E aí [Música] o Olá eu sou professora Jamila Reis e aula de hoje é sobre neoplasias no vídeo anterior nós falamos a respeito de alterações do crescimento e diferenciação celular ou seja alterações que eram a princípio adaptativa No que diz respeito a resposta de determinados tecidos podendo levar a um aumento tanto do volume celular ou diminuição aumento Do número de células ou seja aumenta na população celular ou diminuição dessa população celular e tinha também a possibilidade de alterar a especialização o morfologia dessas células tudo no caráter adaptativo podemos ser em algumas situações fisiológicas ou patológicas
lá naquela aula a gente falou sobre a possibilidade da gente tem alterações juntando as duas coisas ou seja tanto alterando em número de células quanto alterando na Possibilidade de mudança da sua morfologia e da sua especialização bom então nós falamos de duas possibilidades das displasia e das neoplásicas Então vem comigo que a gente vai falar um pouquinho mais sobre isso vamos lá no que diz respeito o termo displasia primeiro que a gente tem que lembrar que é um tema bastante confuso mesmo de forma genérica ele é utilizado para se referir a alterações geralmente de cunho
do desenvolvimento alterações Do desenvolvimento de cunho genético às vezes congênita e que tem atrás alterações ou agressões contínuas um determinado tecido são genericamente falando ele pode ser utilizado assim como por exemplo displasia cleidocraniana displasia ectodérmica displasia coxofemoral não são situações mais genéricas daí a confusão no entanto Nesse contexto dessas alterações Desses desse Capítulo envolvido com distúrbios do crescimento celular aí também nem Opasi Us eu fazia ela vai ser entendida para nós como uma condição adquirida caracterizada por alterações do crescimento e diferenciação celular acompanhadas de redução ou perda das células da diferenciação dessas células afetadas ou
seja esse termo displasia que nesse contexto ele ele está mais relacionado a alterações epiteliais onde de fato você aumenta em número de células e tende a perder a sua Diferenciação ou seja ela tende a perder as características morfológicas e funcionais próprias desse tecido então geralmente está relacionado ao crescimento desordenado são via de regra estamos falando de alterações aqui nesse contexto epiteliais e nós vamos falar de alterações ou lesões pré-malignas vocês vão perceber quando a gente vai falando sobre neoplasias que as características elas são muito parecidas muitas vezes fazendo confusão aí sendo um O tio que
o patologista para você de fato laudar determinadas alterações no que diz respeito à é assim meio termo há características que são muito próprias das displasia e que também são próprias das neoplasias Então vamos entender um pouquinho mais nessa questão das lesões cancerizáveis a gente precisa fazer uma diferenciação do que que é uma lesão cancerizável E o que que a gente entende como condição cancerizável não se preocupa que a gente vai falar mais isso Nas próximas aulas especificamente sobre essa questão da cancerização ou da carcinogénese mas por enquanto a gente precisa conceituar essa história então lesão
cancerizável a gente está falando de uma alteração macroscópica relacionada num determinado o tecido e que nesse tecido que a sua lesão a um aumento da probabilidade de incidência de uma neoplasia maligna Ou seja é uma questão de probabilística de estatística mesmo aquela área lesada Então é uma área clinicamente detectável aquela área lesada ela tem uma probabilidade se transformar numa um câncer muito maior ou algumas vezes maior do que a área que não há essa lesão adjacente então é uma questão de localização de um tecido alterado aumentando a estatístico a probabilidade de incidência logo não quer
dizer que todas as lesões presentão displásicas necessariamente elas vão se transformar numa lesão maligna mas há um aumento Dessa probabilidade já no que diz respeito à condição cancerizável não há uma área específica visível por exemplo a olho nu Então existe no paciente uma condição relacionada com uma mutação em genes que regulam o ciclo celular a gente também vai falar sobre isso depois e faz com que esse paciente por ter essa condição essa alteração genética e não é local ela é genética favorece com que esse paciente ele tenha uma maior probabilidade de desenvolvimento de Câncer não
no local específico mais uma forma no sistema com uma forma geral então a gente entende aqui como condição cancerizável por exemplo algumas situações como xeroderma pigmentoso como a polipose familiar ao do colo Então existem situações onde o fato do paciente é portador dessa doença a um aumento da probabilidade de desenvolver determinados tipos de câncer estão feito essa diferenciação Vamos mostrar uma questão macroscópica então Macroscopicamente existem alguns tipos de lesões que enquadram dentro dessa possibilidade de lesões pré-malignas ou lesões cancerizáveis então aqui nós vamos mostrando a duas situações de é de micose no caso mucosa bucal
mucosa oral mas também poderia estar sendo visualizada em outro tipo de mucosa genital presente então aqui no caso a leucoplasia bucal é uma alteração leuco vende branco então fazia essa alteração de informação Então clinicamente observa Uma lesão Branca pela Organização Mundial de Saúde a leucoplasia é entendida como uma lesão de exclusão então desde que ela não seja determinada por algum fator conhecido ela é entendida clinicamente como leucoplasia não percebe o que é uma área definida clinicamente quando se faz uma biópsia não é uma avaliação Para avaliação histopatológica dessa área a gente pode observar várias alterações
dessas várias características epiteliais então desde Uma área só de hiperceratose até mesmo uma área de displasia e em graus diferentes e até mesmo já tratar de um carcinoma localizado que a gente também conversa daqui a pouquinho nessa outra situação é a eritroplasia não se percebe que tem alterações vermelhas aqui e também pela Organização Mundial de Saúde a entendimento que essas lesões aqui quase que noventa porcento dessas lesões ela já já trata de uma um câncer onde um carcinoma Localizado que a gente vai chamar de in situ então eu coloquei essas imagens para vocês entenderem que
a lesão cancerizável é uma lesão visivelmente O clinicamente detectável que é Clínica quando se faz uma biópsia a gente tem alterações histopatológicas como por exemplo variados graus de displasia então percebam que é uma lesão é importante de se diagnosticar e nos seus diversos locais onde ele onde ela pode ser acometida por que a gente entende Que hora é essa área ela tem a probabilidade de se transformar no câncer se eu comparar com essa área de mucosa normal histologicamente falando existe uma alteração Lembra que eu falei que é um de crescimento desordenado é isso que é
