Nós vamos passar o ministério da palavra e eu quero que você abra a sua Bíblia, por favor, na segunda carta de Paulo aos Coríntios, no capítulo 5, versos 16 e 17. Esse texto vai ser tanto o nosso ponto de partida como o trilho da reflexão de hoje. E eu vou ler na Nova Almeida atualizada.
Segunda carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 5, versos 16 e 17. O texto sagrado diz assim: "Que nós daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne. E se antes conhecemos Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos desse modo.
E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura. As coisas antigas já passaram, eis que se fizeram novas. Pai, nós declaramos nossa confiança e dependência da ação do Teu Espírito, da manifestação da tua graça.
E oramos que a tua palavra alcance não meramente a mente, a razão, mas o íntimo do coração. Nós oramos por entendimento espiritual, nós oramos por aplicação personalizada, nós oramos pelo sopro vivificador do teu espírito para que a tua palavra fale, cale em nossos corações e encontre em nós lugar de correspondência. Nós suplicamos em nome de Jesus.
Amém. Bom, o apóstolo Paulo começa fazendo uma declaração de conhecimento que diz respeito a qualquer pessoa. Ele diz assim que nós daqui por diante, ele fala de uma mudança, a ninguém conhecemos segundo a carne.
Mas depois de direcionar a respeito de conhecer qualquer pessoa, ele especificamente foca o conhecimento de Cristo. E se antes conhecemos Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos desse modo. Então, nós podemos dividir a humanidade entre os que conhecem a Cristo e os que não.
Dos que conhecem, há dois tipos de conhecimento. Ele fala de conhecer segundo a carne, mas ele fala de conhecer de um outro modo que não é segundo a carne. O que é que significa essa expressão conhecer segundo a carne?
Eu gosto de dizer que é a própria Bíblia que explica a Bíblia e nós podemos deixá-la, né, se explicar. Há um outro momento onde o Senhor Jesus vai falar a respeito desse mesmo assunto sobre conhecê-lo. E o tema da minha mensagem hoje é conhecendo a Cristo.
Mas eu quero explorar a forma correta de conhecê-lo, que é o que nós vamos chamar de um conhecimento que é espiritual e não meramente natural. Em Mateus, no capítulo 16 no verso 13, nosso Senhor, quando está em Cesareia de Filipe, faz uma pergunta aos seus discípulos: "Quem dizem os homens ser o filho do homem? " que é que estão falando a meu respeito?
E diz: "Olha, tem gente dizendo: "Senhor é João Batista que voltou dentro dos mortos. Tem gente dizendo que você é o Elias prometido. Tem gente dizendo que é Jeremias ou outro dos profetas.
E o Senhor pergunta vocês o que é que tem que tem a dizer a meu respeito? " E a Bíblia diz: "Quem toma dianteiro e responde é Pedro". E o apóstolo Pedro diz: "Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo".
E quando Pedro dá essa resposta, Jesus faz a seguinte declaração no verso 17, Mateus 16: Bem-aventurado é você, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que revelaram isso a você, mas meu Pai que está nos céus. Onde Jesus usa a expressão não foi carne e sangue, ele tá dizendo esse entendimento, não meramente uma informação, essa compreensão que você tem a respeito de mim, de quem eu sou, não foi comunicado através de pessoas, não é um entendimento humano. Então, quando o apóstolo Paulo está dizendo a ninguém conhecemos segundo a carne, está falando de entendimento natural, né, de mera informação.
Mas quando Jesus disse para ele, foi o meu pai que revelou a você. E essa palavra revelação, né, é o título do último livro que nós temos na Bíblia, Apocalipse, ele significa revelação. Mas a palavra grega apocalipse, ela significa remover o véu, né?
Revelar era remover o véu. Era, em outras palavras, abrir os olhos, tornar possível a visão de algo que antes não se via. Então, quando falamos de revelação, ela não precisa necessariamente ser uma experiência mística marcada por uma visão espetacular ou extraordinária.
Mas a partir do momento que existe a percepção de algo que não se percebia antes, nós já colocamos isso na característica de revelação. E você não conhece a Cristo, não de forma apropriada, a não ser por meio de revelação. Então, quando o apóstolo Paulo está dizendo: "A ninguém conhecemos segundo a carne" e depois ele vai para Cristo e se antes o conhecemos deste modo, segundo a carne, já não mais o conhecemos.
Algumas coisas nós podemos considerar aqui. A primeira é que Paulo ele está conjugando tudo no plural, se antes conhecemos. Então, ele não tá falando só de si.
Evidentemente, ele inclui aqui os outros apóstolos que andaram com o Senhor Jesus. Mas a maneira como Paulo fala associada a uma outra lógica, me faz presumir que antes mesmo da sua conversão, Paulo conheceu Jesus. Não necessariamente de perto, né?
A Bíblia nos fala de vários momentos onde os fariseus iam para ouvi-lo, para contestá-lo, né? E Paulo era alguém expressivo dentro daquele time. Quando nós temos ali o capítulo oito, né, a primeira menção de Paulo liderando a perseguição contra a igreja, nós estamos falando dos primeiros anos do cristianismo, né?
