fala pessoal tudo bem Aqui quem tá falando é o professor Rodrigo angelos eu sou fisioterapeuta e osteopata e fala aqui do canal do descomplicando raciocínio Clínico onde a gente troca várias ideias e levo vários assuntos técnicos científicos com o objetivo de Educar profissionais fisioterapeutas osteopatas terapeutas manuais e também a população de uma maneira geral sobre nesse momento espero a gente modificar isso em algum momento sobre hérnia de disco e nesse vídeo eu vou falar sobre um tema que é muito polêmico dentro dos meus pacientes das consultas com os meus pacientes e nas aulas os cursos
que eu Ministro com os meus alunos que é quando o paciente que tem hérnia de disco deve operar tá então a cirurgia que é uma abordagem feita pelo médico ela deve ser racionalizada ou tomar essa decisão Clínica baseada em algumas diretrizes que são sugeridas por estudos e é por isso que eu Rodrigo anjos Professor fisioterapeuta osteopata consigo falar né com predomínio sobre esse tema porque a ciência é o que orienta não se toma a decisão Clínica guarde bem isso que eu vou falar não se toma a decisão cirúrgica baseadas na experiência tá Isso é apenas
uma parte do tripé da prática baseada em evidências científicas onde a gente tem que misturar o que nós temos de melhor de evidência científica as preferências do paciente e a experiência expertise do clínico do agente de saúde eu vou falar nesse vídeo aqui com base no que nós temos hoje das melhores evidências científicas até o presente momento e vou elencar três principais situações aonde o tratamento cirúrgico ele tende a ter algum duas condições ele é descrito como melhor que o tratamento conservador a cirurgia e um terceiro a situação que ele tende a ser melhor tá
então o primeiro ponto onde a cirurgia ela tem que acontecer primeira situação onde a cirurgia ela tem indicação são as condições que nós determinamos como Bandeiras vermelhas as web flags tá que é quando né Vamos pensar só nas hérnia de disco que que uma l de disco pode gerar de red Flag de bandeira vermelha uma síndrome da calda equina né O que que é uma síndrome da calda equilla Rodrigo é uma compressão dos conjuntos das raízes que terminam lá no cone medular a nível de T12 L1 que vão se distribuindo por meio dos foranos de
conjugação ao nível de L1 L2 até as raízes atrás que vão formar os plexos os nervos periféricos que dão função motores sensitiva para as pernas tá ou na coluna cervical quando eu tenho um volume muito grande dessa alienação que é bem incomum que pode gerar uma melopatia uma compressão medular que gera características de sintomas bilaterais alterações de força com comprometimento vascular medular principalmente bem importante tá então quando o paciente ele tem uma síndrome da caudaquina pensando lá nos membros inferiores o paciente ele tende a ter uma alteração do controle dos rinsfíncters urina e fezes tem
perda de urina perda de fezes ele tem uma incontinência uma alteração vesical ele também tende a ter alteração de sensibilidade em cela difusa na região perem real por isso que a gente fala alteração em cela alteração de sensibilidade da região dos adutores região de testículos pênis grandes lábios anos nádegas e o paciente não consegue controlar a urina e tem dor geralmente espalhada para os dois membros ou bem localizado em áreas específicas das pernas tá as tomadas essa condição essa é uma condição de bandeira vermelha que precisa sempre sempre examinada por um médico então se você
é fisioterapeuta osteopata você recebe um paciente no seu consultório com dormência na região perineal alteração e incontinência vesical perda de urina perda de fezes muita dor no assinante para os dois membros alterações de força alterações de equilíbrio esse paciente ele precisa ser avaliado por um médico fazer um exame ter uma avaliação neurológica bem específica aprofundada para variar magnitude dessa compressão outras condições de bandeira vermelhas que existem como fraturas tumores e infecções tá e condição Clínica é muito diferente tá esse é o primeiro ponto bandeira vermelha associada a Síndrome da Cauda equina tá Síndrome da Cauda
o segundo momento que é de extrema relevância nosso pensarmos no tratamento cirúrgico é quando o paciente tem sintomas clínicos visíveis e que ele descreve que demonstram que traz uma conotação de gravidade exagerado ou aumentada dentre eles a gente vai destacar três principais itens que a ciência nos sugere primeiro deles é o drop food é uma queda do pé que em inglês ou a queda do pé que é quando o paciente ele tem uma compreensão da raiz principalmente de L5 S1 que o pé Ao invés dele subir na mecânica de marcha Ele fica o tempo todo
