E aí G1 E aí E aí e na no cantinho que nós morava eu era uma enfermeira né corre a parto até hoje precisar eu faço injeção faz curativo né hoje em dia caixa não tá tu não tá com falado bom né passando mesmo um pouco E aí E aí eu sou nascido e criado aqui na preta o velhinho janot pipa laranja meias vidinha mais criou muita gente é eu casei aqui mesmo queria uma filha agradável oito filhos estão muito faceiro com meu pai também mesmo que o menino nasceu aqui porque ele 1924 ele tinha
12 anos tinha uma revolta aí ele era acostumado cuidar o gado com velho o pai dele escondido no meio do mato tão aí né e ele cuidava essa criação todos esses tempo ele tinha 12 anos já tocando nascido aqui né era nascido aqui meu meu pai nosso Pipo a mamãe passo aí na frente pouco O Incra nós trocou de um pedaço de terra lá em Mato Grosso ficou com a nossa propriedade aqui né a gente saiu tomou um pouco de pelo juízo mas fazer o que é pedido do governo né a caminhonete ajudou muito ele
né mudou queria faz 23 anos que eu penso a caminhonete agora que estragou um pouco e eu não tinha tipo recurso para o mar tava doente né e doente a gente não quase nada sou doente só que a cama lá no projeto é de queda te conhecendo aí você quer morando lá há quatro anos junto a virem para cá aí aqui na casa aí tivemos e eu não entrou tinha uma filha tirei mais três aqui foi tiver nessa aqui ó a 55 filhos aqui era muito bom quando meu pai e minha mãe era novo que
era um casado nesse morava aqui era muito bom mas depois que eles faleceram já perdeu a graça e agora nós ficamos aqui que e outra aqueles quando eles pegaram e falaram para nós assim olha meus filhos sofrendo tanto a nossa frimo tanto para nós comprar esse lugar para mim não deixar meus filhos espalhados e vocês cuide para vocês não ficar pagando aluguel espalhado um irmão longe do outro daí nós chegamos nós três eu a Aurora e o sacarias eu gosto de morar aqui ó Oi vó Oi boa tarde eu sou a Aurora Correia com vivo
aqui há 72 anos na comunidade e Apu e sempre essa vida né Trabalhando Já criei tudo os meus filhos já tá tudo casado e agora eu tô só com os netinhos aqui e aqui para baixo se era um um campo de futebol todo mundo jogava bola era aquela alegria tudo de criança né que a muita fruta tinha tudo que precisava né que é Carroção de boi de cavalo para gente andar andando por aí Olá meu nome é Gislaine tem 30 anos sou casada tenho duas filhas a Rafaela e a Gabriela sou filha da Dona Rafaela
Dejanira e assim sair da comunidade é um tempo para estudar fora se for meio técnica de enfermagem como diz o ditado o bom filho à casa torna para ele foi muito bom ser reconhecido como quilombola em que assim como mãe falou em questionamento de preconceito e Isso acabou tudo né não existe mais preconceito aqui dentro da comunidade com as pessoas de fora e o valor né de ser reconhecido mesmo assim até pelo fato de conseguir consultas exames e consultas especializadas Hoje ele tem tudo isso gratuito e antes não tinha antes tinha que pagar hoje não
hoje eles conseguem tudo por um por questão o dó reconhecimento né da comunidade mesmo você sabe que a água da cidade Quase mesma micose me matou de tanta coceira que me deu cheio eu cheguei aqui em casa que eu tomei um banho ali viu aquela coisa que ele mal está aqui que eu tava E então meu lugar é aqui mesmo E aí E aí