onde é que essas onde é que essas células os linfócitos B são encontrados Então os linfócitos B são encontrados no córtex dos linfonodos da medula óssea na placa de paer o peer no baço então eles são células que estão destruídas por todo nosso corpo lembra que a gente falou que tem linfonodo em todo lugar então e nos linfonodos eles T muito lin foss B A gente vai ver quando tiver falando de órgãos linfoides os linfócitos B também são células apresent de antígeno lembra que elas podem fagocitar quebrar os pedacinhos e apresentar vmhc da Classe 2
a gente falou isso também na na nossa aula sobre MHC e ainda são células e ainda produzem anticorpos na verdade é a principal função do linfócito B quando a gente sempre fala de linfócito b e da importância na imunidade a gente sempre fala de produção de anticorpos são eles que se transformam em plasmó e v não produzir os anticorpos Então essa é a grande a grande marca né Essa é grande feito dos linfócitos B é a produção de anticorpos aqui uma célula de linfócito b e aqui como se fosse os anticorpos saindo olha pessoal os
os linfócitos B eles T receptores que a gente chama de BCR que são imunoglobulinas só que essas imunoglobulinas ficam presas aqui e servem para capturar antígenos e é através desse BCR que eles conseguem capturar o antígeno fagocitar e depois apresentar e a apresentação é via MHC da Classe 2 lembra né e apresenta para quem pro linfócito T auxiliar provavelmente esse linfócito T auxiliar vai ser o th2 então aqui a gente vê o linfócito b e com se os receptores os principais que a gente sempre fala é o BCR que são essas imunoglobulinas de membrana e
aqui saindo os anticorpos como se fosse ele secretando os anticorpos e esses anticorpos que a gente diz que eles têm formato de y Vocês conseguem ver para mim parece o Y para vocês também então aqui ó o y é um anticorpo a gente sempre faz a foco do anticorpo como se fosse esse Y para ficar mais fácil de entender e Quais são as partes desse anticorpo o anticorpo ele é formado por cadeias pesadas e cadeias leves Qual é a cadeia pesada professora isso aqui ó pessoal que tá de azul são as cadeias pesadas que tem
o h tá vendo aqui ó cadeia pesada então a cadeia pesada são essas duas cadeias de anticorpos e a cadeia leve se tem uma pesada tem que ter um leve né então então aqui são as cadeias leves do anticorpo Então essa cadeia que fica mais na parte de fora é a cadeia leve do anticorpo essa que fica no centro subindo deixa eu ver assim isso é a cadeia pesada e a gente ainda tem é as regiões variáveis O que é isso são é a região onde o onde o antígeno se liga então o antígeno vai
se ligar aqui pessoal Onde tá passando a seta do mouse tá tá vendo aqui o v de variável então por isso que tem esse nome de variável porque lembra que os anticorpos são específicos eles são formados para determinados antígenos e eles normalmente só se encaixam com aqueles antígenos então por isso que são é variável essa essa cadeia Então por quê Porque dependendo do antígeno para o qual esse anticorpo foi produzido a gente pode ter uma região diferente por isso que ela é variável ela varia de acordo com antígeno então o anticorpo para um determinado antígeno
a cadeia variável vai ser diferente de outro anticorpo para outro antígeno e aqui pessoal é o domínio constante que a gente chama que não muda é igual é praticamente igual para todas as a aquela classe de anticorpos naquela espécie Então essa aqui é a região constante que a gente chama e onde é professora que as células se ligam lembra que as que os anticorpos são opsonizar ele se liga aos anticorpos servem como meio facilitador para fagocitose D por outras células então se eu tenho um antígeno aqui o anticorpo se liga onde é que a célula
vai se ligar para fagocitar esse complexo vai se ligar aqui na região que a gente chama de região FC é aqui ó pessoal que a célula é um macrófago um neutrófilo seja o que for a célula que vai fagocitar o complexo vai se ligar aqui a região onde se liga ao antígeno e aqui a célula que vai oscitar ela vai esse complexo antígeno anticorpo vai se ligar aqui então o antígeno ele se liga ao BCR porém é necessária a estimulação do linfócito th do linfócito th normalmente o th2 o que é isso para ativar o
linfócito b para ele ficar plenamente ativado a gente precisa da coestimulação pelo linfócito ar a gente vai ver que o linfócito b ele consegue sim se ativar sozinho consegue porém a resposta não é duradoura e a resposta não é forte para que o linfócito b seja Realmente estimulado realmente ativado para que ele consiga produzir várias classes de anticorpos ou seja mudar de IGM para IgG iG É necessário que haja a coestimulação do linfócito th que é o t auxiliar lembra aquele auxil então ter auxiliar o linfócito b como a gente já falou ele também fagocita
e apresenta esse antígeno ao ao linfócito th então o linfócito th o helper o auxiliar é através dessa interação que ele ajuda o linfócito b a produzir anticorpos a mudar até a classe de anticorpos que tá sendo produzido naquele momento a gente tem que se lembrar hoje em dia tá bem falado né que as primeiras imunoglobulinas que a gente eh elimina né que a gente secreta que a gente produz no início da infecção são as igms e é graças ao linfócito T que a gente tem a mudança de classe que a gente fala que é
