[Música] Cara, até peço, eu peço um som de Deus para poder falar, porque é surreal assim o que Deus fez e o que Deus tem feito. E eu tenho certeza que Deus vai continuar fazendo na minha vida, né? Eh, assim, eu parto de um princípio de de que em certo momento da minha vida, eu percebi não só o que Deus pode fazer, mas o que Deus já fez.
Sabe assim? Tem muitos momentos que a gente percebe qual quando a gente quando a gente olha para trás e vê eh vários caminhos que a gente que a gente trilhou, que são erros nossos, coisas, decisões erradas nossas, coisas coisas que a gente fez e que talvez talvez a gente quebrou a cara e às vezes a gente vai e coloca a culpa em alguém ou vai e coloca a culpa às vezes em Deus, mas a gente percebe o quanto que Deus Deus esteve teve ali do nosso lado nos sustentando assim. Eu eu sempre tive um relacionamento com Deus.
Eu sempre fui cristão, sempre fui da igreja. Eh, mas meu relacionamento ele era ele era muito raso. Eu não sei, não sei de explicar.
Uhum. Era muito raso. Eu ia na igreja, eu li a Bíblia, minha mãe sempre teve a cultura de me ensinar eh os preceitos bíblicos, as escrituras.
Quando eu era criança, a gente sentava assim em casa, sempre tinha um um momento que minha mãe sentava e contava as historinhas da Bíblia pra gente e cresci com isso. Eh, eu cresci na Igreja Católica, então eu fui catequisado, crismado, tudo mais. Mas chegou um momento da minha vida que Deus me resgatou de uma forma tão surreal assim, tão tão intensa, que foi quando eu eu fui a primeira vez aqui na Alagoína.
Eh, e eu não tô falando a respeito da Alagoinha ou da Igreja, mas tô falando a respeito da forma como Deus me me resgatou, entendeu? Mas, ó, você tá contando a sua história, né? A sua forma.
Sim. Então assim, tava passando por alguns problemas, eu não busquei a Deus na dor assim, mas tava passando por algumas algumas situações na minha casa, assim, na minha família que que às vezes me deixava com medo. Ainda mais depois de tudo que eu passei, tô abrindo bastante meu coração aqui, tá?
Fica à vontade. Depois de tudo que eu passei com Cris, eh, ali em 2015, eu sempre tive muito medo, sabe? Eu sempre tive muito trauma de passar por algo parecido de novo, sabe?
Uau! E isso, isso me mexia, isso mexia muito. Tava ficando, eu tava ficando muito preocupado, cara.
Tava, estava me consumindo demais. Às vezes eu viajava e não queria viajar porque eu tinha medo de viajar. Claro.
Não por mim. Eu não tinha medo de que acontecesse algo comigo. Nunca tive comigo, né?
Com mim, ó. Nunca tive medo de que acontecesse algo comigo, mas eu tinha medo que acontecesse algo com alguém que eu que eu amo, sabe? sempre tinha medo.
Sempre tinha medo e estava me consumindo. No dia que eu, que eu cheguei ali, Deus falou claramente comigo que ele tava no controle de tudo e que ele que cuidava de toda a minha família e das pessoas que eu amo assim. E eu eu senti de uma forma palpável, até falo isso por André, que na hora que começou a palavra eu senti de uma forma de uma forma assim exatamente desse jeito, eh, bem literalmente mesmo, um peso muito, muito forte saindo das minhas costas, algo muito pesado saindo de mim.
É, sabe quando você tá carregando uma mochila pesada de 20 kg? Galera que que fez legendários aí vai entender o que eu tô falando. Enfim, quando você tá carregando algo pesado nas suas costas, é como se tivesse saído assim.
Aí eu eu senti até assim, eu fiz caramba, tal. Uau. E eu a gente não eu não sentia que eu tava com aquele peso nas minhas costas.
Entendi. Não era algo que você tinha consciência. Só quando saiu foi que você precis na hora que eu saí, na hora que eu entrei.
Não digo, só a hora que saiu o peso. Caraca, tinha um peso na minha. Exatamente.
Falei que isso tal. Foi um algo foi uma sensação muito estranha assim, mas muito libertadora. Foi algo muito muito surreal, sabe?