displasia No que diz respeito Nesse contexto epitelial aqui a gente tem o epitélio normal na região cervical uterina então reparo eu tenho uma área basal também o epitélio estratificado então ele tem várias camadas ele tem uma Área basal com células com características definidas que é o local onde acontecem as mitoses né já que é um tecido Lab um tecido ficar em constantemente em divisão celular EA partir do momento que elas vão subindo de camadas elas vão modificando a sua forma Então eu tenho uma área de mais famosos seja células adquirem essa característica escamosa uma área
mais especial Então você tem camadas definir e onde essas células elas vão se Diferenciando até ser eliminadas nessa camada mais apical desse epitélio estratificado pavimentoso muito bem Olha o que que tá acontecendo nessa displasia uterina você percebe que aquela organização tanto da morfologia quanto da organização dessas células ou seja arquitetural nesse tecido a gente percebe que tá alterado então eu tenho uma o número de células que a gente é para que aqui vou até voltar a gente tem uma hora número de células quando Comparado com essa região a gente repara que não tem mais aquela
camada basal definida com seus núcleos definidos a gente para uma desorganização nessa região de terço inferior aqui decepção Então os patologista se descrevem isso já com uma Bom dia então o laudado como displasia intensa EA probabilidade de desenvolvimento de Carcinoma nessa área E aí você tem a questão da gradação se essas alterações visíveis aqui Alterações de forma alterações de número tanto morfologia celular então você percebe uma alteração que a gente vai chamar de pleomorfismo celular ou seja várias formas várias alterações de núcleo maior evidência por exemplo de nucléolos a gente pode perceber também modificações do
tamanho desse núcleo uma desorganização quanto a polarização desse núcleo que deveria ser o que deveria acontecer ali na região basal então se você tem essas alterações não Só nesse terço inferior mas tem no nos dois terços inferiores médio essa displasia ela já vai ser chamada de displasia grau dois então existe uma grade o país e se você tem a possibilidade né de uma alteração em em vários níveis aí a gente vai mudando essa graduação então a tendência pela dificuldade e complexidade né de confusão desse termo displasia a tendência da Organização Mundial de Saúde é fazer
com que os Patologistas chamem essas alterações já de neoplasia intraepitelial nesse caso neoplasia intraepitelial cervical porque tá na região cervical uterina mas poderia ser uma neoplasia intraepitelial vulvar neoplasia intraepitelial prostática e assim por diante então a tendência é uma modificação já da nomenclatura tendo em vista essa confusão do termo disfasia e a gradação acompanhando um essas alterações se no texto só inferior grão É dois terços grau dois se você repara que essas alterações elas não estão só nesse texto inferior que é mais voltado para essa lâmina própria mas também no terço médio e até lá
em cima ou seja em toda extensão do epitélio essa alteração ela já pode ser chamada de displasia ou neoplasia intraepitelial grau 3 ou também denominada de Carcinoma in situ esse nome vem aí esse esse nome in situ ele vem do latim de no lugar Então significa que já é um carcinoma Ou seja Já é uma alteração maligna e a gente vai falar sobre isso já é uma alteração maligna Mas ela está limitada dentro do epitélio ela ainda não fez uma invasão do tecido subjacente Então seria a histologicamente falando uma forma mais precoce de detectação de
um câncer dentro dos parâmetros e repara aqui no maior aumento dessas regiões essas alterações essa perda da estratificação de cemitério né Não só aqui mas em todo ele então a gente Percebe células com características mas arredondadas e deveriam ser característico de células basais lá em cima outra coisa que se repara é uma grande atividade mitótica Então o que a gente tá falando você tem um aumento do número de células e você também tem uma perda da diferenciação celular uma vez que ele vai perdendo as características de especialização tanto morfológica quanto funcional desse tecido Pontão só
fechando essa história de displasia Quando você tem uma displasia intraepitelial dependendo do grau você ainda haveria a possibilidade de reversão ainda seria uma possibilidade de lesão reversível casos tenha sido eliminado a gente estimulante o agente agressivo local ali naquela circunstância não tem como nós falamos nas alterações anteriores lá metaplasia na hiperplasia em fim as diz vazias inclusive elas podem ser oriundas aí das áreas Metaplásicas das áreas que inicialmente já mudaram o seu o seu o tipo de tecido por um tecido mais resistente então a possibilidade portanto de uma de um crescente de malignização quanto maior
esse grau maior é o grau da marilisa ação desse tecido bom tendo falado então respeito dessas displasia dessas características desses elementos displásicos né sobretudo No que diz respeito às alterações epiteliais um falar um pouquinho a respeito das Neoplasias em si ou seja não sabe os conceitos básicos nas meu fazia as minhas vasilhas elas possuem algumas características gerais são elas proliferação celular descontrolada perda da o celular e autonomia de crescimento veja bem quando você fala que em proliferação celular é muito importante a o entendimento desse perfil de descontrole porque veja bem O que diferencia uma neoplasia
de uma Hiperplasia a hiperplasia ela também é um aumento do número de células Tão etimologicamente falando né o novo plase a formação queria formação de novos elos a hiperplasia a gente também trios Mas qual é a questão que faz essa diferenciação então importante no áudio de uma hiperplasia prostática de um câncer de próstata ou de uma neoplasia de próstata percebemos que no caso das hiperplasias você tem um fator Uma demanda que está estimulando aquele Processo hiperplásico de aumentar o número de células e uma vez eliminada essa demanda a tendência dessas células é voltar à normalidade
Então a gente tem a operação controlada sobretudo por fatores de crescimento hormônios enfim que nós conversamos na aula anterior aqui não aqui você tem uma proliferação celular porém descontrolada há também uma perda da diferenciação celular a ideia da diferenciação celular ela vem originariamente da questão da Especialização de uma linhagem específica Então você tem lá uma célula mesenquimal indiferenciada e ela se especializa morfológica e funcionalmente num fibroblasto por exemplo Então esse esse é esse caminho de especialização a gente chama de diferenciação celular no caso das neoplasias o que a gente tem é um caminho inverso um
