[Música] Olá, Christian Schunke aqui para gente conversar com um convidado muito especial hoje aqui do meu lado, Fábio Schunke, meu irmão e sócio da F5 digital, o qual trabalha com estratégias digitais e vai conversar com a gente sobre presença digital a partir do Google. Fábio, seja muito bem-vindo. Olá, muito obrigado pelo convite, estamos aí para falar sobre um pouquinho sobre presença digital, falar um pouquinho mais de Google, como a gente colocar a nossa marca, o nosso negócio na internet.
Vamos lá. Fábio começa contando pra gente aqui porque que presença digital é tão importante? Porque presença digital é tão importante?
Bom, assim como presença física, a gente gosta de comparar é o seguinte: tem uma loja num shopping por exemplo, as pessoas passam na frente elas te veem né? Algumas vão entrar, algumas vão entrar tu tem uma vitrine, tu tem algo que chama a atenção, assim como na presença digital. Às vezes a gente está dentro do Instagram, as vezes a gente tem um site mas não tem pessoas passando na frente do nosso Instagram, não tem pessoas passando na frente do nosso site.
A gente precisa achar maneiras de construir a nossa presença digital de modo que as pessoas estejam nos vendo aonde elas estão, e não onde a gente está. Então por exemplo a gente tinha falado numa loja num e-commerce de sapato por exemplo. Onde é que as pessoas procuram por sapatos quando elas querem comprar sapatos?
Dentro do Google, tão legal, então ela precisa estar dentro do Google quando as pessoas passarem na frente da minha loja de sapato, isso é quando elas procurarem por aquilo. E tu já começou a inserir o assunto chave aqui que é o Google. Hum, pois é.
O que que, o Google é uma ferramenta importante quando a gente está falando em presença digital, difícil de falar de presença digital sem falar de Google. Vão ser duas vertentes aqui que a gente vai conversar, primeira vertente vai ser Google, e a segunda vertente vai ser redes sociais. E aí para falar dessa presença digital eu já vou dar um spoiler que vai falar de atenção e intenção, que a gente tá cada vez falando mais sobre esses dois pilares que.
é o que sustentam a nossa presença digital hoje. Quando a gente fala de Google, a gente fala muito sobre a intenção que as pessoas têm de nos encontrar. Então como eu comentei da loja de sapato né, as pessoas têm a intenção de procurar um sapato elas vão no Google procurar por isso.
Digitam lá "comprar um sapato em Novo Hamburgo", "comprar um sapato, não comprar o melhor sapato de São Paulo", né então o Google vai te dar algumas, alguns links que ele entende que vão ser bons para ti, né então vão ser links de e-commerce, ele vai te ajudar com aqueles Google shopping né parecem nas imagenzinhas com alguns preços ali do lado, tu pode clicar e já comprar dentro do e-commerce. E a outra vertente é quando a gente chama a atenção das pessoas, que é outra maneira que a gente tem de colocar nossa presença digital na internet, que é utilizando as redes sociais. Ali nas redes sociais, não necessariamente a gente tem, as pessoas estão com a intenção de nos procurar, mas a gente tá lá aparecendo com os nossos conteúdos e por isso que se fala muito de conteúdo hoje né, muito sobre como aparecer para as pessoas que talvez gostem de mim, então eu preciso criar conteúdos que chamem atenção dela, então a gente tem alguns métodos de criação de conteúdo que vão fazer muito sentido talvez se der tempo a gente fala um pouquinho sobre esses métodos.
Como eu criar conteúdos que chamem a atenção, que a pessoa se engaja por causa que ela tem interesse naquele conteúdo, a gente consiga levar ela para um ponto de "cara realmente, esse conteúdo que faz sentido eu quero te seguir, eu quero curtir, eu quero comprar esse esse produto que tu tá me oferecendo", né então são essas duas vertentes aí que a gente pode conversar bastante. E quando a gente tá falando de intenção, a gente tá pensando justamente em um público que tá intencionado, ou seja, já tem um desejo por algum tipo de assunto, por alguma coisa que ele tá buscando ali. As vezes não necessariamente um produto né, a gente trouxe aqui então a vertente da pessoa que já tá "quero um sapato", esse cara já quer provavelmente comprar um sapato.
Mas ele poderia estar procurando por exemplo, tenho dores no pé. E aí talvez a solução poderia ser um sapato, mas ele não tá procurando por isso nesse momento, ele tá procurando por "tenho dores no pé. O que faço com essas dores no meu pé?
