e não sabemos que aproximadamente hoje inteiro sobre o que é produzida no mundo em alimentos acaba sendo perdido não necessariamente sendo desperdiçado mas que grande parte do desperdício que acontece acontece devido à má informação e aos hábitos de consumo da população em geral você pode imaginar que quem não tem renda não consegue comer né então esse é um contrassenso gigante não faz sentido nenhum né ao mesmo tempo em que jogava fora milhões de quilos de comida por dia oi gente é muito preconceituoso a gente preconceituoso que a gente quer tudo lindo e a gente é
preconceituoso porque a gente só consome aquelas coisas uma certa forma aqui até dentro de casa o desperdício acontece a gente compra de mais na hora de limpar a geladeira ver que não consumiu tudo na hora que quer comer pensa no que quer comer agora e não molha o que que tem sobrando um e aí e aí e aí e aí e aí e a gente tem fome e a gente tem excesso e como as pessoas que utilizam com acesso é muito escondida porque eu tô sozinho no mundo não tem mais ninguém então eu vou comer
tudo isso não tenho que fazer quando ela não quiser mais um e aí e aí e aí e quando eu vejo essas coisas de desperdício as pessoas apalpando um abacate e se não está bom para mim saca eu acho bem bem terrível o banco de alimentos ele combate à fome combatendo o desperdício de alimentos que a gente passa recolhendo sobra de comercialização produtos que não foram vendidos mas teriam dito como destino e a gente então entrega esse esses alimentos para entidades que atuam com pessoas que vivem em segurança alimentar em risco social oi para o
reciclar é e aí e aí e nós pegamos esses alimentos e levamos então pra gente dar desassistidas pelo nosso programa né é de forma que nós conseguimos impactar 22 mil pessoas todos os meses ele surgiu 998 dezembro e ele já arrecadou mais de 7 milhões de quilos de alimentos bom nós temos então um um grupo de doadores de alimentos né que são pessoas são empresas são sacolão em são pessoas físicas que entenderam que é melhor doar do que jogar fora né muitas vezes nós até somos um potencial de economia para a indústria porque ela ela
gasta dinheiro recursos financeiros para jogar fora o alimento de uma forma correta para descartar essa elemento né então por exemplo tem duas que faz suco de laranja e gastar milhares de reais só para jogar aquelas caixas de laranjas fora de uma forma de quadro por exemplo né então a gente capta a gente recolhe esses alimentos né que elas descartariam por não terem sido vendidos são luís se for um manipulados na nunca foram para a panela eles estão em natura ou industrializados né nós recolhemos esses alimentos então pela manhã e entregamos a tarde para as pessoas
assistidas pelo nosso programa né são essas instituições que vão cozinhar preparar esses alimentos e serviços seus assistidos né nós entramos dando uma consultoria para essas instituições de como manipular corretamente os alimentos como armazenar como usar integralmente promover o segundo desperdício nós dominamos técnicas de higiene assim a gente tem uma série de cuidados e serviços que nós prestamos para essas cuidadoras dessas coisinhas que servem então essas esses assistidos né a empresa do a 30 mil quilos de fruta mensal a gente está fazendo um trabalho como alma formosa ele gente trabalha com 10 mil quilos 10 15
mil quilos para o banco de alimentos para ong banco de alimentos e 25 mil quilos para o mesa brasil é o horário de beneficiamento tá então a uma seleção de frutas para o mercado e essa seleção por ter consumidores muito exigente a gente tem esse nível de descarte então às vezes um dano leve algum ralado alguma raladinha uma batida na fruta a gente não pode colocar nossas embalagens para comercializar a onde gera o descarte porém são frutas com alto nível de consumo mente pode estar consumindo ela sem problema nenhum cartão doação para a empresa é
importante porque a gente tá ajudando o combate do desperdício que a gente sabe que está conseguindo atingir muitas pessoas a gente tem o número estimado que por meio gente está conseguindo atingir 50 55 mil pessoas mensal com esse trabalho a parceria com o banco de alimentos acho que ela é fundamental para complementar a alimentação dos jovens que a questão ou seja a gente trabalha muito a questão da educação da formação de nossos jovens e alimentação ela é a é uma boa educação com uma boa formação eu raquel nega eu tenho uma sei lá eu apareceu
