nós vivemos num período em que as pessoas não têm paciência para aprender e querem respostas rápidas e fico com aquela conversa nossa um versículo mostra o versículo Eu quero um único Versículo eu posso mostrar vários Versículos Mas você tem que tomar tempo para estudá-los confrontá-los procurar entender bem como se interpreta a escatologia [Música] na dispensação da Graça a igreja deve refletir os valores do Reino de Deus comum eu quero destacar aqui essa ênfase na dispensação da graça porque muitos irmãos ainda não se perceberam de que nós da Assembleia de Deus somos dispensacionalistas a irmão dizer
não eu sou assembleiano mas não sou dispensacionalista não eu sou preto evolucionismo mas não sou dispensacionalista meu irmão é preciso você entender bem o que é dispensacionalismo porque às vezes as pessoas têm uma ideia de que dispensacionalismo tem a ver apenas com um quadro com várias dispensações e aquelas ilustrações e sete dispensações claro isso está presente no estudo dispensacional escatológico mas dispensacionalismo está além da própria escatologia dispensacionalismo é um sistema é um método de interpretação tem a ver com ele me neutica então quando nós falamos de dispensacionalismo e aqui o autor se está dispensação da
Graça Claro mostrando que nós somos dispensacionalistas nós na verdade subscrevemos o chamado dispensacionalismo normativo veja que os dispensacionalistas ele se dividem em grupos você tem as dispensas jornalistas clássicos você tem as dispensacionalistas revisados atualmente tem aí algo que chamam de dispensacionalismo que não é propriamente dispensacionalismo progressivo mas para além dessas discussões desses grupos dispensacionalistas nós devemos entender que existe um método que deve ser observado por todo aquele que de fato tem a Bíblia como preciosa como palavra de Deus que é o dispensacionalismo normativo no sentido de fornecer pressupostos normas para você estudar na Bíblia e
o dispensacionalismo normativo ele tem pelo menos três pressupostos ou podemos chamar também de três pilares Quais são esses três pilares do dispensacionalismo normativo primeiro a separação entre Israel igreja nós dispensacionalistas não cremos como por exemplo os nossos irmãos calvinistas em sua maioria que defende a ideia de que a igreja o Israel de Deus que defende a teologia da substituição que nós Assumimos o papel de Israel em todos os sentidos não porque o plano que Deus tem com Israel está de pé aliança que Deus fez com Abraão é uma aliança Perpétua e Deus vai cumprir o
que ele prometeu para Israel na Aliança abraâmica na aliança da vida que é uma suba aliança na verdade da Aliança abraâmica aliança mosaica não porque aliança mosaica ela é condicional é só você ler deu o teu nome Capítulo 28 agora a aliança da vida ela é incondicional ela está em sintonia com aliança branca não tem como a nova aliança que aparece lá em Jeremias então é importante você Observar isso que a Assembleia de Deus ela é dispensacionalista porque ela subscreve o dispensacionalismo normativo é uma ferramenta hermenêutica então que tem três pressupostos primeiro separação entre Israel
e igreja porque a aliança abraâmica repita Perpétua daí decorre o pré-tribulacionismo também muita gente me pergunta irmão Ciro o pré tribulcionista ele é Obrigatoriamente tem que ser dispensacionalismo e dizem que é que são pré triplacionistas eu considero um pouco exagerada essa posição e complexa e contraditória até porque porque quando você distingue Israel da igreja que é o caso do dispensacionalismo naturalmente você vai ser pré-buliza por quê Porque Daniel 9 24 a 27 é interpretado como pelos dispensacionalistas aquilo ali é para Israel e ali por exemplo há 70 semanas o Anjo Gabriel disse para Daniel foram
determinadas sobre o teu povo e a tua cidade ou seja o anjo ali deixou claro que há 70 semanas inclusive aceito-agésima que é o período tribunal que está suspensa né Nós estamos no intervalo essa septuagésima semana ela também vai se cumprir sobre Israel então é uma dedução lógica se a última semana é para Israel evidentemente o pré-blacionismo está embutido no próprio dispensacionalismo porque a lista a ideia de que a igreja não tomará parte do período tribulacional já que esse foi determinado para o povo de Israel né então a meu ver eu penso que o pré
