[música] [música] [música] เฮ [música] [música] เฮ [música] >> [música] [música] [música] >> เ >> [música] [música] [música] >> เฮ [música] [música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] เฮ [música] เฮ [música] [música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] >> [música] >> เฮ [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música]
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esse programa aqui hoje o couro vai comer. O couro vai comer. O couro vai comer pra menor de idade. Coro vai comer pr para policial. O couro vai comer para coronel. Couro vai comer para cabo soldado. Coro vai comer para delegado burro. O couro vai comer para estuprador. O couro vai comer pro PCD. Pro PCD, [risadas] pro PC, pro PV, pro CV. Mentira, vai comer nada. Tô de boa, hein, família. Vamos, pelo amor de Deus. Calma, pai. Sabor, ó. >> Sabor atrito. >> Saborrito. Certo, família. Bom, vamos lá, ó. Estamos aí já com 1000 pessoas
na live. Deixa o like, se inscreva no canal e sempre quando é Sider News fica um monte De gente aí no chat, né, debatendo, falando as coisas, o [ __ ] Então hoje pode mandar notícias aí que vocês querem saber opinião que nós vamos derreter, certo? Hoje estamos aqui com ele, coronel Paganoto. [ __ ] meu parceiro, meu irmão. >> Tô com as costas bichada. Boa tarde ali. Fala rapaziada, fala galera. Tamamo junto de novo. Bora trocar ideia, agradar a maioria, aumentar os hater. [risadas] Bora. É isso. É isso que me deixa sem dormir. Eu
fico sem dormir. Fico sem dormir. >> O hater é uma delícia. Você não tá ligado. O engajamento vai lá em cima, mano. Eu vou falar uma coisa para você, viu? Vocês vão se surpreender que vocês vão ter mais ajuda de quem vocês menos espera do que de quem mais grita, viu? Só um só um detalhe, logo logo vem novidade. Toma, já começou casa indireta. [risadas] Ai [ __ ] como eu amo meu serviço, [risadas] mano. Eu gosto de fofoca, eu gosto de café, tem tudo isso aqui, [ __ ] Isso é praticamente o Sneider lobo,
né? >> É >> fofoca, >> mano. Um [risadas] dia ainda vou ter um programa de fofoca, mano. [ __ ] que pariu. E vai ser fofoca, Mike. Caraca, man. >> Vai ser só fofoca de polícia. >> Não vai ser difícil, não, porque pensa numa instituição que tem fofoqueiro. >> Sim, mano. Sim. Os cara chegar e falar: "Mano, você não sabe, mano? >> O capitão pega a mulher do cabo e o cabo pega a mulher do capitão. Ninguém sabe. A Fox, é Fox que pega o marido e chega em casa. >> E, mano, é uma fofocaiada,
malandra. Se vocês, se vocês ouvissem os bastidores do que a gente ouve aqui Antes dos podcast, isso daqui é aquela música sertaneja, é o amor. >> É, >> rapaziada, a gente sabe de cada coisa, mano. >> A gente sabe de cada coisa de É óbvio, né? Aqui é uma sala secreta, né? No que conta aqui, não sai daqui, ninguém aquelas vegas, né? >> E ninguém fica passando um pro outro, entendeu? Um exemplo, vem um cara aqui e Fala mal do outro que vai vir ainda. Nós não chega. Eu falo: "Mano, o cara falou de você?"
Não, bagulho fica aqui, ó. O cara falou, ele confia na gente, então vai ficar aqui e vai morrer aqui. Mas a gente sabe de coisa, filho, que pode derrubar São Paulo. Derruba aí uma galerinha grande, gente. Então, tá ligado? Aqui é um confessionário e não é que nem barca de rota, filho. O bagulho acontece lá, fica lá. É que nem aqui, certo? H, Danilo, nós não somos fofoqueiros, nós só discutimos assuntos da atualidade. [risadas] Mas fofoca é uma delícia, mano. Você fala para mim que fofoca não é bom. Para, [ __ ] para. Duvida quando
sua mãe ia lá, que a amiga da sua mãe ia na sua casa, quando você era menor, falava: "Cláudia, você não sabe o que aconteceu". Aí a Cláudia ia lá, eu duvido que você não ficava ouvindo o que a Cláudia falava. Filho, pra garota até regalou os olhos. Esse Daqui gosta de uma fofoca. Esse daqui >> fica ô isqueirinho, fica jogando. Isso daqui sabe de uma isinha. >> Fofoca, umas fofoca aqui. Cuido só da minha vida. >> Isso sabe [risadas] que de uma fofoca. >> Eu só cuido da minha vida. Eu não sei de nada,
>> mano. Se esse maluco aqui abriu, abriu o dente dele, a linguinha, [risadas] fazia assim, ó. Ah, não sei de nada não. >> É, >> só fala em juízo. Aprendi. Só fala em juízo. >> É, >> pô, Danilo, fala sério. Eu tô falando sério, mano. Bagulho é louco. Falando sério para vocês, vamos começar por onde? Vamos começar por onde? Vamos começar já do coronel. >> Você que é o presidente da >> Vamos começar pelo coronel, então, >> da edição. >> Vamos começar porque eu acho que o coronel tá enrolado agora, hein? Eu acho, hein? Ó,
caso Gisele Laudo aponta esganadura e contesta a versão do tenente coronel. Eu tô a par desse assunto. Tô vendo todo dia, tô vendo vários lugares, coisas que estão saindo da família, da advogado, da TV. E até agora a gente não ouviu o tenente coronel falar nada, mas eu vou mandar pro coronel aqui saber, né? a versão dele, ele que é um Especialista em segurança pública, né? Que que você tem a dizer sobre o laudo que aponta esganadura e contesta a versão do tenente coronel? Meu coronel, [risadas] fale-me, meu coronel, ó, deixa eu falar uma coisa
para você. Existem dois tipos de seres humanos. >> O ser humano que é especialista num determinado assunto, >> certo? E aquele que é o leigo, do leigo você ouvir eh determinadas coisas, você Consegue compreender e, vamos dizer assim, e perdoar. Não precisa fazer essa cara de nojo não, que você sabe, eu vou te explicar onde eu vou chegar. A gente, a gente tem uma característica aqui no, no Sneider, vou chamar de leico. >> Não, não, não. Eu vou explicar o por que eu vou me posicionar dessa forma. Eu vou repetir. Eu não conheço o Coronel
Neto, nunca tive contato com ele, nunca Trabalhei. E de soldado a coronel, se for culpado, tem que ficar na cadeia com extremo rigor para servir de exemplo, porque a gente que é polícia, a gente não tem o direito de praticar crime. Ponto. Esse é o meu jeito de pensar. Eu não passo pano nem para soldado, nem para coronel, para ninguém. Eu já falei aqui até até fizeram uma crítica quando eu falei isso. Eu já falei aqui o seguinte: policial não pode praticar crime. A gente é a representação do que é certo. A gente tem o
poder do Estado na mão para fazer o que é justo e o que é perfeito. Não ficar fazendo coisa errada. E aí eu não eu não consigo defender policial quando ele tá errado. Falando esse monte de jargãozinho aqui previsível de início, o que eu queria dizer é o seguinte: a gente a gente é um podcast que a gente valoriza demais a a atividade policial, não é, Sneider? >> Sim. >> Não é esse o seu histórico. Inclusive, você defende quem defende a população, não é isso? Sim. E a gente não vê várias vezes equipes policiais que
