E aí chega a hora então de apresentar práticas alinhadas a bncc depois que a gente retomou todas essas questões teóricas que a gente já viu na pos eu quero apresentar para vocês humildemente pedindo Muito obrigado paraas colegas que que vão aparecer aqui as práticas né nas na sala de aula ã Espero que elas se sintam homenageadas de alguma forma que são práticas excelentes e eu fico muito feliz de Poder com ter esse embasamento nas minhas aulas também então eu quero reforçar que a base né a bncc é um documento de caráter normativo normativo por quê
porque se a gente tem um currículo na escola ele deve ser baseado na bncc Então se as habilidades estão vindo não existem habilidades na na escola de vocês será a base comum curricular que vai nortear o trabalho de vocês então não existe essa coisa de eu não tenho currículo eu não se que habilidades eu vou trazer temos a base para usar certo a base então nos traz que o aprendizado é progressivo de novo aqui então ela refora conhecimento de plasticidade cerebral onde todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica
os seus direitos de aprendiz em desenvolvimento e de novo aqui quando eu falo aprendizagem em desenvolvimento eu tô falando puramente em neurociência certo então a base Se vocês forem ler como especialistas vocês vão ver que ela é norteada por Marcos de desenvolvimento por habilidades cognitivas dos alunos tudo aquilo que a gente já viu ali no dos Marcos de desenvolvimento naquele recorte né aqui eu trouxe então um uma parte uma das habilidades esperadas pro primeiro ano na área da construção do sistema alfabético e da ortografia certo eu trouxe nessa faixa de idade aqui e eu ouso
em dizer que em alguns contextos essas habilidades podem ser levadas na educação infantil certo mas depende muito de eu de conhecer a minha turma e as potencialidades dos alunos se esses alunos não sabem diferenciar letra de número eu preciso trabalhar isso antes de apresentar o alfabeto porque lembram o ensino precisa ser progressivo e contínuo ele precisa ter início meio e fim então se eu tô aqui ó com habilidade de relacionar elementos sonoros que é sílabas fonemas e parte das palavras eu preciso que esse aluno já tenha conhecimento das Letras certo porque senão ele não consegue
refletir que aquilo ali representa somos se eu tenho uma habilidade de comparar palavras de identificar semelhanças e diferenças entre esses sons iniciais e finais eu preciso ter repertório para isso eu preciso ter vários jogos várias brincadeiras não é um dia eu levo essa habilidade no outro dia eu já levo a outra porque eu tô tendo uma progressão eu preciso entender se essa habilidade aqui tem que o aluno tenha a caminha para desenvolver para que ela ele possa partir daqui para lá então quando eu falo de ensinar somente as letras eu não tô dando conta de
outras habilidades para formar essa caminha lembram lá que a gente também fala isso no curso Cap quando eu falo em nomear a as letras do alfabeto e recitá-lo em ordem é uma das habilidades aqui ó previstas paraa construção do sistema alfabético e ela tá prevista paraa idade do que os alunos já têm um ponto de atenção cognitiva maior também tem a ver com o que a gente já falou e assim por diante certo eu trouxe um recorte aqui das habilidades porque quando a gente vai pensar nelas a gente geralmente vai fazer uma testagem vai ver
o nível de desenvolvimento de esses alunos vou ver se esses Quais são as habilidades que eles já consolidaram e quais são as as habilidades que eles ainda precisam consolidar eu vou pensar nas atividades que eu vou fazer para superar aqueles desafios dos alunos e só então eu vou na base e ver o código que aquilo ali vai dar conta porque Se vocês fizerem o movimento ao contrário de pensar eu preciso de uma atividade para alfabeto vai ficar mais travado o trabalho de vocês certo então esse movimento de ir pra base para botar o código ali
ele é depois eu tenho que conhecer minha turma conhecer a potencialidade dele saber o que que eles estão precisando aprender e aí depois eu vou ver na base de acordo com aquele ano escolar e ver quais são as habilidades que encaixam naqueles conhecimentos Talvez isso seja uma dica interessante que Facilite o trabalho de vocês que eu via colegas aqui que eu orientava na coordenação que ficavam presa com esse código Ai meu Deus eu tenho que desenvolver essa habilidade aqui eu não sei o que que eu vou fazer fazer primeiro tu tem que ver se essa
