seja bem-vindo à nossa jornada devocional compartilhando palavras de fé amor e esperança Estamos no dia 5 de Fevereiro o tema do nosso devocional de hoje é sobre o dilema do bem e do mal o nosso texto base está em Gênesis Capítulo 2 Versículo 16 que diz de toda a árvore do Jardim comerás livremente mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás porque no dia em que dela comer certamente morrerás queremos comentar esse devocional hoje falando sobre um dilema muito antigo que é o dilema do bem e do Mal Lembrando que essa
meditação de hoje vai fazer mais sentido para quem vem nos acompanhando e principalmente para você que fez o nosso devocional de ontem quando nós falamos do dilema e do bem e do mal com certeza você algum dia já foi iado sobre a existência de um Deus bom e Poderoso diante da presença do mal e do sofrimento no mundo essa tentativa de responder esse dilema na teologia se chama te Odisseia teodiceia é o campo da teologia que vai lidar com essa questão da bondade de Deus em Face da presença do mal no mundo antes de você
falar sobre qualquer assunto com qu qualquer pessoa é muito importante que a gente aprenda a ouvir porque muitas vezes nós podemos estar falando sobre o mesmo assunto mas não estarmos falando sobre a mesma coisa quando alguém levanta esse dilema a respeito da existência do bem e do Mal antes de você pensar e dar uma resposta é importante que você identifique a dor que levou ao questionamento porque para muitos trata-se de um dilema filosófico e todo dilema filosófico espera-se uma resposta baseada na lógica sobre a relação do mal e o sofrimento humano mas para muitas outras
pessoas trata-se de um dilema pessoal e psicológico e não se espera uma resposta lógica mas uma resposta que traga um conforto emocional por não saber lidar com a presença do mal e o sofrimento humano e por que que é importante fazer essa distinção porque a resposta lógica esperada por aquele que vê no Dilema do bem e do Mal um aspecto filosófico Pode parecer uma resposta insensível para aquele que espera encontrar conforto na resposta desse dilema a respeito do mal e o sofrimento humano ao mesmo tempo que uma resposta emocional para aquele que tem uma dor
psicológica Pode parecer totalmente insuficiente para a pessoa que espera uma resposta lógica Olha como nós vemos um um grande desencontro quando você está procurando responder a alguém sem perceber Qual é a dor que gerou o questionamento dele portanto A Busca Pela perspectiva teológica ela tem que ser compassiva ela não se baseia no ato de vencer o argumento do outro mas de identificar a dor do outro o outro ponto muito importante é que a busca pela perspectiva teológica que nada mais é do que a perspectiva de Deus a respeito sobre cada assunto não deve acontecer a
partir do pressuposto da incredulidade por exemplo nesses mais de 20 anos trabalhando com treinamento você aprende a identificar o pressuposto do questionamento então tem o estudante que ele te pergunta porque ele tem o pressuposto da Fé ele tem o Anseio por aprender porém tem um estudante que tem o pressuposto da incredulidade ele não pergunta porque ele quer aprender Ele pergunta porque quer testar se você sabe então o pressuposto vai ser determinante no tipo de resultado que você vai alcançar Então nós não podemos ir para as escrituras já com o pressuposto da incredulidade de questionar se
é verdade mas sim com o pressuposto da fé que tem a ver com a busca pela verdade a fim de que possamos ter luz para ver a realidade e esse pressuposto de fé ele vai nos reposicionar diante de Deus porque a nossa atitude diante de Deus vai ser totalmente diferente porque nós não vamos nos Colocar diante de Deus como se Deus nos devesse alguma explicação Mas vamos nos Colocar diante de Deus numa atitude de reverente submissão Isso significa que o tipo de conclusão que você chega é o reflexo do tipo de atitude que você tem
na sua busca por isso quando vamos buscar buar um entendimento sobre um assunto diante de Deus é importante que nós nos coloquemos De Joelhos diante da Trindade reconhecendo a nossa incapacidade natural humana de alcançarmos os seus pensamentos que são altos e os seus caminhos que são altos é o tipo de atitude que Paulo tem em romanos capítulo 11 versículo 33 ao reconhecer que insondáveis são as suas decisões inescrutáveis são os seus planos e os seus caminhos e quem poderá conhecer a mente do senhor como diz Romanos Capítulo 9 Versículo 20 por acaso pode eu ser