Primeira vez que eu que eu que eu comento a respeito disso. Fantástico. E isso aconteceu no ano passado, eh, 2024.
E ali, cara, as coisas começaram a mudar. Não foi a minha conversão total, né? Foi ali, começou um processo.
Então, foi ali o despertar o dia um, né? Foi, foi o dia um, foi o foi a ativação assim. E ali eu comecei a buscar mais a palavra, comecei a a me interessar mais.
E eu e eu sei que isso vem de Deus, porque até a nossa fé, ele que é o consumador, né? Então assim, ele mesmo, ele me resgatou de uma forma tão linda e tão e ele me ama tanto que ele foi fortalecendo a minha fé. Tinha momentos que eu iso nesse nesse processo desde no começo, tinha momentos que eu me esvaía, eu eu tentava sair, fugir disso e ele não deixava.
Uau, sabe? Então, então, cara, eh, o que ele tem feito na minha vida hoje, hoje eu posso dizer que que tenho buscado cada vez mais eh, uma intimidade intensa com Jesus Cristo. Eu sou viciado na presença de Jesus.
Eu sou viciado mesmo. Eh, eu, cara, eu prefiro muito mais hoje fazer algumas coisas eh que em outros momentos, se eu para para analisar, não fariam sentido. Em outros momentos, a a o a minha o meu entendimento a respeito da da palavra e do que é esse esse relacionamento com Jesus, ele era muito raso.
Então eu ia na igreja no domingo, mas se tivesse jogo do Corinthians, eu não ia na igreja, ia ser jogo do Corinthians, entendeu? Eh, enfim. E hoje em dia eu prefiro muito mais estar na presença de Jesus em qualquer momento da minha vida do que qualquer outra do que qualquer outra situação.
Uau! Então assim, eh, é maravilhoso. Hoje em dia eu não não dei a Bíblia por por obrigação, sabe?
Igual igual era antigamente. Hoje em dia eu li a Bíblia porque eu amo ler a Bíblia. Sabe?
Eh, hoje em dia a gente senta numa numa roda e a gente começa a conversar a respeito disso, porque eu amo conversar a respeito disso. Deus Deus me tirou de alguns lugares, Deus me tirou de algumas meses, de algumas rodas, de alguns de algumas situações e me colocou em outras que hoje em dia tudo faz muito mais sentido, entendeu? Até minha geografia, Deus Deus tem mudado.
Até a minha cidade para mim era ele não admissível. você falar para eu mudar de Goiânia para lugar nenhum do mundo. E eu mudei para São Paulo por conta disso, por conta de Deus, por conta de todo o avivamento que eu que eu tenho aqui, por conta de todo o meu ciclo de relacionamento de amigos que que eu tenho aqui, como você, como Pedro, como o pastorzão, eh, como a nossa turma mesmo, que a gente a gente senta para jantar e a gente vai conversar sobre Jesus, cara.
A gente tem vontade de fazer célula em casa. Sim. A gente tem vontade de de sair para conversar a respeito de Deus.
A gente tem vontade de se encontrar para ter estudo bíblico. A série que vai assistir é exata, é sobre a Bíblia. É, só fala disso e é muito massa e é muito legal.
Então assim, eh, a minha vida tá tá sendo transformada. Eu eu não consigo explicar muito com palavras, assim, eu não sou muito bom assim às vezes com as palavras em explicar algumas coisas, mas eu só sei que tem algo pulsando dentro de mim que é muito forte e e eu já percebi que isso isso é é assim, com Jesus é tudo ou nada, né, cara? Então eu prefiro ser tudo mesmo, sabe?
Uau! Com Jesus tem que ser tudo ou nada. Então eu prefiro ser tudo.
Tudo é por ele na minha vida hoje. Hoje eu tô nesse processo ainda, né? Mas eu sinto que tudo é é por ele, é sobre ele.
Que que massa, que lindo, que lindo. A gente teve alegria de a ponto de assim, só te cortando, desculpa, a ponto de, por exemplo, em alguns momentos, eh, sei lá, cantei músicas, gravei músicas que falassem algo que hoje hoje não faz sentido para mim, a ponto de me incomodar, você entendeu? Uau!
eh a ponto de pensar melhor e analisar melhor eh o que eu vou falar nas minhas próximas músicas, sabe? A ponto de entender que Deus me levantou num lugar que não é que é secular, né? Canto música secular, mas Deus me levantou ali para poder evangelizar as pessoas dali.