habilidade aqui faz parte do que o aluno tá precisando porque às vezes ele já passou por isso então eu vou para outra porque o meu aluno tem essa é a parte que nos cabe como especialistas de flexibilizar esse conteúdo então aqui eu tenho um a primeira parte para desenvolver o aprendizado dos alunos é a motivação vocês lembram para chamar a atenção do aluno e eu tenho uma prática da colega Valéria Romero que levou um dos kits daqui da neurociência paraa sala de aula pros alunos dela no primeiro dia de aula eles tinham que procurar o
nome e guardar os itens na mochila então Ó eu ten um videozinho aqui ó viram então aqui eu tenho memória visual Eu tenho memória sinestésica porque a criança vai se movimentar por essa sala para procurar o seu nome e ela vai falar aquele nome o colega vai ver de repente ela pode fazer boas perguntas de que ah não tô achando meu nome tá teu nome começa com a letra igual de quem e assim eles vão recuperando os conhecimentos prévios deles e chamando a atenção desse aluno através das memórias sensoriais vejam que essa prática ela é
muito simples e ela tá presente muitas vezes na nossa sala de aula não só com o conhecimento assim desse de uma colega que já tá dentro da de uma pós de neurociência que ela já tem esse embasamento teórico Às vezes a gente leva isso de forma intuitiva mas a gente saber fazer essa escolha saber justificar que tu levou essa essa atividade que tu promoveu essa motivação dessa forma é neurociência é ser especialista em neurociência e educação tem uma outra motivação aqui que é minha quando eu no tempo que eu era jovem que eu que que
aconteceu aqui eu trabalhava numa escola Cristã onde a gente não podia fazer festa de Halloween tá a escola tava na na designação da escola que a gente não ia não ia trabalhar as atividades nessa perspectiva Só que os meus alunos queriam muito ir fantasiados pro colégio porque o bairro inteiro saia fantasiado paraa Rua e eles queriam se sentir incluídos de alguma forma só que eu e as minhas colegas lembramos que no mês de novembro a gente tinha um projeto chamado chá literário onde a gente apresentava uma obra um livro clássico tá das dos Contos clássicos
cada turma tinha um livro e nós tivemos a brilhante ideia de aproveitar a motivação das fantasias para apresentar esses novos conteúdos porque nós teríamos que fechar esse projeto com uma apresentação de teatro então o que que nós fizemos de início a gente fez o baile do reino como todos os todas as salas tinham um livro clássico e todas elas tinham princesas Príncipes cavalheiros heróis a gente propôs que os alunos viessem fantasiados as meninas de princesa as fadas Bruxas o Que Elas quisessem e os alunos de heróis ou Príncipes e coisas assim relacionadas por a gente
trazia essa motivação da fantasia respeitando as diretrizes da escola e já aproveitava esse gatilho de motivação deles para trabalhar o resto do projeto apresentar os livros e etc de uma forma que fizesse sentido para esses alunos entendem que o contexto aqui fez diferença então a motivação do nosso projeto foi foi a festa do reino Então a professora ali tentou né pobrezinha fazer um vestido de de princesa também que eu botei um vestido um um chale por cima que na hora a gente tem que inventar porque eu também tava vestida de princesa né então nós tinhamos
alunos ali que não tinham fantasia a gente pega pega um TNT a gente faz alguma coisa entende tinha aluno que dizia que tava vestido de príncipe T tava vestido de Superman e a gente dis Ai sim muito bom porque a gente tem que aproveitar aquele contexto para trazer motivação para aquele aprendizado isso na educação infantil então vejam que é possível a gente pensar em propostas contextualizadas com o que eles precisavam já que eu tenho uma uma atividade da colega Raimunda Alves que ela pensou numa motivação para apresentar ã as questões do kvl com os alunos
