[Música] é uma honra ter a oportunidade de falar para milhões de pessoas agora e usar a minha poesia uma poesia popular nordestina para falar de respeito de diversidade e igualdade e principalmente de amor eu disse seja menos preconceito seja mais amor no peito seja a moça seja muito amor e se mesmo assim foi difícil ser preciso ser perfeito se não dá pra ser amor seja pelo menos respeito a quem nasceu pra julgar ea quem nasceu pra amar e é tão simples de entender de qual lado a gente está do lado certo é amar amar para
respeitar a mais para tolerar a mapa compreender que ninguém tem o dever de ser igual a você o amor meu povo o amor é a própria cura remédio pra qualquer mal por o amado em quem ama o diferente o igual talvez seja essa verdade que é pela anormalidade que todo amor é normal não é estranho ser negro estranho é ser racista não é estranho ser pobre estranho sl pista o índio o índio não é estranho estranho o desmatamento estranho essa é rico em grana e pobre de sentimento não é estranho seguei estranha ser homofóbico nem
meu sotaque é estranho estranho mas xenofóbico meu corpo não é estranho estranho é a escravidão que aprisiona seus olhos nas grades de um padrão minha fé não é estranha estranha é a acusação que acusa inclusive quem não tem religião o mundo sim o mundo sim é estranho com tanta diversidade ainda não aprendeu a viver em igualdade entender que nós estamos percorrendo a mesma estrada pretos brancos coloridos em uma só a caminhada não parece divisão por raça religião nem curso pacto oxente seja homem ou mulher você só é o que é o também ser diferente por
isso essa poesia e sai aqui do meu peito isso que nossa diferença nunca foi nenhum defeito e eu refoço esse clamor se não der pra ser amor que sejam menos respeito [Aplausos]