[Música] [Música] então nós podemos dizer a partir daí que a tecnologia dá verdadeiramente a filosofia contemporânea é e se tornou se então o lema da tecnologia e 15 feridos é necessário voltar as coisas mesmo é a consciência não é nada fora essa relação pela qual ela se apresenta tem consciência de alguma coisa a fenomenologia eo existencialismo dilceu rossato então nosso tema nosso tema de hoje é eu vou então procurar fazer um resumo dessa trajetória aqui parte é de uma corrente fundadora do pensamento contemporâneo e vai até 11 uma uma filosofia um diário que exerceu muita
influência principalmente é na primeira metade do século 20 mas que ainda hoje se mantém na filosofia literatura como é uma tendência importante ó quando nós falamos em fenologia nós falamos de rendimento seu o seu fundador o papo aqui é entre o final do século 19 as primeiras décadas do século 20 é constituiu uma tendência é filosófica que na verdade ultrapassa muito a elaboração de apenas mais uma doutrina a ponto de nós podemos dizer que a fenologia é algo que transpõe os limites da filosofia como disciplina isto porque a fenomenologia é renovou o pensamento e fez
com que ele se buscasse compreender na sua mais pura na sua mais profunda radicalidade então nós podemos dizer a partir daí que a fenomenologia funda verdadeiramente a filosofia contemporânea inclusive porque o que o senhor pretende fazer é reconstituir a própria vocação da filosofia e de sentido que nós podemos dizer que o seu ele toca no próprio cerne da filosofia o seu próprio estilo daí então o extraordinário significado dessa renovação que está implicado então nesse modo de reconstruir a própria maneira é da filosofia exercer sua tarefa que é sobretudo interrogassem portanto a fenologia ela é algo
dinâmico e na dinâmica dessas modificações é que nós podemos constatar então a sua importância e sobretudo a oportunidade histórica da sua do seu aparecimento é isto é o quanto a tecnologia veio ao encontro das mais variadas expectativas fecundou essas expectativas é nos diferentes caminhos que elas vieram a seguir portanto uma proliferação que nos fazem entender o quanto esse autor o céu é esteve à altura da sua época buscando então atender a todas essas solicitações é e dessa forma tendo em vista a dinâmica dessas transformações que a própria fenomenologia veio a sofrer nós já podemos antecipar
desde já que sartre enquanto um continuador da fenomenologia que ele em grande parte jamais manteve com lúcio é uma relação de discípulo ainda assim o pensamento de sartre somente se constitui aquilo que ele tem de mais original por via de uma profunda apreensão muito abrangente muito perspicaz da novidade é trazida pela tecnologia trazida por seu talvez seja possível dizer que a reflexão oceana é tem como ponto de partida é uma questão muito persistente reiterado ao longo de toda a tradição e de toda a história da filosofia e uma questão também muito geral talvez a mais
geral de todas porque é a questão da relação entre sujeito e objeto uma relação portanto de conhecimento como se constitui o conhecimento evidentemente a relação mais geral que nós podemos ver aí essa de sujeito objeto o seu filho pensou sobre ela do mesmo modo como fizeram quase todos os seus antecessores nós entendemos então foi a novidade trazida por lúcio temos que lembrar um pouco esquematicamente como é que se constitui na modernidade essa abordagem a relação entre o sujeito eo objeto e eu diria maneira muito simples é que há três meses tênis em nós podemos considerar
essa abordagem em primeiro lugar a vertente realista o realista é aquele que sustenta o primado do objeto e portanto é entende que a representação que fazemos das coisas está subordinada aos projetos em si mesmos ou as coisas em si mesmas apreendidas pelos sentidos e depois registradas pela internet e tal modo que o ponto de partida para o conhecimento é o objeto ou as coisas mesmas a segunda vertente é o idealismo o idealismo se atém pelo contrário a primazia do sujeito da mente das idéias que constituem um ponto de partida para a reconstituição é de um
acordo entre as coisas ea mente entre o objeto e sujeito a uma correspondência que se estabelece a partir de uma análise das idéias que me fazem então chegar até uma certa conformidade entre essas idéias e as coisas são duas tendências portanto que se opõe a uma terceira que procurou é uma solução de meio termo o que aconteceu no século 18 repercute até hoje na filosofia da ciência e nas teorias do conhecimento é a filosofia de cães que procurou é superar esse impasse entre o idealismo eo realismo i e ii e egídio estribo indo nas funções
