E aí [Música] tá bom Um meu trabalho ele Acontece muito mais na relação eu acredito que ele é um trabalho relacionar o também ele tem uma grande perspectiva relacional com outro meu atelier é a rua meu ateliê são as pessoas o convívio as conversas as tensões também o caos o objeto silencioso que tá ali quieto e eu reben sua vida metaforiza as relações a partir deles Geralmente eu não costumo fazer esboços que meu trabalho ele geralmente a minha forma de executar ele inicialmente em um mês eu acho que eu deixo a matéria livre a matéria
precisa existir ela precisa me comunicar e eu gosto que a matéria Me surpreenda também eu acho que a grande sacada de ser artista para mim também ter gostado tanto da gravura ou dessa dessa experiência ampliada na gravura é que a técnica ela me surpreendi ela mentira do o controle do lugar do planejamento de uma pintura que um desempenho e ela me desloca para o lugar da surpresa a matéria e ela fala por si na escultura existe muito isso na instalação também é por isso que eu não sou uma artista de atelier e [Música] e além
do apreço técnico pela gravura e os processos gráficos um olhar subjetivo eu diria sobre o objetivo com o ficou todo o meu trabalho inteiro da minha pesquisa conduzido pelo vazio e pela ausência um vazio ele se traduz na minha pesquisa em gravuras expandidas a partir do outro na dobra do cheios e os vazios seriam as esculturas a presentificação desse vazio e essas função ela remete muito ao sentido existencial é um dia eu tento sublinhar as relações pós-modernas e contemporâneas estão objetos vazadas no consumo o Carpe Diem desejo de ter sobre quando eu trago esses trabalhos
para uma exposição para uma galeria eles ressaltam porque é uma redundância em um olhar ao comum ao cotidiano que é você mesmo é uma metáfora para o meu corpo ao meu corpo como ele se dispõe na sociedade e como ele também se dispõe em relação ao outro e [Música] E aí e as relações estão cada vez mais efêmeras a relação ética entre a sociedade também é um período de diluição muito profundo e eu sinto essa hidratação desde o jovem desde cedo ao enxergar esses materiais em descarte flutuando no cenário Urbano e como também um olhar
mais afiado para essa dependência do objeto que temos e essa falsa sensação de domínio sobre as coisas que nós mesmos criamos e a partir disso atualmente o meu trabalho vem investigando o corpo para sair desse lugar do objeto e assumir me tornar sujeito no meu trabalho e assumir o meu corpo como sendo uma matriz de impressão de Fato e a minha pesquisa hoje tá muito atenta a um corpo matriz e ela me perguntar quem é essa Matriz 1 a Rua Bento que nós vivemos inserir isso a técnica Então acho que é o estreitamento da técnica
com a vida em si é [Música]