muito alimento eu acho que a gente tem a minha relação com o alimento ela não não sei se ela brota só pelo fato de eu ser cozinheira e de ser curiosa por eles mas eu acho que tem muito a ver com a questão da nutrição acho que tem muito a ver com a relação que a gente tem com o nosso corpo físico com a força com energia e com é como se o celular está tudo tão automatizado que a gente esquece de onde o que que nos movem assim a gente compreende aqui qualquer coisa que
foi descartada pode ser pega em qualquer lugar sendo lá na lixeira ou no chão ou abandonada em qualquer ponto que você encontrar isso é frigonismo e há muitos dos dos praticantes especialmente na europa estados unidos canadá assim eles se ocupam em coletar em um nicho de mercado e lá eles chamam de dar e vim que é mergulhar amigo é que mergulhar nas lixeiras que são normalmente caçambas assim mas aqui no brasil como tem uma legislação muito rude sobre a responsabilidade do mercado no descarte ela é existem empresas que são especializadas nessa coleta então a gente
não tem acesso ao lixo do supermercado e também no movimento aqui em são paulo pelo menos que você tem mais para os praticantes mas a militantes que levanta a bandeira aqui que nós que fazemos oficinas e divulgamos essa é a maioria da formação mais o food ah então é por essa orientação slow food que a gente tem a gente não tem nem vontade sei lá e nem a gente não aprecia produtos que vende supermercado porque no momento industriais então a corrente slow food aqui prática africanista aposta mais na feira porque também além da questão do
acesso ser mais fácil é onde a gente encontra mais volume e eu acho também que é onde a gente encontra mais necessidade imediata de restauração desses alimentos tinham os vizinhos que eles tipo uma vizinha que tinha muito mais feliz que mantinha foto filhos e ela tinha nove e eles eram supostamente mais pobres e a mãe trabalhava de loucamente minha mãe também mas era tipo ausência dos pais e os bicho solto né então a gente sempre correu pela rua e encontrava coisas mas eles conseguiam ser mais livres ainda de catar lixo lixo mesmo do mercado tal
e eles chegavam com celular jujuba saber uns itens que a gente só vê na televisão e a gente falou nossa é possível ter acesso a essas coisas como coletando do que jogam fora então eu acho que desde a desde da primeira descoberta da possibilidade também de consumir coisas que você jamais compraria isso já me libertou assim desses conceitos de comprar é que é bom saca não tenho isso muito pelo contrário esse é o fim eu acho que na infância já rolava por causa desse movimento da vizinhança e dos objetos também estarem nós nós éramos mais
livres e os objetos eram mais livres também muita coisa que é descartada pode ser reutilizada pode ela pode ter a mesma função se esse reparado ou pode ter outras funções podem pode ser transformado em outra coisa e aí g1 a fruta da época sobra milhões de caixas e caixas queimadura no mesmo tempo não dá para o dia seguinte e eles fazem em excesso que todo mundo quer mesmo mas aí sempre sobra no meio de mamão e parquinho e e é porque o lixeiro tá colocando lixo em cima das coisas vou primeiro eu tenho tudo que
os feirantes colocam aí depois eles vão vai na rua e jogou em cima então se a gente não corre tá cheio de leite em cima a gente não pega mais então pelo menos da limpeza tem uns que separam tem uns que eles chegam de manhã já deixando esse saco super antes e depois tem aí tem uma galera que vá e já separa tem uma galera aqui o país coleta só de papelão depois tenho que faz coleta só de casa de uma dele aí depois faça um dois caminhões diferente nunca me não desiste sujo e um
caminhão só de matéria orgânica que vai para compostagem então eu parece que tem uma eles fizeram um cálculo que é esse projeto é novo assim eu acho que tem acho que tem uns seis meses só ele desse dessa tem uma composteira gigante na lapa e outras sendo oi e aí parece que tipo setenta por cento do lixo da feira é orgânico então eles diminuíram isso tá tudo que eles coletavam ia para aterro virou trinta por cento só essa central de compostagem é um projeto piloto temporário ainda de compostagem de resíduos de feira podem jardinagem é
