Nossa, eu eu raciocinei com vocês nesse vídeo. Eu senti aqui eu queimando calorias pelo meu cérebro. Cara, que bosta.
Eu devia ter o que eu falei no final desse vídeo, eu devia ter colocado no começo, porque ai, a melhor parte do vídeo ficou por fim. Mas vamos lá. Aquela história, né?
Se a vida te dá um limão, que você faz? Preme no olho. Não, você faz uma limonada, mas pra limonada ficar boa, tem que pôr açúcar.
Não me entra na cabeça o pessoal gosta de limonada sem açúcar. Qual é o meu objetivo aqui? O meu objetivo é te ensinar o mínimo sobre stories.
Eu quero na realidade explicar a lógica por trás da coisa, porque assim, não adianta eu fazer um vídeo ai focado em stories e daí o Instagram desaparece, nunca mais tem stories e esse vídeo se torna inútil. Então o que eu quero ensinar para você na realidade é a lógica por trás de qualquer conteúdo de vídeo que você faz ou foto, sei lá, qualquer conteúdo online, até porque essa é a proposta do SPE, não é só stories. Stories a gente usa porque fica mais poupável a pessoa entender onde ela pode aplicar.
Mas é a lógica por trás de bons conteúdos. E o que são bons conteúdos? É aquele conteúdo que gera a reação na audiência que você quer.
Então, se você quer fazer dinheiro, qual é a reação? Compra do teu produto. É um story que gerou compra.
Se você quer só ter engajamento, resposta nos seus stories, qual é a reação que as pessoas respondam teus stories? Então, é assim que a gente vai metrificar o que é um conteúdo bom. Se hoje você não tem um conteúdo bom nas suas redes sociais, é porque você provavelmente está pecando no que eu vou falar nesse vídeo.
Então já vai se inscrevendo e me acompanhando aqui @lanaacarolina. s lá no Instagram para você ver os meus stories todos os dias que eu compartilho a minha rotina, rotina de alguém que tá assim muito dedicada em alcançar os sonhos e objetivos. E você vai ser muito bem-vindo a interagir comigo.
Você para ter sucesso em qualquer conteúdo online que você cria, você precisa compreender que não basta só você ter boa vontade e gravar o conteúdo. Para esse conteúdo ele surgir e ativar o efeito que você quer que ele ative, causar a reação que você busca, você precisa que a outra pessoa aja. E esse é o primeiro erro que você provavelmente pode estar cometendo gravando stories ou criando vídeos pro TikTok ou aqui pro YouTube.
Você está focado em você e você esquece de deixar isso claro pra sua audiência. Vou te dar um exemplo que parece que não tem nada a ver, mas tem tudo a ver e você vai entender o porquê. Quando, na minha primeira tentativa de passar um vestibular, eu falei miseravelmente, tirei zero na redação, inútil, incompetente.
Só que sabe qual foi a pior parte? Eu ouvi da minha professora de redação que eu era muito boa, só que eu tava cometendo um erro brutal e aquilo me fez zero. Qual era esse meu erro?
O erro é que quando eu escrevia a minha redação, eu partia do pressuposto que o leitor, ou seja, o corretor lá da faculdade, ele estava tendo acesso ao meu pensamento. Então, ao invés de eu deixar tudo entendido no próprio texto, sabe? Você contextualizar e explicar, eu meio que só jogava a ideia e deixava fragmentos do raciocínio na minha cabeça.
Então, a mesma coisa eu chegar aqui para você e falar: "Ah, nos seus stories o público não tá interpretando você". Tá vendo que é um fragmento do pensamento? O que eu faço aqui nos meus vídeos do YouTube é contextualizar e trazer todo o raciocínio de cabo a rabo.
E naquela redação eu não fazia isso. Na hora de escrever no papel, na minha mente eu passava toda a ideia, o raciocínio, o conteúdo, o fundamento, tal, tal, tal. E daí na hora de pôr no papel, é como se eu tivesse preguiça de articular todas essas ideias que estavam na minha cabeça e eu só colocava um um um fragmentozinho de É.
Então é isso. E se claro a pessoa tivesse acesso ao meu cérebro e a minha cabeça e todas essas informações que estão lá dentro rodando, ela entenderia o que eu quis falar ali, porque era uma coisa boa que eu falei na redação, só que eu não dava o contexto, eu não explicava de início ao fim. É como se eu falasse para alguém que já tava entendido do assunto, quando na realidade, de acordo com essa minha professora de redação, o que eu tinha que fazer era partir da ideia de que o corretor ele não sabia nada do assunto.
