tá bom muito bem então Eh vamos lá Então oficialmente estamos lançando aqui a primeira edição do manual aqui em português nós chamamos manual seo tá já vamos traduzir aqui a sigla mas basicamente o assunto é é gestão de stoes otimização do atendimento e e dos estoques né Eh eu vou fazer um breve institucional aqui só para que a gente possa eh nos apresentarmos né Eh nós somos uma empresa de treinamento e com Oria eh que trabalha com otimização e daí também o livro né usar aí o termo otimização buscar o ótimo né dentro de vários temas da logística da engenharia industrial e da administração de negócios tá eh e temos várias e Temos vários eh especialidades aqui com que trabalhamos né gestão stocks supply chain bom isso tudo vocês eh enquanto eu falo vocês lem mais rápido que eu falo tá mas trabalhamos com esses com esses temas todos e a e na gestão de estoques dentro do atendimento gestão de cadastros gestão de inventários né é um pouco do assunto que nós vamos abordar eh na palestra de hoje tá o o nosso foco a nossa missão digamos é maximizar os resultados dos nossos clientes hoje otimização é a palavra de ordem né todos procuram excelência otimização bom para quem quiser conhecer um pouco mais nós temos o site www cursos danel gazin. com tá e já realizamos aí mais de 2000 cursos treinando mais de 30. 000 pessoas temos cerca de 70 eh programas de treinamentos diferentes tá o pessoal depois vai poder ver com eh com mais calma aqui os os detalhes aí no site eh procuramos sempre abordagens muito práticas e etiv né Eh trazendo da academia mas colocando eh em funcionamento eh na realidade de cada cliente então realizamos mais de 200 projetos a sede em São Paulo mas temos atuado aí no Brasil todo e até fora do Brasil ocasionalmente eh muito bem então esse era o institucional agora eh tratando um pouquinho do do livro né E como nós começamos isso tudo muito bem eh dentro do do do trabalho aí há mais de 30 anos trabalhando nesse nesse assunto nós temos eh constatado vários paradoxos né várias eh oportunidades várias situações em que as empresas encontram digamos aí incômodos né efeitos indesejáveis quais são eles então primeiro eh existe muitas empresas onde ainda se verifica o desbalanceamento de estoques Eles são muito eh e muito recorrentes o que que é o desbalanceamento stoque é justamente você ter aquilo que não precisa em excesso e e falta não ter eh justo aquilo que precisa naquele momento crucial que o cliente faz um pedido seja um cliente interno seja um cliente externo tá E então acontece o que a ruptura né a ruptura do atendimento eh outra situação que temos constatado e fizemos pesquisas né até para verificar que é que é a grande grande maioria eh o pessoal tá calculando ainda o os os parâmetros de gestão ponto de pedido Tá mesmo o tamanho do lote é tudo por médias n eh não me entendam mal não é que eu não goste da Média mas a média é a certeza de estar sempre errado né não nos basta a média nós usamos a média mas nós usamos desvio padrão usamos outras estatísticas eh outra situação muito frequente é é a são os cadastros né A gestão dos cadastros ela não está no ótimo tá eh muitas empresas ainda não sanaram existem muitas duplicidades né se você se identifica com essa situação bem-vindo ao clube né muitas empresas assim eh outra outra realidade é a baixa acuracia e logística então eh eh AC curaça logística né AC curaça em quantidade em saldo ela traduz a consistência a robustez do seus processos se essa ac curaça e os números os benchmark que nós estamos usando são por volta aí de 999,7 se você está longe desse número ainda tem muito por fazer né E e essa é a infraestrutura quer dizer a infraestrutura é ter cadastros corretos acurácia adequada para que a gente possa eh otimizar a partir daí eh eu tenho visto também muitos colegas aí gestores de estoques que só estão aplicando aí o ABC e ocasionalmente nem o abc correto tá ele não pensou sobre isso os critérios de corte se é por saldo se é por quantidade Qual é a qual é o critério correto então no livro A gente eh explora eh recomenda né Tem um um um anexo específico sobre abc um outro sobre pqr então isso precisa ser melhor trabalhado nas empresas existem inúmeras outras oportunidades nós começamos a fazer análise nos nossos clientes e sempre identificamos potenciais aí de 50 40% eh mesmo as empresas que já fizeram trabalhos até mesmo com a nossa metodologia eh sempre existem eh oportunidades né e o custo do capital e o custo de oportunidade de ter esse dinheiro de volta para outros investimentos ele faz com que um uma uma iniciativa né Eh paraa gestão dos toques ela seja eh muito interessante né Muito rentável tem um um retorno sobre o investimento muito efetivo eh bom temos os MOV gramas né o pessoal conhece mais aqui a a metodologia pelos MOV gramas nós continuamos trabalhando com MOV gramas melhorando isso traz muita visibilidade tá eh para a gestão de nos permite identificar eh anomalias não conformidades e corrigir isso tudo tá eh temos até desenvolvemos nós algumas ferramentas como se Panorama eh que possibilita diagnosticar o que está levando a faltar materiais se é uma os seus saldos estão abaixo do necessário eh se é o tamanho do lote o problema eh se a questão é o Lead time né eh e o agora né