E agora, sim, estou ao vivo para mais uma live de Terapias com Rafael de Abreu. E, além de terapia, aquele momento em que eu trago aqui conhecimentos e atividades trabalhadas dentro do consultório. Água aqui para que vocês possam trabalhar bem, ok?
Então, nós temos de hoje: "O que fazer com as más escolhas? " Eu escolhi esse tema e trouxe aqui hoje porque vamos partir do princípio de que, por algum motivo, ou melhor, por sermos humanos, a gente erra, certo? A gente escolhe errado.
Então, isso se torna algo meio que natural dentro da nossa vida. Ok? Então, se eu perguntar aqui a alguém que está nessa live, ele fala: "Tudo bem, é a Rita nessa live.
" E alguém pode chegar para mim e falar: "Aí, alguém pode tirar e passar, vou querer, na vida, todas as minhas escolhas foram maravilhosas. " Pode ter certeza dessa dimensão. Bom, então, a gente teve aqui a escolha errada que, de alguma maneira, faz parte da nossa vida.
É claro que, em algum momento, eu vou vir aqui para trazer a ideia de fazer uma live sobre isso, né? A gente deve diminuir as más escolhas juntos. Isso é algo que a gente tem que aprender a fazer para que consigamos, né, preferir chegar aos nossos objetivos.
Até porque o objetivo que a gente quer alcançar passa necessariamente pela diminuição das más escolhas. Então vamos lá, mas a gente tem que aprender a lidar, no primeiro momento, com o que fazer com as más escolhas. Quando eu falo "o que fazer com as más escolhas", já aconteceu, ok?
Ela já faz parte do passado. Então, vamos lá. No primeiro momento, se a gente quer lidar, eu vou fazer sempre 14 aqui a quem quiser votar.
Uma forma de quadro, né? Faz uma linha do meio e põe "ordem" e "desordem. " Como assim?
Como organizar? Se tá "ordem" e "desordem". Então, vamos ter atitudes ordenadas ou o que fazer com as más escolhas.
E vão ter atitudes desordenadas, né, com as más escolhas. É um ponto. Cês estão ouvindo bem aqui, né?
A Vanessa está no YouTube e falou que meu áudio não tá 100%. Melhor que no Instagram, né? Enfim, vamos sim.
Então, lembrando que quem quiser ir ao YouTube assistir, o meu YouTube é o mesmo nome daqui. Tá participando, Rafael de Abreu. Se vocês quiserem ir para lá, não tem problema, só vivo aqui, eu vivo lá também.
Então, tô fazendo essas duas colunas. "Ordem" de modo ordenado hoje: más escolhas; e "modo desordenado" com as más escolhas. Então, vamos começar pela parte desordenada.
Você começa a tua parte desordenada e a gente vai caminhando para uma parte interna. Então, o que fazer com as más escolhas de modo desordenado? Uma extrema reclamação.
E eu paro minha vida. Eu paro de querer enfrentar aquilo que preciso enfrentar. Eu me concentro, dedico toda minha energia em reclamar, tá certo?
Dando de toda minha energia nesse processo de reclamação. Certo? Então, fico ali frustrado ou com raiva, inconformado.
O que eu fiz? Uma má escolha! Um choque quando eu tenho uma reclamação extrema diante de uma má escolha.
Olha o que estou fazendo. Estou criando a resposta. Porque eu estou, sei lá, buscando tudo correto.
Ele falou que seria uma atitude errada diante de uma má escolha. Não, eu super foco naquilo que eu escolhi e dei errado, tá? Então, essa reclamação tem uma forma de lidar equivocada, uma forma de lidar desordenada.
Uma má escolha já aconteceu e, meus amigos, deve haver um sentimento ali. Eu fiquei irritado, eu fiquei triste, certo? Certos sentimentos vão aparecer.
Então, nosso caminho aqui não é eliminar sentimentos, mas entender que a nossa vida consegue ir além do sentimento. Então, posso ficar irritado porque errei, mas posso decidir, de forma ordenada, parar de reclamar. Eu posso me organizar e estar à frente.