Então tudo tinha que ficar subentendido no próprio texto, sabe? Piada interna quando a gente faz e a outra pessoa, como ela não tem acesso muito, ela fica sem rir. Então o o texto da redação não podia ser essa piadinha interna que quem entendeu entendeu, quem sabe sabe?
Não, não, não. Tudo tem que ficar bem explicadinho por a mais b. E depois que ela falou isso, eu refiz a minha redação e eu tirei uma das maiores notas.
Eu tirei uma nota realmente muito grande na minha redação. E na época eu fiz até vídeo aqui pro canal e eu li a minha redação para vocês. Então o meu erro não tava na no que eu sabia.
Eu não sabia expressar aquilo e dar um contexto pra pessoa interpretar. E o sucesso de bons stories, o que está por trás de bons stories é isso. Você cria o teu conteúdo lá no TikTok ou em qualquer lugar e você deixa de lado, você esquece completamente a ideia de que a outra pessoa, ela não tem acesso ao conteúdo.
Quando você traz termos difíceis, você tá sendo muito egoísta, porque você na sua bolha profissional vive e acha interessante isso. o termo cognitivo, igual eu falando, ai storytelling, eu na minha bolha entendo a importância e tenho interesse daquilo, mas se eu quero atingir um público amplo, eu não posso ficar me limitando aquilo que na minha bolha faz sentido. Então, use palavras e fale uma forma que uma pessoa que não tem entendimento nenhum e repertório nenhum na tua área compreenderia.
Essa é a primeira lição, porque você só vai conseguir ter o efeito do bom story na pessoa se ela primeiro se interessa e ela compreende o que você tá falando. Mas agora, se você ficar soltando as coisas nos seus stories, não vai dar certo. É aquela máxima que eu defendo faz muito tempo já, em que você vive um pay-per-view da tua própria vida.
Então, para você é muito óbvio. Quem trabalha com finanças é muito óbvio que é um CDI. a diferença de renda fixa, renda variável, só que o teu seguidor, ele não tem esse background que você tem.
Vamos supor, você fala sobre investir o próprio dinheiro e você trabalha na área de finanças. Então, o dia inteiro você tá naquele ar viciante do assunto. O teu seguidor, ele tem uma vida própria, completamente à parte dessa sua.
E não faz nem sentido você esperar que o arquiteto que te acompanha, que quer investir melhor, ele seja obrigado a saber daquilo. E eu quero que isso se torne óbvio para vocês. O teu público não tem o teu background.
O teu público não se interessa tanto no assunto quanto você se interessa, porque cada um tem a sua própria vida rodando, com seus próprios problemas rodando. E qual é a solução disso? Tem duas maneiras de você solucionar isso e dá para usar as duas soluções ao mesmo tempo.
Qual é a primeira? É você logo no início do vídeo, em qualquer vídeo, tá? YouTube, TikTok, Instagram, Orcut, você entendeu o que eu falei, né?
você já traz o ponto principal do assunto, você já diz o por aquilo vai ser útil pra pessoa. Então eu não inicio esse vídeo aqui dos stories falando bem assim, ai viu porque o story tele não, não, não. Eu já falo bem assim, ó.
Seguinte, você tá de saco cheio de ficar falando pro ar, de tá flopado de conteúdo. Aí a pessoa, ah, eu tô, tá vendo que você falou da dor dela e aí você traz o teu conteúdo, porque existe outro erro. que eu vou colocar nessa solução aqui, que é qual?
Quando você grava um vídeo completo, na tua cabeça, a pessoa ela vai assistir o vídeo completo. Por exemplo, imagina eu gravando pro YouTube, achando, né, me iludindo que todo mundo que clicar vai ver o vídeo por completo. Não vão.
As pessoas, algumas assistem, mas algumas, infelizmente, não assistem. Então, se pro teu vídeo, o teu tema, o teu assunto, teu story fica super interessante, só se a pessoa vê ele por completo, a chance dele ser interessante é muito baixa. Calma, eu vou te explicar.
Eu sei que ficou meio confuso, mas é assim, você tá gravando o teu story ou teu vídeo no reals, só que para ele fazer super sentido e tal, a pessoa tem que ver ele por completo e você começa ele com uma energia super baixa. Tipo assim: "Oi, gente, hoje eu vou falar sobre o tipo de marcenaria que só já pulou. Primeiro, não é do interesse dela.
