Minha principal qualificação, cara, professor de marketing. Que que é isso? >> E aí eu falei, cara, eu tenho muita coisa para compartilhar, entendeu? Eu acho que eu quero dar aula. Eu sou uma escola de marketing e vendas. Marketing é mais simples do que parece. Marketing é um bom estudo de mercado, é uma bom estudo com o seu cliente. Se você não consegue explicar aquilo para uma criança de 5 anos, você não entendeu Completamente. Mas foram assim, centenas e centenas de DMs de velinhas querendo vender Dalex. Para mim, todo negócio deveria ter um braço educacional para
aquisição, cara. Event L Growth é uma das melhores ferramentas pr quem quer fazer B2B high ticket, tá? O meu sonho de consumo, assim, se eu penso sucesso pr mim, é ter um monte de nego que falou: "Cara, eu fui lá, fiz o curso Fernando e, mano, fiz umas parad muito louca, olha o tamanho da minha empresa Agora. Obrigado, Fernando. >> Sou Rafael Gama, tô aqui com meu parceiro. E aí, >> sou o Eric Marques. Hoje um convidado >> mega especial. Vocês já >> vocês falam isso de todos >> já conhecem? Não, não é não. Você
vai você vai ver lá. Você vai ver >> diferente, né? Fala especial, mega especial, ultra especial, né? >> É isso aí. Bem-vindo e como é que você tá, meu amigo? >> Obado. Valeu. >> Olha só, tem um presente aqui para você que o pessoal lá de Minas, >> vamos ver >> você que é cruzeirense, mandou a Rivers. >> Oh, vamos ver o que que é. >> Você é de você é mineiro, cara? >> Eu sou mineiro. Eu sou de Belo Horizonte. >> Bela Horizon. Então eles são de BH. Dá uma olhada aí. >> Caraca, >>
a gente tem um cupom, né? >> A gente sempre ganhou uns negocinho assim, né? Agora a gente ganha uns negócios bom aí. >> Esse negócio aí é diferencial, cara. Vem com pão de queijo e café dentro. Aí >> se for de menos eu aceit que pão de queijo paulista não dá, né, velho? >> Não dá. >> Aí é uma briga. >> O cupom é pela embalagem. A expectativa tá alta, hein? >> Dá uma olhada aí. >> Nossa. >> Algodão o quê? Eípcio. É isso mesmo, né? >> Tá escrito aqui na etiqueta. Que que tá escrito
aí? Fernando >> algodão egípcio. GG. Mas se cananearam também no tamanho, né? Fora isso >> aí. F. Ó, a gente vai trocar. Me responsabilizo aí. sacanearam também. O mongearo não deixa mais usar GG, cara. Pô, mas realmente a qualidade de tecido é muito boa, hein, velho? >> Não, eles são muito bons. Galera, segue a Rivers aí. É Rivers Brasil no Instagram e também no site.com.br. Não é isso? A gente vai deixar brasil.com.br e o cupom é de Galera da Riverse. >> Maravilha. Fernando, pra galera te conhecer mais aí, você que foi, você que é CEO
da stage, acionista ali do da V4 também, >> passou pela Examoney. Que mais? >> XP Brasil. Minha principal qualificação, cara. >> Fala aí, >> professor de marketing. >> Que que é isso? É isso, cara. >> Eu gosto mais de ser professor do que ser empresário, na verdade. >> É mesmo. Por quê, >> cara? Então, vamos lá. O negócio é, eu eu talvez fosse durante algum breve período de tempo um dos executivos de marketing mais bem remunerados do país quando eu tava na exame. Ah, e aí você chega e toma uma decisão. O que que eu
Quero da minha vida? Eu quero acumular o máximo de moeda possível ou eu quero fazer outras paradas, né? E aí eu lembro que foi muito definitivo para mim que eu fui lá no chat PT e pesquisei assim quem é o maior marqueteiro do mundo? Porque eu falei: "Vou apontar nesse cara e vou caminhar, >> vai mirar ali." >> Vou mirar ali. Quem que é, na sua visão? Quem que você acha que ele me respondeu? >> Maior marqueteiro do mundo. Cotler. >> Felipe Cotler é o nome que todo mundo vem. Falei: "Pera aí, o maior maqueteiro
do mundo é um professor, velho. Eu achei que ele falar Steve Jobs. Eu achei que ele ia falar que era o, sei lá, o Cou da Amazon, uma coisa assim." Ele ia falar um professor cara. >> E aí eu falei: "Cara, eu tenho muita coisa para compartilhar, entendeu? Eu acho que eu quero dar aula. E aí eu pensei sobre isso, como que eu Faço para conseguir fazer do meu jeito uma grande conspiração em que eu pudesse dar aula, ganhar dinheiro e ainda ser feliz enquanto eu faço isso, né? >> E eu sempre gostei de pensar
que depois das eu ia aposentar de verdade, porque eu falei: "Vou ganhar dinheiro e aí eu vou aposentar". E eu falei, como é que eu consigo construir um lifestyle que eu esteja aposentado trabalhando, que eu trabalhe só com as pessoas que eu queira, no momento que eu quiser, quando Eu quiser e faço as coisas que eu gosto. E aí o Thiago Negro, que agora é só da V4, na época não era, tava vendendo a escola de marketing dele. >> Legal. >> E aí como um bom marqueteiro, eu fui no meu amigo mais rico, Deners. Você
não quer >> melhor ser rico é ser amigo de alguém de rico, né? Você não quer comprar uma escola de marketing, você me dá metade, eu toco para você, não. Entendeu? Bom, Estava no NB Stake e eu falei para ele querer ser empresário, ele falou dessa oportunidade da Stage. A gente compra a stage, eu viro dono de 50% da Stage. A gente depois fazer alguns swaps e eu viro dono também de um pedacinho da V4. Sou conselheiro lá, apesar de eu não tenho um cargo executivo. >> E para mim a V4 é uma grande escola
porque atende mais de 7.000 clientes todos os meses. Então todo mês eu vejo que os caras estão fazendo e ficam: "Ah, Isso aqui é legal, pô, isso aqui deu certo". E aí isso vira conhecimento, [ __ ] laboratório, n? Exato. Conhecimento pr stage. E hoje eu me considero um grande professor de marketing que por acaso tem uma escola, talvez um reitor vai, mas eu tenho uma escola exatamente para financiar e para construir essa parada. >> Hoje o sonho grande da Stage é a ESPM do século XX. Nada contra ESPM, é só uma meta boa. Ã,
então pensa como se fosse o Que que é ESPM, né? É a maior escola de marketing do Brasil. >> E a gente quer ser isso pro século XX. Então a gente ensinar técnicas mais modernas de uma maneira mais moderna e para empresários que querem se modernizar, entendeu? >> Cara, legal. E aí quando a gente fala de eh ser professor e ensinar, a gente também olha pro aluno. Para você, Fernando, quem que é o melhor aluno? Quem que é o teu ICP, né? Aham. Vamos Lá. Quando eu comecei a stage, o meu ICP era o CLT,
era o cara que era marqueteiro. Era eu, né? Era o cara que era marqueteiro e queria subir na carreira. >> Sim. >> Infelizmente esse cara não compra produto de educação no Brasil, >> tá? Eh, às vezes porque ele acha que é obrigação da empresa, o que tem muita gente que concorda, às vezes porque ele vê, não vê um retorno imediato disso, eu Vou comprar um conhecimento. E o que que o executivo compra? Ele compra MBA. Então, porque o MBA ele vê como investimento na carreira dele, no currículo dele e tal. E eu não queria vender
MBA porque eu acho o MBA um produto meio ultrapassado, entendeu? E aí eu fazendo toda a comunicação para os executivos, vieram empresários mesmo assim. Dentre esses empresários, vieram muito donos de agência também por causa da V4. Olha, >> então o meu ICP era o executivo e tá aos poucos virando esse empresário que quer aprender marketing. Eu só falo de marketing, né, e vendas. Então você não vai aprender gestão comigo, vai no G4, você não vai aprender um, sei lá, gestão financeira, MN e tudo mais. Eu falo ampama, mas não é meu foco. Eu sou uma
escola de marketing e vendas, >> ciência mesmo ali do do marketing, né? >> Muito é aí a parte científica a gente chama de growth lá, né? Pensa como se tivesse nas caixinas do marketing o growth que é método científico aplicado a crescimento, marketing que é estudo de mercado com objetivo de desenvolver produtos e ofertas e vendas que é como que você faz para esse produto sair da prateleira mesmo, entendeu? >> [ __ ] >> E pô, eu sou um aluno, né? Então eu passei por isso. Então aquele desenho foi muito fácil para explicar pro meu
Time todo, Fernando, o método científico, né? Levanta, cara, aquilo foi incrível. Então acho que essa ideia do método científico é algo bem bacana, >> mas é um problema porque é pouco sexy eu chegar pro cara, às vezes eu tô conversando com alguém, eu falei: "Você tem que fazer um processo de growth". Aí o cara, o que que é growth? Aí eu desenho um método científico. Ele falou: "Então é testar para caralho". É um pouco também, né? Tem uma metodologia Para fazer isso aqui. Mas aí o cara fala: "Não preciso de aprender com ninguém isso aqui."