e ela foi inaugurada em quinze de dezembro de 2015 é é a primeira vez que você tá trabalhando uma tecnologia de compostagem de resíduos que visa trabalhar com esses resíduos nobres dos resíduos urbanos quer dizer o resíduo de feira livre e o resíduo de pó de jardinagem eles são res em metais em estado natural são produzidos em grande quantidade e esse resido ele contém um valor muito grande que são os nutrientes que podem ser recuperados através de um composto orgânico de alta qualidade eu posso transformar esses resíduos através de uma central como esta num produto
é de valor para a agricultura e para a natureza para compostagem gente fala primeiro reduz depois é utiliza só por último a gente vai reciclar então o que vem para o pátio tem que ser um resíduo que não serve mais para o consumo né então é uma é uma parceria que tem que ser feita com outras com diferentes setores né dessa cadeia produtiva e eu estou baxter gesico foi criado em 2003 justamente para evitar o desperdício de alimentos que aconteceu tô dentro e então na criação do banco de alimentos a gente começou a cadastrar entidades
o que cuidavam de pessoas necessitadas o que foi o que foi arrecadado desde ontem e durante o dia hoje a nossa equipe de nutricionistas elas ligam para a gente dados que estão na fila a gente tem uma fila nós temos hoje 180 entidades que recebem doação ela elas entram numa pila aquela quantidade que teve hoje vai ser dividido entre x entidades e o exercício desperdício porque assim não que seja é por maldade ou por não é porque assim uma falta de consciência mesmo dos produtores e dos permissionários que a gente chama aqui é assim a
mercadoria lá o produto ele tem uma vida útil vamos vão colocar 1 número é uma semana os produtores eles ficam até o limite máximo da para dar para tentar à venda né não conseguindo a venda desse produto esse produto já não têm valor nutricional ele fica imprópria para consumo então ele é jogado no lixo wilson gesp hoje em com em parceria com os permissionários a gente está conseguindo recuperar essa mercadoria com ainda um valor nutricional própria para consumo nós temos aqui um sujeito que e aí e ela também e a gente não gosta de chamar
de lixa a gente vai chamar bom então ele é um grande dentro do jeito que vende a vegetal já descascado já em cubinhos de alguma frente da panela ele é um grande gerador também de ímpar é porque ele já coloca as cascas lá já coloca o paulo lá é toda disco todo o motivo da estética que era muito disso é para para ele ter os pontinhos então os maiores fatores de risco e também muita coisa que ele descarta é muito bem aproveitado ele já deixa os calos e a gente usa bastante salas mais pro cabelo
deixa a casca de abóbora também é e eu não sabemos que aproximadamente hoje um terço do que é produzido no mundo em alimentos acaba sendo perdido não necessariamente sendo desperdiçado mas que grande parte do desperdício que acontece acontece devido à má informação e aos hábitos de costura hábitos de consumo da população em geral projeto satisfeito na verdade é uma tentativa pro positiva de trazer uma solução para o desperdício de alimentos que acontece não apenas nos restaurantes mas em toda a cadeia todo o ciclo é alimentar a metodologia hoje envolve principalmente três frentes como reduzir o
desperdício de alimentos nos restaurantes a primeira se baseia na quantidade de alimento a oferta de alimento nos nos estabelecimentos hoje é muito maior do que a verdadeira necessidade nutricional das pessoas então criando pratos ofertando pratos para o cliente onde a quantidade de alimento é é automaticamente é reduzida a chance do desperdício uma das técnicas por exemplo uma das mais divulgada se chama aproveitamento integral de alimentos não aproveitamento integral de alimentos cascas talos e sementes roupa muita coisa que culturalmente era jogada fora no momento da preparo da receita hoje integra o prato é um prato são
feitos com essas técnicas ajudam a evitar o desperdício de é aquilo fazer o risoto de bacalhau com a posta de bacalhau e eu lá se toda sujeira bacalhau a pena só se eu vou aproveitar para fazer o bolinho de bacalhau depois bacalhau aproveitamento [Aplausos] e aí e aí e aí e aí em você e por último a gente tem a terceira vertente do projeto é da onde vêm os alimentos quanto à origem dos alimentos então se o estabelecimento trabalha com alimentos são produzidos próximo aonde ele tá vendendo o alimento ou seja da sua região o