Ok? Então, vamos lá, continua, né? Então, uma forma desordenada de lidar com uma má escolha seria uma excessiva reclamação, onde eu dou foco só no erro e não me mexo mais.
É só reclamando, bufando por aí, só que eu não estou pelas orelhas. Certo? Então, aqui na nossa coluna, vocês vão fazer a coluna da desordem.
Ou as más escolhas, primeiro tá ali uma reclamação excessiva. Mas vamos para o outro lado então. Vamos pensar em preencher a coluna da ordem, do que fazer ordenadamente diante de uma má escolha.
O primeiro ponto dessa parte é: aceitação, certo? Vou botar o fone aqui de novo porque tem uma criança chorando. Eu tô ouvindo ela chorando perto do meu ouvido, me deu feedback em relação ao meu áudio.
Aí, você melhorou? Se piorou, pessoal, tá aqui no Instagram. Entendeu?
Feedback, assistiu, continua ouvindo bem, normal. É só para. .
. só para, antes de continuar, é. .
. nesse feedback, por favor. Oi, Adriana, tô ouvindo bem, mas esse ano tá no YouTube.
No YouTube nada muda, então eu tô aqui, tá normal, pessoal aqui do Instagram, tudo bem? É só para eu continuar aqui. Eu amo estar bom para vocês.
Depois, feedback, por favor, para a gente se organizar e esperar 15 dias até o fim de mandar mensagem aqui. É porque eu estou vindo aqui chorando e criança chora, e eu vou me perder no raciocínio enquanto ela vai chorando. Mas um fone isola, no mais, eu vou continuar aqui.
Só de ruim, você vendo, né? Então, uma forma, né, de lidar com uma má escolha a primeira forma aqui, né, eu vou falar direito sobre a má escolha de uma forma saudável. Ordenada é a aceitação.
Ok, aceitação é que essa situação, Rafael, aceitação é que você precisa aceitar que a coisa aconteceu. Pô, a coisa aconteceu. É verdade, já foi.
Você é julgar e aceitar os erros, a receita, e quantas pessoas que podem fazer não aceitam o fato de que estão erradas. Tal pessoa é melhor que ele, pede ajuda. No que isso traz de positivo?
E é justamente o oposto dessa aceitação, que é essa espécie viva de reclamação. Isso não pode acontecer. Aí você sabia que a nossa tem que sair.
É uma aceitação na citação de que o mesmo aconteceu. Eu começo a olhar os detalhes de ser. A pessoa te falei errado porque, na verdade, eu fui vencido pela raiva.
E, ah, quando eu aceito que o erro aconteceu, que é mais fácil de lidar, eu consigo olhar. Você está assistindo? Isso precisa ser fundamental para que a gente enxergue as cores como elas são.
Então eu percebi que foi a raiva que me dominou. Eu percebi que hoje já estava meio sem paciência, então acabei não tomando conta disso. Escolhi errado.
Então, essa aceitação traz paz, porque eu enxergo de forma mais clara, com mais detalhes. Quando eu aceito meus erros, eu começo a entender cada detalhe. Ok, isso é uma coisa importante para nós: aceitar o erro que já aconteceu, que eu cometi.
Ao aceitar a forma errada que eu fiz, eu vou ter a oportunidade de agir. Você começa a ter uma reclamação, e aí eu não aceito. Eu não tenho a oportunidade de trabalhar aquela escolha ruim que eu fiz.
Certo? Então, o ponto fundamental é que a nossa coluna na parte de dor não deve ter essa excessiva reclamação. Na parte ordenada, temos a aceitação, certo?
Vamos voltar lá para a coluna do desordenado, de forma desordenada, para lidar com as escolhas. Segundo desordenado, para lidar com as escolhas, eu vejo no mundo da imaginação o que seria esse mundo da imaginação. No mundo da imaginação, eu sou super-homem.
