E hoje nós falaremos sobre acupuntura e fertilidade com a abordagem consumo do ININ e [Música] fertilidade. Quem conhece um pouquinho da medicina chinesa sabe que para os chineses a saúde do corpo físico e da nossa mente, dos nossos aspectos psicológicos, ela se dá através do equilíbrio entre as energias IM e a energia yang. A energia IM, ela tem uma relação maior com o feminino, com a noite, com a introspecção, com a reflexão, com a serenidade, com o frio, com o inverno.
E a energia yang, ela é uma energia mais masculina, segundo a energia, segundo a medicina tradicional chinesa, relacionada então ao dia, ao calor, a ação, a expansão. Ela não é introspectiva, ela é expansiva, ela tem a ver com calor. Então são energias opostas, mas que dentro do y nós sempre temos um pouquinho do yang.
E dentro do yang nós temos que ter um pouquinho do y para que tenhamos então esse equilíbrio tanto da saúde física quanto da saúde mental e emocional. Então, equilíbrio entre energias opostas em Yang promovem a nossa saúde. E o I, essa energia que, como eu já disse, que tem mais relação com o feminino, ela alimenta a nossa parte feminina.
Então, as mulheres, de maneira geral, elas são mais inim por natureza, por essência. Segundo a medicina chinesa, as mulheres elas têm o emocional mais aflorado do que o racional. Muitas vezes, ã, esse equilíbrio ele se dá de forma que o funcionamento, por exemplo, de uma casa, de uma família, do casal, ele seja mais harmônico por conta dessas questões.
O homem, geralmente, ele é mais racional, nós dizemos menos emotivo, menos vinculado à questões emocionais. Então esse equilíbrio do feminino com o masculino, inclusive nas casas, nas famílias, nos locais de trabalho, ele promove então um bem-estar, digamos assim, geral. O IIN é uma energia que ela está mais relacionada ao meridiano do rim.
Então nós dizemos que o meridiano do rim, ele é um reservatório de rim e não de forma coincidente a energia do rim. Ela também tem uma associação com o aparelho reprodutor, com os aspectos reprodutivos e os aspectos relacionados à fertilidade. Então, feminino, energia do meridiano do rim e fertilidade, as coisas, né, é, são ciclos que se fecham.
E o que vem a ser então quando é que a gente consome? Quando é que a mulher, vamos falar agora da mulher, quando é que a mulher consome muito? Quando é que ela desgasta essa energia in?
O desgaste do IN, ele ocorre então com o passar do tempo, a idade, com quanto mais longevos nós formos, quanto mais nós vivermos, mais energia nós vamos desgastarmos, tanto energia vital quanto energia IM ou energia yang. Quando é que nós desgastamos o IM? Quando nós praticamos excessos, ou seja, excesso de trabalho, excesso de atividade mental, de raciocínio, excesso de exercícios físicos, porque as quantidade moderada, enfim, ela é sempre o ponto de equilíbrio, trabalharmos de maneira moderada, o trabalho mental de maneira moderada, a atividade física moderada.
Então, tudo que é excessivo vai consumir o nosso im. As emoções, as emoções principalmente muito afloradas, o excesso de raiva, o excesso de tristeza ou o excesso de alegria, a euforia, a mania, elas também consomem. Então, energias em equilíbrio, emoções em equilíbrio e a falta de sono.
Então aquele paciente, aquela paciente no caso que não descansa, que não dorme bem, que não tem um sono repador, ela vai consumir energia in. Lembrando então que o desgaste do INtile. Então o que que nós vemos hoje em dia?
E por favor não interpretem que eu estou falando e que a medicina chinesa tá falando, que as mulheres não devem trabalhar, não devem fazer esportes, que elas não devem estudar, ter uma atividade mental. Não, nós estamos falando que os excessos eles levam a prejuízos. Então, o excesso de consumo do IM, ele vai ter uma relação sobre o feminino em se tratando de infertilidade.
Então, mulheres que trabalham demais, mulheres que estudam demais, geralmente estudam, trabalham, fazem exercícios, dormem pouco, se preocupam muito, focam em tudo, querem resolver tudo, querem ter controle, acabam reduzindo a sua energia in. E aí eu trago a pergunta para vocês, né? Quantas horas vocês trabalham por dia?
Quantas horas vocês estudam, vocês leem? Quantas horas vocês descansam por dia? Quantas horas vocês fazem atividades que alimentam o in?
Como estar com os filhos, como ler um livro, como acerenar a mente, como fazer uma meditação. Qual é o lado da balança que pesa mais? O do consumo ou o da alimentação do im?
