[Música] Yeah. Acordei com a alma faminta. Mais um dia na mesa do cão.
Servem mentiras com toque de mento e ódio no molho da manipulação. No cardápio, corrupção, vaidade. Um brinde ao ego com sangue e poder.
As moscas dançam sobre a verdade. O garso ri ao me ver comer. Garpõ em punho, faca no peito.
A seia é quente, sem respeito. Quete pobre da hipocrisia, mas ninguém larga tal travessia para todo dia. Carne piscina saboreia, torna marmita fina.
Tudo é servido com sinismo e veneno nesse restaurante do inferno terre. O chefe se chama desilusão. Cozinha sonhos com sal de traição.
A sobremesa esperança queimada e o café é feito com lágrima salgada. Nas panelas fervem ilusões, tempero extra de alienação. E enquanto engolem destruições, o povo canta sua resignação.
Mais um, por favor, gritam na fila do ouro. Meno muda mais a essência. É sempre a mesma decadência.
Para todo dia, carne, piscina, saboreia dor na marmita fina. Tudo é servido com cinismo e veneno nesse restaurante do inferno terreno. Mas eu cpo no prato da escravidão.
Levanto minha voz, ergo minha mão. Não como mais dessa [Música] [Aplausos] podridão queimam as panelas. chegar de ilusão.
Eu hoje pr sou eu quer.