caminho de desde diferenciação celular as células tendem a perder a sua característica morfológica que faz com que a gente Identifique Olha esse é um fibroblasto esse é uma depósito s e vamos colar Lisa pelas suas características morfológicas e as suas funções específicas dentro da sua especialização então aqui a uma desdiferenciação celular não é uma tendência de perda dessa diferenciação celular outra característica importante é que esse crescimento lembra que todas as vezes que a gente fala em crescimento tô falando em proliferação celular então Esse crescimento essa proliferação celular ela tá relacionada uma certa autonomia eu não
preciso ter um determinado fator de crescimento falando porque elas ela que ela tem que se dividir então a uma proliferação descontrolada e uma autonomia de crescimento sejam dessas 3 características a gente conceitua portanto as neoplasias como proliferações anormais de células que tem crescimento autônomo e tendem a Perder a sua diferenciação ou seja nós juntamos as características e colocamos isso é feito no livro do Robbins ele traz um a especificação que ele falou assim olha só alterações genéticas hereditárias que vão desde a progênie de células tumorais desde o início das células tumorais que permitam uma proliferação
excessiva e não regulada que se torna autônoma Independente de estímulos fisiológicos o crescimento A que a gente já começa a Perceber algumas nuances que a gente vai discutir na Biologia tumoral elemento para próxima aula mas que a gente já percebendo esse crescente de malignização esse crescente de perda da Autonomia ou melhores de ganho da Autonomia né E que acaba fazendo que você tenha as características específicas aí no sentido da malignidade por exemplo põe tempo de terminologia a neoplasia ela pode ser entendida como um tumor Então tem um asterisco aí nessa Primeira nessa primeira questão de
terminologia e o que nem toda neoplasia ela é tumoral existem neoplasias que não são de elementos sólidos como apresenta os neoplasias sanguíneas elas não são tumorais né mas por exemplo as leucemias né enfim então elas vão são tumorais são líquidas Então nem toda neoplasia é um tumor e vamos ser sinceros nem todo tumor é uma neoplasia quando você entende que tu mora é um aumento de Volume a gente pode entender uma tumoração dentro de um contexto de um processo inflamatório por exemplo lembra que a gente algumas características de processo inflamatório era o robô o calor
o tumor e se tu mora aqui do processo inflamatório relacionado a um processo de lema de aumento né do local ali muito por conta do extravasamento de líquido da exsudação celular que ocorre naquele lugar e não nesse não relacionado a um processo neoplásico então tomar E essa questão mais uma vez que estamos dentro de um contexto né Eu pago a gente pode ser ferir as neoplasias a sólidas como tumores neoplasias portanto é um novo crescimento e a gente pode chamar esse novo crescimento de Neo plasma desde que a gente não tem ainda uma identidade uma
uma caracterização e isso morfológica adequada para aquele tipo de tumor ou para aquele tipo de neoplasia quando você fala em neoplasia maligna é essa que vamos dar um nome de câncer Então existe a possibilidade de neoplasias benignas e malignas mas quando nos referimos ao termo câncer Estamos nos referindo as neoplasias malignas o termo cam se ele vende karkínos e que nos de nota aí esse caranguejo tanto é que eu dos Zodíacos né então caranguejo lá do Zodíacos A ideia do a própria ideia do kart nos aí a cada por conta de características não só morfológicas
mas com características do próprio tecido tumoral maligno Então Você tem um corpo e você tem vários braços aí dando o entendimento de uma invasão tecidual Então veja essa característica de invasão tecidual era própria das neoplasias malignas por isso justificando a história do Caranguejo outra questão essas patas do Caranguejo que se agarram facilmente com uma determinada empresa fazendo uma similaridade aí com as questões específicas do processo de invasão naquele acaba enraizando nos tecidos Subjacentes então todas essas características fazem com que entendam e essa questão do caranguejo do Carlos e do Câncer em si então de novo
neoplasia maligna é denominada de câncer bom a Oncologia é a parte da Medicina que estuda os tumores é cancerígeno ou oncogênico seria o estímulo agente causador o estimulador daquele despacho inicial para as alterações que nós vamos discutir dentro da biologia tumoral em termos de Classificação nós podemos entender as neoplasias de acordo com seu comportamento Clínico dividindo-as em benignas ou malignas e obviamente esse comportamento Clínico a gente tá falando aqui da possibilidade de melhor prognóstico da possibilidade de melhor intervenção terapêutica da possibilidade de você existir vai eliminar aquele processo Então são ideias relacionadas aqui de comportamento
que se espera de determinar os tipos de tumores dedos Benignos e tumores dígitos malignos então está relacionado aí essas possibilidades agora é preciso ter uma ressalvas nesse sentido quando se pensa por exemplo em tumores benignos que tem características de benignidade de crescimento o que não em filtra os tecidos vizinhos mas que eventualmente esteja no local inadequado no local ruim gerando compressão gerando a compreensão tecidos nobres adjacente do eventualmente de Áreas de circulação sanguínea levando a problemas importantes por conta dessa neoplasia benigna não existem tumores benignos em locais ruins que têm comportamentos clínicos ruins Então é
só para gente olhar com determinado a ressalva essa questão de benignidade e malignidade bom as classificações relação realmente dadas no aspecto histopatológico vocês vão perceber que os quando se faz uma determinada biópsia de um de um tecido né para se saber qual É aquela alteração essa essas características histopatológicas ela vai dar um diagnóstico final então dar importância né do patologista nessa avaliação dessa lesão é removida daquele indivíduo Então as os aspectos histopatológicos eles são contabilizados nessas circunstâncias a origem Então seja qual é a célula que dá origem a que ele tomou então a gente parte
do princípio que aquele tumor aquela neoplasia ela tem uma origem em Uma célula ou seja uma origem clonal uma única célula perdeu na sua capacidade de proliferação e daí surge toda a formação de um determinado tumor tão via de regra é assim então qual é a origem dessa célula Então os aspectos para classificar e depois para dar nome para esse tomou ele reúne todas essas características A Origem o aspecto histopatológico e determinada circunstância nós temos epônimos aí Que embora Tenha cada vez mais tendo a em Quedas eu uso né pela dificuldade né melhor você ter
