e aí bom então a gente vai abrir a discussão para uma introdução do que vai ser esse capítulo que vai ser discutido nesse primeiro capítulo de patologia estrutural nato patologia é tem aqui todos os temas que vão ser discutidos de fato no capítulo a gente vai falar agora sobre respostas celulares introdução a patologia é mais casamento explicando o que é patologia né pato vem de doença logia vende estudo então patologia doença do eu estudo da doença é e aí a gente vai partir para essa introdução das respostas celulares frente ao estresse e aos estímulos nervosos
é só para mim a melhorar aqui o exposto na discussão vou trazer para outra tela aqui certo vou trazer para essa tela aqui pra gente poder observar algum alguns conselhos então esse primeiro conceito né definição de patologia estudo logos da enfermidade patos patos logos é e aí a gente vai ter que perceber quatro aspectos básicos sobre o processo patológico quais são as esses aspectos né que envolve uma patologia que envolve uma doença uma doença envolve a causa dessa doença é a doença envolve a maneira com que essa doença se gera no organismo a doença então
a doença se gerou um organismo e a doença vai produzir algumas mudanças nas estruturas deste organismo né que são os cambios morfológicos e aí no final essas mudanças morfológicas na mudanças nas estruturas do corpo que foram afetadas por aquela doença vão produzir para gente manifestações clínicas são as síndromes clínicas então as causas estão quatro passos né primeiro a causa aí essa causa o agente agente causador começa a girar uma doença patogênese depois a gente tem essa doença g produzindo mudanças morfológicas nas estruturas normais do corpo elas vão virar estruturas doentes e essas estruturas doentes é
o que vão corresponder as manifestações clínicas que a gente vai observar o paciente né as que eu acho que podem ser de dois grupos aí de dois fatores né são vários fatores na verdade mas são dois grupos de fatores né então quais são os grupos um grupo é genético é intrínseco ao indivíduo né são são tá bom podem ser mutáveis essas essas mudanças podem ser alvos terapêuticos porém tão separadas nesse grupo porque são entre esse casal indevido e o segundo grupo são adquiridos né o que o ambiente externo vai um ambiente à cultura fatura sobre
o indivíduo mas que são modificáveis né então ao redor do indivíduo que são modificáveis é que vão produzir sobre ele então entre os genéticos a gente tem as mutações hereditárias relacionadas a uma doença em específico então bom uma pessoa o filho de uma pessoa que tem diabete melito de tipo um ele tem pro possibilidade de adquirir essa doença não exatamente explicando de uma maneira mais simplista mas esse é o conceito né essa pessoa adquire desde que nasceu um fator genético que predispõe elas a desenvolver aquela doença e os adquiridos que são podem ser os infecciosos
né patógenos diversos no mundo externo podem ser nutricionais de uma diferença a deficiência de nutrientes oi luzi patogenia podem ser físicos né é uma um insulto que seja físico aquele aquele doente e aí dentro de nutricionais a gente tem que lembrar que vai entrar epóxi né porque um dos se a gente considerados a maneira um dos nutrientes mais indispensáveis né para a vida humana é o oxigênio e podem ser químicos também né insultos químicos e esses esses agentes químicos vão produzir doença e aí que que é a patogenia de fato após a patogenia de fato
é o estudo de todos os acontecimentos desde o início até o final da evolução do da doença desse paciente então o estudo de todos da sequência de acontecimentos que se expressam a nível celular e tissular né do tecido como um todo e desde o estímulo inicial de um a gente destes da etiologia até a expressão final da doença né como que é essa dos essa doença se desenvolve do início ao fim é porque se a gente descobrir souber cada ponto em que ela se desenvolve pode ser que se desenvolvam alvos terapêuticos para cada um desses
pontos né então a cada ponto da da doença independente o paciente chegar com o seu paciente achegar com você para você não certo ponto daquela doença o paciente b chegar no ponto ainda mais elevado a gente ter a gente opções terapêuticas para esses dois casos certo seguindo para mudanças morfológicas então a doença desde o seu estímulo inicial ele até um certo ponto ela começa a produzir câmbios e estruturais mudanças estruturais no organismo na então esses essas mudanças vão ser primeiramente bioquímicas e moleculares que vão acontecer e aí dentro do organismo e estes câmbios esses mesmos
campos podem permitir identificar o agente etiológico né qual que é a causa dependendo das mudanças que a gente tiver nas estruturas gente vai poder identificar a causa e sobretudo com análises moleculares como sorologia por exemplo é manifestações clínicas seria o próximo passo e aí vão ser as consequências funcionais destes câmbios né então na função da pessoa na função do pâncreas por exemplo deste indivíduo que sofreu um insulto por da da etiologia a gente vai ter mudanças né na função deste pâncreas por exemplo mudanças primeiro bioquímicas e moleculares e depois mudanças de função e vão representar
