aproxima você, estudante do mercado de trabalho. Aqui você encontra oportunidades de estágio, empregos, programas de train, gestão de carreiras e ainda tem oportunidade de se relacionar com empresas parceiras da nossa universidade. Nosso programa também oferece para seus conveniados uma parceria com o núcleo de empreendedorismo da Unesc para capacitar alunos, egressos e colaboradores das empresas conveniadas.
Aqui você aluno e você empregador vão encontrar oportunidades de se relacionar, de aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula na prática, desenvolver crescimento mútuo, inovação e empreendedorismo. Para mais informações, entra em contato pelo 34312685 ou pelo e-mail carreiras@unesc. net.
>> Quanto mais você ouve, mais você gosta. Rádio Unesc 11:07. O talento dos nossos pesquisadores e os projetos que ajudam a transformar a sociedade.
Ciência em pauta. Apresentação Anderson de Jesus. [Música] เฮ [Música] [Música] Um abraço, ótima manhã para você.
Muito obrigado pela sua companhia. Quarta-feira, dia 5 de novembro de 2025, quarta-feira de tempo bom. Para quem estava com saudade dele, ele está presente.
O calor 30º nesse momento em Criciuma. Mas não fique feliz porque ele vai embora. Eh, vamos ter chegada de frente fria hoje, chuva hoje, chuva amanhã, chuva na sexta com o vento e no final de semana frio paraa época do ano.
É evidente. É, vamos ter aí uma temperatura média de 18, 20º e o frio vai se estender. Inclusive, para quem gosta de acompanhar a previsão do tempo, tem alguns modelos que mostram que em dezembro o Planalto Serrano de Santa Catarina vai ter geada, ou seja, vai est frio por aqui também.
Eh, a laninha agindo ainda eh aqui no sul do Brasil. Bom, estamos no ar eh para falar de estilo de vida, para falar de autocuidado dentro da programação da rádio NESC, apresentação de Anderson de Jesus, trabalhos técnicos do Carlos Felipe e a produção do Fernando Choque. Você pode nos acompanhar através dos nossos aplicativos para smartphones e tablets em iOS e Android.
No nosso site Unesc. net, net no canal da Unesc TV no YouTube e também no Instagram oficial da nossa universidade nas duas últimas plataformas ao vivo em áudio e vídeo. Professora Helenice de Freitas Sais, bom dia, obrigado pela presença.
>> Bom dia, obrigado pelo convite. >> Professora Flávia Rico, bom dia, obrigado pela presença. >> Bom dia, obrigada também.
Bom, vamos ter um momento para se falar sobre autocuidado, sobre saúde mental dentro do estilo Bver Unesc, que é um programa desenvolvido eh pela universidade para com os seus colaboradores. A pauta é autocuidado e saúde mental. É isso, Flávia?
>> É isso aí. E é autocuidade, saúde mental pros nossos funcionários, né? Pros nossos colegas.
Na verdade, a gente sempre conversa sobre isso, né? esse momento de parada, de de olhar para si mesmo, acaba que todo mundo sai ganhando, né? Inclusive nós que estamos aplicando, né, as as práticas nesse momento.
>> Tem um um valor importante, professora Alinice, pelo fato de que a grande maioria de nós eh eh atua no eh piloto automático, né? sai de casa, chega, trabalha, faz o que tem que fazer, vai para casa e não, por vezes ou na grande maioria das vezes, sequer percebe o tempo passar, né? >> Uhum.
Isso aí acho que é isso, é isso é a nossa realidade, é o nosso cotidiano, é o nosso dia a dia, né? E eu vejo assim que esses projetos ou movimentos que a universidade faz, né, se tornam cada vez mais necessários, né? Acho que uma questão é essa, né?
É, é um perigo quando a gente entra no piloto automático. Então é um perigo para mim, é um perigo pro outro, pro meu entorno, porque a gente vai perdendo inclusive a noção do real e inclusive a noção aquela de como que eu estou, né, verdadeiramente. Então, essas pausas, né, como a Flávia falou, esse respiro necessário, eu penso que é uma das propostas assim desse projeto e do que a gente vai tá oferecendo aí, né?
na sexta pros nossos colegas. >> Quando a gente fala de autocuidado, Flávia, é e é por vezes na grande maioria delas coisas simples, né? Aquele eu vou tirar 5 minutos, eu vou tomar um café deixando esta joça ali sem olhar, vou curtir o meu café.
