Olá pessoal tudo bem Aqui o professor Everson Estamos aqui na nossa web aula 3 da disciplina de sistemas de banco de dados tudo bem com vocês Pessoal espero que todos estejam bem nessa web aura nós vamos ver o assunto modelagem de dados [Música] muito bem pessoal então estamos aqui na nossa web aula 3 vamos ver o assunto modelagem de dados certo e as competências de conhecimentos que vocês tiveram adquirir nessa unidade didática são entender as etapas do projeto de banco de dados compreender os elementos do modelo de dados e ainda reconhecer as partes de um
diagrama entidade de relacionamento muito bem pessoal então a gente começa essa nossa web aula tratando aqui das questões de moderagem de dados então a gente viu nas aulas anteriores que a gente vai chegar no final em tabelas né colunas e relacionamento a partir de chave estrangeira mas tem que a gente consegue chegar nessas estruturas como é que a gente vai modelar Qual é o Insight que nós vamos ter para construir o banco de dados certo Então nós vamos usar as técnicas de modelagem de dados para que a gente consiga desenvolver construir elaborar esse banco de
dados certo então eu Trago essa figura representando aqui principalmente entidades de negócio que num modelo conceitual certo ela é caracterizada por entidades certo a gente desenvolve o mapeamento dessas entidades até chegar num local é lógico de armazenamento né aonde nós temos aqui os dados relacionais então aquelas entidades do modelo conceitual né a partir desse mapamento e de algumas técnicas como normalização de dados nós vamos chegar e ter a correspondência de entidade para tabela ou talvez de uma entidade que foi concebida no modelo conceitual certo empregando a normalização de dados a gente observa que essa entidade
né ela deve ser quebrada em outras duas tabelas Então a gente vai desenvolver um mapeamento das entidades trabalhando com modelo conceitual num primeiro momento né deslumbrando aqui as entidades de negócio e depois a gente utiliza técnicas como normalização de dados para que a gente saiba que aquela entidade está bem informado e pode ser transformada numa tabela do modelo físico certo ou talvez ela tem que ser quebrada em duas ou mais tabelas Não nos dados relacionais que nós podemos ter então para entender isso nós vamos traçar aqui algumas etapas de modelagem de dados né então como
é que a gente chega Nessa questão da modelagem Quais são as entidades Quais são os atributos que nós temos que conside elaboração de um projeto de mão de dados então isso não surge na cabeça né Nós temos que ter em mente a questão da Identificação do problema de armazenamento de dados que nós temos a partir daí desça Identificação do problema nós vamos a partir de entrevistas de questionários de um levantamento de requisitos específicos para o projeto de banco de dados a partir desse problema a gente desenvolve o modelo conceitual certo esse modelo conceitual tem algumas
observações de como ele deve ser construído principalmente numa abstração maior sem grandes detalhes implementação do banco de dados certo mais aderente as questões do negócio é para que você consiga e desenvolvendo as entidades seus atributos como essas entidades se relacionam depois a gente parte Para uma terceira etapa aqui que é a transformação desse modelo conceitual e o modelo lógico então quando a gente faz essa transformação a gente Alega em consideração algumas alguns cenários como por exemplo entidades associativas a gente já resolve na modelagem lógica a gente também resolve as questões de relacionamentos muito para muitos
clientes associativa né é Trabalhamos também com resolução da generalização especialização empregada aqui no mundo no conceitual e a gente vai entender um pouquinho sobre isso é nessa web aula certo e a gente vai amadurecendo esse modelo até ficar mais próximo de um sgbd quando a gente desenvolve a transformação do lógico em física o modelo físico a gente já tem toda as características do sgbd que não vamos entregar na implementação nesse modelo então tipos de dados métodos de acesso as internet referenciais as constantes de banco todas elas são implementadas aqui no modelo físico né Lembrando das
construções perfeito são características que a gente vai refinando a partir da identificação de um problema construindo modelo conceitual aprimorando por lógica e chegando o físico que está totalmente aderente ao banco de dados ela vai ser GBD né o sistema de banco de dados Então nós vamos implementar essa solução mas como é que a gente chega lá então né a partir de uma análise de requisitos Prefeito a gente vai fazer a criação de documentos vai estabelecer um mini mundo daquele daquelas entidades os modelos externos que tem interface com isso então a primeira parte aqui é o