e aqui eu falo em matemática motivação para o ensino da matemática então vejam que é um recurso muito simples com massinha com pauzinho aqui tem um macarrõeszinhos ó que ela colocou com a sua cor para imitar o ábaco e tu vê essa atividade dá vontade de tu ir lá botar o macarrãozinho no pauzinho assim ó porque tu dá vontade de ver se entra mesmo ali ó quanto que tem que entrar e ela trabalha várias questões de forma mais H contextualizada com a linguagem da criança que apesar de estar no segundo ano já ter condições de
abstrair lembram lá no Marco do desenvolvimento que ele já tem mais condições de abstrair essas questões ele ainda gosta do brincar porque é uma linguagem própria da Infância e eu vou trazer essa motivação da dessa linguagem própria da infância pro ensino da matemática isso aqui eu ouso também dizer que funciona com adultos tá claro que a gente Talvez vá fazer adaptações não tão coloridinhas a gente pode levar um Ábaco de verdade a gente pode até trazer um jogo de varetas para sala de aula que é algo próprio da nossa infância para uma turma de EJA
para trabalhar matemática como motivação propor um bingo para eles e adultos gostam muito de jogar são muito competitivos e a gente aproveitar isso como motivação para novos conteúdos também bem interessante aqui falando em EJA nós temos a prática da colega Jéssica Cristina onde ela leva uma receita para trabalhar alfabetização com uma aluna é uma aluna particular dela então ela tá fazendo o desenvolvimento dos conceitos de alfabetização com com aluna em específico né E ela trouxe uma receita que é uma é um dos kits de alfabetização ã para que a aluna pudesse vivenciar aquela receita porque
eu acredito que todas nós já fizemos um bolo né então Aquilo é próprio do nosso contexto principalmente como mulheres donas de casa a gente Costuma se arriscar eu no caso sou uma zero esquerda na cozinha mas ainda assim já fiz um bolo e entendo que isso pode ser sim uma motivação para essa aluna obviamente que ela precisa eh conhecer essa aluna saber se ela gosta de cozinhar né Porque se é uma aluna que odeia cozinhar ela não não seria uma motivação tão interessante mas ainda assim faz parte do contexto dela então Ela separou os ingredientes
Elas tiveram que juntas manipular essa receita entender sobre esse suporte de escrita tem várias habilidades de alfabetização que foram trabalhadas dentro dessa motivação aqui então chamou o cérebro aqui ó agora tu vai aprender algo que faz sentido para ti porque a partir de hoje tu vai saber ler uma receita então eu tô trabalhando com a motivação do cérebro através de questões sensoriais de novo tem questão alfativa ali né porque ela vai sentir o cheiro do bolo ela vai sentir o gosto do bolo todas trazendo as memórias sensoriais também além disso a gente pode usar podemos
não devemos tá jogos em sala de aula apesar de movimento o movimento ele é um dos precursores do aprendizado como nós vimos brincadeiras com charadas como motivação Se a gente fizer uma charada para cada aprendizado novo ai todo dia tem que ter uma uma ideia nova não às vezes tu pode aproveitar uma mesma ideia de variadas formas para trabalhar com aqueles alunos brincadeiras com movimento resgatar tá brincadeiras da nossa época as crianças passavam embaixo de cordinha e fazia dança das cadeiras e não sei mais o qu isso pode ser e é muito atrativo para eles
obviamente vai fazer parte de um aprendizado sabe ter controle da turma saber com que eles façam ó agora a gente vai parar agora a gente vai começar isso também faz parte do desenvolvimento deles então quando a gente fala de barulho fala de de agitação faz parte que do desenvolvimento deles que eles sabem no momento de parar isso tem a ver com controle inibitório que a gente já falou em algumas aulas passadas também e jogos digitais para aquelas escolas que T condições hoje em dia tem escolas nas prefeituras aqui pelo menos no meu bairro tem que
tem telas táteis e a gente pode pensar nesse desenvolvimento de jogos online pros alunos pode criar jogos com eles sempre com a participação deles é mais mais empolgante né porque eles se identificam com aquela proposta aproveitar a linguagem digital também está na base Então a gente tem que trazer esse conhecimento das culturas digitais para salas de aula se houver dentro do nosso contexto né gri vocês não vão trazer o computador embaixo da mesa Ai meu Deus a professora diz que tem que ter jogos digitais eu vou pegar meu computador e vou levar pra sala de