criado questionar o seu Criador o por que ele fez do jeito que ele fez então esses textos vão nos mostrando a necessidade de ter uma atitude de reverente submissão diante daquele que é soberano e que sabe todas as coisas Lembrando que diante desse Dilema do bem do Mal nós nos tornamos incapazes até mesmo de discernir O que é o bem e o que é o mal Lembrando que o que iludiu Eva não foi o mal mas a aparência do bem isso significa que aquilo que nós julgamos bom pode parecer tão mal quanto aquilo que acreditamos
ser mal porque o homem perdeu o discernimento do bem e do mal cilius vai dizer que se Deus é mais sábio do que nós seu juízo deve diferir do nosso em muitas coisas e não menos no que diz respeito ao bem e o mal o que nos parece bom pode portanto não ser bom aos seus olhos e o que nos parece mal pode não ser bom então é nesse contexto de limitação pessoal de entendimento que o homem se vê diante do Dilema do bem e do mal que ficou muito conhecido como o dilema de Epicuro
dos epicureus conhecido também como paradoxo de Epicuro uma escola filosófica que aparece na narrativa de Atos quando Paulo passa Por Atenas e o dilema é o seguinte se Deus é onisciente e onipotente tem conhecimento do mal e poder para eliminá-lo mas não o faz porque não quer então ele não é benevolente Ou seja se ele sabe e ele tem poder e ele não não faz é porque ele não é bom segundo aspecto se é onipotente e benevolente tem poder para extinguir o mal e vontade de fazê-lo mas não faz é porque não sabe o quanto
de mal existe e onde o mal está Então não é onisciente então se ele tem poder e ele é bom mas não faz é porque ele não sabe como fazer e por fim se ele é onisciente e ele é benevolente conhece todo o mal o que existe e quer extingui-lo com tudo Não o faz porque não consegue Então não é onipotente Então se Deus sabe e Deus é bom mas não faz é porque não pode porque não tem poder logo a tese é que se Deus existe Deus é indiferente a esse mal eis esse dilema
trazendo implicações contra os atributos incomunicáveis de Deus como sua soberania sua onipotência sua onisciência sua bondade e seu amor o que nós vamos perceber nesse dilema existencial num homem limitado na sua capacidade de compreensão é que esse homem vai procurar na existência do mal a quem possa responsabilizar por isso que a meditação de hoje tem muito a ver com a meditação de ontem porque ela vai falar da questão da Liberdade também olha só o que Agostinho vai dizer com relação a isso algumas pessoas vem em perfeita verdade que uma criatura é melhor se tendo livre
arbítrio está sempre concentrada em Deus e nunca peca então lamentando sobre os pecados dos homens lamentam se não por continuarem a pecar mas por terem sido criados Livres então dizem ele devia ter-nos feito de maneira a que nunca quiséssemos pecar querendo antes sempre desfrutar da verdade mutável não deviam lamentar-se ou ficar zangados Deus não obrigou os homens a pecar só porque os criou e lhes deu poder para escolher entre pecar e não pecar Olha que interessante o questionamento que Agostinho vai nos trazer que o homem ao invés de ser grato por ter sido criado livre
ele vai questionar a Deus por Deus tê-lo criado livre e assim com a possibilidade de pecar Ao invés dele agradecer por ser livre ele culpa a Deus por ter lhe dado Liberdade ao invés do ser humano assumir a responsabilidade por toda a maldade que se desencadeou sobre a terra por causa do pecado esse homem responsabiliza a Deus por ter sido criado com a possibilidade de pecar então pelo fato desse homem não saber como li dá com o problema do mal ele psicologização a sua condição de Sofrimento ele ao invés de assumir responsabilidade pelo Mal provocado
por causa do pecado esse homem agora vai responsabilizar a Deus por todo mal por toda a injustiça e por todo sofrimento dentre tantas perspectivas e respostas limitadas a respeito da Origem do Mal como reducionismo permissivismo ilusionismo a um mal retributivo dualismo gnóstico o que nós queremos trazer aqui é uma perspectiva bíblica sobre essa origem do mal e a primeira questão é será que Deus criou o mal Será que nós podemos usar o texto de Isaías 45:6 para dizer que Deus criou o mal o texto diz para que se saiba até ao nascente do Sol e
até a opoente que além de mim não há outro eu sou o senhor e não há outro eu formo a luz e crio as trevas eu faço a paz e crio o mal eu o senhor faço todas estas coisas porque assim diz o senhor que criou os céus e o Deus que formou a Terra que o fez e o estabeleceu que não o criou para ser um caos Mas para ser habitada eu sou o senhor e não há outro esse texto aqui tem o que nós vamos chamar de paralelismo é quando se usa exemplos ou