conseguimos então em algumas empresas já customizamos e e temos softwares de de soluções comerciais de mercado que já possibilitam a a regulação dinâmica Então já dizíamos isso a 20 anos atrás né E hoje já é uma realidade algumas empresas já mantém os seus sistemas aí com uma frequência e cada negócio define eh a frequência ideal mas eh os parâmetros são atualizados e o sistema acompanha esses novos parâmetros no dia a dia eh surgiram então Eh soluções comerciais Né desde que começamos a a publicar artigos e livros sobre o assunto hoje nós temos aí várias soluções n o propósito desse livro é servir de base conceitual para aqueles que querem usar qualquer uma destas soluções né Eh que existem várias no mercado muito bem então com esses paradoxos ó eh nós nós eh criamos né nós desenvolvemos nós fomos aperfeiçoando eh com inovações com cens isto que então chamamos de eh se né Eh se é a abreviação de service and inventory optimization né então a otimização observem que o a primeira palavra é o serviço é o atendimento e depois que isso estiver assegurado então com o menor capital de giro e na realidade com o custo Logístico Total menor possível nós estamos olhando apenas o capital de giro n eh Apesar dele ser o foco N eh temos que otimizar muitas variáveis aqui eh então na nossa tentativa aqui de uma definição eh o es é um conjunto de várias coisas de conceitos de técnicas de ferramentas ferramentas avançadas que a computação moderna eh nos oferece tudo com o objetivo de otimizar né trazer o sistema mais próximo do do ideal do ótimo tá eh dentro da gestão do atendimento dos clientes e dos estoques e como eu comentei para vocês eh dentro deste ter o que não precisa e não ter justamente o que precisa Isso é um é um dilema é um paradoxo o sistema não está funcionando então algo precisa ser feito eh o es também é eh uma uma nova categoria de soluções eh computacionais assim como temos erps WMS tms cada um uma categoria com vários produtos soluções comerciais eh o se então é um conjunto de soluções que trabalha a otimização do atendimento o serviços emissão crítica E aí Temos vários eh vários tipos de Opera ess eh eh o so não é MRP né Eh mas todas as demandas Independentes caem dentro dessa categoria Então quem tiver querendo otimizar serviço capital de giro e custo Logístico Total nã vai encontrar nessas soluções aqui um uma boa ferramenta e também é uma ruptura uma inovação em termos de gestão de estoques convencional né eu tenho visto muitos livros que eh ainda falam né trabalham com o kardex eh então algo eh precisa ser feito eh usar que o que a computação nos oferece né então nós já estamos trabalhando com computação científica eh com estatística com regulação dinâmica né vamos apresentar aqui as as várias técnicas né Muito bem então com esses eh com esses paradoxos que era a realidade não funcionando com essa ideia de uma nova classe de softwares né Eh ao longo do ano aí fomos fomos trabalhando e com apoio aí da da revista mon logística Então hoje estamos oficialmente inaugurando lançando né o manual so eh o que o que traz esse essa obra né primeiro uma evolução de paradigmas tá então nós fizemos esse salto do que existia só com médias só com trabalhar só com o mês para e estatísticas mais eh ricas mais relevantes parâmetros mais objetivos tá não estamos trabalhando mais com a granulometria eh mensal eu sou muito crítico disso eh em situações que eh eh o capital de giro o saldo né está muito baixo nós temos que olhar para eh O que está acontecendo o dia a dia né Eh e as ferramentas e as estatísticas trabalham nessa base então surgem os mulig gramas e uma novidade dentro dos Mig gramas eh porque quando nós apresentávamos os Mig gramas avaliável né Eh nós não estamos em busca de reduzir os estoques isso acaba sendo uma consequência Tá mas nós estamos eh eh sempre aí a prioridade é o atendimento antes de mais nada e nós estamos buscando Balancear tá então existem itens nos estoques das empresas dos nossos clientes que estão super dimensionados e a ideia então é trazer o saldo para o o o túnel né que nós dizemos o ótimo e isso vai descapitalizar eh uma quantia de dinheiro que vai servir para investir nos subdimensionados e Ainda sobra alguma coisa é a troca com troco né E outra eh chega de mesmi Então as técnicas elas precisam ser eh revisadas né são técnicas simples que nós temos aplicados em em vários ambientes né já já isso já foi muito bem testado n eh muitos falam de de giro a gente faz a recomendação quer dizer se você souber usar o termo giro continue mas eh a gente trabalha muito mais a cobertura o conceito de popularidade eh Temos visto alguma confusão aí então o livro vai esclarecer esse eh essas dúvidas né além do ABC nós a gente eh trabalha com outros eh outras classificações chamamos isso Tecnicamente de taxonomias né o livro vai apresentar várias e também regras diferenciadas de tratamento então em cada situação uma uma regra é a mais apropriada trabalhamos com várias regras né a regulação dinâmica e também eh eh o cálculo do computador é apenas uma sugestão né contamos com a intervenção humana para que eh a gente possa acertar aí todos os itens eh dentro de uma situação ideal eh enfim o o livro O hoje o assunto é o livro eh ele tem esses vários capítulos e