aula talvez não seja tão interessante pros alunos menores né não indico então aqui eu trouxe exemplos também de ativid outras atividades cerebrais Então a gente tem uma uma colega aqui adinalva Sales que fala que ela tem uma sala bem numerosa que isso é algo que ah eu quero ver fazer isso com 30 alunos a colega que tá dizendo que fez ó vocês estão vendo aqui não foi eu Então aqu ela fez agrupamentos produtivos que é uma excelente forma que vem das metodologias ativas nós temos aula aqui na neuro que fala sobre isso inclusive tivemos práticas
sobre isso com as colegas eu quase ganhei gostaria de ressaltar isso e a Grupa momentos produtivos ali então enquanto uma criança tá fazendo atividades ali com as letras a outra tá fazendo uma batalha de palavras A outra tá fazendo um reconhecimento da sílaba inicial a outra tá produzindo outra palavra com aquela mesma sílaba eu tenho uma uma aprendizagem ali contínua porque eles vão rotacionar nessa sala conforme os níveis de desenvolvimento então realmente eu vou colocar um aluno lá pré-silábico com silábico isso A Magda Soares traz no alfal letrá lá dela dos grupamentos produtivos lá que
a gente bota um aluno um pouquinho mais avançado com aquele que tá com mais dificuldade Então a gente vai sabe girando aquele grupo que tu sabe que tem mais dificuldade tu vai dar uma atençãozinha melhor fazer uma boas perguntas o grupo dos rapidinhos tu vai botar uma atividade um pouco mais difícil Talvez tu Coloque os muito muito rapidinhos como auxiliares de desses dessas dessa Prof para atender os colegas e essa forma de gerenciamento da sala de aula também é importante paraa neurociência porque senão a gente para ali naquela ai como é que eu vou fazer
com 30 alunos se eu não tenho auxiliar se não sei o que um termina já sai correndo pro bebedor e não sei o que a gente tem que imaginar a atividade a proposta dentro daquela linguagem ali que a gente precisa desenvolver antes que é o que a gente chama Dee Então temos também atividade motora aqui ó na trilha da Matemática a São folhas de ofício no pátio Bras eu acho que pode ser até folha reciclada tá Às vezes tem aquelas folhas que iriam pro lixo e a gente pode produzir trilhas com essas crianças para trilha
serve para tudo da educação infantil A ensino médio tu vai conseguir fazer alguma atividade com trilha e tem a ver com o movimento vocês viram lá que é importante também para conseguirem se movimentar e e colocar em prática esses conhecimentos aqui ela falava ó par o ímpar músia e esse ia desenvolvendo essas habilidades com esses alunos que já são maiores ali né E observem eles estão numa fila esperando então existe já um um aprendizado aqui também de controle inibitório que eles sabem que se eles saírem dessa fila provavelmente eles não vão pular na trilha isso
precisa ficar um pouquinho claro que aí eles vão ficar quietos e aí aí ela vai desenvolver ela podia Desenvolver atividades de consciência fonológica ela podia desenvolver conhecimentos talvez de outras habilidades matemáticas mais avançadas conforme a cor da folha que tu pulasse tem um problema matemático para eles desenvolver em grupo a turma que desenvolver vai vai brincar com não sei o que diferenciado isso são formas de planejar essa essa aula para desenvolver a motivação do aluno para que ele continue se desenvolvendo naquele aprendizado porque se eu for para lá paraa sala de aula só na sistematização
eu não tô motivando eu não tô fazendo com que essa memória de de trabalho passe pra memória de longo prazo como a gente já viu antes aqui pros bem pico rostinhos olha que coisa mais amada essas criancinhas aqui olha aqui essa aqui olha esse U olha que coisa mais amadinha Olha o v Coitadinho se equilibrando gente é muito bonitinho tu fica vendo essas coisinhas aqui a pequeninha cresce tão rápido ã observem que eles estão fazendo uma atividade de movimento para o conhecimento das Letras então quando a gente pensa lá mas eu vou como é que