caído e o paciente faz um passo uma pernada mais alta porque ele não tem reação motora de levantar o pé contra a gravidade muito menos contra resistência manual tá isso é uma condição nós chamamos de pé caído ou drop food tá ainda que quando sintomas eles são Agudos ou seja eles são menores do que seis semanas tá ainda queda do pé quadro agudo e terceiro um paciente jovem com idade menor do que 50 anos essa condição aqui tende a ser melhor do que o tratamento conservador que que é o tratamento conservador Rodrigo fisioterapia [Música] medicação
e bloqueios [Música] a aplicação de corte com esteróides anestésicos lá na raiz ou na unidade funcional lá vertebral região de medula onde o ortopedista ou neurologista faz aplicação esse bloqueado por um exame por ultrassom ou furoscopia tá então quando isso daqui falha ou isso daqui não é indicado para esse contexto de paciente aqui com queda do pé sintomas a menos 6 semanas e paciente jovem obviamente que muito provável que esse paciente aqui também é presente dor irradiada para as pernas dormência e formigamento tá e a terceira condição é aquela condição onde a gente tem que
a gente está em cima do muro tá que a gente tem que avaliar muito bem se o paciente opera ou não opera tá algumas questões que são importantes que eu vou descrever aqui para vocês tá Primeiro de tudo a gente precisa entender que um paciente que tem uma compressão de hérnia de disco ele tem um time que ele pode ser acompanhado pelo tratamento conservador que é isso aqui esse time o tempo de sintomas ele gira em torno de seis até 12 15 semanas isso é que os estudos nos mostram principalmente se os sintomas do paciente
vem diminuindo ao longo do tempo ele oscila em altos e baixos mas ele vem diminuindo ao longo do tempo e ele não tem uma parada que é muito importante que é a perda neurológica progressiva não é aquele paciente que começou com dor irradiada passou uma duas semanas começou a formigar começou adormecer começou a alteração a ter alterações de força esse paciente Ele está com uma perda neurológica progressiva ao longo do tempo aí ele volta ele entra aqui nessa condição que ele precisa ser examinado e possivelmente vai ser sugerido o tratamento cirúrgico para retirar logo aquela
era minha ação aquela protusão que está irritando aquela raiz por ordem química ou mecânica e com isso diminuir toda alteração inflamatória vascular que está acontecendo na raiz tá quanto menos tempo essa raiz ficar exposta para isso menor é a probabilidade de dano e logo se melhora mais rapidamente a qualidade de vida do paciente né diminuidor diminuindo capacidade paciente volta a trabalhar volta a ter convívio social dorme melhor coisas características de vida que dão qualidade para Nós seres humanos tá bom Então se o paciente ele evolui bem ao longo do tempo e isso é uma questão
importante quando o paciente ele tem sintomas de alta incapacidade com condições neurológicas mais complexas com muita dor formigamento dormência esse paciente ele tem uma perda da qualidade de vida muito significativa e ele não se apresenta uma melhora boa em seis semanas aqui a gente precisa cogitar o tratamento cirúrgico Isso é o que as principais evidências científicas nos mostram tá então o paciente não melhora até seis semanas e tem esse quadro clínico muito grave muito complexo é interessante discutir com neurocirurgião ortopedistas os profissionais que operam e ver a preferência do paciente né se o paciente quer
operar né ou se ele quer continuar exposto a um tempo para avaliar o time do tratamento conservador fisioterapia medicação e bloqueios Isso é uma decisão Em conjunto do corpo clínico e do paciente com subsídio científico não é errado o paciente operar em seis semanas para esse contexto aqui agora se o paciente ele tá com dor dormência guarda a qualidade de vida tá conseguindo trabalhar tá dormindo bem tá afastado do exercício mas tem evoluído ao longo do tempo e chegou lá na sexta semana e ainda tem sintomas mas ele vem progredindo bem a gente pode levantar
a possibilidade cirúrgica mas propor para o paciente mais tempo de tratamento conservador porque a ciência nos mostra os estudos de boa qualidade que quando se opera comparado ao tratamento conservador há uma melhora bem significativa da dor incapacidade ou seja os pacientes que continuam tratando com fisioterapia remédio bloqueios continua sentindo dor e capacidade enquanto que aqueles que operam se livram disso mais rápido ali por 6 4 8 semanas lá pela décima semana décima segunda semana estudar três quatro meses essas linhas começam a se aproximar e lá com 8 9 10 12 meses ela se unem ou