do conhecimento tentando entender qual é o contributo que o próprio objeto as próprias coisas do meu conhecimento e qual é a contribuição que o próprio sujeito ou a mente é fornece ao processo é de conhecimento portanto redistribuiu as funções entre o sujeito eo objeto deixando assim de privilegiar um para o outro conforme se fazia antes vejam que essa terceira solução ela aparentemente é de muito bom senso porque ela institui o meio termo entre o sujeito e as coisas é e principalmente ela configura o conhecimento como um trabalho conjunto entre a apreensão sensível é das coisas
mesmas e o nosso intelecto que formaliza o fornece uma estrutura formal para essa apreensão resultando assim numa síntese dessas duas instâncias que seria então o próprio é conhecimento o resultado mais importante é vinculado a essa concepção do conhecimento enquanto síntese desses elementos o elemento objetivo é o elemento subjetivo é é a noção a concepção da relatividade do conhecimento isso se explica sendo o conhecimento algo que ao menos formalmente estrutura se por via do sujeito mecanismos lógicos presentes na mente é claro que esse conhecimento se constitui de forma relativa ao sujeito tem a ver com o
sujeito não poderia constituir-se sem essa contribuição fundamental do sujeito a isso é que chamou de fenômeno ou a realidade não como ela poderia ser em si mesma nós não sabemos como ela seria em si mesmo mas tal como ela aparece a nós ao sujeito do conhecimento uma vez que ela nos aparece formalmente condicionada por certas estruturas lógicas da nossa própria mente essas estruturas é subjetivas que o cante descreve como sendo é funções lógicas do conhecimento que ele chama de é elemento transcendentais do conhecimento ou seja são aqueles elementos que estando antes da experiência independente da
nossa experiência do mundo condiciona essa experiência e dão seus fatores de organização a importância dessa noção de fenômeno é e calcular é ter iva essa importância devida principalmente de que através dessa noção nós poderemos reconstituir a relação entre o sujeito eo objeto em termos de uma correlação ou seja não existe objeto que não esteja comprometido com o sujeito que conhece ou que o representa por que por que essa representação consiste sobretudo no modo pelo qual essas coisas aparecem a nós de acordo com certas condições que são nossas da nossa mente ou subjetivas temos de um
lado o sujeito do conhecimento que ele é ele apenas uma consciência que aprende o fenômeno ou seja que aprendi a realidade tal como ele próprio a constitui pelo menos formalmente e de outro lado temos um objeto que é nada mais do que esse fenômeno apreendido pela consciência no entanto o que quer dizer aqui apreender aprender longe certo apreender o fenômeno enquanto o mecanismo de conhecimento vejam que isso depende do modo como eu entendo a constituição dessa relação é seu conceber essa apreensão como uma assimilação das coisas pelo sujeito que se percebe como se essas coisas
se transferissem do mundo para mim para minha mente o resultado dessa posição se ela for levada até a sua extrema coerência até o seu limite seria simplesmente o desaparecimento do objeto ou a sua incorporação total pelo jeito o risco que o seu então detectou é na teoria do conhecimento que foram constituídas a partir de kant foi exatamente esse haveria um certo desequilíbrio na relação entre o sujeito eo objeto ou na relação entre a consciência e as coisas de tal modo que as coisas acabariam perdendo a sua realidade a sua autonomia nesse processo de apreensão daí
o propósito da fenomenologia o propósito de um swell que se constituiu no grande lema que ele lançou na sua época é e tornou se então o lema da fenomenologia e que dizia o seguinte é necessário voltar as coisas mesmas portanto há que se considerar a se voltar a importância das próprias coisas na constituição da relação de conhecimento é e essa necessidade de voltar às próprias coisas é o seu a ver é é a partir de uma espécie de contaminação das coisas pelo sujeito quer dizer é como se eu já tivesse um poder total sobre o
objeto é como se a consciência tivesse um tal poder sobre as coisas que é essa assimilação ela já no próximo próprio processo de assimilação as coisas se adaptariam tal modo a consciência ou o sujeito que ela já não permaneceriam com qualquer realidade própria quer dizer o sujeito projeto nas coisas vários componentes quer de ordem lógica quer de ordem psicológica mesmo social é um dos seus hábitos e os costumes etc e toda essa projeção que nós fazemos no mundo para depois aprendermos mundo as coisas contaminou o mundo contamina as coisas tal modo que nós acabamos recolhendo