", "tenho, fascite plantar, o que faço para resolver fascite plantar? ", e talvez a solução seja um sapato adequado para isso. Perfeito.
Mas nesse momento, ele tá no início da jornada ali. E aí o Google vai ajudar esse cara a encontrar os conteúdos certos. Exatamente, o Google ele tenta entender o usuário e entender a necessidade do usuário.
Então se a pessoa nunca digitou por exemplo no Google que ela tem dores no pé, o Google talvez até fique um pouco perdido mas talvez o Google já saiba por exemplo, que por exemplo o Fábio gosta de correr. E se eu gosto de correr talvez faça sentido que o Google me direcione para sapatos ou melhor, para tênis, vamos usar tênis aqui. Tênis de corrida, ou tênis talvez uma atividade física que eu já faça porque o Google já sabe o que eu faço.
Como é que o Google sabe? Como é que o Google sabe? Tá chutando isso aí ou o Google sabe?
O Google sabe. Algumas coisas ele sabe. Através das nossas atividades a internet então por exemplo, vídeos que eu olho no YouTube eu olho muito tutorial de como correr.
Cara o Google já sabe. A gente tá falando de um cruzamento de dados ali, vai vindo do Youtube, vai puxando. O tal do algoritmo por trás né, esse cérebro que faz as plataformas funcionarem, ele grava alguns dados ali de acordo com os usuários, e aí quando a gente diz assim olha eu quero, por exemplo, quando a gente fala de Google né.
"Google, eu quero encontrar as pessoas que gostam de corrida", por exemplo. Como é que ele sabe quem são os usuários que gosta de corrida? Através das coisas que ele busca, através das coisas que ele curte, então a gente começa a cruzar esses dados entre redes sociais, ferramentas de pesquisa, ou ferramentas de por exemplo o YouTube que é os dois né, é uma rede social mas também é uma rede de pesquisa.
Aliás o segundo buscador né, é o segundo maior buscador, depois do Google o YouTube, que também é do Google. É a maior ferramenta hoje de pesquisa, a gente começa a entender quais são os interesses daquele usuário, quais são os possíveis conteúdos que ele vai gostar. E aí ele vai começar a te direcionar para cima disso.
Tá, então a gente tá pensando aqui que, a gente pode pegar as pessoas em diferentes estágios na jornada, caras que estão começando a pesquisar sobre algum problema, depois eles podem daqui a pouco tá pesquisando soluções e tal, a gente tá falando sempre sobre o quê? Pesquisa, né. Pessoas que estão querendo buscar mais conteúdos sobre aquele assunto que despertou o interesse, e ele vai jogar normalmente o, os buscadores.
E aí o Google é o pai dos buscadores e segundo vem já o YouTube ali atrás, e aí como é que uma marca então pensa sobre isso para conseguir posicionar, com conteúdos, com algumas informações para que ele seja ranqueado para essa pessoa que está buscando ali? A gente tem algumas maneiras de fazer isso. A gente gosta muito de falar sobre topo, meio e fundo de funil.
Então por exemplo, me me ajuda aí Christian. Topo de funil, aquela galera que, não teve contato com a tua marca ainda mas já tá ali propensa a falar contigo. A gente vai falar sobre o funil sobre esses três níveis, a gente vai falar também sobre a Pirâmide de Chet Holmes, ajuda a lembrar a falar sobre essa pirâmide também.
Topo de funil, as pessoas têm interesse né então, elas estão ali começando a, a entender que tu existe, já sabe que existe uma solução, mas elas não têm contato com a tua marca ainda. E o que que as pessoas vão procurar no Google por exemplo, que elas vão procurar dentro do Instagram, dentro de uma rede social? Certamente não vão ser aqueles produtos que já vão resolver o problema dela, junto com a tua marca né, então por exemplo, ela sabe que eu preciso de um telefone por exemplo mas não sabe que a Apple faz celulares.
Claro que agora que usar a Apple vai ficar até meio sacanagem né porque quem é que não sabe que a Apple faz celulares, mas enfim. Ainda não sabe, então essas pessoas estão lá em cima na nesse, nesse, no topo do funilzinho ali né. Procurando por exemplo qual telefone é o melhor?