tão presa, a imprensa tá batendo. Aí você pega um cara que nem nosso amigo, o Vendramini e um ano depois, meses depois os caras estão absolvido e a história não foi contada em defesa deles. Não tem casos assim? >> Sim. Então eu, como eu sou um cara que Estudei, fiz especialização, sou formado na área jurídica, eu não posso ser igual a minha mãe. Minha mãe, ela assiste esses programalesco o dia inteiro. Para ela, todo mundo é culpado antes que se prove o contrário. No meu caso, que eu sou um estudioso de direito, eu preciso tomar
muito cuidado, porque se eu condenar antecipadamente uma pessoa, amanhã ele tá absolvido. Se cara entrar com uma ação comigo, o juiz Não vai me enxergar como uma pessoa normal que não entende o que é o princípio da presunção de inocência, essas coisas. Então, >> mas mas ninguém tá falando que eu tô explicando por isso. Por que que eu tô explicando tudo isso? Porque eu vou dar uma opinião técnica, não uma opinião de um leigo. Então eu volto a reforçar o que eu falei aquele dia. Se o tenente coronel, que está nesse caso, se eu não
me engano, o nome de guerra dele É Neto, for comprovada a autoria dele nesse homicídio, ele tem que ser condenado e puxar uma cadeia severa, assim como todos os outros feminicidas que eu que eu tomo conhecimento. Não é porque ele é polícia ou coronel que ele tem que ter qualquer benefício. Pelo contrário, a cadeia dele tem que ser mais pesada do que um cara comum, porque ele como polícia, ele jamais poderia ter feito um negócio desse. Mas vamos voltar pra parte prática aí, que é o que você Tá falando do laudo. Tá aqui para tentar
desvendar, ó. A gente tá aqui para tentar desvendar >> isso daí. Todo mundo já sabe que nós não pode falar que a matou, que não matou, porque né, não foi trânsito julgado. Ele não não é considerado com achar que eu tô tentando defender e eu não vou. Não, não, não, não, não, não, não, porque até na TV, eles não podem falar: "Ah, ele, o coronel matou, ele é suspeito." >> Isso, suspeito. >> Mas tá, todo mundo, todo mundo pode comentar o que tá acontecendo, o que tá, o que aconteceu e aí cada um tira a
sua conclusão. >> Eu eu vou entrar agora na notícia que você tá dando, a do laudo. >> Sim, a do laudo. Mas antes disso, antes de você chegar do lado, você não também nem vai poder falar: "Ah, eu acho que ele matou". Não vai. Mas eu tô tentando aqui para você te falar o bagulho e você falar assim: "Não, Danilo, mas isso daí Pode ter sido isso, ô Danilo, isso pode ter sido isso. Você me dá opções, certo? Mas a primeira antes dessa da esganadura, o que saiu agora? O tiro foi dado 7 horas da
manhã, sei lá, 7 horas da manhã, que a vizinha ouviu. Na hora que ela ouviu, ele, ela pegou o telefone, falou: "Meu Deus, que que é isso?" pegou o telefone, acordou, olhou no relógio, ela marcou o horário na cabeça dela, 7:2, Certo? A ligação do coronel pro resgate foi meia hora depois. Então, >> essa é uma notícia. >> Então, você morreu, minha mulher morreu. Meia hora depois, primeiro ele liga pro desembargador lá e depois ele vai ligar pro 193 e 190. 30 minutos depois. Só aí já tira suas conclusões. >> Quer, quer uma pior, quer
uma pior do que essa? Aí a arma cai, tá na mão da mulher aqui, ó. Bonitinho aqui assim, ó. Porque Se você dar um tiro, você faz isso aqui, ó. Entendeu? Aí tem vári Não tem uma coisa >> a favor dele. >> A favor do cara. >> Então era isso que >> você fala assim: "Não, não, mano, mas ele, [ __ ] ele, né? Tão falando aí que vai um exemplo, se falasse, ele amava ela, tratava ela super bem, >> meu Deus, >> isso não quer dizer nada, porque tá Cheio de gente que ama e
mata. >> Então, mas não tem nada, irmão. Ó, morreu às 7 da manhã, ligou 30 minutos depois. Eh, o socorrista chegou lá, socorrista 15 anos de de socorro de de SAMU, olhou, falou: "Tem alguma coisa errada aqui, mexeram aqui na então o cara sabe, a pessoa que se mata fica tudo lá". Entendeu? Então, 30 minutos, mexeu na cena do crime, eh, sangue no banheiro, tomou dois banho, eh, marca de de de esganadura no Pescoço. No pescoço. Ela não caiu e bateu o pescoço, porque aí você vê onde ela tava. Ela tava no sofá ali, >>
se matou de roupão. Então, >> então, então vamos lá. >> Vocês aí, manda no chat. Ele matou ou não a menina? Que que você acha? >> Bora agora. Bora agora pros comentários sobre sobre os fatos. >> Isso, os comentários técnicos. Você que é policial, Os fatos. Eu dei uma introdução para dizer o por que a gente não faz afirmação contundente. >> Porque eu não sou lego, eu entendo devido o processo legal e a presunção de inocência. Mas vamos aos fatos. Os fatos são são problemáticos nessa ocorrência. Pelo seguinte, existe um ditado na polícia que ele
é forte. é forte, que é o seguinte, você não precisa só ser honesto, você tem que também parecer. O que que isso quer dizer? Se você não quer que eu suspeite de você, não dê indicativos no seu comportamento, na sua aparência, no seu modo de agir, de que você é bandido. >> Sim. Você tem que não ser bandido e parecer não ser, porque se você quer ficar fingindo ser bandido, você tem que me dar o direito de desconfiar e investigar. Concorda? >> Sim. >> Então, essa essa isso que a gente sempre Falou pra nossa tropa,
eu como tropa ouvia meus chefes me falar assim, ó: "Não basta ser honesto, tem que parecer. se encaixa direitinho nesse fato. Não basta ser inocente, tem que parecer inocente. Porque se você não parece inocente, você dá o direito das pessoas a duvidarem da sua versão. E do início dessa ocorrência até hoje, nada está parecendo inocência, >> nada. Tudo que a imprensa tá batendo a família, se fosse sua filha, você não ia Estar com 10 pulgas atrás da orelha, [ __ ] você não ia dormir, velho. Porque assim, ó, todos esses fatos que você acabou de
narrar são fatos que fazem com que esse suspeito não pareça inocente. Ou seja, não tem cabimento, não tem cabimento eh uma série de atitudes que ele tomou no dia que estão gerando dúvida. E a polícia civil, cara, vai se empenhar ao máximo para chegar a verdade até além de praticar justiça, dar uma resposta para essa família. Agora você pega um caso que já vem de problema de relacionamento anterior, você pega um caso que ao invés de correr para socorrer a esposa que tá ali, você chama um um magistrado amigo seu. Aí você toma um segundo
banho, você pega, você tem um laudo agora indicando esganadura, você pega um policial bombeiro que vai e faz imagem que vai ajudar a uma série de novas informações que nesse momento a Polícia Civil deve estar agora tentando entender com a Ajuda desse cara que foi o primeiro a chegar ali para fazer o socorro. Porque todo bombeiro aqui de São Paulo, ô Sneider, ele começa a carreira na polícia, não no bombeiro. >> Sim. >> Então, esses caras tem muita noção sobre policiamento. Eles podem não ter exercido a vida inteira num policiamento, mas os bancos escolares que