mesmo da mesma época do ano que as pessoas estejam em do restaurante a produção do alimento é mais barata os alimentos duram mais tempo o transporte que ele tem que fazer para chegar do campo até a mesa do consumidor é menor e assim a gente também aumenta a chance de que não haja o desperdício e aí e a gente começou no início a chuva muito pequenininha e tinha uns corpo muito grande de comprar direto dos produtores é sério nosso grande objetivo é nosso grande do norte ao longo do tempo a gente teve que rever um
pouco isso e a gente acabou tendo que se acomodar numa coisa interna intermediária quer ter uma pessoa que faz esse contato entre a gente e os produtores explicar um pouco porque que foi assim com os produtores a gente queria muito que eles pudessem chegar até o consumidor que eu estou sem falar com o consumidor a gente não tem o cortar distância né entre quem produz e quem consumo a gente queria encurtar esse caminho não só porque tem muito muita gente que vem geral vai ganhar dinheiro aí no meio o cara vai ser mal pago mas
também porque o produto chegaria mais fresco supernatural é uma loja mas é principalmente um restaurante de comida saudável né a gente trabalha com buffet a mente feito com produtos orgânicos ele é vegetariano mas a gente não for uma velha assim porque a gente acha que começa saudável comer pelo menos menos carne então vamo foi super variado a gente tem um café que fica aberto o dia inteiro inclusive está voltada para a rua para quem quiser passar e pegar uma coisa rápida além disso a gente tem todos os dias chegando verduras e legumes orgânicos frescos a
gente tem alguns produtos para vender que são industrializadas e a gente tem uma parte bem forte que são produtos a granel então os grãos os cereais as farinhas até você pode comprar o quanto você quiser agora a gente faz um monte de ações para ter um mínimo de desperdício possível agora nós estamos no fim do dia eu vou dar um exemplo aqui tem essa couve ela chegou na verdade ontem ela já tá começando a ficar tá vendo um pouco escura amanhã ela já vai para cozinha então acho que essa é a coisa mais importante que
a gente tem aqui na nossa rotina então todo dia e eu tenho um momento que a gente faz uma separação do que ainda fica exposto do que já vai ser usado na cozinha além disso a gente tem uma outra coisa que eu acho que é importante para evitar o desperdício que dentro da loja a gente não deixa as coisas ruins serem então por exemplo tem um tofu que tá aqui esperando ele vence daqui a dois dias tenho certeza que amanhã ele vem para mim então antes dele vem você vem para mim quer dizer ele vem
para cozinha antes dele vencer ele vai para cozinhando ele vai ser preparado na dentro do prazo necessário para as pessoas poderem consumir dentro do prazo de validade ele não virás por isso que depois que ele tava em cima eu não vou poder usar na cozinha e eu não posso vender ele mais ainda que a gente tava pudesse discutir em quais condições mas eu acho que como a gente tá não estabelecimento comercial a gente segue as regras e tudo que ficou dentro da cozinha também a condicionado então aquele restante de farofa que tá feito tá fresco
ele tá dentro da geladeira para garantir que as condições de preparo dele tão boas e eu posso ser ver no dia seguinte que ele não ficou exposto é mais uma coisa que faz muita diferença tem uma outra coisa que a gente faz quer fazer aproveitamento integral dos alimentos tem um desperdício que é muito difícil evitar porque ele tá na lei e a gente tem que trabalhar de acordo com a lei que é a comida do buffet que ficou exposta então vamos supor eu servir uma salada tudo que eu sirvo né o feijão arroz a lasanha
do dia enfim se a comida ficou exposta no ela tem que ser desprezada né não é possível a gente reaproveitar e olha veja aqui em são paulo uma portaria municipal portaria 26/19 que lhe dá o que normatiza todas as atividades do comércio varejista de alimentos do comércio industrial e atacadista de alimentos ela normatiza as instalações equipamentos e utensílios a manipulação e o comportamento dos funcionários e a forma como se deve lidar com os alimentos tanto na produção quanto na distribuição o restaurante pode doar qualquer alimento que não seja aquele que foi exposto para o consumo
