Uma [Música] pessoa que consegue coisas excepcionais na vida, ela tem que ser extremamente humana. >> Nenhum dia seu pode ser fácil. A excelência é a constância, é a busca de área. >> No programa de hoje, Caik, a gente vai falar como você ter uma mente blindada e pensar como forças especiais. Estamos Aqui com o Ernesto Reis, que ele é veterano das forças especiais do exército brasileiro, Cai que ele também é fundador do projeto Pense Como Forças Especiais. E vamos falar também com Diego Del Rill, que é policial há mais de 13 anos, especialista em performance
extrema e mentalidade disciplinada. É difícil você gostar do processo. O processo ele tende a ser doloroso. >> Às vezes a gente fica procurando como, como, com como como, mas às vezes é o Quem, quem na nossa vida tá mostrando pra gente como fazer. >> Essa mudança de mentalidade começa com esse combustível do por eu quero fazer diferente. >> O antídoto pra incerteza é a autoconfianças. Como é que a gente constrói autoconfiança? [Música] Vamos lá, gente. Pra gente começar esse assunto, que que a gente pode definir aqui como uma mente forte, uma mente, a Gente tá
usando esse termo aqui que muita gente gosta de usar isso, né? Essa coisa, essa mente mais blindada. >> Eu eu acho que eu iria pro oposto primeiro. Primeiro eu ia pro pra mente fraca. O que que hoje pra galera saber se eles estão com a mente fraca ou não, pr galera já se identificar. Identificar, né? Muito bem. Candou. O que que o que que são sinais aí de uma mente fraca? Cara, a primeira coisa que a gente tem Que entender quando fala, quando a gente fala mente blindada, é algo que fica muito intangível, né? A
gente não consegue medir. Como é que eu vou blindar a minha mente? Como é que eu vou nunca desistir, lidar com as incertezas, tomar decisão sobre pressão, acordar, fazer o que precisa ser feito, sem esperar aquela modifação diária. Então eu sempre falo que a força ela é uma escolha diária. Quando eu terminei o curso de comandos, que é o curso mais Difícil do exército brasileiro, um instrutor virou para mim e falou: "Cara, é o seguinte, parabéns. Aqui tá o seu gorro preto, que é o símbolo dos comandos, colocou na minha cabeça. Ele falou para mim:
"Hoje você é forte, mas se amanhã você não escolher fazer o que precisa ser feito, você vai perder o contato com a força e você vai ser uma pessoa fraca." Então, uma pessoa fraca para mim é aquela que não faz o que ela prometeu a si mesmo no dia de ontem. Então, ela falou: "Vou acordar amanhã 6 horas da manhã". Colocou o despertador lá para tocar. Aí o despertador dela toca. Hoje em dia o botão da soneca é o maior que tem, né? Na hora que toca ali. Aí ele >> pum, soneca de 8, 9
minutos. Aí de novo outra soneca. Outra soneca. Essa pessoa foi fraca naquele dia, mas quando ela escolhe fazer o que ela prometeu a si mesma no dia de ontem, ela tá escolhendo a força. Para mim, isso é a definição de Força ou fraqueza. É uma escolha. >> É tornar-se forte é um ato de repetição. Então, quando a gente até puxa para essa linha dos cursos, aí a gente recebe o pedacinho de borracha, o nosso brevet quando você passa por todo toda aquela formação. O mais difícil não é ganhar aquele brevê, não que seja fácil. O
mais difícil é manter ele depois é a manutenção, a repetição constante de todo aquele processo que você teve de aprendizado para se tornar mais forte. E Se no meio do caminho depois você parar de repetir, executar aquilo que você aprendeu, você fatalmente voltará a ter uma mente fraca novamente. >> Uhum. >> Uhum. vocês, como que eh como que essa cultura, né, eh militar impactou a vida de vocês? Vocês já eram pessoas disciplinadas? Isso foi depois que vocês, enfim, começaram a trabalhar com isso, começaram a viver disso? Como é que isso impactou a vida de vocês?
Cara, Eu fui uma pessoa que ficou praticamente a vida inteira fazendo curso operacional dentro do exército. Eu fiquei 18 anos no exército. Lá dentro eu fiz o curso de paraquedista, guerra na selva, comandos, forças especiais, mergulho, caçador de operações especiais, que é de sniper, salto livre. >> E aí quando eu cheguei pra internet, eu pedi demissão do exército, porque eu casei com uma americana que tá no exército americano. Eu pedi demissão do Exército para emigrar para os Estados Unidos, coloquei minhas caras na internet, falei: "Ó, sou veterano das forças especiais". E as pessoas começaram a
me perguntar como ter mais disciplina, como ter mais resiliência, como não desistir, como tomar decisão sobre pressão, como lidar com as incertezas. Eu olhava as pessoas perguntando assim, eu falava: "Cara, não tem, só vai lá e faz." Porque durante toda a minha vida eu fui um executor, eu Fiquei fazendo. Mas as pessoas olhavam esse meu eh currículo, fui o primeiro colocado nos dois cursos mais difíceis do exército brasileiro, comandos e forças especiais. E elas me julgavam como alguém com super poderes, né? indestrutível, um superherói, mas a verdade é que uma pessoa que consegue coisas excepcionais
na vida, ela tem que ser extremamente humana. E muita gente não conhece a minha infância. Eu era aquele menininho franzino, magrelo, Nerd, que ninguém queria escolher pro time de futebol. Nenhuma menina queria andar de mada. Uma menina uma vez me chamou para dar um beijo na boca. Eu falei: "Sai daqui, eu não quero estragar minha vida com você". Então eu era pessoa que era rejeitada, eu era chamado de bebê chorão. Eu estudava no colégio militar. Então o pessoal chegava, né, ah, tá com o seu sapato mal engrachado, fato observado negativo. Começava a chorar porque eu
não conseguia Decepcionar meus pais. Então as pessoas falam: "Cara, como é que qual o perfil da pessoa que chega ao final, que faz um curso desse, né, e consegue chegar ao topo da cadeia alimentar da operacionalidade? Eu no exército, o Diego aqui dentro da polícia, eu falo que é o rejeitado, é aquele magrelo, com óculos fundo de garrafa, o gordinho, o franzino, aquele que ninguém queria escolher para nenhum time de futebol. Por quê? Porque esse cara sabe o gosto Da derrota, ele sabe o gosto do fracasso. E aí quando ele é colocado numa situação onde
ele não vê saída, ele consegue de alguma forma tirar força de dentro do do fundo dele, sem precisar do estímulo de ninguém para ir até o final, porque ele lembra de onde ele tava e ele fala: "Nunca mais eu quero voltar para esse lugar". Esse cara vai até o final. Então muita gente, [ __ ] não, eu quero ser igual o Ernest, cara. Não seja igual a mim, cara. Pega alguma rejeição na sua Vida que você teve e usa para crescer. Porque muitas vezes a gente usa a rejeição para ficar se lamentando e ficar preso
no lugar ali onde a gente tá. Mas quando a gente usa a força da rejeição para subir, a gente consegue ir no meio do caminho ajustando. Mas cara, eu um dia fui o magrelo franzino que ninguém queria papo e hoje, né, eu conquistei tudo que eu conquistei. Tô aqui gravando com vocês dois, nunca imaginei tá aqui. Coisas extraordinárias Acontecem para quem faz o comum, né, o básico bem feito. >> Isso é a força do ódio, né? Isso é até a motivação. A motivação você encontra nessa, nesse momento onde você é rejeitado, onde todo mundo desacredita
de você. Cara, eu eu digo que eh eu mais novo, eu mais jovem, eu não eu não tinha essa motivação toda, eu não tinha essa disciplina, eu não tinha essa mentalidade. Isso eu fui construindo com o tempo e o que me fez essa construção Realmente foi trabalhar onde eu trabalho. O meu trabalho hoje que é a polícia, que é a unidade onde eu opero, me deu isso. Me deu isso principalmente pelo ambiente que eu convivo, tá? Eu vejo muito a força do ambiente para você chegar a bater níveis como esse que às vezes a galera
pergunta pra gente: "Pô, como eu consigo ter uma mentalidade assim? Como eu consigo chegar nesse tipo de pensamento, agir dessa maneira?" Eu acho que o ambiente nesse sentido, é Extremamente importante, porque quando você tá cercado, vou dar o exemplo lá da onde eu trabalho, eu pego na minha unidade, eu olho pro lado, cara, eu vejo caras muito melhores do que eu em tudo. Isso é bom. Se eu tivesse cercado de caras onde eu fosse o melhor disparadamente, eu precisaria mudar de ambiente, porque isso não ia me colocar para cima. Então, o que me fez construir
essa mentalidade dentre várias coisas foi o poder desse ambiente, porque eu Olho pro lado e eu preciso chegar onde esses caras chegaram todos os dias. É, é uma competição saudável, sabe? Você olhar pro lado, falar: "Pô, esse cara é melhor que eu na corrida, no tiro, ele é melhor que eu nisso e aquele é melhor naquilo". Então eu preciso treinar para ficar igual aquele. E eu tenho certeza que eles olhando em volta vê a mesma coisa. Então é um puxando o outro para cima para ser melhor naquelas atividades que nós temos ali. Mas isso reflete
na Vida, porque como essa busca constante pela excelência acontece lá dentro desse ambiente, fatalmente isso reflete no meu dia a dia para as minhas coisas particulares, com a minha família, para eu ser um pai melhor, um marido melhor. Eh, é fruto desse aprendizado constante que o ambiente me coloca pra frente. >> Eu falo sempre pras pessoas que é isso. Exatamente isso que o Diego falou. Quer mudar, cara? Começa pelo ambiente. Mas Todo mundo fica, ah, começa pelo ambiente. Um exemplo prático. Eu sempre tentei me colocar noss ambientes que me colocavam para cima. E aí eu
sempre falo para as pessoas buscarem a crirypton delas. Que seria buscarem a crirypton delas? Quando o militar do exército brasileiro faz o curso de comandos, ele é transferido paraa Goiânia. lá em Goiânia é o comando de operações especiais do exército. E a gente brinca que lá é crirypton, porque o cara chega Lá achando que ele tem super poderes, mas todo mundo lá tem super poderes. E eu lembro que quando eu cheguei, eu fui pro alojamento, fui dar uma dormida ali na hora do almoço, né? Cheguei no alojamento, encontrei aquelas camas todas bem esticadas. Se você
jogasse uma moeda em cima daquela cama, a moeda que caria. E aí do nada passou um capitão das forças especiais, me viu dormindo, falou: "Ô, gorro leve". Eu falava: "Gorro leve". Por quê? Quando você faz o Curso de comandos, você pega a faca na caveira, coloca de um lado do gorro e tá faltando o símbolo das forças especiais que é colocado do outro lado. Ou seja, meu gorro era leve porque eu era só comandos. Aí ele chegou para mim na hora do almoço, me viu dormindo. Você tá aí dormindo, né? Já deve falar cinco idiomas,