esses caras frequentaram de formação policial, ele é muito mais De polícia do que de bombeiro, inclusive. Então, um bombeiro desse, quando ele chega num local de crime, >> quando o bombeiro chega no local de crime, ele tem uma visão policial, não só de socorro. Então, se esse cara tá dando informações pra equipe de investigação que estão gerando mais dúvida hoje, hoje para você, eu digo para você o seguinte, esse tenente coronel, ele pode até ser inocente, só que ele não tá aparecendo. É o ditado Que eu aprendi nos bancos escolares policiais. Meu amigo, você não
quer não quer suportar a dúvida, não quer suportar a a crítica e a suspeita sobre você? Você tem que agir de uma forma não levantar suspeita. Então, se esse disparo aconteceu às 7 às 7:05 eu já tava acionando apoio, eu tô tentando ajudar minha esposa, eu tô ensanguentado, eu tô ligando pras pessoas, correto? Por exemplo, eu eu eu se a minha mulher faz Um negócio desse, primeiro ligação que eu faço é resgate, segundo 90 para vir me ajudar a preservar local, o terceiro é pro pai dela. Eu vou chamar gente que ama essa mulher assim
como eu, para vir me ajudar, você tá entendendo? e entender o que tá acontecendo. Agora você soma isso, um histórico problemático gigantesco já dela, narrando já relação conflituosa. >> Sim. >> Você tá entendendo? Então a gente volta ao que a gente conversou a outra semana. Esse esse suspeito hoje ele tá num nível alto de não parecer inocente porque ele vem ele foi praticando coisas ao longo do do disparo paraa frente, do disparo para trás que fazem todo mundo falar: "Ô mano, para tem coisa aí". Isso é uma realidade, isso são fatos. Então se você falasse
assim: "Coronel, vamos parar de enrolar." É o seguinte: hoje você tem R$ 100. Você apostaria Quanto do seu R$ 100? Na culpa ou na inocência? >> Eu vou apostar. >> Eu sei qual que é sua resposta. >> Eu aposto 5000, >> mano. E hoje com a atual realidade eu >> eu aposto junto com você. >> E como que, um exemplo, como que a perícia vai cravar isso daí? Se foi ele ou não que matou? Porque até agora, irmão, ah, tinha Coral, deixa eu explicar, perícia nada, tinha corpo. Ah, não sei o quê. Tá? E e
se ele chegar um exemplo, tá? Um exemplo, suponhamos que foi ele que matou e ele bater na tecla que não foi. Você quer ver? >> Como que vão provar que foi ele realmente? >> E vou te dar essa resposta. Você quer ver? Ó, ele vamos supor que ele alegre. >> Lembrei, lembrei de uma coisa aqui Importante. Por isso que eu falo, mano, trabalhar com essa [ __ ] aqui, você tem que assistir jornal. Eu assisto essa [ __ ] todos os dias. Eu peguei um detalhe. O jornalista falou que só vão descobrir que tem que
fazer uma coisa para descobrir, para desvendar esse caso aí. Sabe qual é? Quando ele, quando ele sai do apartamento, ele pega e liga pro desembargador lá, pro pro motor, sei lá. >> Tem que tem que quebrar o sigilo dessa ligação e ouvir o que ele falou nessa ligação. Tem como fazer isso? >> Tem, >> porque ele pode estar falando, mano, fiz merda. Eu tenho, eu, eu, eu acredito que isso vai acontecer, >> entendeu? Fiz merda, vem para cá agora, que que eu faço? Entendeu? Mas ele não ia, você acha que ele ia ser [ __
] de fazer um bagulho desse e pegar o telefone e falar: "Ó, fiz merda". >> Por isso que essa afirmação desse jornalista, ela chega a ser às vezes até infantil, >> porque ele tá, >> mas é uma parada que para salarizar, >> ele tá pressupondo que o cara se expôs numa ligação e isso às vezes não acontece. Então, ô, ô, Slider, deixa eu deixa eu dar uma resposta para você sobre a tua colocação sobre a perícia. A perícia ela nunca, em processo nenhum ela chega num resultado de um exame do Tipo assim, foi a ou
foi B? O que que a perícia faz? Ela atesta, atesta perguntas do tipo assim, ó. Houve disparo? Sim. O disparo confere com o calibre e tal. Sim. Qual a distância? Tem entrada e tem saída? Sim. Ela morreu pelo tiro ou pela esganadura? Houve esganadura? Ou seja, a perícia, ela é um órgão que responde perguntas técnicas, não de Materialidade, entendeu? Vou vou dizer assim, ó. Se você tivesse um vídeo de você atirando em mim, a perícia aqui embaixo, né, a cadeira. A perícia nunca vai dizer no laudo assim: "O Sneider atirou no Paganoto". Sabe qual vai
ser a resposta que a perícia vai fazer? Não há violação no vídeo. O vídeo é real. Entendeu? Quem vai chegar à conclusão de que você realmente atirou em mim? Tendo em vista A resposta da perícia que o vídeo é verdadeiro, é o juiz. Então essa perícia, todas essas perícias que estão sendo feitas nesse caso, vão dar respostas técnicas pro juiz. E o juiz, ainda que ele não consiga ter uma certeza absoluta da autoria dele, o que que o juiz vai fazer? ele vai somar todos os indícios e vai chegar a uma conclusão, entendeu? Então, vamos
supor tudo que você já falou aí, ó, você não Falou sobre a esanadura. O que que a perícia vai falar sobre a esganadura? Se ela ouve ou não? Se a se se houve, se a resposta for sim, qual que é a próxima pergunta? Qual o tempo dessa esanadura? foi no dia da morte dela ou era anterior? Você imagina que essa perícia tem ali uma análise de que essa esganadura foi de 15 dias antes do disparo? Tudo que estão falando aí na TV já fundou. Não, a esganadura, as marcas de esganadura são Coerentes com a data
do fato. Opa, qual é o nível de indício disso? Altíssimo. Entendeu? Então, todas essas perícias, perícia de marca de sangue, perícia de distância do disparo, perícia do do da causa morte, perícia da do banho que ele tom, tudo isso que você tá colocando aí, eh, esses exames vão trazer indícios, uns mais fortes, uns menos fortes. E a a missão da defesa é ficar rebatendo essas essas induções, esses indícios. E o juiz ao final das Duas partes, o Ministério Público falando assim, ó: "Não, tudo leva a crer que ele é o autor por causa disso, disso,
disso, disso, disso, disso. A defesa não leva por causa disso, disso, disso." No final, o juiz vai falar: "Não, minha conclusão é que foi ele". Ou que não. Entendeu, mano? Então, é assim, ó. Hoje sai uma matéria falando assim, ó: "Tem sinal de esadura. A hora que essa perícia terminar, se a se a perícia falar assim, ó: "Sim, houve Esganadura". Essa esanadura é recente do dia da morte dela ou não? É antiga. Porque você concorda? E eu não tô passando pano para ele, não. Eu tô falando tecnicamente. Você concorda que se comprovar que que se
essa esganadura é de um mês atrás, 10 dias, sei lá, não sei se isso é possível, caiu por terra de que ele esganou ela no dia do fato. Concorda? Então isso tudo agora tá sendo juntado para chegar um quebra-cabeça final. Mas o que eu garanto para vocês, Que é o que me, é o por eu também colocaria minhas fichas em determinado pote, é o seguinte, meu irmão, você que não quer que alguém duvide, você tem que parecer idôneo. E você num local de ocorrência deixa um monte de indicações de que o que você tá falando