uma situação mais clara No que diz respeito a ação conta nomenclatura mas ainda assim existem alguns epônimos que quando você coloca o nome de uma determinada pessoa que descobriu para que ele tomou tanto mode Will Miss aqui não tomou Reinaldo infância eu linfoma de burkitt E aí assim por diante então existindo alguns epônimos que ainda são bastante utilizados na prática clínica A Nomenclatura ela é importante né não só para o patologista que vai laudar e dá um diagnóstico não só por um cologista que através desse diagnóstico ele vai tratar essas alterações mas também para todos
os profissionais da área da saúde para se ter uma uniformidade não falar não de escrever no entender a cerca daquelas alterações neoplásicas são critério mais utilizado para nomenclatura é o critério histomorfologico e dentro desse critério Existem alguns sufixos que são utilizados óbvio que existem exceções macia e nós temos alguns uh fixos por exemplo sufixo oma ele pode ser utilizado para neoplasias benignas e malignas mas via de regra o sufixo oma ele é utilizado para as neoplasias benignas E aí você utiliza um prefixo aí do local ou da célula que deu origem a que ele tomou
e a gente vai discutir melhor isso aqui depois mas por exemplo um fibroma que é Um tumor benigno originário de células do tecido conjuntivo Quando se usa o termo carcinoma Estamos nos estamos indicando a presença de uma neoplasia maligna e de origem epitelial então percebam que aqui você tem uma neoplasia maligna de origem epitelial independente do folheto embrionário que ela deu origem se ectoderma se mesoderma alcinha do derma Há a possibilidade da formação de epitélios nesses três camadas a existe aí E são de um carcinoma tão independente do nome utilizado o carcinoma espinocelular carcinomas basocelular
então dá para fazer uma inferência que estamos nos relacionando uma neoplasia maligna de origem epitélio Lembrando que que existem epitélios de revestimento e epitélio glandular quando as células neoplásicas elas tendem a fazer características semelhantes às as organizações do epitélio glandular a tendência colocarmos aí um prefixo de ar De no tão adenocarcinoma já temos sarcoma ele é utilizado para definir uma neoplasia maligna de origem mesenquimal então aqui a gente lembra da origem embrionária que o meu gente não aquela camadinha intermediária lá e entra ectoderma eo endoderma né o mesênquima aquela parte do intermediária ela vai dar
origem a vários tecidos um tecido conjuntivo suas especialidades bom então tecido ósseo tecido cartilaginoso Enfim então tudo que vende Esse mesênquima nós vamos chamar de sarcoma Então você eventualmente você tem ali uma alteração a uma neoplasia maligna de origem no tecido fibroso a gente vai chamar de fibrossarcoma e não fibrocarcinoma e nem fibroma que a gente já definiu que seria uma benignidade então sarcoma se refere as neoplasias malignas de origem mesenquimal o termo braço toma é um tem um pouco mais complexo porque você pode estar relacionado tanto alterações benignas Conto malignas mas que deu uma
característica para que ele tecido de células embrionárias aquele aquela aquela área tumoral ela que ela ganhando pela sua perda da diferenciação celular características embrionárias Então são mais comuns ainda em tipos de neoplasias malignas ou benignas da infância como o neuroblastoma retinoblastoma e assim por diante existe uma outra nomenclatura que a gente chama de teratoma que também pode ser dado tanto A tumores benignos e malignos agora oriundos de tecido hoje células multipotentes ou seja uma vez que a origem é de uma célula multipotente a possibilidade de néscio tomou você tem a formação de células dos três
folhetos embrionários então a gente pode ter um tumor como esse aqui onde você tem a parte do conjuntivo onde você tem a formação de pelo às vezes unha às vezes elemento dentário que tem está relacionado a um ectoderma e às vezes Situações como áreas ósseas que vende mesoderma então já que são células totipotentes que deu início a essa proliferação descontrolada a possibilidade de formação de tecidos misturados ali dos três folhetos embrionários e e são tumores que tem origem em gônadas até para justificar e essa questão da origem de células Totti multiple multipotencia então possuindo aí
mais de um folheto geralmente dos três Esse é o Teratoma então só para gente fazer um apanhado nessa questão da nomenclatura que é muito importante para nós a origem do tumor versão benigna versão maligna Lembrando que existem a situações de exceções situações de inadequações dessas dessas nomenclaturas ainda existem ainda está no meio no meio corriqueiro médico aí mas geralmente via de regra a gente tem quando o tecido tomou ele tem origem no tecido de epitélio de revestimento não uso o nome Aí de papiloma né dando a ideia da formação de crescimento vegetal antes já maligno
carcinoma epitelial glandular seriam adenoma do maligno e no carcinoma dos meses em que mais aqui você tem no tecido fibroso a versão benigna um fibroma a versão ali não fibrossarcoma sendo adiposo lipoma lipossarcoma cartilagem então é importante saber e o prefixo das células que dão origem aquele tecido né então se a gente está falando de termos de Cartilagem lembra que a gente tem são os condroblastos os condrócitos estão o prefixo congro é relativo a cartilagem tão um tumor benigno é o condômino tumor maligno é um condrossarcoma ócio osteoma osseous sarcoma é existem as algumas alterações
né algumas as fugas da regra como por exemplo as alterações a tumores de origem das células sanguíneas que a gente vai chamar de leucemia Mas por que que não tem uma versão benigna que uma das características da Marinha E é justamente a possibilidade de disseminação então aqui a gente tem células do sangue que já estão espalhadas então não há essa possibilidade de benignidade Quando se diz respeito às alterações a quem tem origem nas células sanguíneas são são as diversas leucemias de órgãos linfoides também são os linfomas aqui tem aí esse esse descompasso uma vez que
o uma dar ideia e de benignidade né então cuidado aí com esse linfoma outra outro exemplo Que também dá uma certa uma certa confusão é o melanoma que a gente está se referindo aí a um tumor de origem nas células melanociticas mas geralmente aí na pele origem originário aí do epitélio né da pele Então são os melanócitos e que dá origem esse tumor é o melanoma que é maligno então quando se compara Yo con carcinoma de pele o melanoma de pele o melhor é um prognóstico inclusive pior do que o do carcinoma alguns até utilizar
um Termo de melanoma maligno para certificar e e confirmar essa característica de uma linguagem Embora tenha esse esse sufixo homem outras outras alterações por exemplo que tem um sufixo homem que não se trata de uma neoplasia benigna por exemplo glaucoma por exemplo hematoma né então cuidado aí com essas nomenclaturas já de tecidos musculares que também são originárias lá do mesênquima que já sabe que a versão maligna ela vai ser sarcoma então Músculo liso leiomiossarcoma Ou se era uma versão benigna os leiomiomas sei que vocês já devem ter escutado falar muito frequentemente que são os leiomiomas
