oi flávio tudo bem meu nome é bruno sankey e esse é o canal onde estamos postando os vídeos e nossos encontros de leitura de ser tempo no último encontro que foi o segundo encontro do grupo a gente não conseguiu gravar o encontro por isso eu estou fazendo esse vídeo resumindo o que foi conversado e eu peço aí se você quiser continuar acompanhando a leitura que você tempo aqui nesse canal que você deixa o seu like se inscreva no canal ative o sininho para receber as notificações sempre que o vídeo foi postado e aí na próxima
semana se a gente conseguir certinho a gente vai estar postando vídeo do encontro mesmo dessa vez ele a semana passada também a gente acabou não postando um vídeo do encontro porque a gente não conseguiu gravar por questões técnicas né ver se eu te encontro a gente discutiu os capítulos 5 e 6 de ser tempo então para quem não pode participar do encontro e para quem está acompanhando eu estou disponibilizando esse vídeo vem pra quem participou e quiser revisar e o parágrafo 5c tempo se intitula analítica ontológica do design podem liberdade o horizonte para uma interpretação
do sentido de ser em geral é esse parafuso ele faz parte de um capítulo que é o segundo capítulo que é intitulada a dupla tarefa na elaboração da questão do ser e o método da investigação e seu plano é nesse encontra a gente só discutiu a dupla tarefa tá elaboração da questão do ser que são os parágrafos 5 e 6 a dupla tarefa de elaboração dos da questão do ser então a gente pode relembrar o que foi conversado no último encontro do último encontro é a gente conversou no grupo de estudos em setembro que a
questão do ser ela foi negligenciada ao longo da história do pensamento devido a alguns preconceitos né entre esses preconceitos estava o fato de que ser era entendido como conceito muito universal é universal e muito vazio e por isso não fazia sentido filosofar sobre ele nesse sentido rádio que fala que eu preciso colocar de maneira expressa a questão do ser e aí ele vai a colocar aqui duas tarefas que precisam ser colocadas nessa elaboração da questão do ser a primeira tarefa é determinar o horizonte no qual será feita a interpretação do sentido do ser ea segunda
tarefa consiste na destruição da metafísica ou da história da odontologia que é o que a gente vai ver hoje são essas duas tarefas então essas duas tarefas que a véia como deve ser seu acesso ao mente que é o das áreas no último encontro cadeia a gente conversou que a questão do ser o círculo então é um ente como ele não está por aí com outras coisas é prata se colocar a questão do ser a gente precisa usar um ente como fio condutor desta questão e a gente viu que o da vai me é o
ente que preto em frente o que tem uma presidência onde contra lógica pra que se coloca a questão do ser eu se você não assistiu o primeiro vídeo assista para entender porque vou dar design tem uma precedência onde conta lógica para que se coloque a questão do ser então é o acesso ao ser a tromba como fio condutor no da asae e aí com deve se dar em acesso né como se der como deve ser colocado essa questão é pra tomar o bastante o condutor e aí o rádio e vai dizer assim que o das
ae é ele no zé ótica mente mais próximo e ao mesmo tempo outra logicamente o mais longe vivo ou mais distante porque o rádio eu disse isso e o design é o ente que está mais próximo de nós né então assim eu tenho que se todinho ou eu tenho aqui essa colher e esses dentes né eles estão mais distantes de mim do que eu mesmo então assim eu estou mais próximo de mim mesmo isso é como a gente estudou nessa semana passada no último vídeo na verdade é no último encontro a gente estudou que ontem
foi aquilo que diz respeito ao ente doente está mais próximo de mim mesmo sou eu mesmo por isso o da tarde eu entendi é que está mais próximo de si mesmo mas ao mesmo tempo ele é um a gente está outro logicamente mais distante odontológico é aquele de respeitar o ser meu modo de ser acaba sendo modo de ser mais distante de mim mesmo porque porque eu acaba compreendendo meu modo de ser a partir das coisas dos dentes do mundo fazendo isso eu me distanciei o de mim mesmo então assim ao invés de compreender o
meu o mesmo eu acabo interpretando meu mano ser a parte daquilo que eu conheço do mundo e a gente fala percebe o quanto as ciências acabam fazendo isso né então assim vocês empresa que uma psicologia experimental que tem que entender o ser humano sapé de uma maneira que se entende os fenômenos físicos que se entendem os fenômenos é da do mundo empírico então assim é o ser humano acaba sendo interpretado a partir dos outros dentes que aquilo que a gente conhece sobre os outros então a gente usa como modo de interpretação nosso próprio ser e
fazendo isso a gente acaba se distanciando de nós mesmos né porque ficar bem interpretando nós mesmos a partir dos outros é e isso acaba fazer com que nós sejamos mais distantes ontologicamente de nove meses na medida em que acabamos por nos afastarmos do nosso próprio modo de ser ou compreendendo de moda de modo distorcido né então é para lembrar o da arma quando ele dizer que das armas é realmente mais próximo significa que nós somos cada vez nós mesmos e por isso o ente mais próximo de nós mesmos e dizer das arenas é ontologicamente mais
