo do feed meu é assim. Um dos meus conteúdos que hypou esses tempos foi quando eu falei tipo: "Ah, eh, você tem que ostentar nas redes sociais, porque eu tava conversando com um grupo de amigos e tal, tava falando desse negócio de ostentar e tal, deu, [
__ ] vai ostentar aí, olha, olha quanto cliente teu com resultado, velho. Vai ostentar isso, olha como você é bom, Vai ostentar isso." Aí eu, pum, fechou. É isso, pum, estourou, vendeu horror, isso foi ótimo. Por quê? É, é, é, é, é esse radar de, se você viu que teu amigo falou, fala mais para mim, acabou, aquilo tem que ser conteúdo. Então, procurar esses essas minis, hum, >> uau, >> uau, mas são minis, é tipo alguém ou alguém tá perto e e para de falar para te ouvir. Esses microcomos humanos de interesse Das pessoas, da
tua vida, da tua rotina, do teu dia a dia. Por isso que o primeiro passo é na tua vida o quanto você gosta de expressar ideias, conteúdos. Ou quando você senta para falar com alguém para falar da vida do outro? >> Sim. Eh, você falou uma coisa muito forte, né? Eh, ter atenção nos fale mais que acontece no offline, porque com toda certeza você traz isso pro online, as Pessoas vão querer falar sobre se interessar sobre o interesse de um, geralmente é a interesse de vários, né? se interessou com toda certeza mais pessoas. >> Isso
é bacana, né? Porque tem gente que fala assim: "Ah, mas a minha rotina é chata. Minha rotina, cara, não tem nenhuma rotina que não tenha que minimamente aconteçam coisas que outras pessoas se interessam. Pode ser que não seja muitas pessoas, porque você fala, Sei lá, você tem um um determinado nicho específico ou até você tá debruçada sobre um tema onde não tem mercado endereçável tão grande, mas sempre vai ter alguém interessado sobre algo que você faz ou conhece. sabe, acho que isso é importante, né? >> Não, e até esse negócio da rotina, porque sinceramente assim,
ó, sempre vai ter pessoas que são mais inteligentes que você, mais bonitas que você, com mais viagens que você, com mais carisma Que você, com mais amigos importantes que você. Então, se for também para ficar esperando at Ah, não dá, né? Mas o outro ponto principal é que, gente, para mim é tão visto, não é? A sua rotina é o que você faz a tua rotina. Tuas filhas chegam da escola contando para você, teu filho, o que aconteceu, tipo, ah, tal, a professora e daí o fulano e daí pode ver que a criança ela tem
e ela consegue dar empolgação pras coisas mais toscas que acontecem, só que ela consegue Externalizar o quanto aquilo para ela foi importante. E aconteceu recentemente algo muito engraçado, que eu gravei um vídeo brincando, cara, falando e eu tava eu tava meio revoltada na hora de eu gravei aquele vídeo meio que para mim, sabe? Mas postei, eu pego aí eu, você tem comida na geladeira? Come a comida da geladeira. Ah, não fiz esse negócio de, ah, seu dinheiro merece respeito, tua dieta também. Você tem comer da geladeira? Come comendo da geladeira. E Cara, estourou a galera
tipo fica Luana, ah, Kaká, ia pedir delivery, lembrei de você e não sei o quê. Quantos de nós que estamos aqui não teve, olha a situação da rotina, vontade de pedir comida, mas, pô, não vou furar diata, vou comer o que tem na geladeira. Desculpa, eu não tô viajando para Maldivas, eu não é, tá vendo? É olhar pra rotina e você compartilhar essa rotina igual você compartilharia para um amigo teu. Eu sinto que o que falta nas pessoas é esse Tom de conversa no conteúdo. O cara cria conteúdo paraas redes sociais, ele esquece que tem
outra pessoa vendo. O cara assim, ó, falando com os amigos dele, ele é incrível, é engraçado, n. E quando ele pega o celular, a essência dele morre. Por quê? Porque ele tá buscando performar ao invés de estender aquilo que ele já é, as conversas que ele já tem, o tom de fala que ele já fala a respeito das coisas. >> Muito bom. Muito bom. Porque essa Expectativa de não, eu tenho que impressionar alguém, eu tenho que preencher requisitos. Numa conversa você chega em casa falar com a Fabi, eu duvido que você fica pensando como preencher
requisitos. Você só, sabe, entrega as coisas, pô, hoje foi tal coisa, nossa, no Gil aconteceu e sabe, falta isso, as pessoas esquecem do mais básico possível. >> Por que que você acha que as pessoas não, a maioria não, não querem ou tem Medo de ser uma extensão nas redes sociais do que é na vida? né? Porque eu acho que o povo inventa muito pra cabeça, cara. Eh, primeira coisa, justamente pela pelos critérios que eles têm do que é sucesso e de referência. Eu falei esses dias, a pessoa ela coloca para ela mesma expectativa de performance,
ela acabou de começar algo, criar conteúdo nas redes sociais e ela coloca uma expectativa de performance que nem quem tem anos de experiência Atinge. Então já começa por aí, porque é uma distorção completa do que é um bom resultado. Isso a pessoa com desenvolvimento pessoal, ela tem que uma hora ou outra se dar conte que meu. Você nunca vai ser feliz assim. O segundo ponto é essa sensação que eu tenho que de primeira conseguir fazer algo bem. Nossa, mas eu vou expor que eu sou meia boca. Se eu começar a gravar mais vídeo, poxa, o
pessoal vai começar a perceber que, sei lá, eu engordei um pouco mais Porque eu não tô no shape, a minha voz não tá no jeito que eu gosto. E e vira aquele negócio cansativo, cansativo e e a pessoa fica se podando. E é nesse momento que eu falo o seguinte, sabe esse fracasso que você tá evitando? A tua melhor versão de mais alta performance e de mais resultado, o cesto que ela tem de fracassos é tão grande, tão grande, tão grande, que você não tem noção. Hum. >> Mas para chegar lá, ou você aceita que
Vai ter que passar por isso, porque o o que é o fracasso? Ele é ele ele é literalmente o ponto que traciona a gente pra gente ver que não deu certo e que precisamos mudar. Se eu não fracasso, quer dizer que o o jeito que eu faço as coisas, a minha explicação a respeito do mundo, a minha visão sobre o mundo e todas as minhas habilidades já me entregariam o resultado que eu quero. >> Sim. >> Se você não fracassar, significa que você só fluiria pelo que você já é perfeitamente, mas aquilo que você já
é te trouxe até aqui com os resultados que você tem. Portanto, o fracasso, ele é justamente essa tentativa diferente de fazer algo e colocar em cheque aqueles hábitos que você tinha até então, porque essa versão que você quer com resultados que você não atingiu está fazendo coisas que você não fazia. E não é mudar. É uma ilusão Na cabeça das pessoas. Elas acham que elas precisam fazer diferente. Mas você não concorda comigo que nesse caso fazer diferente é fracassar no seu modo atual? Por isso que a tua melhor diversão, ela tem um cesto assim, ó,