Ainda que o apóstolo Paulo não tenha acompanhado todo o ministério de Jesus, ouvido todos os seus, né, ensinos, até porque havia resistência em relação a isso, é impossível, vamos dizer assim, estatisticamente dizendo, né, a menos que Paulo tivesse vivendo em outro canto do planeta e não temos nenhum registro que tenha acontecido isso, que ele não tivesse sido exposto de alguma forma algum contato visual ou até mesmo ouvido em algum momento Jesus falar. Agora, quando ele diz, se antes conhecemos Cristo segundo a carne e ele tá se incluindo no processo, ele admite algum nível de conhecimento, né? E ele não está falando a respeito só dos apóstolos.
Aonde eu quero chegar com esse conceito que eu estou apresentando a você? Nós podemos dividir a humanidade em três grupos, dois grupos básicos, os que conhecem a Cristo e os que não. Mas dos que conhecem, nós podemos criar outras duas subdivisões.
Os que o conhecem ou conheceros segundo a carne e os que o conhecem de um outro modo. Qual é a importância de fazermos a distinção da forma como se conhece a Cristo? é que conhecimento meramente natural segundo a carne não gera transformação.
Mas a revelação ou entendimento espiritual é o tipo de conhecimento que gera transformação. Isso é de fato a consequência do nível correto de conhecimento que eu quero que a gente possa entender ser tão importante perseguir. Então, em primeiro lugar eu quero destacar o conhecimento sem transformação.
Na sequência, dando exemplos bíblicos, o que é o conhecimento com transformação, né? Traduzindo, conhecimento segundo a carne, sem transformação, conhecimento, entendimento espiritual, revelação com transformação para depois. E terceiro e último lugar, fazer aqui com vocês uma aplicação prática, não só de vivermos o tipo correto de conhecimento, mas a devida progressividade, o avanço nesse tipo de conhecimento com a sua consequência inevitável, que é também uma transformação progressiva.
Então, eh, falando do conhecimento sem transformação, ponto de partida para mim, quando falamos dos exemplos bíblicos, é um daqueles que foram chamados para ser apóstolo do Senhor Jesus, mas que é chamado na Escritura de o filho da perdição. O cara se perdeu e perdeu feio, Judas. Quando a gente fala a respeito de Judas, nós precisamos parar para pensar que esse homem caminhou anos ao lado do Senhor Jesus.
Não estamos falando apenas de encontros semanais, como nós temos uma reunião, né, aos domingos. Nós estamos falando de alguém que viajava junto, comia junto, presenciava não apenas os ensinos, mas os milagres operados Jesus. Ele conviveu não apenas com o homem Jesus, né?
Porque embora em essência nunca deixou de ser Deus, aí você precisamos entender que ele viveu 100% como homem, né? Então, havia proximidade, havia relacionamento. Ninguém pode dizer que Judas não conheceu Jesus.
Todo convívio, né, te gera uma capacidade de percepção e conhecimento que quem não tem convívio não tem. Então, agora no início do do mês, na semana passada, Kelly e eu completamos 30 anos de casado. É muito tempo de convívio.
Dependendo a cara que eu faço, ela já sabe o que eu tô pensando ou o que eu tô na eminência de dizer. E você não precisa de um relacionamento somente como marido e mulher e nem de três décadas. Pastor Marciano caminha comigo há mais de 20 anos, né?
Normalmente pelo convívio, ele já sabe diante de determinado problema, né? Qual a orientação que eu vou dar, qual o conselho, né, que eu tenho para dar, o que é que eu vou dizer, o tom que eu vou adotar. Então as pessoas conseguem conviver, né, com outras a ponto de ter conhecimento.
Eu imagino que Jesus, uma vez decidiu viver 100% como homem, tinha um padrão comportamental em alguns momentos previsível, no mínimo aqueles que era norteado pelos princípios que ele mesmo ensinava. Então dava para se esperar. Nesse momento ele vai demonstrar compaixão.
Nesse momento vai haver algum nível de confronto ou exortação. Nós podemos imaginar, né, que Jesus tenha assumido até mesmo elementos como os temperamentos que nós conhecemos. Quem estava perto conhecia Judas são desses.
Mas para aqueles que pensam que talvez a traição de Judas foi apenas um deslize único, a escritura nos faz questão de mostrar que Judas iam apresentando desvios de conduta e de caráter muito tempo antes. Um dia eu ouvi alguém dizer, né, que um homem ou mulher de Deus nunca cai. A pessoa diz, a pessoa vai caindo.
É um processo. Princípios são negligenciados, são quebrados. Certos gatilhos ou escrúpulos vão sendo quebrados aos poucos e a pessoa progride no caminho da queda ou da perdição.
E o Evangelho de João, no capítulo 12 nos fala a respeito de um momento específico de uma oferta que é feita ao Senhor Jesus. Você conhece muito bem aquele exemplo, né, das Escrituras quando um perfume é derramado ali aos pés do Senhor. E a Bíblia diz do verso 4 ao 6 de de João, capítulo 12, mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que estava para atrair Jesus, disse: "Por que este perfume não foi vedido por 300 denários e o valor não foi dado aos pobres?
" No verso 6, o apóstolo João expõe Judas e diz: "Ele disse isso não porque se preocupava com os pobres, mas porque era ladrão e tendo a bolsa do dinheiro, tirava do que era colocado nela, traduzindo, era o tesoureiro do grupo e estava desviando fundos e recursos. " Quando você olha a Bíblia, honestamente durante muito tempo, vou dizer para Deus, para que colocar isso na Bíblia? Se o primeiro tesoureiro da história da igreja deu problemas, você vai levantar a suspeita, né?