tanto que significa dizer que temos a tendência de entender nosso próprio ser a partir dos antes né depois o rádio vai fazer uma distinção entre três três dimensões né podemos colocar assim ter dimensão de interpretação e para quem dessas dimensões gente precisar isso é uma dimensão especial existenciais categorial vou explicar cada uma primeiro a gente precisa distinguir a dimensão categorial da dimensão existencial o que que é categorial categorial são toda é são todas aquelas estrutura dos dentes que não possui o modo de ser da mãe então assim eu tenho aqui uma caneta essa caneta não
é um da sanha não tenho modo de ser do ser humano então quando eu vou analisar as características de eu falei com ele essa colher gente é e essa colher não tem as características é de do modo de ser humano né é uma caneta é uma é uma colher e essa colher ela tem várias características ela é só dela tem um determinado tamanho ela tem uma determinada por aqui meio marrom e aqui meio prata ferro não sei mas ela tem várias que ser estranho formato quando eu vou analisar as características dessa colher eu sou uma
espécie de categorias então assim a interpretação das categorias assunto interpretação categorial ou analítica categorial abandonar liso nessa colher eu estou analisando suas características bastante categorial se vocês pegarem obras de aristóteles chamadas categorias ele vai estar em várias categorias da substância né ou 200 melhor dizendo e aí você vê ali que ele coloca como categoria a quantidade a qualidade então assim é você pode pensar na qualidade na quantidade são características de 200 não fosse moda ser do da asae e também você puder pode depois rádio mais para frente na obra vai casar essas características e vai
ficar uma introdução e se ele vai dançando né diversas questões que ele vai trabalhar o número da obra então assim depois mais para frente caixinha vai se multiplicação categorial 200 que ele chama de utensílios né é a outra dimensão aí quanto que é o pecado da sign por exemplo do modo ser de semana aí eu já não falo mais categorias eu falo de existenciais essenciais analítica das estruturas essenciais das áreas então dá sai 30 criadas estruturas essenciais que também vai ser estudada depois ao longo da leitura de setembro que a ser para norte ser no
mundo é ser com outros essas são estrutura do dasein é a análise destas estruturas que será feito ao longo da obra é chamada de análise existencial ou interpretação existencial e essas estruturas são chamadas de existenciais eu espero ter ficado clara a distinção entre o que é categorial aquilo que diz respeito aos dentes que não possui um observar e aquilo que é existencial aquilo que diz respeito ao ente que tem o nosso modo de ser um das águas e aí depois a gente faz uma outra distinção quer seu entre essencial e existencial então a gente já
definiu especial especial a interpretação especial é analítica das estruturas ontológicos da tarde agora exystence área é analítica da dimensão ou dica concreta do gás ai então todas especial e se vê expresso no resistance are you porque assim embora existam estruturas essenciais do das áreas o das áreas sempre existe no contexto concreto um contexto fático então viseu santo tem a mesma estruturas essenciais né porque o som das áreas que eu sou ser no mundo ser para a morte ser um outros no entanto eu existo aqui no mundo concreto fisicamente e eu sou aluno é do mestrado
de filosofia eu sou formado em psicologia eu sou filho da minha mãe eu nasci em araguari e aí eu posso estar várias características minhas jéssica aqueles que não diz respeito disso todas as a carreira essas características que diz respeito a minha existência concreta da existência onde fica como este concreto no mundo eu chamo disso resistance área então fato de eu ser aluno de mestrado de filosofia o fato de eu ser formado em psicologia então eu sou um psicólogo são prestando em filosofias é essas questões são e especiais uma maneira né que a gente já te
colocou no grupo de distinguir o que é especial e o que é especiário é o modo de pergunta quanto eu pergunto como é você eu estou perguntando pelos especiais quando eu pergunto quem é você eu estou perguntando pelos especiais por exemplo quando alguém tivesse me falasse bruno quem é você aí eu falo olha eu sou é o sangue e o bruno sou formado psicologia sou mestrando em filosofia e alguns listando várias category vai eu quero dizer é que dizem respeito a mim esse de sentenciados nessas características que diz respeito à existência concreta elas respondem à
pergunta quem é você é só o leite facilitar né eu nem sempre é perfeito essa analogia mas acaba ajudando a gente e vou dar pergunto como é você eu estou perguntando sobre o seu modo de ser então você a ser do mundo né essa o seu modo seria ser no mundo se eu volto você vai ser com outros então quando eu pergunto como é você eu estou perguntando pelos existenciais então espero que tenha ficado por essa distinção eles especiário é aquilo que diz respeito à dimensão ótica concreta das armas como seria professor-aluno se ele é