seja o resultado do tratamento cirúrgico tratamento conservador é igual para pacientes que opera e não operam lá na casa das 10 a 12 meses né então cada entender se o paciente ele tem condição Clínica progressiva ao longo do tempo de ine indo com tratamento conservador uma fisioterapia bem feita e medicação e bloqueios bem elegidos ou se o paciente não tem uma evolução adequada e heli opta né não da evolução tá muito arrastada eu quero operar tá tudo certo o paciente ele pode optar por isso é obviamente paciente pode optar pelo que ele quiser né o
corpo é dele nós somos a gente de saúde mas eu digo sobre o cunho científico tá para tomadas de decisões Clínicas com esse conceito de se equiparar tratamento cirúrgico conservador lá em 10 a 12 meses faz com que optar por tratamentos conservadores tem um impacto melhor no que diz respeito a qualidade de vida e custos de saúde pública né porque hoje em dia um custo de cirurgia e de tratamento fisioterapêutico pós-operatório que se mantém né não é assim opera e não faz fisioterapia né opera Às vezes tem até algum dano no processo cirúrgico que é
super normal em alguns casos esse paciente vai ter que se assistido por um fisioterapeuta junto com o médico medicação só que ele teve a cirurgia então isso gera um custo para o paciente ou para o sistema de saúde para planos de saúde mas elevado por isso que tomar decisões clínicas baseadas em bons critérios clínicos preditores de sucesso do tratamento conservador ou do tratamento cirúrgico faz com que as condutas sejam elegidos bem estabelecidas e que era isso que tinha que acontecer né então eu sou fisioterapeutas citopata trabalho muito aqui na reabilitação conservadora já tem mais de
mil alunos nas formações do curso de ldisco e todos eles com bons resultados mas tem pacientes que não melhora né agora recentemente atende uma paciente que ela melhorou bem em duas três semanas depois começou a aumentar dor aumentador um alto grau de incapacidade ligeiro formigamento e sem alteração de força Chegamos na seis semanas conversamos com o médico ela foi no médico encontrou um médico de confiança gostou né da conversa da explicação conversou-se médico e optou-se pela cirurgia operou não posso operatório dela foi muito pior ela teve alterações de força Aumentou a dor e começou a
sentir dor inclusive do outro lado Ou seja a cirurgia Foi bem elegida paciente tem uma piora do pós-operatório é normal pelo trauma da microcectomia foi lá faz a micadicectomia percutânea é um procedimento minimamente invasivo mas que no processo de retirada dos fragmentos da hérnia pode gerar algum dano transitório a essa raiz a esse nervo que com o tempo com fisioterapia e osteopatia e o paciente foi melhorando passou-se dois meses depois da consulta a paciência depois da cirurgia a paciente já tava melhor do seu sintomas praticamente sem dor tratamento fisioterapêutico ganhou o corpo e seis meses
após a cirurgia paciente estava correndo correndo corredora de rua ela gosta de correr restabelecimento completo sintomas eu quero dizer com esse caso cirurgia de energia e tratamento conservador bem feito né existem Outros tantos pacientes como que eu acabou de sair aqui do meu consultório que tá fazendo tratamento do a dois meses a oito semanas onde hoje ele a partir de hoje foi liberado para começar a correr trotes porque já diminuiu sintoma já não tem mais tensão neural irritação neural é que limita a sua funcionalidade dos membros inferiores e não tem mais nenhuma grande incapacidade ele
recuperou todas as valistas de qualidade de vida não tem mais dor crônica voltou ao trabalho Voltou ao esporte agora a gente está progredindo com a exposição as cargas do movimento tá bem espero que para você tenha ficado mais claro esses três critérios de elegibilidade com base na ciência de quando opere quando não opera se você gostou desse vídeo se inscreva no canal para ver Outros tantos vídeos que vem por aí Lembrando que são isso aqui tudo é uma produção própria minha eu trabalho completamente sozinho nisso então se puder dar aquele apoio deixa teu like manda
para os colegas manda para as pessoas que possam se interessar por se informar através desse vídeo tá bem até o próximo