É por isso que você vê Paulo batendo muito na tecla conduta de ser honesto, não só diante de Deus, mas diante dos homens. Mas a Bíblia faz questão de mostrar um perfil de comportamento de alguém, né, que não condiz com aquela pessoa com quem convive, o próprio Jesus. Gente, de novo, ele não estava apenas ouvindo os ensinos, estava exposto à unção que Cristo, enquanto homem carregava.
Ele via os milagres sendo operados, mas nada disso, desse tipo de conhecimento, gerou transformação. O segundo exemplo de conhecimento sem transformação diz respeito aos irmãos de Jesus. Sim, você me ouviu direito, os irmãos de Jesus.
Porque nós temos uma declaração, um mito que foi, né, propagado a respeito de Maria, que é o da virgindade perpétua. E a Bíblia não diz isso. Evangelho de Mateus, no capítulo 1, no verso 25, a Bíblia diz no verso 24 que José recebeu Maria como esposa.
E no 25 diz: "Porém não teve relações com ela. " as traduções mais antigas diz não a conheceu enquanto ela não deu a luz a um filho a quem pôs o nome de Jesus. Então, indiscutivelmente nós temos uma concepção sobrenatural de Jesus até que nascesse.
José não teve relações com Maria, mas a Bíblia mostra que eles viveram com uma família normal, como um casal normal. Aliás, o evangelho, né, de Mateus e também de Marcos nos menciona a respeito dos irmãos de Jesus, inclusive os seus nomes. Marcos capítulo 6 verso 3.
Perguntaram: "Não é esse o capinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas, Simão? As suas irmãs não vivem aqui entre nós? " E por que eu estou incluindo o assunto dos irmãos Jesus?
O que eram pessoas que conviveram com ele, mas a Bíblia nos mostra que nem os seus irmãos criam nele. Acompanhe comigo o Evangelho de João, capítulo 7, do verso 3 ao 5. Então, os irmãos de Jesus se dirigiram a ele e disseram: "Deixe esse lugar e vá paraa Judeia para que também os seus discípulos vejam as obras que você faz.
Porque se alguém quer ser conhecido, não pode realizar seus feitos sem segredos. Já que você faz essas coisas, manifeste-se ao mundo, traduzindo, você não é o bom, você não é o cara. Como é que você não quer ir paraa festa em Jerusalém?
Já que você tem tudo isso para mostrar esses milagres, para operar vai de uma vez se exibir pro mundo inteiro. Olha o que o verso 5 diz, termina dizendo. Acontece que nem mesmo os irmãos Jesus criam nele.
Eu lembro a primeira vez que eu reparei nessa declaração, eu fiquei chocado. Mas gente, vamos colocar no lugar dos irmãos Jesus. Diferente de José, quem um anjo aparece, Maria quem um anjo aparece.
Maria, indiscutivelmente tem uma experiência única de visitação no seu corpo, né? O milagre da concepção sem nenhum envolvimento eh eh com nenhum homem. Não há como contestar a realidade dessas coisas.
Mas se imagine sendo um irmão que nasceu depois e os seus pais tentando explicar enquanto criança. Então aquele seu irmão mais velho não é um como nós. Ele é o Deus encarnado.
Eu imagino as crianças olhando. Tá bom. Tá bom.
Que é, né? Porque Jesus tá vivendo como homem. Vai assumir o seu ministério público aos 30 anos.
Não há registro de milagres sendo operados antes disso. Se coloque no lugar deles. Eles conheciam Jesus muito bem, mas criam nele.
A Bíblia diz que não. Não só não criam. Evangelho de Marcos, capítulo 3, versos 20 e 21.
Depois eu lei o 31. Diz assim: "Então Jesus foi para casa. Aqui nós já temos nosso Senhor vivendo na Galileia.
Outra vez se ajuntou uma multidão de tal modo que nem podiam comer. Quer dizer, agora o ministério de Jesus tá bombando. A Bíblia diz: "E quando os parentes de Jesus ouviram isso, saíram para prendê-lo, porque diziam: "Está fora de si".
Quem eram os parentes? verso 31 diz: "Nisto chegaram a mãe e os irmãos de Jesus e tendo ficado do lado de fora, mandaram chamá-lo. Imagino que a mãe tá simplesmente tentando conter aqueles filhos, né?
Ela tinha uma experiência única, indiscutível. Não há nenhum momento onde em absolutamente lugar nenhum das escrituras, né? possa haver qualquer sugestão de nenhuma dúvida de Maria sobre quem era Jesus, seu ministério.
Mas quando a Bíblia está dizendo seus parentes queriam prendê-lo, tava dizendo: "Tá maluco, ele acha mesmo que é o Messias, ele acha que é o Cristo. " Esses eram os irmãos Jesus enquanto viveram somente o conhecimento segundo a carne. Não podemos dizer que não conheciam Jesus, mas algo muda e muda drasticamente porque logo no início da história da igreja, diferente de Judas que nunca viveu transformação, os irmãos de Jesus viveram.
Logo depois de nosso Senhor ser assunto aos céus, o registro que está em Atos capítulo 1, vai até o versículo 12. Isso aconteceu no Monte Oliveiras. Versículo seguinte, o 13 falando dos apóstolos, diz assim: "Quando entraram na cidade, então estão voltando o monte das oliveiras, a cidade aqui é Jerusalém.