médico se ele é casado se ele não sei e aí vai ir e ele especial é aquilo que diz respeito às estruturas essenciais odontológicas das áreas que serão analisadas ao longo desse tempo né já que ele tem que ter uma preocupação odontológica pega estruturas essenciais do da da instituição trás e tal então resumindo a gente pode falar de dar o que aplicação em três sentidos de interpretação essencial que é analítica das estruturas ontológicas do das área de interpretação resistance área que analítica da dimensão ótica concreta do design ea gente procurar de caprio e interpretação categorial
que é analítica estrutura dos dentes não possui o modo de ser da saia e se deve ter ficado claro essas distinções logo a gente vai analisar o das armas a gente sempre encontro das ali no seu cotidiano por isso analítico das áreas acaba tendo que começar é por trabalhar com esse ente que se mostra a nós no dia a dia então eu bruno aqui nessa um das áreas estou no dia a dia ocupado com diversas cores né então assim nessa quarentena talvez a não está mais um pato títulos online que estudar por conta própria né
por lê mas assim eu poderia a gente pode passar um tempo fora da academia também o fato pela universidade ou com trabalho né para quem tá trabalhando aqui na academia massa acho que no nosso cotidiano e aí é nessa maneira que o caso a gente se encontra na maioria das vezes e se encontra na vida cotidiana isso essa questão da cotidianidade o rádio também vai trabalhar o nome da obra né então a gente a gente vai mas é um trabalho não precisa ir a tomar no no contexto em que a gente encontra que geralmente ao
contexto da ponte de anuidade outra coisa que o padre fala que a análise da trás não é não só incompleta mas é de imediato também provisório o dani vai dizer com isso o raio ver que não tá saindo quer dizer com isso que essa obra que ser tempo não é um tratado fechado mas é uma obra em aberto então assim o rider não deixou a nós no sistema de pensamento fechado ele mais chegou o pensamento do que ofereceu respostas respostas ser tempo trago mais questões questionamentos do que respostas tanto e não vai ter que a
resposta do que é o ser então assim é sempre tempo nos traz e tinha que é o nosso instiga o nosso pensamento e vou usar nenhum lente em aberto né que a gente até pro disso no último encontro das irmãs a determinado ele é uma abertura de possibilidade porque existe ele está aberto o das arma ele não tem como funcionários e fechadas sobre ele então é tudo que a gente fala dono da time é parece de uma incompletude e aí a gente precisa entender que não tem como eu eu tenho um sistema de pensamento fechada
entende-se que eu também te dou vácuo a gente simplesmente repetir seu tempo né se ele tenta enviar aberto é um questionamento filosófico em aberto precisa ser é continuamente trabalhado é pensado é tipo que não no vácuo as fotos prontas e o rádio vai ter sim que a questão do ser a partir do das águas precisa ser colocada no horizonte da temporalidade porque quem precisa ser colocado horizonte da temporalidade isso vai ser trabalhado ao longo da obra não é agora que o raio gravar nos oferecer uma vez foca muito claro sobre isso mas ele vai nos
mostrar é porque que o tempo se mostra como aquele que parece estar associado à questão do ser e ele vai mostrar algumas pistas sobre isso vai primeiro eles time de dois conceitos de tempo o tempo próprio que ao tempo que a gente vai pensar quem como relacionado ao certo da time né que que é a questão que a gente está buscando que ao tempo em relação à questão do ser e é o tempo no fundamento dos azares e o tempo que se chama os tempos vulgar que é o tempo do relógio né então esse tempo
que a gente falta no nosso relógio esse tempo cronológico ele chama de tempo vulgar um conceito energy do outro é aí que tem a noção de é né então assim um conceito próprio dá origem a um conceito vulgar isso tá presente sempre no pensamento do hardware nat iq e por trás dos nossos conceitos impróprias existem existe um conceito mais próprio então assim tu conseguir impróprio de tempo alto conceito vulgar de tempo como tempo cronológico existe uma temporalidade mais fundamental que ao tempo como servir das áreas não é o rádio essa opção coloca a questão entre
não explica muita coisa e se ele vai trabalhar o nome da obra e quem vai quem vai ficar duas interpretações do tempo são bastante interessante que se ela de aristóteles e bergson né aristóteles ele procure aqui o tempo é movimento pode ficava se vocês lerem a física de aristóteles ele vai dizer assim que o tempo é o movimento contato segundo anterior eo posterior o quê que isso significa que preste tempo precisa existir a alma a psique então assim sem uma alma que conta não existe tempo o tempo só existe quando uma água conta o tempo