justamente o plasmócitos o plasmócito produzir IgG ao invés de IGM Então a gente tem o linfócito t como principal articulador dessa mudança de classe ou seja do do plasmó passar a produzir IgG ao invés de ign e a gente vai ver o por mais na frente a IgG é muito mais eficaz do que a IGM aqui mostrando a interação como acontece a interação do linfócito B com a célula th né aqui a o th1 th2 desculpa provavelmente th2 então o linfócito b ele reconhece o antígeno microbiano aqui que que ele fez faz agitou o antígeno
seja por endocitose né pegou esse antígeno quebrou esse antígeno em partes pequenas e processou e apresentou aqui ó ó o antígeno aqui via MHC da Classe 2 para quem ele vai apresentar esse antigeno para os e linfócitos T vejam que esse processo de reconhecimento é extremamente importante tanto para ativar o linfócito T como para o linfócito b na verdade se a gente for ver direitinho ele é mais importante que o linfócito b porque o linfócito t aqui vai fazer com que vai secretar algumas interleucinas A4 A5 A6 a13 que são responsáveis diretamente pela proliferação pela
diferenciação pela mudança de classe e por tudo praticamente que o linfócito b vai fazer então é muito importante pro o linfócito B que ocorre que o ocorra essa coestimulação aqui aqui mostrando como o linfócito b Ele ativa o linfócito t e como o linfócito t ajuda o b ó a linfócito b tá aqui ó e o t tá desse outro lado o que que tá acontecendo o linfócito b apresenta um antígeno aqui ó tá vendo a setinha vindo para cá o linfócito b apresenta MHC da Classe 2 para o linfócito t helper esse linfocito t
helper ao mesmo tempo também vai apresentar o que a gente chama de proteínas coestimuladoras que são receptores que eh ajudam a eles permanecer mais juntos sabe para que eles fiquem mais juntos ainda que apenas uma estimulação não é capaz de deixar eles juntinhos ali pertinho um do outro então a gente precisa de mais duas estimulações que são aqui o cd28 e o b17 e aqui ó como eu disse mais duas então uma é o cd28 e o b17 que são receptores e a outra é o o cd40 que é o ligante que é outro receptor
Minha gente é só dizer que se ligga MHC da Classe 2 e mais dois receptores que são responsáveis por essa interação e a partir do momento que a gente tem essa interação entre os dois né esses receptores ligadinhos e o linfócito t sendo sendo ativado a gente vai ter a proliferação a produção de citocinas ó do linf t para o linfócito b e essa produção de citocinas vai fazer com que haja proliferação e diferenciação do linfócito b então o que que a gente vê aqui que é necessário uma ligação entre esses linfócitos é necessário essas
essas três ligaç Na verdade uma não é necessário essas três ligações para que ele seja ativado o linfócito t e Em contrapartida o linfócito t vai liberar C toxinas ó citosinas para estimular o linfócito b aí a gente vai ter a proliferação produção de anticorpos sobrevivência formação de células de memória de dos linfócitos T Então a gente tem essa perspectiva aqui pessoal aqui é como acontece no linfonodo e eu fazendo um joguinho aqui ind pro lado e pro outro é aqui é quando como acontece no linfonodo então o que que acontece no linfonodo isso tudo
na verdade eh acontece nos órgãos linfoides secundários então nos órgãos linfoides secundários O que que a gente tem aqui é o exemplo do linfonodo a gente vai ter chegando no linfonodo a gente vai ter as células apresentadoras de antígeno lembra das células apresentadoras de antígenos que principalmente isso aqui deve ser uma célula dendrítica porque elas são as únicas que conseguem ativar o linfócito t virgem então chegam as células eh dendríticas apresentam and e estimulando o linfócito t virgem esse linfócito T virgem vai se proliferar fazer aquilo tudo que a gente viu na aula passada vai
amadurecer vai se tornar as células efetoras vai ficar uma parte de memória e o micróbio pessoal também Chega de forma solúvel e muitas vezes chega eh pregado grudado na nos dendritos das células dendríticas e o o linfócito b Reconhece esse micróbio e fagocita Então a partir do momento que o linfócito b consegue fagocitar esse micróbio esse mesmo micróbio que chega aqui ele consegue fagocitar apresentar V MHC da Classe 2 ao linfonodo que já tá e estimulado pela célula dendrítica a gente vai ter a que os estimuladores e tudo mais e esse linf vai sear em
plasmo e começar a produzir é anticorpos professor ele consegue produzir anticorpos desde aqui consegue os anticorpos que eles que ele vai produzir a partir do momento que ele entra em contato com a célula apresentadora de antigo vai ser a IGM aquela primeira imunoglobulina que a gente produz e depois como é que acontece pessoal o essa interação entre linfócito t e B acontece rapidamente assim não demora para acontecer mas para que é o linfócito b consiga se desenvolver fazer a mudança de classe junto com o linfócito t essa ajuda do linfócito T consiga surtir efeito no