o levantamento dos requisitos importantes para o banco de dados mas como é que isso realmente se dá pessoal então quando a gente vai construir um novo sistema né geralmente uma lista de sistemas Vale entrevistar o cliente vai entrevistar um steak Roller aquela pessoa que mais conhece do assunto daquela daquele sistema que será concebido né e junto com esse de sistemas vai o projetista de banco de dados então ele fica atento Nas questões de armazenamento Então ele pode falar o seguinte olha no meu sistema eu preciso armazenar dados de pessoas e vocês percebam que esses dados
eles podem ser diferentes dependendo do contexto daquela aplicação ou imaginar o seguinte a gente pode estar trabalhando com pessoas para uma invenção financeira certo que tem interesse no nome no CPF na filiação na renda certo e eu posso estar também trabalhando com a mesma pessoa só que não foco diferente não enfoque de um sistema de um sistema esportivo que tem por objetivo armazenar dados dos atletas Então os atletas são pessoas então a altura do Atleta o tamanho da do uniforme é um tamanho do tênis né o número do tênis é um peso então a gente
trabalhando com a mesma entidade de a gente pode ter diferentes enfoques dependendo dessa questão é da análise requisitos o que que é importante para o sistema Então a gente tem uma uma Tem que criar o hábito de escutar o cliente né de escutar a pessoa que está passando o sistema e não a gente olha os seus temas vai funcionar Dessa forma não a gente vai escutar a necessidade do cliente e aí enquanto projetista de banco de dados acompanhando de sistemas vamos fazer a análise requisitos viver Qual é o mini mundo que nós temos para o
trabalho dependendo do tipo de sistema conforme citado anteriormente Depois dessa dessa Identificação do problema que se dá pela análise requisitos a gente chega aqui no projeto conceitual e nós vamos desenvolver a criação do modelo conceitual esse modelo conceitual nós podemos implementar a partir de ferramentas Case ou também pela técnica do modelo tá de relacionamento certo nós vamos ver isso com detalhes daqui a pouquinho amadurecimento desse projeto conceitual no projeto lógico E aí nós vamos ter a criação de um modelo lógico interno certo mais mais próximo da implementação e Já resolvendo algumas questões já mencionadas como
entidades associativas e nós vamos especialização até chegar no projeto físico que eu tenho por premissa a criação dos scripts de banco de dados a partir da linguagem DDR na linguagem de definição de dados vamos desenvolver o modelo físico as estratégias de armazenamento as questões de backup recovery controle de acesso mapa de acesso lógico entre outras questões do projeto físico certo então você percebe que a gente tem aqui uma cresce né no detalhamento a gente parte da necessidade do problema do cliente então a gente vai concebendo no projeto conceitual o modelo conceitual trabalhando com entidades atributos
e quais são os relacionamentos que existem entre as entidades Vamos aprimorando esse modelo em um modelo lógico certo já nos aproximando do sgbd onde vai ser implementado o modelo físico e aí o modelo físico sim permite a gente gerar os scrips de criação que a gente table o Christian que entre outros desculpa e a gente tem todas as condições inclusive de tipos de dados atrelados nas colunas perfeito Então são essas etapas aqui que nós podemos ter dentro de um projeto de mão de dados isso é muito importante pessoal né então a gente vai partir do
mundo real chegar na especificação dos requisitos ficar atento para a questão do armazenamento da presença de dados né os requisitos vão trabalhar com Ah eu quero um botão aqui eu quero o botão dessa cor mas as questões de persistências Olha eu preciso armazenar dados de cliente eu preciso do armazenar dados do do fornecedor são questões importantes para que você reflita aqui nessa especificação de Equilíbrio inclusive com reuso com reuso que você pode ter na sua própria empresa né a gente pode chamar isso de Dados Mestres ou aqueles dados que são mais consumidos por toda a
organização Independente de sistema Então a gente vai ter aí um conjunto de tabelas né lá no modelo físico já mencionando que podem servir para ele sistemas então a gente também tem que fazer o re para evitar redundância em consistência de dados perfeito esse essa especificação de requisitos é aprimorado então um esquema conceitual Lógico que físico conforme a gente viu anteriormente até a criação do banco de dados por permite dito Então a gente tem aqui partindo do mundo real né da especificação de requisitos do negócio então o modelo de tarefa do usuário Então a gente tem
as definições de regras e tecnologia né os relatórios descritivos do processo da tarefa do ponto de vista do usuário a gente desenvolve que o modelo conceitual com as regras de negócio né as entidades objetos propriedades técnicas etc no modelo lógico a gente tem as definições de regras e tecnologias definição de dados funções e os projetos de regras e no fim isso que a gente tem implementação né representado então pelo projeto como a própria interface gráfica e pelo modelo físico até o sistema Então a gente vai do negócio é um sistema passando por essas etapas perfeito