contra o movimento santifica o movimento sem a psique sem a alma não tem como existir o tempo pode tirar um movimento mas movimento ele só pode ser compreendido na temporalidade quando a uma alma uma psique que vai ali e faz e quantifiquem esse movimento então tento é movimento contar o segundo anterior e posterior isso significa que não existe tempo sem minha psiquê ápice que é uma forma imprópria de falado da sai né parece que somos nós seres humanos então é porque é uma forma imprópria o que você vim próprio de design então assim se a
gente for pegasse no fundamento do que a resposta está falando a gente pode concluir então e por mais curioso que se coloca isso numa linguagem imprópria o que ele está querendo dizer é que não existe tempo sem o design é uma coisa que o rádio vai concordar e que ele também vai trabalhar o número da sua obra né pra gente ter deles um outro pensador que eles estão bergson o berço vai falar do tempo com duração né e aí o pé que eu não conheço muita quem foi falado um pouco sobre ele no encontro mas
eu não tenho muita propriedade mas o bergson ele vai falar do tempo como duração e ele vai para o pouco tempo né ele precisa de uma consciência né você tem o tempo passar isso e aí batista que aquele tempo que me diz assim tem um ponto alto um ponto b né no espaço e e aí o tempo ocorre esse espaço no encontro a gente falou que a gente mandou tanto tempo muito essas cada o espaço inverso o sentido do espaço como horizonte entre as coisas cidão né então existe uns passo é onde é de tempo
onde as coisas da onde até os expressão da espada de tempo não é um espaço de tempo onde as coisas se dão e aí então consegui ver me próprio mas o verso vai falar assim que o tempo só pode existir porque existe uma mente que tem uma memória né eu fiquei com essa mente faz ela btm o passado e da e cria uma expectativa do futuro se não existe uma consciência é tá meter o passada como memória e criar uma expectativa do porvir uma expectativa do futuro não tem como existir o tempo o tempo só
pode existir quando a uma retenção do passado pela memória e uma expectação do futuro e são também vai vai aparecer no dizer que o tempo está associado com o design é por isso que o tempo precisa ser pensado em conexão com das mães e o tempo só existe se o da sala existe então parece que a gente precisa pensar das áreas no horizonte da temporalidade dessa primeira pista que o raio vai colocar para a gente pensar a temporalidade em associação ou pensar no bazar em associação com a temporalidade tempo é uma questão muito complexa né
e assim para evitar como tempo é uma questão tão complexa e a gente pode pensar aqui no numa discussão por exemplo que aparece agostinho que aparece dizer não né porque só pensar o quanto tempo é uma coisa complexa só que você que tem que comprar xbox assistir dar e por exemplo mas assim pra ver algo quando o tempo é uma questão filosófica complexa a gente pode pensar é uma questão assim se eu o tempo um período de tempo de uma hora eu posso sempre dividir esse período de tempo na sua metade né então assim vamos
pensar assim a gente sabe que o tempo é constituído por uma sucessão de agora quanto dura um agora né essa ser uma que foi interessante porque é a menor partícula de agora a gente tem e aí eles poder fazer assim para você tá com essa partícula tem uma hora aí eu divido 30 minutos vamos dividir até chegar a menor partícula 30 minutos de vidro 15 minutos 15 minutos devido sete minutos e meio sete minutos e meio de vidro dado que 4 minutos por aí né e aí você vai repetindo daí você vai chegar mesmo segundos
né segundo bilionésimo de segundo você vai dividindo você vai ficar o que que você pode dividir infinitamente essa desse período de tempo e aí tem que uma questão se eu posso dividir o tempo em infinita par infinita par então não tem como tempo passar porque para pagar de 10 minutos até uma hora eu precisaria de atravessar infinitos agora a gente já tem problema parece que a gente tem uma coisa e isso é permitido tal quanto à temporalidade algo complexo e aí eu tempo é assim o agostinho né nas construções até para comentar por enquanto isso
eu vou agostino as condições fala sem eu ter uma noção do que eu tempo eu sei que que o que que é o tempo mas se alguém me perguntar vamos responder fica mais ou menos isso né esse é o outro ponto que eu muito tempo ser todos nós tenhamos uma noção do ser onde é que o marido que vai chamar de noção pré ou ontológica pré antológico no sentido assim antes mesmo de ser tematizado filosoficamente a questão do ser todo ser humano possui uma noção do que é um ser a dica usando o verbo ser
a todo tempo céu é azul a caneta é esférica né cilíndrica e aí a gente tá usando o seu tempo todo a gente presta é uma noção do que o senhor vai servir para dar o que é um ser para você você não sabe responder o mesmo acontece com o tempo que eu tento eu também não sei responder e isso ocorre porque tanto tempo todo ter não são entes eu não vi e aí e aí embora o tempo passe eu não vejo o tempo por aí o tempo normalmente não é uma coisa entre outras coisas