já deve estar preparado para ir pro curso de forças especiais, já deve conhecer todos os armamentos e todos os optrônicos que estão na reserva de Armamento. Tá bom, pode continuar dormindo. Ele disse que eu consegui continuar dormindo depois daquilo? Escula né? Ele colocou uma pressão em cima de mim e ali naquele ambiente eu percebi aquele ambiente ia me colocar para cima, aquele ambiente ia me fazer crescer. Muita gente fala: "Você assoma a média das cinco pessoas com quem você mais convive. Se você convive com cinco preguiçosos, você vai ser o sexto preguiçoso. Se você convive
com cinco Pessoas indisciplinadas, você vai ser a sexta. Se você convive com eh cinco palhaços, hum, vocês são um circo. Então, muda o ambiente, cara. Se mudar o ambiente, muda tudo. E é interessante que eu fui, fiz o curso de comandos. Aí ele, ó, não, tem que fazer o curso de forças especiais. Aí eu fiz o curso de forças especiais. Ah, não. Agora você é forças especiais, mas você não é atirador de elite, né? Aí tu faz o curso de atirador de elite, que a gente chama De caçador de operações especiais. Ah, tu é caçador,
mas tu ainda não operou em operação real. Aí tu opera na operação real. Ah, mas tu operou, mas tu não nunca saltou livre na fronteira, na Amazônia. Aí tu vai pra fronteira. tu nunca fez isso. Então, tu tá sempre se obrigando a crescer, porque um ambiente que você tá inserido, tá colocando o nível lá em cima. >> Isso é o caminho da excelência, né? Porque na verdade nós somos, o ser Humano, ele tem >> um ego muito complicado. Então é meio que instintivo você não querer fazer parte de um ambiente onde você seja teoricamente aí
o pior. É, é, você se sente mal, sabe? você sente o seu ego fica ferido. Ou na verdade o raciocínio tem que ser o contrário. Você tem que se colocar em ambientes onde você não é ali a grande estrela, o melhor de todos, porque isso vai te puxar para cima, é isso que vai te alavancar e fazer você Correr atrás. Você olha em volta e vê que você tá ficando para trás. Acredito que principalmente em em unidades de polícia e do exército, isso é mais latente. Você consegue enxergar isso melhor, porque rola essa essa competição
interna ali. Então é uma destruição do ego. E é claro que os cursos traz muito isso também, porque ele arrebenta com o ego da gente, ele desconstrói para construir. Uhum. >> Mas eu depositaria muito sim nessa ideia Do ambiente que o Ernesto falou a importância dele para essa construção mental. Nossa, vocês acreditam que eh hoje as pessoas têm mais dificuldade em ter resiliência eh assim, enfrentando as adversidades da vida? Porque eu vejo que é é isso assim, não sei se a gente tá sendo mais impactado pela informação, mas você vê muita gente doente, você vê
muita gente [ __ ] depressiva, um cara muito desanimado, cara perdido, muita gente >> que não consegue se é ansioso, que não consegue se encontrar. >> Vocês acham que isso tem crescido e tem como isso de alguma forma com, enfim, com alguns hábitos? Então, por que que eu acho que pessoas como eu, o meu histórico, um histórico do Diego, tem crescido nas redes sociais? >> Uhum. >> Porque as pessoas estão carentes de atitudes. Em 1996, foi trazido pro Brasil um conceito de eh ensino por Competência. O que que é um ensino por competência? É um
ensino baseado na conhecimento, habilidade e atitude. Conhecimento, qualquer pessoa hoje vai na internet, pergunta pro chat eT, o chat GPT vai lá e fala: "É isso, é aquilo." Então você consegue encontrar em qualquer lugar o que você quiser. Habilidade você desenvolve, alguém te ensina, você pratica e você consegue virar uma pessoa habilidosa, né? Mas para falar sobre atitude, quem tá Falando sobre atitude, eu tava falando com o Diego aqui antes de começar, quem se sente à vontade para falar sobre o tipo de coisa que a gente fala é dois tipos de pessoas. ou o charlatão,
que tá falando algo que ele leu ali e tal, só eh repetindo aquilo, alguma coisa que ele viu, ou quem se fodeu muito, que é o nosso caso, porque hoje a as polícias e o exército têm uma vantagem competitiva que é o amparo legal para aplicar estímulos estressores como um agente de Mudança de comportamento. >> Então, quando você vê uma instituição que consegue aplicar estímulos estressores para mudar o comportamento de uma pessoa, você vê que dá certo. É por isso que a gente vê vários projetos hoje, né, no mundo civil, tentando, entre aspas, imitar o
estilo militar de gerar um estímulo estressor para aquela pessoa mudar, né? Tem vários hoje programas surgindo. >> O que que você chama de estímulo Estressor? O que que vocês que vocês podem contar de alguma coisa que vocês >> para muita coisa que você vai, cara, para tudo que você for aprender, eh, tem coisas que você não consegue imitar a realidade. Por exemplo, vou fazer um treinamento de tiro ali, a realidade numa troca de tiro vai ser diferente da do meu tiro no papel. Eu nunca vou conseguir replicar a realidade num treinamento. Mas existem treinamentos onde
você coloca a Inoculação do stress, você coloca esses estímulos estressores que o Ernesto falou, chega o mais próximo possível, né? Então, por exemplo, se eu for usar de exemplo aqui um treinamento de tiro, um treinamento tático, quando eu coloco o airsoft, eu elevo o nível do meu treinamento, porque eu tive um agente estressor, que é a bolinha de plástico pegando em mim e doendo. Vai ser igual um confronto? Não, porque o tiro do lado de lá mata, a bolinha não, mas é o mais Próximo que eu posso chegar. Então, se nesse treinamento eu coloco o
airsoft, eu coloco atividades físicas onde antes de eu atirar no meu alvo, eu tenho que fazer flexões, correr, né? De repente eu vou ser jogado na água, vou estar molhado e tem o airsoft. Eu coloquei diversos estímulos estressores para fazer com que eu chegue o mais próximo da realidade. E nos cursos e e o empirismo trouxe isso pra gente, isso tem um reflexo muito grande na vida. Certos estímulos estressores vão ter um reflexo positivo na sua vida. Eu falo muito na internet, eu acabei criando um protocolo lá que eu chamo de 100 dia fácil, no
easy day, nenhum dia ser fácil, porque na realidade de hoje, nos dias atuais, as pessoas estão cada vez mais fugindo de estímulos estressores. Então, e hoje tá ficando até meio clichê, mas a história do banho gelado, sabe essas paradas assim que são estímulos estressores, >> mas quando você começa a colocar isso na vida, o cara fazer uma atividade física mais intensa, ele se expor a uma situação de um banho gelado, ele acordar bem mais cedo do que é o de costume dele, ele cortar certos alimentos que ele gosta muito, que são hiperpalatáveis e dopaminérgicos, e
comer aquilo que ele não gosta, ele tá começando a colocar estímulos estressores. que tá tirando ele da zona de conforto. E eu eu prego e falo muito isso na Internet, que isso deve ser diário. Nenhum dia seu pode ser fácil. Nenhum dia pode ser seu pode ser fácil ao extremo a ponto de você passar o dia todo sem realizar nada, absolutamente nada que seja nem que for levemente estressor, porque a excelência é a constância, é a busca diária, a execução constante. Se eu ficar durante uma semana praticando atividade física, lendo, mudando hábitos alimentares, só que
depois dessa uma semana eu passar o Resto do mês e do ano voltando para quem eu era antes, eu vou voltar pra estaca zero. E é e isso tem que ser constante. Eu tenho que ter todo dia essa consciência de não deixar o meu dia ser fácil para que eu consiga caminhar na excelência e não cair nessa ideia que os senhores perguntaram aí, que são cada vez mais as pessoas estão fugindo disso, consequentemente estão ficando cada vez mais mentalmente fracas e cada vez mais eh sem capacidade de enfrentar grandes Desafios, porque fogem do stress, dos
estímulos estressores que a gente consegue colocar na vida. É lógico que a gente usou exemplos nosso aqui quando a gente fala de curso de polícia de exército, são exemplos porque lá os estímulos estressores são um pouco mais estressores que o convencional. É complicado a gente querer que a pessoa faça isso no dia a dia dela, mas quando você traz para uma ideia mudar uma alimentação, deixar de comer aquilo que Você gosta para aquilo que você tem que comer, somos adultos, irmão. A gente tem que fazer o que tem que ser feito. Não dá para ficar
sendo um mimado para sempre, senão a vida vai te engolir. Eu >> aquilo que a gente vê, tipo, num tropa de elite, é ficção ou é daquilo para mais? Sim, >> cara, é aquele filme ali retrata bem fielmente o que é um curso operacional no estilo curso de comandos. Você falou um exemplo, né, de um estímulo Estressor. No curso de comandos, ele existem diversos estímulos estressores, mas o tempo todo lá, de manhã, de tarde, de noite, a gente tá fazendo exame de sangue, exame médico para ver se o cara tá, né, em condições de continuar
combatendo ali no curso. Um exemplo de um estímulo estressor que leva o ser humano ao limite, que acontece lá, é uma semana onde a gente tem restrição de água. Eu já tinha ficado sete dias sem comer no curso de guerra na selva, na Sobrevivência. Eles joga a gente no meio do mato. >> Putz. >> E aí dão para você um facão, um cantil de 1 L de água, por dois fósforos, é uma espingarda calibre 12 com duas munições. Vai lá, sete dias caçando. E aí, cara, aquela selva ali é mexida, não consegue encontrar nada. Nenhum
pássaro voa ali perto, não tem um jabuti, não tem um peixe no córrego, não passa nada. Então Tu fica ali, cara, s dias sem comer, beleza? Tu no terceiro dia tu esquece e tá com fome, tá bebendo água, tá tranquilo. Mas quando você para de beber água, o teu instinto de sobrevivência, ele atinge outro nível. No segundo, no terceiro dia ali, a língua rincha, a boca para de produzir saliva, o lábio racha, tudo que você pensa é sobreviver. Eu vi a gente lambendo capô de carro de manhã para lamber aquele orvalho. Ou então acorda, tem
um mato ali cheio de Orvalho, né? O cara vai lá, bota a cara dele. Eu terminei a semana todo lanhado, meu rosto todo eh arranhado. Depois eu lembrei, caramba, foi porque eu fiquei lambendo aqui no o o orvalho do mato. Você fica, a gente tem uma na última, no último dia que não tem água nenhuma, tinha azeitona roxa no chão, não pensava em progredir. O instrutor falando só me jogava de boca ali para colocar a boca naquela azeitona roxa. Então o ser humano ele é levado ao limite. Esse é um Estímulo estressor, retirar água. Hum.