Segundo, ela nem entende para que a marcenaria, do que que você tá falando. E terceiro, o teu seguidor, ele não tem que dar credibilidade pro teu potencial. Ele não tem que apostar no teu potencial, ter essa expectativa, não.
Ele ele assim, ó, ele vai escolher se ele vai ficar no teu vídeo ou passar pro próximo, ficar no teu story ou passar pro próximo. Se ali nos primeiros segundos você já não dá um bom motivo, esquece, ele vai passar pro próximo. Ai, mas se a pessoa tivesse visto o vídeo até o fim, ela entendeu o que eu tô falando.
É, não vai adiantar. Os próprios vídeos que eu trago aqui no YouTube, eu parto dessa ideia de que a pessoa não vai assistir os últimos minutos. Então eu vou trazendo, eu crio ideias e resolvo essas ideias e eu trabalho com essas esses aglomerados de ideia ao longo do vídeo.
E daí o vídeo todo, se a pessoa deu sorte, né, por Deus, assistiu até o final, ela vai ter uma interpretação mais robusta. Mas agora eu não deixo para tornar o vídeo interessante só se a pessoa assistir inteiro. Eu faço ter ele ter fragmentos interessantes.
E aí é claro que o conteúdo inteiro entrega a proposta do título e da thumbnail. Mas se a pessoa por algum motivo quiser só ver metade do vídeo, ela provavelmente vai sair desse vídeo com algum problema resolvido, com uma compreensão extra de alguma coisa, com algum interesse dela que foi tocado. Então assim, não cri os conteúdos dos stories e do feed whatever tanto faz com essa expectativa de que ai não, a pessoa vai ver tudo o conteúdo, aí ela vai entender.
As pessoas não leem a página inteira, as pessoas não vem o teu res até o fim, as pessoas pulam os teus stories. E é por isso que inclusive o que você escreve no story, eu, gente, eu não entendo quem tá, eu entendo. Calma, vamos, eu nem vou nem vou entrar nesse assunto.
Vou já puxar outra coisa que é o quê? Você tem que usar o texto no teu story como um motivo para a pessoa assistir o story. Por que a pessoa se interessaria em ver aquele story?
E você tem que dar isso em texto. Podem ver que nos meus vídeos eu coloco a coisa principal que pode gerar um interesse no meu seguidor em texto bem grande. Eu não fico na expectativa de que ele vai ver o story.
Eu já sei que ele nem tá com som ligado quando ele vê meu story. Então eu coloco frases de impacto, frases importantes, frases interessantes. E aí antes de ver o vídeo, eu já convenci ele que é algum assunto que faz sentido para ele.
É assim que eu priorizo fazer os meus stories. E agora partindo para um outro lado da coisa sobre como fazer bons stories, você não tem que olhar para o seu story como se fosse rotineiro. Sabe um negócio de cumprir tabela?
Ah, eu vou gravar story porque eu preciso postar para aparecer. Não. O story é um instrumento estratégico que cada conteúdo que você posta é um fragmento que você vai disponibilizar pra sua audiência construir uma percepção que ela tem sobre você.
O story ou vídeo no YouTube ou post no feed ou reels, ele é um instrumento midiático que você preenche com alguma coisa. Essa alguma coisa é um fragmento de uma ideia tua, de um conteúdo seu, de um conhecimento seu, de uma parte da tua vida. Enfim, existem muitas formas que esse fragmento pode ter.
E por que e o que para qual é a finalidade desse fragmento, desse pedacinho de conteúdo? Quando eu posto que tô lendo um livro, eu tô dando a oportunidade da minha audiência usar aquilo para ter uma interpretação sobre quem é a Luana e ter uma percepção sobre a Luana. Como a minha ideia é que eu quero que as pessoas confiem em mim, porque eu me dedico para ir atrás de um conteúdo bom, parte dessa percepção de confiança vem dos fragmentos que eu disponibilizo.
Tais fragmentos estão mostrando e estão insinuando, essa que é a palavra, que eu estou me dedicando para ir atrás de conhecimento. Caraca, quem inclusive quem não viu o vídeo até aqui e saiu antes, vai perder, porque aqui que tá o a parte mais de ouro desse vídeo. Então é assim que você tem que ver os teus stories ou o teu resquio a audiência, que esse vídeo é um instrumento de comunicação que eu tô usando para vocês, né?
pensa, você quer que a audiência te perceba de certa forma, ou como autoridade, ou como amigo, ou como alguém que tem a solução para problema dela, enfim, para você construir essa imagem na cabeça da audiência, você não consegue fazer isso de uma vez, tem que ser aos pouquinhos. Então, cada conteúdo que você grava é uma oportunidade de você fornecer o fragmento certo. A audiência, o seguidor seu, é como se ele tivesse um quebra-cabeça.