não prospera, você tem que aguentar a dúvida, porque ninguém aceita a morte de qualquer pessoa de forma pacífica. Todo mundo quer saber a autoria real e Fazer justiça, porque hoje em dia tirar a vida de uma pessoa, todo mundo quer que você pague. E esses indícios que tem até agora, que tá todo mundo levantando, tá gerando uma dúvida gigantesca. E tomara, tomara, cara, eu rezo, eu rezo, não tô sendo hipócrita aqui, não. Eu rezo para que chegue a essa autoria o mais rápido possível, porque eu me coloco no lugar no pai e a mãe dessa
policial. Ninguém vai aceitar enterrar um filho e Ninguém pagar por isso. >> E você acha que isso daí vai terminar quando? Você acha que que vai para vai ter julgamento? Que que vai acontecer? >> Então, eu acho que demora. É, demora porque são muitos exames periciais. Ouve todo mundo. Essa essa equipe que tá apurando esse esse essa morte suspeita, vamos dizer assim, né? Porque eu não vou nem falar feminicídio, eu vou falar morte suspeita. Não é isso que tá no bo. Essa morte suspeita, esses caras, Investigação desse tipo de crime não pode ter pressa. Esses
caras devem estar procurando imagem para todo lado. Esses caras devem estar procurando qualquer pessoa que até agora tá caladinha e resolve de repente falar, entendeu? Então eu até falo uma coisa para você, quanto mais alarde se faz com um negócio desse, às vezes atrapalha um pouco a investigação, porque as pessoas ficam com medo de, ó, meu, eu vou lá e vou contar uma coisa que eu sei, amanhã Eu tô no programa do Fantástico, eu não quero isso pra minha vida. Então, as às vezes você fica achando que a coisa tá acalmando em termos de investigação
e não tá. Os caras tão batendo aí na na nos bastidores para achar tudo que pode. É um crime difícil de você conseguir comprovar a autoria. Eu falei isso para você da outra vez. E não é fácil você chegar numa autoria num crime que acontece dentro de casa. Os piores crimes para serem investigados são Aqueles intraparedes, né? Onde você não tem testemunha, tem relação de afetividade entre as pessoas que estavam ali. Isso é muito difícil, cara. Mas vai chegar. Nós vamos dar notícia aqui do do resultado. >> Vamos, vamos, vamos. Aguardem, família. Logo mais em
uma banca próximo de você. Bom, vou mudando um diário aqui para corrida. Você viu? Você viu, mano? É [ __ ] >> Corrida. >> Corrida não, é que na imagem ele tá correndo. Você viu o eu acho que é o Mateus Matos. É Mateus Matos. >> Deixa eu ver se é ele mesmo. >> Mateus Matos. Ele é um advogado, certo? Certo. Mateus Menezes, advogado de Goiânia, com nanismo, denuncia discriminação em concurso para delegado. E falaram pra gente comentar sobre isso daí. Falou: "Mano, que que vocês acha?" Porque ele passou passou na na prova lá, Certo?
>> Passou no escrito, no teórico e reprovou no TAF. Por >> porque não tinha as condições, né? Para >> ele precisava saltar 1,65. Isso era mais do que a altura dele. Ele tem um i30. >> Então, qual qual é a sua opinião, irmão, sobre isso? Teriam que ter alterado, não teriam? >> Não, não. Eu eu penso assim, ó. >> Não teria que ter alterado. >> Não, não. A lei determina que deveria Alterar, mas eu, deixa eu explicar a a >> a lei determina >> determina a lei. A lei fala que para eh as pessoas com
necessidades especiais os concursos têm que estar adaptados. A profissão tem que tá adaptada. Esse é o Sabe o que acontece? Acontece o seguinte, ó. É óbvio que eu sou a favor de inclusão. Eu tenho na minha família gente com necessidades especiais. Moro inclusive no meu prédio. Então é assim, ó. Eu sei A dificuldade, a dor. Eu sei a dificuldade e a dor de pessoas que têm algumas necessidades especiais. Não que eu sinta no né, nossa, você tá se apropriando da dor. Não é isso não. Não é fácil, cara. Não é fácil. E você lutar contra
tudo e todos para conseguir atingir seus sonhos deve ser dificílimo esse esse rapaz mesmo. Você passar num concurso para delegado de polícia não é algo simples, cara. São anos e anos de estudo, dedicação, e esse cara passou em Tudo. Então >> ele é muito inteligente. Só que quando você pensa institucionalmente, você tem que pensar não na pessoa única, aquela ali, você tem que pensar num órgão como um todo. Quais são as missões desse órgão? Quais as necessidades, qual a realidade? E hoje o que o que que a gente percebe que a a bandeira da inclusão
a bandeira da inclusão conseguiu vários avanços legislativos Forçando a a inclusão, forçando acesso, forçando o povo a entender que essa galera precisa mais do que o restante de apoio, talá. Tudo isso beleza, tudo lindo, cara. Só que o resto da legislação para acompanhar essa não foi feita. Então você concorda que é o seguinte, para eu colocar pessoas PCD dentro de uma instituição gigantesca, essa instituição tem que estar preparada para isso. Eu tenho que ter acesso dentro dos Quartéis, por exemplo, >> eu tenho um monte de quartel que o andar do alojamento é lá em cima
com uma [ __ ] escada gigante. E aí o que que eu faço? Você é comandante, chega lá cinco PCD, como é que você faz para esses caras ir para alojamento? Não é tão simples assim, não é um negócio, ah, é um concursinho, não é assim, cara. E outra, eu concordo que tem várias atividades dentro das do órgãos policiais que o Cara com determinadas limitações ele conseguiria exercer. Dei até um exemplo já. O cara é supervisor num COPOM. Ele senta numa mesa, ele consegue acessar todas as cabines e interagir e supervisionar. Ele não vai precisar
se locomover. Ele consegue fazer essa esse essa atividade de supervisor de COPOM, mas comandar policiamento na rua, ele não consegue. Como é que ele desembarca e sai correndo? Como é que ele carrega um [ __ ] equipamento pesado, fuzil, arma, Munição, algema, colete? Não dá, velho. Não dá. fisicamente tem algumas atividades que dependendo da sua necessidade especial você não vai conseguir desenvolver. Então eu eu defendo o seguinte, já que a gente precisa incluir opções para essas pessoas com necessidades especiais, a legislação não poderia ter parado aí. A legislação deveria ter forçado os governos a prepararem
Ambiente para que eles ingressem. Então, nós vamos criar quadros para pessoas com necessidades especiais. Por exemplo, eu vou ter cinco vagas num cupom, 10 vagas na administração. Esse quadro, ele não vai ser um quadro sujeito às mesmas normas que o resto todo. Por quê? Porque você é policial no meu quartel, você trabalha na administração, deu um BO na rua, eu toco a campainha e falo assim: "Ó, todo mundo embarca, vamos sair todo mundo que eu Preciso de reforço para quem tá na tropa." Você não pode levantar a mão e falar assim: "Eu não posso, eu