cada capítulo procura responder a uma pergunta começando pelo atendimento E aí explorando primeiro eh os preparativos para depois então entrarmos na na metodologia é isso que eu vou explorar a seguir com vocês tá eh enfim eh se você eh está aqui entre um desses desses dessas funções desses cargos você é responsável pela gestão de stockes é um analista de de planejamento e controle existem vários outros temos mas você está envolvido com atendimento e stockes n esse livro Ele deve te ajudar de várias maneiras né se você é estudante ou um professor eh interessado em em eh ensinar né incapacitar o pessoal com essas técnicas também foi para você que a gente parou essa obra tá muito bem então eh a metodologia ela primeiro precisa de uma infraestrutura tá eh talvez até caiba a gente eh esclarecer um pouquinho o a capa né Eh a capa ela mostra um mulig grama n as barras eh coloridas as barras para baixo eh representam saídas então é são as suas é a demanda imagine isso eh diariamente talvez o seu RP não não não não lhe ofereça ainda esse tipo de invisibilidade mas nós temos meios várias várias formas de produzir uma imagem como essa veremos a seguir a as barras para cima representam as entradas né Eh a linha hã em azul representa o saldo não é então aqui o saldo eh o ideal é que ele esteja reduzindo e seja o menor possível necessário e suficiente n e essa linha amarela nós vamos explicar um pouquinho mais para frente então Eh ela é a sua curva de demanda é onde nós vamos localizar o nível de serviço o ponto de pedido dentro da metodologia tá como é uma das Ferramentas mais importante ela ganhou aí a a a capa eh enfim o a nossa metodologia ela começa pelo estudo da malha né Eh para que a gente possa gerir eh é preciso definir eh O que é a abrangência ou escopo quer dizer você vai administrar os depósitos de produto acabado são os de eh materiais em processo são as matérias primas são estoques eh avançados em poder dos seus clientes ou estoques eh nos seus fornecedores aliás Quem são os seus clientes né e e quais as distâncias Quais são os Lead times para esses clientes quem são os seus fornecedores Quais são as incertezas que carinhosamente aqui na metodologia eh nós chamamos dos mfs né o murph da lei de murph né Eh representa a variação representa a o o desvio padrão nãoé então é importante com essa ferramenta sabermos Onde estão os depósitos que pretendemos otimizar tá eh utilizamos aqui uma uma abordar uma uma simbologia eh de que é universal que é uma Norma dinin nãoé eh e isso nos possibilita inclusive estudarmos as confluências né Eh quando os fluxos eles eh convergem e e como sincronizar isso tudo eh de uma forma com Harmonia né Muito bem eh Esse é um dos primeiros passos é compreender a malha o segundo é ter a certeza de e que os cadastros estão adequados não eh o trabalho com a gestão dos stockes nos levou a a a estudar nos aperfeiçoarmos dentro da gestão de cadastros hoje isso é uma outra competência desenvolvemos desenvolvemos treinamentos eh e projetos nessa área eh mas tudo isso é o é o que aqui no Brasil nós chamamos de padrão descritivo de materiais então fizemos um capítulo um capítulo todo sobre este assunto né e onde nós exploramos Qual é a infraestrutura necessária né Quais são as ferramentas software eh para que você possa primeiro colocar um código identificar esse item que ele seja eh inequívoco quer dizer livre de confusões não depois você vai descrever o padrão descritivo de materiais é o é a ferramenta para descrever de uma forma padronizada e assim você identifica suas duplicidades tá eh e consegue fazer um pedido correto n assertivo para o seu fornecedor E aí recebe o que espera sem surpresas eh além de identificar e especificar é necessário pensar na parametrização que são eh os o ponto de pedido o tamanho do lote esse assunto que tá muito bem eh bastante explorado no livro A classificação é a taxonomia então nós temos um capítulo eh que trata só de classificações tanto as classificações eh universais ncm o nssc Existem várias é como as classificações logísticas não e depois relacionar isso tudo que no Livro nós vamos chamar de Ontologia que é criar as regras para que os softwares possam eh tratar de formas diferentes itens eh que se classificam de formas diferentes né Então tudo isso inequívoco semântico tá é de forma Clara para que todos os materiais e serviços não podemos esquecer os serviços da empresa sejam adequadamente identificados a gente possa ter uma uma Harmonia nas comunicações né da nossa empresa com os nossos clientes e com os nossos fornecedores Aliás hoje o bloco CAD sped fiscal nã é uma exigibilidade né e o assunto gestão de cadastro está totalmente relacionado com com esse assunto também estamos trabalhando nesse aspecto o na nossa gestão de cadastros ela tá totalmente alinhada e coerente com as exigências do do fisco né Muito bem Então esse é o assunto de cadastros né Tem tem um um capítulo todo para tratar disso né Vamos avançar para as taxonomias tá então antes que nós possamos eh criar as regras é preciso compreender eh os itens né e as suas particularidades Então as taxonomias são métodos de estratifica ação é onde nós separamos os itens por algum critério de semelhança né ou de diferença entre eles n mas usamos não