e esse é o outro ponto e não faz pensar que a questão do tempo ea questão dos seres tão entrelaçada muito entrelaçadas né outra pista que vai ver vai citar pra temporalidade ser o horizonte da nossa questão do ser da elaboração da questão de ser é que a temporalidade foi usada na história da filosofia para distinguir as regiões do ser olha que interessante se você pega é uma decisão que foi feita nessa hora da filosofia entre dois duas regiões do ser que seria região temporal ea região um temporal segunda essa extenção existem os dentes temporais
quais são as redes temporais os dentes naturais e históricos então assim se eu pego os fenômenos da natureza por exemplo da evolução biológica era ocorre dentro de uma temporalidade a história né então assim passa o da antiguidade para a idade média para a idade moderna até chegar na idade contemporânea eu tenho um processo que se desenrola no tempo e se sente somente temporais mas fiz uma outra região do ser que é composta pelos enfim temporais né que são os dentes mais abstratos como os números e as relações sociais porque a gente não precisa selecionar a
mesma coisa concreta em que pode ser um ente abstrato como no caso os números né a figuras geométricas e essas figuras geométricas os números não estão submetidos a temporalidade e por isso ele se alguém tem coragem né outra distinção né da filosofia que nos mostra como a questão do tempo e twitter estão intrinsecamente relacionadas é a mansão de gestão de duas regiões do ser o ser criado e o ser enviado ou ausentes criados e os dentes se criavam pela cidade a teologia deve isso depois a ficar subentendido no pensamento filosófico até mesmo até regra né
até rede eu tenho essa distinção entre o ente criado aquele gente são temporais e o ente incriados aperiente que é atemporal então na história da filosofia o tempo a temporalidade foi usada é como critério de separação de regiões do ser isso nos mostra mais uma vez quando você pensa que estão no ser ela precisa ser pensada em conjunto com a temporalidade esse a investigação da temporalidade horário show de determinidade temporada determinidade o temporal é investigação da temporalidade dos fenômenos isso é a investigação do próprio tempo este é o parágrafo 5º de ser tempo e aí
e agora a gente vai falar do parágrafo sexto o parágrafo sexto você tempo talvez seja um dos parágrafos mais importantes da obra para que seis de setembro é essencial influenciou diversos filósofos esse parágrafo é intitulado a tarefa de uma destruição da história da odontologia é o parágrafo anterior né o quinto que a gente conversou fala da horizonte interpretação então são duas tarefas definido horizontes de interpretação esse horizonte de interpretação ea temporalidade como a gente viu a segunda tarefa ou destruição da história da odontologia destruição talvez não seja a melhor palavra né hoje porque ela tem
uma colocação muito negativa e no entanto outra palavra diz poderia tá usando é desse construção só quando sobrar um tempo tão banalizado hoje né qualquer coisa a pessoa para as pessoas estão escondendo construindo né pra gente ter cederam os despossuídos mais do que o que que acaba que o tempo ficou meio banalizado para entender o que significa que eu tenho descrição e eu vou citar uma uma praia né uma definição do filósofo jacques tem vida poder da lá na obra ver a metodologia o de lidar ele foi influenciado pela noção de destruição do radier só
que ele ele deu um sentido bem prova na filosofia tende mais a definição que ele dá é bem interessante e a mesma que o wagner adota assim nesse primeiro momento então desde a diz assim destruição não significa demolição má disposição de significações o que isso quer dizer que a descrição hi de viana não é só no sentido negativo né ela tem um sentir o tipo também era só uma desconstrução significações e não é descrição que quer dizer aí nos viu no último encontro é o último vídeo para quem acompanha o canal que ao longo da
história da filosofia a questão do ser ela foi recebendo muitas interpretações né e que foram existiam muitas interpretações que foram louco tão da questão do certo não era negligenciável ao longo da história do pensamento e aí a gente pode fazer uma comparação com escolher de sedimentação geológica né se você pega uma rocha ao longo das eras geológicas ela vai se sedimentando e formando aquele aquela rocha né e aí você pensa se você tem eu não retorna filosofia várias interpretações sedimentadas e o dela até vai falar sentido poderia chamada essa destruição de de sedimentação que é
eu de sedimentar essas interpretações sedimentares ou eu posso falar isso com entulho né vários e furos que vão se sobrepondo e aí para encontrar a questão do ser o seu fundamento originário como existia no seu pra o nado início da filosofia grega eu preciso ir tirando esses entulhos né e aí essa essa de sedimentação também tem ofendido positivo porque eu tô tirando as cinturas para minha propria positivamente do passado então existe a descrição tem sentido negativo e positivo não negativo impossível nesse tipo de valor né negativo é aquilo que é destrói e positivo e aquilo