No mundo da imaginação, eu sou alguém que faz tudo perfeitamente. Não consigo errar, não consigo imaginar errando. Eu nunca imaginei fazendo algo errado.
Olha aí, perto de certa idade, eu já comecei a errar. Quando eu fico em segundo, eu imagino a situação, e no fim, percebo que minha imaginação pode estar errada. Assim, a gente se afasta, e a imaginação cria um ideal absolutamente equivocado, absolutamente fantasioso.
É muito importante que a gente consiga visualizar essa perspectiva também: será que você não está vivendo num mundo imaginário que concebeu por algum motivo? A ideia de que você não erra e a ideia de que o erro está no seu dicionário. Então é muito importante que haja esse lugar saudável, e não dentro desse pensamento imaginário e fantasioso.
Então, a nossa coluna da forma desordenada deve abordar as mais difíceis. Vamos colocar aqui a vida no mundo imaginário na coluna de uma forma ordenada para lidar com as escolhas. A renda é o cão.
Todos esses pontos, tanto dos povos quanto do Renato, seguirão de uma certa forma, e, obviamente, quando a gente pensa na forma ordenada, também vai ter o link entre elas, né? Então, o módulo é nada. A gente entra com a realidade.
A realidade é que eu tenho uma missão de me aperfeiçoar, mas eu sei que não sou perfeito. Sei que cometo erros e coisas que até me surpreendem de uma certa forma. Porém, eu não fico preso àquele erro.
O que acontece? Eu levo em consideração que eu não sou perfeito. Sou uma pessoa que, frequentemente, comete erros.
Certo? Então, quando a gente traz essa perspectiva, quando a gente traz essa perspectiva de olhar para a realidade como algo ordenado e também para as escolhas, eu entendo que entro mais ainda naquele processo de reflexão, onde eu quero compreender as coisas, mas vou em busca do que vale a pena. Está certo?
Não ficar preso a escolhas. Quantas pessoas, os amigos, estão presos a essa dinâmica, nessa péssima realidade? Esse processo traz questões.
E vou colocar aqui: a reclamação seria o efeito da nossa equação nas circunstâncias em que estamos inseridos. Então, eu coloquei a primeira palavra que disse: o reinado de dar mais. Pois a excessiva reclamação é porque essa excessiva reclamação gera uma manipulação que é mais curta.
A gente tem uma reação inicial, pois não gostei. E, se não gostei do que aconteceu, pode ser uma reclamação. Mas eu estava aqui nessa dinâmica, e isso entra no que você está falando.
Seria uma não aceitação das circunstâncias em que estamos inseridos, da circunstância em que eu errei, da circunstância de eu estar aqui. Certo? Então, se eu começo com a primeira palavra que coloquei aqui, antes das desordens, é reclamação excessiva.
E, na ordem, foi aceitação. Então, preciso aceitar. É assim que consigo me movimentar, certo?
Então, a segunda palavrinha na coluna da desordem em relação às escolhas é viver num mundo imaginário que concebe a si mesmo de forma absolutamente fantasiosa. E, na coluna da ordem, entra a aceitação das coisas, independentemente de serem justas ou injustas. Meus amigos, ok?
Isso é um pouco importante: sejam justas ou injustas. Muitas vezes, a gente não se mexe em nada porque aconteceu algo injusto. Meus amigos aqui não eram um paraíso, e vão acontecer necessariamente injustiças.
Então, isso é um pouco como um comentário feito pela Vanessa. Tá lá no YouTube, já que essa Live está acontecendo. Aqui no YouTube e no Instagram, Vanessa parou de correr.
Juízes sempre levam ao fracasso. Tá perguntando? Ela falou que o maior castigo não é ter para caso, mas ficar desconcertada com o placar.
Não, não é todas as escolhas ruins que levam ao fracasso, e não quer dizer que o fracasso seja necessariamente um trampolim para a melhora. Tem para caspa e pode nos impulsionar. Tem escolhas que não vão levar necessariamente ao acaso.