uterinos popularmente conhecidos e como os miomas a já de origem do um feriado São tumores mais raros aí você tem o rápido mioma e um rabdomiossarcoma se referindo aos tumores estriados né de músculos muscular estriado por exemplo muscular estriado esquelético muito bem tendo Feito aí essa esse apanhado de nomenclatura que vale a pena né o treinar o ouvido e o entendimento disso vamos falar algumas características próprias das neoplasias benignas e nas neoplasias malignas bom Quais são as características gerais que a gente enquadra dentro das benignidade das neoplasias benignas o primeiro no que diz respeito à
característica de celulares Então as células que compõem aquele tumor são Células bem diferenciadas que a gente está querendo dizer com isso são células típicas quando lembra da história né do indiferenciado o que se torna diferenciado se torna alguém é o grau na segunda essa diferenciação Então você tem por exemplo um determinado tumor que quando você olha Você fala Nossa são todas elas de tecido adiposo O que que você tá conseguindo enxergar essas características Porque elas estão bem diferenciada então a presença de células Bem diferenciadas é uma característica de benignidade essas células por serem bem diferenciadas
eu já implica que você tem tanto atipias de células quanto da arquitetura daquilo que Ele tá formando de falamos de bicicleta Então se é um tecido adiposo O que é um lipoma como nós falamos anteriormente a característica vai ser muito própria do adipócito então não tem muitas atipias então guardem são células bem diferenciadas e com atipias tanto de Células quanto da arquitetura de forma muito discreta muitas vezes até ausentes significa que você olha um determinado tecido e às vezes tentar dificuldade de falar se aquilo é um tecido normal ou se faz parte do tumor que
foi removido outra característica importante das neoplasias benignas é que o seu crescimento a sua proliferação ela é lenta Então essa esse crescimento essa proliferação ela é lenta porque ela tem um baixo índice de mitose então é comum Escutarmos aí sobre tumores benignos com um tempo Uma História Natural dessa doença de anos a quanto tempo você tá com essa bolinha aí a tem 10 anos 15 bom então essa temporalidade grande quando a dá para se perguntar para o indivíduo para o paciente ela fala a favor de uma benignidade porque o crescimento ele é lento por conta
de uma alteração ou de um crescimento mitótico de um índice mitótico muito baixo as células elas crescem Unidas entre si Quando eu falo em crescimento eu tô falando em proliferação então uma célula que se divide em duas que se divide em quatro e aí vai se dividindo mais uma vez que ela se divide elas continuam Unidas entre sim então é por isso que geralmente quando você tem um tumor benigno esses tumores eles são circunscritos lá eu tô falando de um tumor sólido eles são circunscritos porque elas crescem Unidas entre si e essa característica de União
das células Elas nos dão mais algumas características importantes e legais que as neoplasias benignas que são as a diva não se elas crescem Unidas elas não em filtro no tecido vizinho elas comprem aquela cresce por compressão elas podem cumprir o tecido vizinho mas elas não infiltram porque já tem um grupo de células crescendo juntas ali geralmente forma massa esférica por conta dessa crescimento de união é um crescimento geralmente ele é expansivo e Gera compressão nos tecidos adjacentes e não uma infiltração a uma presença de cápsula fibrosa em volta mesa seu crescimento é lento dá tempo
do tecido em volta formar um tecido conjuntivo delimitando esse processo logo a gente vai entender que as neoplasias benignas geralmente circunscritos elas são bem delimitadas não infiltram são bem delimitadas e aí a gente a peça numa outra circunstância já que são bem delimitadas a remoção cirúrgica dessa Neoplasia atende às é fácil a remoção e quiseres e nessa lesão ela tem de ser mais fácil uma vez que se tira essa lesão não a recidiva Então seja não ficam células para trás de forma que essas células continue o processo e volte até um outro tumor no mesmo
lugar por conta do que a gente chama de recidiva então percebemos que todas essas características elas estão entrelaçadas de acordo com essas alterações essas características tanto Os celulares quanto comportamentais elas falam a favor de uma benignidade então aqui por exemplo a gente tem aí uma situação de um adenoma da tireoide então aqui a gente tem a tireoide sendo aberto então macroscopicamente falando e a gente percebe que o nódulo único encapsulado aqui né Gente olha nesse maior aumento se percebe isso aqui é o tecido tiroidiano normal é isso aqui é ao tumor mas a gente repara
que a sua boa delimitação e uma Característica muito semelhante as células adjacentes quando você olha no histopatológico você vai perceber que a gente tem uma tireoide o lateral e aqueles tem o tumor vão aumentar isso aqui a gente percebe que as células dessa região aqui elas têm uma tendência a formar se elas muito semelhantes ao tecido originário então se eu tiver eventualmente olhando só isso aqui ninguém falar que isso é de um tecido tumoral posso falar que isso que é Normal né dentro de uma tireoide onde você tem as células dos folículos formando aí inclusive
secretando né a sua matriz o colóide Onde estão aí depositado os hormônios tiroidianos Então você percebe que há a possibilidade desses adenoma seria hiperfuncionantes aumenta a produção do hormônio que ele produz já que você tá é bem diferenciadas e aqui um outro exemplo Naldo leiomioma que existem várias possibilidades aí é Um tumor bastante comum né dentro do sistema reprodutor feminino e que a gente percebe um tumor gigantesco enorme não é quase do mesmo volume do útero sabe o tamanho desse tumor que a gente tem o útero e tomou crescendo adjacente a percebam a similaridade tanto
macroscópica quanto microscópica dessas células uma vez que é composto por células bem diferenciadas e existem também os leiomiomas múltiplos também são comuns onde você tem lá a Presença de vários tumores ó né então a cavidade endometrial tá aqui e você tem os leiomiomas que são dentro da própria parede a gente chama de leiomiomas intramurais ou os leiomiomas submucosa os subserosos que estão aqui esse que fica na parte externa do útero Insta logicamente falando você tem um miométrio aqui o tumor sólido aqui isso aqui em volta é a cápsula tão percebam que ele é muito bem