que recupera o que é positivo o que é positivo mesmo é um até arrumado absolvição dois aspectos no aspecto de desconstrução e um aspecto de apropriação a desconto são é aspectos negativos que significa tirar o vírus é a é de se alimentar agora apropriação é um me apropriar daquele na história do pensamento é válido em relação à questão do ser então é o rádio vai colocar várias coisas né vazar como tintas felicidade como é fundamental dele isso vai ser trabalhado mais patente na obra então se a felicidade aí é aquele que constitui o ser do
design não é estava estava com a temporalidade mas ele vai discutir a obra mais para frente não precisamos nos preocupar com isso agora é a gente só prender aqui alma até cadência das áreas na tradição no sentido o que que é decadência da cabeça uma queda né é uma pedra no meio propriedade então assim a questão do seu acabou tendo vim própria longa reflexão vai vai falar assim que eu vi uma multiplicação de perspectivas filosóficas assim só que ao longo da história do pensamento você vai ter uma multiplicação muito grande de perspectivas filosóficas né o
que torna a coisa muito bagunçada nem o cargueiro vai ficar alguns pensadores né e que a gente vai entender que conta que todo ser é acabou sendo distorcida vou sendo ocultado ao longo da história da metafísica hoje desse lado da oncologia como se deu isso primeiro você começa né com e os pré-socráticos pré-socráticos eles colocaram a questão do ser que eles queriam entender qual que é a concepção fundamental da realidade parceria quer e ouve uma discussão sobre isso depois ia aí as dois principais nomes são heráclito e parmênides deve pagar menos que vai para porque
toda realidade é uma vamos ser imutável e ao contrário heráclito vai ter um pouco toda realidade é um ser de constante mudança então não é um ser da verdade é um vir-a-ser depois você vai ter aristóteles e platão platão e aristóteles que vamos trabalhar a noção de seguir cada um da sua maneira latão levar pro pouquinho ser eles se diz respeito as ideias eternas em quantas cópias acabou por ser que se explicar as formas eternas e não aquilo que muda uma matéria que está em outro movimento isso é interessante porque assim quando ryder fala assim
vamos pensar a questão do ser no horizonte da temporalidade ele tá bom vendo que se modo de pensar do platão e de aristóteles né o saco ser respeito ao mês em ser mutável porque é a questão da temporalidade é uma coisa incomoda muita filosofia porque se eu questiono assim por exemplo eu tenho que esse celular eu conheço o celular se tu tá em constante mudança no tempo é eu não posso conhecer o celular porque o que eu servir celular agora é só para agora porque ele o que vai acontecer o celular depois quando abre volta
a prender ele de novo já não é o mesmo celular também já não sou o mesmo né tem aquela frase de errado não tem como se banha duas vezes no mesmo rio porque as águas do rio já não é mais o mesmo e você também é demais mesmo tanto tá constante lugares não tem como conhecer nada então fica a história da filosofia ser ela anunciou ser aquilo que está tempo aí ou vai vir outra hora mas eles não posso sair porque todo o que se apresenta a nós se apresenta no horizonte da temporalidade não podemos
fugir disso então se queremos colocar a questão do ser precisamos o horizonte da temporalidade medo do julgamento justo desse movimento que tu tá morando se modificando e mudando o senhor não tem como você pensar numa esse numa imutabilidade atemporal como tentar os filósofos aristóteles na obra metafísica ele vai dizer assim que ela tá pensa que ela determina como teologia então ela pode medida que era busca é as causas primárias da realidade e aí ela acaba indo até a causa primordial que é deus né que são os primeiros motores mas os vários tópicos sobre os lados
deus é então assim a água tá física não tive em que ela busca as causas primordiais e as causas primárias superiores ela tava tendo que lidar com deus também e aí a partir disso a metafísica para se determinar pelo teologia chegando na idade média aí sim a metafísica eu faço submeter completamente a teologia né no caso agora a teologia cristã oi e aí você vai ter vários filósofos né principalmente tomás de aquino que vai então submeter à toda a vamos tô logia a teologia então assim depois disso até deu até filho é a batata física
continua submetida a teologia a terrível antes de raquel é de aristóteles até vídeo a metafísica fica orientada pela teologia vamos mostrar isso né aqui primeira começa no curso ali sua ex é um filósofo medieval que ele vai subir aberta física em duas dimensões a metafísica geral que lida com ser enquanto ser é a metade disso é essencial que muda com a cosmologia uma psicologia e com a teologia vamos dizer aqui primeiro aqui cometa física geral que vai lidar com ser enquanto ser né conselho geral e depois eu vou ligar para as regiões do ser ea