Porque, por exemplo, eh, Deus me levantou ali para chegar em lugares que às vezes a igreja não chega, que cantores gospel ou de música católica, enfim, música religiosa não chega, entendeu? E eu sinto que eu tenho eh essa missão falar de Jesus em lugares que às vezes às vezes outras pessoas que falam de Jesus já tem já tem eh essa missão de falar de Jesus, talvez não chegue, entendeu? Então, eh, eu sinto isso, eu sinto isso pulsando dentro de mim, essa vontade de, além disso, além de falar sobre Jesus, além de de poder carregar a palavra dele onde quer que as a planta dos meus pés pisem, isso que eu peço para Deus sempre.
Além disso, eh, no, nos meus exemplos que eu vou dar na vida, nas músicas, nas outras músicas que eu for fazer, falar de coisas positivas, falar de mensagens positivas que edifiquem a vida das pessoas, eh falar de amor de uma forma leve, sabe? Eh, igual, por exemplo, tem uma música minha que é espaçosa demais. Às vezes a gente tá compondo, eu tô com os compositores ou às vezes eu peço músicas para compositores, eu sempre uso ela como exemplo porque era uma música muito leve, uma declaração de amor que você pode cantar pra Marcelo.
Perfeito. Por exemplo, tem como ser um pouco menos linda, sabe? É, é, é uma música, é uma música que é uma declaração de amor.
É isso que eu quero passar. E se a gente parar para analisar, eh, eu parei para analisar as minhas músicas, as que mais deram certo, todas elas são s leves, assim, elas falam de um amor leve, um amor puro, um amor, eh, são músicas românticas, por exemplo, ou a grande maioria, né, por exemplo, atrasadinha é um encontro, um primeiro encontro de um casal. Aham.
Eh, a Maria, faça uma uma brincadeira de do do de um de um personagem ali do relacionamento fingindo que vai embora, ameaçando que vai embora para outra pessoa ficar mais atenta e tudo mais e tal, mas é leve também. Aham. Né?
Enfim. Então assim, até mesmo nisso eu eu me preocupo agora. Faz sentido?
E e me incomodo em você acha Eu me incomodo em falar alguns assuntos que eu falava. Eu presenciei uma música que você cantou no show e saiu do show, você falou: "Cara, você falou pro seu diretor de palco ali, tira essa música do dos sete lix, eu não quero mais cantar ela não. Não, eu nem lembro qual era assim, mas você falou: "Não quero mais cantar ela não, não tá fazendo sentido, não tem mais nada a ver.
Eu presenciei uma delas. " Tem música que eu que eu gravei nesse DVD de setembro que que assim, música que recebeu uma pressão danada para lançar, para trabalhar música e tudo mais, tive até que fazer e tal, mas que para mim quando eu paro para analisar me incomoda, pô, me incomoda. É um, é um assunto que que me incomoda hoje.
Não é algo que eu quero passar pr as pessoas, até porque a gente durante muito tempo da minha vida, nesses últimos 14 anos da minha carreira, eh, onde eu estive, passei ali da do final da minha adolescência, do meio da minha adolescência pro final da minha adolescência para agora que eu tô que já não sou mais um adolescente, né? Eh, passei por muitas coisas de coisas assim que que a gente é carrega que a gente que a gente se posiciona errado, de forma errada, né? momentos de de muitos exageros, bebida demais e sabe, você sabe do que eu tô falando, a galera também sabe do que eu tô falando.
E eu sei o quanto isso é destrutivo, sabe, pra vida de qualquer pessoa. Então, não é algo que eu gostaria de de ser de de dar como exemplo. Se se eu sair dali, se eu sair dali, hoje eu vejo o quanto eu o quanto esse momento não foi bom, hoje eu o quanto foi prejudicial paraa minha vida.
Saí dali e vejo quanto foi prejudicial para minha vida. Como é que eu faço músicas e canto músicas induzindo as pessoas a viverem aquilo ali. Muito bom.