isso é muito importante bom reforçando Minimundo análise requisitos coleta de requisitos a gente extrai os requisitos do banco de dados desenvolvemos o projeto conceitual com esquema conceitual em Alto Nível desenvolvemos o projeto lógico e mapeamento do modelo de dados com isso a gente tem a partir do esquema conceitual do modelo sgbd a gente desenvolve o modelo físico até a catalogação dos metadados do banco então Olhem só o caminho em preto aqui independe dessa GBD partido do mundo da do Minimundo da análise de requisitos do projeto conceitual até o projeto lógico independe do sgbt a partir
daqui da criação do projeto físico do modelo de dados físicos e a catalogação no banco a gente já depende dessa GBD E por que isso Professor apesar de serem relacionados com ele sempre pequenas diferenças Como por exemplo o banco de dados o sgbd oragon Ele trabalha com Number para número e o esc serve para trabalha com decimal ou certo então aqui no projeto físico quando a gente vai desenvolver essas características físicas do banco a gente já tem que estar aderente ao sgbd que nós vamos implementar certo então é importante essa questão até o projeto no
mínimo até um projeto lógico independente modelo físico projeto físico do banco já depende totalmente do sgbd que nós vamos implementar perfeito revisando então nós temos três níveis de modelagem a partir do levantamento requisitos moderagem conceitual certo é a primeira parte onde nós vamos desenvolver a representação que constela exclusivamente o ponto de vista do usuário certo o modelo lógico a gente já já tem uma base né já tem como base um tipo de banco que nós vamos empregar da implementação na modelagem física né a gente tem as definições dos tipos de dados as implementação da estruturas
lógicas Chaves primárias estrangeiras formas de acesso indexação controle de usuário Enfim tudo aqui na modelagem física para que a gente tenha um amadurecimento desse modelo de dados modelo conceitual mais perto do negócio modelo físico mais próximo do banco da implementação física perfeito pergunta aqui é todas as empresas trabalho com os três modelos não né a gente tem o proveito né um objetivo de cada um dos modelos mas em todas as empresas trabalham dessa forma já trabalhei em empresas que trabalharam com os três tipos de modelo já trabalhei em empresas que trabalharam só com modelo conceitual
e o modelo físico e também já trabalhei empresas que só desenvolveram A modelagem física então muitas vezes você tá desenvolvendo modelagem física pensando em entidade pensando em relacionamento então no meu modo de ver cada tipo de modelo tem seu objetivo e a sua abstração nesse momento da modernidade conceitual eu não quero pensar em tipo de dado eu quero pensar nas entidades nos atributos de como elas são constituídas certo senão a gente vai trabalhando só com o tipo de modelo a gente pode confundir nos conceito itos aqui então esse seria a regra do jogo perfeito tirar
o proveito de cada um dos tipos de modelos beleza então em um projeto de banco de dados apenas pensando no primeiro momento Então a gente vai conhecer a organização suas atividades vai reduzir a realidade elementos vai definir as funcionalidades e vai ter ingerir reversa de telas isso apenas pensamos você lá acompanhando a lista de sistemas no levantamento é do sistema reconhecendo a organização as coisas como funciona certo no segundo momento você já vai estar desenhando Então você já vai estar desenvolvendo o modelo conceitual a partir de entidades de relacionamento vai ter os atributos a normalização
de dados questão de tempos definição das tabelas e função dos tipos de dados e definição das regras de rivalidade de formatos de exibição depois do desenho desse projeto conceitual lógico a gente bota a mão na massa construção real das tabelas né ligação entre Chaves estrangeira tentando implementado chamado estrangeira criação dos formulários para receber os dados algumas consultas podem ser desenvolvidas para relatórios e tela de entrada de dados para fazer um culto no banco de dados Então são considerações importantes num projeto de banco apenas pensando já desenhando e mão na massa Ok muito legal isso tá
gente vamos lá e a gente entra agora na questão da modelagem né modelagem de dados então com o tempo os relacionamentos entre tabelas como será gravada a cada informação Quais são os campos que são obrigatórios Quais são os opcionais e a gente vê aqui um modelo físico representando uma modelagem de relacionamento tenho aqui diversas entidades pode animal sexo cliente cada um com seus atributos e seus relacionamentos É algumas ferramentas Case que é o que a gente vai trabalhar por exemplo no labirite Então nossa disciplina a gente não tem uma visão muito do conceitual né Elas