um critério mas vários critérios os critérios que julgarmos relevantes n eh neste slide Vocês já estão vendo um uma uma tela de uma solução que nós desenvolvemos ela se chama se Panorama e ela eh processa todos os os dados doss nossos clientes de cada caso de cada empresa eh criando uma não só apenas a curva ABC Mas as curvas pqr eh e ela nos apresenta Então as proporções né quanto eh quanto e quais itens né Eh em cada uma dessas classificações né o ABC é o clássico né mas o pqr ele se se mostrou eh muito relevante para muitas aplicações né Eh é o é é a classificação de popularidade que nós veremos um pouquinho à frente eh existem outras então o critério de de criticidade ele eh enxerga a a o impacto que o item tem eh na demanda né o o a classificação de compraba né e usamos outras classificações o o VW eh e algumas outras que não aparecem aqui mas em em cada empresa é um tipo de classificação diferente né Eh enfim isso nos leva a essas categorias todas nã definimos no livro cada um eh o o o desafio realmente do analista ele encontrar eh os critérios de corte né para cada uma dessas eh classificações tá então Aqui estamos vendo seis critérios Independentes mas existem outros ah muito bem eh só para esclarecer um pouquinho né o o o conceito do do da popularidade do pq tá então imagine eh Um item que teve uma demanda ao longo de um ano Digamos que esse eh esse gráfico Nós estamos vendo aqui eh um ano de histórico de demanda tá E esse item só teve uma solicitação de 365 unidades em um único dia tá agora nós podemos ter a mesma média de de demanda eh só que espalhada ao longo de todos os dias do ano imagine um outro item eh muito regular ele tem uma ele tem demanda de uma unidade a cada dia ao longo do ano todo se nós temos 365 dias no ano a demanda dos dois é igual a média dos dois é igual só que eh a operação é totalmente diferente eh o item o item p e o item R cada um vai ter um tamanho de lote de reposição diferente isso afeta a operação física afeta o número de recursos que nós vamos dimensionar pessoas equipamentos né Eh e isso precisa ser conhecido do analista n então a metodologia ela explora eh inclusive temos aí um um adendo só sobre curvas pqr como montar para que você não reinvente a roda não então o critério de corte que pode variar de empresa para empresa observem que o o perfil é diferente da curva ABC né ele ele vem para aquilo que a gente chama de cauda longa né o r eh o s são os itens de cauda longa tá saber escolher aí o critério de corte eh é muito importante tem que ser eh avaliado ou auditado enfim Com todas essas classes classificações eh que são apresentadas no livro em muitas empresas a gente eh elabora junto com eh os analistas o manual de operações logísticas ou outro nome similar é onde tem todos os procedimentos operacionais tá então temos escrito isso com muitas empresas E aí construímos as regras eh Que itens eu devo comprar eh ou sob demanda ou não eh como como vai ser puxar como serão puxados esses itens né É como prever n então a definição dos modelos enfim Existem várias regras e essas regras exploram essas classificações n eh o problema em muitas empresas é que essas regras elas estão informais elas estão na cabeça do analista né se o analista por alguma razão eh faltar né Eh a empresa se vê eh de volta ao zero então então Eh as empresas que não documentaram elas escolhem eh falhar eh eh sen não hoje mas na perpetuação né então nós temos visto muitas empresas que começam a fazer um trabalho e e Chegam aí num numa numa situação ótima excelente mas isso depois que perde o o o a pessoa que está à frente né Eh aquilo tudo eh volta ao caos e e se perdem os resultados né então como é que nós podemos cobrar disciplina dos colaboradores se eh enquanto gestores não comunicamos as políticas e os procedimentos tá isso essas regras vão nos ajudar a a padronizar como fazemos nós vamos perceber até mesmo as nossas falhas e isso nos permite através de cenas melhorarmos e até mesmo eh algumas inovações eh como isso é operacionalizado então existem as regras de negócio eh tecnicamente são ontologias tá eh existem aquela relação que vimos no slide anterior é por exemplo o tamanho do lote o tamanho do lote é é muito complexo de ser determinado ele Depende de muito mais variáveis por exemplo do que o ponto de pedido tá então eh quando você escolhe seguir num caminho nós sempre dizemos aqui Cada escolha implica numa perda tá Então você eh precisa montar a arquitetura né a concepção dessas regras tá ela requer muito debate requer inteligência experiência tá E aí Eh você por exemplo aqui temos o caminho azul se o item é p e também então aí a a pergunta do 1 2 3 faz sentido e o item é três e ele é b estiver próximo bom eu posso usar um tamanho de lote menor tá is é só um exemplo ilustrativo didático mas se ele se o item cai num outro caminho um outro encaminhamento então o tamanho do lote seria outro né Eh quando nós conhecemos isso ajuda o analista eh e ajuda o sistema pelo menos calcular um padrão um Def eh e depois também podemos dentro do DEF o analista pode intervir e colocar o tamanho do lote mais adequado que julgar naquela situação isso pode ser eh alterado pelo analista a qualquer momento eh no livro também fizemos um capítulo sobre estratégias