para gente as manifestações clínicas que é o que se pode observar de fora de um paciente certo quem é e aí a gente vó retorna a discussão para o livro então e retorna a discussão por livro essa foi uma breve introdução ea discussão tu vai para introdução resposta celulares frente ao estresse e aos estímulos nocivos então a gente vai aprender alguns conceitos aqui e o primeiro desses conceitos é dicas célula normal ela pode se adaptar a diferentes necessidades fisiológicas e ela vai manter a homeostase dela conforme essas essas adaptações a então a célula recebe um
estímulo diferente de sua vida normal ela faz ali pequenas mudanças para poder se adaptar e conseguir viver certo é se essas mudanças mas adaptação tem o limite adaptação tem uma alimentação então se essa célula normal recebe ele ela recebe ele esses estímulos de estresse tenta se adaptar e adaptação não é suficiente ela vai demonstrar aí mudanças de lesão de fato e vai ter lesão celular né então adaptação a um mecanismo que todas as células do organismo humano tem para se adaptar a diferentes ambientes né digamos assim ó bom então quais são os principais aí mecanismos
de adaptação a gente vai ter o aumento do tamanho de células que a gente denominada hipertrofia e o aumento do número de células que a denominada hiperplasia a redução do tamanho e da atividade metabólica das células que é denominado atrofia ea mudança fenotípica das células que é denominado metaplasia que que é mudança fenotípica para mudança do tipo mesmo mudança no tipo de célula e é o que a gente pode observar no esôfago de barrett que faz se discute do exposto um pouco mais para frente no livro quem é é tão seguindo a explicação dos conceitos
básicos se a gente supera os limites de resposta adaptativa daquela célula vamos produzirá uma série de acontecimentos que se denominam lesão celular né então a sua lesão celular tá aqui então gente estimula uma célula ela se adapta mas o estímulo é progressivo ou estímulos começa a ser mais mais agudo essa célula não tem mais a capacidade de adaptação na ela perde a capacidade de adaptação aquele estímulo e ela vai se lesionar de fato e aí quando a gente tem lesão tissular tem dois caminhos possíveis o caminho é a reversão né então a lesão reversível onde
a célula vai passar por algumas mudanças e ela vai se reverter e vai voltar ao seu estado normal de homeostase e o outro caminho né quando o es ver mais serve que segue sendo grave tem uma progressão uma progressão crônica a gente vai ter produzido o estado de lesão irreversível né e aí ao chegar no estado de lesão irreversível que a gente tem morte celular então não dá para reverter mais as mudanças não dá para reverter mais a destruição que essas mudanças fizeram que aquele estimular produziu então a célula vai morrer agora tem dois caminhos
para que ela morra então um caminho a necrose e outro caminho apoptose a gente vai dizer idem o livro vai explicar mais para frente a diferença entre esses dois caminhos né e vai explicar as diferenças e provavelmente vai expor melhor a sintomatologia clínica que é produzida no caso de necrose no caso de apoptose existem também situações fisiológicas em que está acontecendo então para continuar a discussão a gente tem que entender que a morte celular é um processo fundamental e normal ele acontece no organismo o tempo todo né sobretudo durante a embriogenia é aqui onde o
livro deixa claro por que lembrou de mim a gente nasce uma bola de célula toda colada e algumas células vão morrendo para outra célula se soltarem gente vai formando as estruturas né a mão na se toda colada como se fosse uma mão de pato para separar as células estão no meio entre os dedos tem que morrer então isso é um esse é um uma descrição que exemplifica o porquê que na desenvoltura embriogenica os as células morrem de fato ea um processo normal ele deve acontecer é é é é tão seguindo a explicação é o livro
traz aqui mais uma vez a informação de que a gente tem duas vias fundamentais para a morte celular necrose e apoptose e também traz uma outra uma outra definição que a de que a privação de nutrientes ativam uma resposta celular chamada autophagia é que basicamente se auto explica né e se auto explica então é uma célula que ela tem déficit nutricional ela começa a se alimentar das próprias proteínas que ela tem no citoplasma dela começa a se alimentar dos próprios órgãos citoplasmáticos é como se eu tivesse solto no deserto e para não morrer de fome
começasse a comer meu próprio braço e fosse comendo no organismo todo até que não tivesse mais do que comer né é até que chegasse a um ponto de lesão a é tão aguda que o meu organismo não suportasse mais né como se eu mordesse martelo importante do braço por exemplo e aí aquele sangrado de fato me matar se é basicamente que a gente vai ver vai observar acontecer no autofagia e e é seguindo então a gente vê o livro que já tinha trazido a referência para essa tabela aqui em cima agora ele vai se tá
lá de novo que diferentes tipos de estresse não vão mudar então a natureza dependendo da natureza do tipo de estresse o estímulo a gente tem uma um tipo de mudança que pode acontecer ali que provavelmente vai acontecer frente aquele estímulo né então se a gente tiver por exemplo um aumento da demanda o aumento do estímulo aquele tecido é um momento da estimulação normal por exemplo e aumento da demanda metabólica por exemplo no treino de muscular de musculação ou por exemplo no aumento do fluxo sanguíneo oi para o miocárdio miocárdio começa a distender e aí precisa