sou da administração. Você é tropa. Você é tropa. Você tem que tá apto para tudo para você poder levantar a mão e falar assim, ó, ó, eu não posso, que eu sou eh portador de necessidade especial. Eu tenho que ter um quadro prevendo isso. Imagine, eu vou fazer um paralelo para você entender. Imagine que tenha um Concurso com 50 vagas para comandantes. O meu concurso teve 50 vagas, tinham 12.000 1000 prestando. Imagine que os 50 mais bem classificados por estudo fossem cadeirantes. Quem que vai comandar policialmente na rua? Se eu não separo o quadro, eu
deixo aberto para um problema desse tamanho, cara. Então eu não é que eu sou contra o cidadão que tem nanismo entrar na polícia. As polícias ainda não estão Preparadas para algumas funções que é que é possível ser exercida para quem tem necessidade especial estar num quadro específico com com vagas proporcionais ao resto e que é outro problema que isso pode gerar. É muito difícil para as pessoas que desconhecem entender isso, mas eu tenho tentado explicar. Hoje você para entrar para ser policial militar, você vai entrar com quantos anos você precisa trabalhar para se aposentar? >>
35. >> 35 anos. Por que 35 anos? Porque é a média de arrecadação que você precisa ter para que o sistema previdenciário não quebre. Se eu se eu contribuir 10 anos e aposentar com o salário integral, que a gente tem salário integral, eu não pago. Eu vou ter que tirar dinheiro de outro lugar, porque 10 anos contribuindo, eu não vou conseguir te pagar mais 30 de de veterano, 20 de Veterano, se você contribuiu só 10, entendeu? É uma conta fácil. É uma conta fácil. Hoje eu preciso 35 anos trabalhando, contribuindo para passar mais 15, 20
na aposentadoria recebendo. Esse cálculo de longevidade na carreira é o que sustenta o sistema previdenciário. Por isso que quando você vai fazer um concurso e alguém olha lá num raio X e vê que você tem alguma predisposição ou já algum início de alguma doença que Esse médico sabe que você com 10 anos com a bunda numa viatura, você vai afundar, ele não te ele não te não te aprova. Você quer ver um um negócio simples, imagina você de assim de não, 12 horas sentado no banco de trás de uma blazer assim, ó, faz com a
sua coluna. >> Hum. >> Legal. >> Ah, eu fico no podcast, já tô zoado. >> Agora soma isso. Eu já entrar com uma um Desvio de coluna. Como vai ficar isso em 35 anos? >> Sim. Ou seja, infelizmente é muito triste falar isso, mas a carreira policial ela exige o cara que tá entrando uma maquininha de guerra que vá durar e vá e vá atender a toda a a necessidade dessa carreira. É simples assim. Aí tem um monte de cara que sonha ser polícia e eu tiro o chapéu, cara. Eu acho top você querer ser
polícia, mas infelizmente a vida deu sei lá o quê. te Deu uma restrição que não vai combinar com a exigência e a longevidade necessária de combate. De duas uma, ou a gente breque fala não, ou a gente cria um quadro, alguma coisinha para te enfiar numa numa coisa ali protegida para você trabalhar. Essa é a grande questão. >> Mas o cara perguntou aqui, eh, no edital não tava escrito que não poderia ser PCD ou autora mínima? Não, não tem altura mínima no digital de um >> Então, na Polícia Militar tem 1,55 para mulher, se eu
não me engano, e 1,60 para homem. eh, se eu não me engano, é essa aí ou é 1,60 e 1,65, mas paraa polícia civil não deve ter especificado lá, porque se tivesse especificado ele já teria sido cortado. Se bem que a estatura ela vai ser medida e você vai ser cancelado, cancelado não é reprovado no exame médico. Se o exame médico era depois do físico, ele já entrou para forçar A essa situação e entrar judicialmente. Ele nem chegou no médico. Eu não sei, eu tô eu tô supondo aqui, tá? O que eu falo para você
é assim, ó. Eu vou dar um exemplo aqui que você pode fazer um corte, tá? Vou te dar um corte bom agora. Há uns anos atrás, há uns anos atrás entrou na Polícia Militar de São Paulo um candidato que ele tinha o quê? manja aquelas orelhas gigante de pendurar o bagulho aqui que ela vai ficando aqui embaixo. >> Alargador. >> Mas o alargador dele era tipo assim, >> sim, >> desse tamanho. Ele tinha um buraco enorme no nariz enfiado um piercing gigante. E a língua operada de cobra. Ele queria ser polícia. Ele entrou com o
mandado de segurança que ele foi reprovado. O juiz foi lá e deu. Não pode entrar. Oxe, [risadas] quando esse cara bateu lá num comando, Era um comando interior, adivinha o que aconteceu? arrancaram a orelha dele. >> Não, os caras conseguiram com as técnicas de persuasão fazer ele lá e desistir de baixo. Então você tem que entender o seguinte, meu amigo. >> Qual é? Você pode passar as dicas dessa técnica de persuasão e >> é você falar pra pessoa assim: "Irmão, a gente não te quer." >> Cadê o baiano? Pá, bota no saco esse filho da
[ __ ] >> É, não é você todo dia falar para ele assim: "Irmão, aqui você não é bem-vindo". Desse jeitinho assim, >> desse jeitinho, com muito carinho. >> Só que essa palavrinha assim, irmão, você não é bem-vindo aqui. Mas até eu ia ficar falar: "Nossa, aí cara, educados". Aí eu ia dizer uma coisa para você. O cara pode ser um cara fantástico, pode honesto, decente, cheio de vontade. E aí Que eu vou lá nas escolas com um garoto de 16 anos, eu e o Marcelino, eu tenho vídeos disso mostrando que eu falo pr os
caras assim, ó, não faça a merda com 16 anos, porque isso vai implicar na sua na sua escolha profissional lá na frente. Para de ficar botando e coisinha na internet de que você é a favor de maconha. Para de ficar fazendo apologia a coisa errada, porque o dia que você mudar a sua cabeça e resolver que o teu sonho Era ser polícia, os caras vão puxar lá atrás quem é você e vai dar ruim. Então, meu amigo, se você quer ser polícia, não combina com a nossa estética militar, disciplinada e profissional a figura de um
cara cheio de alargador, um troço enfiado no nariz, com a língua parecendo uma cobrinha falando. Você imagina um casal de idosos ch fazendo um 90 e chega o polícia lá, vai falar com ele, a língua fica assim, ó. Ô mano, ô mano, não dá certo meu amigo, por mais que você goste. >> Certeza. Mas certeza que vai ter gente que vai falar: "Ah, você é preconceituoso, não sei o quê". Sei, mas é verdade, cara. >> Polícia é outra coisa, mano. Para de comparar a Polícia Militar com uma empresa, [ __ ] Com um bagulho, né?
Um, não tem como. É outra fita, é outra pegada. Então para você que tá sua vida é só reclamar também mano. [ __ ] >> ó, faz um paralelo. E e não é, >> você não cansa não, mano. [ __ ] você não come ninguém não, mano. Que [ __ ] sua vida ficar fazendo um videozinho na internet. Ô, veja uns vídeos aí deuns gordos, mano, fazendo vídeo, reclamando dos outros, brigando, mano. Vai comer alguém, mano. Na moral, você tá precisando, mano. Certo, desculpa aí, mano. Ti, que desabafar. Mano, é. E outra, é assim, ó.
