As eleições de 2026 estão mais próximas do que muita gente imagina. E no Rio de Janeiro, o tabuleiro político já começa a mostrar sinais claros de para onde o jogo pode caminhar. E é por isso que neste vídeo você vai ver quem lidera a corrida pelo governo do estado, como estão desenhados os cenários de segundo turno, quais nomes aparecem mais fortes na disputa pelo Senado e como o Rio de Janeiro se posiciona na eleição presidencial.
tanto no primeiro quanto no segundo turno. Tudo isso com base em dados, percentuais e comparações que ajudam a entender o momento político atual. Então já deixe o like, se inscreva no canal e acompanhe até o final, porque os números que você vai ver aqui ajudam a explicar não só o Rio de Janeiro, mas também o Brasil, que está se formando para outubro de 2026.
Começando a análise pelo governo do Rio de Janeiro, vamos aos números da pesquisa da futura Apex, que ouviu 1000 eleitores em 72 municípios fluminenses, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais. E no cenário um, quem aparece isolado na liderança é o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Pais, do PSD, com 42,5% das intenções de voto. Uma vantagem expressiva que já o coloca muito próximo de uma vitória em primeiro turno, especialmente quando observamos a distância para o segundo colocado.
Na sequência surge o ex-governador Anthony Garotinho do Republicanos com 14,2%. Um desempenho relevante, mas ainda distante do líder. Em terceiro lugar aparece o ex-deputado federal Washington Reace do MDB, somando 5,7%.
Mais abaixo, o também ex-governador Wilson Witzel, que está sem partido, registra 3,5%, seguido do deputado federal Glauber Braga, do PESOL, com 3,3%, e pelo bombeiro Rafa Luz da Missão com 3,1%. Mais abaixo aparecem o deputado estadual Douglas Ruas do PL com 1,6% e o médico Itítalo Marcili do Novo com 0,6%. Já o contingente de eleitores que não sabem em quem votar soma 7,5%, enquanto brancos e nulos chegam a 18%.
Um dado que merece atenção. Passando para o cenário dois, Eduardo Pais amplia ainda mais sua vantagem. e aparece com 50,5%, ultrapassando numericamente a barreira da maioria absoluta.
Washington Race cresce e vai a 9,8%, consolidando-se como principal nome fora do eixo pais. Logo depois aparecem Rafa Luz com 4,6%, Glauber Braga com 4,2%, Douglas Ruas com 2,3% e Itítalo Marcili com 1,2%. Os indecisos somam 6,9%, enquanto brancos e nulos atingem 20,4%.
Reforçando a ideia de um eleitorado ainda parcialmente distante da disputa. Já no cenário 3, o desenho se mantém bastante semelhante. Eduardo Pais aparece com 50,3% confirmando estabilidade no topo.
Washington Reace marca 10,9%, mantendo-se como segundo nome mais competitivo. Em seguida, surgem Rafa Luz com 5,2%, Glauber Braga com 3,8%. Enquanto o chefe da Polícia Civil, Felipe Curi, que está sem partido, marca 1,7%, enquanto Ítalo Marcili tem 0,7%.
Os que não sabem somam 6,6%, enquanto brancos e nulos alcançam 20,8%. O maior patamar entre os cenários apresentados. O que esses três cenários deixam claro é que Eduardo Pais chega a 2026 como franco favorito, com vantagem sólida e desempenho consistente, acima muito próximo da maioria absoluta, enquanto o restante do campo aparece pulverizado, sem um nome claramente capaz de ameaçar essa liderança neste momento.
Agora a gente avança para os cenários de segundo turno que ajudam a entender não só quem lidera, mas também o tamanho real da vantagem e o nível de consolidação do favoritismo no Rio de Janeiro. No cenário um, Eduardo Pais aparece com 57,5% das intenções de voto contra 19,8% de Washington Race. Brancos e nulos somam 17,9%.
enquanto 4,8% dos entrevistados dizem não saberem quem votar, uma diferença ampla que aponta para uma vitória confortável de pais, mesmo em um cenário polarizado. No cenário dois, Eduardo Pais amplia ainda mais sua vantagem e chega a 65,8%. Enquanto Felipe Curi registra 11,4%.
Brancos e nulos aparecem com 18% e 4,9% seguem indecisos. Aqui a leitura é clara. Trata-se de um cenário praticamente liquidado do ponto de vista eleitoral.
Já no cenário 3, Eduardo Pais aparece com 55,9%, enquanto Anthony Garotinho soma 21,1%. Brancos e nulos chegam a 20% e apenas 3% dizem não saber. No cenário 4, Eduardo Pais registra 61,5% contra 12,4% de Douglas Ruas.
Brancos e nulos somam 21,8% e 4,3% não sabem responder. Mais um cenário que reforça a ampla superioridade do atual líder. Além dos confrontos diretos, a pesquisa também traz os dados de rejeição que ajudam a entender os limites de crescimento de cada nome.