As peças estão misturadas, ele ele não tem, é como uma imagem que não tem. É, é literalmente como um quebra-cabeça que ainda não foi montado. Só que quem fornece as peças desse quebra-cabeça é você.
E daí a pessoa vai montando aos pouquinhos para ter uma imagem de como você é. Se você posta pouco nos seus stories, você dá pouca oportunidade pra audiência ter essas pecinhas e construindo a imagem que ela tem sobre você. Se você posta muito da mesma coisa, você vai dar sempre a mesma pecinha.
E ao invés dela est fazendo, ela vai est empilhando, porque é pecinha igual, não vai est adiantando no quebra-cabeça. Pensa: "Ah, você sempre dá a pecinha que você acorda e toma café". Mas se sempre você dá, é importante em algum nível você repetir, porque não são todas as pessoas, todos os dias que vê seus stories e às vezes a pessoa vê e esquece.
Mas assim, se você só e diariamente repete essas pecinhas e só isso e não dá mais nada, a pessoa só vai receber uma coisa da sua vida, variação da mesma coisa. Isso não ajuda a construir uma imagem grande e sólida e concreta de quem você realmente é. Então, se eu quero criar conteúdo nas redes sociais com intenção de gerar uma percepção, eu tenho que ter intencionalidade e estratégia.
intencionalidade, foi o que eu falei agora a pouco para vocês, no sentido de que eu quero que a pessoa entenda que eu sou alguém dedicada em trazer um conteúdo de qualidade. Isso é uma intenção. A estratégia é eu mostrar os livros que eu leio, é o tornar público as leituras que eu faço.
A intenção é o que você quer atingir, o que você quer ter de reação. E a estratégia é como você vai fazer aquilo. Esquece internet.
Vamos voltar pra era do jornal. É a mesma coisa. Você tem uma mídia, você tem um meio de comunicação.
E como você preenche? Quais fragmentos você usa para preencher aquilo, seja por fala, seja por escrita, palavras, tanto faz. Você está dando a chance da audiência desenhar a imagem que ela tem de você ou construir a imagem que ela tem de você aos poucos.
E se você não dá as peças certas e de forma estratégica e você não se comunica com clareza, a pessoa vai receber uma pecinha esquisita e ela vai ter que adivinhar o que aquilo significa. E se você depender do do da adivinhação dela, você estará sujeito a distorões. E hoje as pessoas não sabem nem ser intencionais e nem serem estratégicas.
E aí o que acontece? elas postam um monte de conteúdo aleatório, a audiência vai montando um negócio que fica uma quimera esquisita e naturalmente chega naquele ponto onde eu queria serviço de uma maneira, mas minha audiência me vê de outra maneira e aí eu não tô conseguindo ter o resultado que eu quero. Acho que eu consegui explicar o mínimo sobre stories.
Deixa. Ah, e por fim, eu coloquei um terceiro ponto. Não atraia curiosos.
Você não quer pessoas curiosas. Então, às vezes você vai atrair a audiência por, sei lá, ter um carro caro ou tá no meio de uma fofoca. Não faça essas cagadas, tá?
Porque o pessoal que tá lá, eles estão lá pela fofoca, pela curiosidade, não por você. E daí você vira escravo da fofoca e da curiosidade. Mas enfim, tem um vídeo aonde eu falo mais a fundo sobre esse tema, que é o lado obscuro de trabalhar com influência, que vai ficar linkado aqui.
Se você quer aprender a ser mais intencional e estratégico, entra no Stores para enriquecer, no SPE. Lá eu te ensino como ter intencionalidade certa alinhada com seus objetivos e como atingir essa intencionalidade através das estratégias. Eu revelo para vocês as estratégias que eu uso.
Nossa, eu eu raciocinei com vocês nesse vídeo. Eu senti aqui eu queimando calorias pelo meu cérebro. Cara, que bosta.
Eu devia ter o que eu falei no final desse vídeo, eu devia ter colocado no começo, porque ai, a melhor parte do vídeo ficou por fim. Então é, poucas pessoas vão ter acesso a isso, porque a maioria assiste até o meio, o meio que quando tá chegando no final para, mas você que assistiu até aqui, bro, tamamo junto, tá bom? Um abraço e até mais.