delimitado para essa cápsula de tecido conjuntivo às vezes é Um tumor tão grande que a remoção desse tumor implica em uma histerectomia você removeu o útero como um todo não Por uma questão específica da malignidade de esse mas por conta do seu volume mesmo em viabilizando uma cirurgia mais conservador Então quando você olha aqui dentro desse leiomioma porque a gente percebe só um céu mas não os pisos lá com características de células musculares lisas portanto não há atypia você tem células bem diferenciada Ou se elas típicas de célula muscular Lisa que é o formador desse
leiomioma já as neoplasias malignas a gente vai ter outras características então primeiro a gente começa a falar da indiferenciação celular então lembra que as minhas vasilhas tem uma tendência a perder a sua diferenciação celular então as células são indiferenciadas tem que tomar cuidado com essa essa confusão com termo né a célula diferenciada não é que ela é diferente do tecido pelo contrário É uma célula igual ao tecido de origem uma célula indiferenciada é uma célula que eu olho e eu não vejo característica morfológica e de especialização típica daquele tecido é o processo de desdiferenciação celular
ela volta cada vez mais as suas características de origem ali a tela embrionário de uma célula que não tem uma característica própria Então as células são indiferenciadas se distanciando portanto das Características morfológicas típicas das células que Dão origem a um termo de indiferenciação máximas e olhos não consegue dizer que cela que era que elas eram fibroblastos era uma depósito se era uma célula muscular tamanho grau de indiferenciação a gente dá um termo de anaplasia então tumor anaplásico é que ele tomou um grau máximo de indiferenciação celular e a gente tem que entender que quanto maior
é a indiferenciação são lá mas maligno é Esse tomou já que estamos falando de indiferenciação celular ela ocorre ela é visualizada por conta das grandes artificias em tão as células são atípicas a arquitetura que está sendo formado ali é a típica A então você tem atipias tanto de células quanto arquitetural se você tem aqui um alto em cima e tóxico então assim elas são sim dividindo mais rapidamente beijo se a senhora estão se dividindo mais Rapidamente o crescimento do tumor ele é mais rápido então difícil você falar de um crescimento de anos planel plasia maligna
a gente pode até um desconhecimento temporal disso sobretudo quando se trata aí de tumores internos né a pessoa não consegue precisar quanto tempo tem quilos frente de um tumor por exemplo de uma lesão de pele que você consegue falar tem tanto tempo tem um mês tem dois meses às vezes é difícil de você colocar tempo para um tumor interno Mas via de regra os tumores os tumores malignos eles crescem de forma mais rápida e aí depende de cada tipo de tomou alguns eles crescem de forma muito rápida né com a possibilidade de dobrar o seu
tamanho um dia sem semanas Então são características a malignidade a como essas células estão proliferando muito rápido e a divisão Acontece muito rápida não é incomum a gente comprar figuras de mitose por conta desse crescimento então de enxerga Mais de figuras de mitose lembrar que são figuras de mitose são aquelas fases específicas não vou enxergar a célula em prófase anáfase telófase II metáfase A então eu vou enxergar mas essas figuras de mitose indicando essa proliferação celular né Mas também a gente vai encontrar segura de mitoses atípicas então quê que é uma figura de uma metástase
atípica Você tem os cromossomos alinhados no centro lá para depois esses cromossomos serem puxados Aí para lateralidade formando duas células-filhas iguais Então essa seria um figuras típicas Mas a senhora tá tão alterada né ponto de vista dessa essa perda da diferenciação e do aumento dessa proliferação e de onde podem a célula tentando se dividir em três então é uma metáfase atípica né uma triploidia podemos ser observado Então são figuras de vitórias também atípicas o fato de você ter um monte de muitas células aumentando essa proliferação Celular e aumentando a duplicação né do seu DNA para
que haja esse processo de divisão celular a gente acaba enxergando núcleo mas grosseiro um núcleo maior e núcleos também que se cortam mais facilmente pela má toxina por exemplo Então a gente vai chamar isso de hipercromasia nuclear o núcleo está mais corado quando comparado com uma célula não dentro de uma situação normal de um período de interfase por exemplo onde você observa mal a quantidade de Eucromatina onde você observa nucléolo ali Evidente aqui a gente pode observar também uma grande quantidade de núcleos Então são características É lógico que falam a favor da malignidade pleomorfismo celular
então você tem células de várias formas por serem atípicas por e perdendo a sua diferenciação celular você pode ter células enormes com inclusive vários núcleos né semelhante aí a célula gigante tão células bem grandes Mas você Pode ter células muito pequenininhas também então células com formatos diferentes dão pleomorfismo celular e nuclear e uma característica que fundamental para neoplasia maligna que a perda de adesão celular lembra que lá na benignidade as células cresciam Unidas entre si uma vez que elas se dividiram elas permanecem Unidas as células adjacentes aqui não as células dividem perdem a sua capacidade
de moléculas de adesão são alteradas Então ela perde a Capacidade de adesão O que significa que elas ficam soltas uma vez que você tem um monte de célula dividindo e com maior é uma maior individualização dessas é mais fácil você ter o processo de infiltração celular e quanto mais fácil do processo de infiltração celular mais fácil dessas células caírem na corrente sanguínea ou no vaso linfático viajarem por aquele local ir em da formação de um tumor a distância que é o que a gente chama de metas então metástase é uma Característica de formação de um
tumor secundário distante do primário por conta dessa individualização e essa perda de adesão celular ele vai falar mais sobre isso uma aula de biologia tumoral mas aqui já dá pra gente entender que me e taças é carteirinha de malignidade a um crescimento portanto infiltrativo Então em vez delas crescerem por o vegetante né crescerem de forma esofite dica há uma tendência de crescimento infiltrativo o Infiltração o aumento dessa produção a operação celular ela acaba gerando mesmo que você tenha novos vasos a gente vai discutir isso também novos vasos sendo formados para suprir isso tomou através da
angiogênese mesmo assim a uma necessidade energética muito grande e a formação de necroses áreas de necrose Sales centrais desse tomou com áreas de ulceração Então são características típicas de um processo neoplásico maligno a possibilidade de feridas de Úlceras dentro daquele tomou não tem cápsula Então você não tem cápsula o que crescem muito rápido mais ainda fica difícil a sua delimitação então já está falando de tumores que infiltram mal delimitados que invadem e que tem a propensão a da tumores à distância através do processo de metástase bom tudo isso já implica numa mudança completa do ponto