Exatamente. Dicas né, algumas necessidades. Aí segundo nível, que tão no meio do funil.
Essas pessoas que estão no meio do funil, elas já sabem que existe o celular, já sabe que resolve um tipo de problema e aí elas vão começar a engajar com a tua marca de outras maneiras. Elas ainda não sabem exatamente que tu, que existe a tua marca, que tu tem um Instagram que fala sobre conteúdo, então elas não tão com esse contato tão próximo de ti. Elas não confiam em ti ainda.
Então essas pessoas estão ali no meio e aí a gente tem o fundo do funil, que é justamente as pessoas que já estão mais próximas de compra. Então elas já sabem que existe uma solução, já sabe que tu oferece essa solução e por exemplo que até a tua solução é a melhor do mercado. Né então elas estão mais para baixo, e a gente tem que falar com esses três tipos de pessoa.
Essas três pessoas os três tipos de pessoas que estão em camadas diferentes do meu funil. Então eu vou começar a produzir conteúdos dando dicas, e vai ser meu topo do funil. Aí depois eu vou dar dicas para os caras de por exemplo, não só dicas de corrida por exemplo, mas dicas de qual tênis utilizar.
Quais marcas existem no mercado hoje que produzem uma certa tecnologia, que tão desenvolvendo bons tênis, e esses vão ser do meio do funil, e depois eu vou começar a falar das minhas tecnologias, das minhas soluções, e que a minha é a melhor solução. A partir do fundo do funil então, a gente tá preparando as pessoas para que elas comprem da gente e aí sim, virem clientes da nossa marca. E isso quando a gente fala desse funil de venda né.
E agora vamos inverter e vamos falar de pirâmide. Que a gente tem um. Ele é, escritor só?
Um autor americano. Autor americano que disse que 3% das pessoas, estão prontas para comprar de ti. Isso é, a gente tem uma analogia legal que se tu for num estádio de futebol, imagina que a gente tem 10 mil pessoas no estádio de futebol e tu chegar lá e tu gritar que tu tem um produto a venda, Três por cento dessas pessoas estão prontas para comprar de ti.
"Vendo pipoca". Três por cento vão comprar pipoca naquele momento porque ela já sabe que existe, já querem então pronto. Para baixo disso tem todas as outras pessoas que não estão 100% prontas.
Então a gente vai falar do próximo nível que é o 7%. Esses 7% ele já sabe que existe a pipoca, já sabe que mata a fome, já tem essa necessidade mas elas não estão prontas para comprar, elas não vão se atirar na primeira promoção. E tão dispostas a ouvir?
Estão dispostas a te ouvir então, pode falar de pipoca que as pessoas vão estar ali escutando, vão querer saber um pouquinho mais, já estão interessadas e provavelmente vão comprar de ti porque elas estão prontas para isso. Próximo nível, os próximos 30%. Aí essas pessoas talvez já, cara, nem sei se eu quero pipoca né, para que que serve pipoca, será que eu tô com fome, será que eu tenho esse problema né.
Não sabe que a pipoca realmente resolve meu problema, e elas vão te escutar cara, mas elas não vão mais estar tão atentas, elas não estão tão prontas para comprar de ti. E quanto mais para baixo desse dessa pirâmide de Chet Holmes, menos as pessoas estão prontas para comprar o teu produto e por isso tu que tem que tratar elas de maneiras diferentes, produzindo conteúdos diferentes, para momentos diferentes. E se a gente pensar sobre sites, sites também tem algo por aí que a galera disse que site morreu, pessoal fica só na rede social, só no Instagram é o suficiente, mas na verdade a gente está pensando aqui que a gente precisa estar bem posicionado no Google com o que as pessoas estão buscando.
Então logicamente a gente pensa pô eu preciso ter uma página, eu preciso ter algo para ser encontrado. Logo, um site talvez seja ainda importante. O que tu pensa sobre isso?
Com certeza site ainda é muito importante. A gente tem que cuidar para não usar as redes sociais como um site. Sei que tem muita gente que usa nas rede social como portfólio né, ah entra ali no Instagram que tu vai ver os meus produtos, vai ver as minhas imagens, arquitetos estão usando bastante né, entra lá que eu já coloquei meus projetos no meu Instagram.
Mas são coisas diferentes né, a gente usa o Instagram hoje para se relacionar com pessoas, elas foram feitas para o relacionamento. Curtir, comentar, salvar, compartilhar. Seguir os teus amigos, as pessoas que tu gosta, as marcas que tu tem mais afinidade.