trabalham já com tipo de dados mas é uma excelente ferramenta para que a gente consiga ter velocidade na construção do modelo de dados certo livros de abstração então nós temos um nível de abstração mais alto né mais elevado com as visões da empresa como elas trabalham Quais são as entidades são importantes então nós temos nivisões mais altas a medida que a gente vai aprofundando as considerações das visões a gente chega num nível lógico e depois no nível físico já bem atrelado Aqui é o banco de dados que será implementado a solução mais uma figura representando
um diagrama entre relacionamentos nós temos aqui antes da de fornecedores que se relacionam com locais os armazéns certo nós temos projeto que tem empregados empregados são departamentos esses empregados também atuam nos armazéns fornecedores que trabalham com peças que são de projetos Então a gente vai trabalhando com o diagrama que elas também nesse sentido concebendo entidades e os relacionamentos entre elas muito bem vamos ver aqui o modelo entidade de relacionamento começando então pelo uma abstração de quais são os as entidades devemos levar em consideração né aqui no caso o produto e tipo de produto Quais são
os atributos que nós estaremos dentro desse modelo entre relacionamentos no caso de produto preço o corte na descrição do produto E no caso de tipo de produto corte com a descrição E aí ainda a gente tem outros elementos que nós vamos é ainda levar em consideração com uma carnalidade tá a gente vai investigar muito Bem pessoal vamos agora a discussão da questão vamos entender a questão em ver as alternativas corretas vamos lá de acordo com a intenção do modelador um banco de dados pode ser modelado descrito em vários níveis de administração o modelo de dados
que seguirá para explicitar ao usuário leigo em informática Qual é a organização de um banco de dados provavelmente não conterá detalhes sobre a representação em meio físico das informações já o modelo de dados usado por um técnico para otimizar a performance de acesso ao banco de dados conterá mais detalhes de como as informações estão organizadas internamente e portanto será menos abstrato é um ser 2011 nesse sentido qual etapa do projeto de banco de dados que normalmente é conduzida utilizando o modelo Entrar em relacionamento Então a gente tem aqui projeto conceitual do banco de dados verdadeiro
porque o modelo Entrar em relacionamento é o próprio projeto conceitual de dados onde nós vamos levar em consideração as entidades os atributos dos relacionamentos em alto nível nos aproximando muito do negócio alternativa b não é verdadeira porque o projeto físico ele não considera o modelo er certo ele já está com questões físicas de implementação também não é refinamento do esquema porque nós não chegamos nesse ponto para fazer o refinamento né empregado a organização de dados por exemplo também não é um projeto lógico de banco de dados porque o projeto Lógico não trabalha com o modelo
Entrar em relacionamento quem trabalha é um projeto conceitual e também não é análise de requisitos porque ela de requisitos é uma etapa anterior a essa etapa do modelo e r que é o Projeto conceitual então resposta correta é projeto conceitual letra a alternativa ok muito Bem pessoal vamos sim em frente então e vamos entender agora com detalhes essas questões do modelo tá relacionado então nós temos aqui um exemplo do modelo conceitual vamos entender a partir de agora temos aqui uma entidade estuda e uma entidade parente os atributos de tudo emoção de idade certo e a
entidade parente vai ter falhas vamos usar algumas observações nessa representação então todos são atributos Porque estão entre uma elipse aqui ligada a entidade o que está sublinhado é um atributo identificador que vai se tornar uma chave primária na transformação do modelo conceitual em físico certo aqui uai de pallet também o atributo determinante né o atributo identificador da entidade parente e o atributo telefone aqui ele tem dois filhos para demonstrar um atributo multi valorado perfeito a gente vai entender isso quando a gente apresentar os tipos de atributos então o modelo está em relacionamento é formado por
três partes entidade atributo relacionamento entidades considera os objetos coisas ou algo que seja relevante no levantamento de dados atributos são informações na descrições das entidades ou que eu chamo são a caracterização da entidade e o relacionamento é o conjunto de associações entre essas entidades Então vamos lá a gente viu esse exemplo ainda nessa web aula né Nós temos aqui a entidade produto com o código descrição no preço como atributos tipo de produto como código e descrição como atributo o que tá aqui preenchido a bolinha é o atributo identificador e a gente lê assim um tipo