né Nós já tínhamos aqui 36 estratégias isso já foi publicado em artigos e eh estratégias para planejamento para suprimentos né pro comprador esse livro também se presta muito é de interesse dos compradores né mas temos est distribuição manufatura e gestão de estoques propriamente dito tudo isso influenciando o tamanho dos estoques os parâmetros de gestão mas a novidade agora que nós desdobramos as estratégias em variantes que nós chamamos de táticas então no livro identificamos mais de 120 táticas que podem ser combinadas das mais variadas formas né entre os modelos hoje nós já aplicamos 32 modelos de dimensionamento que alterna stoque de segurança lote e gatilho o que permite mais de 500 combinações de tratamentos tá então se faz necessário realmente criar regras para automatizar isso tudo eh enfim isso é a infraestrutura se você tem domínio desses dessas ferramentas você está pronto para eh começar a aplicar e e capitalizar os resultados da metodologia seo eh vejamos alguns a seguir eh temos eh trabalhado e no no livro então Eh nós exploramos um pouquinho o o processo da Clínica né Eh a clínica é uma intervenção quer dizer eh alguns clientes depois que nós eh ministramos o treinamento e eles colocam eh a técnica para funcionar eh depois de algum tempo né isso na verdade a clínica faz sentido para quem já pratica a Essa gestão eh seo né Eh mas na clínica então nós fazemos uma avaliação primeiro qualitativa tá eh em cima do qualitativo identificamos aqui os principais incômodos e vamos para a avaliação estatística né ou quantitativa tá isso nos dá vários gráficos várias perspectivas eh e esse debate né Eh muito rico eh com os analistas hum algumas vezes facilitado por nós mas não necessário o livro já encaminha isso eh não não não não não não é um pré-requisito né você pode fazer a clínica eh com os subsídios que o livro te oferece eh mas do debate surgem as propostas os planos de ação e E aí eh podemos capitalizar os resultados eh esse é o processo da Clínica né a clínica começa com o o Kof né e começa com o livro como referência então Fazemos uma atualização uma revisão conceitual tá então o o o questionário né É é o ponto de partida mas nós revisamos a malha como ela é como ela deveria ser eh verificamos se o cadastro está coerente né atende as boas práticas eh e aí enfim passo a passo né todo todo esse processo eh [Música] mas usando aqui o o os movigas que nós vamos ver a seguir que o livro ensina como montar né Eh isso tudo gera mudança gera o manual gera as intervenções eh e alteram-se os indicadores aqui né Falando de indicadores eh no primeiro capítulo a gente explora a parte do Service né o o custumer service se você não pode melhorar aquilo que não mede então em muitas empresas eh nós temos eh quando quando chegamos eh nós temos constatado que o pessoal eh desconhece nível de serviço ou otif os os indicadores eh logísticos né então eh a O Primeiro passo é entender a qual é a satisfação dos nossos usuários e clientes finais né Eh a primeira prioridade é essa essa tem que ser a prioridade eh do profissional de logística né o atendimento eh depois que o atendimento estiver satisfatório otimizado aí entra a a questão da da produtividade né aqui representada pelo estoque pelo capital de giro investido em stoes tá eh mas na realidade o o a essência é o custo Logístico Total quer dizer alguns nos perguntam e o frete o frete entra no custo Logístico total e o tamanho do lote afeta diretamente o número de fretes não é então nós temos que eh na nossa otimização considerar e esses três pratos eh muito bem o o que temos visto em muitas empresas ainda é o a a a popularidade aqui do do nível de serviço como um dos indicadores eh mais comuns mais usados né essa definição comentamos alguma coisa aí sobre eh esse indicador no livro né Eh mas não existe só o nível de serviço existem inúmeros outros hoje eh mais e mais eh se populariza o o atif Né que é um time in fullu hh mas tem que ser feito aí as devidas eh diferenças existem aqueles que dizem que medem o ontime in full só que o time full eh ele requer eh que a a a leitura seja feita eh no cliente né no ato do cliente estar efetivamente recebendo o o seu pedido n eh enfim exploramos um pouquinho o time in F no livro e esses outros indicadores cumprimento de programa para que tem uma uma programação o Perfect Order ah os pedidos pendentes né que em inglês é o mesmo que é o back Order as cuturas que é o stockout vendas perdidas no varejo existem vários indicadores eu dizer que todos esses indicadores são informações de Legista quem é o Legista é o médico de morto eh o atendimento já ficou comprometido né E aí você descobre que o atendimento já ficou comprometido n como nós podemos fazer para ser mais proativo n e nos anteciparmos a isso então a metodologia ela propõe a exposição à ruptura não só a exposição à ruptura Nós também eh exploramos o nível excedente né e um desdobramento desses dois indicadores que é a nota de avaliação tá então Nós criamos aqui critérios para que cada migama para cada item cada sku ela recebe uma nota de avaliação e o objetivo da da eh da função a função objetivo eh enfim é maximizar essa nota de avaliação se possível aí próximo do 10 eh no livro também eh começamos a a introduzimos aqui