E Anthony Garotinho lidera a rejeição com 46,4%. Seguido por Wilson Whitzell com 29,9% e Washington Race com 23,5%. Eduardo Pais aparece com uma rejeição relativamente mais baixa de 18,5%, o que ajuda a explicar seu bom desempenho.
Na sequência vem Rafa Luz com 9,6%, Ítalo Marcili com 8,9%. Felipe Curi e Glauber Braga empatam, ambos com 8,8%. Enquanto Douglas Ruas é o menos rejeitado com 8,7%.
Esses números reforçam a leitura de que Eduardo Pais combina alta intenção de voto com rejeição relativamente controlada, um cenário raro e altamente favorável em disputas majoritárias. Agora a gente muda o foco da disputa e passa a analisar os cenários para o Senado Federal no Rio de Janeiro, onde a pesquisa testa diferentes combinações de nomes e revela um quadro bastante competitivo, mas também marcado por altos índices de branco, nulo e indecisão, algo típico das eleições proporcionais majoritárias para o Senado. No cenário um, quem aparece na liderança é o governador Cláudio Castro do PL, com 41,2% das intenções de voto.
Na sequência, surge a deputada federal Benedita da Silva, do PT, com 23,9%, numericamente muito próxima do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivela, do Republicanos, que aparece com 23,6%. Logo atrás vem o deputado federal Lindberg Farias do PT com 22,9%, seguido de do prefeito de Belfford Roxo, Márcio Canela, do União Brasil, com 15,1%. Mais abaixo aparecem o ex-deputado federal Alessandro Molon do PSB com 9,9%.
Já o deputado federal Pedro Paulo do PSD registra 5,3%. Enquanto a viúva de Mariele Franco, Mônica Benício, do PESOL, marca 5%. Fechando a lista, o senador Carlos Portinho do PL registra 2,1%.
Os indecisos somam 11%, enquanto brancos e nulos chegam a 40,2%. Um número muito elevado que indica amplo espaço para movimentação. No cenário dois, Cláudio Castro amplia sua vantagem e aparece com 51,4%.
Benedita da Silva também cresce e atinge 35,8%. Na sequência vem Alessandro Molon com 21,3% e Pedro Paulo com 17,9%. Já Carlos Portinho do PL marca 8,1%.
Os que não sabem somam 12,3% e brancos e nulos alcançam 53, reforçando o caráter ainda difuso dessa disputa. Já no cenário 3, Cláudio Castro segue na liderança com 45,3%, enquanto Benedita da Silva aparece com 33,1%. Marcelo Crivela retorna ao cenário com 23,2%, seguido por Márcio Canela com 18,7% e Pedro Paulo com 17,9%.
Os indecisos somam 9,2% e brancos e nulos permanecem elevados em 52,5%. E além das intenções de voto, a pesquisa também traz a avaliação de Cláudio Castro. nome central dessa disputa.
E segundo os dados, 40,6% avaliam sua atuação como ótima ou boa. 28,4% consideram regular, enquanto 25,1% classificam como ruim ou péssima. Outros 6% não souberam ou não quiseram responder.
Esses números nos ajudam a entender porque Castro aparece competitivo em todos os cenários testados para o Senado. Agora a gente amplia o olhar e entra nos cenários para a presidência da República no Rio de Janeiro, onde a pesquisa revela um estado claramente polarizado, mas com nuances importantes entre os cenários testados. No cenário um, a liderança é do senador Flávio Bolsonaro, do PL, que aparece com 41% das intenções de voto.
Logo atrás, surge o presidente Lula do PT, com 35%, configurando uma disputa relativamente apertada entre os dois principais polos políticos do país no eleitorado fluminense. Mais abaixo aparecem o governador do Paraná, Ratinho Júnior, do PSD, com 3,2%, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, também do PSD, com 2,4%. Na quinta posição, o ex-ministro Aldo Rebelo da Democracia Cristã registra 1,7%, enquanto o fundador do MBL, Renan Santos, da missão, aparece com 1%.
E o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, marca 0,9%. Os que não sabem somam 2,8%. E brancos e nulos chegam a 11,8%.
No cenário 2, Flávio Bolsonaro mantém a liderança com 39,5%, enquanto Lula aparece com 31,5%. Aqui, Ratinho Júnior cresce e vai a 7,3%, seguido por Ronaldo Caiado com 4,5%. Romeu Zema aparece com 1,9%.
Os indecisos sobem para 4,4%. Enquanto brancos e nulos ficam em 10,9%. No cenário 3, Flávio Bolsonaro registra 40,2% e Lula soma 30,7%.
Surge aqui o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, com 6,1% ocupando o terceiro lugar. Ronaldo Caiado aparece com 3,2%, seguido por Renan Santos com 1,8%, Aldo Rebelo com 1,5% e Romeu Zema com 1%. Os que não sabem somam 4,3%, enquanto brancos e nulos alcançam 11,3%.