seja aqueles que foram para a área de venda que as pessoas é manipular o que as pessoas conversarem sim eventualmente pode ter cai no cabelo pode ter caído uma saliva então esses alimentos que são expostas eles não são próprios para serem doados eles têm que ser inutilizados aqueles alimentos que a gente esse o resto tá que a gente considera as obras obra ela pode ser reaproveitada ela pode ser trabalhada no próprio estabelecimento ou pode ser doada então aquele alimento que não foi expulso aquele alimento que foi mantido na área de manipulação em boas condições de
higiene e boas condições de temperatura ou fria ou quente então esses alimentos poderiam ser doados ou retrabalhados no próprio estabelecimento tem uma coisa muito rígidas sobre levar a comida para casa que é um tema super polêmico por lei não pode a gente é claramente orientado a não permitir que os funcionários levem nada tanto da loja quanto do restaurante sem risco objetivo da convida estragar né porque vai no ônibus demora lá uma duas horas e realmente o pode tem um problema e é meio frustrante porque no fim do dia a gente acaba jogando muita comida fora
eu gostaria de poder doar se a comida a comida preparada não pode ser doada estou usando o exemplo dos funcionários mas eu não poderia nem doar para uma entidade sabe eu só se pode doar comida que não tá preparada temperada e se ela ficou exposta ela tem que polícia pronto atualmente a legislação ela é bastante rigorosa né com essa questão da doação porque pode haver uma responsabilização de quem doa caso quem aceitou a doação tenha algum problema alguma dos cimento o contraiu alguma doença então isso impede né isso é vamos ver ele ele atrapalha na
verdade a esse processo de doação né então é um alimento vencido por exemplo ele não é só uma infração sanitária né ele pode ser é né no tanto no código penal quanto no código consumidor comercializar alimento vencido é crime comercializar um alimento que possa causar um caso uma intoxicação alimentar ele também pode responder criminalmente não é mesmo tendo a boa vontade de doar né um elemento boas condições por exemplo cio se a pessoa que aceitou a doação não não mantivesse alimento em boas condições e o alimento se deteriore ela consome ela vai atribuir a responsabilidade
a quem doou então como quem doa não tem domínio sobre o que vai acontecer com esse alimento após a doação as pessoas têm receio de fazer isso né de doar esse me bastante essa questão de doação então existem movimentos aqui que a gente percebe pela pelos questionamentos dos municípios e de empresários existe um movimento no sentido de tentar aproveitar esses alimentos que são e desprezadas diariamente em restaurantes e lanchonetes mas não tem nenhuma regulamentação até o momento para essa é para esse tipo de atividade infelizmente o mesa brasil é um programa que foi criado aqui
em são paulo há 22 anos através da iniciativa do professor danilo santos de miranda kerr mostra o diretor regional que foi até os estados unidos e trouxe a ideia de banco de alimentos aqui no brasil iniciou aqui em são paulo a primeira unidade foi o sesc carmo né e depois foi expandido para todo estado de são paulo e hoje transformamos em 13 unidades atendemos mais de 800 instituições sociais e atingimos mais de 140 mil pessoas os carros saem de manhã do sesc carmo né a e vão um destino aos doadores nós temos ceagesp nós temos
alguns mercados eu também mercado da e tira então cada carro vai para um roteiro e depois eles nos ligam no telefone da lá no escritório e nos passam todas as doações que eles coletaram então quando eles vão nos doadores eles verificam se se tem doação o que que vai ter de doação a nossa isso a gente sempre faz diferente do produto se é verdura legume ou fruta porque tem dentro do padrão da empresa final do ano não segue o novo padrão gente fez a seleção agora a gente vai para parte burocrática que o recibo que
a gente faz para o doador tanto para garantir aquilo que a gente levou e para servir também para a gente poder dar entrada no nosso estoque aí aqui a gente tem código que o nome que deu agulha felicidade quantidade de taxa de cada caixa o peso vamos total também de peso aqui no caso eu 300 kg aí lá ela vai assinar colocar o rg dela para a gente estar podendo comprovado que foi retirado tá bom ó a segunda via para poder passar entre os 14 carimbando para provar todos os tá bom e colocar em direto