Quando entraram na cidade, subiram para o cenáculo. É o lugar onde no dia de Pentecostes todos foram cheios do Espírito Santo. Subiram para o cenáculo onde se reuniam Pedro, João, Tiago, André, Felipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão Zelote e Judas, filho de Thiago.
Ou seja, 11 dos apóstolos. Porque nesse momento Judas Iscariote já se perdeu, não está no grupo. Matias ainda não entrou para substituir Judas.
Todos esses perseveravam unânimes em oração com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele. Aqui nós temos um relato claro. O que é que acontece antes e depois com esse irmão Jesus?
Em algum momento aquilo que era só conhecimento segundo a carne vai se transformar num conhecimento espiritual. Os irmãos Jesus eles sabem o desfecho da história, como Cristo foi crucificado, uma execução pública, morte incontestável. Quando, né, surpreso com o fato de já ter dado sinais de de morte, o centurião decide não quebrar as pernas de Jesus, ainda manda que um soldado faça a checagem.
E a Bíblia diz no Evangelho de João, quando lhe furaram ao lado com uma lança, saiu sangue e água. Quando o sangue já está se transformando em água, é evidente sinal de que a morte já aconteceu. Nós podemos imaginar aqueles irmãos de perto ou de longe, tendo conhecimento de tudo que aconteceu.
Mas nosso Senhor, depois de ressuscitado, apareceu a várias pessoas. Em primeiro aos Coríntios, capítulo 15, que eu chamo de o capítulo da ressurreição, o apóstolo Paulo, do verso 3 ao 7 diz o seguinte: "Antes de tudo, entreguei a vocês o que também recebi, que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Cefas. Cefas é a expressão em aramaico para o nome de Pedro.
E apareceu a Cefas e depois aos 12. Depois foi visto por mais de 500 irmãos de uma só vez, dos quais a maioria ainda vive, porém alguns já dormem. Você consegue imaginar esse culto?
Mais de 500 irmãos e nosso Senhor apareceu para todo mundo uma vez só. Deve ter sido a reunião. O texto continua e diz assim: "Depois foi visto por Tiago e mais tarde por todos os apóstolos.
Quem é esse Thago? " A Bíblia não está falando de Tiago, irmão de João, o primeiro dos apóstolos a ser morto, martirizado por Herodes. Ele já tá incluído nos 12.
Não está falando de Tiago Menor, o outro dos 12. Está falando de um homem que se tornou o grande líder da igreja em Jerusalém depois de Pedro. No início, no livro de Atos, é incontestável que a liderança da igreja, né, está a cargo de Pedro.
Ele é a voz maior em algum momento. Isso já é claro e evidente em Atos capítulo 15, no Concílio de Jerusalém, o peso que a voz de Thago tem, que Thiago assumiu esse lugar de liderança, provavelmente uma transição, porque o apóstolo Pedro, assim como os demais apóstolos, não permaneceram o tempo todo em Jerusalém. Eles viajavam muito testemunhando de Cristo.
Mas Thago se tornaria o grande líder a ponto de ser chamado em Gálatas 2:9, de uma das colunas da igreja. O apóstolo Paulo diz em Gálatas 2:9: "E quando reconheceram a graça que me foi dada, Tiago, Céfas e João, que eram reputado colunas, estenderam a minha Barnabé, a mão direita da comunhão, a fim de que fôssemos para os gentios e eles paraa circuncisão. " Quem era esse grande líder, uma das colunas da igreja, cujo nome é mencionado antes mesmo de Pedro e João, em Gálatas, no capítulo 1, no verso 19, o apóstolo Paulo se refere a Tiago como o irmão do Senhor.
é um dos nomes que nós temos alistado ali em Marcos 6 irmãos Jesus Tiago. Curioso é que esses irmãos que não criam em Jesus em algum momento passaram a crer. E a Bíblia fala de uma aparição específica de Jesus a Tiago.
E depois da ressurreição, os irmãos que não criam nele passariam a crer. Porque quando o conhecimento não segundo a carne, mas nesse patamar que nós chamamos de revelação, entra, a transformação se estabelece processa. O apóstolo Paulo mesmo diz: "Nós já não conhecemos segundo a carne.
" Ele ouvia sobre Jesus. Ele tinha raiva e perseguia Jesus. Tudo o que ele conheceu antes não produziu transformação.
Mas em algum momento, quando o Senhor lhe aparece na estrada, naquele caminho para Damasco, as coisas vão mudar. e vão mudar drasticamente. Daqui a pouco vou falar sobre a transformação de Paulo.
Mas evidentemente nas escrituras nós temos conhecimento sem transformação e temos conhecimento com transformação. Sem transformação é sempre o conhecimento segundo a carne. Com transformação é quando algum nível de revelação, né, de entendimento espiritual se estabelece.
E esse é o grande ponto a ser perseguido. Eu e você precisamos entender que o evangelho envolve aprender a respeito de Cristo. Efésios, no capítulo 4, no verso 20, o apóstolo Paulo, primeiro ele vai mencionar o comportamento de alguns e depois ele diz pra igreja: "Mas não foi assim que vocês aprenderam a Cristo?
" Então eles ensinavam sobre quem era Jesus, não apenas a sua pessoa, a sua obra redentora. repassavam os seus ensinos. Quando o apóstolo Paulo vai ensinar sobre a ceia e diz: "Eu vos entreguei o que eu também recebi do Senhor".