>> Quando chovia, tu via todo mundo, cara, com rodo, eh, secando o chão, porque ele sabia que se tivesse uma mínima poça de água, o aluno ia se jogar de cara lá para beber aquela água. Tudo que você quer é sentir a sua vida entrando dentro do seu corpo, porque é desesperador. E aí, qual foi a ideia genial que eu tive? Eu não pensava em desistir num momento como esse, porque eu falava: "Não, se tiver que ter uma vaga, um cara terminar Esse gosto aqui, esse cara vai ser eu". Eu não pensava em desistir, eu
pensava naquele momento chegar ao fim, aquele momento de dor chegar ao fim. Tinha uma frase que eu lembrava que era: "Não existe dor que nunca acabe, nem felicidade que dure para sempre. Uma hora esse sofrimento aqui vai acabar". Mas eu tive uma ideia genial, cara. Eu vou fingir desmaio. Porque dos 30 alunos que estavam ali, uns 25 já tinham ido pra enfermaria tomar soro. Quando você Desmaia, eles levam pra enfermaria te dar um soro. Falava: "Cara, eu quero tomar um soro". >> E aí eu comecei a fazer movimento mais rápido com o meu armamento para
ver se eu apagava, correr mais rápido, tentar mirar, atirar mais rápido. Só que o que aconteceu? Não apaguei, o desespero só aumentou. Aí teve uma hora que eu falei: "Cara, vou fingir desmaio desmaio em três tempos." Porque quando tu desmaia mesmo, tu cai De cara no chão, né? Teve gente que caiu, cortou o supercílio. Eu falei, "Eu desmaio em três tempos. Primeiro eu vou olhar para onde eu vou cair, depois eu vou botar meu joelho no chão, depois eu cai >> foi, foi plotado." >> Cara, quando os instrutores viraram, aí eu diz mais em três
tempos, 1 2 3. Tava passando atrás de mim um coronel super experiente e viu me jogando, né? Na hora ele chegou, seu vagabundo. Aí chegou de Joelho aqui, eles fazem, aplicam estímulos dolorosos para ver se você vai reagir. >> Estímulos >> na hora. >> O eufemismo é maravilhoso aqui, né? Estímulos dolorosos. >> Na hora que o estímulo doloroso foi aplicado, cara, aí p aqui, tapa na cara, eu não tava preparado para aquilo, né? Tem uma remexida ali, seu vagabundo, volte, não sei o quê. Tá bom, então Voltar. Aí você volta. Inevitavelmente depois eu apaguei, tomei
meu soro. Eu lembro do da agulha entrando na minha veia, aquele soro geladinho entrando, mas a o meu desespero não, minha sede não foi saciada, porque soro na veia não mata a tua sede. >> E eu tive que voltar, terminar, chegar até o fim. Eu trago sempre esses ensinamentos pra vida das pessoas, porque naquele momento assim, o cara quando vê, principalmente quem conhece, Né, o meio militar me vê com histórico do jeito que eu tenho e eu falo: "Cara, eu falhei, eu fingi desmaio. Quando eu admito um negócio desse tempo, desse estilo, eu falo pro
cara: "Olha só, falhar em algum momento da vida, todo mundo vai falhar. Fracar é inevitável, mas desistir é imperdoável". Então, você pode falhar, você pode fracassar e aí que você aumenta o nível de tolerância consigo mesmo. Porque o problema é que as pessoas elas fracassam, elas falham. Elas querem crescer, mas elas não querem fracassar, elas não querem falhar, elas não querem sentir dor. Isso faz parte do processo. Então você falar isso para as pessoas, né, que existe o fracasso, existe a falha, mesmo num nível em que elas olham pra gente como um super homem, não
é ser um superhomem, é ser extremamente humano. É você entender que você tem falha, você vai sentir medo, você vai sentir dor, você vai sentir raiva, você vai sentir inveja, você vai Sentir alegria, você vai sentir todas as emoções, >> igual todo mundo. >> Mas você tem que atuar naquele espaço entre o estímulo e a resposta. Você não controla quando a emoção vai vir, você controla a sua escolha, a sua reação. E é nesse espaço aqui que eu tento passar técnicas, passar ferramentas que a gente aplicava dentro das forças especiais para as pessoas usarem na
vida delas. Isso é um é um processo, ele tem um Começo, ele é gradativo. A galera também assiste a gente, vê a gente falar isso e fala: "Caralho, a partir de amanhã agora, irmão, é, eu vou virar a chave e agora eu sou extremo é difícil manter esse extremo, é complicado." Trazendo, o Ernesto tá trazendo exemplos da nossa realidade lá, que pra vida real das pessoas isso tem que ser dosado, né? Não tô dizendo que o cara tem que tomar tapa na cara, etc. É outra coisa, mas é um processo. >> A mudança é talvez
deveria. Eu também acho. Mas a mudança ela é processor de marketing também, né? >> Alguns merecem, né? >> Merecem, merecem. Falta um pouco disso. Eh, eu eu prego muito isso. Eu tenho dois filhos e e eu tenho uma criação um pouco mais rígida, um pouco mais conservadora com eles. Eu acho que isso vai ter um resultado muito positivo lá na frente, mas é um processo. Então, a pessoa quando ela quer essa mudança, ela Quer mudar a mentalidade, passar a se colocar frente a estímulos estressores, isso é devagar, gradativo para ela também, se ela for do
8 por80, a tendência é não manter. Vai ter gente que vai manter. Legal, virou a chave e bacana. Mas é melhor que isso seja feito de maneira gradativa, essa exposição a estímulos estressores que eu usei de exemplo da vida real aqui, como por exemplo, exemplo tosco, mas sei lá, cara, é, a gente precisa ler bons Livros. Eu nunca li, amanhã eu vou ler meio livro inteiro. Você não vai. Se você tentar, você vai de fatalmente não vai dar certo. Então é é progressivo isso daí. É, >> até até entrando um pouco disso aí que vocês
falaram um pouco, passaram por cima de hábitos e tudo mais. E para uma galera que tá querendo, mas não tá querendo no extremo, cara, o que que seria o o >> quer, mas não quer muito >> não, não. É que tipo assim, que nem ele falou, é radical demais, é ruim, mas o que que seria o progresso de construção de uma disciplina ali, uma rotina >> pro cara fazer essa mudança? >> É possível, né? É porque pensa que o cara, o cara tá aí eh igual o música que eu vi, o cara falando assim: "Ah,
sinto pino de açúcar, soja, assistindo real inteiro, TikTok, vai pro trabalho reclamando, trabalha reclamando, sai do trabalho reclamando, chega em casa Estressado e tá nessa roda dos ratos aí eterno. Como que é um primeiro passo pro cara sair disso para construir uma rotina?" >> Cara, hoje a gente tem um fenômeno chamado super estimulação. O que que é superestimulação? Eu falo que vai ser a próxima doença que vai ser, já tá sendo estudado, né, para ser diagnosticado, >> que é o vício em tela. >> Hoje a gente tem a atenção pior do que a de peixe,
né? Não é menos de 8 segundos, Menos de 3 segundos. [ __ ] o Instagram ele usa como métrica ali para ver se o vídeo tá indo bem ou não. Porcentagem de pessoas primeiros segundos. É, pô, porcentagem de pessoas que passaram dos três primeiros segundos. Hoje não é nem 3 segundos, né? Tu rola o feed, tu faz assim, aí vai se subindo, aí você para. Por quê? por causa de alguma imagem que te chamou atenção ou algum som. O cara começou o vídeo, é hoje e tu pô, é hoje. Pera aí, deixa eu ver esse
cara aqui. Então, o cara não tá nem 3 segundos, mas é, né? Então, algumas coisas a gente tem que voltar pro manual, sair do automático e voltar pro manual. No Eu comandei um destacamento de forças especiais por 2 anos. E o que que a gente fazia lá? Tem várias salas de planejamento, uma sala onde a gente colocava o armamento, uma sala onde a gente colocava o nosso equipamento. Antes de entrar na sala de planejamento, tinha uma caixa onde todo mundo colocava O celular. Ninguém entrava com celular lá para dentro. Por quê? Porque o cara podia
entrar, ficar no celular dele e podia se perder. Então a gente precisa colocar esses pontos de controle na nossa vida. Na minha casa hoje, a minha esposa, ela é apaixonada por desenvolvimento pessoal. Então a gente chega em casa, passou das 6, todo mundo coloca o celular numa caixinha que tem na cozinha, uma caixinha de fruta, virou a caixinha do celular. Todo mundo coloca O celular lá, ninguém toca no celular. Por quê? Porque se a gente ficar no celular, as crianças vão ficar no celular, todo mundo vai ficar no celular. Então existem esses pontos de controle.
Eh, a nossa mente também, entender nossa mente é muito importante. A gente acorda, a primeira coisa que a gente tende a fazer é o quê? Ficar no celular. Então, quando acorda, fica meia hora sem deslizar ali, né? Sem olhar no celular, vai lá, escova o dente. Se Tiver sol, abre a janela, olha aquela luz do sol, deixa a luz do sol acordar o seu cérebro meia hora antes de dormir, fica sem o celular também. E eu trago muito os ensinamentos que eu usava lá dentro para que as pessoas usem na vida delas. Outro exemplo, cara,
rotina. Toda vez que a gente fazia uma atividade física, terminava atividade física, ora pra reserva de armamento. A gente pegava o nosso armamento, ficava treinando em seco, em seco, sem atirar mesmo, né? Na Frente de um alvo. Todo mundo, OK, agora guarda armamento, amanhã, mesma coisa. E quando você vai, quando você começa a fazer a coisa, aquela coisa repetidas vezes, isso se torna um hábito. Por que que o nome do meu projeto é pense como forças especiais? Porque tudo começa no pensamento. Aquilo que a gente pensa se transforma numa ação. Aquela ação se transforma num
hábito. O hábito molda o nosso caráter e o nosso caráter molda o nosso destino. Então aquilo que a pessoa Tá pensando, ela vai se tornar o destino dela, né? Tem alguma >> Excelente isso daí. Bacana. >> Ó, vou dar um exemplo de construção. Muitas pessoas hoje se perguntam, né, cara, como lidar com as incertezas? A vida é uma incerteza. falo que a vida é uma operação de forças especiais, porque as forças especiais trabalham com missões que aparentemente não tem solução. Você chega com um problema inédito, tem Que arrumar um problema inédito para aquele problema. Como
é que você resolve isso? Como é que você lidar com as incertezas? A gente tem um treinamento lá no batalhão de forças especiais que se chama casa de matar. Que que é casa de matar? É um galpão gigante que tem. E aí dentro desse galpão tem uma casa com paredes móveis. Então você monta um layout, você pega aquela parede, coloca em outro lugar, monta um cômodo maior, muda o sofá de lugar, muda a geladeira De lugar, muda o armário de lugar e aí você pega um destacamento para fazer uma entrada tática ali, simulando que no
último cômodo tem alguém com refém. Aí você vai entrando, muda o lugar do alvo, o alvo tava aqui, agora o alvo vai est lá, a galera vai entrando, aí bota um cachorro no meio e vai sendo de forma progressiva. Primeiro você entra, faz pou com a boca, né? Vê o alvo, pô. Aí vai entrando. Aí depois você coloca uma munição que a gente chama de sim Munition, que é uma munição de tinta. O cara entra, atira com aquela munição de tinta. Depois você coloca duplação, coloca o cara lá dentro também, todo protegido, mas com com
arma também. Se ele te atirar, se ele atirar em você e te e ficar pintado, alguém tem que aplicar os primeiros socorros. Aí muda o alvo, tem um alvo, bota o cara com segurando uma furadeira. Você tem que identificar se aquilo ali é um alvo ameaça ou não ameaça. Aí depois você Coloca lá no final o cara com um refém aqui, a pistola apontando pra cara do refém e você tem que atirar exatamente no T fatal para poder o cara apagar e não atirar no refém. Só que tudo isso é uma construção. Depois você coloca
munição real sem saber o que tá acontecendo lá dentro. Como é que você lidou com aquela incerteza? Construindo autoconfiança. O antídoto pra incerteza é a autoconfiança. E como é que a gente constrói autoconfiança? Tem várias formas de construir autoconfiança. Eu eu gosto de usar duas coisas. Primeiro, técnica e depois é você ter eh estima. O que que é técnica, cara? É você repetir, é você ter banco de horas. Cara, ah, eu quero, [ __ ] ser um trabalhar na Portfel, tá? E o que que você tá fazendo para isso? Não, eu quero trabalhar amanhã, cara.