eu vou ensinar a que as o formato das letras são fixos para crianças pequenas Olha que legal elas estão conhecendo com o corpo com o movimento elas estão sentindo que o letra ozinha olha ozinha ali que ela fez para baixo assim a mãozinha na cinturinha né mas ela entendeu que existe um sabe um círculo o é um círculo aí o outro P ali ele saiu ele fez assim ó porque ele entendeu que o movimento daquela letra é assim quando ele pensar na letra P ele vai lembrar do movimento que ele fez quando os colegas recuperarem
esse esse esse alfabeto eles vão se reconhecer olha ali o Fulano que bonitinho do p a gente pode também cada aluno que tem uma letra inicial vai vai vai ficar com a sua letra e Vai representar a sua letra entende que trazer o significado o contexto o movimento Deixa essa atividade muito mais interessante para eles do que eu simplesmente pegar uma folha en cheia de papel crepom um monte de bolinha que a criança vai ter que só botar ali naquele ar trazer uma folha pesada cheia de cola com as coisas caindo que depois vai tudo
no lixo ela nem vai lembrar o que que ela fez e toda a folha vai ser tudo igual tudo vai est cheio de cola e papel crepom então isso aqui traz muito mais significado pro conhecimento deles Fala com a linguagem do brincar também é é importante os pais vão gostar de olhar quando verem assim Olha que bacana a ideia dessa professora isso também é reconhecimento do nosso trabalho quando a gente pensa em melhorar de trabalho a gente tem que sempre sempre fazer um trabalho bem feito Independente se ai mas ninguém tá vendo ão as pessoas
estão vendo e a forma como as pessoas falam de ti na rua é o que te leva adiante acreditem aqui a gente tem um exemplo do bloco de escrita aqui da pós-graduação de neuro onde a criança precisa visualizar na imagem aqui ã quantas crianças estão na biblioteca Qual é a cor da parede então isso tem umas questões atencionais aqui ó ela tem que prestar atenção como ela vem um desenho fala com crianças tem tem questões coloridas ali ó e tem várias ã eu tenho a questão ual muito forte eu tenho que contar eu tenho que
me identificar com aquilo ali e isso pode ser sim uma sistematização pro aprendizado que a gente fez de forma lá com um slide ou com uma música ou com um movimento por a gente viu que para passar pro conhecimento lá da memória de longo prazo a gente também precisa de repetição então a gente não vai trazer só a motivação e pronto a gente precisa retomar esses conhecimentos e muito provavelmente de uma forma diferente do que foi aprendizado apresentado na primeira aula então os blocos também servem como sistematização desses aprendizados ter esses recursos prontos eu não
digo que só facilita mas economiza tempo e pensar em atividades pensa ó bastante porque muitas vezes eu perdi tardes e tardes do meu final de semana tentando achar uma atividade que encaixasse bem naquilo que eu precisava porque os meus dotes de confecção de atividades são igualmente aos culinários tá guri então eu precisava de de atividades prontas Aqui nós temos outra atividade também que também tem a ver com com atenção tem a ver com com revisão de conhecimentos apresentados onde as crianças têm que fazer a leitura das frases então a Alice tá escrevendo no caderno qual
que pode ser Alice tem tem que ser alguém que tá escrevendo no caderno Alice não pode ser o cara que tá levantando as mãos entende então a gente vai fazer isso de forma coletiva A gente pode brincar com eles agora cada um de vocês vai ser uma pessoa vai fazer um movimento um vai est escrevendo o outro vai est sentado atrás da Alice ã o Artur vai est no canto desse lado aqui da fila então aí eles vão de forma visual ali motora vendo ó quem é Alice aqui no nosso teatrinho a fulana Ela tá
sentada ela tá escrevendo no caderno tá escrevendo então a gente vai quem é aqui na folha que é a Alice entendem que é bem mais interessante do que só fazer a folha e também não fica aquele conhecimento solto de que a gente brincou mas não sistematizou aquilo não consolidou não retomou a repetição é muito importante e importante também para alunos atípicos tá alunos que têm problemas de memória precisam retomar os conhecimentos com muita Constância então a gente não vai voltar pra sala de aula ah todo mundo aprendeu audição Agora vamos pra subtração amanhã e não