de 20 kg de fracasso. Uhum. E se você não aceita que você tem que passar por esse processo, que é mudar a tua explicação sobre o mundo, você vai ficar intocável, mas vai ficar nessa misquinha atual eternamente. Porque ai, porque eu tenho certeza que As melhores decisões profissionais que você fez e as mais difíceis, mas que trouxeram mais retorno, foram as que você teve que aceitar que o jeito que fazia até então não era o melhor e mudar. E não é fácil pro ego fazer isso. >> Você falou uma coisa muito boa, né, que a
a o fracasso é como se fosse uma bifurcação necessária para você encontrar o teu eu melhor, né? E as pessoas acham que é o contrário essa Essa essa bifurcação. Eh, o, né, as pessoas começam a gerar, a gente tá falando aqui de conteúdo, começam a gerar conteúdo daquele conteúdo que postou, pô, ninguém comentou, ninguém compartilhou, pô, foi um fiasco, então significa que eu não sirvo, não. Você tá aprendendo aí às vezes um um um uma vitória. Eu acho que o eu acho que o grande lance, Lu, as pessoas não sabem identificar que que é uma
pequena vitória dentro do mundo de Geração de conteúdo. Não sabe o que que é uma pequena vitória. É uma venda, eu já acho uma vitória muito grande, uma uma venda. Você postou ali, você começou a gerar conteúo, já fez uma venda. Pô, cara, foi uma baita de uma vitória. >> Foi, >> né? Que aquela já deu roy, eu acho que uma boa vitória você ter um feedback positivo, um cara, gostei do pensamento, parabéns pelas ideias, pô. Você já viu, já tá te dando um norte. Você não Concorda que as pessoas tm desafio de até determinar
que que é uma pequena vitória, como que eu avalio se estou indo num caminho eh no caminho certo. Eu vejo que as pessoas têm desafio enorme até de setar que que é uma pequena vitória. >> Não. E você viu que a gente começou falando dessa pequena vitória que acontece no offline, >> não é? que é o teu amigo, ô cara, me explica Melhor o que é o teu trabalho. Se você não consegue ali gerar uma clareza para as pessoas convivem com você, o que você vende, que ilusão que você tem que nas redes sociais as
pessoas vão ter uma bola de cristal. As pessoas deixam de vender nas redes sociais por dois motivos, tá? O primeiro deles porque elas simplesmente não falam que elas vendem. Eu tenho uma regra, todo mundo que me segue tem que saber o que é SP. >> Uhum. senão eu tô fazendo alguma coisa de muito errado. Hoje abre uma enquete no teu Instagram, você que já vende, pergunta: "Ah, você conhece um método tal?" Sei lá, se a pessoa vende um método ou se vende um produto, você conhece um produto tal? Se a maioria responder que não, você
tá deixando dinheiro na mesa simplesmente por nem tentar. E o segundo motivo é de não ter clareza na comunicação. A gente tava falando Isso agora ali com a Han. Cara, eu acho um pecado o cara que deixa de vender por confusão. Tipo assim, o cara compraria de você, ele só não comprou porque ele não entendeu o que você fazia. Então, criar conteúdo nas redes sociais, se você começa a ter uma clareza no offline, pô, teus amigos conseguem entender o que você faz, fala que legal, me conta mais, joga pro online. E daí a galera quer
muito esse negócio De ter quantidade de seguidores. Aí a pessoa tem 20 views nos stories, não vende nada e acha que tem que ter, ah, quando eu tiver 5.000 eu vendo. Então vamos lá. Você tem uma padaria, entrou 20 pessoas, nenhuma comprou. Você acha que teu problema é falta de circulação de cliente? ou de oferta de produto, disposição ali do produto na padaria, gestão os funcionários. E daí a galera vem, ai não, eu vou criar Um Instagram do zero porque eu não tô vendendo. É literalmente o cara querer pegar padaria que não tá vendendo nada,
que vem pessoa mais sai sem comprar, >> derrubar e fazer outra. >> É, derrubar e ir para outro bairro. Rede social é igualzinho. Se você não dá conta dos 20 seguidores que você tem, das 20 visualizações, você não vai dar conta das 100, 200.000, 300.000. Esquece, cara. Não vai. Duas coisas. Você falou que foi muito Bom. Clareza, qual foi a outra, Lu? Clareza. A Lu falou, as outras pessoas não vem falta de clareza e falta de conhecimento, né? >> Não. E falta de tornar público. >> É tornar público. Que é tem gente que você não
comprou de você, obviamente é o teu cliente ideal. Então tem as características de que compra de você é ou ele não sabe que você é uma solução ou não entendeu muito bem se você Resolve o problema dele. >> Deve ser perde pro teu concorrente que entrega menos, mas é mais claro. Sorrisinho dela. >> Não, mas aconteceu isso comigo por muito tempo. Eu queria ser tão incrível entregar um negócio tão diferente, tão elaborado, que eu perdia clientes porque a pessoa não sabia. Ah, não, mas então eu consigo fazer tal coisa. Sim, consegue. Não é que você
não falava. E eu não falava porque eu achava que era Muito bobo, que era muito pequeno. >> É o mais conhecido vence o melhor, né? >> Muito. Você o, eu li num livro, isso foi genial. Você não precisa ser mais competente que o teu concorrente, você precisa ser mais claro do que ele. E por que a gente vê tanta gente competente, perdendo o palco para quem não é? Pode falar de novo. Pode falar de novo. Essa frase >> é do David Oldv, enfim, publicitário irretocável. Você Não precisa ser mais competente que o seu concorrente. Você
precisa ser mais claro. >> Muito bom. >> O maior gargalo de venda é a confusão, não é a foto de competência. E olha que engraçado onde isso leva. As pessoas muito inteligentes e muito competentes que a gente conhece, elas conhecem o negócio a fundo, certo? >> Sim. >> E eu tive um insight com o Flávio que, Putz, mexeu muito comigo. E a partir daquele dia eu eu fiquei revoltada porque ficou tão óbvio para mim onde eu tava errando. Sabe porque o competente normalmente ele tem menos resultado que o incompetente? Porque o cara incompetente, ele não
tá muito preocupado no que ele vai entregar, ele tá preocupado em vender muito. Ponto. Ele não, ele, ele não tá muito, se o produto é bom que é, ele só quer vender muito. E como o foco dele Está nas vendas, ele pensa: "Como eu posso vender melhor?" Aí ele vai ter uma comunicação muito clara, muito simples, tipo assim, você vai emagrecer tantos quilos deixando de fazer aquilo ou você vai triplicar as vendas por causa disso. O cara que é muito competente, ele começa a querer pôr na promessa dele, seja nos stories, no feed, por aí