de vista de intervenção terapêutica se é um tumor que invade que em feltro e Tecidos adjacentes mal delimitado é muito complicado para o cirurgião que vai fazer a remoção daquele tumor definir o que que é tecido sadio que que a tecido infiltrado logo existe uma figura muito comum no meio médico né no meio do tratamento de neoplasias malignas que você dá uma margem de segurança que é o cirurgião ele fazer dar uma margem para que haja possibilidade de células infiltrados ali um tecido clinicamente saudável Clinicamente saudável não é só a margem de segurança que são
definidas aí dentro dos protocolos médicos para cada tipo de tumor então a ressecção cirúrgica a remoção Cirúrgica é feita com essa margem de segurança porque não é bem delimitado Por que as células em valem Por que você não tem cápsula Então você tem essa infiltração mesmo com essa margem de segurança e a remoção desse tumor há grande probabilidade de células terem deixadas Para trás após essa quiseres essa recepção que geralmente é mutiladora quando diz respeito as neoplasias malignas o tudo isso que eu falei mesmo assim apesar dessas técnicas Multi Lanches dessas técnicas com margens de
segurança ainda assim a tendência a recidiva local e dá uma após um tratamento de remoção de um determinado tumor maligno ainda que você acompanhar esse paciente por um bom tempo porque a possibilidade de células que Ficaram Para trás continuarem o seu processo de divisão celular e formar um novo tomou Continuará formando tumor naquele mesmo local não percebe uma diferença o que que é uma recidiva e o que que é uma metástase não há um efeito escolhi ativo efeito paliativo é o efeito que o tumor ele acaba imprimindo no indivíduo como um todo então lá as
informações de fatores de crescimento de mediadores químicos que fazem com que você tenha a um suplemento uma Modificação sistêmica em detrimento desse tumor que é local a princípio local e aí depois metastático ou seja um efeito espoliativo a um efeito de teste de calórica um efeito de quebra de proteína para poder melhorar o processo de nutrição ou de aporte de nutricional para esses tumores então acaba tendo por exemplo um efeito com uma catexia que é o emagrecimento do indivíduo em decorrência de tumores já mais avançados e possui e por fim também é Característico de neoplasias
malignas Como eu disse anteriormente a presença de ulcerações de hemorragias lá então você tem todas essas características falando a favor da malignização ou de um tumor maligno então aqui é o carcinoma in situ que nós já conversamos lá ou seja seria a forma mais precoce histologicamente falando desse tumor Então você tem alterações que vão desde a base da camada basal até a camada mais superficial com o com áreas de Proliferação ou seja mitoses que se deveriam ser vistas ó aqui embaixo a gente enxerga lá em cima porque o in situ porque ele tá indo localizado
e ele ainda mantém a integridade da sua lâmina basal ainda não houve a invasão desse desse dessa neoplasia no tecido conjuntivo subjacente aqui nessa imagem do Robin ele mostra essa grande pro morfismo celular olha isso olha essas células que coisa esquisita é um rabdomiossarcoma é um tumor maligno Originário de células musculares estriadas Cadê a característica disso né você tenha que células O que seria uma fibra muscular com lucro os bastante hipercromáticos né enormes Grand E aí você tem uma sala pequena outra pequena outras núcleo Central enfim né esse pleomorfismo ele é ele é enorme mostrando
aí o grau de indiferenciação desse tumor às vezes às vezes pessoal o grau de diferenciação ele é tamanho que muitas neoplasias elas precisam lançar Mão né os patologias Preciso lançar mão de um painel imuno-histoquimico para definir qual é o tecido de origem já que histologicamente falando fica difícil de definir qual é o tecido originário E faz diferença do ponto de vista de tratamento se é um carcinoma fulano ou são beltrano o nome Qual é a característica que célula que deu origem a para esse para essa neoplasia nessa imagem aqui do Robin a gente percebe aí
a comparação desses dois tipos de Tumores endometriais de origem de um músculo liso o meu leiomioma tá aqui desse lado é um tumor o óleo de um tumor geralmente bem circunscrito que quando você tira para observar na microscopia você percebe ter sido formado né um tumor formado por células bem diferenciadas então ele tem cápsula e não é invasivo ele não é metastático o crescimento é lento do outro lado nós temos aqui é o exemplo de uma neoplasia maligna também originária E de tecido muscular liso agora é a versão maligna é o leiomiossarcoma pensei é bom
aqui uma infiltração do tecido adjacente uma alto crescimento a presença de ulcerações área de necrose aqui no centro Quando eu olho isso do ponto de vista histopatológico a gente percebe aqui a perda da diferenciação olha são células pequenas células redondas diferentes nas células musculares lisas típicas então eu percebo um tecido É formado por células indiferenciadas ou pouco diferenciadas a até com graus né de anaplasia crescimento rápido necrose área de necrose por falta de oxigenação mesmo já falou também aulas anteriores localmente invasivos e se você olhar bem aqui o nessa vem aqui ó e já ver
grupo os celulares vindo embora ou seja a gente já percebe aí a questão metastática em andamento Então são diferenças né entre as versões benignas e malignas de tumores de uma mesma Origem músculo liso então aqui a gente tem uma imagem de uma mama removida pós-mastectomia de um câncer de mama é para a figura do Caranguejo né ele foi dado justamente uma visualização semelhante a essa então você tem um corpo central e você tem aqui as patas né formando aí áreas de em e essa é bom dificuldade como é que você disse que o tumor termina
aqui sendo que tem a possibilidade disso disso isso macroscopicamente falando imagina se ela Solta sair histologicamente né senha do referido a gente percebe a possibilidade de áreas de necrose então a o auto-exame de mama ele tem que ser voltado para ver tumores massa celulares para ver a áreas de ulcerações na pele em áreas de mamilo e auréola lá então a gente percebe que as ulcerações muitas vezes ela já são a exteriorização dessas áreas de necrose e o será do interior desse tumor bom então não carcinoma a de mama né um adenocarcinoma e mais comum o