de produto tem n produtos e um produto é de um tipo de produto por exemplo o tipo de produto ferramentas tem os produtos alicate chave de fenda e martelo e o martelo é do tipo de produto ferramentas perfeito vamos investigar um pouquinho mais essa questão do relacionamento mais à frente ok muito bem pessoal Então vamos investigar cada um dos elementos do modelo entre relacionamento começando com a entidade então a entidade é igual a um conjunto de objetos da realidade modelada sobre os quais estejam se manter informações do banco de dados então a entidade é tudo
que é importante que é um conjunto de objeto por exemplo pessoas pessoas para uma instituição banco é um conjunto de objetos tem a pessoa Everson tem a pessoa Maria tem a pessoa João certo então a gente reúne esse conjunto de objetos e vai verificar as características que nós podemos empregar nessa entidade para ter sentido daquele sistema e a representação dessa entidade é formada por um retângulo com o nome no centro alunos identidade de alunos identidade funcionários identidade projeto normalmente nós usamos o nome das entidades no singular certo aluno funcionário e projeto Isso é uma boa
prática bom então a gente concedeu as entidades e agora qual é o próximo passo é saber quais são os atributos que caracterizam que a entidade no atributo então pode ser considerado o dado que é associado a cada ocorrência de uma entidade ou de um relacionamento Nós podemos ser atributos de relacionamento e atributo de entidade normalmente de entidade certo então a gente vai ver aqui alguns exemplos né na entidade de projeto eu tenho o atributo tipo eu tenho um atributo código Eu tenho um atributo nome todos são pertinentes ao projeto então o projeto em nome o
projeto vai ter um código projeto vai ter um tipo de projeto perfeito então o atributo é associado a cada ocorrência de uma entidade um relacionamento Tá bom vamos ter alguns tipos de atributos para discutir perfeito então nós temos aqui os atributos multimolorados o exemplo que eu trago é o telefone né onde você contempla na aqui na entidade o atributo telefone tá bem entregado no modelo conceitual Mas você na reflexão da transformação do conceitual por Lógico você vai observar que esse campo é o melhor esse atributo ele pode ter mais um telefone né a gente viu
agora pouco lá no no telefone do pai o telefone da mãe então é atributos na transformação do modelo conceitual a gente vai resolver essas questões talvez a gente cria uma tabela só de telefone no modelo físico tá um segundo tipo de atributo é um atributo composto outro muito composto então é formado por mais de um atributo vamos lá um exemplo é o logradouro né então melhor o atributo endereço endereço é formado por logradouro CEP e bairro então o atributo composto endereço no modelo conceitual tudo bem agora quando a gente for refinar esse modelo lógico e
físico a gente pega esse atributo composto e vai quebrar ele né vai quebrar em atributo só logradouro um atributo só bairro um atributo só é certo por exemplo porque eu posso pesquisar especificamente por parte do endereço ok muito bem temos também o tipo de atributo chave que é o identificador como eu adicionei no caso aqui o exemplo código para empregado e os demais são atributos opcionais nome tipo de empregado Creia CRM perfeito da Inspiração da carteira de habilitação são tudo atributos opcionais Então o que nós devemos levar em consideração é encontrar um atributo determinante talvez
até utilizando as técnicas de Chaves candidatas e até chegar no atributo determinante ou identificador e presta atenção nesses dois tipos de atributos compostos e os últimos honorários que eles podem estar presentes do modelo conceitual mas ele deve ser resolvidos no modelo lógico e físico Tá certo muito bem agora a gente parte aqui para os relacionamentos certo o relacionamento então é igual a um conjunto de associações entre ocorrência de entidade certo vamos ver então por exemplo eu tenho uma pessoa que está lotada em um departamento e um departamento tem várias pessoas então a gente percebe que
a entidade de pessoa é entidade de departamento se relacionam na forma de lotação certo aqui a gente pode até escrever o sentido do relacionamento para entender um pouco essa questão é de como as entidades se relacionam tá então num projeto conceitual primeira etapa a gente Abstrai as entidades do problema né Depois a gente vai trabalhar com a caracterização dessas entidades da forma de atributos tá e depois a gente vai é mapear os relacionamentos E como eles funcionam com a criminalidade que nós temos entre eles nós vamos ver daqui a pouquinho essa questão então Olhem só
