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Curso - A arte do debate - Aula - 10 - Condições ARG da argumentação cogente

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bom então a argumentação cogente o que que é cogência O que significa dizer o que é algo cojante que algo é gente né bom nós vimos já o que um argumento já aprendemos a reconhecer argumentos e agora a gente tem que aprender a reconhecer bons argumentos saber o que é um bom argumento não por objetivos puramente teóricos mas também práticos né e sobretudo práticos então para isso a gente precisa entender a noção de coerência a gente poderia colocar mais ou menos tá como sinônimo de convincente corrente tudo aquilo que é convincente a gente utiliza o
termo cogente é claro da preferência para ele porque ele é um termo técnico né a gente quer usar ele aqui com um significado bem estabelecido e dizer que um argumento é simplesmente convincente pode suar um tanto quanto vago e arbitrário na maioria das vezes então quando a gente tem um nome técnico nome com gente ou não tanto quanto em comum né no vocabulário coloquial das pessoas a gente evita essa confusão essa confusão com o termo a palavra o significado coloquial da palavra tá como acontece com muitos outros termos né então com gente a gente pode
colocar como sinônimo de convincente e como a gente pode aplicar isso especificamente para a argumentação que que é um argumento com a gente é um argumento que coage intelectualmente [Música] Ou a gente pode colocar acho que não tem melhor quase o intelecto um argumento corante Note que nós usamos aqui o termo coagir no sentido mesmo de forçar mas não é forçar aqui simplesmente como né quem pega uma arma e ameaça a pessoa aceitar a conclusão aqui é forçar no sentido lógico mesmo né São Tomás de Aquino ele ele dizia né que a inteligência diante da
verdade ela é diante da evidência né mas especificamente evidência aqui no sentido escolástico né que não é a mesma coisa que nós modernamente costumamos entregar a inteligência diante da evidência ela é movida deterministicamente a Adesão ele dizia estão na sua soma teológica Então quando você tem contato com evidência a sua inteligência ela é movida necessariamente a sentir que isto é uma verdade ou seja um livro que você não consegue negar não consegue dizer não não estou ouvindo a verdade isso não é verdade de fato você consegue negar exteriormente falando para os outros atuando né fingindo
mas para você mesmo você não consegue acreditar nisso porque a evidência da verdade ela é tão forte que ela produz esse efeito de coação né ela nos coage tá então é mais ou menos essa ideia um argumento com a gente seria um argumento portanto que coage a nossa inteligência a aceitar a conclusão a aderir né a conclusão a crer na conclusão né crer que não é no sentido de fé mas o sentido de aderir mesmo né já sentir de concordar algo assim tá nosso objetivo então eu construir um argumento desse tipo ator de governo que
é uma lógica americana Você não tá enganado ela estabeleceu algumas condições que no meu dia Argue com bichos as iniciais de argumento o argumento em inglês que são as condições para um argumento segundo ela ser considerado corante seria um condições necessárias você tem que cumprir com essas três condições e também suficientes pelo menos ela tem a pretensão disso não seja se cumprir com essas condições seguramente você vai ter um argumento com a gente Então essa pretensão daquele governo Quais são as árvores Vamos ser o primeiro a condição a que é a aceitabilidade nós vamos nos
aprofundar em cada um desses critérios tá a condição R é a relevância e a condição um G ela fala good grounds good Ground for the cake a gente poderia traduzir para manter o g aqui né e não estragar algo como grandes razões grandes razões Se a gente fosse fazer uma tradução menos literal e mais apropriada Seria algo como boas razões né mas aí a gente quebrar esse G aqui então vamos ter grandes razões então um argumento para ser cogente ele precisa cumprir com essas três condições para vocês que acompanham o meu canal sabem que eu
já fiz um vídeo tratando dessas três condições mas eu apresentei eles de forma muito mais superficial aqui a gente vai ver de forma mais aprofundada e bastante coisa que a gente não viu lá no meu vídeo onde eu falo de argumentação com a gente Então vamos aos critérios aqui primeiro aceitabilidade o que que é ator e goover quer dizer com este critério da aceitabilidade ela está dizendo que as premissas de um argumento para ser considerado com gente precisamos ser aceitáveis para quem se interessa o argumento Isso é que é importante fornecendo boas razões para aceitá-las
e nenhuma má razão Aliás nem uma boa razão né para rejeitá-las de importante nessa definição digamos assim para quem se interessa o argumento então a gente está dizendo que não é que deve ser aceitável em geral para todo mundo mas especificamente para quem se interasse o argumento porque nós vimos já pessoal que toda todo debate ele se constrói com base naquilo que só o aparente assume aquilo com que seu oponente se compromete Então a partir daquilo que ele assume como verdadeiro que você vai construir os seus argumentos a partir dessas premissas para convencê-lo evidentemente ele