Se você for parar para pensar, não, eu quero ser Padre na Igreja Católica, beleza? Qual é o caminho? Não sei, eu não conheço essa essa esse caminho, mas se você entrar, você acredita que você lá você vai ter a vida como tem todos os outros padres ou você vai entrar lá para querer inovar? Vai dar ruim. Vai dar ruim. Ou seja, todo mundo tem que se enquadrar naquilo que a profissão precisa e exige. E os moderninhos que ficam dando aí, ó, eh, liminar pra instituição, ter que engolir uma coisa muito distante da da Realidade, você
tá sendo inclusive responsável, porque você gera depois o atrito em loco. aquilo que um um profissional no na hora da seleção ele prevê o problema lá no futuro e ele já corta na seleção. Você com a sua canetinha no seu gabinete acha que tá tudo lindo o artigo 5º da Constituição, só que na prática o BO estora de outro jeito. Você quer ver uma coisa? [ __ ] eu vou vou esse vai ser [ __ ] Deixa eu pensar se eu vou falar. Calma aí. Eh. >> Ah, vai falar. Calma, calma. Pensa bem para depois
você não falar. Tira aquilo lá. >> Não, não, não, não vou. É, nós estamos ao vivo, não tem como tirar. >> Tira lá, tira lá. >> Ó, você quer ver uma coisa? Ambiente policial militar, normalmente nos quartéis, já tem alguns aí que tão tão indo indo já adaptando à frente, mas o ambiente, o ambiente, não Vou nem falar a Polícia Militar, toda a área de segurança pública, você acha que tem quantos tipos de banheiro nessas unidades? dois ou um >> masculino e feminino. >> É >> o terceiro tem >> terceiro. >> É o Todes tem.
>> Não, >> não. Outro dia eu fui, outro dia eu fui jogar tênis numa empresa concessionária de rodovia com os com os irmãos que eu tenho lá. Quando eu parei na porta, que eu fui ler o quadro, cara, 1/3 do que tava escrito lá, eu não sabia nem o que era a sigla, os nomes, os negócios. Era um bagulho, velho, desse tamanho, dessa TV assim, de tipos de pessoas que podem usar esse banheiro. Tinha o masculino, feminino e esse banheiro no Meio com essa sopa de letrinha e coisa. Falei: "Jesus, cara, nem sabia que tem
tudo isso, mano. Beleza, essa empresa, ela já está adaptada a essa nova realidade e não gera grandes conflitos. Porque se a pessoa for decente, honesta e não quiser lacrar, chamando atenção, ela tem três opções. Beleza? Os quartéis eles não tiveram esses quartéis, delegacias, tudo que você puder imaginar, não tiveram esse Investimento, esse custo que é caríssimo de adaptar para toda essa nova realidade. Aí eu te falo, eu te faço uma pergunta. Tem lá o alojamento masculino, alojamento feminino. Aí o bonito presta concurso, entra e vira e fala assim: "Eu me enxergo". do banheiro feminino. >>
Como assim? Eu me enxergo? >> É, ele fala: "Eu me reconheço meu gênero". >> Ah, eu sou eu sou mulher. >> É, eu sou mulher. Beleza. >> Ele é homem, >> só que ele nasceu homem. >> Tá beleza. >> Mas ele é, como é que é que fala o jeito certo lá? Eu me me como é que é, amor? >> Oxe. >> É, >> não, a pessoa quando é homem e se identifica. Eu me, isso, eu me Identifico.Idico como mulher. >> Mulher, beleza. Tá >> aí, mano. Tá lá no alojamento feminino, a sargento, a cabo,
a soldado, tudo lá se trocando, tomando banho. Entra o identificado mulher, tira a roupa toda lá com com o equipamento que Deus deu para ele e vai lá tomar o banho no meio no meio das polícias. Que que você acha que acontece? >> Pera aí, [ __ ] Isso aconteceu mesmo? Você táando? >> Claro, você é louco. Eu tô dando exemplo. Eu tô falando, eu só não ponho o nome aqui. >> Policial. Então vamos lá. Policial entrou. Ah, >> não é que ele entrou, não é que ele entrou, ele ficou, ele ficou uns meses quieto.
Tá >> quieto. >> Aí do nada, >> aí do nada ele falou: "Hoje, >> meu nome não é Marco, é Maria. Hoje eu vou, eu não aguento mais sofrer porque deve ser um sofrimento. >> Sim, >> não aguento mais sofrer. Então eu vou fazer um documento pedindo para mudar meu nome >> e eu quero que a partir de hoje a minha instituição inteira me identifique como eu me identifico. E aí ele vai entra no alojamento Feminino, tira a roupa e vai balançando o negócio, tomar banho no meio delas. Adivinha o que aconteceu, mano? É rapa
daqui que nós vamos matar você. Some daqui seu. É, é um choque. É um choque. >> As minas, >> as minas botaram ele para correr. Vixe. >> Aí, aonde para um bagulho desse? Não. Adivinha onde para um troço desse? >> Onde para? Me calde. Calme, calma. >> Na sala do capitão. >> Eita. >> É fácil ser oficial. Oficial é fácil. >> Olha só. >> É facinho. É facinho, ser oficial. Vai bater no capitão. >> E aí? >> Aí o capitão vai falar o quê? Ô, vou te chamar e falar: "Ô, tá doido, velho. Você vai
tomar banho lá no coiso?" Tô doido, não. Tô doida. E outro, o senhor agora me chame pelo Nome que eu me identifico. E outra, eu sou eu sou aquilo que eu me identifico e o senhor por lei, tem que me respeitar e eu vou tomar banho lá e a próxima que me constranger, eu vou dar voz de prisão. Olha o tamanho do Boo, velho. Então, cara, quando você senta com algumas pessoas >> e você fez o quê? >> Não, não era eu. Graças a Deus. [risadas] >> Graças a Deus. >> Pegadinha, pegadinha. Joguei o verde.