e aí e aí e aí a gente vai levar para as doações agora para as instituições até sem por causa de hoje vai ser a crise nas instituições sociais elas vão receber um complemento né na verdade é uma parte do que eles utilizam na refeição deles que eles vão receber em alimentos né então ele já tem que fazer esse é só preparação de alimentos no local eles também recebem treinamentos conosco no sesc sobre como proceder na utilização desses alimentos utilizando de forma integral bom então nós passamos do projeto com o sesi que eu acredito que
há cinco anos eu não tenho nada as exato eu terei que puxar lá nos nossos registros mais há bastante tempo a gente participa do projeto para a gente é fundamental porque assim eu particularmente porque é uma empresa familiar então a gente tem o meu pai que a gente tem muito é uma coisa é complicado para gente começa quando por ter muito cliente se faltam exclusivamente na aparência e é muito triste porque às vezes você vê que o produto se tirar a casca ele vai fazer o purê do mesmo jeito que o último né mas as
pessoas têm isso então para não perder para não né jogar fora com tanta gente precisando é muito bacana que alguém receba e trabalha esse produto direito e aí a gente tem confiança no sesi né porque aqui em casa é muito fofo ver suas retirar em duas horas só que a gente já teve casos de doar e ver a pessoa revendendo entendeu ali na esquina por exemplo então fazer perde completamente a confiança a pessoa vem aqui e fala que é de uma inscrição você acredita tô de repente ver ela vendendo aquele produto não é o objetivo
né então a gente sabe que o sesc faz um trabalho de verdade então a gente confia e aí a gente fica contente que tenho bonfim melhor do que o lixo é o então instituto rogacionista organização social que existe há 46 anos nós trabalhamos na duas frente assistência social e educação são alimentadas pela doação a pela colaboração no meio da brasil aproximadamente mil pessoas entre crianças adolescentes jovens e adultos a importância do mesa brasil né que foi pioneiro na ideia da sustentabilidade de do não desperdício a lei de completar complementar a alimentação diária das nossas crianças
e adolescentes eles também capacitam os nossos colaboradores na área da cozinha e também marcação do reaproveitamento de alimentos então esse nos ajuda porque colabora com os alimentos das crianças e também nos ajuda a evitar o desperdício os alimentos industrializados eles têm toda indústria tem uma equipe responsável pelo estudo de vida de prateleira então eles idealizam produto passa por vários testes o tutoriais e o que a gente chama de teste de vida de prateleira nesse teste eles eles expõe o produto em situações iguais às que seriam na área de venda e verifica o quanto tempo ele
se mantém conforme o padrão de qualidade que a empresa determina então a o sabor a crocância a qualidade então eles baseia um esses e análises microbiológicas claro eles basilhão esses estudos para chegar nesse prazo de validade mas a indústria sempre mantém uma margem de segurança na então mesmo de determinando a validade uma data x eles procuram colocar uma data um pouco anterior para que mesmo próximo da validade não haja nenhuma alteração do produto então normalmente existe uma margem de segurança após a data de validade e colocada pela indústria e aí g1 e aí e aí
hoje nós vamos fazer uma salada de frutas com todos os que estão abertas que determina o tempo que a gente tempo delas e o que a gente vai fazer é que as abertas que não ser consumidas na voz então tirar sempre a parte de ções gosta e utilizar o parte do na metade metade de vagas é muito oi e aí todas as que estão fechadas são possíveis de guardar o e aí e aí e tem restaurantes que não querem repetir para tu ou não sabe desenvolver um reaproveitamento por exemplo se você tem um dia de
baixa de público você vai às vezes você desperdiça ela meia panela de arroz você cozinha a 7 quilos por dia tipo panela gigantesca e aquelas obras se os direitos joga fora até mesmo aqui não foi para frente porque no outro dia tem que ter fresco então essa que nem foi para frente ele também joga fora e mano é muita coisa assim é toneladas de milhões de restaurantes em várias regiões por dia então é só o só o a iminência de ser processado já diminui diminui a necessária a oi mana necessidade não é capaz diminui a