a gente vai retomar aquele negócio nós vamos brincar de novo nós vamos ã pegar novas propostas novas ideias retomar tudo de novo e só então apresentar o conteúdo é um passo de formiguinha mas é um passo de formiguinha com sentido porque a gente é especialista em neurociência por fim então aqui de resumo da minha da minha aula como que a bncc permite que ajuste pros alunos com mais necessidades Então a gente vai pensar em personalização do ensino Então a gente vai pensar nas potencialidades não dificuldades né a gente metade do copo cheio ó meu aluno
é autista Mas ele já verbaliza meu aluno é autista mas ele consegue se comunicar comigo meu aluno é autista mas eu sei que ele tem hiperfoco em leões então eu vou usar isso na minha aula porque se eu pensar que o meu meu aluno é autista e ponto não tenho ajuda não tenho isso não tenho aquilo eu não vou sair do lugar eu tenho que achar um copo meio cheio porque a dificuldade nos paralisa mas a potencialidade nos transforma Isso é fato tá gurias Isso serve pra nossa vida então a bncc traz princípios de Equidade
quando os alunos precisam e t direitos de aprendizagem então meu aluno lá não pode ficar com uma folhinha de pintar dizendo que ele tem um currículo adaptado ai mas ele não tem laudo o la quando eu recebi um laudo pela primeira vez na minha sala de aula eu juro para vocês que não me ajudou em nada porque ali no papel tava dizendo o que ele tinha e as coisas assim que que ele não gostava de barulho etc mas em momento nenhum tava dizendo que segunda-feira quais habilidades eu tinha que desenvolver que aluno então a gente
meio que se ilude que aquele laudo vai nos saciar as dificuldades de sala de aula obviamente obviamente que um aluno que tenha atendimento multidisciplinar vai ter um desenvolvimento diferenciado até porque é direito desse aluno ter esse atendimento mas se nós não temos a gente vai enxergar esse copo meio cheio e vai fazer o possível Ah mas o meu aluno não vai alfabetizar até o final do ano não vai mas ele se ele ficar 10 minutos a mais na sala de aula você vocês são vencedoras vocês adaptaram o currículo vocês progrediram o aprendizado deles vocês ajudaram
uma família a que no ano que vem aquela professora não tenha que brigar por aqueles 10 minutos que não tenha que pensar em tantas atividades e ele possa progredir a escrever o nome por exemplo então a gente também tem que vendo esse copo meio cheio a gente consegue enxergar as nossas vitórias que são diárias de permanecer na escola com reconhecimento baixo de ser reconhecida no supermercado eig uma florzinha todos esses são reconhecimentos gurias são coisas assim que a gente às vezes não enxerga por ver as dificuldades e não as potencialidades a avaliação precisa ser sempre
formativa se a gente tiver avaliações qualitativas a gente não vai conseguir ter um currículo adaptado para os alunos então a gente obviamente eu sei que sistema de ensino nos exige coisas tem formalidades muitas escolas São fixas precisa prova e a prova é quantitativa e acabou mas nada nos impede de observar os nossos alunos de ter um diário dessa Sala Ó Fulano hoje conseguiu fazer tal tal situação eu tive um aluno autista na educação infantil que ele não ficava sentado de jeito nenhum até eu descobrir que ele gostava muito de leões e tinha terror de polícia
então obviamente que eu usei esse conhecimento a meu favor e ele nunca fez nenhuma atividade na escola o dia que Ele pintou o rosto dele e obviamente que ele tinha 5 anos e pintou como se fosse uma criança de dois o rostinho dele foi uma festa na escola porque eu consegui de alguma forma fazer com que esse aluno desenvolvesse uma habilidade de se reconhecer como indivíduo tá que ele conseguisse se desenhar que era algo que ele não fazia de uma forma de uma avaliação formativa ele avançou concordam comigo então no meu parecer não vai tá