Só que é aí que tá. O cara vai não sabe testar qual canal, ele não sabe qual canal que existe. Testar que produto, ele não sabe fazer que produto. Ele não sabe fazer uma boa pesquisa de mercado, tem que aprender marketing. Aí eu tenho que convencer o cara de que ele tem que aprender coisas, né? não sabe o que é hipótese, >> não sabe nada. É não, meu cara, fal, tem Que testar pr caramba. Então beleza. Mas não é bem isso, né, cara? É bem isso. Tipo, a gente conversou com o Felipe Atab aqui e
foi um grande colega, um >> foi um baita episódio assim, foi um dos que mais foram assistidos, né, Eric? E ele fala muito sobre marketing sendo mercadologia. >> Coloca no dicionário aí. Então, eh, pra definição ali do Fernando, eu já vi alguma palestra sua que você fala sobre o Cotler, sobre o Peter Drucker também. Isso >> é se a gente for colocar ali uma definição pro marketing, pro Fernando Miranda, que que é >> marketing? É estudo de mercado com o objetivo de criar uma oferta ou um produto tão bom, tão conectado com a sua audiência,
que ele se vende sozinho. Isso é marketing, esse é o objetivo do marketing, tá? Então é, eu concordo com a TAB nisso aí. Talvez sejamos os as únicas duas vozes dissonantes de todo o Resto do mercado que acha que marketing é vender ou acha que marketing é publicidade, né, >> cara? Pois é. E, e, e, eu concordo, tá? Vocês são ali os expoentes ali da mercad. E o que que você acha que o brasileiro ali na na sua maioria associa mais o marketing com eh comunicação, mídia? >> Muito por causa da política, tá? Porque os
publicitários do dos >> dos políticos eram muito chamados de Marqueteiros, né? Então, tinha um marqueteiro do Lula, tinha um marqueteiro do Aécio e tal. E esse cara, todo mundo fala: "Pô, esse cara é um gênio, olha a propaganda que ele fez". E aí falava do jingle, falava da propaganda. Então isso foi muito conectado e aí até o ponto que se cria, né, ali uma >> um viés, né, >> um viés de que marketing é uma área da publicidade e não o contrário, né? E aí Por isso que a ISPM é a escola superior de propaganda
e marketing, né? E e aí vem o Grof depois que aí o cara tentou trazer de volta essa parada do marketing mais científico, mais baseado em estudo, mais baseado em ciência. >> Entendi. >> Dito isso, não existe o papa do marketing, tá? Por mais que falem que o Cotler é o pai do marketing, ele não é o papa. Então não tem ninguém que fala ex cátedra, isso é marketing. Você vai ter Vários marqueteiros decidindo o que que é. Eu gosto da etimologia da palavra. Sempre que eu tô na dúvida sobre algo, eu volto na primeira
vez que isso foi falado. Pô, eu fui fazer meu planejamento estratégico. Eu fui ver o que que era planejamento estratégico, quem foi o primeiro cara que fez planejamento estratégico, qual que era o planejamento estratégico que ele bolou e eu falava, que simplicidade. Hoje em dia é mega complexo. Quando o cara fez lá no Começo, era assim, ó. Para mais estratégico era onde estamos, onde queremos chegar, o que que precisa de mudar pra gente chegar lá, quais capacidades a gente precisa desenvolver. Eu falei: "Pô, é só isso que a gente precisa saber. Aí você vai ver
hoje não, sete sigmas da [ __ ] que pariu, [ __ ] não tem que saber nada disso, entendeu? Para cada área aí, >> pô, era isso, velho. O que que eu preciso de mudar? Que que eu preciso de Desenvolver? Pô, eu quero ser o maior influenciador de marketing do Brasil, por exemplo. Que que eu preciso de fazer? Pô, eu preciso de ter um time bom de vídeo, eu preciso de ter uns bons torreteiristas, eu preciso de ter campeonato de corte. É fácil, é muito mais simples do que parece, entendeu? É claro que você pode
ter níveis de complexidade. Marketing é mais simples do que parece. Marketing é um bom estudo de mercado, é uma bom estudo com o seu Cliente. Pô, eu tava lendo um livro do Sutman. >> E o Sutoman fala que a parte mais importante do trabalho do CEO é conversar com seus clientes para entender, pegar feedback. Isso é marketing. Você tá estudando o seu cliente e aí, cara, como é que você usou essa água aí? Tava boa? Essa água tava refrescante? Pô, você sentiu algum diferente? Pô, ele não sentiu nenhum diferencial, cara. Tá fraco nosso Diferencial, entendeu?
Isso é marketing. >> Simplicidade, né, cara? Tá próximo a gente fácil. Por isso que ele é [ __ ] >> Mas o problema todo é que para vender facilidade você tem que vender complexidade antes, né? Então o cara chega lá e fala: "Não, mano, vou fazer uma parada para você aqui da NASA. >> É, vou fazer uma parada da NASA para você. É 250.000, entendeu? Para fazer que querendo ou não, você cria essa dificuldade para depois você conseguir Vender um serviço premium". Entendeu? É um problema, mas eu entendo porque que o mercado é assim. >>
Tem que tornar o complexo simples, né? Acho que é o papel do gestor como um todo ali. Mas >> isso que eu gosto do do de conversar com o Napoli, né? O Antônio Napoli. A gente também ele nos consultou lá também, >> cara. A gente gravou duas vezes com ele e a simplicidade que ele transforma um planejamento estratégico é absurdo, né? >> Animal, >> cara. Ele é muito muito f. >> Tem tem um tem um eu não vou lembrar qual o autor que fala isso, que ele fala se eu só sei que eu entendi algo
quando eu consigo explicar de maneira simples. Se não se não me engano, é até o Marco Aurélio que fala isso, tá? é alguém das antigas. Se você não consegue explicar aquilo para uma criança de 5 anos, você não entendeu completamente. >> Cara, teve um vídeo que eu vi você Comentando que viralizou para [ __ ] que você teve tirar o ar, não foi? Um da Duralex. >> Da Durale Alex. Me explica como é que foi esse >> Então, olha como é que o marketing tá em tudo, né? >> Parte do que eu faço do meu
conteúdo é ver pautas quentes, né, para eu poder criar ou empresas que tenham ali uma certa >> um certo reconhecimento de mercado, né, Que as pessoas vejam. E aí eu vi que Duralex tinha alguém falando, era meio que uma um boato assim de que Duralex estava voltando muito forte. >> E aí eu pesquisei e eu vi realmente alguns lugares vendendo pratos do Duralex mais caros. Então, pô, gente vendendo prato Duralex por R$ 200. E aí eu fiz um vídeo falando: "Pô, Duralex tá voltando". Cara, o que que aconteceu? Esse vídeo foi tão viral, ele pegou
6 milhões de views em 24 horas no Instagram. No YouTube eu mantive, pegou 5 milhões, no TikTok pegou 3 milhões. Então no total esse vídeo tava caminhando para para cara olhando métrrix, ele ia passar de 15 milhões no Instagram. Que que aconteceu? Ganhei 20.000 seguidores em 24 horas. Isso, cara. >> Bom demais, né? >> Sim. >> Que tipo de seguidor você acha que eu ganhei? >> Ah, daqueles, né? >> Foi só as doninha, que eu amo a doninha, mas não é meu público alvo falando, onde eu vendo meu Dor Alex? Você que tá comprando Dor
Alex, eu tenho um monte de Dour Alex aqui, por que você não compra? E cara, mas era assim, você tá achando que é pouco, pensa, se 20.000 pessoas me seguiram, quantas DMs eu não recebi. Mas foram assim, centenas e centenas de DMs de velinhas querendo vender do Alex para mim. >> E e cara, não queria comprar do Alex, talvez fosse um [ __ ] business, mas não não era meu o meu negócio. E eu deletei o vídeo, velho, para não correr o risco de sujar minha base, que eu falei, e se eu ganhar 100.000, é
possível. Eu tenho um amigo que ele ganhou 600.000 seguidores em um vídeo. >> Dependendo do da pessoa que vem, destrói sua base para sempre. destrói base. Eu vi o Ícaro de Carvalho falando sobre, né, que parece que na época da eleição Ali da, não sei se era presidencial, governo, que tava o Pablo Marçal e eles estavam querendo puxar o Ícaro para fazer uma live, o Ícaro não aceitou >> porque ia vir muito para zero. É, faz sentido, >> cara. Ia vir ali e o Ícaro é, eu acho ele muito [ __ ] cara. E isso