história será kilos em 3 dias e do mundo né todo mundo empírico o nosso mundo concreto que eles eu já tive essa fossa biológica a outra dimensão dessa especial a coleção do mundo mental e portanto atenção psicológica da psicologia ea outra dimensão outra região dos será é deus que a reflexão teológica essa estrutura vaca terminar o pensamento até vendeu tanto é se a gente pegar ante a crítica da razão pura está estruturada de acordo com a estrutura da metafísica de só esse que tá você pode pegar lá a crítica da razão pura ela vai começar
com uma estética transcendental que análise da sensibilidade daquilo que é físico então para ver se tem física né que ainda não entendo essa pisca depois você vai ter uma análise né da analítica transcendental que ele vai discutir as modalidades as categorias os princípios e aí ele pode chamar isso de metafísica geral né que ele vai lidar com a modalidade do ser o que é e por aí vai ea categoria do ser né mesmo que você categoria sejam dadas pelo entendimento e aí depois você vai ter na obra a parte da dialética transcendental que ele vai
falar dos raciocínios é equivocar vai nessa parte dividida de acordo com essa pessoa especial então o raio é o canto vai falar da cosmologia da psicologia e da teologia ele fala nessa ordem ainda nem falou com seus filhos cosmológicos psicológicos e tecnológicos se você percebe que a própria estrutura da crítica da razão pura que abóbora de canto continua submetida a noite cultura herdada da metafísica medieval outro filósofo né que o rádio vai citar e que tem essa influência é que ainda está submetida a determinação da metafísica ou ontologia como teologia é o de cá se
vocês pegarem as meditações dedicar ele vai falar assim olha para gente alcançar o conhecimento nós precisamos colocar tudo em dúvida inclusive de deus então assim o teclado colocar tudo em dúvida e a única coisa que ele não consegue colocar em deus é ele mesmo e ele vai falar assim eu não posso duvidar do que eu penso não posso duvidar de tudo vidro posso duvidar de tudo posso duvidar dos meus sentidos posso duvidar dos meus assírios posso duvidar até da existência de deus na eu não posso duvidar de que eu existo e eu existo porque eu
penso porque eu estou aqui duvidando eu não poderei estar grávida dando se eu não existisse mas você já percebe que o secar ele não quis eu vou tudo uma coisa que não que isso não é substância porque depois que ele fala isso ele pressupõe que se eu que existe é uma substância esses um tudo quanto é bons um é uma substância mas você bem calculada mesmo né fechada que pensa e aí é a minha determinação da teologia do de cá porque a prova resolver esse problema né dado que ele vai colocar deus ele vai usar
né os seus próprios argumentos para tentar provar que deus existe mas a maneira dinheiro e vencer a dúvida é teu ele vai dizer se hora se deus existe deus é bom justo e perfeito ele não pode estar me enganando você não está me enganando não está me iludindo como se fosse um gênio maligno que me engana então eu posso confiar no seu sentido e posso confiar nos meus raciocínios porque deus não pode estar me enganando então a nossa e eu da filosofia de de cá é essencial jardim a gente vê então o que é sua
metafísica metafísica cartesiana continua determinada pela teologia isso também a gente pode voltar agora em kant e ver novamente como a teologia determina a o seu pensamento o candi ele vai vizinho algum momento ali da crítica da razão pura que é pode existir uma intuição pura que alcance a crendice parabéns vamos entender o pensamento de canto cante ele faz uma distinção entre a coisa-em-si e o fenômeno a coisa que se é aquilo que é inacessível a nossa e o ver não é aquele que aparece a nós e que é intuído que é percebido pela nossa sensibilidade
o que vai dizer que nós seres humanos conseguimos acessar somente o fenômeno após esse nos próximos permanecem cognoscível da tem um momento linear é pura que ele fica assim talvez pode ser que exista um ser que tenha uma intuição pura e na medida que ser não tem um corpo não tem sensibilidade ele não percebe as coisas mediados pela sensibilidade mas ele a percebe de maneira imediata e esse ser portanto poderia então alcançar a cruz e se o cliente não fala se esse ser existe porque na crítica da razão pura e fala que é impossível provar
racionalmente a existência de deus não tanto aí você percebe por esse trecho que a distinção entre codise e fenômeno tem a ver com divisão entre o ente criado e o elite em criar porque o ambiente criado não seres humanos que tem corpo que tem sensibilidade eles não podem conhecer tudo porque senão ser experimento ele tem o conhecimento limitado na medida em que nós somos seres criados nós temos o conhecimento limitado por isso não podemos conhecer a coisa assim o cabelo que aumente em criado pela lente infinito ele poderia se existir conhecer a coisa assim então
já percebe que a distinção entre fenômeno que conheci no fundo reflete uma distinção teológica entre conhecimento ilimitado e infinito de deus e conhecimento limitado doente finito e criado que é o ser humano então a gente percebe mais uma vez a filosofia de kant é operando no horizonte da tecnologia isso é bastante interessante e isso vai procurar atender que eu né que eu depois vai falar de uma espírito absoluto que chega no próximo noção de deus mesmo que se materializa ao longo do processo histórico e aí hegel a determinação da metafísica como teologia a planta a