Isso é, ele não substitui o site. Agora a gente fala de site a gente fala quase como se fosse um cartão de visita assim. Eu quero conhecer mais essa marca, eu quero saber mais informações, eu quero um site.
Eu quero ver as coisas que tu tá estruturando, tá arquitetando a informação, para que eu entenda que que tu faz. Que que tu tem para me oferecer? Quais são as soluções né, o que que tu tem para me oferecer nos teus serviços, ah eu tenho problema de marketing digital, eu quero me colocar melhor minha presença digital no mercado.
Onde é que eu leio mais informações sobre isso? Né então eu vou estar num site para falar contigo. Eu quero saber quem tu é, Quem é o, quem é o Christian por exemplo.
Que que é onde é que é formado, quais são o qual é o teu currículo? Isso vai estar no teu site. Quais são as formas de contato que eu tenho contigo, o teu telefone, o teu e-mail, um formulário de contato.
Aí estão as informações que eu vou ter para me relacionar contigo mas, são informações que hoje são mais são mais centradas dentro de um site né. E aí quando a gente fala de Google, a gente vai falar muito sobre domínio. Porque o Google hoje ele não entende o Instagram como um conteúdo que tu domina, porque o Instagram ele não liberou para o Google, o Google ir lá nos teus posts e conseguir identificar o que que tem no teu post e o que que não tem, mas dentro do site ele consegue fazer isso.
E por isso que hoje quando a gente fala sobre, sobre os dois na verdade a gente diz que os dois não se substituem, porque quando a gente fala de site a gente ainda tá falando de um conteúdo mais muito mais específico, onde o Google vai conseguir entender o que tem lá dentro, ele vai indexar esse conteúdo, indexar é uma palavrinha aí que vem do inglês de index, que é justamente eu consegui pegar essa informação que tem lá dentro e colocar em algum lugar que eu consegui encontrar depois. É como se eu pegasse o conteúdo que tem dentro de um site e e classificasse isso dentro de uma biblioteca por exemplo, eu tô indexando todo o teu conteúdo. Aí depois se o usuário quer pedir mais informações sobre presença digital por exemplo, ou ele vai lá no Google digita presença digital, o Google pega essa palavra chave, vai lá na biblioteca, presença digital, quem fala sobre isso, ah o Christian fala beleza.
Vamos mostrar esse link aqui pro, pra esses usuário. Então, é pra isso que serve o site né, pra gente se classificar o nosso conteúdo na internet, e não tem como não falar de Google né, porque hoje o Google é um dos principais buscadores. Se eu não me engano, mais de 90% das pessoas estão na internet hoje por dia, elas usam, utilizam o Google para alguma busca.
A gente nem percebe né, as vezes a gente vai no Google Chrome rapidinho no navegador ali, e digita ali presença digital por exemplo. Aí apareceu automaticamente o Google, o cara digitou, entra no site e nem percebeu que na verdade ele entrou na busca, na ferramenta de pesquisa do Google. Mais de 90% utilizam diariamente o Google para fazer alguma coisa.
A gente nem grava mais sites de empresa né. Nem sabe. Tu nem grava mais "ah F5 digital ponto", tu não pensa muitas vezes.
Tu joga aonde Google, já joga lá no chromezinho, o Google né, F5 digital, Ah primeiro link provavelmente vai ser o site, e por que que o primeiro link será que por exemplo a da F5 digital. Por que que o primeiro link é da marca específico? Porque o Google tem algumas regras aí de classificação para conseguir dizer para a gente ó esse site vai aparecer antes desse, esse link vai aparecer antes daquele.
E essas regras elas começam lá em cima pelo domínio. Então por exemplo, se o nosso site hoje é F5digital. com.
br e a pessoa digita F5 digital no Google, a probabilidade dessa pessoa tá querendo nos encontrar e a gente através da F5 a gente dar. com. br se a empresa que a pessoa quer nos encontrar é muito grande.
E por isso que ele nos dá essa, esse privilégio de aparecer em primeiro lugar. Mas a gente vai falar. Então a escolha do domínio é muito importante.