é um risco. Então você tem, quando você tem um perfil muito viral igual o meu, >> o risco sempre é viralizar num nicho errado. >> Então sempre que eu viralizo é muito maravilhoso, mas eu sempre fico assim, hum, deixa eu ver se eu viralizei do jeito certo. Normalmente sim, tá? Porque é pensado o conteúdo. Esse da Alex eu fiz meio como um vídeo de curiosidade e vir um público ali do canal Nostalgia e não o público do meu canal, entendeu? Que é uma coisa mais empresarial. >> É, aí é compo que você fez para ver
o que que tava entrando. Até hoje a gente faz isso, né? Até hoje os vídeos que Saem são vídeos que a gente olhou pautas que as pessoas têm extremo interesse. >> Nem sempre é certa. >> A gente percebeu que o nosso público tem alto interesse em carros. Eu fiz um vídeo da Porsche, não foi bem. Fiz um vídeo da Mercedes, foi muito bem. Ainda assim tem a parte do Grof que é de teste de hipótese. E aí eu vou caminhando em direção à verdade. A verdade a gente nunca chega nela. A gente vai caminhando em
direção à verdade. Pô, vídeos nesse Setor aqui vão bem. Vídeos nesses setores aqui não vão bem. E a gente vai descobrindo. Por exemplo, para mim não funciona notícia. Não, fazer, sei lá, aconteceu uma coisa importante agora que eu não vou lembrar o que que foi, sei lá. Ah, lembrei. O Neymar comprou a marca Pelé. Vocês viram isso? É legal. [ __ ] parada viral. Se eu fizer isso, não vai bem. Não é quer dizer vai bem, vai pegar 200.000 views, mas um vídeo meu pode chegar a 3 milhões de views. >> Que engraçado, cara. >>
Porque tem muita gente comentando, então não fica o único o suficiente. Já tem opinião demais sobre isso aqui, >> cara. E o Denner faz bastante vídeo de notícias notícias. Exato. Mas algumas coisas que eu falei para ele é parar de fazer isso. Mas é porque que acontece, ele é só mais um cara como opinião e num mar de gente. Agora quem tá falando de Lupo em 2025? Só eu. Meu vídeo pegou 15 milhão e meio. Por quê? Porque eu eu tô Contando a história da Lupo, da dona que veio lá e consertou a Lupo e
pô faturou 1 bilhão. Pô, é legal, pô. É Lupo, eu conheço. Caraca, que legal ver que a empresa tá indo bem. A galera tem essa curiosidade, entendeu? Esse esse, mas esse vídeo aí que você tirou do ar tirou no Instagram, mas manteve ele nas >> por quê? Porque o Instagram ele tem um áudio to índice de ganho de seguidores, então ele suge a base demais. O YouTube não. Então o YouTube, o mesmo vídeo que Pega 4 milhões, vai trazer 1000 seguidores. No Instagram, um vídeo que tem 4 milhões, vai me trazer 20.000. Então ele suge
a base muito rápido, entendeu? Diferente das outras redes. Tanto é que no meu Instagram eu tenho 700, no YouTube eu tenho 400 e no TikTok eu tenho 300, mesmo postando os mesmos vídeos e com visualizações bem parecidas até. Qual o canal que você mais gosta assim de produzir conteú? >> YouTube. YouTube com certeza é mais Legal. >> É o é o mais leal ao público, né? >> É mais legal também. >> É, mas é dinheirinho, tipo assim, é baby money. O negócio é que o YouTube é um é um ecossistema [ __ ] >> é
gostoso, é tem muito menos hate, né? Porque o Instagram ele é feito de haters. É. >> E e o vídeo longo, ele te permite uma uma possibilidade criativa muito maior. Hoje eu queria ter mais tempo para Produzir mais pro YouTube, mais coisas criativas. Eu tenho boas ideias que eu não consigo aplicar porque eu gasto meu tempo sendo executivo. Olha como é que é minha cabeça, né? Eu gasto muito tempo sendo empresário e eu queria ter mais tempo sendo professor, entendeu? Mas é é o se eu não fizer o tramo de empresário, eu não posso ser
professor. Então eu tenho que equilibrar os dois pratinhos. >> Você tem mais vídeo curto? É, shorts lá, né? >> Eu tenho muito shorts, mas agora eu posto vídeo longo também, >> tá? >> Só que os vídeos longos são os que eu gosto mesmo de fazer, porque são mais dens são aulas de fato, >> entendeu? >> Sim, cara. Legal. Eu, se a gente for olhar para mercado digital, né, o Érico Rocha é o maior de todos, né, tem historicamente. Ele é o 01 ali. E eu já vi você dizendo que ele foi pago para Construir tudo
isso, né? >> Exatamente. >> Já já ouvi dizer que até em termos de valores mais de um bi, >> mais de um B. >> Mais de um B. Cara, como que a gente consegue ser pago? >> Literalmente meu último vídeo no YouTube foi esse, tá indo super bem, que é como ser pago para construir sua marca. Mas o Érico falava isso, né? Eu achava muito interessante quando ele falava isso. Eu Fui lançador de carreira, né? Eu era copywritter e lançador de carreira. >> E >> e aí uma coisa que eu via que acontecia muito naturalmente
isso, cara. E isso é um insight para muita gente, é como eu era o lançador, eu estudava muito técnicas de lançamento >> e o Eric falava além de fazer o seis em sete que ele falava, né, do seis em sete, fazer 100.000 em s dias, >> você tem que ver a moral que você ganha. O efeito colateral do seis em sete é que você ganha muita moral. E eu falo: "Pô, isso é legal mesmo, deixa eu ver, né?" E aí eu comecei a lançar pessoas tanto no Infomoney quanto na Exame. E aí eu lembro que
eu lançava pessoas anônimas. Eu pegava uma executiva lá da Exame, falava: "Renata, vem aqui e grava esse vídeo aqui para mim e nós vamos lançar um curso com sua cara". Eu lançava institucionalmente como exame, mas eles me contavam, cara, as pessoas começaram A me reconhecer na padaria. >> Eu falei: "Que isso, Renato?" Ela falou: "Não é, você é a menina da exame." Falou: "As pessoas estão me reconhecendo nos eventos, querendo tirar foto comigo". Eu falava, cara, além dos milhões que a exame tá faturando, >> existe um efeito colateral que essas pessoas estão virando autoridades nos
seus temas. >> Sim. >> E eu falava, esse efeito colateral talvez seja maior do que os milhões que ela estão botando no bolso agora no curto prazo. >> Boa. >> E eu falei: "Cara, como que isso acontece?" E eu tentava entender como é que isso acontece. E aí eu vejo que são três coisas que acontecem no cérebro da pessoa. Número um, quando a pessoa se inscreve para um curso, né? O que que acontece? Ela diferente de uma Propaganda que ela não pediu para ver, ela pagou para ver. Então o comprometimento dela de ficar ali, o
tempo de tela vendo a pessoa é muito maior do que uma propaganda que você quer sair dela o mais rápido que puder. Número dois, quem tá dando curso, quem tá no palco, é uma autoridade. E como ele é uma autoridade, ele é percebido como autoridade pelos seus pares. Pô, é o professor, é o cara que tá na na no palco, é a pessoa que tá falando. Então Aquilo ali aumentava muito a moral da pessoa. E número três, você tinha a coisa da pessoa tá grata por aquele conteúdo bom. Então se você realmente criou um conteúdo
que gerou valor pra vida da pessoa, pô, aprendi um apoio, cara, eu tenho um professor que falava tal coisa p pa pá, e aí a pessoa falava, então isso espalha. Só que ao mesmo tempo a pessoa pagou por aquilo ali. >> Sim. >> Diferente de um produto que quando você Comprou, tomei esse café, beleza, alguém pagou para esse café, não foi a gente, deve ter sido do G4, mas eu não sei que marca foi, eu não tô nem aí, entendeu? Não sei, tava gostoso. Talvez eu recomendaria esse café para alguém, mas cara, não tem como
saber. Mas quando você vê uma aula de alguém, você vai lembrar para sempre daquela marca que é a pessoa. Então, na minha visão, a gente tá, a gente tá pagando pra pessoa ficar construindo autoridade na nossa cabeça Como uma referência. E aí vem o Education L Growth que o Russell Bronson usa lá nos Estados Unidos, que o Thiago Negro usa aqui. Thiago Negro é o melhor exemplo. Thiago Negro produziu conteúdo gratuito. Ele era pago para produzir conteúdo porque as plataformas pagavam ele, né? as empresas pagam publ, ele era pago para produzir conteúdo, mas o efeito