argumentos os ou ideias diferentes paralelas para se reforçar um único pensamento o que mais se repete nesse texto aqui é eu sou o senhor e não há outro eu sou o senhor e não há outro e ele está falando aqui sobre a soberania de Deus sobre todas as coisas porque só ele é o senhor e não há outro Essa é a ideia e aqui está falando que ele é o senhor sobre tudo inclusive sobre a luz as trevas a paz e a guerra ele é o senhor sobre todas as circunstâncias portanto analisando esses paralelismos você
vai observar que a Luz está associada com a paz e que as trevas está associado com a calamidade com a guerra com um mal circunstancial não está falando que Deus cria o mal moral mas está falando que ele é senhor sobre todas as circunstâncias circunstâncias boas e circunstâncias ruins portanto esse texto isolado do seu contexto não tem fundamento para sustentar a ideia de que o senhor criou o mal ontológico o mal com substância com autonomia independente do bem e essa ideia de o mal e o bem ontológicos ou seja de um mal que se sustenta
por si só e de um bem que se sustenta por si só como dois Deuses como duas realidades Independentes era muito presente numa heresia antiga chamada de Man ismo que acreditava que existem dois Deuses O Deus do bem e o Deus do Mal lutando um contra o outro uma ideia que às vezes parece estar presente em alguns ambientes de batalha espiritual em que se acredita nessa luta entre dois Deuses O Deus do bem contra o Deus do Mal como se o mal pudesse existir independente do bem e É nesse ponto que nós vamos recorrer aos
fundamentos lançados por alguns dos nossos pais da teologia para entendermos que existe um bem original e existe um mal como perversão do bem para cilios por exemplo que vai seguir a mesma linha de pensamento de Agostinho não parece sólido o mal ter o mesmo tipo de realidade inteireza e autonomia que o bem mas sim que o bem seja original e o mal uma mera perversão do bem que o bem seja capaz de existir por conta própria ao passo que o mal precise do bem a fim de dar continuidade à sua existência parasitária um exemplo disso
é que com o poder de perdoar anula-se o poder de condenar que com a presença do bem você anula o poder do mal é como se o mal pré existir precisasse do bem é como se o mal fosse uma distorção uma corrupção do bem como a ferruge no ferro Isso vai nos fazer refletir sobre o que realmente existe o que realmente existe eternamente é o bem enquanto o mal pode ser visto como uma perversão temporária do bem celios continua dizendo que a crueldade não vem de desejar o mal em si mas da perversão do bem
que o bem e o mal portanto não são equiparáveis porque a maldade não é sequer má do mesmo modo que a bondade é boa a partir dessa perspectiva então entendemos que o mal é incapaz de existir por si só não há autonomia na existência do mal mas que ele apenas existe como uma deturpação do bem então isso significa que o mal precisa do bem para existir assim como a mentira precisa da Verdade o mal existe como uma deturpação do que é o bem original Então a partir desse bem original nós entendemos que se Deus é
bom e a sua vontade é boa e sempre para o nosso bem o mal nada mais é do que um ato contra a bondade de Deus sendo assim o conhecimento do bem e do mal está no fruto ou está no ato de você tomar o fruto o conhecimento do bem e do mal que separa o homem de Deus é uma informação sobre o bem e o mal ou a experiência resultante da busca pela autonomia de Deus então o mal tem a origem moral por causa da transgressão contra a legislação estabelecida por Deus na relação de
aliança original Então se existe esse mal moral não é porque Deus criou esse mal mas é porque o homem em nome daquilo que lhe parece bom age contra a boa vontade do Deus que é bondade então o mal nasce de uma ação contra o bem Supremo isso vai ficar mais claro em alguns textos do Antigo Testamento como Isaías 24:3 que diz a terra está completamente arrasada e totalmente saqueada quem falou Esta palavra foi o senhor a terra seca-se e murcha o mundo definha e murcha defin os nobres da terra a terra está contaminada pelo seu