A escolha do domínio é muito importante, ele é é o nível 1 de classificação. Vamos falar um pouquinho mais de Search Engine Optimization né, SEO, que é justamente como eu construir, usar técnicas para colocar o nosso site mais próximo do top 1 do das buscas do Google. Então primeiramente, domínio, o teu domínio.
com. br, teu domínio ponto, ponto net, tem vários pontos aí hoje em dia sendo utilizados né, esse é a primeira coisa. Segunda coisa, é a tua estrutura de HTML que é a linguagem de programação que não precisam ser, se apegar o que é o HTML e qual essa estrutura, hoje se tu vai utilizar plataformas e ferramentas que constrói os sites pra gente, eles já utilizam as melhores práticas do mercado para fazer isso.
Mas tu vai ter que se preocupar por exemplo, qual é o teu título da página por exemplo, então se eu vou falar de presença digital, o meu título é minha página vai ter que ser presença digital, né. O que é presença digital? Quais são os cinco pilares da presença digital?
Então eu tô tirando usando títulos que fazem sentido né, então esse é o título principal. Então essas estruturas HTML, e por terceira eu vou colocar aqui como conteúdo né, qual que é o conteúdo que tu está disponibilizando? Porque obviamente né se teu conteúdo for pobre, o Google vai entender que o teu conteúdo é pobre.
O Google tem capacidade. Aí vem um engano que as pessoas acham que "ah hoje o mundo é tão dinâmico, é tão rápido, então meu site vai ser direto ao ponto, nem vou botar muita informação. Eu coloco só um título lá, imagem e está pronto.
" E aí a gente não está proporcionando textos para que o Google possa entender o que a gente quer falar, e jogar para os usuários que estão buscando por isso. Exatamente, a gente está construindo os nossos conteúdos na internet hoje, e não tem como não falar dos nossos concorrentes. Se a F5 digital hoje produzir um conteúdo legal que falem sobre site, o nosso concorrente produzir um conteúdo mais legal, o Google vai dar mais credibilidade, vai colocar o nosso concorrente acima da gente.
E quando eu tô falando aqui sobre os acima, sobre os abaixo né, o que que é isso né? O Google tem uma, a ferramenta do Google hoje ainda desde que ele foi criado, ela funciona numa lista. E para fazer essa lista funcionar para aparecer do primeiro, o segundo e o terceiro link, ele tem que ter uma maneira de classificar e ele utiliza isso como ranking do Google né, e quem é que ele utiliza primeiro, então ele vai vai te dar uma pontuação aí essa página aqui em relação ao usuário que tá buscando com essa palavra chave, essa página aqui tem uma pontuação melhor que a outra.
E essas pontuações é o que a gente tá dizendo aqui agora, título, estrutura HTML, e o conteúdo. Então tem que se preocupar com conteúdo. E aí então a gente tá falando aqui tá, site é importante tentar ali, e aí a gente vem para aquela outra famosa frase que tem surgido que é "blog morreu né", "blog também não serve mais para nada".
E por outro lado a gente vê grandes marcas utilizando cada vez mais blogs como uma boa estratégia de presença digital para ser encontrado por conteúdos. Qual que é a diferença de pensar aqui em blog e site? Porque?
Porque tem esses dois canais aqui, qual que é a diferença entre eles? Legal, eu acabei de comentar o terceiro ponto aqui de para ser bem ranqueado é o tal do nosso conteúdo né, e uma das melhores formas da gente colocar o nosso conteúdo na internet hoje, é através de texto, através de vídeo, através de fotos, e através de áudio né, áudio a gente tá lidando cada vez mais com podcast agora e está crescendo bastante. Mas nessa ordem, o mais fácil que as plataformas tem hoje de indexar esse conteúdo, pegar esse conteúdo e botar na biblioteca é o de texto.
Então a gente não tem como deixar de falar que blog é muito importante. Tu gerar conteúdo rico hoje na internet, tu ter um blog, é muito importante. Então a gente vai falar por exemplo de presença digital de novo, eu construí artigos de 2000 caracteres 4000, 5000 caracteres, dentro de um site que a gente pode chamar de blog, qual a diferença já vou chegar nisso aí, é muito importante hoje.
Porque é, obviamente quem tem um blog, quem escreve num blog provavelmente tem um domínio sobre aquele conteúdo. E no domínio sobre aquele conteúdo, o Google vai nos dar uma relevância, vai nos colocar mais para cima no ranking, vai ser disponibilizado para os usuários, os usuários vão clicar, vão ter mais acessos e assim a gente vai ganhando mais autoridade naquele assunto. Então o blog caminha nessa linha de construir conteúdo e virar a autoridade.