eu tenho aqui a entrada de empregado Eu tenho um P1 P2 ou p3 ou P4 até o p8 certo e eu tenho aqui a entidade departamento eu tenho departamento de um de dois e o D3 e aí eu tenho um relacionamento entre essas duas entidades na forma de lotação então eu posso dizer aqui nesse relacionamento entre a entidade empregado entidade de departamento né eu vou formar os parzinhos o empregado P1 ele tá no departamento de um por meio Pardinho O empregado P2 também está no departamento de outro tá vendo aqui tem dois com D1 e
um empregado 4 está no departamento 2 percebe e para fim e para finalizar essa análise a gente observa o empregado P5 associado ao departamento 3 então é essa questão que nós temos das ocorrências da entidade de departamento quantidade de empregado perfeito nesse caso aqui a gente tem que um empregado pode estar em um departamento e um departamento tem vários empregados por isso a gente tem o demônio repetindo aqui perfeito ficou mais tarde um pouquinho essa questão dos relacionamentos isso é importante tá é a base do banco internacional vamos aprofundar um pouquinho mais essa questão dos
relacionamentos então um papel de entidade em um relacionamento é igual a função que uma Instância de entidade cumpre dentro de uma Instância do relacionamento certo vamos entender isso então Olhem só essa entidade eu tenho pessoa eu tenho um auto relacionamento com a própria tabela de pessoa aqui eu posso ter essa questão do mapeamento né que a gente observou que do papel da identidade Então ele pode desempenhar o papel de esposa no relacionamento com o marido e eu posso ter uma outra enfoque do marido se relacionando aqui com por meio do casamento com a esposa então
na própria tabela de pessoa eu vou ter aqui quem é casada com quem a partir de chave estrangeira ou relacionamento perfeito isso é um papel do relacionamento no caso de identidade de pessoa ele é esposa ou pode ser marido e seu papel do relacionamento do alto relacionamento da entidade pessoa certo muito bem vamos agora a questão da caridade então eu posso definir que a carnalidade mínima e máxima da entidade em relacionamento e igual ao número um irmão máximo de ocorrências que aquela entidade associada tem em uma ocorrência de identidade em questão através do relacionamento vamos
entender isso pessoal vamos lá então olha só então eu tenho aqui é a questão da entidade pessoa com relacionamento casamento então a pessoa P1 certo é marido da P3 e a p3 é esposa do marido que o casal pegou pelo marido por três esposa vamos de novo eu tenho aqui a pessoa p6 que vai se relacionar com a própria a própria entidade na pessoa p8 então p6 é o marido e o p8 é esposa então com isso a gente tem essa gadalidade o mapeamento da carnalidade entre esse alto relacionamento de pessoa como entendeu então um
pouquinho melhor essa questão da carnalidade que é uma questão muito importante temos aqui a entidade departamento e a entidade empregado então um departamento nota inempregados né então eu tenho um departamento de recursos humanos por exemplo n empregados e a gente sempre faz a pergunta não singular um empregado está lotado em um departamento no recursos humanos por exemplo Então a gente tem aqui S1 que expressa a ocorrência de empregado certo entidade do lado oposto da natação pode estar associada no máximo a um uma ocorrência de departamento o empregado pode estar lotado em apenas um departamento certo
isso é a carne da laje da unidade mínima e aqui a gente observa a candidatura de máxima então o n significa que uma ocorrência de departamento entidades do lado oposto de natação podem estar Associados a muitos né n ocorrências de empregado então um departamento tem n empregados e empregado está em um departamento isso é importante pessoal a gente considerar a caridade por outro lado n que vai ficar a chave estrangeira Então eu tenho aqui o ar de departamento e aqui na tabela de empregado eu vou ter o ID departamento como chave estrangeira tem uma de
empregado com chave primária certo e o lado n aqui no caso um para n vai estar a chave estrangeira então o atributo identificador migra para a entidade que recebe do n aqui nesse mapeamento de criminalidade por isso que é importante que a gente desenvolva A análise da criminalidade para saber que lado vai ficar o campo de chave estrangeira na transformação do modelo físico certo isso é muito importante bom aqui a gente viu que é uma pessoa pode ser marido de uma esposa certo e uma esposa pode ser ter um casamento com apenas uma pessoa então
é um para um essa esse relacionamento entre pessoa e casamento aqui empregado e mesa um empregado está locado em uma mesa e uma mesa é de apenas um empregado então a gente observa aqui relacionamento do tipo um para um certo um para um é importante aqui na mesma entidade é o alto relacionamento e no caso de empregado e mesa a gente vai ter a questão da entidade forte em sentido de fraca Qual é a forte e a fraca empregado tem sentido de existir mesmo sem mesa tem então é identidade forte mesa tem sentido de existir