vai, a complexidade do treinamento dele. E daí o cliente dele, ao invés de entender o que ele faz, ele ele quer é Como um troféu para ele, o quão ele é profundo no que ele entrega, o quão ele é melhor, o quão ele vai mais a fundo. E esse troféu dele fica na frente do cliente, o cliente não enxerga muito bem o que ele faz. E daí o cliente confuso fala: "Putz, acho que no meu caso não vai servir, eu não vou dar conta e vai comprar do outro." E eu via que era um erro
que eu tinha muito. Eu eu me orgulhava em querer entregar o curso mais completo e você Lembra disso? Mais profundo na na Aí para empacotar isso numa oferta simples era difícil porque eu pensava: "Tem tanta coisa, o que eu vou ofertar?" >> Sim. >> E eu travava ali, cara. Mas é essa busca esse negócio de ai como eu como eu sou muito mais especial porque olha quantos livros eu já li é uma de verdade que eu fico revoltada porque eu vejo o quanto de dinheiro eu deixei de fazer por deixar esse ego da Competência se
sobressair. É uma idiotícia, >> é uma reflexão muito boa, né? Tô sendo bem aberto aqui com vocês. Uma uma vez eu vi o conceito de perfeição. Era quando é assim eh conceito de perfeição é quando você não é quando você não tem mais nada para adicionar, você não tem mais nada para tirar. F assim, cara, não dá para tirar mais nada, tá perfeito. E e É impressionante, né? Porque às vezes a gente acha que é sobrepor, adicionar coisa, aquela coisa ficou tão, é o que você falou do, do extremamente competente, >> geralmente o produto ou
serviço dele tá num nível de de entre aspas >> complexidade mesmo >> e de sofisticação tão grande que chegou a um ponto até do outro não compreender mais. >> É tão bom, tão bom que a pessoa olha e Fala: "Não, mas é ixe, eu não vou dar conta, é muita coisa. É." E no Instagram eu vejo, principalmente os profissionais que t muitos anos de experiência, que tem premiações, que estão em grandes posições, eles não dão o braço a torcer. >> Eu eu faço sempre o exercício dos eu sempre ensinei as pessoas a fazer o exercício
do da criança de 7 anos. Qual que é o exercício da criança de 7 anos? Explica o teu produto ou serviço para Uma criança tem de 7 a 10. Se ela não entender, você tá explicando errado. Por eu tenho uma eu tenho uma filha de 10, um filho de oito, um filho de quatro. Então eu preciso explicar o ventice pro Té do jeito que ele entenda, né? Então se eu explico o ventice, vai um dos um dos negócios que eu sou dono >> e o meu filho de 8 anos não tá entendendo o que o
pai dele faz, eu tô explicando de maneira errada. Eu posso simplificar mais ainda, porque eu se Cara, se o Té não tá entendendo, tem muito titio ou titia que não vai entender aí fora também, né? Então é descer para um nível, eu não tô subestimando a capacidade intelectual das pessoas, de jeito nenhum. >> Eu tô acreditando na força de um discurso claro, de um discurso objetivo, de um discurso onde a perfeição não tem mais nada para adicionar, né? Então, >> mas sabe qual é o problema? Esse, eu vejo que esses profissionais, Arquitetos, advogados, por aí
vai, eles deixam de enriquecer, de ganhar visibilidade e tudo mais por causa de oito colegas de trabalho que ele quer manter a pose. >> Muito bom, G. Eu sei que é is você, você tá enxergando isso? Você tá enxergando isso? Eu vi muito, eu vi muito >> por causa de meia dúzia de outros doutores e de outros profissionais e de outros não sei o quê que eles não dão um braço torcer. Chefe de cozinha, o cara Poderia estar fazendo um curso lá, cara, como fazer um frango aí na tua casa, um negócio, o cara não
dá o braço a torcer e daí a tia Neid vai lá sem nem informação, estoura, ganha um dinheiraço, porque o conhecimento dela foi profundamente útil pras pessoas. E o cara aqui que não não quer largar pinça, né, do hortelã, não. E daí ele deixa de fazer a grana que ele tinha ali para fazer, porque não imagina o que vão achar o fulano de tal E tal restaurante. Imagina, né? Se eu se eu for falar o nome das comidas, eu preciso falar o nome certo, porque não é no meu casamento serviu o peixe e depois do
peixe veio o o é sorbetê que fala de limão, sabe? para tirar o gosto. >> Sei. É tipo oã >> é. >> Aí o meu tio, >> tipo um negócio, >> aí o meu tio pegou, veio na minha mesa. Minha família é muito humilde, cara. Ô Luana, vem muito pouco sorvete por achou que era o sorvete e daí eu falei: "Não, mas ainda vai vir carne". Opa, daí eu gostei. Ainda tem a sobr Ah, então tá. Aquilo é só para tirar o gosto. Ah, entendi. Mas é isso. Daí vem o chefe de cozinha que podia
estar no digital arregaçando de fazer dinheiro. N. Mas não porque, nossa, que absurdo, ele não sabia que era para tirar o gosto. Tá vendo quanto ego, ego, ego Para E quando chega para mim profissional que ai, porque o que o pessoal do meu trabalho vai pensar, é o meu anjo, vamos retomar aqui. Isso aqui vai dar certo. Você nunca vai mais ver é a fuça das pessoas do seu trabalho. Tá vendo a tua vida? Quando as coisas dá certo, essas pessoas você não vai lembrar o nome delas, elas vão se tornar tão irrelevantes, tão irrelevantes,
porque eu eu olho para trás e eu lembro Lá da escola, pensa escola e daí quando eu fazia meus vídeos, tiravam sarros, encaminhavam no grupo, falava mal. Imagina se eu tivesse deixado de fazer aquilo. Hoje essas pessoas, gente, eu não consegui lembrar o nome. E olha a vida que eu vivo, que extraordinário. Eu estarei deixando de viver o extraordinário por causa de minha dúz de violento, cara. Mas é verdade. E com um cara profissional também assim, ai medo do Que imagina a galera lá da minha academia vai achar. Tem que tem que tem que superar
essa, sabe? Essa camadinha doi meu Deus, porque você vai mudar de vida completamente vai mudar de vida, cara. Turma, você quer ter a possibilidade de acompanhar um episódio do como você fez isso aqui nos nossos estúdios? Vocês perceberam que já faz alguns episódios que a gente recebe uma plateia aqui nos nossos estúdios e é muito legal a Experiência. A gente vem recebendo muitas mensagens de vocês querendo participar. Como é que eu faço para tá aí? Então funciona o seguinte, se você preencher esse formulário, constantemente o time tá selecionando algumas pessoas, porque são milhares de pessoas.