os habitantes porque desobedeceram as leis violaram os decretos e quebraram a Aliança Eterna Olha que interessante o texto fala que toda a maldade que assola a terra tem origem no próprio homem como um agente contaminador da terra a terra sofre por causa dos seus moradores por quê Porque eles transgrediram as leis eles violaram os estatutos que que estatuto não comer do fruto do conhecimento do bem e do mal e por isso quebraram a aliança então quando alguém pergunta por que que há tanta maldade sobre a terra a Terra é contaminada por causa dos seus moradores
seus habitantes que quebraram as leis de Deus Jeremias Capítulo 2 Versículo 4 vai dizer até quando a terra estará de luto até quando secará a erva de todo do campo por causa da maldade dos que habitam nela da mesma maneira Jeremias vai dizer também Jeremias 2:7 Eu vos introduzi numa terra fértil para que comesses do seu fruto e o seu bem mas depois de terdes entrado nela vós a contamines e da minha herança fizestes abominação os seus sacerdotes não disseram Onde está o senhor e os que tratavam da Lei não me conheceram os pastores Aram
contra mim os profetas profetizaram por o Baal e andaram atrás de coisas de nenhum proveito então nós vemos aqui o texto confirmando que Deus é bom coloca o povo numa terra boa para que eles vivessem bem contudo eles transgrediram as leis Quebraram os princípios não ocuparam os seus devidos papéis e aí eles deturparam aquilo que era bom percebe que quanto mais nós avançamos nós vamos perceber vendo que a pessoa errada está sentada no banco dos réus que quanto mais o homem tenta responsabilizar a Deus por toda a maldade esse homem vai se [Música] autocondenação do
homem contra o bem e existem pelo menos três maneiras do homem quebrar uma relação de aliança com Deus existem pelo menos três maneiras de o homem transgredir contra essa relação com Deus e gerar efeitos colaterais corruptivo sobre a terra idolatria imoralidade e derramamento de sangue o homem foi criado para adorar a Deus o homem foi criado para estabelecer uma relação social familiar e serem dois uma só carne o homem foi criado para cultivar a terra para que a terra Produza e nós vamos perceber que a partir do momento que o homem se rebela contra essa
estrutura original de Deus ele vai desencadear a maldade sobre a terra uma das evidências desse mal que se perpetua a partir da quebra dessa estrutura original está no exemplo de Caim que a partir da idolatria da imoralidade e do derramamento de sangue perpetua a maldade sobre a Terra ao ponto de Deus ter que intervir com o dilúvio para restabelecer um novo começo através de Noé então se a quebra dos princípios de Deus desencadeiam um mal sobre a terra ou seja que todo mal é um efeito colateral da quebra dos princípios de Deus entenda algo nem
mesmo o mal que existe sobre a Terra é criação do inimigo Mas como ele mais do que nós entende de princípios espirituais de legislação o que ele vai fazer é fazer com que esse homem quebre essas leis vai fazer os homens quebrarem os princípios por quê Porque ele sabe que toda vez que um homem quebra um princípio transgride contra as leis de Deus isso vai gerar efeitos colaterais corruptivo sobre toda a terra e a Bíblia vai falar de pelo menos quatro deles o texto de Ezequiel 14 por exemplo no Versículo 12 vai falar sobre fome
no Versículo 15 vai falar sobre devastação ecológica no Versículo 17 vai falar falar sobre Guerra espada e violência no Versículo 19 vai falar sobre pestes e doenças por um acaso você tem identificado isso nos tempos em que nós estamos vivendo isso vai estar presente também em primeira reis capítulo 8 Amós Capítulo 4 e Apocalipse Capítulo 6 que nada mais são do que os quatro juízos de Deus então olha como tudo vai fazendo sentido Deus tem uma relação de aliança com o homem Essa aliança é fundamentada em termos pactua em uma legislação quando esse homem age
contra a bondade de Deus ele quebra essa legislação e o efeito colateral é corrupção é a maldade são os quatro juízos de Deus então para que haja mais maldade sobre a terra o inimigo vai induzir que esse homem transgrida cada vez mais contra os princípios de Deus por quê Porque ele é o príncipe da potestade do ar que atua no mundo por meio da desobediência então quanto maior o nível de desobediência maior o nível de maldade maiores serão os efeitos colaterais representados nesses quatro juízos que pela graça de Deus se tornam meios pelo qual esse
homem identificando o vazio existencial se volta para a vontade de Deus e esse é o ponto que Deus em sua Divina Providência em maravil graça tem o poder de tornar o mal em bem novamente como que Deus por meio da sua graça vai reverter o mal em bem fazendo com que o homem mal Faça algo bom mas será que fazer o bem faz o homem bom não se trata apenas do fazer o bem mas se trata de voltar a Deus que é o bem Supremo porque o dilema do bem e do mal é o dilema