Então isso é importante para nós mulheres refletirmos. Outra coisa, para integrarmos aos valores e a mulher mudou mudou o seu comportamento, o seu corpo físico e a sua fisiologia. O que que significa isso, né?
de uns anos para cá, de algumas décadas para cá, a mulher se inseriu no mercado de trabalho. Excelente. A mulher deu mais andamento aos seus estudos, fazendo nível superior, fazendo pós-graduação, mestrado, doutorado, muitas vezes associando dois trabalhos ao mesmo tempo, associando ao cuidado com a casa, não deixando de lado o cuidado do corpo, né, de fazer exercícios, de se manter magra, de muitas vezes, né, fazer uma dieta muito restritiva para atingir os meus objetivos.
Ah, não vou vou reduzir o meu horário de sono porque eu tenho que render, porque eu tenho que entregar tal trabalho amanhã. Então, na busca de uma produtividade, de uma ação, de um movimento que ele é mais yang, que é mais mulheres passaram a deixar de lado a sua saúde, tanto física quanto psíquica e emocional. Então, a mulher ela potencializou muito em algumas áreas e ela perdeu em outras áreas.
E como nós sabemos, o equilíbrio ele mantém todas nossas saudáveis. E isso tem se refletido hoje, segundo a medicina chinesa, na no aumento tão impressionante da infertilidade, principalmente feminina, porque a mulher ela deixou o ind de lado para assumir um papel mais yang. Então ela deixou esse essa essência, esse equilíbrio, essa questão mais emocional, mais pacífica, mais de descanso para assumir um papel de mais agilidade, de mais ação, de mais produção.
E isso gerou então esse desequilíbrio e tem gerado essa esses quadros, né? Não só de infertilidade, aqui nós estamos falando da infertilidade, mas de doenças que antes as mulheres tinham menos, como doenças cardiovasculares eram mais comuns em homens, né? ainda continua, mas as mulheres elas estão já chegando mais perto.
Então a atividade incessante e o controle elas consomam consomem. Ã semana a semana passada eu atendi uma paciente, eu gosto de trazer exemplos para vocês, eu atendi uma paciente que ela me disse assim: "Doutora, né, nós estamos agora no mês de fevereiro, né? Ela me disse assim: "Doutora, em novembro do ano passado eu cheguei pro meu marido e eu disse assim: "Eu não vou mais trabalhar.
" Ela trabalhava em dois locais. Ela é um trabalho próprio, né? Ela é profissional liberal.
Ela disse assim: "Eu não vou mais trabalhar. Chega isso. Cheguei no meu limite.
" Ela me disse assim: "Doutora, eu cheguei no meu limite porque eu trabalho em dois lugares. Eu tenho que administrar um escritório, eu tenho que cuidar do meu filho, eu tenho que buscar, eu tenho filho adolescente, eu tenho que me preocupar com as questões dele, eu tenho que cuidar de questões da casa, de supermercado. E eu cheguei no meu limite, agora eu não vou mais trabalhar.
" E ela disse que ela reconheceu aquele esgotamento. Ela falou assim: "Eu não tinha mais força, não tinha mais energia". Ela foi procurar ajuda psiquiátrica, começou, né, a usar medicação, fazer psicoterapia e veio buscar na acupuntura esse equilíbrio sem conhecer nada sobre energia y ou yang.
E aí na consulta, nós conversando, eu disse para ela assim: "Olha, ã, a questão é o equilíbrio. Tu tiveste, né, um quadro de desgaste do IN, né, tu consumiu demais o teu Y com muitas atividades Yang. " E ela me disse assim: "E o meu marido tenta ocupar o espaço dele, mas eu não deixo porque eu tô muito acostumada com esse meu ritmo alucinado.
" Então ela disse assim que o filho dela inclusive disse para ela: "Mãe, tu tem uma vida muito masculina. " O filho de 17 anos disse para ela: "Mãe, tu tem uma vida muito masculina". Quando eu disse isso para ela, né?
O que que era o y, que que era o yang? O que que ela tinha que preservar mais da essência dela, ela falou: "Meu filho é mais sábio do que eu porque ele identificou isso". E aí ela me disse assim: "Agora o que que eu posso fazer, doutora?
" Porque eu eu voltei a trabalhar, eu vi que eu tenho que trabalhar. Aí nós alinhamos algumas coisas, nós marcamos as sessões dela, nós vamos trabalhar pontos que reforçam o IM e nós vamos fazer até, né, conversei com ela, pensei com ela um planejamento para ela se permitir descansar, se permitir fazer o que ela gosta, quer cuidar das plantas, quer ter um turno só para ela. Então, para que não haja esse consumo e daqui a pouco, né, vem um burnout, a pessoa para com tudo e tem um adoecimento psíquico muito grande.
Então, é muito importante se reconhecer, se fazer essas perguntas. As pessoas hoje, as mulheres, elas não sabem descansar. Quando tu pergunta assim: "Ah, que que tu faz no teu tempo livre?