lá c o aluno sabe escrever o nome dos dos 84 familiares que ele tem não ele conseguiu desenvolver as habilidades de desenho que era algo que ele não tinha ele conseguiu fazer a prensa do lápis ele conseguiu ficar sentado os minutos para fazer aquela atividade eu progredi meu aluno avançou tá outro ã outro direito que a criança tem de acordo com a bncc é o atendimento educacional especializado se a gente vê que esse aluno tá apresentando dificuldades eu não tô falando de alunos de educação infantil que não sabem inscrever em cursiva tem um aluno que
tem dificuldade que vocês estão vendo que tá muito aqui quente dos Marcos de desenvolvimento do Estudante eu posso conversar com essa minha colega ver que será que não é de repente 5 minutos que tu fique com ele ali faça uma atividade ou tu me Oriente com uma atividade aqui mais direcionada para essa dificuldade para ele se ele não pode avançar quem tem boca vai a Roma e às vezes a gente consegue transformar as coisas porque foi lá e fez aquela pergunta às vezes assim ai Será que eu devo Será que eu não devo às vezes
deve Às vezes a gente consegue as coisas assim e projetos e atividades interdisciplinares também ajudam nas necessidades de desenvolvimento dos alunos quando a gente pensa num circuito para os alunos de educação infantil desenvolver o motor e tiver a participação de um educador físico de um profissional da educação física eu tenho certeza que esse que esse circuito vai ser muito mais bem direcionado para desenvolvimento motor do que com a gente que não estuda isso também na nossa formação se a gente puder conversar com esse colega trocar com esse colega aproveitar alguma atividade de de um projeto
de folclore por exemplo e poder fazer uma brincadeira direcionada nesse Pat com um projeto interdisciplinar e a professora de artes dos alunos mais velhos juntar turmas de alunos mais velhos também pode contribuir para esse desenvolvimento dos alunos Então como professores que usam neurociência e entendem a a bncc para aprendizagem a gente vai sempre para sempre a partir de hoje respeitar os ritmos individuais de aprendizagem dos alunos vamos promover a plasticidade cerebral por meio de atividades pensadas para níveis de desenvolvimento que eles precisam experienciar o ambiente que a gente precisa saber se esse aluno teve esse
conhecimento prévio antes de apresentar esse conteúdo e se ele não teve nós seremos as pessoas que vamos apresentar Então se o aluno não conhece número e ele tá no segundo ano lamento informá-las temos que apresentar sim a gente tem que voltar casas a gente não pode ter medo de retroceder pelo bem do desenvolvimento desse estudante ai mas não eu tô lá no sexto ano eu não tenho que alfabetizar tem nós somos educadoras e nosso dever é o desenvolvimento integral desse aluno a gente vai lá propor atividade sim de conhecimentos de vogais Ah mas eu sou
al professora de matemática então estuda alfabetização é nosso dever saber atender as necessidades dos alunos mesmo que nós não dês conta de tudo nós vamos fazer o nosso possível personalizando esse ensino conforme as potencialidades grafem isso eu não quero ninguém reclamando que meu aluno isso que que aquilo que que ele pode fazer não o que que ele não não consegue fazer usar os conhecimentos desses Marcos de desenvolvimento eu vou deixar aqui embaixo da aula uma dica de leitura sobre isso para vocês que querem aprofundar os conhecimentos de vocês sobre Marcos são muitos a começam na
gestação e terminam lá na fase adulta tá são muita coisa mesmo não precisam decorar como profissionais Vocês não precisam decorar mas precisam ter uma base entendem professoras de educação infantil lá que recebem bebês e estão vendo que o aluno não sustenta coluna não senta tem 9 meses tem 10 meses não sentou é dever nosso sinalizar a família entendeu a criança tá com 2 anos 3 anos não fala dever nosso sinalizar a família São Marcos de desenvolvimento que a gente sabe que a criança precisa ter passado e que muitas vezes denunciam problemas não só de transtorno
gurias às vezes de abuso não só sexual né mas abuso infantil como um todo e por fim a avaliação de forma contínua e flexível Como eu disse se a gente visualizar o que o aluno conseguiu e não só aquilo que a prova tá nos dizendo talvez a gente tenha um olhar mais gentil com as nossas práticas e com os desenvolvimentos desses alunos certo espero que tenham gostado da minha aula eu fiz com muito carinho