E aí um visual natural Paraíba Eu trabalho com artesanais desde 2008 ainda estava na faculdade me formei em artes visuais pela Universidade Federal da Paraíba basicamente eu trabalho com fotografia o vídeo constelações com objetos para materializar essas imagens que produzem Eu uso o objeto à usuários né como lembrei Essa compôs que papel higiênico marcadores de página blitz de remédio e várias coisas assim que são consideradas coisas Ordinárias objetos mais ordinários eu acho que quando associamos uma imagem determinada a um objeto e subiram uma terceira imagem e produz uma temporalidade para aquela imagem que você pensa
que a fotografia foi inventada para ter uma durabilidade uma durabilidade para durar para sempre é o que eu faço é percorrer o caminho quase eu posso colocar naquela imagem uma publicidade ou então um desejo porque ela se disfarça de um terreninho no quando eu vou mapear as ruínas que tem João Pessoa E aí eu decido que essas essas imagens elas vão virar um livro e por todo o produzir o impressão papel higiênico essa impressão ela é muito difícil fazer é meu sensível e à medida que a gente vai manuseando ela o papel ele é muito
suave ele vai se na glande aquele vai virando ruína também é e eu precisei mimir aluna do Sertão da Paraíba e aí 15 anos eu vou para João Pessoa E aí livrei aquele interesse de descobrir que cidade é essa que eu nasci que tenho mais de 400 anos de história e que eu não conheço você você sabe a cidade pela do sério com a minha avó contava quando eu ia passar férias e acompanhava ela no centro histórico e no caminho no trajeto ela yamily metalom a essa rua era que esse nome mudou não é mais
esse nome então a minha vó ela me atualizava sobre o que mudava que deixava de mudar sobre o que se transformava o que era aquilo antes do tempo dela isso baliza o meu olhar para gostar de ver transformações quando eu começo a produzir os meus trabalhos esse tipo de olhar ele é completamente inserido no meu trabalho a temática central do meu trabalho é a cidade mais também gosto muito de pensar tô indo no sentido de destruir completo mas de urina no sentido de que uma coisa da se transformar e ela vai deixar de ser o
que ela era isso eu faço os objetos quando eu tiro eles da função original e a função isso eu posso fazer com a imagem também e não importa onde eu esteja Como dizia o davilson no seu poema tu não te moves de ti me forçar em qualquer lugar do planeta mas o meu olhar para alugar para as histórias eles vão estar sempre nessas raízes paraibanas que é o que me faz com que me constitui isso vai estar falando sobre o Imaginário que faz parte de uma cidade de muitas pessoas e que atravessa o meu de
várias formas mas contemporânea do nada mais é do que essa forma de apresentar o que se vendeu coloco no meu trabalho meu ponto de vista de ser uma mulher uma mulher nordestina a física visual uma pessoa que tava treinando por um espaço tempo dessa profissão E aí e é de um orgulho muito grande deu emoção muito grande porque foi o nervoso muito muito difícil muito longo Principalmente quando a gente leva em consideração que é um meio ainda muito machista é o meio ainda dominado muito por homens ser cada vez mais mulheres a Detran e fatos
que mostrando seus trabalhos e falando sobre isso se colocando como agenda artísticas políticas culturais que isso faz com que a gente consiga levar mais mulheres e mais pessoas para que elas possam falar junto com a gente para que a gente possa falar também porque um trabalho nunca falo sozinho quando eu coloco um trabalho na parede quando trabalhei exibido em um espaço pelos não tô falando de mim e do meu ponto de vista eu tô falando sobre os meus ancestrais sobre a minha família sobre o mestre que eu fiz sobre a rede de apoio que me
alavancou também esse trabalho tem chance de falar isso é sobre a bagagem Cultural de quem tá vendo o trabalho artístico ele fala sobre a gente Às vezes tem medo assim ah eu não vou ver hoje foi bloqueado porque eu me sinto burro porque eu não sei nada eu vejo aqui eu não sei do que aqui não fala mas aqui não precisa saber eu acho que eu vou dar certo mais difícil e a gente responder é o que rápido porque não tem uma resposta a gente simplesmente ver e a primeira coisa que vem nos servido é
um centímetro então é com isso que a gente lê uma obra de arte única coisa que o plano das pessoas é consumo larga e a porta e os arquivos após eu já fiz locais os espaços de arte os espaços culturais porque isso faz com que a gente consiga viver uma dinâmica e absorver uma dinâmica do modo mais leve mas pô é e necessário é tudo que a gente precisa é [Música] E aí