Não faz sentido. Faz sentido. Não faz sentido.
Por isso que me incomoda. É ilógico, né? É.
Então assim, tô abrindo o coração. Eh, nunca falei isso em lugar nenhum e tal. Eh, tenho certeza que vai ter muita gente que pode interpretar isso de forma de forma negativa, mas eu também não tô nem aí.
falando o que o que eu acredito, sabe? Não acho negativo, não acho posicionado. Posicionado, posicionado.
Exato. É posicionado. Eh, faz sentido, entende?
Eu acho que faz sentido o que você tá dizendo, porque você não tá dizendo que você vai, né, se tornar um cantor religioso ou algo do tipo, porque não é esse o seu chamado, né? Esse é o seu, o seu chamado de fato é pra música, né? E você tem um público, na verdade um gigantesco público, milhões de pessoas que te ouvem, que te seguem, que dão um play ali nas suas músicas todos os dias.
Então, se você a partir de agora, na verdade já tem um tempo isso, né? Mas ser mais intencional, né? Ser mais seletivo, isso não, eu não acho isso prejudicial, nem a sua carreira e nem a sua história, nada.
E sabe o que que eu acredito também? Eu acredito que tá faltando mesmo músicas que falem de amor. Se a gente parar para para ouvir eh tudo que tá rolando agora no no mercado da música sertaneja, dos estilos de outros estilos musicais, tá meio carente mesmo de música de uma declaração de amor.
Vou te falar, sabe? Vou te falar uma coisa. No dia, não sei se foi no dia do meu aniversário ou no dia dos namorados, a Lara, minha namorada, ela foi postar uma foto nossa ou alguma coisa nossa, foi fazer uma publicação nossa e foi procurar uma música minha, né, de uma de uma declaração, tal.
Aí ela não achou nenhuma música minha, ela achou só espaçosa demais, que aí no caso tá falando, tem como ser um pouco menos linda, né? Aí como é que ela vai postar uma foto? Eh, rinha falando linda, né?
Aí tá. embora eu esteja com a blusa dela hoje, mas não tinha como ela postar, tem como ser um pouco menos linda, eh, se referindo a mim. Aí ela foi procurar e dentre outras músicas ali do que tá rolando hoje, cara.
Aí não foi procurando, procurando, não achava. Ela teve que postar uma música. Não, não que teve que postar não, mas aí ela achou uma música do do Detonautas, tipo antiga.
Antiga, por quê? uma letra de amor, com a letra com a letra de declaração. É, entendi.
Ou seja, tá faltando mesmo. Tá faltando. Então assim, quando a gente identifica um dos princípios da do empreendedorismo é esse, né?
Quando você identifica um problema, vai lá e tenta solucionar esse problema, porque quando você soluciona, você tem sucesso. Exatamente. Eh, você tá falando algo tão sábio e se a gente parar para refletir aqui agora, olha que doido, irmão.
Olha que maluco isso. Se você pegar em todos os gêneros, seja no sertanejo, seja no pagode, seja no rock, no pop, as músicas que perpetuam, 99% são músicas que falam de amor. Sim.
Que perpetuam mesmo, que duram 20, 30 anos a vida inteira, né? Tipo assim, Zezé Camargo, Luciano, a música que é o amor, a música que toca dele até hoje, até porque 90% da música das músicas deles eram de amor. Uhum.
E até hoje uma das maiores duplas de desde sempre. Se você pegar e você for pro popial, você vai ouvir, sei lá, rock mundial, você vai ouvir as músicas do Cold Play, a maioria das que ficam, eles estão falando de amor, do YouTu, em qual gênero que for, você vai ouvir Roberto Carlos. É demais, é amor.
Você pega C Idol Mine, por exemplo, do Guns and Rose, quem é o maior sucesso do Guns and Rose? Cara, é completamente. É uma declaração linda, inclusive de amor, né?
E agora eu vou longe, hein? Agora a conexão que eu vou fazer é longe. Pode pode ser até que eu apanhe dos teólogos.
Ou sai cancelado ou sai dos teólogos de plantão, né? Teólogos de internet. Se a gente for pensar a maior história da humanidade, que é a história de Jesus, é uma história de amor.