do mundo ou das coisas apenas aquilo que nós já colocamos uma forma que a realidade própria é das coisas na subjetividade acaba ficando muito comprometida com esse estilo de conhecimento de modo que o seu pai então tentar é instituir um método um estilo de pensamento em que a nossa relação com as coisas se tornem mais autêntica mas verdadeira nós possamos portanto recuperar por assim dizer na realidade é do mundo a realidade das coisas ora para que isso possa acontecer é preciso antes de tudo que nós é separemos cuidadosamente a nossa consciência como sujeito de conhecimento
dessa carga naturalista que costuma estar depositada nela depois dessa separação é que nós poderemos rearticular o modo pelo qual a consciência se vincula as coisas é os estudiosos da tecnologia chamam isso purificar a relação entre o sujeito eo objeto é quando eu purifica essa relação pouco eu vejo que posso definir lá então de outra maneira ou seja é não preciso mais é me envolver com aquele impasse que nós estamos o impasse é entre a posição realista posição e realista ou o impasse idealizado dessa contaminação das coisas pelos pressupostos é do próprio sujeito como ser o
conhecimento fosse uma constante competição entre a consciência e as coisas pra ver quem é que prevalece na constituição da objetividade é o que o senhor quer superar exatamente isso se trata de uma confecção entre o sujeito eo objeto entre a consciência das coisas para ver quem é que vai levar a melhor se o sujeito que vai constituir objetos ea consciência que vai prevalecer sobre as coisas ou se ao contrário é o mundo que vai constituir a minha consciência as coisas que vão prevalecer sobre a consciência essa competição é uma maneira ruim inadequada de considerar a
nossa relação com o mundo e principalmente o conhecimento é preciso encontrar uma relação mais equilibrada entre essas duas instâncias e puxou encontra é esse equilíbrio quando percebe que uma vez purificada a consciência desses pressupostos uma vez purificada consciência é desses é desses álbuns naturalistas e comprometem a nossa relação com as coisas eu percebo sempre algo que na verdade deveria ter filhos sempre off quando eu falo em consciência procuro definir o que seja consciência eu noto que consciência é sempre consciência de alguma coisa ou seja para uso seria impossível que nós pudéssemos falar de consciência sem
está nos dizendo com isso que temos consciência de alguma coisa na verdade é nós estamos aqui diante de uma dupla vantagem quando eu e meu filho é essa relação é de consciência das coisas entendendo que a consciência é sempre consciência de alguma coisa essa própria relação já me permite definir a consciência ou seja como consciência sempre consciência de portanto está sempre relacionada com alguma coisa eu percebo que define lá é sempre considerada dessa forma de tal modo que eu não posso definir lá fora dessa relação se quisermos renunciar a mesma coisa de uma forma mais
contundente podemos dizer a consciência não é nada fora dessa relação pela qual ela se apresenta como consciência de alguma coisa consciência sempre de alguma coisa é que a consciência não é alguma coisa ela não é uma coisa que se opõe a outras coisas essa consciência de é apenas um modo que o sujeito tem de visar o mundo de visar as coisas o sujeito não é isso a consciência não é isso a consciência é propriamente uma realidade substancial é apenas um movimento de olhar esse olhar intelectual as para as coisas revisar as coisas acontecem apenas isso
e nada mais a apreensão então significa apenas isso ou seja não corro mais o risco de que as coisas sejam tragados pela consciência e por outro lado também não é preciso que esse sujeito enquanto substância vá ao encontro das coisas e submergiu a meta é preciso que um é anula o outro para que essa relação aconteça a tensão mantém a separação de um lado está a consciência que é sempre definida como a consciência de alguma coisa esse movimento de olhar e de outro lado estão as coisas que para se tornarem objeto da consciência e na
medida em que se torna objeto dessa consciência desse olhar é desse ato para que elas sejam objecto da consciência para que elas sejam olhar das visadas pela consciência é preciso que elas permaneçam permaneça como uma realidade própria com uma autonomia própria é esse tipo de relação o senhor chama de é intencionalidade uma palavra que ele recolhe da filosofia medieval e usa com um significado muito próprio o que quer dizer intencionalidade é o modo pelo qual a consciência visa as coisas é quando nós dizemos que o sujeito tem a intenção de alguma coisa é termos que