Não tem como. A gente todo mundo, a gente amaria fazer isso, mas não tem como, porque a comunidade do Como você fez isso é gigantesca e a gente fica muito feliz por isso, mas Você pode ter uma chance. Então, se você quer ter essa chance, clica aqui no formulário, preencha com todas as informações pro time te conhecer mais, selecionar às vezes qual episódio tem mais a tua cara seja selecionado. E obviamente cruza os dedos e eu torço para que um dia você esteja aqui, mas eu torço mesmo porque a gente fique sempre conectado por aqui.
Então, recado dado, clique no link abaixo, preenche o formulário e agora vamos voltar ao nosso Episódio. Eu >> fico meia revoltada com isso aqui. Comecei a ficar revoltada aqui. >> Falou uma uma coisa, uma coisa muito forte. eu cravaria também. Tem muita gente que dificulta o conteúdo para não, entre aspas perder a posse que nem é pagadora daquilo que ele vende, >> que nem é compradora daquilo que ele vende, >> mas não é nem nada, não é nem jurado, Nem comprador, nem pagador, nem telespectador, não é nada. E não é nenhum amigo simpático. Pode ver,
o amigo gente boa, simpático não vai estar falando mal de você. É o cara que você nem convive, não tá na mesa da tua casa. Essa é a pior parte, porque daí o cara deixou de fazer, a dermato, deixou de crescer, porque ai, você nem conversa com aquela pessoa de verdade. Pode ver na nossa vida, se você Tá conversando com um tipo de pessoa que tá fazendo esse nível de piadinha e rejeição de você, tipo assim, já tem muita coisa errada acontecendo, certo? >> Uhum. Porque eu acredito que você seja assim. Eu quero me cercar
de pessoas que, cara, eu me sinta bem, eu me sinta valorizado. Então, a gente já começa fazendo uma limpa. Ai, Luan, se vão dar risada, que bom, porque imagina se você nunca desse a oportunidade de descobrir quem aquelas Pessoas são. Ia ficar vivendo uma ilusão. Então, é bom, sabe, dá os motivos logo. Aí, quem vai se revelar que se revele. você a faz daquela pessoa, cria um círculo social de pessoas muito mais interessantes e segue o teu trabalho, segue a tua vida. Eu sempre tenho uma função quando eu tô gravando um podcast de não apenas
perguntar com a minha cabeça, >> tá? Mas eu perguntar com a cabeça de Quem tá assistindo. Óbvio >> que eu acho que um bom perguntador é isso, né? Um perguntador egoísta, eu acho que ele ele pergunta é com a sua própria cabeça. >> Muito bom. >> Um perguntador profissional, ele pensa obviamente como todo mundo deve estar pensando e deixa eu representar essa turma. E eu acho que quando eu aprendi a fazer podcast nesse formato que como você fez Isso que é podcast de entrevista, eu perguntar com a cabeça das pessoas que ouvem e não apenas
com a minha cabeça, que eu também penso igual muitas pessoas que estão ouvindo a gente. Eh, e eu acredito, queria que você falasse sobre a você, eh, eu, eu acredito que o segundo nível também do conteúdo é você também pensar com a cabeça de quem vai te escutar, >> não só apenas com a sua. Você também sempre faz esse exercício, você vê que é O, eu sei que talvez mais sofisticado para quem tá ouvindo a gente agora, mas eu vejo que é um, é um ponto, né? >> É o, esse é um dos princípios que
eu falo, domínio de público. >> Boa. >> Sabe por quê? Existe um negócio que eu chamo de ilusão do repertório compartilhado e você vai ver que tá tudo conectado, nada é linear, tudo é sistêmico, sabe? Quando a gente começa, lembra que eu falei para Quem você estará falando? >> Uhum. >> Essa ilusão do repertório compartilhado é eu achar que quando eu falo para você, você tá interpretando da forma que eu interpreto aquilo. >> Uhum. Então, por isso que eu comecei esse podcast falando, vamos alinhar, quando eu falo criadores de conteúdo ao que eu estou me
referindo, quando você tem uma audiência que eu chamo de audiência qualificada, É um grupo de pessoas cujas experiências, conhecimentos, explicações a respeito do mundo, está similar aquilo que que é meu, similar ao meu conhecimento. de mundo as minhas experiências. Portanto, quanto mais similar é, mais eu consigo prever a reação da pessoa. >> Uhum. >> Se nós, vamos supor que a gente tá gravando aqui e você tem essas perguntas que você traz da galera. Se a gente tá falando pro público do Caio e você já tem experiência com esse público, você conversa com eles, você entende
mais ou menos como funciona, as perguntas que você me traz são de fato eh perguntas que estão alinhadas com esse público. E vamos supor que do nada esse vídeo que a gente tá gravando caia para um grupo de pessoas completamente diferente. um pessoal que, sei lá, tá na internet, jogo do tigrinho, não sei, essa galera Que tá que consome internet de um jeito diferente da gente. Você não concorda comigo que as perguntas que eles trariam ou as interpretações que eles teriam a respeito de tudo que nós estamos falando seriam completamente distorcidas e diferentes? >> Totalmente.