colateral é que o Thiago virou uma grande autoridade no mercado financeiro. E aí depois disso ele começou a vender curso e aí ele foi pago pra pessoa ficar 20 horas aprendendo finanças com ele. Quando ele chega e fala assim, quer investir com Thiago Negro, quer investir na Portfel, ele capta 15 bilhões em tempo record. Por quê? Porque ele já tinha construído muito Goodwiel ao longo do tempo. Então é a mesma coisa que o Eric fez. Pô, se o Érico lançar hoje um gator de pagamento, ele já nasce com muito cliente. Se o Érico bota a
mão na Cabeça de alguém e fala: "Esse cara é o brabo", já vai muita gente ali para poder virar cliente desse cara. Foi o caso do ladeira, >> sim, >> porque ele construiu uma autoridade, só que ele foi pago enquanto ele construiu essa autoridade. Poucos negócios fazem isso. A maior parte dos negócios é uma troca. Eu te dou o serviço, você me dá dinheiro, acabou. Educação tem esse efeito colateral que é muito positivo, Que poucos negócios tem. E aí eu defendo, né, essa minha tese, que todo negócio deveria ter um braço educacional para aquisição, não
para virar uma escola gigantesca que fatura bilhões. Não é ser o G4, mas não, cara, às vezes você deveria ser lá a escola da água, entendeu? explicar alguma coisa sobre isso aqui, não sei, vida saudável, não sei, que isso gera uma autoridade secundária. >> Nossa, isso dá um gancho perfeito pra Próxima pergunta aqui, ô Fernando, que eu ia perguntar exatamente isso. Um exercício prático aqui, pensa aqui B2B de serviços que tá começando e ela precisa ter, por exemplo, isso que você falou, precisa ter um founder light growth ali, que acho que é muito importante nessa
fase ali de empresa e ainda mais com esse >> braço educacional, né? A gente fica com essa dúvida, né? Pô, tem YouTube, tem Instagram, como que eu crio isso? Como Que eu vejo isso? Qual que é a sua visão? >> E até o ponto de equipe também, porque tem muita empresa PME que não tem verba para poder ter uma equipe interna, né? Tem tem esse detalhe também. >> É, o ponto é o que você precisa é disso aqui e fazer isso aqui, né? O mais difícil é você conseguir >> sair do modo fraude e, né,
e poder gravar, porque a pessoa se sente uma fraude fazendo isso. >> Hoje eu tava numa palestra de manhã que ela falou: "Ai, como começar a gravar conteúdo? É um trabalho muito mais mental do que técnico, porque você tem que abrir mão daquelas pessoas que vão olhar e falar: "Ah, lá o Fernando tá fazendo conteúdo, que babaca, tomara que flope." Cara, essas vão pensar isso aqui, entendeu? >> Só que, velho, é 2 segundos que o cara vai jogar rate e depois você continua sua vida normal. >> É, >> dito isso, vamos voltar pra prática. Empresa
B2B de serviços, high ticket ou low ticket? >> High ticket. >> Evento. >> Por quê? Boa. Porque num evento a pessoa paga para ver você contar sobre algo, você consegue qualificar muito bem o público, você tem muito tempo de tela, o cara não tá no celular e no final você pode dar um pit. Education L Growth, a Diferença que você vai fazer físico. Vou dar um exemplo. Sua empresa vende o quê? >> Análise de dados. B. >> Legal. Se o G4 fizesse todo esse carcel que eles fazem e no final fizesse o pit da sua
empresa, ia te ajudar ou te atrapalhar? >> Ia me ajudar, >> pô. Lógico, você tem lá o G4 Valley, o Thalis vai lá, faz aqueles carcel todo, chega no final, compra na >> na Lily Consulting. É isso. >> Lily Consulting, tá beleza. >> Vai recortar e vai fazer anúncio, hein? >> É legal. Compra como L Consulte, por exemplo. Se o Tes fizer isso, um monte de gente vai lá, porque ele tem muita autoridade, muito, muito. Eh, >> é, não, mas a autoridade mesmo que que eu tô procurando, >> pô. Por que que você não é
o Taris Gomes do seu negócio? Entendeu? Então é a mesma coisa. Por que que você não tem uma imersão para empresa para falar, por Exemplo, de crescimento ou para falar de inteligência de dados ou para Tem que pensar deixar isso aqui mais sexy, tá? Então eu sempre faço essa pergunta e o Thales construiu a autoridade dele no presencial. Ele tem presente digital, mas a autoridade dele foi construída no presencial, >> entendeu? >> Diferente do Thiago Negro, diferente do Flávio Augusto, Marcos Marques, foi construída a autoridade no presencial. Esses cara tem uma audiência, mas online pequena,
comparado com a audiência presencial que esses cara tem. >> Então, deveria ter um sócio na empresa que é esse evangelista de marca, que o trabalho desse cara é ficar lotando estádio no Brasil inteiro, vendendo, dando pit no final, entendeu? Ano que vem, se tudo der certo, não é uma promessa, mas se tudo der certo, eu quero passar por 40 cidades e vai, eu vou paraa Jaraguá do Sul, eu vou para Chui, eu vou pr os lugares nada a ver, >> nada que não que essas cidades sejam nada a ver, né, mas assim, depois você cancelado
aí. Mas por quê? Porque são cidades que normalmente os caras de São Paulo não querem ir. Eu quero, eu tô lá para conversar com essa galera e aí eu vou botar 500 pessoas lá nessa cidade e vou conversar com essa galera, vou entender o que eles precisam e eu vou oferecer para eles, entendeu? E aí eu vou falar: "Galela, agora vamos lá todo Mundo paraa Campinas fazer emersão comigo. Eu vou coletando essas pessoas que hoje são meio ignoradas assim >> e puxando todo mundo para Campinas. Em Campinas posso falar: "Cara, agora quer que eu te
acompanhe? Quer que eu fico 12 meses com você? Vamos junto". Entendeu? Esse é uma coisa que poucas empresas tem coragem de fazer. E quando a gente foi olhar grandes empresas B2B, Oracle, a gente olhou Totos, esses caras fazem microeventos que eles convertem para Caramba, entendeu? Verdade. E ao final desse evento você que deu a aula é uma autoridade, é o efeito colateral. >> Cara, Event L Growth é uma das melhores ferramentas para quem quer fazer B2B high ticket, tá? Prova disso é que é o Talis, é o G4. O G4 vende B2B high ticket, chama
G4 Club. É a mesma coisa, cara. Vender o G4 Club e vender um software de 200.000, Se funciona para algum, ah, não, não é diferente. Não é, é mentira. Você se Engana falando que o funil é diferente. O funil é o mesmo. O processo de decisório do cara é o mesmo. Ele fica lá três dias olhando pr sua cara e falando: "Esse cara é um deus, velho. Eu quero fazer alguma coisa com ele." Aí você fala: "Cara, eu tenho a solução para você". Pum, pronto. Então é mais simples do que as pessoas pensam que é,
entendeu? >> É isso aí, Peró. A gente agora tem um corte do club. Bom, cara, é isso é legal porque quando a gente olha para evento eh e educacional não é só aquisição, é retenção também, porque aí você traz o teu cliente que tá ali contigo, você vai engajar ele mais ainda, ele se torna promotor. Isso acontece com a gente, [ __ ] A gente tava lá no vale vendendo pros caras, >> entendeu? Cque negativo, né? Vocês fazem esse tipo de de e eh entrega também com seus alunos da Stage, né? >> Sim. É porque
os alunos da Stage é diferente. Esse cara para mim >> aí é é papo filosófico, tá? Mas assim, esse cara para mim ele é como se fosse não vai ficar muito filosófico. Foi mal, se for o caso >> cara, eu eu olho muito como se essa galera eu tivesse um compromisso de longo prazo com essa galera de gerar resultado. E porque o meu sonho é ter pessoas mais [ __ ] do que eu, que estudaram comigo e que, tipo, cara, Tiveram um resultado muito [ __ ] O meu sonho de consumo, assim, se eu penso
sucesso para mim, é ter um monte de nego que falou: "Cara, eu fui lá, fiz o curso do Fernando e, mano, fiz umas parad muito louca. Olha o tamanho da minha empresa agora. Obrigado, Fernando. Eu eu sonho com essa parada porque eu quero muito que o meu resultado não seja a forma como eu vendo, porque hoje eu vendo muito baseado no meu resultado. Eu tenho bons casos de sucesso, bons, bons Mesmos. Gente triplicou a empresa, quadruplicou a empresa, gente que dobrou o tamanho da empresa, mas eu não tenho assim um Thales Gomes que veio da