E começa por aí, né? Não é evidente que não é só isso, mas também é isso. >> É exatamente isso que a gente fala, assim, às vezes a gente, isso do entrar no automático é perder essa capacidade de se concentrar no momento, né, na atenção da da do que tu estás fazendo naquele momento, né?
Então é isso, são às vezes é 5 minutos de uma deitar, respirar, né, se concentrar naquilo que tu tá fazendo. Às vezes não tem como, ai não tem como deitar, respirar, então só se concentra na naquele momento, né? Porque isso também vai interferir na vida do teu colega muitas vezes, como diz Elenice, né?
E essa nossa a nossa junção saiu por isso, assim na tentativa de eh nos enxergarmos e fazer com que os outros enxerguem isso também a partir de outras de algumas estratégias, né, que entrariam as práticas integrativas e complementares em saúde. a gente tava aqui há pouco falando, né, sobre eh graduação, enfim, lembrando o nosso tempo de eh um pouquinho da da nossa da da nosso período mais jovem, vamos dizer assim. Somos jovens há mais tempo, eu há mais tempo que vocês, inclusive.
Eh, eu lembro que na minha época de graduação, eu tinha um momento para falar com o professor, né, que era sala de aula, né, e deu, né, e aí eh, se não rolasse naquela semana, eu tinha que esperar a outra semana, né? Eh, hoje não. Hoje o acesso está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Eh, eh, eh, a tecnologia, evidente, ela é uma ferramenta espetacular, sensacional, nos ajuda muito, mas nesse quesito ter o meu tempo, ela tem atrapalhado, né? >> Uhum. Eu penso que assim, a gente eh não tem como negar, como tu falasse, os benefícios, o conforto, a praticidade, né?
Mas a gente tem que também de vez em quando parar e pensar eh numa frase que vai dizer o seguinte, ó. Tudo que é demais ou tudo que é muito fácil, a gente tem que desconfiar, né? Então, tudo aquilo que eu gera, né, gera em mim uma certa dependência, que a gente sabe que vive numa dependência, porque se eu estou aqui com vocês agora e eu deixo o meu aparelho celular em casa, qual é a sensação que a gente tem, né?
Perigo eu sair daqui, eu vou ter que ir lá em casa pegar, né? Porque eu tô perdendo alguma coisa, tá acontecendo algo, eu não acompanho. Mas isso é uma reflexão.
O que que eu tenho que verdadeiramente acompanhar? Será que tudo que a gente acompanha nesse, vamos dizer, estado que a gente entra de extrema, né, não só agitação interna, mas principalmente, eu vejo da nossa mente, porque é muita informação, é muita coisa, né? Então, que nos permite, né, efetivamente assim, ó, eu estar ali, como a Flávia falou, né?
Então, realmente isso traz, né, traz benefícios, mas a gente vê que também a gente tem que eh ter um certo critério, né, adotar práticas mesmo, né? Hoje tem muitos nomes, vamos fazer uma higiene do celular, vamos usar ele de uma forma mais crítica, mais consciente e outros tantos nomes e inclusive até estudos mostrando, né, essa nossa relação aí. E aí pensa com a inteligência artificial, então, né?
>> É que as coisas estão mudando. >> É, as coisas estão mudando. Então assim, eh, isso vai fazer cada vez mais parte, não tem como, não tem um retrocesso nisso, porém merece cuidado, muito cuidado, principalmente pensando em saúde mental.
É, o problema é que aí usando a questão da inteligência artificial, ligada também a essa dependência do celular, há quem, por exemplo, estou eh com o coração acelerado, mão suando e vai lá e pergunta pra IA. Aíá virou eh terapeuta e médico e por vezes farmacêutico. >> Várias vezes farmacêutico.
Então eu acho que esse momento exige ainda mais de nós, né, de a gente entender até onde ela, porque como Elení fala, ela ela tá aí, ela ela veio para nos ajudar, né? A gente sabe disso, pode facilitar muita coisa, mas por outro lado é mais uma coisa que pode nos tirar do nosso eixo, né? e voltar pro nosso eixo e se e se conectar consigo mesmo depende exclusivamente da gente.
E é isso às vezes por coisas simples, né? Tu prestar atenção na hora que escova os dentes e não tá pegando a escova, não sei quê, não sei quê, não sei quê, fazendo mil coisas ao mesmo tempo, né? Antigamente se dizia: "Ah, eu sou mulher, eu faço mil coisas ao mesmo tempo".
Isso não é um elogio, né? com orgulho. >> Isso.