>> E de onde surge o hate na internet? a essa distorção que fala: "Ah, distorceram meu conteúdo, distorceram o que eu fal o que eu falei." A pessoa que Distorceu, ela não está sendo malvada, por mais que pareça. O que acontece é que o que você falou pra cabeça dela, pr pra explicação de mundo que ela tem, pras crenças que ela tem, tem um significado completamente diferente do que para você. Então, quando ela ataca você, ela não ela tá enxergando outra coisa daquilo que você falou. Sim. Por isso que conteúdos virais que furam a bolha,
olha, olha só o termo furar a bolha, Tendem a ter mais comentários estranhos, esquisitos, porque eles chegam para um público que viveu uma vida diferente da sua vida, cresceu numa cultura diferente da sua. Portanto, vocês só estão falando o mesmo português, porque não estão falando das mesmas coisas. Você vai falar de família, pô, cara. ter uma família, ter mais filhos e tal, para quem tá no universo parecido com o seu, ele entende o que você quer falar com isso. >> Uhum. >> Mas agora quando isso cai para alguém que assim, ó, as os livros que
ela lê são diferentes de você, os filmes que ela assiste, o jeito que ela foi criado, os lugares que ela frequentou, lá, por mais que você queira e se esforce muito, ela não vai entender da tua forma. Concordo. >> Porque para ela o peso da palavra família é diferente do seu. As experiências que ela tem com o pai é Diferente da tua experiência. Então é tanta coisa desalinhada que nem mágica vai fazer com que aquela pessoa concorde com você. Então é natural que criando conteúdo paraas redes sociais, eu eu não vou conseguir agradar todo mundo.
Seria estranho se eu agradasse todo mundo, porque é a mesma coisa de eu falar um vídeo aqui, um áudio e no mundo inteiro esse áudio vazar. Primeiro que as pessoas nem falam português. Segundo porque vai cair num Lugar lá na Índia que as pessoas, sei lá, tem uma cultura diferente. Então é é uma ilusão literal achar que as pessoas vão compreender. Não é só a parte superficial de que a nem Jesus agradou todo mundo, você também não vai agradar. Não, não, não. É, é, é, é uma lógica que não vai agradar. E se você está
agradando todo mundo, tem algo de errado. Porque pera aí, se o tipo de cara que vive a vida que você não quer viver, que admira as coisas que Você mais tem repulsa, concorda com você, significa que tem algo muito desalinhado ali. Então, se quando você leva em consideração esse negócio do da ilusão do repertório compartilhado, número um, o comentário negativo do hater não tem mais tanto peso, porque você compreende que tá tudo bem, ele sabe, ele >> ele enxerga um mundo diferente. >> Ele enxerga o mundo diferente. As explicações sobre as coisas que falaram Para
ele são diferentes. O os valores, literalmente o quanto algo vale é diferente para ele. E não é toa que na política é uma ilusão achar que todo mundo vai, só porque o cara é inteligente ou bom vai agradar todo mundo, porque cada um tem um tipo de vida, tem um contexto em que algumas coisas são benéficas para ele. Em contrapartida, o outro tem um contexto completamente diferente, que essas mesmas coisas são benéficas para ele, São negativas pro outro. Então, essa variedade de coisas que acontecem na vida, de criações, de cultura, de conhecimento literal, conhecimento literal
das coisas, vai ser diferente para cada uma das pessoas. E domínio de público, você falou que é uma camada mais, não é? É o básico do básico do básico. Porque para eu despertar o interesse de alguém, eu tenho uma aposta. Você concorda comigo que é uma Aposta? Putz, eu acho que você acabou de falar, fiz tal reunião, putz, acho que a galera vai gostar. É um achismo teu, porque com a tua experiência de vida, com o teu conhecimento, aquilo tem valor. Se você tem uma audiência desalinhada com você, você jogou pérolas para porcosum. E não
porque eles são mais burros, é porque sabe, não encaixa. >> Mas agora quanto mais parecida é a minha audiência, não é nem parecida comigo, Mas quanto eu mais entendo de onde a minha audiência veio, quais são as coisas que ela acredita, princípios, valores, menos ruído a minha comunicação causa e maior a probabilidade de eu conseguir performar uma venda, por exemplo. >> Uhum. Porque daí eu estou oferecendo algo e o jeito que eu estou oferecendo vai ficar claro para a pessoa o que é, em que momento ela se beneficia. Então, a Clareza de público e o
domínio da comunicação, porque eu falo que tem três etapas, tá? >> Uhum. >> De uma mensagem ser bem efetivada, uma venda, um conteúdo que vai ser compartilhado e por aí vai. Primeira coisa, na tua própria cabeça, as coisas que acontecem nas nossas vidas, a gente tem que na nossa cabeça não distorcer. Então, que a gente tá falando do chefe de cozinha, do médico Agora, >> se ele não enxerga que o que ele faz tem valor, se ele não explora todos os ângulos do produto, do serviço dele, do universo que ele tá inserido, ele vai ficar
limitado a um ângulo que não é o ângulo mais comercial da coisa. >> Já começa por aí. Então, é a fabricação dentro da cabeça da pessoa, >> as limitações que ela tem em relação ao trabalho que ela oferece, >> o dermatologista, o médico, o arquiteto, Se ele dentro da cabeça dele não vê o valor no serviço dele, não, já começa errado. Então, a gente tem que começar a se permitir, a explorar, participar de lugares aonde outros empresários eles vão estar trazendo pra gente essa expansão de visão. Aí tem o segundo desafio que é eu eu