Banco de horas é você fazer repetidamente. O tédio precede a excelência. O sucesso da noite Pro dia tá escondido atrás de milhares de noites silenciosas. Então você tem que fazer todo dia, mesmo quando você não quer. E aí entra o tal da motivação, né? As pessoas hoje confundem motivação com aquela euforia. Vou acordar, uhu, hoje eu vou parar a academia. Não, cara, >> é o motivo para ação. Tava pensando exatamente nisso, porque o combustível principal para uma mudança, ela mora na motivação. Exatamente o que o Ernesto falou, todo mundo acha, pô, dá motivada, Acordar dando
bom dia pro sol. É por isso que a motivação ela importa talvez até mais que disciplina, até porque você não vai se tornar disciplinado se você não tiver motivado. Estar motivado é ter um motivo real para fazer aquilo que você faz. E uma mudança começa quando você tem motivo para mudar. Quando você pensa num exemplo, o cara tá se entupindo de açúcar, tá rolando rede social, tá vivendo na roda dos ratos, o que faz ele mudar? Ele precisa de um Motivo e ele precisa encontrar. Isso é muito particular. Eu quero mudar por quê? Porque se
eu não cuidar da minha saúde, meus filhos podem não me ver chegar mais velho, eu posso não me tornar um avô, por exemplo. É um excelente motivo. É um motivo real para que sua ação mude. Então, a gente tem que primeiro fazer uma autorreflexão das motivações pessoais, porque isso é muito individual, e encontrar esse combustível para essas pequenas mudanças que se Refletirão em grandes mudanças lá na frente. Então essa mudança de mentalidade começa com esse combustível do por eu quero fazer diferente, porque eu quero estudar mais, porque eu quero passar num concurso. No meu caso,
por exemplo, lido muito lá nas redes sociais com a pergunta ou com eh interações do tipo, quero entrar na polícia. Pô, que legal, o cara me vê trabalhando lá e fala: "Legal para [ __ ] quero entrar na polícia". Por que você quer entrar na Polícia? Procura esse motivo, porque o que é legal para mim não pode não ser legal para você, saca? Eh, por você quer tá aqui? Porque você quer trabalhar naquela empresa, porque você quer emagrecer, porque você quer ler mais, procurar esses motivos. Isso é o combustível primordial para essa mudança. >> É,
e eu queria até jogar para vocês assim, eh, porque uma coisa que eu tenho percebido é que quando a gente fala Isso, ah, cara, você tem que encontrar a sua motivação, natural que a galera eh prenda muito isso a uma motivação financeira. O cara quer ficar mais rico, quer ganhar mais dinheiro e isso vai, acredita que vai resolver toda a vida dele. Eh, e vocês acreditam que a, na verdade, a pessoa, lógico, ela deve se preocupar com a vida financeira, né? O dinheiro ele é importante, mas atrelar algum Objetivo, alguma meta, alguma coisa que não
seja, onde o dinheiro não seja a métrica de sucesso. >> Mas por que que você quer ganhar o dinheiro? Entendeu? Tipo, eu quero ganhar o dinheiro para dar uma vida melhor pra minha família. Sim, sim. >> Quero ganhar dinheiro para eu viajar mais. ou quero ganhar dinheiro porque eu quero ter uma coleção de carros, né? Eh, realmente eu eu acredito muito mais nessa função do dinheiro e da motivação Para ganhar dinheiro no sentido do que eu vou fazer com ele de uma maneira muito nobre e positiva. Quero ganhar mais dinheiro porque quero dar uma qualidade
de vida muito melhor paraa minha família, paraos meus filhos, quero dar mais educação para eles e quero levá-los para viajar. Esse é o meu motivo do dinheiro. Acredito eu, se você depositar eh esse motivo do dinheiro apenas para situações supérfluas do tipo, quero ter Uma coleção de carros, motos e relógios. Aí sim, eu acredito que isso vai atrapalhar esse seu caminho da conquista do dinheiro. >> Cara, para mim toda motiva eh todo toda mudança de médio e longo prazo acontece por medo, dor ou vergonha. >> Uhum. É isso. Existe uma outra forma de mudar que
é a consciência. Só que pro cara tomar consciência de que ele precisa mudar, ele só toma essa consciência depois que doeu muito. Então A pessoa tem que passar por dor, medo ou vergonha. E aí quando ela passa por isso, existem, vamos dar uma, vou falar um pouco sobre motivação aqui. Motivação é um motivo para agir, né? O Diego falou, mas existem alguns estudos sobre motivação que dividem em três tipos, na verdade dois grandes, né? Motivação interna e externa. E aí da motivação externa é o quê? É a criança, você ela faz alguma coisa, você dá
uma recompensa para ela. Ó, você só vai comer a Sobremesa depois que você comer o brócolis. Você só vai brincar lá fora depois que você fizer o dever de casa. Essa motivação externa, ela é boa, ela dá um resultado. Só que qual é o problema? É que a pessoa faz esperando a recompensa. Ela só faz porque tem uma recompensa. >> Uhum. >> Aí a motivação interna, a gente divide em duas, a motivação interna baseada em metas e a motivação interna baseada na Jornada. A motivação interna baseada em metas é o que tá na moda hoje.
Todo mundo tem meta, tal. Eu tenho essa meta, eu tenho essa meta. Só que qual o problema da motivação interna baseada na meta? É que quando você atinge a meta, que que acontece? Tem outra meta. >> Você chega no topo da montanha, tem outro topo. >> Então nunca acaba. Porque quando você chega lá e de repente tem aquela felicidade eterna prometida que não Existe, você se frustra >> e você tá parece que tá sempre na corrida dos ratos, né? >> Em busca da próxima meta. Em busca da próxima meta. >> Cara, sabia que eu tenho
percebido isso assim, né? Quanto mais adulto você vai ficando, você vai percebendo isso, que não existe essa felicidade, >> essa terra feliz onde você fala assim: "Putz, acabou, cheguei". Eu tava até Falando com Cí que eu tava comentando, falei: "Cara, eu tô num momento agora do ano, né? Esse período do ano, a gente tá aqui gravando em outubro aqui, entrando quase em novembro, que você tem que bater suas metas desse ano, tem que concluir ainda o que você passado que você não bater, >> né? É o que você combinou de fazer esse ano aqui e
você já tem que preparar o ano que vem, né? Você não pode deixar o ano que vem só pro ano que vem, né? Ah, Não. Agora então assim, você fica meio que nessa, >> só que você já tá meio esgotado, porque você tá em outubro, né? >> E aí você, aí eu falei para ele assim: "Cara, às vezes eu me sinto que eu tô, às vezes eu sinto que eu tô numa Matrix, no sentido de, beleza, aí a gente vai trabalhar para caramba, aí Natal, Ano Novo, não sei o que lá e aí começa tudo
de novo, entendeu? Eu começo tipo assim, cara, >> e não é e não é tudo de novo, igual ou menor, não é maior, mais difícil mais difícil. >> É sempre maior. >> É mais, é mais é sempre maior. É sempre você falar assim, cara. Aí eu falei assim para ele: "Meu, não tem fim, cara. Parece que não tem fim." >> Tem, cara. Mas é inerente do ser humano, cara. O ser humano ele ele é feito de metas. E aí o segredo, você tem que se apaixonar pelo processo, você tem que se Apaixonar pelo caminho, senão
você vai ficar frustrado, senão você nunca vai chegar no no pico da montanha. Eu eu eu de verdade hoje eu quando eu era mais novo, eu julgava mais a galera que não que tava mais estagnada. Hoje eu entendo mais a galera porque é difícil você focar no processo. É porque quando você é mais jovem você tem duas metas, três objetivos lá e você cumpre eles. Só que aí quando você vira adulto, você fala assim: "Não, cara, vai ser assim para Sempre". >> Uhum. sempre vai ter uma meta, você sempre vai ter um objetivo. Uma hora
ou outra você vai chegar nele, você tem que se apaixonar pelo processo, porque a meta vai ser uma conquista pequena de, por exemplo, ah, conquistei o sonho da casa própria, pô, você fez um churrasco, acabou, você comemorou já aquela aquele objetivo, tá usufruindo do negócio, agora é mais um processo de usufruir para você construir o próximo. E o que Acontece muito hoje, eu acho que a galera fica frustrada, é que a galera luta muito para conseguir, quando consegue fica tipo assim: "Ah, cara, era isso, >> senti aquele vazio, né?" >> É, mas não resolveu o
resto dos meus problemas, né? >> E agora, >> cara, é aí que entra a motivação interna baseada na jornada que eu tava falando. É isso que o Diego falou aqui, se Apaixonar pelo processo. Que que é isso, >> cara? A gente quando a criança cresce, ouvindo do nossos pais, ouvindo das pessoas, que a gente tem que ser alguém na vida, né? A gente tem que ter sucesso. Aí o que que a gente faz? a gente fica a nossa vida inteira buscando o sucesso. Quando a gente atinge aquilo que é os nossos olhos e os olhos
das pessoas que estão à nossa volta, significa sucesso. A gente vê que tem um vazio, cara. Beleza, conquistei, mas e agora? Aí a gente vai em busca da felicidade. A pessoal, não, agora tem que ser feliz. Aí tu vai em busca da felicidade, só que tu percebe que a felicidade é algo intangível. Um dia você tá feliz, outro dia você tá triste. É a vida. A vida é feita de altos e baixos. Tu não acorda motivado todo dia, é todo dia, né? Agora, depois que tu vê que a felicidade é algo que não é eterno,
hoje a gente escuta muita a galera falar de Propósito. Agora você tem que ir atrás do seu propósito. E aí na cabeça da pessoa que não entende muito, ela vai falar: "Porra, agora fodeu, eu fui em busca do meu sucesso, não consegui ser feliz eternamente. Agora eu tenho que achar o meu propósito." >> Só que o propósito, motivação baseada na jornada é o seguinte, é você encontrar um significado em cada coisa que você faz. Nas forças especiais a gente não limpa o nosso fuzil porque a gente gosta De limpar o armamento. A gente limpa o
fuzil porque sabe que na hora que for atirar o armamento não pode dar pane, você vai atirar. É aquilo ali que vai salvar a sua vida e a vida do seu destacamento. Eu não vou pra fronteira passar do meses, se meses longe de casa porque eu gosto de ficar longe dos meus filhos, da minha esposa. Eu vou porque eu sei que aquilo ali é preciso para eu eh cuidar do Brasil, para eu proteger o Brasil, proteger a fronteira. A gente Tem uma fronteira gigante para proteger. Só tem cinco destacamento de forças especiais em Goiânia e
dois em Manaus. Em 24 horas o cara tem que estar lá. Isso é o cara ser motivado pela jornada. Ele vê um significado em cada pequena coisa. Eu vou dar um exemplo aqui do nosso dia a dia. Eu tô lavando prato. [ __ ] eu não tô lavando prato. Que merda. Não enxerga você lavar o prato. Vamos tá fazendo alguma coisa boa pra sua família, manter a sua casa Organizada. Tem um estudo nos Estados Unidos. Eles fazem muito estudo sobre isso, né? Sobre motivação interna, externa. E aí teve um estudo que fizeram numa universidade lá
que eles pegaram eh faxineiras de um de um Vocês já ouviram esse ou não? >> Estudo que eles fizeram com fachineiras de hospital. >> Pegaram as fachineiras de hospital, dividiram em dois grupos e aí um grupo eles falaram para elas: "Olha só, vocês Não são faxineiras, vocês são curadoras". O trabalho que vocês fazem aqui de limpeza evita o pessoal que acabou de fazer uma cirurgia de contrair alguma doença, alguma complicação, faz com que a família deles venha aqui visitar doente se sintam bem, né, num ambiente mais agradável. Então vocês ajudam a cuidar do amor da
vida de alguém. Vocês são curadoras, não faxineiras. [ __ ] essa o a estima desse pessoal foi lá em cima, Porque eles começaram a se ver como curadores. Presidente americano foi lá na NASA visitar, pegou um cara varrendo no chão. Que que você tá fazendo? Qual o seu trabalho? Eu estou ajudando o homem para a ir à lua. Ou seja, ele não era um zelador. Ele tava ajudando o homem a ir à lua. É você ressignificar aquilo que você faz. E aí tu consegue ver em cada pequena ação diária, cara, eu tô indo pra academia.
Por quê? Porque eu quero é ser ter uma vida mais saudável. Eu quero Chegar aos meus 60 anos e conseguir andar, não tá numa cadeira de rodas. E é complicado. Você tem que realmente virar uma chavezinha na sua cabeça para tentar ver o lado positivo das coisas. A gente como ser humano tá sempre tentando ver. você passa a se apaixonar pelo processo nesse sentido, quando você muda apenas apenas a perspectiva como a gente tava falando, às vezes é é difícil você gostar do processo. O processo ele é tende a ser doloroso, mas Quando você muda
a maneira de olhar para ele, quando você para de se enxergar como um faxineiro e sim alguém que tá ajudando o homem a ir à lua, o processo fica muito mais interessante. Então, é isso que a gente tem que tentar fazer em todas as coisas da nossa vida para que o processo passe a ser interessante pra gente, porque a gente vive a maior parte do tempo no processo. O resultado ele é ele dura pouco tempo, como você citou de exemplo da casa, você pode passar muito Tempo tentando comprar sua casa. O ato de comprar ele
é rápido, curto. Então a gente tem que muitas vezes mudar a nossa visão do processo para que a gente passe a gostar dele. E se ainda assim você não gostar do processo, é que você tá no caminho talvez errado para você. Você tem que escolher >> outro caminho a ser seguido para que você consiga entender o processo e fazer parte dele, virar uma coisa só, senão vai ser doloroso. Realmente, quando Torna doloroso, torna difícil ser executado, a gente tende a não conseguir o resultado também. Eu vou dar o recado aqui pros pros nossos ouvintes. Se
você quiser comprar suas criptos aí, né, com segurança numa plataforma que eu compro, Cai compra, o Thiago Perini, todo pessoal aqui do grupo Primo aqui vai, você pode comprar no Bitbank e para você negociar os seus primeiros R$ 300, se você colocar o cupom primo 30, você ganha R$ 30 de bônus aí na sua primeira E compra aí de de cripto. Beleza? É Q code na tela, link na descrição. >> É a parte financeira, a galera só vai entender quando chegar lá, né, cara? Que comprar as coisas não vai mudar nada na sua vida. >>
Seu carro hoje é ruim, mas quando você trocar de carro, ele vai ser bom em um mês e depois ele vai ser ruim de novo, porque vai ter outro carro que vai ser melhor. >> É, eu lembro quando eu sei lá, >> há anos atrás eu tinha o PS4, falei assim, eu tava ansioso para lançar o PS5 porque eu queria, eu queria. comprou, não mudou nada, não mudou nada >> e já tá obsoleto. >> Já é. E aí, tipo assim, cara, pô, você tem um comput odor, esse aqui é um computador melhor, passa uma semana,
não muda nada. Então, tipo assim, realmente se apegar muito às coisas materiais assim, não muda muito. Vocês acham que o caminho realmente é voltar para essa Origem de de uma vida mais tradicional, família, filhos? que tem uma galera que eu acho que não entendeu muito esse jogo, que falam muito também que o que até antigamente a galera casava e tinha filhos na casa dos >> Uhum. >> dos 18 aos 25, agora é dos 30 aos 40. Você acha que a galera tá deixando a vida adulta muito tarde e tá demorando muito para encontrar essa felicidade?