Muito pelo contrário, isso não deveria ser um elogio. Eu acho que e a vida tá assim, né? Cada vez mais urgências, cada vez mais coisas para fazer.
Então a gente tem esse espaço dentro da Unesc. Eu até preciso falar isso que é importante cada vez mais, né, aumentar isso dentro da nossa universidade, que agora nessa nova gestão vem com mais força, enfim, e que a gente espere que prospere. Eh, é extremamente necessário para que a gente possa, inclusive, já falei antes, mas vale a pena ressaltar, melhorar a relação entre as pessoas para que a gente venha com vontade de trabalhar e que isso seja um estímulo, porque a pessoa não só faça isso aqui, mas que ela consiga fazer, criar estratégias dentro de casa, né, >> para prestar mais atenção em si mesmo.
Eh, e óbvio, né, inteligência artificial tá aí para nos ajudar. E que bom, né? Uhum.
>> Mas ela não pode atrapalhar, né? >> Eh, eu eu já tive eh eh em alguns momentos assim que eu com um colega ou mesmo em casa, me dá 5 minutos que eu quero ouvir o silêncio. É só isso que eu quero.
>> É um sinal de que aquele foi um dia que saturou, né? É, é, serve de sinal. >> Não deveria ser, né?
Deveria ser importante tu dizer agora é os meus cinco. É, >> né? >> Uhum.
>> Mas >> mas eu tinha que ser na tinha que ser naquele momento, senão eu vou eu vou chutar a canela de alguém. me dá 5 minutos só para eu fazer nada. >> É importante entender isso, né?
>> Eu acho que a e como eu falei, não deveria chegar nesse ponto, né? A gente já deveria conseguir eh >> se tá conectado com isso antes de chegar no ponto de explodir. >> A gente sabe que também isso é um exercício, eu acho, né?
né, Lení? Pode falar melhor do que eu, mas eu acho que a gente ter a consciência de que é necessário isso, esse tempo e a gente pensar, né, em se cuidar, em se gostar, em, né, é importante inclusive para que o teu trabalho flua da melhor maneira e que tu não chegue no ponto de ficar doente, porque aí entram outras coisas, né? Eh, esse estourar, esse essa essa exigência, essa autocobrança que a gente coloca, né, em nós mesmos, acaba estourando em algum lugar.
>> Uhum. >> Né? Eu que trabalho com acupuntura também, a gente vê isso todo dia.
Se as pessoas não extravazarem de alguma forma, elas vão ficar, vão afetar algum órgão. Isso é claro, não tem mais interligado. >> É, então é a nossa saúde mental.
É por isso que eu tenho sempre Elení do meu lado, nosso psíico maravilhosa. E >> tem uma coisa interessante aí que a Flávia falou, eu fiquei eh refletindo. Pense o seguinte, se a Organização Mundial de Saúde vai dizer que ter saúde é o quê, tá?
É a gente ter um bem-estar físico, mental e social. Então, tudo aquilo que afeta essa sensação nossa de bem-estar, a gente tem que questionar. Então, por mais legal que sejam as tecnologias e enfim, o que que a gente sempre costuma ouvir a associado, né?
Ah, é bom, mas eu não aguento mais receber mensagem, eu não consigo ficar em paz, sempre tem alguma coisa, né? Sempre tem uma demanda aqui que eu não consegui cumprir, né? Então, o uso disso aqui deveria envolver assim como eu estar vivo e estar vivendo, né?
E aí não é só porque eu sou psicóloga, mas também por ser, e a gente estuda e sabe da importância disso, que o bem-estar emocional e psicológico são fundamentais pra gente conseguir gerenciar, senão a gente não gerencia isso, né? Então, ah, o que a gente trabalha talvez aí ou tenta trazer nesse momento, né, e tá alinhado com isso que a Organização Mundial de Saúde diz, com a política nacional, né, de cuidado, né, das práticas integrativas e complementares, é que se a gente não tem tempo, né, se não tem alguém ali para vir dar uma cutucadinha, né, de vez em quando te perguntar assim, bom, OK, mas assim, olha como é que tu ficou, será que precis precisa tanto. Será que isso tá sendo bom?
Será que se eu não tenho esse espaço, a gente entra nesse automático, né? E aí a gente tá olhando talvez aí mais para um bem-estar emocional. Falar em bem-estar psicológico é a coisa mais profunda.
Eu já teria que entrar no autoconhecimento, numa psicoterapia que também é legal, também é importante. Mas só o fato de eu parar, reconhecer um pouquinho a emoção, me equilibrar, né, Flávia? a gente tem essa experiência assim aqui, né, de ver com os colegas, né?