que a Gente tem é a presença aí dessas células que vão crescendo e infiltrando o tecido sem nenhuma delimitação que a gente percebe que essas células estão aqui estão aqui estão aqui estão aqui estão lá no meio do tecido adiposo já entremeando as células glandulares né então a essa é a a o André no carcinoma de mama e não a parte invasiva de cada um desses tá muito difícil você se observar isso aqui também é não é tão como é difícil De observar essa infiltração que ocorre dentro do lóbulo mamário dentro das camadas subjacentes dessa
mama então abaixo do tecido mamário a gente tem um tecido muscular né que é o peitoral maior baixo peitoral maior de ter um peitoral menor e essa a gente vai insultando então daí a gente já entendi não é o porquê das remoções muitas vezes muito mutiladoras né Incluindo aí gânglios linfáticos adjacentes né já que você tem essa infiltração também de Forma localizada é tão aqui no maior aumento a gente percebe Exatamente isso olha monte de figuras de mitose áreas de hipercromasia nuclear não é o aumento do número de células pleomorfismo celular e assim vai Oi
aqui é um carcinoma basocelular é um câncer de pele mais comum não é que você tem um carcinoma que tem uma até um prognóstico melhor quando comparado com outros tipos de câncer até pela facilidade né de Diagnóstico uma vez que Ele é visível A então parte do pressuposto é que a pessoa ela se observa ela percebe ali eventualmente feridas que não cicatrizam Então essa é a característica Clínica e de um carcinoma basocelular uma ferida uma úlcera que não cicatriza e que tem uma tendência a crescer e histologicamente falando a gente percebe aí esses meninos né
desce dessa área como se fosse uma área basal sendo crescendo e invadindo o tecido conjuntivo estão no maior aumento De percebe essa perna nessa alteração da polarização dessas células Enfim então tudo isso aqui tá vendo essa alteração dessa região de uma biópsia né observando aí e dando o diagnóstico de Carcinoma é aquele exemplo do melanoma que eu falei respeito do melanoma maligno né ele pode ter uma origem inclusive de uma neoplasia benigna um nevos por exemplo né que é um tumor benigno de células né dicas são células a semelhantes aos Melanócitos E aí você tem
a essa essa essa possibilidade desse tipo de lesão que é tem um prognóstico pior do que o carcinoma de pele né do que o câncer de pele mais comum mais usual que é o carcinoma basocelular e a gente percebe aí a alteração de cores então aquele sistema ABC de lá que você observa né alteração de matizes de cor de borda de tamanho é importante observar o crescimento dessas cintas né dessas manifestações áreas bem pigmentadas mas A gente percebe áreas não pigmentados isso tudo faz parte dessa desde diferenciação celular então um tumor no melanoma e não
produz melanina é um tumor mais indiferenciado ou seja no grau de diferenciação maior porque ele perde até a capacidade de produzir a melanina que é a sua função originária então histologicamente falando a gente vê aqui uma área de melanina abundantes mas a gente vem na área tumoral aqui ó de Melanina escassa que também faz parte desse eu Tomou muito bem para gente finalizar essa aula de hoje e a gente ficar com bastante interesse para as aulas seguintes um só um pouquinho das epidemiologia agora do Câncer das neoplasias malignas em cima né do que o porquê
da gente estudar porque da gente buscar maior entendimento acerca dessa doença então pensando em mundo é uma das principais causas de morbidade e mortalidade em todo o mundo com Aproximadamente 18 milhões de novos casos em 2018 foi o último censo adscrito aí pela ordi quem é sobre porta né que a Organização Mundial de Saúde é específica falando de câncer a expectativa de que o número de novos casos aumentem setenta por cento ainda nas próximas duas décadas é a segunda principal causa de morte em todo mundo responsável por 9,6 milhões de mortes em 2018 ou seja
globalmente entende-se que em uma em cada seis mortes é causada Pelo câncer Olha a importância disso do ponto de vista de saúde pública do ponto de vista econômico né E todas as circunstâncias que que permeiam aí esse assunto no Brasil nós temos um senso aí recente né que a estimativa para 2020/2022 agora que a estimativa de 625 mil novos casos de câncer se a gente pegar a parte que é a subnotificação sub-registro Dias poderia aumentar aí para cerca de 685 os casos novos de câncer parece a biênio 2020/2022 ainda do ponto de vista do Brasil
a gente percebe alguns tumores né que são diferentes aí para homens e mulheres do ponto de vista de incidência E prevalência aí para cada um desses desses dessas duas né dos dois gêneros Então você tem aqui para os homens os principais tipos de câncer câncer de próstata aliás estamos agora no Novembro Azul né que se refere aí lá no Cuidado do homem sobretudo No que diz respeito à ao diagnóstico precoce do câncer de Próstata que tá no topo aí com vinte e nove porcento dos tumores nos homens depois seguido de cólon e reto traquéia brônquio
e pulmão aqui muito relacionado com a questão dos hábitos né então são usados alimentares mais usados aqui a os vícios né como tabagismo por exemplo e intimamente relacionado com esses números estão câncer de estômago câncer de boca esôfago bexiga tipo de linfoma laringe as leucemias já nas mulheres nós temos aí encabeçando também com um Percentual semelhante 29 por cento com o câncer de mama né Daí a questão do outubro rosa que passamos agora por ele Também dá a importância desse diagnóstico precoce: e Reto colo do útero traqueia e brônquios né a gente percebe que esses
valores também tem aumentado por conta da mudança do perfil também né da mulher glândula tireoide estômago ovário corpo do útero linfoma não são os principais tipos de câncer Associados a ao sexo na no Brasil Estimados aí para 2020/2022 e aqui no Distrito Federal nós temos aí também né Tá acaba que vai ficar pequeno para você Ah mas tudo isso pode ser observado né Entrando lá no site do Ministério da Saúde e observando né fazendo o download aí desse caderno que se faz de estimativa pelo Inca Então acho que é interessante Observar isso fazer o download
acompanhar né esse caderno que acaba discutindo um pouco mais sobre cada tipo de câncer sobre sobre regiões Específicas do Brasil e para o nosso DF aí nós temos as estimativas bruta de casos para homens d3940 caso só para homens e para mulheres um total aí de 4.200 4.720 caso tão incidência maior aí nas mulheres do DF de câncer né E aí a gente tem aí o papel do câncer de mama ajudando aí nesse aumento dessa incidência bom gente então acho que a gente já falou bastante sobre a e conceitual de nomenclatura de entendimento importância epidemiológica
Desse assunto então eu espero vocês para as próximas aulas onde a gente vai entrar mais do ponto de vista bioquímico das características celulares bioquímicas e biológicas do tomou então a biologia tumoral e também desse processo de formação do câncer que a carcinogénese estão Espero vocês nas próximas aulas não deixe de assistir não em abraço