O amigo aqui, desesperado, fala assim: "Socorro! Minha esposa já me acusou de adúltero, de homossexual e agora, por último, de pedófilo da nossa neném de dois anos. Semana passada, ela ficou com sangue.
Fomos a dois médicos para provar que ela não foi molestada. O exame estava com as fezes ressecadas; machucou por esse motivo e saiu sangue. Vai embora quanto tempo!
Fiquei muito abalado com isso, tenho minha consciência cativa do evangelho, mas dói muito. Pensei em me separar, mas penso no perdão e na esperança de ela mudar. Eu, depois de tudo isso, posso dizer que eu não sou pedófilo.
E, violentado, de 32 anos é a loucura. Está perdoado! Agora eu não quero mais ser seu marido, cumprir todos os meus compromissos legais com você e nem se fala!
Mas não perco mais um dia de vida ao lado disso aqui, porque as pessoas nessa esperança, 30 anos que vai mudar. Esta igreja é que ela descreve a respeito dele; já é ele ou ela que formou já essa caricatura. Separarem ela já vai chamar um advogado pra mim; é falta de respeito a um minuto de casamento com uma pessoa que me disse assim: 'Morre até pra ir embora; pra não morrer de não perdoar'.
As coisas não façam do perdão um argumento pra atrelar vocês a vínculos adoecidos de maneira tática. Toda hora eu vejo acontecer. E, em nome do perdão, as pessoas ficam em relações atadas, que destrói a alma, a vida, o futuro, a alegria, a existência de uma pessoa.
Na minha opinião, quem faria isso? Todavia, agiria assim. Não me casaria se estivesse casado e iria embora na hora que eu visse que, sistematicamente, o respeito, o amor, o carinho, e a consideração tinham acabado.
Isso tem que ser levado a um exame de corpo de delito para poder acalmar a loucura da mulher e a filha. Mas enquanto você tem vida, enquanto tem vida para viver, sai. Uma conferência de um pregador de fora cabe no auditório de mil cabines; 120.
Não saia daí, visitação até a morte leva para o céu. E a terra foi uma merda; não tem outra palavra. A palavra nem uso no meu dia a dia.
Aliás, as palavras mais fortes que uso no papo são de graça ao vivo. Graças a Deus, a minha vida não merece essas palavras, mas a existência de muitos aqui têm que ser descritas como servo. Sua palavra volta pra cá.
Obrigado. Quem sai ou não sai do inverno. [Música] Vem ver, TV!
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