sem empregado não então a entidade fraca nesse caso certo o empregado aqui é a entidade forte e a entidade fraca recebe o a chave estrangeira Tá certo poderia ser sócio dependente né ou para um enfim vai depender muito da regra de negócio que será implementado por exemplo nesse exemplo empregado e mesa é um para um E é assim que funciona a regra do jogo eu poderia ter outro cenário que eu teria por exemplo três turnos e essa meta poderia ser compartilhado dependendo do turno e aí eu teria um empregado pode usar uma mesa mas uma
mesa é de n empregados certo aí mudaria o contexto mesmo com as mesmas entidades a gente pode ter uma diferença na carnalidade baseado na regra de negócio né então a regra que foi estipulada para esse exemplo significa que um empregado tem uma mesa e aquela mesa dele e somente dele ok Ficou claro na questão de uma outra análise de uma outra conjuntura aqui de negócio a gente pode ter a mesa compartilhada mas não é o caso Desse exemplo muito bem agora a gente tem aqui carnalidade para ele então um curso tem n alunos contém a
inscrição de em alunos e o aluno pode se inscrever em apenas um curso de negócio um empregado tem ndependentes e independente é apenas de um empregado perfeito estava estrangeira vai pular do M E aqui um alto relacionamento um empregado ele tem n empregados supervisionados e um empregado sobre o profissional tem apenas um supervisor no relacionamento supervisão perfeito então a técnica da gente descobrir a carnalidade de relacionamentos é fazer a pergunta no singular para cada parte da entidade em relação né ao relacionamento que une as duas entidades perfeito muito bem e a gente tem também uma
situação onde nós podemos empregar aqui uma carnalidade de relacionamentos é de muitos para muitos de forma que um engenheiro está locado em muitos projetos e um projeto tem Engenheiros né então nós dá que a gente tem aqui é um edifício que nós somos construindo Então esse Engenheiro pode trabalhar em vários projetos daquela Construtora e aquele projeto pode ter Engenheiros perfeito então aqui a gente tem a ocorrência de muitos para muitos que é importante médico tem n pacientes e um paciente consulta em mim médicos também é um exemplo de muitos para muitos e uma peça tem
a capacidade de fornecimento por n fornecedores por exemplo o parafuso não é só um fornecedor fornece certo e o fornecedor tem a capacidade de fornecer n peças o parafuso a porca o al então Aqui nós temos também relacionamentos muitos para muitos e podemos ser muitos para muitos em Alto relacionamento por exemplo um produto é composto por n componentes e um componente é composto por n produtos perfeito então aqui somos exemplos de relacionamentos muitos para muitos temos uma variação de uma carnalidade com relacionamentos significa que uma mesma entidade ele se relaciona com outras duas podemos ser
até quaternários relacionamentos normalmente a gente tem binários certo entre uma entidade e outra e aqui a gente tem o seguinte um distribuidor está em entidades uma cidade tem n produtos um produto tem vaga de distribuidores certo então a carne um refere-se a um par cidade produto então um distribuidor distribui aquele produto daquela cidade então assim que a gente pode resolver as questões de relacionamentos terminados tá ok [Música] [Música] [Música] tem a Mesa 6 mas a mesa 5 não tem ninguém então por isso que é Zero Certo então uma mesa pode estar sendo alocada zero ou
para um empregado para que eu deixo a mesa cinco sem nenhum agora aqui todos os empregados tem uma mesa para ele então por isso que é um para um aqui do lado da mesa e a gente também desenvolve a questão aqui da higienização especialização aonde nós temos aqui a representação de um cliente né e pessoa física e pessoa jurídica o que significa isso pessoal significa no conceito de higienização especialização que tanto pessoa física quanto a pessoa jurídica possuem atributos comuns que o generalismo na entidade cliente ambos tem nome e ambos têm código mas só a
pessoa física tem CPF e Sexo uma pessoa jurídica não tem CPF e não tem sexo Então os atributos específicos eu amarro aqui na pessoa física certo no caso da entidade pessoa jurídica tem um CNPJ e tipo de organização que são atributos somente de pessoas jurídica então eu especializo o que é específico de cada entidade no caso CPF e Sexo para entidade pessoal física CNPJ e tipo de organização para pessoa jurídica e é o que é comum entre as duas entidades e o generalismo na entidade de cliente que vai ter os campos comuns entre essas duas
pessoas nome e código perfeito uma outra representação é a pessoa a pessoa pode ser um professor a pessoa pode ser funcionário e a pessoa pode ser um aluno Cada um deve ter atributos comuns aqui entre eles que são generalizados aqui como nome data de nascimento mas sou professor ele vai ter uma titulação de uma disciplina é Sou aluno vai ter uma matrícula de um curso e só um funcionário vai ter uma matrícula da empresa que ele trabalha certo para fechar essa questão da generalização das pesquisas então a gente vê aqui uma higienização em múltiplos níveis