Eh, foram 50 minutos, mas 50 minutos que isso repercute na minha vida, na minha semana, né? E as pessoas voltam trazendo um relato muito positivo, né? De que realmente é necessário, a gente precisa, precisamos muito desses espaços, né?
E um bom termômetro é isso, é a gente pensar um pouquinho em bem-estar. né? Isso é a base da saúde mental.
>> E agora as complementando isso, agora as instituições têm uma >> nova exigência aí, né? >> É, então precisamos cuidar dos nossos funcionários, né? Dos funcionários.
>> Isso é um desafio, é algo novo. A gente enfrenta barreiras, muitas. Acho que a gente não pode deixar de esquecer de falar nisso, mas tudo que é novo, né, a gente sabe eh que realmente num primeiro momento, como é o desconhecido, né, isso causa um estranhamento.
Uhum. >> Né, mas a gente também entende e vê que é um momento assim que isso não vai voltar para trás, né? A gente tem políticas aí assegurando isso, mostrando, né?
Isso cada vez, né, assim, com mais resultados, né, e a gente enquanto instituição, enquanto formadora e e eu creio que também assim a gente tá na vanguarda, eu vejo a Unesc na vanguarda >> de muitas coisas, né? Então, eh, a gente tem bastante orgulho assim de estar aqui, de poder falar sobre isso, né, Flávia, e gratidão e também na esperança e na expectativa de que esses espaços se ampli, a gente possa ver efetivado um um plano, um programa, né, que >> realmente, né, é, e que sirva isso que se desenvolve eh a partir de agora na universidade como exemplo para outras empresas, porque a norma ela surge porque eh as pessoas eh eh entendem o seguinte, olha, teu funcionário que você por vezes, e aí a gente tem uma série de empresas que assim o enxergam ainda, que você enxerga como um número, se ele não tiver legal, esse teu número não vai funcionar, não vai te dar o rendimento que você espera, né? Então, eh eh deixa de tratar como número e trata como pessoa que e precisou de uma força legal, de uma norma legal para isso e a gente sabe que vai levar um tempo para isso efetivamente funcionar.
Exato. É, então eu eh eu acho que essa oportunidade, né, essa abertura para um pouco mais o estilo Nesc de bem viver e conviver aí com o professor Edson e tal, >> ele ele é essa tentativa de que a gente possa integrar mais as pessoas que trabalham com esse tipo de prática dentro da universidade, porque a gente sempre a gente sabe de várias pessoas e e fazer essa junção para que mais pessoas sejam beneficiadas e a gente olhar para as pessoas mesmo, né, como é como é o foco, né, dessa nova gestão. A gente sabe disso.
Eh, é muito legal. E é isso, assim, a gente perceber as pequenas diferenças que essas práticas geram, né? Eu digo esses encontros, esses momentos em relação à comunicação não violenta, a interrelação, né, entre os colegas, a a vontade de vir trabalhar, né, tu trabalhar com mais ânimo e, né, a prevenção de muitas doenças, enfim, né, a gente, nossa, eu sou professor de fisiologia em além de outras coisas, mas e a gente sabe que o nosso próprio corpo tem a capacidade de se auto organizar, né?
né? A gente só a gente dá uma mãozinha para ele, às vezes é, dá uma uma diminuída no giro, né? Porque a gente tá tão no automático tentando fazer várias coisas ao mesmo tempo, como a gente já falou, que a gente vai esquecendo disso, né?
Então é, como diz elenice, é uma satisfação assim cada vez maior trabalhar numa instituição que preza por isso também. E naturalmente a gente sabe que eh os grupos que são reunidos para estas ações eh eh que são desenvolvidas aqui na universidade dentro desse programa são grupos de de 20 pessoas, mas a ideia é que eh a cada semana se amplie, né, e vem um grupo novo e sobretudo que estes 20 possam multiplicar isso nos seus setores, chamando atenção, puxando, você tá exagerando aí, relaxa um pouquinho. >> Isso.
>> Ou tu precisa ir lá? É, vai, vai lá e vai lá falar com é, vai lá falar com a Flávia, com a Linice. Isso aí.
>> Bom, mas é evidente que eh imagino mesmo vocês atuando nessa área em um momento outro vocês também extrapolam e se auto eh precisam se autorregular. Como é que se percebe isso? >> É, é boa pergunta.
>> É boa pergunta, né? Então assim, ó, não tem percepção, né? Sem reflexão.