o o o assunto né da gestão de estoques segundo capítulo ele trata de vários princípios né Por exemplo o princípio número se é o conceito da regulação dinâmica eh é preciso entender Qual é a função do estoque preciso eh compreender porque ele existe para poder fazer um bom uso dessa eh estratégia nós dizemos que o stoque é uma estratégia de contingencial ou seja ela eh minimiza o risco da ruptura do atendimento tá eh Por que eu digo isso porque eh de vez em quando o pessoal coloca por exemplo uma proteção eh para um fornecedor eh que não é pontual dentro do do estoque de segurança isso não é correto não faz sentido então o livro explica por que isso não faz sentido e qual é a maneira eh então correta para lidar com um fornecedor eh que não seja pontual em termos de produtividade eh o conceito né do A Estratégia do estoque eh é que ele seja o necessário e suficiente e o ideal é que ele se reconfigure dinamicamente aqui eh tem a analogia com o cban proposto pela Toyota né popularizada no mundo todo mas com a aplicação do computador n então o computador identificando eh situações que o ser humano eh ao ser humano lhe escapa tá eh então nós temos não só a média mas as variações tá E e inclusive para esclarecer nós temos recebido aí algumas eh consultas de de leitores esta metodologia ela pode ser aplicada em qualquer tipo de demanda eh seja ela independente ilía ou estocástica então Eh se você tem matérias primas e materiais em elaboração você pode aplicar para produtos acabados você pode aplicá-la Cada uma com se suas devidas eh adaptações né se você eh eh está na manutenção e a sua responsabilidade são com itens mro Com certeza em utilities tem sido aplicado em vários hospitais n eh e ela pode ser usada em combinação com o MRP o MRP prevê o estoque de segurança a técnica aqui ela possibilita que você dimensione o estoque de segurança para o MRP e através dos migras verifique se Essa gestão ela está correta ou que você pode alterar né Eh para chegar no no no ótimo eh enfim o antes de partirmos para os indicadores eh que são vários dentro da da do manual so da da metodologia eh a infraestrutura precisa estar correta não uma das maneiras de nós verificarmos at testarmos é através da acurácia eh logística e por fim a acurácia de todas as informações os seus le times estão corretos as suas estruturas de produto estão corretas né Eh quando isso tudo está bem nãoé então nós podemos buscar aqui o equilíbrio Entre esses dois ou três pratos né o capital de giro que cuja polaridade é quanto menor melhor né o nível de serviço que Quanto maior melhor né ou o atif você pode eh trocar aqui a medição de um por outro eh e sem esquecer naturalmente a questão o o o o dilema né envolve também os frx Então as as novas tecnologias eh as soluções so elas eh têm conseguido encontrar um um bom equilíbrio né o melhor equilíbrio possível entre todas essas restrições e indicadores tá eh no manual nós relacionamos aqui mais de 50 medições nã além destas muitas vezes nós também integramos com eh medidas específicas de cada empresa e e negócio né mas para para para mostrar aqui para ilustrar eu relacionei eh aqui não estão totalizando 50 mas no livro você vai encontrar eh muitas mais então ultrapassam 50 estatísticas descritivas para saber uma delas é o giro giro ou cobertura tá então eh hoje em virtude do tempo eu não vou explorar todos os argumentos nós publicamos isso no site na forma de um de um artigo eh e no livro né mas eh eh eu eu fiz um um placar n avaliando aqui eh os pontos a favor de se usar a cobertura eh E chegamos à conclusão que tem 17 argumentos a favor de usar a cobertura em detrimento de zero para pro giro né A não ser que você saiba muito bem o o o a fórmula do Giro e você a interprete eh o que eu quero dizer com isso é que eu nós temos constatado e esse eh essas comparações aqui ilustram eh quatro situações imagine quatro situações diferentes as barras eh para baixo representam saídas diárias tá e o as linhas azuis representam saldos tá a média é essa linha pontilhada em laranja tá o que acontece é que os eles eu percebo né com algumas pessoas confundem eh e e usam de forma errada se expressam de forma errada com relação ao giro né Eh justamente porque a pessoa não tem no seu vocabulário a palavra popularidade ela confunde giro com popularidade giro é diferente de popularidade né no livro nós exploramos isso aí vejam por exemplo o caso o o gráfico número um digamos eh nele a popularidade Está Alta tá tá só que o giro não por que que o giro não está alto porque o saldo médio ele é elevado em relação aos demais eh por outro lado digamos o o caso do gráfico 4ro eh neste o giro está baixo porque existe movimentação com saldo médio baixo mas a popularidade é baixa né então se você confundir giro com popularidade você não vai usar de forma correta esta estatística né assim como eu este indicador os outros indicadores também precisam ser compreendidos e bem interpretados né Eh daí que é a capacitação a conceituação é o primeiro pré-requisito pro analista fazer um um bom trabalho eh Este é o o migama da forma como nós trabalhamos atualmente n ele é produzido eh por um software que nós desenvolvemos e aplicamos eh nos nossos trabalhos de de consultoria de clínica que se chama se