acredito que muita gente trava a clareza da comunicação. Tem um experimento muito legal, >> hum, >> eu acho que tá dentro do story brand, Que >> aquele livro é do Donald Miller, eu acho. >> Quando a pessoa, tipo, eu vou cantar parabéns para você, mas em formar de palma. Para mim é muito óbvio que tá tocando parabéns para você, porque eu tô me ancorando na na música que tá de fundo na minha cabeça, >> mas para você não é tão óbvio e é muito louco, porque quando a gente faz esse Exercício, a gente vê que
para outra pessoa o parabéns para você que é tão simples de entender não fica tão simples. Ou seja, muitas vezes na nossa cabeça aquilo tá muito claro, mas se eu não me esforço para tornar aquilo óbvio por meio de expressão, por meio de emoção, entonação, de exemplos, de desenhos visuais e todas as âncoras possíveis, a outra pessoa não vai pegar aquilo que eu tô falando. Então daí eu tô falando A E chega B pra pessoa e a pessoa vai digerir, interpretar aquele B. Mas beleza, vamos supor que o cara ele se esforçou para articular bem
a comunicação dele, deixar óbvio, igual você falou, meu filho entenderia isso daqui. Beleza? Então, ó, dois caminhos bacanas que eu ajeitei e já dá muito trabalho, sinceramente, a própria cabeça >> e a tua clareza de comunicar aquilo que para você é tão óbvio, mas para outra pessoa não é. Aí a gente tem o que a Gente tá falando agora, que é o domínio de público. Quando chega aquilo para alguém, a nossa mente, caiu, não é um balde. Quando eu tô falando tudo que eu tô falando para você, você não absorve esse conhecimento porque é um
balde que entra. Toda palavra que eu falo, você interpreta. você, todo o conhecimento é interpretativo com as ferramentas que eu tenho de interpretação. Até quando eu falo que 2 + 2 é 4, eu não passei para você esse conhecimento. Você Orquestrou na sua mente 2 + 2 é 4. Se fosse esse baldinho de conhecimento, todo professor de matemática conseguiria ensinar o assunto. Mas eu preciso ter uma um maquinário mental que eu vou pegar a tua comunicação e eu vou interpretar aquilo, por mais óbvio que seja. Então, se você não tem um conhecimento, repertório, se você
não tem o mínimo de uma sofisticação cognitiva, dependendo da área que o cara atua, eu posso falar para você da forma Mais clara possível, mas você não está preparado para receber aquela mensagem. E foi o que aconteceu de inúmeros encontros que eu tive com você, você tava lá na minha cabeça, Luana, tá, tá, tá, tá, tá, tá. Eu entendi o que você falava, mas eu não conseguia compreender o que tava na tua cabeça e você tava querendo falar, porque eu não tinha um um maquinário ainda >> mais evoluído dessa parte de modelos de negócio, vendas,
lá. Então eu ainda ã digeri aquilo de uma forma mais superficial, porque eu não tinha mesmo conhecimento para aquilo. E e isso que eu sou alguém alinhada. Entendeu? Sim. >> Mas se você cai falando isso, você tá falando para um cara que as experiências de vida, conhecimento, olha, olha a distância e o tanto de ruído que eu tô abrindo espaço. Então, o bom criador de conteúdo, ele se esforça diariamente para evoluir esses três pontos. O primeiro ponto, cara, eu não tô me limitando. Eu não tô criando barreiras aqui que não existem. Eu não tô explorando
pouco o meu produto. O próprio SPE, eu passei anos vendendo ele falando de, ah, você vai aumentar as vios e engajamento. E os alunos traziam depoimentos que não, eu tô vendendo mais, eu tô vendendo mais, eu finalmente consegui fazer story. E eu não usava Aquilo na minha comunicação porque eu tinha uma limitação pessoal com aquilo. E quando eu destravei, eu não, realmente o método SP, pô, o cara aprende a fazer story e vende para caramba, pô. Recebo depoiment de pessoa com 2 milhões de seguidores que já criava conteúdo e do cara que tinha 20 views
e foi para 2.000. Então eu tive que veja sóar uma limitação interna minha. A clareza. Se eu sei dessa limitação e não torno pública de um jeito muito óbvio, Esquece. E o terceiro, quem é outra pessoa que tá ouvindo? Ela tem interesse disso? Porque a coisa mais cansativa nas redes sociais é você tentar convencer alguém que não quer ser convencido. Marketing, tem muita gente que cai no erro de achar que marketing é a capacidade, que persuasão é é capacidade de convencimento. Eu eu eu não vou muito por aí. Eu acho que é muito mais essa
inteligência de saber onde tá o cara que quer e você se Esforçar para tornar claro e mostrar pra pessoa o quanto ela vai se beneficiar daquilo. >> Uhum. >> E acabou. Então, o cara que tá criando conteúdo, que tá começando a criar conteúdo, ele tem que trabalhar esses três pilares aqui. >> Qual você acha que a maneira mais eficiente dele ter dele dominar o público que ele tem? Porque a pior coisa é ele achar que com quem ele conversa é O tipo A, B, C, D, E não for, qual que você acha que é a
melhor maneira de dominar? >> Conversando com as pessoas. >> Todo dia eu converso com as pessoas falando com você aqui no podcast, é, é que tem muitos níveis. tem um nível óbvio. Deixa Caião, você que é um cara bem resolvido, já ganha muito dinheiro, o que você acha que eu poderia te agregar nos seus stor? O que você acha que falta? >> Uhum. >> Isso é o óbvio do óbvio do óbvio. Outra coisa, eu pegando no ar as sutilezas, o que soltam numa conversa, o que falam ali, hum, tal, tal. Então, tem muitos níveis. Primeiro
é a tua intenção e você ativar que quem nunca quando a tua mulher tá grávida, você não enxerga mais mulheres grávidas. >> Uhum. Portanto, aquilo tem que virar um ponto de atenção para você. Você tem que ter Interesse em se preocupar com aquilo ao longo do dia. Mas o cara que atende paciente, o cara que atende cliente, que monta projeto, todo dia ele tem oportun todo vendedor em toda venda, ele tem oportunidade de na próxima venda fazer melhor. >> Uhum. >> Porque toda venda ele entende uma objeção, ele entende uma variável de desejo do cara.