fazer mais força para poder mandar um aumento de volume de sangue para fora né e aí os dois processos de adaptação podem acontecer são hiperplasia e hipertrofia que é o que a gente vê que acontece neste caso aqui então aqui gente tem uma célula do coração normal miócito normal né aqui um corte com corte anatômico do coração normal a e nesse caso a gente vê o meu se tu adaptado né por causa do aumento de fluxo ele teve que fazer mais força as células por um puxando foram ficando mais acumulando mais fibras ficando mais fortes
ganhando cada vez mais volume mais massa e aí o coração fica inchado assim né então a gente vê não inchado né ele fica a hipertrofiado de fato então a gente vê a câmara cardíaca diminuído o tamanho tamanho do coração normal da câmara cardíaca no lugar que cabe sangue de fato e aqui lugar cabe sangue de fato muito diminuído tudo bem que essa é uma representação bem exagerada desse desse achado mas é exatamente isso que acontece é tá certo diminuição de nutrientes ou menor estimulação vai causar atrofia certo então se a gente por exemplo tem por
exemplo tem uma estenose numa artéria do braço né é provavelmente essa mão a mão kel ponto mais distal ponto anatômico mais distal desse membro ele vai começar se atrofiar deixa de receber nutrientes a mesma coisa se a gente tiver de depressão nervosa né se a gente tiver um corte ele denervação desde inervação daquela região né aquela região não não precisa estimular mais ela não trabalha mais portanto ela diminui sua taxa metabólica diminui o seu sou seu gasto de oxigênio diminui seus gastos em açúcares de modo geral é porque não está sendo utilizada e vai atrofiar
também a gente vai ver a descrição de fato desse processo mais para baixo irritação crônica é o que acontece no esôfago de barrett vai produzir a mudança do tipo celular né então qual que é a célula dade do tubo digestivo que tá acostumada com o aquele poder ácido do suco gástrico é a célula gástrica né a célula do esôfago não foi feita para isso ela foi feita para produzir muco para facilitar o passo da comida célula gástrica que mantém ali como como numa câmara é a deposição de alimento e precisa de fato produzir ácido se
o ácido começa a subir para uma célula que não é acostumada não deveria receber ácido se o ácido começa a subir e atingir essas células ela vai as camadas de células debaixo dela vão pensar na ordem aos nossos mais velhos ali é tão sofrendo com esse estímulo ou seja vamos mudar oh e vamos virar vamos ficar resistente então as próximas camadas de células vão ser metaplasia e a das né vão ter formato de células gástricas de fato para não não sofrer tanto agressão quanto as células que estavam ali no epitélio estavam sofrendo é mais um
estímulo mais uma natureza de lesão né mas natureza de estímulo lesivo é a depleção de oxigênio certo então menor aporte de oxigênio se for a good e transitório produz lesão reversível né então agudo e transitório ocorre a rápido forte porém rápido é e passa né então rapper fund logo após a gente vai ter um edema produzido aqui algum nível de mudança graça porém essa lesão é reversível e se essa célula pode voltar ao normal já no caso de estímulo progressivo e grave né o estímulo que se arrasta por muito tempo de seja muito também muito
forte incluída a lesão de dna a gente vai ter produzido a lesão irreversível de fato ea morte celular por uma das duas vias ou necrose ou apoptose a gente vai entender melhor que se encaixa melhor em cada via lá para frente ó e aqui é quando a gente eu tiver um estímulo na alteração na funcionamento metabólico de alguns tecidos que seja genético ou adquirido ou algumas lesões crônicas a gente vai ter algumas acumulações entra celulares e também o processo de calcificação que vai dar para entender melhor para frente como é que vai explicando de fato
né cada um desses processos lesões subletais acumuladas ao largo da vida né aquela aquela baixa inflamação crônica que vai acompanhando o paciente mas também não dá para ele sintoma clínico e ele não sabe não pode tratar porque ele não tem sintoma clínico tom paciente não tem queixa nenhuma vai envelhecendo né faz vai produzir o que a gente vai chamar de envelhecimento celular de fato e é tão só para finalizar discussão a gente vai de novo falar sobre as acumulações intracelulares elas podem ser de vários de diversos tipos de substâncias né de proteínas pode ser lipídicas
podem ser de carboidratos e a gente vai entender que tipo de lesão e que tipo de afecção vai produzir acumulação entre o celular de cada uma dessas dessas substâncias os o cálcio ele usualmente se deposita nos pontos de necrose né e aí a gente vai ter como resultado a calcificação patológica e também vamos entender aí o processo de calcificação e como disse o processo normal de envelhecimento é de envelhecimento celular e também produz algumas mudanças características nas células e a gente vai entender quais são essas mudanças né no próximo momento gente entra nas adaptações e
vai explicar cada uma delas é tentar passar o mais rápido possível por cada uma delas que a gente tem bastante uma descrição bem específica de cada uma delas mas eu vou tentar trazer as informações mais importantes