num sentido aproximado disso a consciência tem esta intenção em relação às coisas ela avisa ela olha as coisas e isso é o que constitui isso ela tem de realidade esse olhar as coisas revisar as coisas intencionalmente por isso que a noção de intencionalidade a chave da proposta é inovadora daquilo que eu faço de tal modo que quando eu digo eu tenho consciência de alguma coisa e se deus não significa que aquela coisa agora tornou-se minha e da minha consciência eu sou confiante dela na medida em que ela continua existindo só de mim a solução do
sul procura manter as duas partes com a sua funcionalidade própria e vejam o que ele consegue isso com uma concepção funcional da consciência ou seja as coisas estão lá na solidez com que elas a solidez trans possui e que a solidez que o senso comum sempre viu nelas a consciência por sua vez não é uma coisa nova realidade ela essa funcionalidade esse ato de vez esse ato de visagens e portanto ela tem essa leveza essa leveza que a distingue das coisas que ela visa essa diferença portanto é tudo porque com isso nós conseguimos então manter
através dessa diferença é uma distinção muito nítida entre a consciência a função que desempenha e as coisas que são apreendidas é pela consciência então esse é o terreno em que a fenomenologia se constitui né é importante observar que a superação desse impasse é implica uma transformação muito profunda na maneira pela qual nós compreendemos a relação entre a interioridade e exterioridade porque a relação sujeito objeto sempre foi dependente desta festa é essa duplicidade de um lado há um sujeito a mente que é cada um eterno assim o conjunto das suas ideias das suas representações das suas
categorias e de outras prioridades o conjunto das coisas na densidade que as caracteriza hora é quando o seu mostra que essa interioridade a consciência do sujeito não não tem essa dureza desta rodada é que quase material com que se ia com que o intelecto é concebido tradicionalmente pelo contrário ele seria algo leve algo se projeta na direção das coisas então é o conhecimento da exterioridade não exige que o sujeito venha abdicar da sua inferioridade esse sujeito que esse ato de conhecer é o seu chama de ego eu não é no entanto uma substância análogo à
análoga à queda de um de carros por exemplo uma coisa pensante uma substância pensante não é isso nos parece óbvia o que isso vai mostrar os seguintes já que há um sujeito de um lado o objeto de outro e se há uma diferença eu não posso pretender que o sujeito esteja dotado de uma objetividade tal que eu possa comparar as próprias coisas ele tem que ter uma natureza é diferente então essa distinção muito nítida manhã entre a consciência das coisas que permitia o seu então é ser fiel a essa sua divisa esse o propósito vontade
das próprias coisas é estabelecer uma relação de consciência e tranqüilidade na qual eu mantenha a independência das coisas em relação é é a minha consciência e conhecimento o fato de o poder é dar ao mundo um caráter inteligível fato de poder conhecer as coisas acontecem no encontro entre a consciência e o mundo quem a consciência e as coisas é esse encontro essa relação bipolar é que constitui o conhecimento portanto nem a consciência constitui sozinha nem as coisas no mundo constitui também sozinho exclusivamente é o encontro dos dois ora essas idéias é em relação à há
a consciência ao conhecimento e de forma geral essa nova modalidade de entender a relação de consciência mundo tiveram um impacto muito forte e sensato e é nos anos 30 é para compreender esse impacto a gente precisa lembrar um pouco o ambiente intelectual francês no qual site e os seus contemporâneos foram formados sobretudo no que diz respeito à filosofia os livros de história da filosofia costumam chamar essa fase de é espiritualista espiritualismo francês uma espécie de tradição meio cartesiana meio kantiana temperada pelo positivismo de augusto com é em um tanto quanto eclética né que veio então
a formar um certo ambiente intelectual um certo ambiente filosófico é que ela então no qual eram formadas as gerações que passavam pelas escolas de filosofia na época certo então é e os seus colegas passaram por isso e o próprio sartre nos fornece uma descrição muito viva é nesse ambiente que provocava nos jovens estudantes de uma certa revolta uma certa vontade de e outra coisa é ele próprio nos fornece uma descrição bastante viva disso num artigo tolhas no primeiro artigo que ele escreveu sobre o seu trecho é uma universidade muito interessante diz o seguinte a filosofia