minha do meu hub, entendeu? Porou >> que porrou ainda. E então eu faço mais do que eu deveria, eu entrego mais do que eu deveria, eu respondo todo mundo, cara. Imagina, eu tenho 40.000 alunos e eu respondo todo mundo que me manda no WhatsApp. >> Caramba, velho. >> Eu respondo todos. Eu tenho 700.000 seguidores. Eu respondo todos os meus directs. >> [ __ ] >> Por quê? Porque eu tenho um compromisso com esses caras de que, cara, eu quero que eles tenham resultado. Então não é tão financeiramente, não é pela retenção, é mais porque eu
quero muito ter essa parada, entendeu? >> Igual o Éic, eu conversei com o Éric, o sonho de consumo do Eric é até 1000 Faixas pretas, né? Faixa preta que fatura mais de 2 milhões por ano com fórmula. >> Cara, eu acho muito nobre, velho. Acho muito legal. Tipo assim, >> é maneiro. O behag dele é esse. Legal demais. Eu não tenho esse Bagg tão claro assim. O meu beh é ser ISPM no século XX, né? 300 milhões de faturamento até 2030. >> Aí tem o lance do Mac, tem toda essa parada lá. Não, >> não
quero mexer com o MC. Eu vou ficar na educação não regulada, me parece ser o futuro. Quando a gente olha as maiores >> empresas de educação dex aí mais novinhas assim, nenhuma delas tá tá indo pra pós-graduação, porque, cara, entrar no regulado é complexo, dá trabalho, não sei se é o futuro da educação. A minha visão é que o futuro da educação tá cada vez mais no ali, mais presal, mais presencial, mais high ticket, mais high touch. É onde eu Acho que tá indo a educação, tá? Eu acho que >> chutando, eu acho que você
vai ter dois dois extremos. Você vai ter educação praticamente gratuita, YouTube, UDEM e assim por diante. Você vai ter educação ultra high ticket, que é tipo assim, cara, eu quero ir lá e conversar com Thales, Tales me fala o que eu quero fazer e todo mundo que tá no meio vai ser espremido. É a minha visão. Pode ser que eu esteja errado. >> Ô Fernando, seguinte, eu vi um algumas estratégias que você usou, mas a estratégia que você mais usou foram os vídeos curtos ali que você faz as análises. Eu vi até algumas que você
fez mais de vídeos profundos, parecido com do Ícaro, tipo vídeos mais longos. Você vem do COP também, né, Fernando? Mas o que eu queria ver, eu vi o Denner também te provocando. Pô, vai passar quando? Ah, Taantas vai pass. Hoje a gente deu uma olhada lá, tá uns 200.000 atrás ali. Mas eu queria ver dentro dessa sua estratégia, essa que deu certo, o que tá por trás da estratégia do Fernando ali, o conceito. Já vi você falando de McDonald's, um monte de coisa, então queria entender. >> E aproveita e fala qualquer equipe também que tá
por trás aí nessa brincadeira. >> Ex. Mas basicamente é o seguinte, ó. O o que que é Grove? É uma pergunta não retórica. O que que é Growth? >> É o método científico >> aplicado a crescimento. >> Perfeito. >> Beleza. >> Qual que é a forma mais rápida de testar, tendo mais pontos de contato? >> Boa. >> Eu usei o short porque o short eu consigo soltar um por dia. Vídeo longo eu não consigo soltar um por dia. Eu ia viver só isso. >> Podcast nem nem se fale. >> Então eu pensava assim, onde que
eu ia conseguir testar mais coisas mais rápido? Por isso que eu gosto tanto de anúncio e de vídeo curto. Sempre que eu vou otimizar uma campanha, eu começo pelo anúncio, porque o anúncio eu consigo testar 70 hipóteses de uma vez só. LP eu nunca vi ninguém botar 70 LP. Alguém deve ter botado, mas eu nunca vi. >> Então eu gosto de coisas que eu vou ter muitos pontos de contato, que eu vou Testar muito rápido. Então é por isso que eu fiquei no vídeo curto, tá? Porque eu acho que o vídeo curto você testa muita
coisa. Aí ela vai falar: "Pô, mas o vídeo curto não dá para você criar autoridade em 2 minutos. Meu irmão, a OMO paga R$ 200.000 R$ 1.000 para 30 segundos na Globo, entendeu? E talvez vai aparecer para menos gente do que um vídeo meu. 3 minutos dá para você construir autoridade para caramba, principalmente se o cara me ver três Minutos todo dia. >> Sim. >> Então, e aí eu tenho um funil que eu vou empurrando esse cara ao longo do nível de consciência. Então, é por isso que eu vou preferir vídeo curto, tá? Que que
é a nossa equipe hoje? A nossa equipe chama Hobson. É um cara cheio de, né? Mas é isso. É um cara cheio de e aí ele terceiriza algumas coisas. Ele vai lá e pega alguns videomakers para editar. Mas ele ele ele que toca tudo, tá? O Robson Tá sendo extremamente bem remunerado, tá? Antes que alguém teira queira roubar o Robson. >> Entra aí Robson. >> E aí o Robson e aí eu comissione o Robson. Então todo o dinheiro de monetização é dele. Ele começou a vender produto educacional, eu pago ele. Então assim, ele é um
cara que deu um voto de confiança na gente quando eu tinha 80.000 seguidores. E aí eu falei: "Ó, tudo que vier do YouTube é seu". Aí Falou: "Beleza". >> Falei: "Tudo que vier do Facebook é seu, beleza". Aí um dia ele falou assim: "Cara, tem uma empresa que é cliente nossa, quer comprar um workshop comigo, posso vender?" Falei: "Pode." Ele falou: "Quanto você vai me dar?" Eu falei: "Ah, fica aí com uns 30%, mano." Aí agora tem um monte de empresa que comprar workshop com o cara, né, para fazer a mesma coisa. Aí eu falei:
"Fodeu, vou perder meu cara". Aí a gente tá renegociando Agora, inclusive. Mas eu falei: "Você vai fazer depois do seu horário de trabalho". Ele: "Não, tá bom, tá bom, tá bom". >> Mas você viu que o CTA dos seus vídeos no final tá workshop com Robson. Você não viu? >> Tá mesmo? Não, que não pode. >> Não é porque eles falaram de fazer isso. Eles falaram de fazer isso. Eles falaram, né, que você falou, eles falaram de fazer. Bom, podemos podemos Postar no nos seus stories falando do SH com hop. Só falei pode ver que
a gente tá ficando com a maior parte, né? E, e por que que eu tô falando isso? Porque você não precisa de uma mega equipe para fazer. Você precisa de um cara inteligente, bem intencionado e alinhado. >> Demorou uns dois meses, vai, pra gente ficar bem alinhado e o vídeo dele chegar muito redondo para mim. Demorou, mas vale a pena, sabe? Eu acho que hoje em Dia e funciona muito bem. >> Uhum. >> Eu por muito tempo fui o cara de contrata um monte de gente, vai contratar um monte de gente e tal, porque realmente
vale a pena. O empresário ele tem que ser um um eh eu quero falar que ele é ele é um cambista de horas, né? Ele compra hora barata e vende caro. Compra hora barata e vende caro, né? Se se ele for um bom empresário. >> E só que às vezes com inteligência artificial principalmente, hoje eu vejo você é melhor você comprar uma hora cara e vender muito caro, entendeu? Do que comprar hora barata, comprar um cara muito bom. Acelera rápido também. >> Exato. Tem um cara muito bom ali com você e principalmente o que eu
busco. E aí vários amigos me perguntam: "Pô, como é que eu acho um cara desse?" Falei, você não acha, você forma, você forma, >> infelizmente. Não tem uma boa grande, Não conheço, tá? Desculpa se eu tiver sendo deselegante aqui. Não conheço nenhuma grande escola de social que tá formando uns cara muito bravo. Tem boas escolas de social, mas eles todos >> sofrem do mesmo problema, a mão de obra, a qualidade do do da matéria-pra. Sim, >> teve uma vez que perguntaram pro Icar, a gente falando do Icorro, Icro, você consegue ensinar qualquer pessoa ser um