linfócito B na primeira e na primeira infecção numa prima infecção que a gente tá falando aqui demora 6 dias então que que acontece até que o linfócito t consiga realmente agir os seis dias né que ele consiga agir sobre o linfócito b o que que o linfócito b vai produzir e e é por isso que no início da infecção a gente produz IGM porque essa interação aqui demora no mínimo se dias para ser efetiva demora no mínimo se dias para que o para que o linfócito b comece a produzir IgG então por isso que a
gente demora no mínimo se dias para começar a produzir para produzir IgG IGM a gente produz rapidamente e a gente começa a produzir já no segundo dia mais ou menos a gente começa a produzir GM às vezes ela não é detectada porque os ponto de corte que a gente usa é é muito alto e a gente não consegue detectar porque ela ainda tá começando a ser produzida Então tá em baixa quantidade no organismo mas com dois dias a gente já produz IGM e IGG a gente já só vai começar a produzir com seis dias na
prima infecção Então até ela ser detectada Então vai ir para oit ou 9 dias a IgG então o que que a gente tem a gente tem numa prima infecção que que acontece vai chegar o antígeno aqui no linfonodo ou no órgão linfoide secundário vai chegar esse esse antígeno e com uma célula dendrítica a célula dendrítica vai eh estimular vai eh ativar o linfócito t virgem ao mesmo tempo esse micróbio também Chega de forma solúvel também Chega muitas vezes eh aqui grudado e aderido na verdade não uma palavr mais bonit né aderido Aos dendritos já célula
dendrítica e o que que acontece o linfócito b fagocita e começa a produzir anticorpos só que qual vai ser esse anticorpo que ele vai produzir IGM por isso que a gente detecta primeiro IGM na corrente sanguínea antes de IgG na prima infecção e para ele produzir GG o que que precisa precisa que ele entre em contato com o linfócito t t auxiliar Provavelmente o th2 então o que que vai acontecer esse contato com o linfócito th2 faz com que o linfócito b mude a a produção de de imunoglobulina de IGM para IgG normalmente Pode ser
iga ou iG mas a gente tem normalmente IGM para IgG vai depender muito da situação pessoal a gente vai ver ainda em quais situações cada imunoglobulina é produzida Então a gente vai ter essa mudança de classe aqui a gente vai ter uma sobrevivência maior desse linfócito porque se ele não se se ele não é estimulado pelo linfócito auxiliar ele vai viver menos não vai ter linfócito de memória para que haja linfócito B de memória é necessária essa estimulação pelo linfócito T se não houver o linfócito t não vai ter a estimulação da memória imunológica então
por isso que as pessoas que TM imunodeficiência os animais que TM imunodeficiência eh que tem algum vírus que que atinge principalmente os ni fossos T auxiliares eles são imunodeficientes porque não vão gerar memória é extremamente necessário o papel do linfócito T auxiliar para geração de memória então por exemplo um um gato que tem Fiv né que é o vírus da imunodeficiência felina o que que vai acontecer vai atacar também os linfócitos t e ele não vai produzir e linfócitos B de memória então toda vez que ele entra em contato com antígeno é como se ele
entrasse a primeira vez e o organismo demora muito a a responder e por isso que adoece mais e por isso que tem muitos problemas e de origem imunológica alguns microrganismos bestas que não não iram causar nada naquele indivíduo que tem essa imunodeficiência de linfocito T é uma doença grave isso acontece também no HIV em humanos pessoal o vírus já imunodeficiência o que que acontece e muitas vezes o um portador de HIV ele vai morrer de um uma pneumonia uma coisa que não é um não é problema para uma pessoa imune competente a pessoa imune competente
consegue e tomando os remédios e Se Curar rapidamente de uma pneumonia para um HIV positiva é mais difícil por quê Porque vai ser só os remédios ali tentando combater o as células elas vão estar um pouco at tônicas sem fazer nada porque o linfos ter auxiliar Apesar dele ter de auxiliar ele é extremamente importante para o desenvolvimento tanto da resposta imun adaptativa como da memória imunológica então uma vacina no HIV positivo não causa uma o que o que causa numa pessoa competente eh imunocompetente que a gente chama que vai produzir memória por quê Porque os
T os linfócitos T deles vai vão estar Eh esses T auxiliar vão estar com problemas então eles não vão conseguir estimular o linfócito b a produzir anticorpo e a Gerar células de memória então eu eu sugiro para que vocês entendam a importância do linfócito T que vocês Leiam sobre imunodeficiência principalmente os vírus vocês Leiam sobre o vírus da da imunodeficiência felina vocês Leiam também sobre o HIV o que que causa o HIV no ser humano então eu sugiro que vocês Leiam isso e para que vocês consigam entender direitinho que isso aí é muito importante é
uma aplicação PR dessa interação entre linfos tb para a nossa rotina né Para que vocês consigam chegar lá na clínica entendendo direitinho o papel do linfócito t e do linfócito b então Leiam aqui pessoal é mostrando a resposta imuno primária como acontece a resposta imuno primária O que que a gente tem a gente pode considerar isso aqui pessoal a resposta imuno primária resposta imuno primária a gente tem a a célula dendrítica chegando aqui é ativando o linfócito th2 tá vendo que é th2 ela ela secretou ocina 1 então é th2 então transformou esse linfócito naive