Então, cara, o amor é o que fica. O amor é o que fica, com certeza, cara. Os maiores filmes é uma história de amor, cara.
Os um o maior filme de superheróis é Homem-Aranha. É o quê? Uma história de amor.
Mary Jane e Peter Park. Se você for parar para pensar tem e para analisar 99% dos maiores filmes, das maiores músicas de qualquer gênero, é uma história de amor. Então isso que você tá falando até de maneira intencional.
É, tá faltando mesmo história de amor. Você pega pras músicas assim sertanejas que a gente ouvia, a gente ouve de balado, de zoeira, tal, elas têm um tempo de duração, sabe? Uhum.
Elas têm ali um período, elas e são ali uma mensagem para aquele para aquele momento. Mas passa. Você não vai ver uma uma música de baladeira, bebida e bá sendo cantada 20 anos depois.
Difícil. É que não vai, mas é difícil. É menos.
Não, com certeza. Agora de amor ficam, né? Bruno Marrone.
A gente tá falando de sertanejo só porque a nossa assim praia aqui que a gente tá falando agora, mas se eu for pegar as músicas que ficam do samba, do pagode, é da mesma forma. Se eu for pegar, sei lá, Taylor Swift do Pop Mundial, você gosta bastante, né? Você escuta muito.
Eu não conheço muito, você que gosta. Eu sou mais tuen a piada interna aqui que ele fica falando que eu só gosto de filmes de cara o de menininha. O Igor não não não que seja um problema, mas você vai me expor, hein?
Não que seja um problema. Expor também. Mas, por exemplo, esses dias para trás eu falei pro Igor, assisti Interestelar e tal, aí falei para ele assistir outros filmes, vários filmes.
Aí falou: "Ah, não, eu gosto de meninas malvadas, eu gosto de assistir Emily Paris, eu gosto de assistir como Perder um homem em 10 dias. Aí eu falei: "Ah, entendi. Maioria falei G per falei GV.
Perder homem 10 dias. Você falou que é incrível como perdi. É um filme muito bom mesmo.
Nunca nem assisti esse filme. É um filme muito bom mesmo. Mentira.
Mentira. Tá usando a música dele. Mentira.
Não vem com essa não. Você Mas eu curto uns, eu não gosto assist muito carregado que precisa pensar. Não assiste terror, cara.
Não assisto terror. Eu assistia terror antigamente, quando eu era adolescente assistia. Depois eu parei para analisar que não é bom, cara.
Dentro de casa. Não assisto terror, não assistado assim que alguém vai entrar em casa, tal, não assisto. Mas, por exemplo, tem muita gente que não assiste.
Eu hoje eu não assisto porque eu não quero isso pra minha casa, né? Eu não quero essa energia pra minha casa e tem muitos anos, né? Porque agora eu tô mais tô mais presente na igreja e tal.
Não, tem tem anos que eu percebi isso mesmo, que traz uma uma negatividade, traz uma energia errada, mas eu assistia, ó, para você ver que loucura, eu assistia filme de terror sozinho de madrugada, pô. Quero ver quem quem que assiste, quem você conhece alguém que assistia filme de terror sozinho de madrugada? Tipo assim, eu tava sozinho, né?
Vou assistir um filme, colocar um filme de terror, já assistia, ó, comendo a pipoca aqui, ó, ó que loucura. Comecei a ficar preocupado comigo, pô. Você que sou psicopata, sei lá.
Você que tá no YouTube, deixa seu comentário aqui. Você acha que isso é uma bobeira? ou se você acha que isso tem sentido.
A gente acha que tem sentido. Assistir um negócio dos demônios lá matando, entrando dentro de casa. Não, você tá trazendo aquilo para dentro de casa assim.
Aí, por exemplo, aí tá você, eu assistia sozinho, ó, para você ver a hipocrisia, né, da mente da gente. Você assistia sozinho o filme. Assistia o filme sozinho, só que ia na cozinha beber água, ia louvando, né?
Olho de Sim. Mas cara, eu já tava sozinho ali, cara. Se quisesse, se fosse para acontecer alguma coisa, acontecia ali.
Não, não. No caminho até a a geladeira. Enquanto estava no sofá, o demônio era até a geladeira é ficava morrendo, prendendo, né, cara?