>> Não, mas eu acompanhei. Eu era tenente coronel nessa época e o capitão passou por isso numa num batalhão do CPM. Então é assim, ó. Eu falo para você, as lutas elas são lutas longas, beleza? A gente em várias dessas lutas ainda está engatinhando. Porque você faz uma lei e não produz as leis em volta para tudo isso ser muito pacificamente aceito e coordenado no âmbito da realidade. No âmbito da realidade é completamente diferente do âmbito de quem dá uma canetada. O cara tá lá no gabinete, ele fala assim: "Vamos respeitar a o que tá
na Constituição, vamos respeitar a lei da de não sei o quê, vamos respeitar". Beleza, irmão, mas quando chega no chão de fábrica, tem dois banheiros. Quando chega no chão de fábrica, não é todo mundo que pensa igual. Quando chega no chão de fábrica, não tem o recurso necessário pra adaptação de tudo, para Evitar os conflitos. E aí quando a gente faz esse discurso, parece que a gente é aí vem, né? Aí vem, você é homofóbico, você é não sei o que fóbico, você é tudo você é linguar. Não é, cara. Eu tô expondo aqui fatos
que isso é a realidade, cara. Nós estamos quer quer ver outra outra coisa terrível que eu vou falar para você? Você é a favor da liberação da maconha? Depende. Beleza? Não precisa nem explicar. Só vou te fazer uma segunda Pergunta. Você tá na sua casa, a hora que você fizer um 90 e o policial chegar fumando, fardado com fuzil no colo, fumando uma maconha, o que que você vai achar? Pode, [ __ ] >> Por que você tá liberado? >> Não, tá liberado, mas a pessoa tá trabalhando. Vai fumar. >> O que que tem a
ver? O policial não fuma cigarro. é liberado a bebida, o cara vai Chegar bêbado, >> o cara não fuma cigarro >> não, mas aí ele a bebida. >> Então, mas >> mas o cigarro não tira do seu do seu estado do seu estado natural. >> Isso. Então, mas é assim, o policial o policial você não quer, >> maconha, gente, tira seu estado natural. >> O policial você não quer que fume maconha trabalhando, certo? Como é que eu não quero, [ __ ] Você tem uma Empresa, você vai trabalhar, você não, tanto para fumar, para fumar
cigarro, você não pode fumar dentro da empresa. Você tem que descer, pode fumar, beber, você não pode beber porque te tira do seu estado natural. >> Isso, tudo ótimo. O que eu tô perguntando para você, >> [ __ ] Eu sou maconheira. >> Tô, Tudo que eu tô perguntando para você é o seguinte. Você concorda que o policial não deve fumar maconha e operar Em serviço, certo? >> Sim. >> O resto das profissões vão vão acompanhar isso ou não? Mas do nada você meteu uma liberação na maconha porque é porque eu tô querendo dizer para
você o seguinte, as coisas moderninhas normalmente elas não acompanham a realidade na pista. >> Antiga para [ __ ] irmão. Ah, >> é antiga para [ __ ] Eu falo de Liberar, não é nem pros nó falo de liberar. Não, tô falando de liberar a maconha para acabar para tentar dar uma diminuída no tráfico, entendeu? O o que eu trouxe >> o cara chegar e tipo acabar com as bocas de trava. [ __ ] o cara vender na farmácia, o cara quer usar, ó, eu quero usar. Vai lá, pega uma licença. >> O que eu
trouxe de exemplo, o que eu trouxe de exemplo para você aqui com a história da maconha é o seguinte: As coisas elas têm que ser pensadas na no resultado na rua, não no papel. No papel é uma coisa, na rua é outra. Então se você fala assim, ó, não, tá bom, libera a maconha, mas eu não quero o policial fumando maconha de serviço. Eu preciso mudar a lei do regulamento disciplinar. Quanto tempo demora para mudar uma lei? Enquanto não mudar, se eu trombar um policial fardado fumando maconha, é a mesma coisa de eu trombar ele
fumando um cigarro. Não posso falar Nada. Até que eu mude a lei, o regulamento disciplinar da polícia. >> Tá. E por que que não po? Agora me explica essa lei. Por que que pode fumar cigarro? Hum. >> E não pode beber ou tem alguma parte na que não fala que não tem essa de bebida? >> Tá no regulamento. >> Tá no regulamento. Não pode beber beber. >> Não é crime, >> mas pode fumar cigarro. >> Não tem a proibição do cigarro, entendeu? No nosso regulamento disciplinar não tem nada que proíba você fumar em serviço. >>
Cada empresa age da forma que quer. É isso aí. É complicado. E e é isso mesmo. Cada empresa age da forma que quer. E no chão de fábrica fica uns [ __ ] BO para resolver. >> Ó, um super chat aqui, dois super chat. O mano mandou aqui. Valeu, Vinícius Gomes mandou R$ 110. Obrigado, irmão. Boa tarde, coronel. O senhor que atuou na Polícia Rodoviária, o que nos diz sobre o aumento de rachas nas rodovias? Serra Azul, Castelinho em Sorocaba. É palco de rachas todas as noites. Qual a opinião sobre esse racha que ele tá
falando? É de veículo ou de moto? >> Porque é o seguinte, ó. Deixa eu falar uma coisa para vocês. >> E existe, >> para de se olhar na câmera, mano. Você Não para de olhar para ali pro meio. Vou desligar isso daí, mano. >> Não, eu tô olhando pr essa. Você >> não. Você fica assim, ó. Todo corte você fica assim, ó. Você achando bonitão. [ __ ] nenhuma. >> É. Ele fica assim, ó. Olhando. Não, você fica olhando no retorno lá. Não, não, não, não. Tô olhando naquela, ó lá, ó. Você não para de
olhar para lá, man. >> É ali, ó. >> Não, você tá olhando ali, ó. >> E na moral, várias vezes eu não tô olhando nem pra câmera. Eu tô olhando pro Marcelino, que ele tá dando vários toques para mim ali do do que estão escrevendo, entendeu? Ó, deixa eu falar uma coisa para você. [risadas] >> Desliga esse retorno aí. >> Pode desligar. >> Ele só fica assim. Ô, Marcolina, >> você quer que eu fale olhando para você? Você quer a minha atenção? >> Não, olha para tudo, mas não fica Olhando pro retorno, [ __ ]
Se você apaixonar faz como, >> ó, você fica assim, ó. Então, ó, ó, ó, [risadas] [ __ ] mano. É chato. >> Vamos lá, irmão. Racha na rodovia. >> Dona Sé, você vai pro céu, hein, meu. Tô olhando para ela agora. Você vai pro céu. >> Mas você fica assim o podcast inteiro. >> Você vai pro céu, Suelen. Você vai pro céu. Parabéns, Jesus. Deixa falar. >> Mano, tem remédio para do estômago, hein? >> Passou a dor nas costas. >> Tá melhorando mesmo, cara. Ele ele fez tráfico aqui de anti-inflamatório, me vendeu aqui. [risadas] Obrigado.