ou neive ou virgem em linfócito th2 esse linfos th2 concomitantemente né ao mesmo tempo que ele é ele é ativado e vem um linfócito b para cá para fazer também a coestimulação dele que como é que ele tá sendo tá co estimulando esse esse linfócito th2 ó ele vai pegar aqui o antígeno solúvel que eu disse a vocês que às vezes esse antígeno vem tanto aqui aderido à célula dedrítica como solúvel Então vai pegar aqui esse antígeno solúvel vai fagocitar e vai apresentar ativou esse linfos th2 ativou gerou resposta gerou anticorpos gerou th2 de memória
gerou linfócito B de memória e numa segunda infecção o que que vai acontecer a gente não precisa da célula dendrítica fazendo essa coestimulação o próprio linfócito vai fazer essa coestimulação no linfócito th2 o próprio linfócito B pode eh aqui fagocitar tá vendo o respost mundo secundário Ou seja no segundo contato com o mesmo antígeno o próprio linfócito B pode fagocitar esse an oo e apresentar para o linfos th2 diretamente sem a necessidade da célula dendrítica e isso aqui pessoal vai ser muito mais rápido por quê Porque a gente já tem linfócito B de memória a
gente já tem linfócito t de memória Então o que demoraria eh a IgG vamos dizer que demoraria 8 9 dias para ser produzida que a IgG é a melhor imunoglobulina mais específica que se liga bem direitinho ao antígeno que consegue chegar em vários lugares porque ela é Menorzinha do que a IGM então a IgG que demoraria 8 10 dias para ser produzida em uma quantidade boa que que que a gente consiga detectar e que seja e que seja protetora isso aqui vai acontecer em dois dias no máximo Então é dessa forma que acontece a memória
imunológica como é que ela ajuda ela ajuda na rapidez Então essa interação essa primeira interação aqui demora bastante pessoal pode demorar até 15 dias para acontecer a gente diz que a partir de 6 dias já pode começar a produzir IgG IGM começa com dois dias a gente já tem IGM mas para produzir IgG só a partir de seis dias e pra gente ter uma quantidade boa de IgG detectável vai para 8 a 10 dias então numa segunda e numa segunda exposição ao antígeno isso aqui acontece em dois dias minha gente IGM imediatamente é e G
dois dias já estão no pico já tá produzindo bastante então a gente vai ver uns gráficos para que vocês consigam entender e a respostao primária e a resposta secundária daqui a pouco então por que a respostao primária demora porque os Enos estão e chegando estão e se se se se familiarizando com aquele antio Nunca entrar em contato então é a primeira vez que eles estão entrando em contato então eles precisam de tempo para produzir esse actor precisam de tempo para produzir C toxinas a serem ativados produzirem células de memória e numa segunda resposta que a
gente já tem essas células essa etapa já foi pulada esse negócio dessa com estimulação por seis dias já foi pulado a gente já vai ter células de memória então o que que vai acontecer a gente já vai pular diretamente dessa parte aqui ó de muita coestimulação de horas dias de estimulação lá no órgão linfo secundário para essa aqui que basta essa apresentação de antígeno pra gente ter a ativação a a diferenciação a produção de anticorpos e a gente vai ver que no segundo contato a produção de anticorpos é muito maior do que no primeiro contato
então é é por isso que muitas vezes a gente toma duas vezes a vacina a gente sempre toma reforço por quê Porque no primeiro contato a gente vai ver o que que acontece no segundo contato também eu acho eu acho que vocês vão conseguir visualizar melhor nos gráficos vamos lá que a gente vai falar daqui a pouco aqui é mostrando as formas que a gente tem do linf B ser ativado pessoal aqui o linfócito b pode ser ativado como a gente já falou diretamente através do antígeno solúvel o antígeno solúvel chega lá no linfonodo e
ele se liga ao linfócito b e o linfócito b começa a produzir anticorpos ativa e produz anticorpos se ele for ativado pessoal dessa forma aqui sem a presença do linfos T A gente vai ter iG M sendo produzido e não iG aqui também ó o linfócito b pode ser ativado através dos antígenos que vê aderidos à célula dendrítica aqui a célula dendrítica cheia de de antígenos adheridos então o linfócito b pode fagocitar esses antígenos se proliferar e produzir e se transformar em plasmócito e o e também através e o linfócito b pode fagocitar esse antigeno
e apresentar o linfócito th2 a partir do momento que ele f [Música] e apresenta o linfócito th2 ele vai ser ativado vai ter todas aquelas cinas sendo produzidas e a gente vai ter aqui a ativação proliferação e transformação em plasmó A diferença é que quando a gente tem o th2 a gente tem a mudança de classe que demora de seis a 7 dias na prima infecção Então a gente vai ter não só IGM sendo produzida mas também IgG iga ou iG iG vai depender da situação que a gente vai falar mais na frente Então para