Então, se eu tivesse que te dizer algo assim, né? E a gente precisa se policiar, principalmente nesse tempo que a gente vive, de às vezes eu tenho até que escrever, né? Eu tenho que ter na agenda hoje um espaço assim, ó, para mim.
>> Uhum. >> Então, a gente precisa criar. Então, assim, ó, viver, por exemplo, né, sem estress, sair desse dia a dia, a gente sabe que não tem isso.
Isso é a nossa vida. Agora, né, tem uma uma grande pesquisadora aí da área da psiconeuroimunologia, que é a Dr. Susa Andre, tem um livro muito legal, que o título é Estress a seu favor, né?
É um título sugestivo, né? E o que que ela aponta ali? Fala sobre estress, enfim, fala dos malefícios da gente produzir aí determinadas substâncias, né?
mas também eh de um ponto que a gente necessita disso para sobreviver, porque isso é mola propulsória que faz eu levantar da cama. A gente tem que ter esses desafios, esses, né, esses essas metas, esses prazos, esses objetivos. Isso deixa a vida também com um gostinho assim de um prazer, né, de algo que ainda não tá fechado.
Então a gente precisa disso. Isso aguça a nossa criatividade, porque eu tenho que achar uma solução. Imagina a gente só parado na zona de conforto, não ia dar certo.
>> Mas o que que é, vamos dizer assim, a grande sacada, o pulo, o que a gente tem que eh fazer? Então a Susan coloca algo que eu acho muito interessante. Não tem como viver sem strress, mas a gente precisa aprender, e aí é aprendizado mesmo, a colocar pausas no estress.
Eu preciso colocar pausa. É isso. E aí ela discorre, eu acho isso muito verdadeiro, assim, possível de se fazer, né?
Mas agora a gente precisa também de uma educação para isso. >> Talvez seja entender que a vida não é filé mininhon todo dia. >> É, aliás, o filé minhon ele aparece às vezes, mas entender que quando ele aparece a gente tem que curtir, sorver dele até a última gota.
Talvez seja por aí, né, também >> com certeza. E essas pausas, né? Então eu vejo, por exemplo, que a gente vai est fazendo sexta, é essa pausa, essa quebra, a gente tem que quebrar, né?
Por quê? Porque isso, como a Flávia diz, vai gerar o quê, né? Uma autorregulação, uma autoorganização.
Quem sabe a gente chegar mais próximo de uma busca assim, de uma homeostase mais legal para mim, que para Flávia vai ser diferente, para ti também, né? Mas se não tiver esta quebra, a gente não tem possibilidade de sair de um ciclo, porque daí tu sabe que se forma esse ciclo doentil >> doentil de de desconexão, de >> Então, a pausa é importante, a reflexão. >> E a professora Elení acabou de dizer que eh eh deixar nas entrelinhas que o fundamental é conhecer aquilo que vai fazer bem para você, né?
Bem, porque para mim o que vai me relaar talvez não seja exatamente o que vai rela o seu lugar. >> Exatamente. >> E isso eh às vezes a gente percebe muitas pessoas que as pessoas não se conhecem, elas nem sabem o que que elas gostam, porque é isso que entrar no automático.
Eu acordo, tomo café, vou trabalhar, trabalho até o fim do dia e volto para casa. já tenho que fazer do mercado. Ai, passou o dia.
Então eu não sei nem o que que eu gosto para relaxar. Relaxar é relaxar é ir para um para uma zona tão desconhecida. Então é isso assim, né?
Eu acho que existem coisas que fazem a gente parar para o que que eu gosto mesmo, >> né? O que que eu faço por mim assim para me trazer prazer, bem-estar, né? A gente vem, principalmente nós aqui, a gente vem de uma geração em que descansar é problema, né?
>> Uhum. >> É, a gente tinha que estudar, a gente tinha que trabalhar, a gente tinha que tem que produzir. É, >> só que e aí a gente sente até meio culpado às vezes por não fazer nada, né?
Isso é tão grave. >> Nossa, isso é tão grave. >> Eh, eu acho que a gente entender isso e buscar, né?
O que que eu gosto de fazer? O que que vai me fazer eu tranquilizar? Às vezes >> que pode até ser uma atividade.
Eu gosto de cozinhar, por exemplo, é curto demais. >> Vou estar eh não vou estar parado, mas é algo que me relaxa. >> Isso mesmo, né?
Tem uns que gostam de correr no parque. >> Exatamente. >> E relaxam correndo no parque.