Panorama então então nós temos no no o gráfico ele representa as barras tem a legenda aqui né mas as barras para baixo são as saídas tá eh nós vemos o tamanho é proporcional às quantidades da mesma forma depois você interpreta as barras para cima em verde eh que são as entradas né para avaliar se o tamanho do lote tá adequado para você e com base em uma informação de saldo nós regener o saldo todo eh de um ano hoje nós não trabalhamos mais apenas com um ano essa era uma limitação no no Excel template tem 1 ano mas no software nós trabalhamos com uma o o horizonte que for eh interessante tanto paraa frente como para trás eh enfim eh regener o saldo e aí nós percebemos que eh o saldo ele eh ou está elevado demais ou está subdimensão ionado então estabelecemos aí um cálculo de estoque de segurança que é essa linha laranja eh um um limite eh Digamos um um limite de controle superior Ah eu não gosto de chamar do máxximo porque os saldos ultrapassam esse essa restrição mas é um limite superior em roxo e é e esse é o túnel tá então dentro do túnel tem um um gatilho e podemos fazer uma simulação e quanto tempo os saldos eles estão dentro do túnel ou eh fora dele né Essas linhas de controle são chamadas de offset eh a ideia por dos gráficos Por que que os gráficos têm barras para cima e para baixo justamente para você poder visualizar a sincronização é como se fosse uma cidade litorânea e o seu reflexo eh nas águas nãoé então Eh no livro nós temos uma galeria de várias possibilidades né chamamos galeria de eh migras né Eh cada caso ele é explorado ele é explicado no livro O que está acontecendo e qual é a a ação corretiva necessária para trazer a situação para o ótimo vejam por exemplo estes migram eh que nós eh eh elaboramos aqui produzimos eh recentemente tá nós temos várias situações de skus de itens eh cujos saldo estão eh abaixo do zero não existe saldo menor que zero não eh então o o caso um nãoé a falta de acurácia é pequena né no caso dois ela é recorrente talvez algum problema no timing da do lançamento das das transações no sistema eh o caso três né Eh e o quatro então uma situação ainda Pior né quer dizer o migama ele permite você enxergar coisas que o sistema não mostra né não acusa né Eh nós costumamos dizer que inteligência a capacidade de perceber diferenças então estes gráficos te permite n uma visibilidade melhor você fazer uma uma gestão mais efetiva eh outro outro indicador eh digamos esse essa situação eh temos aí o saldo e a linha do estoque de segurança representada por por essa linha laranja eh nós podemos verificar que vários dias o saldo esteve menor do que o stock de segurança nós dizemos que ele entrou na numa região de eh crítica n Quais foram os dias em que isso aconteceu então em amarelo nós destacamos tudo que está abaixo do estoque de segurança se nós juntarmos isso nós vamos Vamos ver que 60% do período o item esteve abaixo do estoque de segurança isso eh demonstra n eh uma elevada exposição a ruptura significa o item está subdimensionado não eh na realidade dentro da da metodologia eh nós temos as linhas que nós chamamos dos offsets e nós podemos então Eh identificar a a a persistência do saldo em cada uma dessas regiões e se isso é satisfatório ou não né neste exemplo pelo nosso critério de nota de avaliação o item recebeu uma nota 6,1 de uma escala de 0 a 10 eh Este é uma outra ferramenta que nós desenvolvemos em R eh ele mostra numa única folha no caso uma A3 eh o o migama o o todos os as entradas e saídas as distribuições tá eh o ponto de pedido sugerido as notas de avaliação eh inclusive até embaixo à direita no gráfico 15 é a simulação né Então essa ferramenta já permite de eh simul O que acontecerá com o saldo se nós adotarmos eh os parâmetros de tamanho de lote e ponto de pedido que eh a automatizamos no sistema tá eh enfim eh nós estamos já eh quase concluindo aqui eh esse manual ele prevê ele provê né ele nos nos oferece várias referências conceituais tudo isso que eu estou abordando aqui rapidamente né pincelando noções da metodologia se o manual vai em detalhe n eh e ele pode ser aplicado para qualquer irp porque a metodologia ela não depende do seu sistema Qualquer que seja H ou a solução comercial ou ou ou mesmo desenvolvimento próprio né ou que o pessoal chama do legado né o livro traz conceitos técnicas e ferramentas critérios e métodos que você pode usar no tanto no Excel você pode nós já customizamos né com devido conhecimento eh em em vários rps de nossos clientes você poderia customizar isso no seu sistema eh nós temos eh parceiros empresas de software House que aplicam em parte e a a nossa abordagem geram movigas existem Como eu disse como eu Adiantei algumas soluções comerciais de so que caem nessa categoria né Eh pode ser usado o minitab não é talvez não seja a melhor ferramenta Mas ele tem instrumento para eh possibilitar montar o MOV grama e alguma algumas distribuições é uma ferramenta interessante n eh mas nós temos usado com sucesso aqui inclusive desenvolvemos uma solução que chamamos de Panorama eh na linguagem R né Eh uma linguagem eh avançada aqui que eh nos provê vários eh recursos que as outras alternativas não não permitem né então eu posso gerar um mapa taxonômico eh aqui só para ilustrar né Eh eu tenho