e continuamos pegando aí ao fim da nossa leitura da história da sexualidade Volume 1 a vontade de saber Este é o episódio 9 que trata do Capítulo 5 último capítulo direito de morte e poder sobre a vida então é terminado finalizado leitura de história da sexualidade Volume 1 a vontade de saber e se você está conhecendo a nossa leitura sobre história da sexualidade volume um somente a partir deste vídeo eu te aconselho a resgatar os vídeos anteriores né são oito vídeos anteriores mais estes nove tratando parte a parte passo a passo temos uma leitura durante
este ano de 2017 inteiro sobre a história da sexualidade Volume 1 a vontade de saber no vídeo de hoje capítulo 5 direito de morte e poder sobre a vida fucou começa o capítulo da seguinte forma por muito tempo um dos privilégios característicos do Poder soberano foram direito de vida e morte então poder poder soberar que muitas vezes e exercia através de um monarca ou de um é muito déspota né é ele tinha o direito de dispor aí da vida e da Morte e isso vai se é alterar ao longo do tempo então continua essa reflexão
da seguinte forma encarado nestes termos o direito de vida e morte já não é um privilégio absoluto é condicionado a defesa do soberano EA sua sobrevivência enquanto tal seria o caso de concebê-lo com Hobbes como a transposição para o príncipe do direito que todos possuiriam no estado de natureza defender sua própria vida à custa da morte dos outros ou deve-se ver nele um direito específico que aparece com a formação destes ter jurídico novo que é o soberano e tal e tal tinha um poder assimétrico não é um direito assimétrico e a gente pode relacionar muito
esse direito de ou causar a vida ou causar a morte com que a Shirley Me vende vai falar no seu livro né na sua conceituação sobre né pro política que é esse momento que nós estamos vivendo que o poder interfere muito na morte dos cidadãos é uma política voltada aí não para a vida mas para a morte então ficou tá fazendo uma relação dessa questão de vida e morte com a Sexualidade nesse tipo de sociedade que haviam poderso sobrar ele coloca o papel do Poder da seguinte forma poder era antes de tudo nesse tipo de
sociedade direito de apreensão das coisas do tempo dos corpos e finalmente da vida combinava com privilégio de se apoderar da vida para suprir E então começa a primeira parte do capítulo ele tá falando de vida e morte como que os poderes controlam a vida EA morte aí ele vai sentar questão da Guerra né e trazer que na guerra tiveram se muitas invenções ou então seja uma coisa que gerou a morte também gerou meio sobrevivência meios de vida vai falar da questão do genocídio com Hitler e tudo mais né a pena de morte o direito de
gladio e ele traz Aí então conceito novo que é o conceito que depois vai ficar com conceito assim muito ficou chateado que o biopoder e hábil política é o biopoder é o poder que interfere na vida a partir do momento em que o poder assumiu a função de gerar a vida já não é o surgimento de sentimentos humanitários mas a razão de ser do Poder EA lógica de seu exercício que tornava cada vez mais difícil aplicação da pena de e nem para onde aqui é falando também a respeito da pena de morte e ele como
que considera esse biopoder né Adele potência da morte em que se simbolizavam poder subir ao é a hora cuidadosamente re coberta pela administração dos corpos e pela gestão calculista da vida desenvolvimento rápido no decorrer da época clássica das disciplinas diversas escolas colégios cavernas a terias aparecimento também o terreno das políticas da práticas políticas e observações econômicas dos problemas de natalidade longevidade saúde pública habitação imigração explosão de técnicas diversas e numerosas para obterem a sugestão dos corpos e das populações abre-se assim a era de um biopoder Então seja o poder que controla a vida e aí
ele vai colocar vários dispositivos deste a ter sendo dispositivo sexualidade 1b velho retoma o conceito que ele tá todo o capítulo 4 que nós dividimos em diversas partes sobre o dispositivo sexualidade com seres dispositivo que é um conjunto de práticas discursivas ou não discursiva que atuam nos processos de subjetivação ou seja nos processos de Constituição de sujeitos que para né contra por este poder ele vai continuar citando a questão da Resistência focou trabalho aqui é são os poderes e dos micropoderes o povo ter pulverizado nas relações sociais mas ele coloca também a questão da Resistência