A diferença de um site e às vezes um site, sempre que a gente tem um blog a gente tem um site na verdade né, site é tudo é, o site é uma página na internet. O blog, é uma página na internet, que possui artigos. Geralmente categorizados e hoje um blog é diferente de um portal né, porque o blog geralmente ele vem com essa ideia de produzir conteúdos, que não necessariamente sigam uma linha cronológica, mas tem uma biblioteca de conteúdos.
Já quando a gente fala de um portal, a gente loga o link com o portal de notícias né, onde a gente espera que eu entre lá e eu vejo as notícias mais recentes e etc. Então não deixa de ser uma, um site de conteúdo um portal de notícias, mas ele é um pouquinho diferente do blog ainda. E para nós finalizar Fábio, quando a gente pensar aqui, em artigos de blog a gente já entendeu que é uma boa forma de a gente tá ranqueado com conteúdos, que são relevantes, que as pessoas vão buscar, e isso constrói nossa presença digital.
E a gente também falou antes sobre YouTube, então quer dizer que se o YouTube também é uma boa forma de eu buscar coisas, também conteúdos em vídeo dentro do YouTube são uma boa forma de produzir esse tipo de conteúdo para ser encontrado. Então eu poderia colocar aqui que o YouTube e blogs são boas maneiras de a gente produzir conteúdos que são rastreáveis nos meios digitais, e a gente consegue assim construir a nossa presença. Com certeza Christian.
Quando a gente fala de blog e de YouTube, a gente linca essas duas estratégias, com certeza vira uma das melhores estratégias hoje que a gente tem de produção de conteúdo, e criação de autoridade né, porque os textos eles vão dar essa indexação poderosa para as ferramentas de busca, e os vídeos hoje a gente fala muito de usuário né, o usuário gosta muito de ver vídeo né? Porque geralmente no vídeo é onde a pessoa conseguiu é, organizar as ideias dela e ela tá disponibilizando aquele conteúdo em formato de vídeo, onde eu posso estar lá lavando a louça, posso estar lá dirigindo, e eu tô escutando o vídeo, áudio enfim. As coisas estão, estão vindo até mim e eu não preciso ficar prestando atenção 100% naquilo.
Então quando a gente fala dessas duas estratégias, é o que a gente mais utiliza hoje com os nossos clientes, é muito importante. Quando a gente faz um texto, esse texto pode ser utilizado também na descrição dos vídeos. Os vídeos podem ser utilizados para melhorar todo o nosso engajamento com usuário, e quando a gente fala de um blog por exemplo, a gente fala muito hoje de um blog onde tu vai ter um texto legal, vai ter um texto produzido, e lá no final no meio do blog tu vai ter assim "ah eu falo mais sobre isso no vídeo", e aí quando a gente fala de vídeo, esse vídeo geralmente está dentro do YouTube, que é uma das maiores plataformas hoje que a gente tem que disponibilizar esses vídeos para os nossos usuário.
Então se eu posso dar uma dica até né para quem tá começando com os conteúdos agora é, aprenda a fazer bons vídeos mas também aprenda a colocar esse mesmo conteúdo que tu tá fazendo em vídeo, dentro de um texto, dentro de um blog, para que o Google consiga indexar essas palavras chaves e conseguir te colocar como autoridade naquele assunto, mas também os usuários gostam de te escutar, e também percebam com autoridade, porque eles te vendo eles vão conseguir engajar mais contigo, se conectar contigo também. Acho que a gente trouxe aqui, excelentes dicas para a gente fugir um pouquinho do óbvio, que são redes sociais como Instagram, Facebook, e hoje também Tiktok, e as pessoas acabam pensando, as marcas né gerenciando as marcas, somente nessas redes. E a gente está falando aqui sobre muito fortemente sobre Google e também trazendo a parte de YouTube para mostrar que presença digital, vai além dessas redes sociais que a gente está mais está acostumado, e que a gente pode pensar em estratégias que a longo prazo muitas vezes vão ser mais eficazes né.
Fábio, muito obrigado por ter participado aqui na entrevista foi um prazer, eu acho que o pessoal vai adorar esse conteúdo aí. É muito bom ter aqui! Valeu, obrigado pelo convite e até a próxima!