francesa após 100 anos de academista ainda está nisso todos nós lemos bruno felipe lalande mega som dos grandes mestres da época todos acreditamos que o espírito aranha atrai as coisas para teia cobre essas coisas com uma bata branca e depois vai deglutindo lentamente reduzindo a sua própria substância porque é uma mesa uma rocha em uma casa um certo conjunto de conteúdos de consciência na ordem desses conteúdos o certo então aqui de maneira muito digamos assim pouco cavalheirismo para com seus professores maneira um pouco tanto quanto agressiva está comparando essa filosofia com esse espírito aranha que
essa espiritualidade francesa da época esse espírito que absorve as coisas eles é uma aranha aranha atrai as coisas para a sua teia cobre com essa barba branca e depois vai devorando lentamente transformando isso em idéias como se o pensamento fosse uma espécie de nutrição uma espécie de alimentação animal então é como se esses senhores tivessem uma concepção alimentar no espírito é quase que estomacal do espírito e é contra isso que o site os seus colegas colocam e verão então no seu uma maneira de superar esse estágio que eles consideram bastante primitivo é da filosofia e
da concepção é do conhecimento e conta tudo isso o site aponta a novidade de o seu quer dizer o que o senhor mostrou foi o que foi a impossibilidade de dissolver as coisas na consciência a consciência não é um receptáculo e também não é um órgão que tenha por função é metabolizar a realidade o que é que hoje eu colocaria no lugar disso é na interpretação que tem o saque da sua proposta consciência mundo surgiriam simultaneamente então o mundo surge para a consciência ao mesmo tempo em que escapa dela para entender isso nós podemos nos
referir a uma algum exemplo é que o site da rede o seguinte eu vejo uma árvore eu a vejo onde ela está eu não preciso que ela entre na minha consciência para que ela perceba nem muito menos preciso que a minha consciência se perca nela se perca nas coisas é ou seja é o que ele quer mostrar a partir de um céu é que não se pode sem desonestidade uma expressão que ele usa não se pode ser em desonestidade comparar o conhecimento com após conhecer não é podre parte das coisas o que então conhecer o
que é então conhecer qual é a atividade que a consciência desempenha no conhecimento ela vai na direção das coisas ela desliza na direção das coisas e é isso que constitui a tal intencionalidade e se visar as coisas que o swell havia proposto então o que o site admira na concepção é oceana da consciência é isso que mais tarde chamará nós nos seus vídeos é que ele esperava depois de translúcidas a consciência translúcida quer dizer ela é com o vazio é um simples movimento é um ato e ele completa essas metáforas dizendo o seguinte ela é
um vento ela é o vento que se lança livre na direção das coisas e que portanto não pode acatá las nem aprisioná los nessa realidade sólida de um compartimento intelectual é ter o qual as pessoas têm o hábito de inteligência veja bem que o phelps é um cartesiano ele larga medida o cartesiana porque ele parte da consciência e procura redefinirá com definida a consciência para redefinir a representação que a consciência tem do mundo e no entanto embora sejam cartesiano e nos liberta dessa coisa interessante pela qual de caixa havia definido a consciência de castro definir
a consciência como uma coisa pensantes uma substância pensantes rússia nos liberta disso a consciência não é uma essência é apenas um movimento nos liberta de outra coisa também dentro dessas ousadia e ainda juvenil essa na década de 30 ele nos liberta dizerem também pouco cavalheirescamente e nos liberta de cruz ou seja daquela interioridade densa daquele mundo de memória e lembrança não é o que parece um quarto estilos 16 muito bem aquecido cheio de imóveis atulhado de coisas e isso que é a metáfora da consciência tal como é prevalecia na filosofia e na literatura da época
essa vida interior que o site diz não é nada mais do que um refúgio esse quarto esse lugar é um refúgio é em que nós procuramos no qual nós procuramos nos manter a salvo da exterioridade é então é preciso desmistificar quer dizer além de uma concepção de conhecimento há também algo aí que já vai na direção que será de que caracterizará depois todo o pensamento de sartre a direção ética e ética política essa consciência concebida dessa maneira como um compartimento no qual nós nos escondemos nós nos refugiamos isso nós inventamos para nos salvar do mundo