o as várias que nós chamamos das assinaturas de saldo entrada saída eh tendências a simulação né tudo isso aparece eh distribuição eh indip ela entra em profundidade né Eh é só para título de ilustração né os histogramas então nós temos vários tipos de eh distribuições aqui nós já estamos vendo Por que chama Panorama porque ele vê o banco de dados todo tá e te acusa os itens anormais potencial de ganho isso tudo tá o livro explica eh como como utilizar a técnica de eh dimensionamento de de gatilho né através da definição do nível serviço e essa e essa curva nã eh gera recomendações né Eh Será que o só enxergamos o passado eh e a resposta é não negativo o Capítulo 14 por exemplo trata de forecast tá eh no forecast Nós entramos com os dados históricos n eh é uma é uma outra aplicação mas ela pode trabalhar de alguma forma combinada tá então nós eh entramos com o eh inúmeros Quantos sku você tiv você tem 100 itens você tem 4000 itens se tiver 10.
000 itens isso não é problema eh para eh o para a linguagem para a ferramenta que nós utilizamos né parte disso está ilustrado tem alguns eh códigos de programação no livro né e enfim na nossa ferramenta nós temos eh 36 Slots que são modelos esses modelos eles são todos testados o o sistema escolhe o melhor gerando as saídas né eu vou apenas ilustrar o o o o produto dessa desse processamento né Essa é uma eh galeria cada gráfico desses é um modelo testado o último gráfico à direita ele demonstra a aderência de cada um desses modelos e no caso quanto menor eh for o o o indicador melhor modelo então o sistema automaticamente escolhe o melhor n no caso desse item foi o modelo 19 n o gráfico de cima mostra o forecast e o gráfico de baixo mostra o histórico e a previsão quer dizer eh nós observamos uma boa aderência do modelo né Eh avaliamos isso para cada cada sku o sistema Escolhe um modelo diferente né então Eh por exemplo aqui no cliente que tinha 136 itens né Aqui nós vemos a aderência de cada modelo né e podemos ir eh eh sistematicamente acrescentando mais modelos né sem custo algum enfim esse é o penúltimo slide porque nós estamos aqui chegando no no no horário combinado aqui eh e façamos aqui uma uma revisão o o so a a metodologia o livro ele apresenta uma solução que é esperamos ter demonstrado aqui uma mudança dos paradigmas ao invés de uma global e restrita que é o que nós identificá na maioria das empresas eh com essa abordagem nós mergulhamos nos detalhes de cada item tratando cada item da forma como ele merece com com atenção e carinho eh ao invés de cadastros legados né duplicidades Nós temos um capítulo falando sobre a padronização sane existe técnicas e métodos para isso eh ao invés de aceitar e as divergências de saldo nós operamos com inventários rotativos gratuitos e até os inventários inteligentes ao invés de trabalhar com o paradigma do mês eh nós sugerimos e tratamos as transações de forma diária nã eu digo chega do sopão que é quando você coloca um um monte de de de de legumes n num no Caldeirão e depois não consegue identificar o sabor de nenhum deles né aqui é caso a caso eh só que é o computador que vai fazer esse trabalho todo o ser humano só vai trabalhar com ação em vez de média O desvio padrão Esses são o cuidado com os nossos amigos Murphy aqui e ao invés de apenas olhar para a BC existe uma pesquisa de outras perspectivas tá então nós propomos vários critérios ao invés de giro trabalhamos com popularidade com tempo médio entre apanhas e tempo médio entre reposições eh ao invés de continuar no kardex no bom e velho kardex que foi simplesmente automatizado não nós já estamos usando bi Nós já estamos usando o r n ao invés de planilhas eh que estão suscetíveis a erros de operador a uma fórmula eh não auditada ó eh Nós já estamos trabalhando no no na computação científica e processamos todos os itens em B né em planilha você consegue processar um item imagine uma empresa que tem 5. 000 itens eh ao invés de só usar os programadores com todo respeito aos programadores também são muitos necessários eh mas nós ouvimos os profissionais de logísticas as suas queixas as suas necessidades n levamos isso para os programadores nos ajudarem com a solução ao invés de um único tratamento o mesmo para todos os itens regras inteligentes e diferenciadas ao invés do automático né que é restrito é limitado A ideia é uma intervenção inteligente então existem eh formas do usuário ele eh alterar eh O que a fórmula eh sugere eh numa primeira tentativa né contamos com a inteligência do usuário e ao invés de eh apenas teoria A Teoria é importante ela nos d o fundamento mas nós usamos as soluções aprendidas de mais de 200 projetos né ao invés de parâmetros estáticos Nós pensamos de forma dinâmica n Essa é a é a proposta então Eh cheguei eh ao final do do tempo que nós nos programamos nã eh agradecemos a participação de todos que nos assistem nã eh lembrando eh eh que o livro ele eh já está à disposição neste endereço né E que nós também estaremos eh temos treinamentos eh em Company e teremos uma turma aberta deste tema em três dias eh em São Paulo no próximos dia 22 23 e 24 e de Março e se quiserem mais informações quiserem eh também tiverem perguntas dirijam a ao ao e-mail que o Marco comentou eventos @m logistica. com.