que passa a existir na vida do homem depois da queda mas antes da queda o homem vivia num lugar acima do bem e do mal porque o homem não tinha preocupação em ter que saber o que era o bem e o que era o mal porque ele vivia dentro de um lugar chamado vontade de Deus e a vontade de Deus é sempre boa então entenda isso a vontade de Deus está acima do bem e do mal o excesso de preocupação com o que é o bem com o que é o mal com o que é
o certo com o que é errado pode ser um reflexo da falta de revelação da vontade de Deus lembrando vocês do que está escrito em João Capítulo 1 Versículo 12 que os que receberam os que cream no seu nome deu-lhes o direito de serem feitos filho de Deus que não nasceram por descendência natural nem pela vontade da Carne nem pela vontade de algum homem mas nasceram de Deus logo a vontade de Deus não é algo que se busca a partir do Dilema do bem e do mal a vontade de Deus é o nosso lugar de
nascimento quando nós nascemos de novo nós nascemos da vontade de Deus por isso estamos em um lugar chamado vontade de Deus e nesse lugar chamado vontade de Deus nós não vivemos esse conflito esse Dilema do bem e do mal porque a vontade de Deus é sempre boa e e é sempre para o nosso bem o maior exemplo disso está no testemunho de Jesus Cristo nosso Senhor porque ele deixa Claro que não veio para fazer o bem ou para fazer o mal mas ele veio para fazer a vontade do pai Jesus quando ensina uma oração aos
seus discípulos a oração que era a oração da sua vida ele não Ora para que seja feito bem na Terra como no céus mas ele Ora para que seja feita a sua vontade na Terra como nos céus portanto no éem o homem não vivia esse Dilema do bem e do mal ele simplesmente vivia a vontade de Deus a vontade sempre boa Noé era um homem justo e íntegro que encontrou graça aos olhos de Deus não apenas por estar disposto a fazer o bem mas por estar disposto a viver toda a vontade de Deus assim como
Abraão Abraão não deixou tudo para trás para fazer o bem mas ele deixou tudo para trás para viver a boa vontade de Deus assim como Davi que foi chamado o homem segundo o coração de Deus não porque fazia algo bem mas é porque era alguém disposto a fazer toda a sua vontade muitas pessoas estão em busca de fazer o bem mas não significa que essas pessoas se tornam boas diante dos Olhos de Deus porque a única maneira de voltarmos ao bem Supremo é voltarmos para a sua boa perfeita e agradável vontade portanto a vontade de
Deus está acima do bem e do mal a vontade de Deus fala do nosso lugar de nascimento fala da nossa natureza Deus Opera em nós O querer e o fazer segundo a sua boa vontade então quando que Deus torna o mal em bem quando ao invés de retribuir o mal com o mal nós nos Voltamos para a vontade de Deus que está acima do bem do Mal um exemplo que todos nós conhecemos desse princípio está em José em Gênesis 45:8 por exemplo ele vai dizer para os seus irmãos não foram vocês que me enviaram pro
Egito mas Deus aquilo que a princípio parece ser o mal sendo feito contra ele quando ele se volta para a vontade de Deus Deus tem o poder de transformar aquilo que parecia mal em bem por isso que em Gênesis Capítulo 50 Versículo 20 ele diz na verdade vocês intentaram o mal contra mim porém Deus tornou o mal em bem assim José os consolou e falou ao coração deles Olha que lindo isso toda ação transgressora e todo efeito de maldade é neutralizado quando se volta para a vontade de Deus todo o efeito da maldade é vencido
pela vontade de Deus não quer dizer que Deus usa o mal para que voltemos à sua vontade mas quando nos voltamos paraa sua vontade ele faz com que tudo aquele mal se torne em bem por isso que o nosso devocional termina dizendo que Jesus livre de conflitos internos entre o bem e o mal confiava inteiramente na vontade do pai é nesta confiança que devemos encontrar descanso para as nossas almas rejeitando as falsas dicotomias e vivendo na plenitude da vontade de Deus que você possa hoje sair dessa meditação não em conflito a respeito do bem e
do mal mas sair com a sua alma encontrando descanso em toda a boa vontade de Deus que a sua oração não seja apenas para saber o bem que deve ser feito mas para que toda a vontade de Deus seja cumprida na sua vida que Deus te abençoe Espero encontrar você aqui no nosso próximo devocional [Música] [Música]