como lá começando livro ele disse onde há poder há resistência E aí sobre a existência ele coloca assim e contra esse poder ainda no século 19 as forças que resistem se apoiaram exatamente naquilo sobre o que ele investe em a minha vida e o homem enquanto ser vivo é está lembrando que ele coloca esse surgimento do biopoder ele começa mais ou menos no século 18 na ele é o século 19 que ele vai se consolidar depois Até ficou também vai fazer uma análise do século 20 e a gente poderia pensar o que teria sido análise
de desde o século que estamos agora o século 21 então ele coloca o sexo com uma força de disputa política né o sexo não é só a vontade só para ver prazer no devido mas perpassado por forças externas que é que interferem na Constituição da sexualidade dos sujeitos então ele define ele também o sexo assim o certo é acesso ao mesmo tempo a vida do corpo EA vida da espécie servimo-nos dele com Matriz das disciplinas e como princípio das regulações então ele vai dizer que é uma disciplina do corpo o controle das populações E aí
né que tudo isso é através do biopoder e através do dispositivo de sexualidade se dá né na práticas discursivas não discursivas já que é um dispositivo mas ao Manifesto para nós em discursividades nem discursos sobre esse controle exercido né ah é a respeito da disciplina dos corpos na questão da flexibilidade ele diz assim de modo geral na junção entre o corpo EA população o sexo tornou-se o alvo central de um poder que se organiza em torno da gestão da vida mais do que da ameaça da morte então Essa gestão da vida ela tem o seu
centro no sexo na sexualidade porque é o elemento que gera a vida então hoje nós vamos controlar nisso e por isso tantas interdições tantos contra a dia dos né não dia do silenciamento e a pagamentos com a nós estamos em uma sociedade do Séc a Sexualidade os mecanismos do poder se dirigem ao corpo a vida ao que faz proliferar ao que reforça a espécie seu vigor sua capacidade de dominar o sua aptidão para ser utilizada saúde progenitura raça futuro da estepe vitalidade do corpo social o poder fala da sexualidade para a Sexualidade completa não é
marca ou símbolo é objeto e alvo Mental é poder vai no alvo da sexualidade por isso que é certos tipos de sexualidade exercício da sexualidade são proibidos porque são formas de controlar a vida nem Power ao mesmo tempo provocada e temida para fofo né sendo permanentemente suscitados de cursos do sexo a Sexualidade são permanentemente suscitados tanto hoje na mídia como nas redes sociais né como é que é os salões que existiam está sempre se falando e assento uma analítica da sexualidade o que que é isso né E porque nessa fase do Cocô Ele tá trabalhando
a genealogia da ética ou seja ética EA estética da existência então ele tá pensando como que o sujeito existem em sociedade como que eles é como se dá esse modo de existência e quais que são as questões éticas e as estéticas né as formas de derrotar desmisturar pintar digamos assim e esses exercícios então isso fica muito evidente que há um controle que ao cerceamento na questão da sexualidade com uma prática de existência do indivíduo então perde o sujeito não é livre ele ele é assujeitado como diria Michel crescer mas ficou ao mesmo tempo coloca ao
mesmo tempo que ele tem é e não é Esse aumento ele também resiste na mesma prática porque o dispositivo fala da sexualidade e para a Sexualidade né então por exemplo do aí Quando surgiram os movimentos gays é a questão da sgti né e tudo mais tudo isso só mecanismos de resistência falando da sexualidade para exercer a Sexualidade contrapondo esse biopoder exercendo novos e outros poderes e aí o dispositivos sexualidade para o corpo deve ter pensado a partir das técnicas poder que eles são contemporâneas aí coloca lá o exemplo de algumas técnicas né ele vai falar
que se passa tem uma história também atualidade para a história dos corpos né e da maneira como se investiu sobre o Primeiro eles ademais material demais vivo o certo nada mais era que um ponto ideal tornando necessário pelo dispositivo de sexualidade e por seu funcionamento o sexo efetivamente ponto imaginar capital pelo dispositivo sexualidade que todos devem passar para tirar acesso a sua própria inteligibilidade já queria já que ele é o mesmo tempo elemento oculto e o princípio produtor de sentido a totalidade do seu corpo foi dele é parte real e ameaçada desse corpo do qual
constitui simbolicamente o todo a sua identidade já que ele havia a força de uma função a singularidade de uma história e pede para que eles controle velocidade 7 nas práticas sexuais mas nos corpos e nos Prazeres é por isso que até depois ele vai escrever o outro livro uso dos fazer isso cuidado descer porque é no corpo que se marca também Este controle e aí tu tá DH Lohan se né ele coloca né uma estação dele que atualmente Nossa tarefa compreender a Sexualidade quem está falando bom né pra finalizar fazer esse fecho que é a