anos salvar do mundo exterior e dizer o senhor mostrou que isso é possível a consciência não sendo nada dentro de nós não havendo essa densidade de coisas se compartimentos nós não temos de nos esconder então ele diz no fim das contas tudo está fora e até nós mesmos estamos fora de nós mesmos fora quer dizer ele diz fora entre os outros não é em nenhum refúgio que nós vamos descobrir onde nós vamos descobrir isso dizer e na rua na cidade no meio da multidão coisa entre coisas homem entre homens ora é quando nós lemos nós
temos a impressão de que o site está aqui exagerando alcance da intencionalidade e sobretudo conferindo essa noção uma significação que se justifica muito mais pelas suas próprias preocupações deles até do que é por uma interpretação estrita ou rigorosa é do pensamento de uso e quando o céu num no desenvolvimento do seu pensamento instituir um é muito fundamental uma consciência mais fixado em si mesma que não seja apenas esse movimento para fora mas algo mais denso mais fixo mas essencialista é para dizer o estudo o site vai então é achar ruim vai achar que o uso
está sendo fiel a si próprio eu devia ter se mantido naquela primeira concepção a consciência como um vento como um movimento como um ato o importante aqui é que nos interessa mais é entender as razões pelas quais o sartre não pode admitir isso que ele chama de retrocesso ou seja ele tem que admitir a consciência como essa intencionalidade pura como esse simples movimento na direção das coisas e isso já nos coloca é digamos assim no centro do existencialismo satriani i a um trechinho do sério nada o papel é logo na introdução que diz o seguinte
o primeiro tático de uma filosofia deve ser expulsar as coisas da consciência e restabelecer a verdadeira relação entre a consciência do mundo a saber a consciência como consciência do mundo com consciência posicional do mundo então vejam bem qual é o primeiro passo metódico de uma qualquer filosofia disse que era autêntica que restabelecerá relações sujeito e objeto autenticamente disso certo expulsará as coisas da consciência para então recuperar a consciência como esse vazio como esse movimento que ele chama de consciência profissional que quer dizer consciência profissional significa que ela sendo consciência de alguma coisa ela sempre posiciona
os objetos e ser posiciona frente à sua filosofia é todo um pensamento todo antologia é baseada nessa oposição entre a consciência como esse vazio esse simples movimento e as coisas na densidade que as caracteriza na tecnologia sartre ana a consciência e se nada se vasinho ele chamará para si e esses e denso todo coisa todo fechado todo mas isso ele chamará agence ou de sexto tem se é importante observar que que o o o termo que o sacre usa para definir a consciência para si para trás assim é em si para nós não devemos entender
como uma volta muitas vezes lendo é esse tema nós podemos podemos entender o seguinte maneira se está propondo que a consciência faz uma volta reflexiva para si e para si mesmo o que seria muito diferente decat havia proposto não o certo está querendo dizer exatamente o contrário e se paga significa para fora a consciência deve lançar se para fora isso que o uso teria proposto segundo integração do saque a consciência esse movimento para para fora ora mas é para si então esse onde ele está fora ele está fora isto é o centro da concepção 7
ana e sujeito que depois vai à r aparecer noutros concessões inclusive na psicanálise lacaniana o se o si mesmo ou sujeito onde ele está não dentro de si compensar mas cartesianos fora que ele está fora esse e portanto esse para assim significa esse movimento para para atingir o sujeito nós somos um movimento para chegar a nós mesmos esse movimento no entanto nunca se completa um sujeito portanto não volta se para si ele vai na direção desse porque se está fora dele e aqui nós vemos porque o site não pode aceitar aquela ideia oceano de que
é um ego de que é um ego na consciência que não pode aceitar que haja nada na consciência para o qual nós possamos nos voltar nós não temos que nos voltar para nada porque nós somos nada nós temos é que isso na direção fora em busca de alguma coisa que tenhamos que nos tornar isso que é a radicalidade da filosofia é existencial ou seja é esse para si essa consciência não é um ser uma realidade em si mesma é ela é algo que sendo em si mesmo nada é muito difícil de usar a nossa linguagem
é toda permeada pela antologia grega né dizer isso enfim a consciência que em si mesmo não pode ser caracterizada como um ser ela é nada onde ela vai buscar o ser onde é dos caixas e mesmo fora de si esse padrão significa exatamente isso para fora para assim então é aí se opõe a esse para se opõe aquilo que está diante dele o mundo as coisas esse maciço de ser que o site chama de em si esse sim é um ser em si esse é o substancial e se aquele todo é denso de realidade não