discordar já das premissas Nem adianta você construir argumento que isso não vai levar ele a sua conclusão que já discordou antes então por isso que ela coloca essa especificidade que torna digamos assim esse primeiro critério tanto quanto relativo no sentido de ser relativo ao oponente com qual você está debatendo é por essa razão então né que você tem esses critérios dessa forma isso não significa no entanto ela não se deu trabalho de estabelecer certas condições absolutas né certas condições absolutas para que uma premissa seja considerada aceitável esta questão aqui do critério relativo para quem se
interessou argumento ele é muito mais apropriado eu acredito é muito mais tolerável mais interessante né mas útil se eu usar esse critério relativo quando você é um analista de um debate quando você é o analista de um levante agora quando você é o debatedor você tem que se preocupar em analisar as premissas do seu parente objetivamente não subjetivamente conforme aquilo que você queira concordar ou não mas objetivamente né então a gente pode até separar isso aqui para ficar numa forma mais clara como na verdade como nosso curso aquele não é para o analista mas para
o argumentador Vamos colocar aqui simplesmente que devem ser aceitáveis objetivamente tá E aí caso no contexto jornalista relativamente Tá certo outra coisa importante que a gente nota aqui é que a fervura ela não se preocupa exatamente em colocar como critério que as premissas sejam verdadeiras [Música] porque porque seria um tanto quanto complexo né Você acredita estabelecer critérios muito claros muito certeiros para que uma prima seja verdadeira não tem muito como você fazer isso de forma Universal então uma exigência um pouco mais leve que é simplesmente que sejam aceitáveis torna-se mais interessante para o lógico aqui
né então sendo aceitável você já tem né boas ações para concordar com essa premissa tá E aí se você encontrar boas razões para rejeitá-las na melhores razões ainda para rejeitá-las então o jogo muda tanto de governo pessoal ela vai passar uma lista aqui de coisas de exigências né que ela coloca para um ser considerado aceitável um argumento não é uma premissa não é veja que não são todas essas premissas conjuntamente tá que precisam ser obedecidas exatamente todas essas exigências né conjuntamente mas pelo menos uma delas precisa ser respeitada se uma premissa cumpre com uma delas
apenas já tá tudo bem já tá já é uma premissa aceitar vou segunda então primeiro ser sustentada por uma prova interna segundo ser sustentado por uma prova externa terceiro ser uma verdade a priori quarto ser um conhecimento comum quinto ser sustentado por um testemunho adequado sexto ser sustentado por um apelo por uma autoridade adequada estamos no sexto sétimo será aceitável provisoriamente nós vamos passar por cada uma dessas condições aqui entendeu ela também coloca pessoal algumas condições para as premissas serem consideradas inaceitáveis basta uma assim como aqui em cima também basta uma então primeiro é a
fácil refutabilidade depois é a afirmação falsa a priori depois a inconsistência entre as premissas depois é ambiguidade ou vagueja e por último a petição de princípio tá então se qualquer uma dessas premissas em alguma dessas condições automaticamente a premissa não é considerada aceitável e não passará então pela nossa condição lá vamos colocar assim condição lá certo [Música] Então vamos começar explorando essas condições que torna uma premissa aceitável passar aqui para o lado Não continua aqui mesmo primeiro então temos a prova interna O que significa ter uma premissa sustentada por uma prova interna pessoal bom uma
prova interna vai ser basicamente um sub argumento com a gente né Nós já vimos o que é um super argumento que é um argumento que se liga a um argumento Central um argumento Marginal que seria um argumento central e sustenta uma de suas premissas então uma prova interna esse critério nos Estados Unidos então que a premissa deve ser sustentada por um sub argumento que seja ele mesmo com a gente ou seja que ele como souber argumento compra com as erg conditions E aí a gente vai certamente aplicar todas essas condições que nós vamos ver nessa
aula nesse sobre argumentos também e avaliar certinho só que é importante enfatizar é uma condição suficiente né pessoal não é uma condição necessária então se a premissa tiver uma prova interna Então beleza esta premissa ela é aceitável agora se esta premissa não tiver uma prova interna ela pode ter uma prova externa por exemplo ou alguma das outras condições deve ter pelo menos uma delas então uma prova externa O que seria uma prova externa seria qualquer espécie de evidência empírica por exemplo alguma estatística alguma pesquisa alguma fonte que sustenta essa premissa então a premissa que é