>> Você você tem você tem filhos? Eu não Lembro. >> Tem >> quantos? >> Dois. >> Dois também. Com quantos anos? Um tem oito, a outro tem sete. >> Sete. Cara, eu tenho um pensamento muito conservador quanto a isso, tá? Eu acredito sim que a natureza humana, a natureza do homem e da mulher são diferentes e a natureza nossa tá se perdendo nesse sentido. Eu acho que o Homem cada vez mais tá deixando para ter filhos mais velho ou não ter filhos e tá tendo um posicionamento dentro da relação dentro de casa, tá tendo um
posicionamento que não é da natureza dele. Eu sou completamente a favor de resgatar conceitos mais conservadores, que eu acho que coloca sociedade mais no eixo, né? Eu tenho dois moleques pequenos também sou casado e eu tenho algumas alguns posicionamentos dentro de Casa e da maneira de agir que às vezes até publico na internet e eu vejo a galera caindo, criticando com certas coisas que eu falo: "Caramba, isso para mim parecer tão óbvio, para mim homem assim, mulher assim, o casamento é assim e tá cada vez mais se perdendo e cada vez mais difícil de resgatar.
A não ser onde vai chegar isso, >> cara. Eu sou um exemplo vivo de que disso que eu falei, né, do busca do sucesso, da felicidade, depois Propósito, porque eu passei minha vida inteira me dedicando exclusivamente à minha vida profissional. Eu queria porque queria chegar no topo da cadeia alimentar. Então, fui lá, fiz aquilo tudo, cheguei, fiz os cursos, fui selecionado por uma missão de 2 anos nos Estados Unidos, fui para os Estados Unidos para trabalhar como um membro de uma divisão do exército americano. Ninguém perguntava se eu sabia falar inglês, eles queriam que eu
resolvesse o Problema. E depois que tudo isso aconteceu, que eu cheguei no topo e falei: "Tá, cara, e agora?" Comecei a ver que a minha vida pessoal tinha sido uma bagunça. Eu era um excepcional, um cara excepcional dentro do quartel, melhor forças especiais que eu poderia ser, mas na vida, na minha vida pessoal, eu era uma bagunça. E talvez seja por isso que eu tenha pedido demissão, né? Depois de 18 anos no exército, no posto de Majó, eu pedi Demissão sem levar um centavo para casa. Eu teria aposentadoria integral, né? Se eu ficasse dentro do
exército. E hoje eu não recebo um centavo do governo brasileiro. Por quê? Eu fui em busca de algo que eu não tinha, era uma família. Eu queria constituir uma família para poder crescer, para poder eh junto com aquela família ali construir o futuro, construir a vida que eu queria para mim naquele momento. Então assim, muitas as pessoas têm vidas diferentes, né? Tem Uns vão em busca da escolhem a família primeiro, outros vão em busca do sucesso primeiro. Eu acho que o que o que é mais importante da gente tentar explicar o como é a gente
buscar quem. Durante a minha vida, eu tive muitos quãs que me me mostraram como era ter algo que eu não tinha, como era ter algo que eu queria ter. E uma dessas pessoas é o Emanuel, que é o meu sócio dentro do Penso como Forças Especiais. Sempre que eu tinha dúvida, queria ir pra zona de Conforto, ele era minha voz da zona do desconforto. Ele falava aqui e me levava para um caminho que eu tava tentando fugir. Eu não falo sobre relacionamento nas redes sociais ainda. Não é algo que eu me sinto confortável para ir
lá e falar, mas um dia eu ainda vou falar sobre relacionamento. Cara, trazendo o meu exemplo, a minha a minha esposa é tenente coronel do exército americano. Hoje ela quando ela me apresenta para alguém, ela sabe que eu sou veterano das Forças especiais do Brasil. Antes de falar o meu nome, ela fala: "Esse aqui é o meu marido, ele é Forças Especiais do Exército, >> vem primeiro, né? >> E o nome dele é Ernesto." Então, ela tem muito orgulho do da vida que eu construí. A gente fala muito sobre liderança dentro de casa. Ela é
apaixonada por desenvolvimento pessoal. A gente conversa muito sobre isso, a parte de gestão das emoções, a gente Conversa, às vezes tem uma conversa mais eh ríspida ali, né? Eu olho para ela, ela fala: "E aí, vai me responder?" Não falou não. Se eu falar alguma coisa agora, vou falar algo que pode te machucar, então prefiro ficar calado, mas tá a gente conversa. Então a gente pratica isso todos os dias, mas para atingir esse nível foi muita coisa que passou pela minha vida, né? Então um dia eu ainda vou falar sobre relacionamento. Vocês me vão me
ver falando sobre se Relacione como forças especiais. É uma boa, né? O que que você falou um negócio, um ponto interessante que eh que eu já vi também o o Diego falar sobre isso, que essa liderança dentro de casa, como que vocês levaram isso inclusive na educação dos filhos? Assim, acabou impactando, >> cara. É, tá, >> tem dois molequ, >> tenho dois, um de sete, outro fez 5 anos recentemente, né? >> Porque hoje o que a galera gosta mais de cagar regra na internet sobre educação dos filhos. Um fala outra coisa, outro fala: "Não, é
educação positiva. Para mim o melhor é quando cara não tem nem filho, cara, e tá nessa é educação positiva. É, cara, você não pode mais corrigir, né? >> Às vezes, >> seja, seu filho que decide, né? O que ele vai fazer, filho, você quer dar uma banha hoje? Não, não quero. Tá bom. D Sujo, tá tudo certo. Tá tudo bem, né? É isso. É complicado, cara. Eu tenho duas meninas também. Ela vem nesses tempos também uma coisa. Filha, vamos tomar banho. Não quero, filha. Só entrou no banheiro. >> Não tem, não tem que querer, cara.
Não, eu crio eles exatamente assim. Não, não tem que querer, não tem que escolher. Eles são muito pequenos para ter esse, esse monte de vontade própria, né? Então, eu fui criada assim, meu pai foi Policial também, tive uma criação mais conservadora nesse sentido. Não abro mão disso, meus moleques. Eh, até esses dias eu postei um vídeo lá colocando algumas posições que eu acredito e receber alguns comentários tipo, faça isso ou não faça isso e até comentei embaixo: "Meus filhos, minhas regras, é do meu jeito, cara, que eu acredito nisso porque tem propó, porque eu acredito,
eu acredito, eu acredito que eu vou deixar um legado, eu acredito que eu vou moldar O caráter deles a ponto de deixar bom, boas pessoas nesse mundo que vão ajudar a mudar a mentalidade para qual o mundo está indo, que eu acredito que é uma mentalidade mais fraca, cheio de de poderes e poucos deveres. Eu eu tento moldá-los e criá-los para que sejam essa mudança no futuro. Então, é básico, cara. É não deixar fazer aquilo que eles querem, impor regras, impor limites. Eh, do meu jeito, não é do jeito deles. É muito criança, cara. Não
tem o jeito Deles, né? Não é o que eles querem. E eu realmente coloco bastante regras lá e crio eles de uma maneira bem conservadora. >> Eu tento trazer para dentro de casa algumas coisas que eu aprendi sobre liderança nas forças especiais e com o meu pai, né? Porque meu pai foi o grande exemplo da minha vida. Eu via meu pai lendo um livro na sala. O que que eu tinha vontade de fazer? Ler um livro. Hoje em dia, se você é pai, tá com seu Celular o dia inteiro na sala, o que que seu
filho vai querer fazer? Ir para o tablet, ir pra televisão, ir pro celular. E aí depois dentro das forças especiais eu tava falando sobre aquela construção da autoconfiança, né, que é técnica e estima. A parte da estima o que que é? É você criar para sua equipe ou criar dentro de casa um ambiente onde aquela equipe, aquele subordinado, ele se sinta eh à vontade, ele tem permissão para errar e ele saber que se ele errar Ele vai ser corrigido, ele vai ser eh chamado atenção, você vai mostrar para ele o que que ele tem que
melhorar, mas acima de tudo é ele ter consciência e ele mesmo se sentir mal porque errou. >> Uhum. ele se cobrar, cara, eu errei. Mas você como chefe criar um ambiente para ele e falar, olha só, você errou aqui, você corrigiu. Para que a gente atinja o estado de erro zero dentro das forças especiais, a gente não pode admitir um erro, cara. >> Você vai dar um é pô, tá com um cara segurando refém aqui, você tem que atirar no T fatal. Se você atirar no refém e você não cumpriu a missão. Mas como é
que você chega no erro zero? É tendo tolerância. é você deixando a pessoa errar, corrigindo, criando um ambiente onde ela se sinta à vontade para errar e ela se cobre a ponto dela querer melhorar. E aí hoje a gente vê muito chefe que quer exercer, muito líder que quer exercer o papel de chefe, Mas não quer exercer o papel de educador. Ele quer cobrar, pô, você fez isso errado, mas ele não quer educar, não quer chegar pra pessoa e falar: "Olha só, você errou isso daqui. Por que que você não faz desse jeito, desse, desse,
desse, desse jeito? Da próxima vez eu vou te cobrar desse jeito." Beleza? Beleza? Então, o papel do educador é o papel que eu tento fazer dentro de casa. Eu vejo eles fazendo alguma coisa errada, eu explico para Eles. Olha só, não é assim por causa disso. Se começar de muito, ah, não, vai ser desse jeito. Por quê? Agora vai ser porque eu quero. Então, tem hora que, eh, o papel de educador também não funciona. Então, você tem que ser na com criança, tem que ser, >> mas nós nós somos, obviamente, ainda mais eles pequenos assim,
tudo que a gente faz eles repetem, cara. Eles são uma repetição constante da gente. Então, a gente tem que tomar uma cautela muito Grande com aquilo que fala e faz. Porque se você falar para ele realmente, filho, não fica mexendo no celular e você tiver mexendo no celular, ele vai não vai entender nada, né? Você é o que ele tem de referência ali. >> Referência mais pura. Eu até tenho um vídeo meu que deu bastante repercussão na internet, comentários positivos e negativos, mas é um da banheira de gelo, né? E ele foi bem por acaso.