é todo fechado em si mesmo daí o nome do livro é o sexto eo nada [Música] nada a consciência é o eu é o antigo eu dos filósofos e dos psicólogos e o ser é essencial esse ser em si mas isso fechado em si mesmo que está diante da consciência agora é claro que quando nós falamos disso nós temos sempre que usar a linguagem teológica linguagem do ser então dizemos apresenta a consciência é nada dizemos que é nada ela alguém poderia ser bom ela é alguma coisa dizer que ela é nada já é uma espécie
de contradição mas não temos como é nos livrar dessa contradição e ela realmente faz parte da definição não é que nós podemos dar um de nós mesmos ou seja ainda que a consciência tem que ser definida como esse nada perante ou se o convence nada perante o em se você é todo pesado todo o maciço objetivo é ela depende de si ser em si porque nós só podemos defini la em relação a ele ainda que negativamente mas sempre em relação a ele isso tem uma isso terá uma influência muito grande o movimento da filosofia é
do sac na verdade o que ele quer dizer aqui basicamente é o seguinte é o para si não se constitui como ser que se constitui como uma negação do feirense e portanto o quando nós falamos de sujeito nós não estamos falando de uma realidade afirmativa nós estamos falando de uma realidade que é negativa ou negadora mais negadora do que negativa porque a consciência se constitui ao negar aquilo que está diante dela que é o ser o seu pleno e no entanto como isso é a sua referência não é ela também se define por ele mas
se define negativamente a consciência realizar essa trajetória na direção do chelsea ou seja se para é que indica essa direção de se consumasse então o sujeito a consciência se transformariam não ser se transformariam em se deixariam de ser esse processo constante é que é a nossa consciência um processo de serviços não seja mais um processo de ser então quando nós dizemos que o para si ou a consciência não é não é no sentido de não tem sucesso não se catar e caracteriza pelo ser o que nós estamos dizendo é que a realidade humana não tem
o seu ser fixado na essência que já que a consciência é a realidade humana ela não é dotado de sexta ela não tenham sucesso seu ser consolidado porque a consciência comum para se ela não está em si mas ela se projeta na direção de si mesma ela se lança na direção de si mesma sem no entanto num se alcançar a consciência o sujeito não é coisa alguma ele é aquilo que eles se saem de existir existência existir não é algo da ordem dos ser mas é algo relacionado com o processo com esse vírus seja com
e se tornasse e aí então o site diz na verdade o céu quando diz que a consciência e se deslizar para fora desse movimento este ato o que ele quer dizer na verdade é o seguinte a consciência é um constante transcender se transcender se quer dizer ir para fora de si tentando superar se superar se a si mesmo indo além desse mesmo ano então nós vemos aí que a consciência é intencional do céu transforma-se no saque nessa consciência é definida como esse é importante transcender se esse esse constante transcender-se é algo que vai constituir uma
noção essencial da filosofia existencialista chama se projeto o que é o sujeito que a realidade humana é aquilo que cada um projeto seja agora se eu digo então que eu sou um projeto o que é verdade humana é um projeto parece contraditório porque o projeto é aquilo que ainda não é bom esse paradoxo é proposital é justamente isso que eu só quero dizer nós somos aquilo que ainda não somos somos sempre aquilo que projetamos seja hora de se projetar se esse simples projetar-se puro projetar-se de onde ele vem quem projeto quem deseja ser não há
algo aí por trás disso ele é fiel aquela concepção se a viana a consciência não é uma coisa é esse movimento ele é um puro movimento então sato chama com o nome próprio que definirá o centro da filosofia existencialista é a liberdade [Música] esse constante projetar se consegue esse constante transcender-se não é outra coisa senão a liberdade vejam bem então que querem modificar a concepção tradicional a liberdade não é um atributo do sujeito nós fizemos é tradicionalmente o sujeito é livre ou sujeito não é livre depende da concepção filosófica de cada um certo disse não
não não é questão de saber se o sujeito tem não tem um atributo livre se nós definimos a consciência como esse ato evento esse movimento isso é verdade então é que o sujeito quem não deixa de ter a liberdade ele é a liberdade e não pode deixar de ser aí vem um paradoxo nós somos livres para tudo menos para deixar de ser nos livros que o sujeito pode fazer qualquer opção ele é livre para qualquer opção a menos para não optar é impossível então o que o certo quer dizer ao longo desse paradoxo é aquilo