Ok, então eu não sei onde foi, necessariamente, essa frase. Preciso de você para falar também. Tem problema?
O que é? Às vezes, essas frases têm um efeito bacana, né? A construção delas traz um efeito bacana pra gente, né?
Tipo, maior fracasso e não tem fracasso; chama de gado e desconcertada com o fracasso. É verdade, meus amigos, a quem gosta de fracassada? Ninguém gosta de ficar cansado, ninguém gosta de ar, nem gosta de língua, de se entristecer.
É, desejamos a verdade, desejamos a felicidade. Então, é um ponto importante, tá? Apareceu o pneu no perfil também, a relação mãe e filho e o fracasso de mãe e filho, né?
Ele é uma reflexão importante pra gente fazer em algum outro momento aqui, né? Então, né, seria, sei lá, não fica pouco bagunceiro seu fracasso. Então, às vezes, a palavra fracasso, essa palavra é muito grande que está usando em situações menores.
Isso também tá continuar. E na coluna da desordem, vou preencher com o nosso terceiro item, na coluna da desordem, que traz essa dimensão de mamar, relação com as esponjas, a sua forma desordenada. A terceira palavra seria o "rei morre".
O que significa? E mostra. Fica remoendo de uma forma terrível aquele acontecimento, né, me culpando, ocupando Deus, ocupando muito.
Ficaria que liquidificador batendo uma coisa que não quebra e fica aqui, aquele negócio que vai transformando a pessoa em uma pessoa mais azeda, mas de mal com a vida. Mas só se remorso é o que me deixar, o acontecimento que tá agarrado na garganta e não se mexe, não quer uma melhora. Só que ficarem remoendo.
E se for outra pessoa, que eu vou estar jogando na cara daquela pessoa o tempo inteiro, aquele remorso tá pronto. Então, é uma forma muito desordenada de lidar com as mágoas. O remorso é justamente você ficar mastigando eternamente o mau alimento e nunca fazer a digestão certa.
Eu vou ficar só mastigando o jogo, já tá perto, já é horrível, já faz mal pra mim, mas eu continuo ali só mastigando, mastigando, mastigando. Certo? Então, é um ponto importante aqui, sair dessa dinâmica do remorso.
É nossa paralisação, praticamente suicida, vamos ver assim, né? A gente pensar no contrário dessa movimentação desordenada e entrar nessa dinâmica de uma forma ordenada de dar, então, mais escolhas. Então, arrependimento: fiz, mas me arrependo disso, logo corrigir.
Olha como é uma movimentação, identifiquei. Eu fico ruim, eu vi o movimento sobre o bicho, a cama. Sueco daquela dor ainda continua em mim, com certeza vai continuar ainda durante um tempo, tá?
Porque continua, porque bati nessa parte sensível, a memória lembra, a tua imaginação tem medo de repetir aquele erro. Certo? Mas ação, outra ordenada, arrepende o problema do ar errado.
Escolhe as por no correio e a comissão. Ok? Então, arrependimento traz muito essa dinâmica, tá?
E dente medo é movimentação de conta o remorso nos amigos. Arrependesse sobre algo e se corrigir? Mas alguém pode falar assim: eu tenho um negócio, mas eu me arrependo profundamente daquilo que eu fiz.
Mas se arrepender profundamente de algo é terminar e corrigido e não terminar, rir com ele o fechamento tipo é nosso faz certo. Ryoma continua. Continua.
Quarta palavrinha entra na coluna do modo desordenado de me dar forte. Mais escolhas, venha facilidade. Eu sou muito pacífico, mas a passividade não seria a aceitação.
Não, a passividade seria um certo, né? É isso mesmo, né? Eu não tenho força para vencer nada aqui, deixa assim.
É uma cidade, é uma relação meio meu-objetal com aquele pelo menos. Ou mais, uma mais coisa já é uma vez também, né? Deixa esse negócio de dar mais, é meio tanto faz, tanto fez, né?