que haja a mudança de classe ou seja o l o linfócito b o plasmócito no caso é deixe de produzir mais higiene para produzir uma imunoglobulina mais específica a gente precisa do linfócito T aqui precisa eh ele é indispensável aqui é mostrando também outra forma de de estimulação do linfócito B que é um linfócito B pessoal e aqui é um microrganismo chegando e entrando em contato com o linfócito B aqui é o receptor de membrana que eu disse a vocês que é uma imunoglobulina o BCR é o IGM de membrana imunoglobulina e aqui mostrando um
có estimulador que faz com que ele consiga que é um cimador do do complemento do sistema complemento é um receptor do sistema complemento então ele consegue se ligar aqui ao C3 D que tá ligado ao antígeno e aqui ele consegue fag itar e ativar essa célula B só que como eu disse a vocês ele consegue ativar essa célula B consegue a célula b não precisa do linfócito T para ser ativada assim ela não precisa do linfócito T para produzir anticorpo Mas se a gente não tiver o linfócito t para produzir anticorpos ela só vai produzir
GM e pouco não é muito GM então o que que a gente quer a gente quer que aja com a estimulação pelo linfócito t para Que ela possa produzir muito mais imunoglobulinas porque o linfócito T vai co estimular a o linfócito b e também a já mudança de classe para imunoglobulina mais específica como no caso a mudança de classe da imunoglobulina IGM para IgG C toxinas envolvidas na coestimulação do linfócito T aqui ó Quais são as citocinas que a gente vê o linfócito th2 produzindo para o linfócito b interleucina 4 interleucina a interleucina 4 promove
crescimento e diferenciação do linfócito B eusina 5 e 6 que promove diferencia a transformação né a diferenciação de linfócito B em plasmócito e interleucina 13 que tem a função da interleucina qu ó Lembra que eu falei que os antígenos a gente tem e os linfócitos B eles necess eles não necessitam necessariamente do linfócito T Então a gente tem dois tipos de antígenos quais são eles a gente chama de e são antígenos T dependentes e antígenos t Independentes O que é isso um antígeno t dependente é um antígeno que necessita de uma resposta e necessita da
do linfócito T para que o linfócito D O linfócito B consiga responder a ele Como assim professora se o antígeno for proteico ou seja se a gente tiver um antígeno ali os epítopos lembra daqueles epítopos lembra daquele daquele da formação dos antígenos que a gente falou se é proteico se é polissacarideo cel lipídico então se o antígeno for proteico a resposta pelo linfócito B Ela depende da qual estimulação do linfócito T que a gente chama de é um antigeno t dependente ou seja para que o linfócito b responda consiga produzir anticorpos contra Aquele antígeno é
necessário que o linfócito ter este T de tatu esteja ali envolvido co estimulando o linfócito b Deu para entender se o antígeno for proteico a gente diz que ele é um antigo T dependente ou seja ele precisa do linfócito T auxiliar ali ajudando ao linfócito B para produzir anticorpos contra aquele antígeno já os antígenos T independente O que é isso são antígenos que não necessit do linfócito T na jogada não precisa do linfócito T na jogada Quais são esses tipos de antígenos que não precisam da estimulação do linfócito T antígenos de polisacaridos lipídios e Outros
antígenos Não proteicos Então qual é o qual é a vantagem a vantagem é que não vai precisar do limfo T então uma pessoa com eh com imunossupressão né com algum problema no linfócito t ela consegue responder a antigos T Independentes porque não vai precisar do T linfos t e se ela tem problema com l fosso T Então deveria estar de boa deveria por quê Porque ele é independente é o aquele antígeno consegue o organismo consegue responder aquele antígeno sem o linfócito t consegue só que o mesmo problema vai continuar eh aquele linfócito b não vai
produzir grande quantidade de IgG a IGM que vai ser produzida não é de boa qualidade ou seja não vai se ligar bem direitinho a um antigo então o que que a gente vai ter a gente vai ter uma resposta fraca de anticorpos não vamos ter uma resposta longa e duradora e tampouco teremos resposta de memória não vamos ter eh e linfócitos de memória linfócitos B de memória então deu para entender que a gente tem antígenos e dependendo do antígeno o linfócito b consegue responder sem a ajuda do linfócito T consegue responder mas não é legal
por quê Porque não vai gerar memória porque não vai gerar imunoglobulina de boa qualidade e e os antígenos T dependente é aqueles que necessitam do linfócito T que são os antígenos proteícos então eles precisam do linfócito T pessoal para responder eh para produzir anticorpos Então os antos proteicos precisam do linfócito t e o linfócito b na verdade precisa do linfócito T para responder a antígenos proteos Então essa é a diferença entre resposta T dependente e resposta T independente ente Quem gera muita resposta ter independente é salmonela e esqueria cole e por isso que é tão