Eu eu gosto de entrar na banheira de gelo. Eu acho Que é uma das inoculações de estress. É que hoje tá muito na moda isso, né? Mas >> sim, >> eu gosto. Acho que é uma é uma das um dos agentes estressores que eu gosto de de colocar na minha vida. E meus filhos me viram entrando e papai, por que que você tá entrando nessa água aí que é gelada? Eu, pô, coloquei o celular para filmar ali e catei eles e falei: "Vem cá, vou te explicar." E fui mostrar para eles esse estressor, Essa banheira
de gelo, porque eu sou o exemplo deles. Eles queriam entender porque que eu tava fazendo aquilo. E eu procuro mostrar para eles tudo que eu faço, os porquê, os motivos tá dentro da educação. Eu coloquei os dois dentro da banheira de gelo. Rápido, cara, jogo rápido. Eu não vou largar os molequando. Não é isso, pelo amor de Deus. >> Não, imagina. Eu coloquei dentro só para eles sentirem isso daí e eles entenderam o por que o pai faz. expliquei os Benefícios, expliquei os benefícios mentais e físicos na saúde deles e deixei eles sentirem aquilo e
principalmente peguei na mão deles, expliquei que eu estava ali, que eu não iria abandoná-los e que se eles tivessem eh um controle mental, principalmente com a respiração, principalmente com visualizar coisas boas e não se deixar levar pelo frio, eles conseguiriam passar por aquilo. até no momento ali com um deles, o mais velho, eu puxão a Charlie Mike com ele. A gente começou a cantar. Charlie Mike é canção militar, né? Um termo que a gente usa e eles cantam comigo, eles conhecem algumas letras >> e foi um vídeo. É, é, é louco ver, cara, como teve
uma galera calmatando. Que absurdo. Você colocar seu filho no gelo, você é louco. Você vai matar a criança, vai dar pneumonia nele. E gente comentando de um jeito que não é possível que alguém olhou e achou que eu Larguei eles 15 minutos dentro de uma banha. Não é possível, sabe? É. É, então é, a internet tem dessas dessas cautelas, mas tô usando de exemplo para dizer aquilo que eu faço, eu procuro explicar para eles o porque eu faço e o quais os benefícios aquilo gera e as coisas ruins, quais os malefícios que aquilo gera. Então,
eu sou o grande exemplo, cara. Eu tenho que tomar um cuidado muito grande com o que eu faço, com o que eu falo, a maneira como eu ajo Dentro de casa. Eu tenho dois meninos, eles eles vêm muito jeito que eu trato minha esposa, que é a mãe deles. Eu já sou um cara que desde pequeno eu ensino eles abrem a porta do carro, ensino que todo dia tem que elogiar a mamãe, que a mamãe é mulher, mulher gosta de receber elogio. Eu tento ser para eles aquilo que eu quero que eles sejam no futuro
como homens. >> E cara, quer mudar alguém? Não diga para essa pessoa o que ela tem que fazer. Mostre para ela através do exemplo. É a melhor forma de mudar alguém. Eu sempre tive isso como comandante em todas as operações que eu tive dentro do exército. E eu trago isso paraa minha vida. Eu na primeira operação que eu fui, que teve uma troca de tiro, eu tava meio inseguro. Era a minha primeira vez lá. E eu lembro que duas pessoas me deram grandes exemplos. Uma delas foi assim, antes de ir pra operação, a gente precisava
ocupar um prédio que era alto E esse prédio dva visualização 360º na área. A gente precisava ocupar aquele prédio porque poderia ter alguém lá em cima atirando na gente. E aí o comandante da operação chegou assim e falou: "Ó, atenção, eu preciso de um voluntário para tomar esse prédio aqui". O cara levantou o braço baixinho, quase 1,5 m, magrinho, me dá dois comandos que eu subo o prédio aí eu olhei: "Caramba, esse cara é brabo, hein". Aí eu dei dois comandos do meu destacamento para ele e A gente entrou, cara. Eu tava no blindado em
cima aqui, ele andando do lado, tiro o comendo. Ele foi lá, subiu o prédio com os dois comandos, chegou lá em cima, falou: "Fortaleza dominada". Falei: "Porra, esse cara ganhou meu respeito". Ele mostrou para mim como fazer sem me falar nada. E aí a partir daquele momento eu peguei aquele exemplo comecei a usar na minha vida. Outra hora a gente estava progredindo, eu tava com o meu destacamento progredindo devagar, Fogo em movimento, né? Ia ocupava um abrigo, o outro atirando, o outro parava de atirar, eu começava a atirar, ele progredia. E aí, nessa, um sargento
que tá, a minha missão era levar uma equipe de caçadores de sniper até uma posição. Um sargento que tava atrás de mim com fuzil de caçador M24 desse tamanho, chegou para mim e falou: "Tenente, vocês estão indo muito devagar, vocês têm que ir mais rápido. Deixa eu mostrar pro senhor como é que faz." Aí ele pegou o M24 dele e começou a ir lá na frente fatiando. Um fuzil desse não é feito para você entrar numa área urbana, fatiar, tal, entrar. E aí ele me mostrou, cara, como é que fazia. Ele foi na frente e
a partir daquele momento eu falei: "Cara, esse cara aí tem razão. Ele me mostrou como fazer". É o que eu falo, às vezes a gente fica procurando como, como? Como? Como? Às vezes é o quem? Quem na nossa vida tá mostrando pra gente como fazer através do exemplo. Porque se você fala para uma pessoa como o que ela tem que fazer, ela pode até mudar, mas ela vai mudar por uma semana, duas semanas. >> Para aquela mudança >> ser de médio e longo prazo, ela tem que decidir mudar. E ela vai decidir mudar através do
quê? Medo, dor ou vergonha? Às vezes tem que deixar doer até a pessoa não aguentar mais. >> A dor gera compreensão. >> Eu senti muito isso na assim no no meu Relacionamento, né? Minha mulher gosta muito de treinar e tudo mais. E teve uma época, né? Hoje eu tô acima do peso, mas teve uma época que eu tava muito assim, eu tava tipo largado, [ __ ] mesmo. E ela nunca ficou me perrecando para eu ir treinar, para fazer as coisas, mas ela treinava sempre, né, cara? Aí chegou uma hora que eu falei: "Não, cara,
não dá para eu ficar aqui todo zoado, né, cara? [ __ ] ela treinando e aí foi isso foi me Incomodando e realmente, cara, volta no poder do ambiente." >> É, mas talvez se ela tivesse me perrecado, sabe aquela coisa assim, nossa, tem que treinar vagabundo, gordão, >> você ia ficar puto da vida >> e eu ia ficar puto e isso ia me afastar, entendeu? >> Entra na defensiva, né? >> Você fica na defensiva em pressão aquilo, né? >> Muito louco, muito louco. O que que vocês acham? Vocês falaram um pouquinho de liderança dentro de
casa. Quando que a gente pode identificar, eh, pô, vocês são assim, militares e tal. Então, quando vocês vem que o problema é do liderado ou é um problema de liderança? Porque eu e o Caik a gente sofre muito, né? sendo jovens líderes em formação, eh, >> time grande, time pequeno. >> Cara, é muito difícil liderar pessoas, Velho. Você entender o sonho de cada um, as motivações, você fazer o cara trabalhar. Você >> tem momento que, tipo assim, ele só tem que, tecnicamente, ele só tem que ouvir e fazer, >> você às vezes querer criar uma
expectativa de que o cara vai ter a mesma pegada que você. São várias frustrações que acontecem no meio do caminho. Ao mesmo tempo você quer transformar a vida daquela pessoa Também. Às vezes é difícil. Como que a gente sabe que assim é isso é um problema de liderança ou não, isso aqui é um problema do liderado mesmo. Esse cara é ruim ou o líder é ruim? >> É quando a gente vai pro pro mundo corporativo assim, né, cara? Lidar com pessoas é muito difícil. >> Nossa, é muito car >> lidar com pessoas é muito complexo.
O ser humano é um bicho muito complexo e complicado, né, cara? No corporativo Você não pode botar o pé no joelho e >> não. E eu não tô falando nem do e eu não tô nem falando. Você não pode criar os estímulos, né? Você não pode causar estímulos estressantes. É. Por que que eu tô falando isso assim? Não é nenhuma questão de [ __ ] né? Eu sou bom e eu porque tem dia também que você não tá a fim de ensinar, cara. Mas é onde entra é é onde entra o seguinte. Eu acho que
se soma duas condutas principais dentro disso daí. Você vai somar você Ser o líder e e você agir por exemplo, como Ernesto falou. Eu acho que liderar é isso, tem que agir por exemplo, mas em dado momento você tem que colocar um pouco da hierarquia em jogo. Tem o que fazer. Dado momento você tem que bater na mesa e falar: "É porque é simples assim, isso vai acontecer". A hierarquia existe em todos os lugares. Ela existe no ambiente doméstico dentro da sua casa, como a gente falou com os filhos. Ela existe no mundo corporativo, ela
Existe muito mais ainda na polícia e no exército. E ela existe porque para funcionar um sistema, eh eh o sistema ele é composto de várias nuanças ali, uma delas que faz um sistema ser um sistema e funcionar é o poder da hierarquia, que tem que saber ser usada e tem que saber ser dosada. E a hierarquia, ela só é bem usada quando ela é usada com o exemplo. Realmente você só colocar a hierarquia em jogo e falar por falar e não demonstrar, você Vai perder o controle. daquela tropa, daqueles funcionários, daquelas pessoas. Então é um
misto de liderar com um exemplo, porém nos momentos oportunos e necessários você colocar o poder da hierarquia na mesa. >> Acho acho que o meu maior desafio hoje não é nem liderar, porque tipo assim, ó, hoje eu eu tenho um time grande, os meus liderados eles são líderes, então eu tenho que ensinar os meus Liderados a serem líderes. >> Você vai ensiná-los dando exemplo e colocando a hierarquia na mesa quando necessário. Eu acho que para mim o maior dilema hoje é conseguir fazer eles entenderem a se posicionar mesmo. Tipo assim, cara, você tem que fazer
o que eu tô fazendo com você, gente, é o que é e bate na mesa e fala: "Gente, faz." Sabe qual é a maior dificuldade hoje das pessoas? Que é uma das maiores inseguranças do ser humano é dificuldade Em dizer não. Porque muitas vezes a gente chega para liderar uma equipe e a gente até pela nossa cultura brasileira de gostar de estar perto, de gostar de ser amigo, né? A gente traz aquele time, traz aquelas pessoas pro nosso círculo íntimo e uma vez que você traz alguém pro seu círculo íntimo, é muito difícil tirar a
pessoa daquele lugar. Então aquela pessoa às vezes te enxerga como um amigo, te enxerga como um brother, mas na hora que Você precisa exercer a sua liderança, exercer o seu cargo hierárquico ali, né, e falar para essa pessoa que ela tem que fazer alguma coisa, ela confunde os papéis. Então, o grande problema é que as pessoas confundem os papéis. A sua esposa não é o seu brother, não é o seu melhor amigo. Vocês podem ser super amigos, super parceiros, mas ela não é o seu melhor amigo. O teu subordinado não é o teu brother, não
é o teu parceiro, ele é o teu subordinado. Vocês podem ser Muito próximos, ter uma relação muito boa, mas você tem que colocar uma distância, você tem que colocar, exercer o seu papel e permitir que as pessoas exerçam os papéis delas. Porque eu tive muito essa dificuldade em dizer não, a gente tá em busca constante pelo reconhecimento, né, por um aplauso, por uma validação. E quando a gente traz isso pro papel de líder, pro papel de liderança, isso dificulta muito. O que que as pessoas fazem com o líder Bonzinho? O cara que quer não consegue
dizer não para nada. Elas usam, abusam e depois jogam fora. E aí o cara que diz sim para tudo, quando ele diz não, ele descobre que a bondade dele nunca foi admirada, ela era só conveniente. E aí ele vira o filho da [ __ ] quando ele diz o primeiro não, né? Então a gente precisa aprender a dizer não. A dizer não não é egoísmo, cara. A gente pode ser uma pessoa boa, uma pessoa justa, sem precisar abrir mão daquilo que a Gente precisa para agradar todo mundo o tempo inteiro. Aí a gente fica moldando