milionário? Ele não. Se o cara for burro eu não consigo, >> cara. Ele é maravilhoso. Ele falou assim, me dá cinco caras do ITA que eu te garanto que eu transformo esses caras no milionário, entendeu? É a mesma coisa. Me dá >> cinco caras com de 110, mano. Te transforma esse cara no melhor social media. Você vai para pagar R$ 20.000 para esse cara sem medo. >> Uhum. >> Agora tem gente que não consegue ter bom gosto. É impossível. Já tentei. O cara Não consegue, entendeu? E é por uma limitação biológica. Não consegno, >> cognitivo,
cara. Não consegue. Ele não entende. Você mostra, não entende. Então o nosso trabalho também é um pouco de teste e filtrar. E aí vê quem que é bom, quem que é ruim, >> se é produtivo ou não é produtivo. >> Jesus falava que era tipo um jardineiro, né? >> Sei. >> Rega as boas ervas, eh, rega as boas Plantas e tira as ervas da linha. É isso aí. Ponto A, ponto B, não é uma linha reta, né? É uma dança. Total, >> cara. Eu eu eu amo e odeio ser empresário assim, sabe? Eu falo, eu
tenho muitas essas DRs com Denner, porque eu já pedi demissão umas cinco vezes desde que eu assumi stage, eu falo: "Não, vou virar só criador de conteúdo". E aí ele fala: "Mano, mas isso aí que você tá passando é o normal, é todo empresário passa, entendeu?" E Não só isso, eh, depende como você olha. Quando eu passei a encarar como um joguinho e tipo assim, eu tenho esse jogo >> sim >> que chama capitalismo e eu tenho esse personagem chamado stage. Uhum. >> E aí meu negócio é acumular o máximo de pontos possível e agora
eu tenho que testar um monte de coisa, me deixa mais tranquilo. Porque às vezes é frustrante, velho. Você vai fazendo as paradas Assim, aí o cara vai lá e pede demissão. >> Aí depois você vai fazendo uma parada aqui e dá errado. [ __ ] >> eu tô muito confortável com erro, tá? Eu sou um cara muito confortável com erro. Poucas coisas me abalam, mas o que eu fico mais chateado é quando é por falta de esmero. Você vai lá e pede alguma coisa para alguém e aí o cara faz de qualquer jeito, aí caga,
aí cliente fica puto, >> trabalho, [ __ ] É [ __ ] >> [ __ ] >> E agora uma dica do professor de marketing. >> Olhando aqui pra pra mesa de GT, ô ô, Fernando, >> tinha que aproveitar essa, né? É lógico. >> Como você construir audiência, atração ali, geração de valor com um canal que a gente tá trazendo gente boa aqui pr pr pro canal, pros nossos telespectadores >> e mas que ainda tá conversando, que ainda não tem audiência, >> até para trair, por exemplo, a gente tem algumas conversas com patrocinadores, mas eh
a gente não tem audiência, não tem como gerar, >> é, né? Faz faz sentido assim, vamos lá, tem várias coisas, tá? A primeira delas, canal de podcast cresce no corte, então tem que ter bons cortes com muita visibilidade. Todo corte tem que aparecer qual podcast que tá, porque o cara depois vai procurar onde que é. Ele tem que ter muita Clareza disso aqui. Dois, você tem que misturar convidado estrela, que traz audiência nova com ter podcasts mais internos para alimentar a audiência que já tá aqui dentro. E aí é uma dica pouco usual, é tentar
fazer coisas que ninguém mais faz. Vou dar um exemplo. Eu já fui uns 20 podcasts. Beleza? Qual que é o diferencial que vocês trouxeram para eu tá aqui? Que que tá diferente do que Fernando aqui pro Fernando dos outros podcasts? Talvez Nada. Agora, se tivesse Fernando e Renato Cariani, >> é bem diferente, né, >> cara? Ninguém nunca fez esse mix, entendeu? Então você propor coisas que nunca foram feitas. Ou sei lá, Fernando Miranda fala de jogos, >> cara. E aí, que que você tá jogando PlayStation? E aí você pega uma coisa que ninguém nunca viu.
Então, bons podcasts. E aí o nosso podcast vai caminhar cada, eu gosto muito pouco Tempo do podcast, tá? Mas assim, eu gostaria cada vez mais o nosso podcast caminhasse para coisas que são únicas nossas que são inopiáveis. Porque levar o Renato Cariani todo mundo já levou. Renal Guto Galamba, todo mundo já levou. Levar o Thalis Gomes, meu Deus. Entendeu? Agora, quem que botou o Thalis Gomes falando de relógios com o Thiago Negro? Vamos fazer um episódio Thiago Negro e Tales Gomes para falar de relógio. Pô, ninguém nunca viu esse rolê >> porque o podcast ele
ele tem uma coisa do voierismo. As pessoas querem sentir que elas estão numa troca de ideia >> com outra pessoa como se eu tivesse na sala ouvindo, entendeu? Como se tivesse sentado aqui do meu lado. E aí ué que rolê mais da hora do que se botar o Thiago Negro, o Thales Gomes e o Bernardo entusiasta para trocar ideia de relógio durante duas horas e o cara leva o relógio dele e mostra passa pro outro. >> O Flow faz isso muito bem, né? O Flow Faz isso muito bem. É, >> então você vai ver que
os episódios mais legais são quando eles fazem umas coisas dessas, entendeu? Umas paradas aleatórias, né, também >> isso. Então vou botar um angolano e um alemão e aí viraliza para caramba, entendeu? Porque é um cross esquisito. E aí você pega lá o angolano e o Cariani. Cara, tem um episódio do angolano com Cariani que é mega viral. >> Então por quê? Porque é diferente. Então Quebra a proporção. Ninguém gosta de ver. Até porque quando o cara vai no podcast, eles falam as mesmas histórias várias vezes. Por isso que eu não faço podcast. Na todo meu
podcast fala: "Não preciso contar sua história não. Vamos direto pro assunto." Porque senão todo mundo já viu a história. Por isso não quem clica que é fã. Sim. >> Agora, pô, quem que fez o Serjão dos foguetes? Ã, e Thiago Negro falando de ciência, Deus existe ou não? >> Bom, aí vai porrada, entendeu? Então eu vejo que esses cross são muito bons, >> cara. Muito erado. >> O Diogo Defante e o Tales Gomes vão vir aqui para Imagina. >> Legal. Mas, por exemplo, por que que vai bem aquelas paradas que alguns podcast faz de colocar
os caras que tem torete? >> Nossa, que já lógico. >> Já viu porque quebra quebra o padrão e como quebra o pr o padrão? Leira, né? >> O de leira quebra o padrão, fica muito engraçado, fica muito legal, entendeu? E não sei dizer, o podcast não é de comédia, beleza. Mas cara, quem já chamou o Guilherme Benchemol para falar de vinho? Não sei se alguém chamou, >> entendeu? E aí, pô, eu quero ouvir que ele quis vir que ele toma. E ninguém já chamou ele para falar da coleção de cavalo dele. Certeza que ele tem
coleção de cavalo. Todo bilionário tem, entendeu? Então, tipo assim, eu sinto Falta de podcast que tenha uma coragem de sair do tipo assim, >> do usual, né? >> É >> chamar o Nardon e o de Leira. Imagina que louco. >> É isso. Mas literalmente isando de novo cobrindo. >> É quanto mais louco, cara. Às vezes é legal. Agora claro, depende do público que você tá querendo atrair, mas velho, eu tenho certeza >> que todo mundo ia gostar de ver, por exemplo, a galera que que tá no nosso ecossistema, sei lá, Thales Gomes e, pô, pensa
alguém muito aleatório aí, sei lá, Sergão dos foguetes, tipo assim, entendeu? >> É diferente, >> sei lá, talvez ia ser da hora, mano. Imagina Thalis Gomes e Monark, cara, que loucura, velho. >> Nossa senhora. É muito louco. É viral, velho. E aí por isso que coisas que são Fora do padrão são muito virais. Um >> bilionário contra 30 desempregados, >> pô, isso aí >> viraliza porque quebra o padrão, entendeu? >> Outro dia tava tipo era o o Guto Galamba contra 27 >> gordos >> gordos. >> Só que eu tava em três na sala assistindo. Eu
falei tipo: >> "Ah, os outros três é a >> É isso. >> Três são, é, somos nós." >> Mas isso quebra a expectativa, entendeu? >> Aí, ó, >> cara. Muito bom. É isso. Então vamos lá para aquelas perguntas, né, Eric? >> Bate bola. Isso. Vamos que vamos. >> Então, Fernando, na sua trajetória profissional, qual que foi o melhor tapa na cara que você teve que fez você mudar de um nível para outro? Assim, >> nossa, vai odiar minha resposta, mas eu Acredito no caminho do menor esforço. Então, eu sou um cara que eu não dou