E é esse interesse, porque se ele não tem esse interesse, Interesse ativo nele de não, beleza, eu tenho que que transformar isso consciente e ativo, ele deixa passar. Ele uma das minhas dos meus maiores insightes esses últimos tempos foi conversando com uma aluna minha e daí ela soltou lá, putz, Lu, eh, tava fazendo os stories e tal, mas eu ainda não tinha clareza do meu público. E daí eu fiquei meio sem saber, eu sabia o que postar, mas daí eu acabava postando porque eu não sabia para quem eu queria Falar. E aquilo me deu um
balde de água fria. Eu fiquei porque eu pensei, caraca, e eu não tinha gravado aula de público pro SP porque na minha cabeça, pô, é muito óbvio. >> Sim. >> Olha, por isso que esse assunto me anima tanto, porque eu vejo o quanto eu centrupliquei meus resultados ouvindo as pessoas e conversando. Você pode ou perguntar de forma óbvia, ou você pode, Além de perguntar de forma óbvia, sabe o que você faz? Vai no TikTok, vai no YouTube, pega os conteúdos da sua e abre os comentários. Eu faço isso até hoje. Para mim, nossa, se torna
tão óbvio as objeções, as dores, as situações. Imagina um médico fazer isso. O balde de oportunidade que ele encontra, vai lá no conteúdo de, ai, é mulheres com lipem, vai ler lá o que a a mulherada tá relatando. Nada nada é mais frutífero do que um relato genuíno De alguém. É verdade. >> Nada, alguém abrindo o coração e falando, porque a pessoa, às vezes, o teu cliente quando você pergunta, ele vai tentar performar na tua resposta. Essa que é a cagada. >> Uhum. O teu aluno ele vai ele vai tentar te responder aquilo de um
jeito que ou você admire ou putz, se eu falar tal coisa que eu não gostei, vai que então nada melhor do que você pegar a pessoa Genuinamente abrindo o coração das dificuldades dela. E esse tato naturalmente vai criando esse domínio de público. É o que você falou do eh no final das contas, quando você falou de ler os relatos, né, é você colocar as sandálias do teu potencial cliente, né, você eu, né, você viver, se colocar na circunstância do outro, entender o outro, seja lendo comentários, seja fazendo perguntas, mas E eh você de uma maneira
genuína se relacionar com quem você tá servindo, né? Porque servir quem você não conhece é um serviço meio ruim, né? >> Nossa, é demais. E às vezes você não vai entender o cara. Sim, >> porque a empatia é uma ilusão em certo ponto, porque se eu tivesse no lugar dele, não, eu não ia agir como ele e é por isso que eu não tô no lugar dele. E eu tive eh algumas alunas, né, principalmente da área que exige essa Disciplina e tal, que os alunos traziam os relatos, mas às vezes elas ficavam resistentes em acatar
aquele relato, porque na cabeça delas não era compreensível aquilo. Então também você não precisa entender muito, porque se 10 clientes teu estão falando que o negócio não tá bom, cara, você não precisa entender, você só aceita aquilo e e tenta mudar e pergun porque também esperar que a gente vá Entender a fundo o cara, às vezes não vai acontecer. Isso trava, gente. Foi o que me travava no SP antes de trazer aquelas aulas, antes de trazer os modelos prontos pra história. Porque você sabe, eu sou uma defensora de autonomia estratégica e para mim eu não
engolia o cara queria querer um negócio para fazer copiar e colar. >> Mas o que que você quer dizer com autonomia estratégica? >> O cara ter os princípios e fabricar o Que faz sentido no contexto dele. >> Gosto. >> Gosta porque você já tá aqui. >> Sim. E antes, mesmo que eu ouvisse as pessoas falando que queriam aquilo e tudo mais, eu ainda era resistente, porque na minha cabeça não era o melhor pra pessoa. >> Uhum. >> E isso é muito difícil quando a gente tá na internet. O nosso público quer ouvir algo que na
nossa cabeça é muito óbvio, Que ah, não sei se vale a pena ainda falar disso, mas todo mundo já não sabe disso, isso não tá tão óbvio, não é o básico do básico. Volteme, alguém comenta nos meus vídeos: "Ah, mas isso é óbvio, mas aí você vai ver os outros 300 comentários de uma galera, pô, que bacana". E >> e como que você enxerga? Ah, talvez não essa seria a melhor pergunta, O futuro do conteúdo, mas para onde o conteúdo vai caminhar, sabe, essa geração de de valor? Eh, obviamente a vou falar, a pandemia acelerou
com que muitas pessoas se digitalizassem, isso já passou um pouco. Agora, quem ficou não tá mais em empolgação, já entendeu que como que você tá enxergando, o que que você as suas observações. >> Eh, eu tenho duas respostas. A primeira eu me sinto muito confiante, a segunda é por achismo com base em nada. A primeira É que eu preciso ser sincera, a primeira é plena convicção isso já está acontecendo, que é um desdobramento do próprio marketing, que tipo em 1900 e bolinha as pessoas já faziam desse jeito. Quando algo se torna muito saturado, o público
basicamente compra por identificação. Então, cada vez mais nas redes sociais você não vai conseguir ter visibilidade por trabalhar temas interessantes, mas é por ser cada vez mais autêntico e Atender aquela parcela lá de público que, olha só, da ilusão da repertório compartilhado, >> se conectam com você e sentem que você conhece o caso delas. Então assim, >> eh, eu já os meus mentorados eu já proíbo eles de criar conteúdo genérico. Eu falo: "Cara, tem um negócio que eu defendo que é domínio situacional. o teu cliente acontece uma situação na vida dele que ele vai encarar
o problema que você resolve E vai desejar uma solução para aquilo. >> Uhum. >> E tem alguns nichos que são mais rentáveis porque as situações acontecem com mais frequência, tipo dinheiro e emagrecimento, né? toda hora o cara quer comprar alguma coisa ou quer servir numa casa, ficar bonitão. >> E então o domínio de público, buscar situações e saber descrever essas situações bem. >> Sim. >> Então isso eu acho que assim, quem quem já não tá fazendo isso tá perdendo muita bola, >> tá? >> Ponto final. Aí tem o meu achismo >> baseado em >> absolutamente
nada, mas enfim, né? Se estourar, eu sou um gênio. Se não estourar, ninguém vai lembrar desse corte aqui. Enfim, >> é que é o quê? Eu sinto que as redes Sociais dos próximos tempos as pessoas elas vão cada vez mais buscar e não receber um conteúdo. Hoje a gente tá no negócio do rolar e aparecer, rolar e aparecer. Só que eu não sei você. Eu já, como eu tô há muitos anos nas redes sociais, já é um comportamento meu e de algumas pessoas que eu conheço que não fica parado consumindo o conteúdo. É que isso
foi muito novidade pra gente. Você não concorda? Sim. >> Então, naturalmente pra gente foi muito gostoso esse tipo de, sabe, você rola para baixo, daí tem um algoritmo entregando um negócio que tem interesse. Só que uma hora ou outra, igual o princípio da economia, a margem de interesse da pessoa, o cara não vai mais, sabe, aquilo não vai mais rolar. E, portanto, as pessoas elas vão consumir conteúdos de acordo com as necessidades delas e vontades delas, porque a gente pra gente ainda é Novidade esse negócio do conteúdo infinito, do algoritmo feito sob medida. Mas a
galera que cresceu com a internet, eles meio que já tão, então é mais buscar o conteúdo. E portanto eu eu tenho uma aposta que conteúdos buscáveis de alguma forma vão ser bons. No YouTube sempre meio que foi assim. >> Uhum. >> Mas eu acredito que o TikTok já é assim. Inclusive eu eu só pesquiso cois no TikTok. >> Ah, como trocar pilha? Eu pesquiso lá tudo, eu porque vai ter algum vídeo ensinando em menos de um minuto. Eh, e no Instagram eu já não sei. Eu também tenho uma aposta que o Instagram daqui a pouquinho
ele vai entregar story de quem a gente não segue. >> Isso é descrutível. >> E isso, isso eu tenho plena convicção que vai acontecer. Eu falo isso faz tempo. TikTok já faz isso. Só que o stor É meio bosta, meio ruim. Mas quando o Instagram fizer isso, cara, ou você é muito bom ou e quem é muito bom vai poder crescer mais. E quem é muito ruim vai só se dá mal ainda. Eu eu acho que vai acontecer um negócio assim. >> Você deu você uma visão interessante, né, que hoje é é a >> o
o o algoritmo ele te entrega baseado no seu passado. >> Isso, >> nas interações, né? Ele não sabe o que que eu tô querendo pro >> Mas já validou no feed, não tem por não trazer no story. >> Exato. Exato. Exato. >> Eu acho que é só uma questão de tempo. Não sei. >> É uma tese boa. É uma tese muito boa. >> Bom, >> Lu, pra gente fechar, ah, eu queria duas perguntas. A primeira, Eh, ó, essa vai ser boa. Você, você, você, você me inspirou nessa pergunta. Eu não ia fazer essa, mas farei.