Deixa a vida me levar. Deixa mais escolha me levar e vai ficar sempre nessa dimensão. Ao contrário dessa passividade, quando a gente vem pra dinâmica de lidar de maneira ordenada com as mais cores, em uma atividade, pode-se dizer que proatividade é pensa atividade que me faz um movimento interno e deságua na validade pra que eu não fique parado ali.
Aceitando: eu não sou uma pessoa, nós não somos pessoas para ser vítimas das mais folhas. Nós somos pessoas que necessariamente, livremente, escolhemos o correto e vamos ter em direção correta para o bom desenvolvimento, certo? Então, nessa pegada, então, nesta perspectiva, a atividade faz com que eu não abandone meu caminho.
Apesar das más fontes, apesar de uma decisão ruim, pode ter acontecido algum motivo. Então, essa próxima idade, melhor dizendo, essa ponte de idade se coloca ali também que eu tenho que fazer. Lembra que eu falei que esses pontos são relatos?
Limpa uma coisa na, né? Então, arrependimento. Eu precisava dessa atividade, né?
Esse arrependimento, a velocidade da aceitação, esse arrependimento vai precisar na realidade, certo? Já na desordem, a reclamação porque não aconteceu como estado do mundo imaginário, né? E que a vontade de mijar e mais nada.
O que que eu amo além do normal? E além disso, eu fico me remoendo. Não sabe quantos atenção, uma passividade em relação ao peso gira, óbvio.
É um processo desordenado lidar com animais, escolhas. Meus amigos, só que tá pulando banco, fazer mais escolhas, certo? Ele tá partindo do ponto de que você não consegue, né?
Você não consegue lidar com a ideia de que você vai escolher errado. Você já tá partindo de uma escolha errada, já tá equivocado. Esse pensamento sobre o jantar estava equivocado.
Esse tipo de ação certo, então, só é algo que grita antes da remoção e abatimento da própria personalidade. É bem legal essa definição. Aí estão lá, só rica.
Pula nossa coluna para a gente ir para a nossa reta final aqui, né? Como comentei aqui na lista, lá para quem chegou agora, eu falei com o pessoal sobre fazer duas colunas e colocar no topo a desordenada. Lá em cima dessa coluna vai contigo o que fazer com as mais.
Estamos, então, com o modo desordenado e o modo ordenado. No modo desordenado, temos reclamação. Já que você chegou agora, você pode anotar aí com calma: reclamação, mundo imaginário, remorso e passividade.
Ok? Já na coluna do modo ordenado, temos aceitação, realidade, arrependimento e proatividade. Certo?
Mas, indo para os nossos finalmentes, né, temos aqui o último ponto que eu quero trazer de cada uma dessas coisas: o modo desordenado de lidar com as más escolhas é pior, é do mal. O que é piorando o mal? Esse é um ponto muito importante, pois, quando acontece uma má escolha, o que eu faço?
Eu limpo o papel, mas a reclamação dele, o mal, o remorso não queimam. A facilidade no rival é só que eu tenho que evitar essa ampliação do mal. Eu não posso correr, já que eu errei.
Agora, já que eu fiz algo mal, então, tô nem aí. É bem isso. Legal, Silva, legal.
Vou trazer mais coisas, toda essa dinâmica dos sentimentos e emoções aqui para a gente continuar. Vamos lá, terapias, tá? Então, beleza.
Temos aqui essa possibilidade de piorar o mal como uma forma desordenada de lidar com as más escolhas. Você já escolheu o modo ruim, então por que vai piorar a coisa? Certo?
Então, tem que ter essa perspectiva final aqui, que é piorar o mal. Ah, mas eu fiz uma coisa muito ruim. É mais, pode piorar tudo.
Está mal, mas isso pode, e nem está estável, se tornar pior. Ok? Então, tem que ter muito cuidado para não piorar o mal.
A dica que eu dou aqui é: preste atenção ao mal maior. Você fez uma escolha ruim. E agora, o que vem?