difícil você ter uma imunidade contra elas porque se elas geram a resposta T independente você não desenvolve memória então Toda vez que você entrar em contato com esses antígenos você vai desenvolver a doença que você não desenvolveu memória imunológica Então esse é um grande gargalo eh tanto na produção de vacinas como também pra própria imunidade é conseguir fazer com que o antígeno o linfócito t participe dessa resposta imunológica tem que participar pra produção de anticorpos ser legal ser boa gerar memória precisa do linfócito T aí na jogada aqui é mostrando o antígeno t dependente ou
seja aqui é um antigo proteico e que necessita eh Obrigatoriamente da célula T auxiliando aqui ó a gente tá vendo aqui os ligantes e tudo mais e aí toxinas estimulando o linfócito b e aqui o antígeno t independente tá vendo aqui ó se ligando aqui diretamente ao linfócito b e aqui vai ser produzido principalmente IGM ao invés de IgG aqui é só mostrando a a a as fases de ativação do linfócito b então entrada no Cico celular primeiramente o que que vai acontecer a expansão conal isso aqui é a expansão conal ele vai formar vários
Clones para esse antígeno específico que se ligou aqui ao linfócito b então vai se formar vários Clones específicos para esse antígeno em questão vai ter a expressão aumentada de b17 lembra b17 é um daqueles coestimuladores que vai se ligar ao linfócito T auxiliar expressão aumentada de dos receptores de citocina por quê Porque já tá se preparando para receber as C toxinas produzidas pelos linfos T auxiliares e a gente vai ver isso melhor na nos órgãos linfoides que eles vão migrar pros folículos linfoides atrás das células té auxiliares justamente Para que ocorra essa interação entre linfócito
t e linfócito b e nessa primeira fase secreção de baixos níveis de IGM como eu disse a vocês a IGM começa a ser produzida até rapidamente só que em baixos níveis então para ela ser detectada a gente demora dois a três dias para conseguir detectar hgm se o o teste fou muito bom viu Tem teste que só consegue detectar higi com se 7 dias então Varia muito também do antigeno dos Testes mas a produção de IGM começa mais ou menos com dois dias aqui só mostrando mais mais uma vez essa foto é do Abas mostrando
mais uma vez eh O linfócito B sendo sendo ativado depois proliferação se transformando em plasmó uma parte da célula B vai entrar para vai ficar de memória pro segundo contato para ser mais rápido a resposta e outra parte entra em apoptose aqui eu sou mostrando o passo a passo do que acontece ligação do antígeno a imunoglobulina de membrana aquela imunoglobulina o BCR ativação do linfócito B apresentação do antígeno ao linfócito T então o linfócito b vai apresentar o linfócito t Em contrapartida o que que acontece o linfócito b eh produz C toxinas que faz com
que o linfócito b mude para plasm e Produza anticorpos e principalmente anticorpos específicos que são IgG iG ou iG então isso faz com que aumenta a sobrevivência aumenta a quantidade de mitose que ele vai fazer expressão de moléculas de adesão receptores de citocinas e migração Fas ricas em linf t que a gente chama de centro germinativo dos linfonodos amente Quais qual é a a imunoglobulina que é uma proteína imunoglobulina anticorpo é uma proteína Qual a primeira proteína Qual a primeira anticorpo que o linfócito b transformado em plasmócito vai produzir IGM depois com a interação prolongada
entre linfócito t e B é que ele vai mudar de classe que a gente chama que ele vai produzir iga IgG ou iG dependendo da situação e essa mudança acontece naquela cadeia pesada aquela cadeia pesada que vai dizer se é IGM IgG iG ou iga aquela cadeia pesada que é não variável daquela região FC é que vai fazer essa mudança e quais são as as interleucinas que atuam diretamente nessa mudança de classe telina 4 5 6 interferon NF são as principais interleucinas as substâncias que são produzidas por linfócito t e atua nessas mudanças de classes
plasmócito é oócito b ativado estimulado e pleno funcionamento e ele tem o que que a gente vê no plasmó o citoplasma vantajoso complexo de goj bem eminente río endoplasmático rugoso por que isso tudo porque agora ele é a máquina de produção de proteína é a máquina de produção de anticorpos então por isso que ele tem esse citoplasma e essas organelas estão evidentes ó aqui o linfócito é b em em repouso e aqui ele transformado em plasmócito dá para ver claramente a proeminência né o desenvolvimento do citoplasma dele por quê Porque ele vai precisar de local
de espaço para produzir essas proteínas aqui a gente consegue ver melhor ainda esse citoplasma ó bem avantajado aqui pessoal a gente tá consegue observar a produção de IgG e IGM dias depois da infecção da exposição pode ser uma vacina pode pode ser uma infecção por um antígeno pode então Issa é a resposta primária o que que acontece na resposta primária ao antígeno então ó aqui eu tive a primeiro contato com o antígeno nesse primeiro contato a produção de de imunoglobulina e de células demora um pouco mais ó aqui eu tenho o meu Ápice de produção
de célula de desenvolvimento de plasma noos com 7 dias pessoal com 7 dias tá vendo aqui e a principal imunoglobulina que é produzida nesse cominho é IGM ó e a gente tem produção de IgG tem pequena mas tem nesse primeiro contato a gente tem uma pequena produção de IgG e depois de sei lá vamos dizer que aqui seja 20 dias depois de 20 dias a gente vai ter uma baixa produção de IgG vai continuar a produção pequena de IgG IGM vai desaparecer e vai continuar IgG em pequena quantidade mas vai continuar e numa segunda infecção