Não faz sentido ter trazer todas as energias para dentro de casa, mas eu confesso que eu sou meio exagerado também. Por exemplo, eu vou ser o melhor pai do mundo para assistir os filmes com meus meninos, porque eu eu sou eu assisto isso adulto, adulto. Minha mulher fala: "Amor, vamos assistir o quê?
" Eu falo: "Bob Esponja". Não, amor, pelo amor de Deus. Vamos assistir o quê?
Tarzan. Vamos assistir o quê? Dumbo.
Eu adulto, eu fico assistindo esses filme de criança. Não sei se é porque também tem a ver com o meu universo infantil, familiar, tal. Sim, mas eu já curto esses esses trem meio infantilizado demais.
Mas com meus filhos, então eu vou assistir 24 horas de primeira leve. Você vai ver, eles vão amar. Igual eu com o Miguel, cara, quando eu assisti Rei Leão, eu lembro o Miguel tinha dois anos ele tinha, ele tá com seis, né?
É, tinha dois anos. Primeira vez que eu que eu assisti Rei Leão com Miguel, lembro do dia que eu coloquei. Eh, ele tava, eu tava com sono demais e o Miguel tinha acordado 6 da manhã, aí eu tinha que ficar com ele, né, e tinha que acordar.
Aí eu falei assim: "Cara, então mig vamos. Eu eu não queria, ele queria brincar, ele queria ir pra piscina, era um dia de férias assim e eu ainda tava acordando. " Eu falei assim: "Miguel, vamos assistir um filme, depois a gente vai pra piscina".
Aí eu coloquei Rei Leão, irmão, terminou Rei Leão, ele pediu para colocar de novo. Aí no outro dia ele pediu para assistir relião de novo. Virou o hiper foco do Miguel.
O Miguel hoje assiste relião todos os dias. Você viu como é que ele é? Presenciei, por exemplo, o o Igor tava com uma tava com a um pin, né?
Um um é, tava com um pin no chinelo. Não, isso foi surreal do do Caiu, né? Só que eles são iguais, tipo o Simba, o Mufasa e o Kon.
Cai é o neto do Mufasa, né? Eles são iguais quando eles são crianças, né? E eu não consigo ver perceber a diferença.
O Caio é do da guarda dos leões. É uma um spinoff do Re. É.
Não, foi demais isso. Você você tava pensando que era o Foi demais. O Felipe me pr realmente pegar no pulo do gato, ele me perguntou: "Você sabe quem que é o o pin aí do seu chinelo do?
" Porque o já tinha me falado. Aí eu, o Simba, né? Respondi na lata porque eu comprei aquilo achando que era o Simba.
Porque eu também sou apaixonado em Rile Leão. Eu e a Marcela, tal, a gente ama Rile Leão. Aí o Miguel já deu uma risada, falou: "Não é o Simba né o C.
" Aí eu, não, como assim? Como você sabe? Ele: "Ah, porque esse tequinho da juba dele aqui é mais vermelha".
É só isso. Eu fiquei, falei: "Não, não tem base não, não é possível". Falei: "Não, para com isso".
Ele é assim, é o Caio. "Puxa, papai, puxa. Achei ma bonitinho, mano.
Mostra, papai". Aí o Felipe na hora foi puxar no Google mesmo e mostrou lá que um tequinho da juba dele era mais vermelho. Eu falei: "Caraca, menino tem muito mais do que eu de leão".
E o seu negócio era desse tamanhinho, desse tamanho aqui assim no tênis, tipo um um É porque também não tem jeito. Eu acho que o Miguel é a pessoa mais especialista no Rei Leão que existe, porque não tem ninguém, eu acho, no mundo que tem mais horas de Rei Leão do que o Miguel. Não, foi muito bonitinho.
Só são 3 anos e meio assistindo Rei Leilão todos os dias. Que lindo, né? pelo menos uma.
E quando não é três vezes, tá? Quando não é três vezes de manhã, na hora que acorda, aí à tarde, depois do almoço. É, tô falando assim na quando é quando é final de semana ou quando é férias, depois o almoço, vamos assistir rei Leão.