com herança múltipla Então a gente tem veículo que pode ser subdividido em veículo terrestre e o veículo Aquático certo o Aquático pode ser um barco pode ser um anfíbio que também tem característica do terrestre certo mas o terrestre pode ser um automóvel e um anfíbio o automóvel ele só na estrada vão anfíbios em estrada em lado então ele se torna um anfíbio terrestre e também um Aquático então ele vai dar os atributos é comum entre terrestre e aquático no caso do veículo anfíbio e os específicos para automóvel barco certo e ainda eu posso ter uma
generalização em múltiplos níveis em mais um nível de veículo então o veículo ele pode ser dessas duas categorias aqui e cada uma delas pode ter mais duas sendo uma delas vinculadas as duas higienizações certo então são questões importantes aqui é muito importante o conceito disso é essa questão da higienização da especialização está presente no modelo conceitual o modelo está relacionado e agora a gente passa a última último assunto dessa web aula que são as entidades associativas então a gente viu agora pouco que um médico ele pode consultar em pacientes e aquele paciente pode ter uma
consulta com ele médicos então eu tenho muitos para muitos como é que eu vou resolver essa questão né do médico com paciente eu posso ter a consulta e essa consulta ainda pode ter medicamentos com prescrição o resultado desse relacionamento muito para muitos ele pode obter aqui ainda o relacionamento com a entidade é medicamento nesse caso aqui sempre que a gente tiver muitos para muitos eu tenho o conceito de identidade associativa perfeito e aí na implementação é do modelo conceitual em lógico e físico a gente vai ter mais uma tabela aqui no meio chamada tabela associativa
entre paciente e médico eu vou a chave primária de médico e achar primária de paciente na tabela médico paciente aí eu sei qual médico atendeu Qual o paciente perfeito dessa nova estrutura médico paciente eu posso ter medicamentos também com muitos para muitos aí eu posso ter mais uma tabela associativa aqui médico paciente medicamento para saber como medicamento aquele médico ofereceu para aquele paciente certo Olhem só a gente desdobrando isso médico e paciente e uma nova entidade chamada consulta um paciente pode ter em consultas e aquela consulta de um paciente certo de um e somente um
paciente um médico pode ser em consultas e uma consulta é de um médico e somente um médico e depois a entidade de consulta trabalha com muitos para muitos entre medicamento então vou ter resolvendo essa questão do mundo para muitos A Entidade ou através da associativa consulta medicamento para eu saber que aquela consulta que foi a junção do médico do paciente tem como medicamento muito bem pessoal respondendo aqui a discussão da questão certo vamos entender essa questão Observe a figura abaixo eu tenho então aqui a entidade de carro antes da de vendedor A Entidade compradora vendedor
A Entidade vendedor Elas têm uma higienização especialização numa entidade especializada a pessoa física e o vendedor também pode ser uma pessoa jurídica certo e os relacionamentos aqui entre carro e comprador Eu tenho um para n certo tem que carro e vendedor Eu tenho um pai para ele também certo e a ocorrência de muitos para muitos acontece aqui que um vendedor negocia n carros com comprador no comprador negocia com vários vendedores certo e a gente tem essa Tribulus específicos aqui na entidade de pessoa física e os atributos específicos para pessoa jurídica fruto dessa higienização especialização então
nós temos aqui é duas entidades especializadas pessoa física e pessoa jurídica e uma entidade associativa chamada negociação fruto do mundo para muitos aqui da canela de máxima entre compradora e vendedor então a alternativa correta aqui quantas entidades associativas entidades especializadas podemos observar no modelo de relacionamento representando a figura Uma entidade associativa e duas entidades especializadas as luzes especializadas são pessoa física e pessoa jurídica e a entidade associativa é negociação dos entidades sugestivas nós não temos aqui também nós não temos duas associativas tem os dispositivos que nós não temos bom temos apenas uma associativa então Vamos
considerar a Emas o cumprimento daí são três especializadas a gente só tem duas então a alternativa correta é a alternativa a uma entidade associativa e duas entidades especializadas certo essa resposta correta muito bem pessoal então era isso que eu tinha para apresentar para vocês nessa web aula certo espero que todos tenham curtido vamos de frente com quem comigo e até a próxima pessoal grande abraço a todos valeu