" "Eu trabalho ou eu faço as coisas da casa ou eu arranjo alguma coisa para fazer? " Eu não paro. Eu não consigo parar.
Porque parece que parar é uma vergonha. Parece que quanto mais eu faço, quanto mais eu produzo, aí sim que é legal. Mas a nossa saúde, ela vai sofrer penalidades com relação a isso, principalmente quando a gente fala em fertilidade e que as mulheres têm um período da vida que é um período fértil e que depois de passado esse período não tem mais como a gente recuperar esse tempo perdido, né?
Então, baixa do IM, consumo do IM, diminuição da fertilidade, porque as mulheres hoje em dia não aceitam parar, não aceitam descansar, não sabem ou não conseguem amamentar no período ali as que engravidam, né, do puerpério, muitas que são empresárias, né, que tocam empresas ou negócios próprios. Ah, não, eu não posso parar nesse período perpério, eu tenho que voltar a trabalhar vai em 10 dias eu tenho que estar voltando a trabalhar. Não conseguem se habituar àquele momento.
E isso quando eu falo com as pacientes, que é sempre, né, eu sempre converso sobre isso, com as mulheres que estão tentando engravidar ou que estão em processo de fertilização, elas têm que diminuir o ritmo antes de engravidar para se acostumarem a depois no puerpéreo já estarem mais tranquilas para ficarem com o bebê, para terem o seu tempo de amamentação, para terem esse tempo do puerpério, da licença à maternidade para estar em casa, evitar de não, não, eu tenho que eu tenho que ir logo porque eu tenho que trabalhar, não, eu vou deixar o bebê com alguém ninguém não. Ah, mas a creche não aceita antes dos 4 meses e o bebê tá com um mês, eu tenho que voltar. Então tudo isso consome mais o IM, tem mais dificuldade de amamentação, tem mais dificuldade de ligação emocional com o bebê e tudo isso vai gerar consequências inclusive nas crianças, né, pessoal?
Então, a mulher também não aceita envelhecer. Nós temos hoje, né, tantos, tantos e tantos procedimentos, muitas vezes arriscando a vida dessas mulheres, porque a mulher não aceita esse tempo correndo. A gente quer parar o tempo porque a gente não aproveita hoje.
A gente tá ou lá no passado ou a gente tá lá no futuro. E quando o tempo vai passando, a gente, nossa, mas eu não quero que passe, eu quero ter o mesmo corpo, o mesmo rosto, o mesmo cabelo, a mesma disposição que eu tinha aos 20 anos. E isso é impossível.
OM ele se consome com o passar do tempo e a gente consegue desacelerar essa perda, esse desgaste, mas a gente não consegue bloquear e a gente consegue desacelerar essa perda do IN, esse desgaste, fazendo justamente o contrário que as mulheres vêm fazendo atualmente. Então o tratamento, né, o tratamento para a gente conseguir fortalecer o IM feminino é através de alguns alimentos. através de alguns chás, segundo a medicina chinesa, é através da meditação, buscando então acalmar a mente, a gente viver o momento presente, contemplar o presente, contemplar as pequenas coisas.
é a mulher ter mais amorosidade consigo mesma, é se respeitar, respeitar os seus limites, respeitar muitas vezes o parceiro, como nesse caso que eu comentei, que se sente até assim: "Nossa, mas eu quero fazer também, né? " E as mulheres acabam ocupando aquele espaço, "Não, eu faço melhor, eu sei melhor, deixa para mim", né? Então assim, uma amorosidade consigo e com a família, né?
de eu poder me doar também pra família e respeitar os limites de cada um. E também, né, os exercícios de forma moderada, o exercício físico moderado, ele ajuda a equilibrar o in. E na acupuntura nós tratamos pontos, principalmente de meridiano do rim, de meridiano do basso, que ajudam a diminuir essa ansiedade, a diminuir essa essa até uma compulsão por fazer sempre alguma coisa.
O meridiano do fígado, que também é um meridiano que tem muitas vezes estagnação do do ti, estagnação da energia, ele ajuda a energia circular de forma mais harmônica, tanto o im quanto o yang, circularem de forma mais harmônica. Então são pontos que nós utilizamos do meridiano do rim, como eu falei anteriormente, que tonificam o rim e ajudam essa mulher a acalmar, a serenar, fora algumas outras práticas, como a meditação, que eu coloco inclusive no consultório, para que essa mulher se adapte a ficar mais consigo mesmo, com a sua essência, se respeitando e com mais amorosidade, como eu falei anteriormente. Então, se vocês se identificam com essas mulheres yang, ou se vocês conhecem muitas mulheres yang que estão passando por algumas dificuldades emocionais ou físicas, compartilhem esse vídeo, porque muita gente vai se beneficiar, com certeza.
Muitas mulheres vão fazer um bom uso, vão repensar as suas atitudes. Um grande abraço.