Tribulus se preza deveria assumir o dispensacionalismo e não ficar às vezes dizendo é eu sou perturbacionismo mas não sou dispensacionalista como que tratando dispensacionalismo como se fosse uma heresia algo terrível não meu irmão dispensacionalismo é um método para você interpretar a Bíblia então aí está o primeiro pressuposto a separação entre Israel e a igreja o segundo pressuposto a interpretação literal levada a sério a interpretação literal consistente implica Claro adoção do chamado método histórico gramatical ou gramático histórico que aquele método que nós sabemos parte do pressuposto que a Bíblia fala de Deus é aquele método que
permite que a bíblia interprete-se a si mesma valorizando o contexto e não querendo impor ou contaminar o com as suas pressuposições é o que fazem lamentavelmente os irmãos de outra tradição que por causa do seu método eles alegoriam por exemplo todo livro de Apocalipse praticamente Considerando o livro altamente simbólico por conta disso acham que podem por exemplo transformar a primeira ressurreição lá de Apocalipse 20 uma ressurreição espiritual mantendo a segunda como literal é isso é uma aberração né Com todo respeito então a interpretação literal consistente é um dos pilares do dispensacionalismo e um terceiro Pilar
a revelação progressiva tendo como fator unificador a glória de Deus nós fomos acusados muitas vezes de não respeitar a revelação progressiva isso é na verdade uma acusação infundada porque eu dispensacionalismo preza a revelação progressiva mas tendo como fator unificador a glória de Deus e não apenas a salvação não apenas o plano da Redenção mas toda a glória de Deus ou seja as dispensações que ocorreram culminando na presente era a dispensação da Graça elas na verdade tudo que aconteceu foi para a glória de Deus e outro detalhe em todas essas dispensações a salvação foi pela graça
engana-se inclusive alguns dispensacionalistas que não se aprofundaram ainda no próprio estudo dispensacionalismo às vezes fazem afirmações errôneas ao dizer que no tempo da lei a salvação era pelas obras não meu irmão nunca foi e nunca será a salvação somente Deus pode salvar então mesmo no período Vectra testamentário aqueles irmãos que foram salvos foram salvos pela graça foram salvos pelo sacrifício de Jesus de maneira antecipada claro que Jesus é o cordeiro de Deus que foi morto da fundação do mundo Isto é todos os Cordeiros que foram mortos desde a fundação do mundo apontavam para o sacrifício
perfeito que Jesus realizaria na Plenitude dos tempos mas aqueles irmãos então foram alcançados antecipadamente ou dito de outra forma como se o sacrifício de Jesus tivesse um poder retroativo ou seja Eles foram alcançados antecipadamente então espero que você tenha entendido esses três pilares do dispensacionalismo está para além não é dessas questões sobre o número de dispensações isso não é tão importante para os dispensacionalistas tem dispensacionalista que diz que são cinco dispensações porque eles agrupam de alguma forma duas ou três outros dizem que pode ser quatro eu e a maioria dos dispensacionalistas clássicos defendem a ideia
de que são sete dispensações e quais seriam essas sete já que o autor de dispensação da Graça a gente pode só citar Lembrando que dispensação é mais do que um período dispensação é na verdade tem a ver com um contrato vamos dizer assim que Deus faz com a humanidade ou mais precisamente com o seu povo a gente pode ilustrar isso citando inclusive as próprias dispensações dá uma dispensação ela é marcada por um contrato que quando quebrado encerra-se com juízo e isso dá dá lugar a outra dispensação porque a revelação é progressiva e Deus claro ele