possibilidade do sujeito de doar diz assim eu não vou doar por que não pode é porque na realidade que as pessoas tinham medo que alguém fizesse uma queixa que teve uma uma infecção estomacal né e foi intoxicada e as pessoas preferiram não doar né só aqui seu hipocrisia muito grande porque as pessoas foi infectada todos os dias pegando comida do lixo né onde passa rapidez e total pega leptospirose um monte de coisa então assim a deveria realmente ser regulamentado no brasil a doação de alimentos espontânea por todos os agentes que quisessem do ar está parada
no congresso nacional agora quase 20 anos a lei do bom samaritano que exime de responsabilidade civil e criminal da dor de boa-fé de alimentos em e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e eu desconheço o seu projeto de lei do bom samaritano né desconheço sempre que chega algum projeto de ler voltado para área de vigilância de alimentos e e quando é um projeto municipal ele passa sempre pela pela covisa não existe uma comissão técnica que analisa esses projetos junto à câmara municipal então
não sendo um projeto municipal eu acredito que não deva passar por aqui sem um processo sendo projeto e virando uma lei federal ele é imposto a todas as instâncias seja estadual seja municipal virando lei né que eu acredito que deva ser uma lei federal nós só temos que cumprir a lei tá só que a coisa não é tão simples assim porque é essa questão de responsabilização é uma questão que passa pelo código se o código penal então não é simplesmente uma lei nós vai ter que mexer no código civil vai ter que mexer no código
penal provavelmente não código do consumidor e toda a fertilização sanitária tá eu acho uma iniciativa fantástica mas não é uma coisa muito simples de resolver porque você vai esbarrar em outros direitos né que tem que ser questionar tem que ser equalizadas para que essa lei tem em vigor no país não é uma situação muito fácil não eu admiro quem esteja tendo essa iniciativa mas sei que vai ter uma longa luta pela frente aí é eu acho que quando a os cidadãos mudam os eleitores mudam os políticos mudam também eu acho que essa é uma das
conquistas que a gente tem que lutar né porque não faz sentido nenhum a gente ter um texto tudo que é produzido sendo jogado no e ainda comer as pessoas passam necessidades né ao mesmo tempo que a gente acaba destruindo o nosso meio ambiente porque a gente me mata para plantar é aquela primeira não chega na boca de quem precisa não é uma parte de quem precisa gente polui águas né a gente enfim o terceiro modo emissões de gás carbônico na atmosfera hoje provém da decomposição de restos de alimentos ou seja jogar comida fora é é
tudo de ruim eu acho que é legal pensar nessa coisa do desperdício do reaproveitamento não só como um favor que a gente faz né mas pensa que quando você vai olhar para o produto aproveitando ele você tá abrindo portas para novas possibilidades dentro da cozinha e a gente na verdade descobre quando a gente numa educação mais padrão assim a gente incorporam os preconceitos né porque que não pode usar o talo da beterraba quem que inventou que é para comer só a beterraba e não é para comer o talo o alimento é tão mais complexo do
que a e quem sou eu para modificar assim o que ele é mesmo já é muito forte para eu achar que sou capaz de fazer algo melhor que aquilo sabe você tem uma variedade de mais de 40 tomates e a gente come tomate alface todo dia o pf do brasileiro é constituído de a única a salada clássica é alface tomate e a gente tem mais de 40 fumantes a gente come só sei lá 4 saca então é tudo tudo lá eu acho que qualquer ingrediente ele é muito mais rico do que a gente imagina e
a gente subestimo muito longe e como a gente trata o alimento é desde a semeadura até se as pessoas vão ter acesso ou não diz muito sobre um um povo um país um planeta né e um dos um dos motivos de ter escolhido trabalhar com comida é justamente esse que a comida além de ser essencial para a vida humana a metáfora universal de nutrição então você você come alimentos você come justiça você come amor você come liberdade você come né e o desperdício também a metáfora universal para tudo então você desperdiça não só alimentos e
desperdiça tempo vida dinheiro público água terra enfim né tá assim a gente realmente tem que entender que os recursos são finitos e temos que aprender a cuidar do que a gente tem preservar para o futuro não deu para operar loucamente saber usar com consciência acho fundamental para todos nós estamos vivendo neste planeta e olá e aí [Música] e aí e aí e aí e aí