Aí antes de dormir, vamos assistir relião. Apaixonado demais. Então, apresentei um um bom filme para ele, né?
É que relão é sensacional. Imagina se eu tivesse colocado Emily Peris. Não pode, né?
Ainda bem que você apresentou. E ó, mais um exemplo de músicas que ficam de amor, né? Rei Leão é uma história de amor do começo ao fim, cara.
Exatamente. Tanto do pai com filho, quanto depois do filho com a namorada, a noiva, né? A Uhum.
É uma história de amor o tempo inteiro. A o soundtrack, né? A trilha sonora é de amor puro, cara.
E é lindo. E eu e a Marcela, eu falei isso para você, né? A Marcela me deu uma, a gente namorava ainda, só ela me deu uma tábua de queijo.
Eh, nossa, gente, só porque eu falei, me deu um branco aqui da Essa tábua de queijo toda hora a gente come lá em casa até hoje. Me deu um branco do trecho da música. Vai apanhar?
Vou apanhar. Vai apanhar. Marcela vai dar uns cascudos.
Falando, enfim, falando de amor e o nome da música. Me ajuda aí. Alguém puxa aí, produção do da música do Rei Leão que eu vejo só tava toda hora, agora não deu um branco.
Mas a gente tículo sem fim do Circle of Life. Não, não é esse cara. Fala assim, você fala da música da Nala essa nojo.
Mas como que é inglês? Can you feel the love tonight? É, tá escrito.
Obrigado, Ana. Tá escrito na tábua de queijo. Can you feel the love tonight?
E a Marcela me deu essa tábua de queijo, cara. A gente namorava só há anos e anos atrás. E aí quando você começou a me falar, quando o Miguel começou a me falar dessa relação dele com Rei Leão, cara, é muito massa isso que é muito ligado, é muito, muito bonitinho.
Então eu manjo de Reão, mas a hora que ele falou do Pin, eu fiquei abismado, cara. Aí eu fique que ele manjava muito mais. Ele gosta.
É a principal brincadeira dele. Você viu o tanto de leão? É, ele não anda sem os leões, né?
A gente foi pra Orlando, falei: "Não, meu filho, vamos comprar vamos comprar brinquedo lá. Lá, lá você vai ter um monte de parque lá. Eu vou te levar para você conhecer ô rei leão, Miguel.
Cara, mas não, tive que levar aí uma mochila com 300 leões assim, cara. Essa mochila menor, maior. Essa mochila não pesa menos de 20 kg.
Um monte de leão, cara. Não, tô brincando. Mas assim, uma mochila que você tem que ficar carregando com os leões dele.
Aí o tempo inteiro ele fica e minha mochila dos leões? E minha mochila dos leões? Que ele fica brincando, né?
Aí ele cria o Rei Leão dele. Aí ele começa a a brincar e criar histórias ali. Aí uma faza, não sei o quê.
Você você para um pouquinho assim, o Miguel tá num cantinho e ele brincando com ele mesmo, né? Faza, que que foi, Scar? Não sei o quê.
Aí começa, né? Criar coisas. Mas é lindo demais.
É muito bonitinho. Muito bonitinho. Você também curte os filmes da Disney?
Que eu sei então? Eu gosto, cara. Para mim é genial os filmes da Disney, né?
Principalmente é composições. As melodias. Músicas são incríveis.
Incríveis. Aquele do Tarzan, a aquela ali é doideira, linda demais. O inteiro do Phil Collins é doideira ali, assim como do do Rei Leão, que é o inteiro praticamente do Elton John.
É é assustador de bom. Elton John e Hanzimer, né? Do Reão.
É, qual que é o nome do esse? Han como que é? Hanser.
Ele é o mesmo que fez o Interestelar. Você tem que assistir Interestelar, velho. Você me cobra toda hora desse bendito Interestelar.
Você já o amor? É simplesmente um amigo. É que é ficção, esses trem de luc.
Assiste, pô. Assiste. Nesse quadro aqui eu quero que vocês comentem.
Comenta aí se você é mais do time da Disney, mais do time da ficção louca do Felipe ou do time das meninas malvadas do Felipe. Precisa, não precisa comparar. Comenta, comenta aí se vale a pena assistir interá.
Quem já assistiu? [Música] M.