Já no cenário 4, Flávio Bolsonaro aparece com 40,7%, enquanto o Lula cresce para 35,2%. Tarcísio de Freitas marca 5,9%, seguido por Ronaldo Caiado com 3,5% e Romeu Zema com 1,3%. Os indecisos ficam em 3,9% e brancos e nulos recuam para 9,5%.
O que o conjunto de cenários mostra é que no Rio de Janeiro a disputa presidencial segue fortemente polarizada, com vantagem consistente de Flávio Bolsonaro sobre Lula, mas com variações relevantes, conforme os nomes que entram no tabuleiro e com um eleitorado que ainda reserva espaço para ajustes. Agora a gente entra nos cenários de segundo turno para a presidência da República no Rio de Janeiro, que ajudam a entender como esse eleitorado se comporta em confrontos diretos. No cenário um, Flávio Bolsonaro aparece com 49,9%, enquanto Lula soma 38,6%.
Os indecisos ficam em 2,9% e brancos e nulos representam 8,6%. No cenário 2, Tarcísio de Freitas aparece com 43,5% contra 38,2% de Lula. Os que não sabem somam 1,7%.
Enquanto brancos e nulos chegam a 16,6%. No cenário 3, Atinho Júnior registra 41,6%. Enquanto Lula aparece com 37,9%, 3,5% não souberam responder e brancos e nulos alcançam 17%.
Já no cenário 4, Flávio Bolsonaro aparece com 47%, enquanto Ratinho Júnior soma 23,5%. Os indecisos ficam em 2,3% e brancos e nulos sobem para 27,3%, indicando um nível maior de afastamento do eleitorado desse confronto específico. O conjunto de dados mostra que no Rio de Janeiro, o segundo turno presidencial tende a favorecer nomes do campo à direita, especialmente quando enfrentam Lula, cuja rejeição, que veremos agora, impõe um teto mais rígido de crescimento no estado.
E no quesito rejeição, Lula lidera no Rio de Janeiro com 51,3%, seguido por Flávio Bolsonaro com 41%. Ratinho Júnior aparece com 17,1%. Ronaldo Caiado com 14,4%.
Romeu Zema com 14,1%. E Tarcísio de Freitas com 13,7%. Renan Santos tem 11,1% e Aldo Rebelo aparece com 10,5%.
Os dados que vimos até agora ficam ainda mais claros quando a gente observa a avaliação do governo federal no Rio de Janeiro. De acordo com os dados, 48,7% dos entrevistados avaliam o governo Lula como ruim ou péssimo, um índice bastante elevado e que ajuda a explicar o desempenho mais frágil do presidente nos cenários de segundo turno apresentados anteriormente. Outros 18,5% classificam a gestão como regular, enquanto na outra ponta 31,2% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto apenas 1,6% não souberam ou preferiram não responder.
Ou seja, mesmo somando a avaliação positiva e regular, o campo crítico ao governo federal segue numericamente superior no Rio de Janeiro. Depois de percorrer todos os cenários, o que os números mostram é um Rio de Janeiro politicamente bem definido em alguns pontos e ainda em aberto em outros. Na disputa pelo governo do estado, o favoritismo de Eduardo Pais aparece de forma consistente, tanto no primeiro quanto no segundo turno, sustentado por uma combinação rara, alta intenção de voto e rejeição relativamente controlada.
Hoje é o nome a ser batido no Palácio Guanabara. Já na corrida pelo Senado, o cenário é bem diferente. Apesar da liderança recorrente de Cláudio Castro, o que chama a atenção é o altíssimo volume de votos brancos, nulos e indecisos.
sinal claro de que essa disputa ainda pode mudar bastante ao longo do tempo, com espaço real para crescimento de vários nomes. Na eleição presidencial, o Rio de Janeiro confirma uma tendência importante. O Estado segue mais inclinado ao campo da direita, com vantagem consistente de Flávio Bolsonaro nos cenários de primeiro e segundo turno.
Ao mesmo tempo, os dados de avaliação do governo federal ajudam a entender os limites de Lula no eleitorado fluminense, especialmente em confrontos diretos. No fim das contas, o Rio de Janeiro manda um recado claro: Há lideranças consolidadas, mas também muito espaço para reacomodação, principalmente no Senado e na disputa nacional. E como a campanha ainda nem começou de fato, os próximos meses serão decisivos para confirmar ou embaralhar esse desenho.
Agora eu quero saber de você. Esses cenários refletem o que você vê nas ruas do Rio? Quem tende a crescer?
Quem pode perder força? E onde você acha que ainda pode haver surpresa? Deixe sua opinião nos comentários, porque o debate começa agora.
E claro, segue acompanhando o central das urnas, porque assim que novas pesquisas saírem, a gente volta com análise, contexto e leitura política dos números.