que tornou se também um adágio na sua essência isso uma fórmula 1 organizado né o homem que eu saí um pouco contribuiu para isso ele gostava de frases né um pouco bombásticas o homem está condenado a ser livre é um paradoxo o homem está condenado a ser vi bom claro está condenado a ser livre porque porque essa liberdade e se transcender se constante inventasse que é o pps transcender se nós não podemos nos livrar disso porque não podemos nos ver em nós próprios como como movimento então é esse projeto ele é uma é ele é
o nosso sucesso portanto nós somos isso tem ainda não somos o site então definir a realidade humana o que é a realidade humana a realidade humana é aquele ser que tem o seu ser fora dele vocês realidade humana é aquilo que ela ainda não é que ela sempre será aquilo que ela ainda não é isso do ponto de vista existencial agora quando quando o site passa a história porque é um ponto em que ele passa desse projeto é essencial para o projeto histórico não muda as pessoas às vezes pensam que o certo e mudou deixou
de ser especialista passou a ser marxista não ele continua o mesmo ele mesmo disse eles mudei para poder continuar o mesmo ou seja esse projeto assistencial agora defronta se com a história então não é um projeto essencial abstrato é um projeto essencial que vai se realizar na história mas continua sendo continua sendo um projeto e continua sendo liberdade tanto é assim que o site polemizar com os marxistas com os benefícios de um exemplo que o sujeito é um reflexo das condições objetivas certo dia não o sujeito é liberdade e se você pode dizer que o
sujeito é aquilo que fazem dele se nós somos aquilo que o capitalismo fez de nós na verdade não é bem assim nós somos aquilo que fazemos com que fazem de nós é que essa liberdade definida um pouco bombasticamente o site reconhece que ela se exerce de maneira muito difícil ficar com muitas restrições na verdade a nossa liberdade não é pra frente uma liberdade é uma libertação nós não somos livres os açudes na verdade nós somos livres para nos libertarmos ou para tentar os libertários mas basta que você tenha essa raiz da liberdade para que a
realidade humana possa ser é definida por ela apesar de todas as dificuldades que a liberdade tem para se exercer concretamente historicamente nós sabemos é disso é pô é experiência não é então é o que o quê é nossa lição que nós podemos tirar de tudo isso é que desde a da do dom é daquela consciência intencional que se transmita naquele projeto existencial a partir da liberdade do existente da realidade humana até esse projeto histórico muitas vezes revolucionário sádado ou não a realização imposta enfoque a liberdade de tentar é realizado é a um rigoroso na posição
do site esse rigor mais do que teórico metodológico é um rigoroso ético porque o site não aceita da filosofia tradicional é que a consciência seja uma coisa subordinada outras coisas o que ele não aceita do marxismo é que o sujeito seja um reflexo das condições objetivas por exemplo um reflexo da história o indivíduo é determinado pela história mas ao mesmo tempo é responsável pela história ele é uma singularidade que filtra as determinações gerais da história e dessa liberdade dessa responsabilidade ele não pode hesitar porque essa indicação significaria e hipotecar a sua liberdade é uma totalidade
qualquer que ela fosse posição que o sato e acha que é de má fé ou seja uma posição eticamente duvidosa a o rigor ético do chá que consiste nisso apesar de todas as determinações históricas ele aceita as determinações tais países com o marxismo é as coloca apesar de que a sociedade tal como nós vivemos oprime e isso ele sabe melhor que ninguém porque ele foi alguém que lutou contra isso apesar disso não há como abdicar da liberdade e se nós abdicamos dela nós abdicamos do nosso ser uma responsabilidade ética que deriva do reconhecimento que nós
somos daquilo que nós somos antologicamente portanto quem abdica da liberdade não comece apenas um deslize ético que ele comete uma traição a si próprio porque a consciência é antes de mais nada a liberdade é a liberdade na raiz nós somos isso e quando nós exercemos a nossa vida nossa actividade histórica contra isso ou ignorando isso ou fingindo que isso não existe nós estamos cometendo uma dupla traição uma traição a finalidade do nosso projeto a finalidade da nossa existência histórica e também uma traição aquilo que nós somos a nossa própria origem que é a consciência como
sinônimo de liberdade muito obrigado [Música]