murro em ponta de faca. Quando as coisas estão muito difíceis, parece que eu tô empurrando pedra a montanha acima, eu vou paraa outra e eu vou encontrando esses caminhos. Eu eu penso, isso vem muito da mentalidade chinesa, né? Eu gosto de olhar os caminhos entre a rocha e não de ficar tentando quebrar a rocha. >> Então eu não sou um cara que tomou tapa na cara, velho. Olha que loucura. Tudo é Muito louco falar isso, mas tudo na minha vida sempre deu certo, velho. Caramba, >> não sei por. Tipo assim, talvez é porque eu não
sou um cara mega ambicioso e pô, eu não fiquei milionário antes dos 30, entendeu? Mas eu sou do cara, tipo assim, putz, eu acho que eu gostaria de fazer isso aqui. Eu queria ser executiva, eu queria ser funcionário do Banco do Brasil, eu fui. Eu queria trabalhar na ONG, eu trabalhei, eu Queria trabalhar no mercado financeiro, eu trabalhei quando eu queria ser influenciador, eu fui. Quando eu queria ser professor, eu fiquei. Tem gente que se frustraria, falar: "Pô, por que que eu não tenho 1 milhão de seguidores ainda? Já tem um ano que eu faço
a parada e não tenho 1 milhão de seguidores". Eu olho, eu falo: "Pô, que da hora, velho. Já tenho 700.000 seguidores em menos de um ano. Que da hora". Entendeu? Então, eu não sinto que Eu tomei muitos tapas na cara. Nada que me marcou o ponto que eu lembre rápido. Eu lembro de coisa que eu não gostava de fazer. E aí quando eu não gostava de fazer, eu só largava, >> só parava de caramba, >> é, entendeu? É, parece, é contrainttuitivo, né? Porque normalmente o cara fala assim: "Não, mas você tem que comer pedra", entendeu?
E tal. Eu não sou esse cara, velho, entendeu? Eu sou um cara que eu eu tenho umaade Religiosidade. Corta, volta de novo. Eu sou um cara que eu tenho uma religiosidade ah forte, na minha visão, né? Sou me considero um cara cristão. >> Legal. >> E >> então eu, eu levo muito pouco a série as coisas desse mundo, assim, sabe? Parece loucura falar isso, porque eu sou um cara que grava muito vídeo, palestra muito, trabalha muito, mas eu só faço Exatamente o que eu quero, velho. Eu falei aquilo que eu falei no começo, eu me
sinto aposentado nos últimos dois anos. Quando eu não quero fazer, eu não faço. >> Caramba. >> E esse quando me perguntam desde quando a gente começou a mesa de GT, qual foi o tapa na cara que eu tomei, eu falo que as pessoas de sucesso que sentam aqui, elas falam assim: "A minha zona de potência, eu simplesmente o que eu não Sou bom é para lá". É verdade. >> E vai muito em linha. >> Eu até faço coisas que eu não sou bom só quando me dá exemo prazer assim, sabe? Tipo uma coisa que eu
gosto muito de fazer, sabe? >> Tipo, qual que é o teu hobby, por exemplo? >> Putz, outra coisa, resposta decepcionante. Eu gosto de jogar tênis e jogar videogame. É isso. Basicamente, >> qual jogo? >> Putz, aí é boa. Aí eu tô jogando agora sim. Agora sim. Ah, cara, agora eu tô jogando o Zelda Windwaker, que é do Gamecube. Eu tô jogando, você ver, eu tô indoos clássicos. Exato. Aí já começa a ficar mais interessante. Já joguei muito Tibia. Pô, aqui tô jogando Deus X no PlayStation. Então, no Switch eu tô jogando o Wind Waker e
no PlayStation 5 eu tô jogando o Deus. Eu acabei de ter um filho há pouco tempo atrás, nem falou isso no podcast. >> Ótimo, compra o GTA 6 para ele. Exato. Aí comprei o Nintendo Switch para ele. Ele tem oito meses. Aí eu comprei o Nintendo Switch para ele, entendeu? >> Mas aí às vezes eu tô com ele e eu não posso estar no meu videogame. E aí eu pego o switchzinho, ele super salva. Eu viajo muito para palestrar, o switchzinho super salva. Por exemplo, tem muita gente que vai viajar paraas cidades e ficar tentando
trabalhar no no no voo. Eu até trabalho um pouco, mas Cara, às vezes é terça-feira, 2 horas da tarde, eu tô num voo indo paraa Brasília, eu puxo meu videogame, eu jogo tranquilamente, sem peso na consciência nenhuma. >> Leve, leve, >> cara, é muito bom, velho. Teve um maluco que abriu um FIFA aqui no no hub, começou a jogar FIFA e a galera trabalhando, sempre é isso. Ele também, ele venceu na vida. >> Esse cara venceu na vida. É isso para Mim. É isso. Então, eh, eu gosto muito de olhar pra minha vida, não por
quanto dinheiro eu acumulo, mas por quão relaxado e feliz eu tô no que eu tô fazendo. Se eu acordo muitos dias ansioso, eu sei que eu tenho que mudar alguma coisa, entendeu? Eu gosto de dormir sem ansiedade e acordar sem ansiedade. >> Legal. Muito bom. Fernando. >> Fernando, vamos falar sobre nostalgia agora. Qual momento profissional você Voltaria para viver de novo? >> Ah, que delícia. Eu acho que eu voltaria para nossa, uma boa essa pergunta é muito boa. Vou até roubar. Eh, eu acho que eu voltaria pra época da ON, porque na época da ONG
tinha uma vantagem muito grande que era uma ONG americana. Eu viajava muito e eu era meio meio rancoroso com essa parada viagem. Eu não gostava de viajar porque eu ficava longe da minha família e tal. Então, por exemplo, cara, quantas noites eu já não Passei, sei lá, em Berlim e eu ficava no hotel, eu não saía, não. Ficava, ficava 24 horas no hotel que eu falava assim, só vou esperar dar o horário do meu voo. E eu não via, não provava culinária e tal, porque eu era muito escasso, >> falava: "Não vou gastar dinheiro, é
em euro, eu tô trabalhando, não sei o que e tal". Então, pô, conheci o boa parte da Europa viajando por essa UNG. E eu não sinto que eu aproveitei tudo que eu poderia aproveitar, entendeu? >> É muito porque eu tava tentando guardar dinheiro, guardar dinheiro, guardar dinheiro e e aí eu não curti tanto tudo que eu poderia curtir, entendeu? Mas assim, dito isso, >> o melhor momento profissional que eu já estive é o que eu estou agora. Então eu não trocaria isso por nenhum outro momento que eu já passei. >> [ __ ] que maneiro,
cara. tá sentindo que a coisa porque, tipo, é literalmente é aquele negócio do aposentado, né? Aposentado não quer voltar a trabalhar, entendeu? Tipo, >> mas aí quando você tiver aposentado, que é a próxima pergunta, inclusive quando você com 70 anos, pelo que você quer ser reconhecido? >> Ah, cara, eu eu gostaria de ter um um legado mais próximo do que é o do Cotler, do que é o do Stging. Eu acho que eu gostaria mais de est numa vibe, tipo, a galera me lembrar como autor >> do que como empresário, assim, sabe? Talvez eu seja
lembrado como empresário, tá? Não tô falando que não, mas o Cotter tem empresa. Você sabia que o Cot tem empresa? Ninguém liga, né? Mas ele tem uma empresa de consultoria, ninguém liga porque a galera lembra dele como professor e autor. >> A marca dele é o professor. >> É, então eu acho que a minha marca é mais parecida com essa, assim. É claro que eu adoraria fazer o IPO da V4 e apertar o botão. Vai ser uma boa História para contar, mas eu acho que é o que eu gostaria mais assim, sabe? E e eu
tenho uma uma preocupação muito muito relevante de se, cara, aquilo que eu tô fazendo hoje tá gerando valor para as pessoas de fato, entendeu? Então, pô, será que vai ter boas histórias que eu vou poder contar >> de pessoas que eu ajudei e que realmente tiveram resultado e que ahã cresceram e expandiram e assim por diante? Esse tipo De coisa me me anima bastante pensar nisso aí, entendeu? Então sempre fico tentando olhar entre os meus alunos ali, quem que [ __ ] esse cara aqui tá com fazendo uma coisa legal, entendeu? >> [ __ ]
isso é maneiro, cara. E é o momento que você tá de olhar pros seus alunos, você quer, quer que alguém bombe para [ __ ] Agora >> eu quero chamar meu Luke Skywalker, entendeu? Assim, eu sou o mestre Yoda, eu quero chamar Luke Skywalker. >> Bom momento para entrar aí na na stage, hein, galera. Então, >> é verdade. Verdade. >> Cara, se você pudesse conversar com alguém que tá vivo agora na tua frente, quem seria essa pessoa? Cara, aqui, ó, nessa nesse lugar aqui, tá vivo, >> que tá vivo, velho. >> Jesus Cristo. Muito bom.