Ele não estava lá naquela última ceia, mas o Senhor, em uma das muitas vezes em que apareceu a Paulo, certamente o orientou sobre isso. Então, não quer dizer que não havia aprendizado sobre a pessoa de Jesus, quem ele era, o que disse, o que fez. Mas eu e você precisamos entender que nós precisamos de mais do que informação sobre ele.
Nós precisamos de revelação a respeito de Jesus. Senão não haverá transformação. Nós sabemos que a transformação é progressiva.
A progressividade é uma marca na vida cristã. A Bíblia diz: "Nós somos transformados de glória em glória, como fosse um degrau da escada depois do outro, na imagem do Senhor. " Mas a transformação ela só é progressiva, porque ela é resultado de um conhecimento que também é progressivo.
E aqui onde eu quero gastar um pouquinho mais de tempo. Eu falei em primeiro lugar do conhecimento sem transformação, citando Judas e os irmãos Jesus. Eu falei do conhecimento com transformação enfatizando os irmãos Jesus, mas principalmente Thaago.
Mas eu quero falar um pouco mais aqui sobre a progressividade do conhecimento e a sua consequência que é a progressividade da transformação. Em Oséias, no capítulo 6, no verso 3, a Bíblia diz: "Nós devemos conhecer e prosseguir em conhecer a Deus". Ou seja, conhecimento de Deus não é algo que você esgota numa única experiência por vários motivos.
Primeiro lugar, Deus é um ser ilimitado, infinito. E não há como eu e você esgotarmos o conhecimento de quem ele é. Segundo, diferente de Deus, eu e você somos seres limitados, bem limitados, e nós não conseguimos absorver o conhecimento, nem aquilo que é possível na nossa limitação de uma única vez ou logo no início da conversão, por um motivo, né, que a gente pode destacar aqui, entre outros, que é a questão de maturidade.
O livro de Hebreus, no capítulo 5, no verso 11. Isso. Hebreus 5:11, o escritor diz: "A esse respeito temos muitas coisas a dizer, coisas difíceis de explicar".
Ele tá dizendo: "Olha, eu tenho mais para falar do assunto". Mas é difícil explicar. Por quê?
Pela complexidade da doutrina. Não. E diz porque vocês se tornaram tardios em ouvir.
A maneira como nós ouvimos determina se haverá ou não compreensão. Esse é o tema central da parábola do semeador. A semente cai à beira do caminho, é roubada, né, pelas aves que Jesus interpreta como os demônios.
Nosso Senhor fala daqueles que ouvem e não entende. Se não entende, não tem frutificação da palavra. Ele menciona duas outras sementes que começa o processo, mas ele é abortado para no final falar da semente cai em terra boa, frutifica e dizer são os que ouvem e entendem.
A palavra de Deus só pode operar aonde existe compreensão e entendimento. Evidente que quando falamos de revelação, nós não alcançamos isso sem Deus. Por outro lado, não significa que Deus sozinho de forma unilateral vai promover todo o tipo de conhecimento sozinho, independente da nossa conduta, até porque se fosse assim, ele é o maior interessado.
Então, todos nós deveríamos estar vivendo o pleno conhecimento. Então ele está dizendo, se há essa negligência em ouvir, ele diz, a capacidade de compreensão de vocês vai ser comprometido o escritor continua e diz no verso 12: "Pois quando já deviam ser mestres, levando em conta o tempo decorrido, aqui é o tempo de fé de caminhada cristã, vocês têm novamente necessidade de que alguém lhes ensine quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus. " Traduzindo, pelo tempo de vida cristã, vocês tinham que estar ensinando outros.
Além de não estar ensinando, vocês têm que reaprender o tempo todo o babá, os fundamentos da fé, os princípios elementares. Ou seja, a percepção não estava entrando. E ele termina dizendo o verso 12, passaram a ter necessidade de leite, não de alimento sólido.
13: 14. Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça porque é criança, mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que pela prática t as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal. Dia alguém me perguntou: "Pastor, o senhor tem plano de algum dia pregar sobre esse assunto que eu tive conversando ali na mesa?
" Eu falei: "Nunca". Ele falou: "Por que não é tão importante"? Falei: "Importante para você que é maduro e consegue digerir alimento sólido, né?
Isso aí vai dar uma congestão em algumas crianças na fé, assim como você não dá feijoada para um recém-nascido. Simples assim. Eu e você precisamos entender isso.
Quando nós nos convertemos a um nível de conhecimento de Jesus, claro que há. Há um nível de compreensão, claro que há. Mas, por exemplo, nossa dieta da palavra é chamada de leite.
Primeira de Pedro 22. Como crianças recém-nascidas desejem o puro leite espiritual a fim de crescer. Ninguém começa com alimento sólido, começa com leite.
E a medida corresponde, cresce, pode mudar a dieta. Mas nós vemos pessoas que elas não só não começam com uma estrutura para entender, mas elas conseguem permanecer por anos enroscadele lugar de infantilidade. Então, há mais para ser conhecido do que aquilo que eu e você experimentamos até agora.
Conheçamos e prossigamos em conhecer a Deus. Ah, pastor, esse texto está sendo, né, usado é do Antigo Testamento. OK.
Colossenses 1:10. O apóstolo Paulo, enquanto orava e destacava a importância de que os Colossenses tivessem e agora cito o texto bíblico, crescendo no conhecimento de Deus, nos mostra que o conhecimento de Deus é algo no qual se cresce. E a Bíblia aplica isso diretamente em relação à pessoa de Jesus.