É um mal maior? Eu peguei algo mais caro, então: fui piorar para não criar o mal, tá? Então, na nossa coluna do fórum, além disso, lir o Reinado de lidar com as más escolhas.
Na hora, eu falei: vamos, sinceramente, nessa ordem. Podem se misturar. Pode ver uma coisa primeiro e vir, mas na ordem que eu falei aqui hoje.
Reclamação, viver num mundo imaginário, remorso, passividade e ampliação do mal. E na coluna oposta, aceitação, realidade, arrependimento, proatividade. E o último ponto que devo trazer para vocês é tirar o bem do mal.
Eu fiz uma boa escolha, uma má escolha. Qual é o bem que eu posso tirar dessa má escolha? Mas são convidados a tirar o bem de tudo, meus amigos.
Tentar tirar o bem de tudo. Bem, gente, uma escolha também que eu posso tirar daqui é: Ah, sim! Entendi.
Eu sou uma pessoa nervosa. Ou, por exemplo, acabei de descobrir algo que me deixa muito ansioso e eu acabei escolhendo errado. Opa, aqui está sendo o bem de um acontecimento ruim, de uma má escolha.
Certo? Não. Isso precisa ser um ponto natural na gente, meus amigos.
A gente combater a dinâmica daquela reclamação excessiva. A gente tem que ter como impulso inicial buscar tirar o bem do mal, já o bem das más escolhas. Mas isso é para não fazer mais mal, continuar nossas vidas.
Claro, não é mais mal; é mais puro. Não gostamos dela, iremos tirar ela do caminho, obviamente. Mas, se ela aconteceu, devemos tirar o bem dela necessariamente.
Então, obrigado! Vou deixar um bem necessário em mim, ok? E isso é uma tarefa nossa.
Aqui vai ser um bem positivo e realista. Claro que não, aqui você deve ser extremamente realista, inclusive. Por quê?
Porque se a vida é pedagógica, ao que eu sempre trago aqui para vocês, né? Então, se a vida é pedagógica, até os acontecimentos ruins, eu posso aprender algo. E, se eu posso aprender algo até num acontecimento ruim, então aprender algo num acontecimento ruim é tirar o bem do mal, ok?
Lembrando que não queremos praticar o mal, não desejamos o mal. Porém, da vida. Então já aconteceu, e o que eu vou fazer com isso?
Eu vou piorar? Ele não só me chama, mas é necessariamente tirar o bem desse mal. Porque, meus amigos, é isso.
A live de hoje está finalizada. Ó, comunidade Luz das Nações ficaram salvos aqui no Instagram e no YouTube também, tá bom? Então, a live de hoje está encerrada.
Muito obrigado pela presença de todo mundo. Ao saírem daqui, eu vou publicar o texto de hoje e ela me deixou esse recado: a importância de conhecer o próprio tamanho. Você saber do seu próprio tamanho.
Eu, por exemplo, estou me olhando muito maior do que sou ou muito menor do que sou, né? Então, esse é um ponto fundamental para a gente conseguir pensar e refletir. Lembrando vocês sempre de tocar nesse ponto, você que acompanha meu conteúdo, passa aquele esquema de reflexão.
O conteúdo aqui, quando você assistir, é direcionado para você e não para o seu amiguinho ou amiguinha, certo? Depois você pode passar para mim, limpar o amiguinho. Você pode até pedir: "Passa primeiro, faz esse conteúdo tocar em você.
Faz e possa aprender. " Falar que o Rafael mandou para mim foi, "Eu posso aprender com a reflexão. " E Rafael, foram no Instagram hoje.
Então, esse é um ponto muito importante aqui, tá bom? Então é isso. Muito obrigado a todo mundo e aqui, pessoal do YouTube, a Gabriela, Vanessa e Ana.
Kelly, Brito, Kaio, Vanessa, Alexandre, Henrique, o pessoal aqui também no Instagram tá sempre junto com. Tá bom, então é isso, pessoal, estamos juntos! Boa sexta para eu.
Tchau, tchau!