a nosso, o nosso comportamento para agradar os outros e quando traz para uma posição de liderança, isso atrapalha tudo. Falo pras pessoas, cara, aprenda a dizer não. Só não fique viciado em dizer não. O cara que diz não para tudo também. A gente tem que ver que existe uma pessoa do outro lado, né, >> daquele aquele time ali. Ele não é só um subordinado seu, ele é uma pessoa. >> E aí você falou de motivação, de motivar o time. Tem gente que é motivada por dinheiro, tem gente que é motivada por reconhecimento, tem gente que
é motivada por sexo. Existem diversos tipos de motivação. E a gente tem que entender o que que cada pessoa é motivada. A gente que é motivada, a pessoa que é motivada por reconhecimento, ela vai querer o quê? e a foto dela naquela parede ali como o funcionário destaque do mês. Então é para isso que ela vai trabalhar Mais, é para isso que ela vai mostrar mais resultado. Não é para ter um aumento. Ela quer ser reconhecida como um bom funcionário aqui no grupo. Quando a gente entende que todo ser humano tem essa insegurança e ele
tá em busca por validação, inclusive todos nós aqui, a gente começa a entender um pouco mais os comportamentos, né? >> E cara, e aquela pessoa que é tipo um dementador, aquela pessoa que tá 100% intoxicada, >> lá vem o cara, né? Você chega por nem ele, né? A muda de assunto todo lugar tem, né, cara? >> Como que resolve isso, cara? Como que você muda essa pessoa e como você faz essa pessoa não intoxicar o resto da da sua equipe, seu time? >> O tal do reclamão, né? >> Água ch >> tem reclamão. >> Você
pendura, >> bateria. Existem meios de qualquer, eu aprendi um euemismo muito bom hoje. Estímulos estressorí estímulos estressores, né? ADo legal para aplicar estímulos espessores. Espaldo legal para aplicação de estímulos sensacional. Mudança do comportamento. Pau. Pau. >> Cara, o problema do reclamão é o quê? Ele é carente. O reclamão quer atenção. >> Entendi. >> Ele não sabe uma outra forma de ter atenção a não ser reclamar. E aí ele reclama para ter atenção do chefe. Eu fazia algumas coisas, né? Primeira delas era ouvir, deixar ele colocar para fora tudo que tava dentro, mas no final a
gente não pode falar: "E aí cara, terminou?" Porque aí tu vai deixar o cara mais [ __ ] vai >> e aí acabou. >> Mas uma coisa que é muito boa com o Reclamão é usar a clareza, é você explicar o motivo de você tá fazendo as coisas, você falar: "Ó, cara, tá acontecendo isso e isso por causa disso". Aí o reclamão, às vezes você faz isso, você dá pano pra manga para ele reclamar mais, né? para ele se sentir com mais direito. Mas você explica, depois que você explicou, você não controla o que a
reação dele, mas você fez a sua parte. Eu tive alguns comandantes que faziam isso comigo. Eu Levo esse ensinamento pra vida. Você tem que chegar e ser claro. Uma vez eu recebi uma missão. Eu tava no batalhão de forças especiais no destacamento contra terrorismo. E a missão era: "Monte o treinamento de contratrorismo do batalhão." É do seu destacamento essa missão. Eu como comandante cheguei pro meu oficial de operações e falei: "Cara, o seguinte, planeja o destacamento contra o treinamento contra terrorismo no batalhão e segunda-feira a gente Conversa". Ele: "Tá bom". Chegou na segunda-feira, eu virei
para ele, cadê o planejamento contra terrorismo? Ele pegou uma folha quatro, falou: "Tá aqui, segunda-feira a gente vai atirar, terça-feira a gente vai pra casa de matar, quarta-feira a gente vai fazer progressão." Falei: "Tá, e cadê quem faz o quê? Qual o destacamento vai est onde?" Planejamento logístico, ônibus para levar, comida, munição. Aí ele: "Não, não fiz isso não." Aí eu falei: "Caramba, tá beleza, cara. Pera aí". Virei a noite fazendo o que eu queria que ele tivesse feito. No outro dia eu cheguei para ele e mostrei e falei: "Olha só, cara, isso aqui era
o que eu queria que você tivesse feito desse jeito, desse jeito. Isso é o que eu espero de você". Aí ele: "Ah, tá. A partir daquele momento, ele já sabia quando eu falava para ele, cara, planeja isso. Ele ia lá e fazia. Muitas vezes a gente cria uma expectativa no Subordinado, no nosso time, baseado no nosso quadro de referência, na nossa experiência, >> mas na cabeça dele, ele tá pensando numa coisa totalmente diferente. >> Total. Eu acho que esse é o principal problema. Total. É, cara, mas é que tem aquele ditado, né? Os caras não
falam: "Ah, pô, quem não chora não mama, né? O cara que é chorão, às vezes ele consegue as coisas porque ele reclama". >> É, >> tem isso também, né? >> Já vi isso já, hein? os caras reclamando e conseguindo umas coisinhas aí já >> não dura muito, né? >> Morre cedo. >> É porque uma hora cansa também, né? É, morre cedo. Mas legal. >> Eu acho que o a grande vantagem de de unidades, como as que a gente trabalha e trabalhou, que é o tal do curso que a gente tava conversando, é que ele é
um RH muito bom para selecionar. não é Perfeito. Ainda assim vai entrar pessoas com essas problemáticas que atrapalharão o time. Mas se toda empresa, se todo lugar pudesse ter um RH desse tipo, você começa a selecionar eh um pouco melhor ali as capacidades e as mentalidades de quem estará com você. Porque esse tipo extremo que a gente falou aí, aquele que é a nuvem negra, aquele que é o insuportável, o desonesto, o desagregador, o fanfarrão, Esse cara ele é cortado, ele fatalmente não consegue passar pelo processo ali, né? Então, só trazendo como exemplo que se
desse para ter esse tipo de construção, que é essa ideia de curso no mundo business, no mundo corporativo, talvez melhoraria em alguns pontos. ficar uma semana na selva sem água, né? Depois ele vira analista pleno, né? >> É que além dessa parte, cara, é que é que olha só, >> é que porque hoje hoje em dia até quando Você fala assim, ah, cara, você não pode nem falar tipo assim, pô, para essa vaga é melhor um cara de tantos, tantos não, você tem que falar assim: "Não, cara, deixa o mais aberto possível porque senão vai
vir qualquer tipo de processo possível". >> É isso aí. >> A gente entendeu, eu e meu sócio, que essa é uma das maiores demandas do mundo corporativo. E o que que a gente tá desenvolvendo? Imagina uma casa de Matar, essa que eu falei para vocês aqui, aplicada pro mundo corporativo. A sua empresa chegou atenção, quero treinar meus funcionários a lidar com a incerteza, desenvolver autoconfiança. Eh, >> eu tenho candidato para você já. >> Então, a gente pegar e montar uma casa de matar para essa para esse time, entendeu? O cara entra lá, depois ele tá
com alvo, ele entra, tem um cachorro. Então, é uma construção de Autoconfiança, né? Através de técnica e através de estima. Seria algo que e estar, né? E uma equipe junta, quando você coloca ela numa situação onde você retira ali benefícios do tipo comida, água, sono e essa equipe junta tem que passar por esse processo, eles se tornam mais unidos, é onde você eh se conhece melhor e etc. Até eu tô procurando um termo para isso. Talvez o Ernesto um pouco mais polido que eu, ele vai achar um eufemismo para isso, mas a gente diz Na
prática que a merda une, né? Você deve ter um nome melhor para isso, mas colocar a equipe em situações, é como ele disse aí na casa de matá, trazendo pro nosso mundo onde você vai trabalhar pessoas, você colocá-los para passar por obstáculos difíceis, como estar sem dormir, sem comer, executando atividades, missões ali difíceis, faz com que as pessoas se unam mais e começa a entender o problema um Do outro e se compade com isso e e depois se torna muito mais fácil na hora de você trabalhar junto a merda uni. >> Eu nunca imaginei que
as pessoas iriam chegar ao ponto de pagar para se [ __ ] né? >> Conversar virou soft skill hoje. Você saber conversar, >> é verdade. >> Virou uma habilidade. Ninguém consegue conversar, cara. Se a gente não tivesse aqui gravando um podcast tava cada um no Seu celular. Era melhor a gente fazer um grupo aqui para conversar, né? Sim. Real. É o o celular eu tenho visto um problema até. Eu tenho, eu tenho duas filinhas pequenas, uma tem 2 anos e meio e a outra tem 11 meses. Cara, eu sou o pai, eu sou, eu e
a minha esposa somos os pais que a galera julga, porque a gente não dá tela para nossas filhas em restaurante. Nossas filhos ficam brincando e semana e tudo mais, todo mundo em volta assim, com aquela Criança com aquele tablet lá, com apoio assim e às vezes a a Lavinia lá, Lara dão risada alta, alguma coisa, a galera julga a gente tipo assim, pô, você não dá um tablet para essa criança aí veja ela ficar falando aí, desenho, >> deixa ela brincar, pô, deixa ela ficar de pé na cadeira, fazer o quê? Uma criança. >> Sim,
>> é, é um pouco disso, né? >> Mas acho que o mais difícil é é fazer Essa coisa de exemplo, né? O [ __ ] é, >> não é, não é sua filha não usar tela, é você não usar tela. Isso é dific >> Cara, eu eu eu tenho me cobrado muito com isso. Eu foi um dos motivos até que sábado, por exemplo, sábado a galera me mandou mensagem aqui do escritório, não conseguiu. Falei assim, cara, não vou mexer no celular hoje, cara, ficar dia inteiro com elas. Mas domingo eu já acordei, já mei café
da manhã já me costando, falou assim: "Cara, tem que Ver o que tem, porque, mano, eu fiquei 24 horas sem mexer no celular, deve estar pegando fogão uma coisa, >> cara. Todos nós aqui somos seres humanos, erramos. Eu e o Ernesto, a gente tá falando muito aqui da galera que segue a gente, fica vendo a gente como algo sem erro, sem os caras, pô, faz tudo certinho, não é assim também, cara. >> Esse exemplo de solar, por exemplo, eu sofro muito com isso porque >> eh eu trabalho muito com o celular e mesmo em casa,
cara, eu não consigo me desligar dele porque ele me é necessário para o trabalho. Até dando a polícia, por exemplo, nós temos acionamento, pode ser acionado a qualquer hora. Eu tô, quando eu tô de sobreviso, eu tô sempre checando. Eu também não consigo. Eu também não sei qual ferramenta usar para deixar de fazer isso. Eu também me pego falando: "Caralho, como que eu faço? Não consigo. Eu eu eu necessito dele em Certos momentos que eu não queria necessitar. >> Eu também. >> Semana passada o meu filho me falou uma coisa que partiu meu coração. Larga
o celular. É uma criança de 7 anos virar para você e falar larga o celular. Tem noção, cara? Eu olhei para ele, >> é um tapa na cara, hein? >> Fiquei em 5 segundos, >> botei meu celular no bolso, Olhei para um lado, olhei pro outro, flotou errado para [ __ ] >> Que merda de pai que eu tô sendo, viu, cara? >> É difícil, né? >> É difícil porque ele tá vendo. >> Sim. >> O meu sobrinho de 4 anos, eu tava com ele agora de manhã. A minha irmã também trabalha com redes sociais
há 8 anos. Eu tava no meu celular falando com a minha esposa e ele pulando em cima de mim, Pulando na minha barriga. Por quê? Porque a criança cresce já pegando abuso, né? que o a ver o pai no celular o tempo inteiro, a mãe no celular o tempo inteiro. Eu por isso que lá em casa a gente montou essa caixinha, caixinha no celular. Eu olho para ela, eu fico meio assim, mas tem que colocar cara, >> você tem que se obrigar a colocar o celular. Eu acho que um dos motivos de eu não ter
mexido também foi por causa Disso que minha filha, ela não pai vem cá senta no chão, pinta comigo. Eu falei assim, cara, nessa [ __ ] >> Não, e cara, sabe o que eu tenho visto tem corrido tanto a nossa atenção. Uma coisa, cara, ler livro é uma coisa que para mim hoje é >> desafio >> sufocante assim, olhia consideravelmente bem assim se pegasse, puxasse há 5 anos atrás. Hoje para mim uma batalha, pô, às vezes até tô empolgado com alguma coisa, Compro um livro, leio um pouco ali e vira uma luta. O que eu