sustentada por uma prova externa deve ser sustentada então por uma pesquisa uma fonte um dado uma evidência empírica alguma coisa do tipo assim então pessoa você tá debatendo partindo da premissa de que pelo menos uma garrafa é azul no mundo a pessoa questionasse a premissa você mostra uma garrafa Azul Isso é uma prova externa Eu acho que isso não tá trazendo um argumento é uma demonstração o Douglas alto nível já está terminologia também né Então a prova interna naquilo que se Vale dos Próprios Meios tradicionais convencionais de um debate que é o argumento a prova
externa uma coisa de Fora que vem agregar dentro do contexto argumentativo tá então a prova externa uma outra opção para você ter uma premissa aceitável depois nós temos a verdade a priori o que que seria né uma verdade a priori você terminologia Aqui é do Emmanuel Kant também produzir algumas coisas importantes dentro da lógica Pensador bastante autêntico né bastante original digamos assim ele faz uma divisão dos juízes né ou das proposições mas exatamente em juízo ou colocar a proposição tá pessoal proposição a priori e proposição a posteriori a proposição a posteriori costuma ser chamada pelos
escolásticas escolásticos de proposição empírica e a proposição a priori de proposição racional tão proposição a posteriori seria a proposição baseada na experiência que é feito depois ou com base na experiência ou com base na experiência por isso que chama a posteriori né Depois da experiência depois de ter uma primeira experiência você faz uma proposição você faz um juízo a proposição a priori ela ao contrário é feita antes da experiência ou seja independentemente da experiência a ideia que do juízo a priori seria o seguinte que mesmo que você nunca tivesse nenhuma experiência você ainda conseguiria formular
esse tipo de juízo não é isso que o Kant pensou quando ele deu essa nomenclatura ou seja só se valendo do significado dos conceitos envolvidos ali na coisa no juízo você consegue fazer essa afirmação independentemente de você ter vivido alguma experiência né que você ter visto alguma coisa experimentado alguma coisa etc então por exemplo um exemplo de proposição posteriori ninguém consegue roubar a caneta do presidente temos uma proporção posteriori então como coloquei aqui entre parênteses você precisa conhecer o sistema de segurança usar provas externas Então você precisou ter alguma informação Como que você como que
você sabe como você pode ter certeza é uma coisa que você consegue só pelo significado das coisas chegar essa conclusão você precisou ter alguma experiência nem que seja uma uma experiência testemunhada por alguém né alguém te contou isso alguma coisa assim né então isso aqui é uma proposição posteriori uma proposição a priori Seria algo como ninguém consegue roubar a própria caneta Então essa proposição ela ela pode ser formulada simplesmente pelos mediante o significado dos termos veja que pela própria definição de roubar você não pode roubar algo que são que se roubar Seria algo como apropriar-se
e licitamente de uma propriedade de outro e a caneta é sua por definição você não consegue roubar o que é seu porque porque aí você não tá derrubando né estaria Só se apropriando não seria ilícito tão pouco seria de outra pessoa então o cara definição de roubo você não poderia roubar Então essa afirmação ela é uma afirmação que mesmo que uma pessoa se ela não tivesse nenhuma experiência só dela saber digamos assim a definição desses conceitos ela conseguiria formular um pensamento como esse Claro a gente tem um contato com a linguagem para conseguir formular esse
assunto dessa forma mas a ideia é que o conteúdo mesmo desse pensamento ele independe realmente da experiência a gente pode pegar exemplos mais simples aqui 17 é um número primo pela definição de número primo e definição de 17 a gente vê que 17 é o número primo métodos contraceptivos tem a intenção de prevenir na gravidez porque praticamente a própria definição de método contraceptivo não se trata de ter um conhecimento diabo Tá certo imagina que você tem um robô que consegue aprender as coisas vamos supor que você tem um robô que ele só consegue aprender conceitos
ele só consegue aprender conceitos e formular frases com base nesses conceitos que ele obtém né ou seja ele não consegue ter experiências não consegue ver coisas criar seus próprios juízes sobre percepções não consegue fazer isso só consegue trabalhar com conceitos se você desce a definição para ele de roubo e caneta e próprio e todas essas palavras definição de 17 ele conseguiria chegar em todas essas conclusões aqui essa ideia de um de uma proposição a priori então toda a proposição priori aqui pode ser considerado uma premissa aceitada tem uma premissa que se baseia no juízo é
priori você vai ter uma premissa necessariamente Ace
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