>> Muito bom. Pronto. >> É isso. É isso. Porque >> tem uma vez que perguntaram, Exato. Jesus Cristo, >> ele aparece aqui. Porque uma vez me perguntaram assim, cara, quem qual pessoa eh eh pessoa morta que você traria de volta à vida? Eu falei, vou falar Jesus. Só que se você é cristão, você crise que Jesus tá vivo. Então, para mim seria Jesus. Agora de pessoas que estão vivas e na terra. Então vamos pensar aqui. Eu acho que eu gostaria muito de conversar Com putz, eu não gostaria de conversar com Elon Musk. Tô indo pela
minha ordem de pessoas que eu admiro. Não gostaria de conversar com Elon Musk. Cara, eu adoraria trocar ideia com Russell Bronson e é razoavelmente fácil assim. Se se eu pagar $50.000, é capaz eu conseguir falar com ele, entendeu? Mas eu acho que eu gostaria de trocar uma ideia com ele e tentar pensar um Pouco do que que ele tá vendo de futuro de mercado, tá olhando para uma resposta mais terrena assim, sabe? Porque aí senão eu vou muito, pô, eu gostaria de trocar ideia com papo, entendeu? Sei lá, deve ser muito da hora conversar com
um cara que tem esse nível de >> de profundidade sobre um tema. Adoraria trocar ideia com Putin, com X Ping, só que aí é muito berab das ideias, entendeu? Então dentro do meu mercado aqui, acho que seria o Russell seria o Cara que eu mais legal. Quem que é o cara que você mais admira profissionalmente hoje no Brasil? >> André Steves. >> Legal. >> E em segundo lugar o Denner. Porque o André Steve, para mim, ele é o cara que ele mais saiu da merda comparativamente. Ele não é o Jorge Paulo Leman que estudou na
Suíça. E ele construiu um negócio, Um negócio super legal, super longevo. E ele é um cara do bem, velho. Eu sei que parece o papo do banqueiro. Eu já tive em reuniões com ele que ele fala: "Pô, isso aqui é bom pro Brasil, cara. A gente tem que fazer isso. É bom pro Brasil. Ele é um cara realmente preocupado com o país, velho. Parece que não, mas é real. Então ele é um cara que eu admiro demais, de verdade, assim, admiro demais, demais, demais. E eu acho >> tem um prédio, né, em Harvard. >> Ele
tem um prédio em Harvard porque Stevies Hall, porque ele já doou 200 milhões de dólares para Harvard. Fica com essa aí. Essa é só a doação dele para Rav. >> E e ele construiu aqui também a Intel aqui no Brasil. Então eu vejo que o Stev é um cara, cara, ele realmente quer deixar um legado positivo pro Brasil, entendeu? de verdade, talvez, talvez essa coisa do banqueiro afaste as pessoas de olhar para ele com essa, com Esse vest, mas eu realmente considero que é um cara >> que ele é do bem, velho. Parece loucura, né?
E além de tudo é um cara extremamente inteligente, bem-sucedido. E o Denner por causa da do foco e do tanto que ele se sacrifica para fazer essa parada, entendeu? Tipo assim, ele é um cara que ele vive, dorme e respira V4. Ele não tem outros negócios, ele não tem outras prioridades, ele tudo que ele faz é por aquele sonho. E e cara, ele tá Tendo sucesso numa coisa que eu achei que era impossível, que era fazer um um uma prestadora de serviço de marketing crescer e escalar. Eu sempre isso aqui nunca deixa ninguém milionário e
eu tô vendo ele construindo a riqueza fazendo exatamente isso. E é uma coisa muito admirável assim e como eu tô vendo de perto, eu vejo o tanto que ele se sacrifica. Ele tá com filho pequeno também e ele não vê o filho e final de semana ele trabalha e ele grava vídeo se Tiver que gravar vídeo e ele viaja que se tivesse que viajar muito porque ele quer fazer esse negócio muito dar certo, entendeu? E ele para e pensa e ele é um cara muito inteligente também. >> Que [ __ ] Você você não conhecia
ele antes, né? Tão bem quanto você conhece agora, né? você tá próim >> conhecia, na verdade, porque eu sou padrinho de casamento dele, sou padrinho do filho dele, então, tipo assim, a gente já tinha um relacionamento pré pré Isso aqui, mas eu fui trabalhar com ele exatamente pela admiração que eu tinha do Denner empresário. Eu falei: "Cara, eu quero ver o que que esse cara tá fazendo". Eu queria, eu falo que assim, se o a gente tá decidindo ainda se o Denner é Jesus ou ele é Pedro, né? se ele é o o cara que
vai morrer pela gente lá e vai vir alguém que depois vai espalhar ou se ele já é o cara que tá espalhando. Só que ou se ele é João Batista que ainda vai trazer outro cara. Mas eu falo que eu sou Paulo, meu trabalho é expandir a igreja. Eu vou eu vou documentar e expandir, entendeu? Com certeza eu não sou nem Jesus, nem Pedro, nem João Batista. Então eu eu queria documentar, eu queria ver o que tá sendo feito para eu ir absorvendo essa parada e talvez o quem vai depois pegar aí tudo isso aí
e contar a história da IPO da V4 nem vai ser ele, vai ser eu, entendeu? O evangelista Fernando Miranda. Isso aí. É isso aí, cara. Sou evangelista V4. Isso É verdade, velho. >> E eu tô pregando pros gentios porque eles pregam para dentro, né? Eles pregam só pros judeus lá dentro. Quem tá pegando pro gentil sou eu. >> Caramba, irado, cara. Como que a galera te acha nas redes sociais? >> Se quiser me seguir no Instagram, é Fernando Miranda 777. Eu analiso as melhores estratégias de marketing do mundo todos os dias. Me segue para não
perder a próxima. E no YouTube, Fernando Miranda Marketing e lá tem meus vídeos longos. São verdadeiras aulas. Se a pessoa quiser ser meu aluno mesmo, aí vai lá na stage ou me manda um direct lá no Instagram que eu respondo todo mundo também e a gente conversa, ver qual que é a melhor solução para você. >> Irado. Irado. Fernando, obrigado, irmão. Junto. Agora eu vou lá pro meu terceiro emprego que é G4, né? Eu tenho três empregos V4, stage e G4. Então já tô indo agora pro meu terceiro emprego. >> Vamos embora, galera. Segue a
gente também. Valeu, tchau.