Então é é é entender o que te faz bem, né? >> É isso aí. É se conhecer.
>> Como é que vai funcionar a dinâmica desse encontro sexta-feira? Que que vocês estão preparando? Pode falar tudo >> Então, a ideia é que a gente faça um momento meditativo com a professora Lenice, com utilizando as práticas integrativas e complementares em saúde.
Então a gente dentro do Sen Pix, né, que era um projeto de extensão que já vem, né, com a nossa parceria aí há algum tempo, eh a gente tem aromaterapia, né, que são os óleos essenciais, usando junto com a prática meditativa. E depois a gente tem algumas práticas como eh aurículoterapia, ã ventosa terapia, mocha bustão, massagem, enfim, e outras cocitas mais. >> Uhum.
É, então a >> e sobretudo é o momento de relaxar, procurar se conhecer e aproveitar >> iso e interagir, né? Porque é um grupo, então isso é muito legal também, né? A gente trocar e conversar, sair um pouco do seu caos para para gerar conhecer novas pessoas.
As pessoas, né, não se conhecem direito. A gente trabalha numa universidade que tá cada vez maior e a gente acaba não se conhecendo. É um momento também para para trocar, né?
>> Uhum. >> Tanto criar vínculos, né? Que acho >> de quem vai lá quanto conosco, né?
Isso é super importante. A gente trabalha, trabalha e às vezes não conversa com o colega, né? A gente não tem momento, não tem espaço, não.
>> Então assim, ó, espaços em que eu sinta que eu pertença, que a gente possa cultivar a criação de vínculos, isso tudo e é fazer saúde também, né? Porque é um bem-estar social, né? Faz parte dessa, vamos dizer, dessa dimensão do cuidado, né?
Então, por isso que quando a gente oferece em grupo, a gente também tá possibilitando isso através das práticas, né? >> E ganhando também, >> né? E através da experiência do outro.
Isso é muito interessante, isso é muito significativo, né? Para as pessoas que estão se potencializa, né? O grupo é um catalisador, é um tem uma potência muito grande.
>> E eu não posso deixar de falar, né? importantíssimo que esse momento foi eh a gente já tem outros momentos, né, pelo estilo Nic Bem Viver, mas esse é um momento que foi eh pensado pelo acolher, né, pelo professor João Nei e pela equipe dele. Então ele já tem todo esse momento eh esse e eh esse movimento, vamos dizer assim, né, em relação à saúde mental, com os nossos colaboradores.
Então, eh, vê outras outros setores da universidade se juntando conosco para essa, né, para que a gente pense mais isso em mais lugares, em mais pessoas fazendo. É muito legal, né? Muito legal.
>> Tá certo. Professora Elení Dias Sais e muito obrigado pela vinda aqui ao estúdio da Rádio Unesc e um bom evento nessa sexta-feira. >> Obrigado.
Gratidão a ti. Gratidão a Flávia, parceira aqui também, né? e a todos os envolvidos aí, que tem várias pessoas também aí, né, >> que estão junto com nós eh voluntários, né, que fazem o o projeto acontecer.
>> Ah, antes de de me despedir me despedir da Flávia, você que vai se inscrever, que recebeu no seu e-mail, no grupo de funcionários ali o link paraa inscrição, não vá pro evento. Daqui a pouco eu tenho que voltar que eu tenho que resolver isso. Vai, esqueçam isso.
Depois que você voltar, se possível >> é aí resolve depois. Flávia, obrigado pela vinda aqui. Um abraço.
>> Nossa, muito obrigada. Eu eu preciso também só aproveitar esse momento para agradecer todas as voluntários que nos ajudam toda semana, professora Leila, os nossos alunos, temos muitos alunos voluntários externos, inclusive, isso é legal porque acreditam que essas práticas podem mesmo modificar o pensamento das pessoas, né, ou ampliar esse esse autoconhecimento e, enfim. Então, eh, tudo isso tá acontecendo também por um movimento de voluntários.
>> Muito obrigado a professora Flávia Rigo, a professora Elení de Freitas Sais falando sobre o estilo NESC de bem viver, evento nesta sexta-feira para autocuidado, autoconhecimento, saúde mental, para você eh ressoar num ritmo mais harmônico com o seu corpo, com o seu dia a dia e cuidar mais de você. Daqui a pouco tem mais conteúdo. Rádio Unesc, universidade em sintonia.
Até já. Você está ouvindo a rádio UNESC. >> Viver é colecionar experiências.