com o mesmo antigo o que que vai acontecer na segunda infecção com o mesmo antigo a gente vai ter uma resposta muito mais rápida olha aqui pessoal com três dias olha aqui o pico calma aí olha aqui o pico com TR Dias Olha a quantidade de de anticorpos de células que já T sido produzido em relação ao segundo contato que demorou 7 dias para ter esse pipo então com três dias você tem é é muito mais rápido e a potência dessa dessa resposta é muito maior Dobra a quantidade de imunoglobulina de células de tudo que
vai est ali envolvido por quê Porque você já tem células de memória então além de você pular muitas etapas você consegue estimular mais rapidamente ess essas células então a resposta é muito mais rápida e aqui a possibilidade de você se livrar da doença é muito maior a doença é você se sentir doente você pode estar infectado porém estar saudável sem doença doença é você ter aqueles sinais simpos febre eh fadiga se for doença respiratória você vai ter espi comprometimento de pulmão e tudo mais então se você tem essa resposta rápida o seu organismo pode conter
o vírus ou a bactéria o que seja antes de provocar doença porque a resposta vai ser mais rápido e vai ser mais forte e é por isso que a gente às vezes toma uma vacina aqui por quê para evitar que nesse no segundo contato para para conseguir na verdade que no segundo contato a gente tem uma resposta mais rápida e evite a formação da doença porque aqui o que acontece com esse segundo com esse primeiro contato pode ser uma vacina pode mas aí pode ser um antigo Então você entrando em contato com o antígeno e
seu corpo deve demorando 7 dias para produzir uma resposta boa é o tempo que produz a doença você adoece você eh começa a apresentar todos os sinais clínicos então isso aqui a com a vacina a gente tenta encurtar para que a para que essa resposta seja mais rápida Deu para entender que no segundo contato a resposta é muito mais rápida é muito melhor é muito de melhor qualidade e muito mais potente você é só ver o pico desse primeiro contato e o pico desse segundo contato e o pico e a resposta do segundo contato pessoal
ela é predominantemente de IgG IGM é bem menor no primeiro contato a gente tem GM sendo produzido primeiramente e em quase que em maior quantidade cai rapidamente a produção de de GM cai Mas normalmente começa a ser produzido mais maior quantidade e nesse segundo contato não a IgG dispara a IgG a que é produzido em maior quantidade e a quantidade de GG que que é produzido é mais que o dobro do primeiro contato então a probabilidade do organismo nosso e do animal conseguir se safar daquela doença é muit maior no segundo contato e outra coisa
não sei se vocês estão conseguindo ver aqui o nível depois que continua a ser produzido de anticorpo de gg eu disse a vocês que cai continua a ser produzido uma quantidade e de GG pequena no segundo contato cai também né a quantidade de IgG só que a latência naquela produção de anticorpos constante de GG ainda é maior do que no primeiro contato então cada vez que você tem contato com aquele antígeno mais células de memória vão se formando mais células que produzem anticorpos vai se formar e a gente vai ter esse pico aqui de produção
de IgG né de de imunoglobina se tornando mais alto se fosse um terceiro contato como é que seria pessoal terceiro contato essa essa curva seria maior mais alta e também o declínio demoraria mais se você for ver aqui o declínio demora mais do que nesse e a Constância de produção de IgG também seria maior a quantidade de iG que ia ser produzido seria maior e por mais tempo aqui também mostrando da mesma forma pessoal ó no primeiro contato O que que a gente tem predominância de IGM aqui as igms e uma outra IgG no segundo
contato t t ó como é muito mais rápido essa essa curva a gente tem o Pico com 5 dias o o máximo Mas se a gente for olhar aqui com TRS a gente já tem uma grande quantidade inclusive superior aos 10 dias de do primeira da primeira exposição e a principal imunoglobulina que a gente tá vendo aqui sendo produzida é qual ó IGM IgG Desculpa pessoal IgG IGM essa aqui toda pentamérica que a gente chama que ela tem C uma Goblin aderidas e a IgG essa aqui monomérica então a gente vai ter só uma aqui
ó são as fases da resposta humoral a fase lag que é a fase de que ainda tá entrando em contato que o antgo ainda tá sendo processado pelo corpo a fase log é quando a gente tem já ativação de algum linfócito B já temos a ativação do linfócito b e produção de algumas imunoglobulinas a fase platô que é a fase que o que o o linfócito b né o plasmócito passa eh mais estável é a maior estabilidade da produção de anticorpos é a fase platô que ele chega no platô que a gente chama aqui ó