ten percebido agora até filme, cara. >> Cara, eu ia falar isso, cara. Cara, eu assisto um filme >> de 2 horas sem se eu e eu não mexi no celular, cara, eu termino cansado no sentido de tipo assim, parece que eu fiz um esforço >> cognitivo >> gigantesco, tipo assim, cara, usei todo o meu cérebro para ver esse filme do Transformers, tá ligado? Eu acho que >> é motivo de comemoração. >> Acho que até por isso que a galera tá preferindo mais assistir série ultimamente, porque série como a história mais longa, não, até às vezes
é uma história mais longa, você pode se perder um pouco ali que você não vai se perder todo mundo. O filme de >> cara consegue asir às vezes no >> disputa pela atenção, né? O estímulo é muito grande, tudo disputa a nossa Atenção, principalmente o celular, o tempo todo. É que atrás a gente só tinha um filme para assistir, não tinha mais nada. >> Exato. É, parecia que a vida passava mais devagar, né? Hoje a gente fala, né? Pô, parece que a vida tá passando muito rápido, mas é porque, cara, minha >> a gente perde
horas e horas do nosso nosso dia em outro outra dimensão, né, >> cara? Eu lembro da rotina, toda vez que eu fico assim, eu f cara, como que minha Avó vivia, né, cara? Ela deve ter vivido 300 anos, né? Ela acordava 5 horas da manhã, ela passava um café, aí ela se ela ouvia um programa de rádio de manhãzinha assim que ela curtia. Ela comprava até uns girassol lá, sei lá, maluca, dar uma propaganda lá que ela servia do rádio. Aí a primeira acord pessoa acordar, acho que era 7 horas, então ela ficava meio que
sozinha, essas duas primeiras horas. Aí 11 horas ela fazia o começava a fazer O almoço e à tarde ela ficava sentada esperando alguém vir visitar ela só. Aí ela dormia 6 horas da tarde. Quase que impensável hoje isso pra gente, né? >> Você fala: "Caramba, cara, era uma rotina >> essa essa essa coisa de não ter nada acontecendo, né? >> Mas existe muita coisa boa no tédio, cara. A gente tem que aprender a lidar com o Ted, tem que aprender a gostar Dele, porque é onde acontece, é onde você tem grandes ideias, é onde você
tem grandes insightes, é onde você tem grandes reflexões. >> O Teddio é muito poderoso. Não estou dizendo que é fácil, realmente é muito difícil você se colocar como sua avó numa cadeirinha sentada, aguardando alguém lhe visitar e enquanto isso não ocorre, você se perder em seus pensamentos, conseguir fazer reflexões e ter insights. dificílimo. Não tem um um Segredo para como fazer isso, mas a gente deveria tentar mais. Se eu acho que deveria. Agora, essa busca pela excelência, pela melhora, pela produtividade, ela também não pode se tornar algo frustrante, estressante, porque eu tava lendo, né, eh,
não era um artigo científico nem nada disso, né, era só um post de carrossel, eh, dizendo assim: "Ah, pô, a geração Z não sabe mais o que é festejar". aparecendo muito dessa coisa de, pô, a galera não sai Mais, não sai mais para beber, o cara só quer agora correr, treinar, tomar suco verde, não sei o quê, e não sabe mais celebrar. Isso tava virando também um motivo de doença, porque o cara fica sempre nessa busca pelo pelo progresso e ele não relaxa. >> O cara não relaxa nunca. O cara nunca tá tipo assim numa
roda de amigos. Eh, cara, falando merda e e tomando uma. Vocês acham que essa busca também pela Excelência, pela Isso pode se tornar uma coisa ruim em algum momento? >> Se a pessoa não souber trabalhar isso, sim, porque, cara, a meio termo é excelência, né? Você achar um equilíbrio das coisas. E realmente, eu li uma matéria disso daí que a geração Z tá fugindo das festas, do uso do álcool, etc. São Paulo tá morrendo >> e a galera quer é extrema, disciplina extrema e quero o extremo. >> É o a indústria tá pedindo, tá começando
A fabricar tudo zero porque ninguém mais tá querendo consumir a sua. >> O cara pega a mulher agora na corrida do do Ibirapuera balada, né? O cara vai correr. >> Cara, acho que mulher virou soft skill. >> É, eu acho que a grosso modo é é uma troca boa por si só, né? Você deixar de ir pra balada, consumir álcool, usar drogas e ser superficial e procurar excelência. É, é óbvio que é bom, mas claro que há um perigo nesse extremo se Você não souber dosar para você não chegar num ponto de se frustrar muito
com essa busca, né? Eu acho que a busca da excelência é a essência da nossa vida e é constante e tem que ter. Mas talvez assim, né, usando de exemplo, o cara, pô, agora eu quero virar um excelente corredor e o cara bitola a ponto que ele se lesiona, se machuca e ele nunca tá satisfeito. E aí o problema com os resultados dele, ele quer sempre mais de uma maneira inatingível, inalcançável e Ele não sabe se deleitar e deliciar nem com as pequenas conquistas. pode morar um problema aí sim e tem que se achar um
equilíbrio e você vai achar o equilíbrio com autorreflexão, >> com entendimento, com estudo para entender o que que é que tá acontecendo. >> O que quem veio aqui gravar com a gente foi o que falou da história do Iron Man lá, o da trinca, >> Caio. >> O Caio >> Carneiro, >> Caio Carneiro, ele triatleta também. Ele falou que teve um cara que abordou ele no shopping, falou assim: "Pô, comecei a empreender agora e vou fazer um Aeroman por sua causa". Ele falou assim: "Pô, mas você começou a empreender agora. Você fazer o Ironomin? Tipo,
você vai, como você vai treinar 8 horas por dia?" Tipo, cara, você não tá nesse momento da vida agora, não faz isso com você. >> Foca na sua empresa e depois você faz isso. Que eu acho que é que é um pouco disso que você falou. A galera tá atropelando um poucas vezes as fases e tá tipo, eu vejo muito na parte mais jovem que na nossa época, a gente é de 90, a galera queria ficar milionária antes dos 30. Uhum. >> Só que essa nova geração já acha que 30 é muito velho já. >>
O cara quer ficar milionário é os 20. >> Imediatismo. >> Então, tipo assim, o cara tá tipo atropelando muito. Você vê relato de, lembra? Numa época aí que tinha uma galera jovem na internet, empreendedora, os caras falavam que com 21 anos eles estavam atrasados. Como assim? Atrado, cara. 21 ano eu tava >> bebendo tudo na faculdade, não pensando em nada. >> Mas essa é a mentalidade. >> Então, e estão também, eu vi também que A galera agora o novo parecer rico na internet é parecer que você >> uma rotina saudável, você é você ostenta uma
rotina saudável de alimentação, de treino. >> É o parecer, porque o ser é difícil, parecer é mais fácil. Para mim, todo excesso esconde uma falta. Então, o que a gente tá vendo hoje é um excesso para esconder algum tipo de falta. A gente cresceu, eh, uma geração tá crescendo, vendo os pais no Celular o tempo inteiro. Qual vai ser, qual vão ser as consequências disso pra geração que tá vindo? A gente não sabe ainda. É isso daí. É todo mundo querer ser fit, todo mundo querer correr atrás de de ir pra academia todo dia, novaentação,
ser fitness. Eu não sei, mas tem o pessoal nos Estados Unidos fala muito do coisas TNT, que é takes no talent. Cara, você acordar cedo não requer talento, você estudar muito não requer talento, você pô, tem uma casa Limpa, não requer talento. A, muitas vezes as pessoas buscam o excepcional sem fazer o básico bem feito. Para mim, o comum é o novo excepcional, o básico bem feito. Que que você tá fazendo? O básico bem feito. Você vai para, você acorda na hora que você falou para si mesmo? você vai pra academia, você falou que é
na academia hoje, você foi na academia, isso requer talento? Não, é só fazer o básico. E muitas vezes a gente não faz o básico, aí fica comparando o Nosso capítulo um com capítulo 20 das outras pessoas. Quando eu comecei a produzir conteúdo para as redes sociais, eu via o Bruno Perini com 3 milhões de seguidores, olhava, falava: "Cara, nunca vou chegar lá". Mas eu olhava para ele como uma referência, não como alguém que era tava lá na frente, ele tava produzindo conteúdo há 8 anos. Eu sabia que eu não ia chegar no dia seguinte onde
ele tá. Tem muito espaço para percorrer, muita estrada para >> O excepcional nada mais é do que esse básico bem feito, só que constantemente, diariamente, sem errar, sem vacilar. Realmente o excepcional mora no básico, cara. é fazer esse basiquinho aí que é que torna as coisas diferentes lá na frente. >> E apesar de eu estar produzindo conteúdo para as redes sociais e entender o jogo, né, dar atenção, hoje se você não chamar atenção, ninguém vai te assistir, infelizmente ou felizmente, né, para Quem domina. Mas eu falo pr as pessoas, olhem, revisem seus seguidores. Você segue
5.000 pessoas? Para que você segue 5.000 pessoas? Segue quem te agreguem alguma coisa na tua vida. >> Poder do ambiente, >> né? Aí você tá rolando feed lá, ver coisa que não tem nada a ver, que não tá agregando nada na sua vida. Quem é que nunca pegou o celular só para ver uma coisinha e ficou 40 minutos naquele bonec buraco negro depois do car de 40 Minutos, >> cara? Principalmente a o TikTok, né? Você é louco. Você não pode entrar lá. É um caminho, is é um buraco negro, cara. >> Você vai olhar e
falar: "Meu, fiquei meia hora aqui". Eu só ia olhar um vídeo, >> é infinito o negócio. >> E ele te entrega tudo, né, cara, que você quer ver, né? É >> cabuloso. >> É muito louco. >> E o conteúdo procurado cada vez mais o superficial, né? Difícil o cara. >> Depois que eu troquei de celular eu não instalei baixou cara. >> O cara a pessoa que acessa um conteúdo mais denso, vai assistir um vídeo lá do Ernesto de 20 minutos, tá cada vez mais difícil, porque o cara, caramba, 20 minutos, né? Assistir um podcast é
cada vez mais. Poucos segundos. Poucos segundos. >> É. E a gente fica fazendo malabarismo Para que as pessoas parem para assistir o nosso vídeo, né? Um exemplo de um vídeo que eu gravei, eu coloquei uma foto minha com a farda do exército brasileiro, a minha esposa com a farda do exército americano. Eu começo apontando pro vídeo assim, eu falo: "Sabe como eu dei em cima da Jéssica sem ser preso ou deportado pro Brasil?" A galera vai, o cara vai assistir esse vídeo até o final porque ele quer saber o que aconteceu. Mas aí o cara
escuta Uma história que é uma história maneira, >> ele chega ao final do vídeo, eu falo: "Quanta coisa boa a gente já perdeu por não ter pensado demais". Então ele leva uma história boa, leva uma lição, o cara gosta de mim, me segue. Eu fico fazendo esses malabarismo para as pessoas me seguirem, mas sempre tentando trazer alguma mensagem boa, né, que elas vão aplicar na vida delas, que elas vão crescer como pessoas. Eu quando comecei e falei, eu preciso ser uma referência, Porque se eu não for, alguém vai ser. Então, eu tenho uma história para
contar, eu vou fazer isso daqui dar certo, né? Muito bom, pessoal. Papo muito legal. Espero que a gente tenha ajudado a galera em casa. Como é que faz para encontrar vocês nas redes sociais aí? Quem não segue, quem não conhecia ainda, a minha rede social principal é o Instagram. Vocês me encontram lá no @ernestoisfh, TikTok, YouTube, todas as redes, a mesma Tag. >> Eu também uso o Instagram, principalmente @odegodelri. E eu tenho a minha plataforma lá com o meu protocolo que chama www.diadetreinamento.com.br. Lá o dia, a ideia do dia de treinamento é realmente que todos
os dias a gente tem que treinar alguma coisa. nosso mental, físico, espiritual, para que nosso dia nunca seja totalmente fácil, porque o único dia fácil foi ontem, Porque já terminou. Muito bom. É isso aí, galera. Não esqueça de dar o like aqui no vídeo. Cinco estrelas no Spotify. Grande abraço. Até o próximo episódio e tchau. [Música]