Se ele falou, né, pô, se eu gravasse um áudio, fosse até uma o interior da Índia, mas se você gravasse um conteúdo que fosse chegar em todo mundo, qual seria? >> Eu >> é >> ah, eu vi falando bom você se torna. Deixa pensar em outra. Não, eh, eu volto no Ah, tem um tem um novo saiu do forno recentemente. >> É porque é duro pensar, né, pô, tudo que a gente falou, né, dos três na própria cabeça, clareza da comunicação. Muito bom. Saiu recentemente. Vai, >> a tua procrastinação tá sendo motivo de alívio de
alguém. E a cada dia que você deixa de fazer aquilo que você precisa fazer, você abre Espaço paraa outra pessoa avançar e tomar o teu lugar. E isso é bom porque me motiva. É uma coisa que eu falei, mas vem eu lembro de eu fico [ __ ] comigo mesmo. Lola quer confusão. >> Não, mas é >> é porque você provoca a pessoa >> não e alguém fica muito >> Fala de novo. Fala de novo, fala de novo. >> Não, a sua dar replay se ela quer o Vídeo do Calma, deixa eu >> Não, brincadeira.
Porque para pensar to assim, ó. Aí a pessoa, ai, eu não vivo numa competição. Ah, perdeu a força do negócio, finge que vive numa coisa aquela. Mas, mas é verdade. Cada dia que você pensa um bom médico que não lançou um infoputo, um produto digital, alguém tá muito aliviado, porque aquele cara é muito mais inteligente e a régua ia subir. Alguma mulher muito carismática que poderia já estar falando na internet, tal, tal, tal, tal, é motivo de alivível de alguém, ela ainda tá insegura, porque se ela entrasse, a régua ia subir muito. E quem tá
no meio não quer que isso aconteça, porque a régua vai subir. Não é nem uma questão de competitividade não querer o bem do outro, é porque vai gerar trabalho para si mesmo. É como nas empresas, >> é muito bom quando você tá nadando de Braçada, entra alguém, pô, a gente gosta de brincar que lá em Curitiba tem uma salinha VIP, que antes a do lado era uma porcaria, aí agora tem uma nova sala. Eu acho que eles reformaram, sei lá, que, pô, subiu a régua. Pra gente que usufruir é muito bom, para quem proporciona problema
deles, vão ter que se virar para atender. Então assim, muitas pessoas deixam de entrar no jogo e por causa disso a régua fica baixa. Então assim, sabe, entra para subir a Régua um pouquinho, entra para >> muito bom, né? Porque essa provocação sua é uma provocação 360, porque você estimula aquela fal assim, cara, você tem algo de bom pro mundo, porque você não tá servindo, tá todo mundo saindo prejudicado. É você quem poderia ter aquilo que você tem. Em contrapartida, também você servindo o que você tem, você estimula o outro a servir o outro melhor,
porque senão >> Exatamente. >> E então é uma provocação meio generalizada assim, né? Ou seja, você ficar eh em cima do muro faz mal para todo mundo. >> Para todo mundo. >> Então é é isso aí, ó. Você que tá assistindo, alguém tá muito feliz que você tá tocadinho. Ponto final. >> É, mas eh de uma maneira, tá? Eu concordo. >> E até nós que já estamos no jogo, cada Nível que a gente deixa de subir também é motivo de alívio de alguém. >> Porque tem muita gente se acomoda, tipo, ah, não, eu já tô
e se acomoda. Poderia fazer algo a mais, [ __ ] arrumar pra cabeça e tal. Hum, hum, hum. A mesma coisa. Não é só para quem tá na paradão lá, é para quem se acomodou e tá naquele ritmo de Não, tá bom assim, tá bom assim. Segunda, aí as pessoas estão até aqui até o final, fal assim: "Cara, eu queria Acompanhar mais a Lu, conhecer mais ela, acompanhar o conteúdo dela. Como faz pras pessoas que não te acompanham? Tá mais pertinho de você?" >> @lanacarolina.s no Instagram, Lana Carolina no YouTube. >> Tá lá presente sempre,
né? >> Ah, nos stories todos s pedido para motivo de dor de cabeça de alguém. Eu tô todo dia. >> Eu sou aquela que eu quero a confusão. Então, ó, todas as redes sociais da Lu Está aqui na descrição do vídeo. Acompanha. maravilhosa. Depois deixa o seu grande insight do episódio de hoje. Lu, eu adorei você aqui comigo. >> Muito obrigada. Eu adoro vir aqui. >> Fiquei muito feliz que deu certo. Eu fiquei muito feliz também. E você que tá assistindo a gente até o final, não deixa de compartilhar esse episódio no grupo de trabalho
da família, dos amigos. Obviamente esse conteúdo vai provocar e com toda a certeza você vai Contribuir para que alguém coloque para fora aquilo que tem de bom. E se você está acompanhando também pela alguma plataforma de streaming, também deixa sua avaliação, deixa sua curtida. Estamos muito felizes do como você fez isso entre os maiores podcasts do Brasil de todas as categorias, né, produção? Bantemos o recorde na semana passada de audiência. Obrigado pela tua participação e parabéns por est aqui um podcast sempre disposto a aprender a Obviamente progredir. Então, a todos um meu beijo, até semana
que vem, Lu. Obrigado novamente de novo. >> Muito bom. >> E até semana que vem. Tchau. [Música]