plator que é a fase de estabilidade maior produção de anticorpos e a fase de declínio que depois que passa a fase plator a gente vai ter a diminuição na produção de anticorpos aqui mostrando a quantidade de de imunoglobulina no primeiro e no segundo contato então no primeiro contato Hi GM ó a quantidade de Hi GM que é produzida é mais rápido tá vendo aqui ó que com menos de um dia que é dia weeks não do menos de uma semana a gente já tem produção de de higi E aí IgG a gente demora ali perto
de seis dias né para começar a produzir IgG lembra que tem aquela interação entre plasmócito e linfos e então a gente vai ter aqui mais um tempinho para começar a produzir GG e e no segundo contato o que que acontece com aquele mesmo antígeno eu tive eu inocule o mesmo antígeno uma segunda vez o que que vai acontecer essa mesma dose sendo aplicada numa segunda vez aí a produção de GM continua do mesmo jeito não há maior produção de GM IGM a quantidade continua a mesma da do primeiro contato e de IgG pessoal de IgG
ó mais que dobra no segundo contato então o que que a gente vê que a produção de IGM nada muda no segundo contato o que vai mudar mesmo é a quantidade de IgG que vai ser produzida que é muito maior e muito mais rápido que a quantidade de IGM por isso que no segundo contato quem predomina é IgG então o antígeno eh proteico ele vai produzir isso aqui porque o antígeno proteico vai precisar de linfócito T eh independente já o antígeno eh não protei com antígeno de polissacarídeo que não tem a a a PR presença
do linfócito T ele só vai produzir esse tipo de resposta aqui IGM e pequena quantidade de IgG pessoal praticamente sem é é irrisória a quantidade de GG que é produzido por uma estimulação sem linfócito T então a gente podia dizer por exemplo que essa aqui é a resposta do de GM né do do um de uma de um indivíduo sendo exposto ao mesmo Tigo d de duas vezes e esse antígeno ele é um antígeno proteico Por que esse antígeno é proteo porque a IGM continua do mesmo jeito continuou mas a IgG deu um salto Agora
se a IgG continuasse do mesmo jeito pessoal não DCE salto esse antígeno provavelmente era um antígeno e não proteico um antígeno de polissacarídeo ou de lipídeo porque não haveria a grande produção de IgG Então se a gente mensura e a gente tá fazendo um teste com vacina e não consegue mensurar IgG nas pessoas vacinadas provavelmente não é certeza que tem muitas coisas envolvidas não é só an corpo que diz que você tá protegido Mas provavelmente você não tá conseguindo gerar memória se o indivíduo só tá produzindo IGM não produz IgG é uma dica de que
não tá tendo memória imunológica então é pode ser que haja um problema e aquela vacina não seja eficaz Ou aquele indivíduo tem alguma deficiência nos linfócitos T também pode acontecer o indivíduo pode ter deficiência no linfócito t Então é isso que acontece no antígeno proteico sempre tem esse pico de IgG e o antígeno não proteico não tem pico de IgG se ele continuar só desse jeito pessoal não tiver pico de IgG não vai ter memória imunológica aqui a diferença entre resposta primária ou seja primeiro contato e aqui resposta secundária que é o segundo contato então
a primária da a fase lag Qual a fase lag é essa fase aqui que não há produção a fase lag demora de 5 a 10 dias já na resposta secundária ó de 1 a TR dias então pode ser que em um dia já já essa fase já não apareça mais essa fase lá pico de resposta Estreita ou seja esse pico aqui Pessoal esse pico que é o platô é estreito na resposta primária na resposta secundária esse pico ele é maior por quê porque o plat ele passa mais tempo é aquele indivíduo vai passar mais tempo
produzindo grande quantidade de imunoglobulin Então esse esse pico Ele é largo a classe produzida a gente já falou que a IGM é maior na primeiro contato a afinidade de anticorpo é baixa no primeiro contato e É alto o que é isso é a é a como é que posso te dizer é a força de ligação do anticorpo com antígeno se ela é baixa eh o antígeno consegue se desgrudar a f aquele anticorpo então não é legal que ele consiga se se desvincular rapidamente desse anticorpo é é a resposta primária é induzida por todos os antígenos
ou seja aquela resposta primária essa aqui ó aqui essa resposta primária é é induzida por todos os antígenos já a resposta secundária só por antígenos proteicos porque pra gente ter essa esse pico de IgG a gente tem que ter memória e a gente só tem memória se a gente tiver linfócito T aí envolvido na na na resposta imunização a gente com alta com altas doses de antígeno a gente [Música] eh na resposta primária para que haja a resposta primária a gente precisa de altas doses de antígeno necessita de adjuvantes resposta secundária dose baixa de antig
geralmente não são necessárias adjuvantes essa questão de imunização a gente vai ver melhor quando vai falando de vacinas para vocês verem o que são adjuvantes e por na primeira resposta para na segunda não é tão necessário Então pessoal eu vou parar aqui essa gravação e vou fazer uma só de anticorpos falando sobre os tipos de anticorpos e sobre e de quais os anticorpos são mais específicos para cada para cada situação viu Deixa eu ver só onde é que para aqui a gravação que eu já esqueci como é que lida com esse L vamos para a
gravação eu acho que é aquilo será que x ah meu Deus eu perdi minha gravação todinha Ah meu Deus