introdução da história da sexualidade né e considere-se volume 1 com uma introdução no que ele vai fazer nos próximos capítulos Então coloca atualmente Nossa tarefa compreender a Sexualidade Hoje em dia a compreensão plenamente consciente do instinto sexual importa mais do que o a sexual foi aquilo que nós fizemos né fala que mais do que pratica se né então tem uma necessidade de exibir de mostrar no YouTube agora né com YouTube Instagram é somente Instagram né nas redes sociais então e ele coloca aqui a civilização ocidental se Interroga com tanta ansiedade sobre o que é o
que é domínio do sexo então para ele isso tá entregando isso é a motivação Isso é o que move ele como é pesquisador por quê que se fala tanto por quê que ansiosamente por quê que umas coisas que falas e outras não porque está o descontrole como que se dá a esse controle já mostrou até um pouco aqui para nós nesse Volume 1 como que se dá esse controle e ele vai sumir usar no Volume 2 ano Volume 3 e por fim já terminado o texto do carro entrou sim que fala sobre o direito de
morte e poder sobre a vida né então esse direito aí de exercer de colocar-se a morte e também de dominar controlar a vida ele vai dizer se perguntará por que fizemos tanto suspender a lei do silêncio sobre o que era a mais perigosa de nossas preocupações nas aqui é né os os estudiosos que queriam né A Lei e hoje a gente se pergunta hoje a gente pesquisa e roga junto com cocô pensamos com cocô a parafrasear e curtir ele era o pensar como shampoo cocô que é um livro muito bom também sobre desse que é
um decifrado por né Então aí ele respondeu a nossa que dizemos ter como podemos modificar mas por nos termos liberado em fim no século 20 de um tempo DeLonghi dura repressão o tempo de um ascetismo cristão prolongado desviado avaramente impertinentemente utilizado pelos imperativos da economia Portuguesa e lá onde hoje vemos da história de uma censura dificilmente suprimida reconhecer-se a ao contrário a lenta atenção através dos séculos de um dispositivo complexo por anos fazer falar dos pés para lhe dedicarmos nossa atenção e preocupação para nos fazer acreditar na soberania da sua lei quando de fato somos
atingidos pelos mecanismos de Poder da sexualidade tal a ilusão que somos livres para falar de sexo né então é que ele fala que ainda é uma evolução lenta ainda né E porque aí eu E ai Di dizendo que o prod Renan tava com admirável eficácia diga dos maiores espirituais e diretores da época clássica a injeção circular de conhecer o sexo e colocaram em discurso evoca-se com frequência os inúmeros procedimentos pelos quais o cristianismo ativo nos teria nos teria feito despertar corpo mas tem a temos um pouco em todos esses Artes pelos quais a vários séculos
fizemos amar o sexo torná-lo desejável para nós conhecer e precioso tudo o que se diz a seu respeito pelos quais também esse tal nos desenvolver todas as novas habilidades para surpreendê-lo e os vincularão o dever distrair dele a verdade pelas quais os culpabilizar ão por termos conhecido por tanto tempo então esse sadias que me feriam os tanto hoje em dia e Devemos pensar um dia talvez numa outra economia dos corpos a atriz já não se compreenderá muito bem De que maneira os jardins da sexualidade do poder que suspensão dispositivo conseguiram submeter-nos a essa altera monarquia
do sexo a ponto de votar nos a tarefa infinita de forçar seu segredo e de extorquir a essa sombra as condições mais verdadeira ironia desse dispositivo É preciso acreditar mas que isso está a nossa liberação ele faz ao mesmo tempo um apontamento uma crítica né que se pensa que se liberou até coloca a liberação entre aspas mas não liberou que essa censura que o cristianismo põe na verdade suscitou uma vontade de saber então é e essa vontade de saber como que elas estrutura como se os dispositivos que controlam que permitem ou proíbem né é ter
essa vontade saber sobre o sexo EA sexualidade em contato aqui nesse voluminho Então hoje chegamos ao final do volume 1 da história da sexualidade a vontade de saber falamos do Capítulo 5 né o direito de morte poder sobre a vida e finalizamos então a leitura para que não fique almoçou para que a gente intera 10 episódio eu vou trazer um episódio resumão daqui algumas semanas para que a gente fecha então e fique esse embasamento dessa leitura depois damos um momento de férias e retornando c2021 com o volume 2 é se você gostou se inscreva no
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