Segunda de Pedro 3:18, o apóstolo diz: "Creçam na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Você só cresce se já tem alguma coisa, mas dá para aumentar. " Efésios capítulo 4 verso 13.
Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do filho de Deus. Quando nós olhamos pra vida cristã, uma marca incontestável da vida cristã é progressividade, é avanço. Provérbios 4:18 diz que a vereda do justo é como a luz.
da Aurora vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. Cada vez mais luz, cada vez mais clareza, cada vez mais compreensão, porque conhecimento é progressivo. escrevendo aos Tessalonicenses, em Primeira Tessalonicenses 4:1, o apóstolo Paulo diz: "Finalmente, irmãos, pedimos a vocês e os exhortamos no Senhor Jesus, que assim como aprenderam de nós a maneira como devem viver e agradar a Deus, ou seja, existe uma conduta correta e apropriada aos cristãos.
" Ele tá dizendo: "Vocês aprenderam isso de nós? " Ele diz: "E efetivamente o estão fazendo". Ou seja, estavam cumprindo com aquilo que foi ensinado.
E diz: "Vocês continuem progredindo cada vez mais. " E diz: "Vocês aprenderam de nós, já estão praticando. Palma para vocês, merecem o louvor nisso, mas vocês não podem parar aí.
Dá para progredir. Vocês precisam progredir cada vez mais. Ou seja, progredir e progredir na progressão cada vez mais.
Quando olhamos para declarações como essa, é evidente, a progressividade é uma marca da vida cristã. Em segunda de Pedro, no capítulo 1, do verso 5 a 8, o apóstolo Paulo diz assim: "Por causa disso, concentrando todos os seus esforços. " Ou seja, não depende só de nós.
Jesus disse: "Sem mim vocês não podem fazer nada". Mas também não depende só de Deus. É uma interação.
As duas partes se envolvem e normalmente quem fala é a gente, nunca é Deus. concentrando todos os seus esforços. Acrescentem a fé que vocês têm, a virtude.
Então, a fé já tá lá, tem a conversão, mas ele diz: "Acrescente a virtude. " A virtude acrescento. Ao conhecimento, domínio próprio.
Ao domínio próprio, a perseverança. A perseverança a piedade. A piedade, a fraternidade.
A fraternidade o amor. No verso oito, ele diz: "Porque essas qualidades, estando presentes e aumentando cada vez mais progressividade, incluindo o conhecimento, farão com que vocês não sejam nem nativos, nem frutíferos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus. " Não tá dizendo que não conhece nada, mas nós não temos o pleno conhecimento, porque quanto mais conhecemos, mais transformação eu e você podemos experimentar.
Quem tá entendendo, diga amém. Nós falamos no início do próprio Paulo que diz: "Já não conhecemos Cristo segundo a carne". Há um momento que Paulo vai entrar no lugar de revelação e algo muda profundamente.
E Filipenses no capítulo 3, vou ler primeiro os versos 7 a 8, depois vou continuar até o verso 12, se você quiser acompanhar. Filipenses 378. Mas o que para mim era lucro, se eu considerei perda por causa de Cristo.
Na verdade, considero tudo como perda por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por causa dele perdi todas as coisas e as considero como lixo para ganhar a Cristo. Quando ele fala ganhar Cristo, ele não tá dizendo que ele não tem nada de Jesus. Ele já teve um encontro com o Senhor, mas ele tá dizendo: "Eu ainda não tenho tudo.
Tá para ir além". Agora Paulo diz: "O que antes era lucro? " Outras traduções dizem ganho.
E apesar das palavras lucro e ganho sugerirem que Paulo está falando de coisas materiais, ele não está falando disso. Ele está falando de outros valores. O que para mim era importante, o que para mim tinha valor, desvalorizou, perdeu importância.
Por quê? Porque eu descobri, eu conheci algo muito mais importante. Quando ele fala da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, outras traduções traduzem como a excelência do conhecimento, a suprema grandeza.
A palavra no original grego é hiperço. Hiperúço fala de algo que se sobressai, que se destaca, que se eleva, fala de proiminç e diz: "Eu descobri algo tão superior, tão elevado, que diante da percepção de valor aqui, as outras coisas desvalorizaram". É essa revelação de quem Cristo é, de uma importância que não é apenas um consentimento mental, que produz transformação na minha e na sua vida.
E o apóstolo Paulo não só viveu isso, ele continua o fim do oito. Ele disse assim: "Perdi todas as coisas, as considero como lixo para ganhar a Cristo. " O nove diz: "Ser achado nele, não tendo justiça própria que procede da lei, mas aquela que é mediante a fé em Cristo.
A justiça que procede de Deus baseada na fé. Agora olha o 10. O que eu quero é conhecer Cristo.
Paulo, você não conhece nada? É lógico que eu conheço. Já mudou minha vida, mas tem mais para se conhecer.
Quem tá entendendo? No início do meu ministério pastoral, 32 anos atrás, quando estava morando em Oraapuava, tinha um um irmão, ele veio fazer depois parte do do presbitério da igreja e é até hoje, irmão Aíton. Encontrei ele essa semana numa conferência pastor, estivemos aqui, foi sediado na nossa igreja.