nunca é apanhado de maneira desprevenida Deus sempre tem um plano pré-estabelecido Deus conhece o fim antes do começo Então não é que são tentativas ou querendo fazer com que seu plano dê certo de qualquer forma não Deus já sabe que vai acontecer no final e ele Claro haja Vista a instabilidade do ser humano Deus Prepara os mais diversos contratos para que o seu plano chegue né a conclusão como ele estabeleceu é um pouco difícil de entender isso mas é o que a Bíblia nos ensina nesse grande mosaico que podemos assim chamar também esse plano dispensacional
de Deus Então veja observe a primeira dispensação Clara foi a dispensação da inocência com Adão e Eva no Paraíso antes da queda queda com que maiúsculo ou seja o pecado original eles foram criados livres e podiam escolher entre o bem e o mal e eles usando do seu livre arbítrio escolher o mal veja que Deus nunca é o criador do mal mal moral aí no Ciro irmão disso daí isso dá lição anterior mas não diz lá em Isaías que Deus criou mal eu disse lá também Deus cria o mal no sentido de trazer juízo porque
ele é justo isso tem a ver com a justiça divina agora Deus é mais cria o mal moral Quem criou o mal moral foram aqueles que se rebelaram contra Deus por quê Fazendo o uso do seu livre-arbítrio escolheram o mal porque Deus não criou autômatos Deus criou seres Livres Então veja a dispensação da Inocência danieva no Paraíso a consciência depois que eles erraram conhecer o bem o mal depois da queda quando Adão e Eva perderam a inocência Então Deus nos expulsou do Jardim estabeleceu um novo pacto com eles houve portanto desobediência e veio de luvio
aí já nessa sensação da consciência mais uma que se encerra começa chamada dispensação Já é a terceira que eu estou mencionando a do governo civil Então veja se você está acompanhando Inocência consciência a terceira governo civil Deus fez uma aliança com Noé representante da humanidade ali ouve Claro desobediência também e Deus confundiu a língua dos homens em Babel aí vem a quarta dispensação o patriarcal Deus fez uma aliança com Abraão e outros patriarcas Isaac Jacó seus doze filhos mas por causa da desobediência deles veio o cativeiro egípcio e em seguida vem a quinta dispensação ou
a quarta é a quinta que é a lei né Então veja Inocência consciência governo civil patriarcal lei Deus deu a lei ao povo nos Sinai Como diz a bíblia e não havendo observância dessa lei de modo geral Deus enviou Claro Jesus claro que tudo isso já sabe estabelecido que Jesus viria né então Deus viveu Jesus para cumprir toda a lei e morrer nosso lugar e uma vez por todas estamos então agora na dispensação da graça porque Cristo morreu no nosso lugar ele assumiu o nosso lugar na cruz ele morreu em nosso lugar foi um sacrifício
Vicário então a punição que era para a humanidade Jesus assumiu claro que a pessoa para obter esse benefício Esse perdão essa benção gloriosa Tem que crer em Jesus Cristo porque ele foi o nosso representante ali morreu no nosso lugar o último Adão assim como Adão ele foi o representante para o erro Jesus foi o último Adão o nosso representante para morrer em nosso lugar pagar né o justo morreu pelos injustos e aquele que crer em Jesus Claro é salvo Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que
nele crê não pereça mas tenha vida eterna então isso tem a ver com a dispensação da Graça a salvação sobre temente a fé eu arrependimento quem não crer será condenado essa dispensação portanto abrange aí também penso os sete anos o período populacional porque o arrebatamento põe fim a era da igreja mas não põe fim a Rigor a dispensação da graça porque ainda haverá salvação no período racional se você quiser entender bem isso claro tem uma playlist aqui no meu canal sobre apocalipse e eu recomendo para que você é tome tempo com assunto e posso entender
nós vivemos num período em que as pessoas não têm paciência para aprender e querem respostas rápidas e fico com aquela conversa nossa um versículo mostra um versículo Eu quero um único Versículo eu posso mostrar vários Versículos Mas você tem que tomar tempo para estudá-los confrontá-los procurar entender bem como se interpreta a escatologia então a sétima dispensação é a dispensação do Reino é a dispensação milenial que é a última de todas porque depois disso vem a eternidade