sua plenitude e bom então assim entendeu é isso não tá ajuda a compreender por que que é necessária a destruição da história da odontologia porque a história da odontologia ficou determinada de acordo com vários preconceitos e pressupostos qual é o disse essa destruição ela não tem sol sentido negativo eu vou dar um exemplo para vocês perceberem como a destruição ela tem dois aspectos um aspecto negativo de desconstrução e um aspecto positivo de apropriação positiva por exemplo se eu pegar até kardec ele faz uma distinção entre a respostas que é a substância pensante ea raps tensa
que é a substância material extensa então assim nós seres humanos temos somos república substâncias pensantes a gente vai pensar só no bloco na nossa aula agora até mais coisas os reis do mundo materiais eles são rectos é extensa e olha o desta pressão aí vamos aprender de construção o que é difícil ter conseguido livro de negativo ou o que seria negativo que precisa ser desconstruído só vai as nações que estão aí operando de acordo com a antologia tradicional como elas são substância substância pensante a substância encapsulado que pode ser separada da substância na opção promoção
substância então é muito legal faz qualquer apropriação positiva que a gente pode fazer disso ó parece que quando publicar diz que há respostas da reza reza por vaso que ele faça isso numa linguagem imprópria o que ele está mostrando o que está querendo dizer o que há por trás isso é que existe uma divisão ou uma diferença fundamental entre o modo de ser do ser humano e o modo ser das coisas 200 do mundo portanto é isso rodrigo moda modo de ser do da sabe é fundamentalmente diferente a demora dentes então vocês pensando aí vá
uma 15 chave positivo no pedido que tio deixar percebeu que existe uma diferença fundamental e de modo de ser humano eo modo de serviço demais hein e ela do tempo a uma questão que precisa ser construído aquela noção é ontológica tradicional substância está que ali permanecem questionada é isso que a descrição a destruição é orar olhar na história da odontologia deve construir aquilo que é impróprio distorcido e se apropriar daquilo que é positivo é ele é só para a gente finalizar o eu paiva cruz sétimo tempo na verdade para começar o ele vai até citar
uma expressão de histórias né que é tipo assim o homem é um animal racional o ser humano é um animal racional e o paguei vale muito a pena tão bem interessante pressa declaração de estoque eles e elas fazem o racional é interpretação que ficou na história da odontologia mas será que essa diferenciação mais própria aí de novo né a gente precisa de apropriação positiva e de sua construção negativa qualquer desconstrução do sindicato olha parece que é a noção de um homem animal racional é uma interpretação distorcida do pensamento do dia d tropas mas que eu
quero positivo nesse pensamento aí o rádio que vai vai lá para o grego o homem é animal racional do grego se eu não me engano que fala é sem diesel é bom logo exon ou seja o ser humano é um animal racional o ser humano é um animal de ló logo é uma carta tô sentindo nesse cenário educacional quem conhece o evangelho de são joão ele começa assim no princípio era um logos qual que é a produção que as nossas que a bíblia estavam no princípio era o verbo no princípio era a palavra então logo
significa a palavra discurso linguagem então a maneira de interpretar melhor o stop de teria de ser um homem um animal de palavra o homem é um animal de linguagem discursiva ea criança tiver mais uma vez a descrição do projeto nos ajudamos então assim eu consigo reapropriar positivamente uma declaração de citópolis de que o ser humano é na verdade um ser de linguagem não ser de discurso e que o discurso era quase discursiva caracterize o modo fundamental do design web esses exemplos de destruição antológica ajudem vocês aí dizer como que funciona funciona esse processo de destruição
e que não é uma deposição simplesmente negativa mas também ela é apropriação positiva do passado é isso primeiro resumindo o que a gente conversou você se encontra quinto parágrafo o burra resolvendo que a gente vai ser hoje desse encontro duas tarefas para elaboração da questão do ser primeira tarefa elaborar a questão do ser no horizonte da temporalidade segunda tarefa elaborar a questão do ser a partir de uma destruição o negativo positiva da história da odontologia é isso e eu espero que no próximo da próxima semana a gente já consiga disponibilizar o vídeo do próprio encontro
é infelizmente a gente dá não tá conseguindo gravar mas a gente vai conseguir aí e aí se você quiser receber a notificação do próximo vídeo que a gente vai continuar leitura né na próxima semana a gente vai ficar em alguns parágrafos 7º e 8º que você deixa ele sua inscrição e ative o sininho de seu like comente e ajude aqui esse canal que está disponibilizando para vocês uma leitura da obra de rider