Eu lembro do dia que ele tava passando, eu dei um oi para ele e fiz a pergunta só para ouvir a resposta que eu amava ouvir. Falei: "E aí, Aíto, tudo bem? " Ele respondeu que eu sempre gostava de ouvir, ele falou: "Tá tudo bem, mas tem espaço para melhorar", né?
Tinha hora que eu perguntava, não era nem para saber como ele tá, só para ouvir aquela empolgação. Tem espaço para melhorar. Não importa o quão boas as coisas estejam, tem espaço para melhorar.
Não importa o quanto eu e você conheçamos já de Cristo, tem espaço para conhecer mais, ou seja, para melhorar. Então Paulo diz: "Para conhecer a Cristo, o poder da sua ressurreição, tomar parte nos seus sofrimentos, me tornar como ele na sua morte, para que de algum modo, perdão, para de algum modo alcançar a ressurreição dentre os mortos. " Agora, olha o 12.
Não que eu já tenha recebido isso. Ele não tá falando de uma experiência zero com Jesus, tá falando de alcançar aquele nível maior ou já tem obtido a perfeição. Essa palavra aqui traduzida perfeição é o estado completo, a perfeita maturidade.
Mas prossigo para conquistar aquilo para o que também foi conquistado por Cristo Jesus. Eu e você precisamos entender não só que é um conhecimento que transforma, mas que em vez de ser apenas um conhecimento que nos levou a ser transformado só até um certo ponto e depois estagnamos, nós podemos conhecer cada vez mais e sermos consequentemente transformados cada vez mais. Mas a pergunta prática antes de terminarmos é: como podemos vivenciar esse tipo de conhecimento?
Não o segundo a carne que não produz transformação, mas esse que é espiritual. Eu quero destacar um elemento que para mim assim é prioritário quando falamos em termos de vida cristã. A maior parte das pesquisas apontam a grande maioria dos cristãos não têm tempo devocionar o diário com Deus.
Aliás, a maioria parece não entender a dinâmica de um relacionamento que devia ser diário, não fundamentado em cultos semanais, reuniões semanais, como a celebração ou mesmo uma segunda reunião que a célula. Quando você olha lá pro jardim do Éden, Deus depois de criar o primeiro casal, os visitava diariamente. A Bíblia diz que as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã.
Quando você olha pro maná, era uma porção diária ao longo de toda a escritura. É evidente que Deus espera de nós um relacionamento no dia a dia. E nós precisamos entender que esse tempo devocional ele é fundamental não por mera questão de religiosidade, mas para um processo que e você precisamos.
Em Mateus, no capítulo 11, nos versos 28 e 29, Jesus diz assim: "Venham a mim, todos vocês estão cansados e sobrecarregados, e eu os aliviarei. Tomem sobre vocês o meu julgo e aprendam de mim, porque eu sou manso e humilde de coração e vocês acharão descanso para sua alma". A maioria das pessoas me parece olhar para esse texto só para dizer assim: "Bom, se eu tô cansado, sobrecarregado, eu posso ir a Jesus, conseguir alívio e descanso pra alma".
Mas não foi só isso que ele falou. e desaprendam de mim. Eu sou manso e humilde.
Eu quero que você manifeste o mesmo nível de humildade, de mansidão que eu tenho. Mas como que eu e você podemos aprender de Jesus? Antes do verbo aprender, que aparece no verso 29, nós temos um convite que apresenta outro verbo, no 28.
Venham a mim. Para aprender de Cristo, você precisa de proximidade, você precisa de contato, você precisa de relacionamento com ele. Atos capítulo 4 verso 13 nos fala dos apóstolos logo depois da ressurreição de Jesus, testemunhando com poder.
E a Bíblia diz em Atos 4:13 o seguinte: "E reconheceram que eles haviam estado com Jesus". Ó, que interessante essa frase. Não é apenas o povo olhando dizer, a gente lembra dessa turma que andava com ele.
Reconheceram que eles tiveram com Jesus. Alguns talvez não lembravam da feição e do rosto de quem acompanhava Jesus na época em que possa ter visto. Mas eles pregavam a mesma mensagem, eles falavam a mesma língua, eles carregavam a mesma unção de Jesus, eles operavam os mesmos milagres.
O pessoal olha e diz: "Essa é a turma que anda com ele, convive com ele a ponto de ser afetada por ele. " Essa tem sido uma oração que eu tenho feito bastante a Deus, Senhor, que as pessoas possam reconhecer que eu estive com o Senhor. Aliás, meu pai tinha uma declaração interessante sobre o devocional, sobre a vida de oração, tempo com Deus, com a palavra e dizia: "Se eu ficar um dia sem o meu tempo devocional, eu sinto a diferença.
Se eu ficar uns três dias, minha mulher já percebe a diferença. Mas se eu ficar mais de uma semana, com certeza a igreja já vai sentir a diferença. Porque ou nós vamos transbordar o resultado de estar com ele, ou nós vamos transbordar algo diferente.
Estar com Jesus é uma chave para aprender dele, para conhecer dele e para dessa forma podermos ser transformados. Cada uma das disciplinas espirituais tem lá o seu caráter de transformação. Quando nós falamos a respeito do louvor e adoração, nós precisamos entender a importância disso, gente, a ponto de ser praticado em bases diárias.
E você não precisa ser um bom cantor para isso. Acho que o único que me aguenta ouvir cantar é Deus. Ele deve ter algum filtro, né, que a coisa chega no ouvido dele diferente, porque ele é o único que consegue, né, lidar com isso.
Mas é um princípio atrás da adoração. Pessoas se recusam a adorar a Deus, parece que sempre são entregues a um tipo de juízo semelhante. Romanos capítulo 1 fala de pessoas se recusaram dar glória a Deus e Deus os entregou a paixões infames.
São entregues à sua própria natureza carnal. A Bíblia diz que Herode se recusou dar glória a Deus e morreu comido de bicho. O juízo sempre parece vir e se manifestar na carne.
Por outro lado, inúmeros outros textos nos mostram que no ambiente de adoração, a carne é modificada, a transformação acontece. Eu gosto de uma declaração do salmista falando do ambiente louvor, adoração diz: "Eu me satisfarei com a sua imagem pelas manhãs. " Existe algo transformador nas práticas espirituais.
O jejum que nos leva a quebrar essa natureza carnal, né? E combinado as outras experiências, também vai nos permitir viver transformação. Mas eu queria destacar hoje duas disciplinas espirituais acima das outras.
Eu não tô dizendo que as outras não são importantes. Louvor, adoração deveria ser praticado só nos cultos. Isso aí deve ser praticado em base diária.
E nem sempre você precisa cantar para manter esse espírito de louvor. estava vindo de casa pra igreja hoje, louvor, adoração, tá comendo solto no carro. Não importa se vai ter cinco cultos, a gente não precisa depender desse ambiente, né?
Eu tô em viagem e preciso treinar numa academia. Eu não faço questão nenhuma de ouvir o tuche que a turma vai ouvir lá dentro. Eu investi num fonte de ouvido, né, que ele isola o ruído do ambiente e me dá uma definição fantástica pra música que eu tô ouvindo.
Então, tucho e tu tá rolando lá de fora. Não tô ouvindo nada. Eu tô lá com louvor e adoração e tem hora que eu vou lá para Nárnia, né?
Eu tenho hora que eu assusto as pessoas na academia, eu levanto a mão, eu choro, eu dou glória a Deus, eu falo aleluia, porque você não precisa depender de um culto para isso. Então, essas práticas são importantes, mas sem desmerecer nem o jejum, que a gente tem pregado bastante, nem o louvor, adoração, eu queria destacar aqui o tempo com a palavra e a vida de oração que deveriam nortear o nosso período devocional. Em João 5:39, o Senhor Jesus diz: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas eterna, e são elas que testificam de mim".
A teologia, nós chamamos isso de convergência bíblica. Tudo na Escritura aponta para Jesus, sua pessoa, não apenas quem ele é, sua obra. E não há como conhecer a respeito de Jesus sem as escrituras.
Nós podemos ouvir gente ensinando as escrituras e aprender acerca dele, mas isso ainda é conhecimento segundo a carne. Agora, nós podemos combinar esse tempo de exposição ação do Espírito Santo da verdade com uma outra prática, a de oração. Jeremias 33:3, o Senhor diz: "Invoca-me e te responderei: anunciar-tei coisas grandes e ocultas que tu não sabes.
" Tem crentes que não oram, mas dos que oram. Tem aqueles que nunca cruzam a linha da revelação. Eu vou chamar.
Eles ficam só no invoca-me que te responderei. Eles têm até experiência de pedir e ver a resposta de Deus. Mas alguns não permanecem nesse lugar tempo suficiente para entrar na outra dimensão, anunciar-te aí coisas grandes e ocultas que você não sabe.
Há momentos onde eu estou na presença de Deus e eu já não tô pedindo mais nada. Não quer dizer que a gente não possa pedir o que não tenha feito isso antes. É simplesmente aquele momento onde eu quero entrar cada vez mais fundo naquele lugar de percepção, entendimento, quem ele é.
Porque quanto mais o conhecemos, não segundo a carne, mas do outro modo, mais nós somos transformados. Não há como aprender dele sem ir a ele. E nós precisamos construir uma vida marcada pelo tempo diário de devoção com Deus.
Você recebe essa palavra? Pai, eu oro com cada um dos meus irmãos e irmãs que estão nesse auditório, aqueles que nos acompanham à distância, seja por essa transmissão ou posteriormente por meio de uma palavra gravada. Eu oro que o teu espírito não nos deixe, ó Deus, avançar apenas com informação a ser digerido ou processado.
Ainda que reconheçamos a importância de se meditar naquilo que ouvimos. Nós oramos por despertamento espiritual. Nós oramos por uma santa provocação dos céus, para que possamos pegar o trilho da transformação e viver a medida cheia e completa daquilo que o Senhor tem para nós.
Queremos conhecer a Cristo não segundo a carne, mas do outro modo. Aquele que Jesus classificou como revelação, aquele que é marcado por pela característica da transformação. E queremos viver isso de forma progressiva, contínua.
E nós clamamos por isso na vida de cada um de nós. Sabemos que essas coisas não acontecerão de forma automática, como uma fruta madura que cai de uma árvore, mas nós queremos cooperar contigo. Queremos intencionalmente causar, provocar esses resultados nas nossas vidas.
E oramos que o Senhor nos guieira prática. Nós clamamos em nome de Jesus, que aquilo que o Senhor começou não só a falar, mas a fazer, não se encerre ao final dessa reunião. Nós oramos não só por continuidade, mas por progressividade.
E nós fazemos isso em nome do Senhor Jesus. Se você crê e concorda, diga amém. >> Aleluia.
M.