Que que a gente tá falando? Centro Bagun >> do atu racha na Serra Azul, na Castelinho Sorocaba. >> É o seguinte, moto, a moto que os caras anda a 240 por hora, tem uma operação Chamada speed na Polícia Rodoviária e arrebenta os caras. Inclusive, eh tem, eu não tenho aqui os dados estatísticos, eu posso até tentar levantar, mas direto os caras tão tomando e é tudo paulada, multa e indiciamento em crime, tá? Porque uma coisa é você estar em excesso de velocidade, outra coisa é você fazer uma condução perigosa ao ponto de colocar a sua
vida e a de terceiro em risco. Aí DP e vai responder por crime, beleza? Eh, esses rachas, uma coisa eu posso garantir para vocês, porque eu estava lá até pouco tempo, o serviço de inteligência do policiamento rodoviário, ele tem imagem da maioria desses eventos, porque as as rodovias concessionadas, elas monitoram a rodovia quase que inteira. Então tem imagens e você que tá fazendo rachazinho na rodovia pode levar um tempinho, porque o processamento dessas informações junto à delegacia local e Junto ao Ministério Público demora um pouco, mas uma hora você vai ser eh surpreendido com a
notificação chegando para você comparecer na delegacia ou em juízo para responder por esse crime. A sua habilitação vai ser caçada e você vai responder pelo crime. Aguarde. E tenho certeza, porque eu conheço a tropa rodoviária. Os caras a hora que pegar vão fazer barba, cabelo e bigode em você, viu? Continua fazendo essa palhaçada em rodovia porque é tudo Monitorado, não passa batido. >> Ó, o VL Legacy mandou R$ 10 e falou assim, ó: "Vocês não acham que dão medo? Um, não pode nem falar mais essa palavra, mano. >> Um cidadão com nanismo. >> Não, um
cidadão com nanismo correndo na sua direção bem rapidão. [risadas] >> [ __ ] pior é que eu vou falar, cara, ó, com todo o respeito, eu não tenho, eu tenho até eh medo de falar essas coisas Por ser mal interpretado, mas eu tenho uma amiga da minha esposa, cara, ela nasceu com, eu nem sabia que isso existia, tem até nome. Tem pânico de ver pessoa com nanismo. Tem medo, cara. Duas coisas. Palhaço. >> E tem é n é. Ah, não. Eu não vou ficar falando nanismo [ __ ] nenhuma, não é? Ah, não, [ __
] [ __ ] de nanismo. Minha vida inteira é [ __ ] de nanismo. >> É anão, [ __ ] Sempre foi anão. Sete anões e a Branca de Neve. E aí vai mudar Agora a o a Branca de Neve e as sete pessoas com nanismo. Vai minha rola para vocês, [ __ ] [risadas] [ __ ] É. Anão. E eu tenho certeza que a maioria dos anão não liga de ser chamar de anão, mano. Imagina chegar pro cara lá, anão. Anão é mai da hora. Chega pro mano, eu tenho parceiro anão. Tarobinho. É nós,
Tarobinho. >> Eu não tô rindo nem da história do duão. Eu tô rindo de que você alopra, cara. Você não consegue pro [ __ ] Aló pro [ __ ] >> Imagina. Você imagina se algum anão resolve processar alguém porque chamou de anão. Aí você imagina esse anão na audiência. O anão lá assim na audiência. com as pernas que não consegue chegar no chão e o juiz lá. Pois não. Qual que é, qual que é a bronca de vocês dois aí, seu meretício, ele me chamou de anão. Vai falar: "Tá, anão, e aí que que
tem >> problema não vai ser esse, hein, mano". >> Você já você já pensou, >> você já pensou você entrar para responder esse bo e o juiz também? Não, não. Aí fodeu, aí [risadas] fodeu, >> aí fodeu, aí fodeu, >> mano. É que os caras inventa isso, mano. Apó que não é nem os anão que inventa, mano. É a galera da lacração que inventa uma [ __ ] dessa, mano. E tem gente que tem fetiche não, viu? Tem moleque que tem fetiche não. Como tem medo o [ __ ] como tem medo de palhaço. >>
É isso aí. É nós, irmão. Tamo junto. Tá Respondido essa pergunta aí, mano. Irmão, delegado em carro blindado é roubado por trio e tem arma levada. Você viu isso aí? >> Então, mano, eu vi eu vi a matéria, mas eu não sei o fato inteiro. Ele tava fora do carro, dentro do carro, >> mano. Ele tava dentro do carro. Dentro do carro. >> Então, os caras tava dentro com ele. Tá esquisito isso aí? Não sei, mano. Os cara tá para de mandar mensagem aqui Também, viu, mano? [ __ ] mano. [ __ ] mano. [
__ ] Eh, que mais que então a gente não vai comentar isso daí porque você não viu, mas é isso. Delegado em carro blindado é roubado. >> Eu eu acho que ele >> Qual dica que você dá para um delegado [risadas] desse? Não, doutor, não seja. >> A galera viu, galera. Vocês viram isso daí, mano? Esse daí eu não prestei tanto atenção nessa notícia, mano. Ó, eu vou fazer um comentário, tá? Já que você quer primeiro é assim, doutor, em outubro deu uma caminhada até Aparecida e agradeça a Deus por estar vivo, beleza? Porque na
maioria das vezes, quando os caras descobrem que a gente é polícia e tem arma, os caras não deixa passar batida e senta o pau na cara da gente. Principalmente PM. A maioria dos PM quando são assaltado, se não matar morre. Então o doutor deu muita sorte, entendeu? Vá até Aparecida e agradece. Outra coisa, ter carro blindado eh não pode ser a chavinha que vá você vá fazer você relaxar na sua segurança. Então tem que tomar muito cuidado, porque de duas uma, ou você anda de carro blindado, desarmado e sem carteira de polícia e aí a
hora que os demônios chegar, você entrega tudo e fica feliz, porque você andará armado, você tem que estar 24 horas ligado. Você não pode ser Surpreendido eh que morre, cara. Morre, morre. Então vá agradecer a Deus, doutor, que o senhor deu muita sorte e mesmo de carro blindado, o senhor conseguiu ser assaltado e sobreviver. É o máximo que eu posso falar sem saber exatamente o que aconteceu, mas que é estranho. É, né? Ó, três bandidos participaram do crime. Segundo o depoimento do delegado, ele Descreveu casos policiais militares que foram acionados para ir até a rua.
Uma das ruas mais conhecidas no Butantã é alvo de é lá é alvo de onda de assalto lá é [ __ ] Chamar militar bota vindo disparo de arma de fogo. O delegado então afirmou que estava passando com um carro particular que é blindado, mas com os vidros abertos no momento do ocorrido. De repente, segundo ele, três bandidos surgiram abriram a porta, entraram Dentro do veículo. Segundo depoimento delegado, do delegado, o teve acesso, ele reagiu ao roubo e tentou sacar a arma particular. Houve uma luta com dos bandidos, no caso, o vidro do carro fechou
e o delegado atirou, mas não atingiu nenhum dos ladrões. >> Doutor, com todo respeito, eu me perdoa, hein. Se eu fosse chefe do seu DP, eu ia me esforçar nessa investigação para entender tudo isso aí, mano. Doideira, doideira. Nada com nada. Nada com nada. Mas vamos lá. Eh, suspeito de estupro coletivo no Rio, provoca com camisa e acerta soco no estômago das mulheres. Ã, Vittor Hugo se entregou à polícia na última quarta-feira sobre a acusação do BR. Amigo adolescente. Você viu daí? Os caras gravando vídeo no dentro do elevador falando que a mãe a mãe
de alguém ia chorar >> e rachando bico? Não. >> Nossa, >> mano, se se tudo isso que você tá me falando aí, realmente essa esses caras estão fazendo de duas uma, ou eles têm muita mas muita certeza de impunidade ou eles estão com lua, não é possível. >> É, tão com cisticercose alguma coisa, tá comendo o cérebro deles, cara. Esses caras estão doente, velho. Primeiro assim, amigão, a hora que você cair dentro do sistema, cuidado que é bem provável que você perca as prega, entendeu? Muito cuidado. Segunda coisa, Na mão de de promotor e juiz,
crime desse tipo, estupro, é tudo paulada, é tudo os caras arrebenta. Então eu eu se eu tivesse eh algum contato com um cara desse, eu ia falar: "Você tem certeza, mano, que você não tá entendendo a tua situação, o tamanho da merda que você se envolveu e que você fez?" Porque é muito louco, né, cara? Não é possível. Não é possível. Não tem explicação para um comportamento desse. Ó, e na moral vai mofar na cadeia E tomara que os caras te ensinem a respeitar a mulher lá dentro. O Fabrício falou: "O delegado estava procurando um
playmobil". Entendeu? Entendeu? Aí encontrou, brincou, depois na hora de pagar deu zurou. Mano, [risadas] tem um vídeo [risadas] pagal, o que seria um Playmobil? >> Nada a declarar. [risadas] >> O que é um Playmobil? Ô irmão, você tem Que escrever o Fabr, você tem que escrever as paradas e você tem que, né, traduzir, [ __ ] Que que é Playmobil? Vai nessa não, Fabrício. Ele quer te [ __ ] [risadas] >> Fica quieto aí, mano. >> O que que seria o Playmobil aí? >> Não é da minha época esses aí, man. >> O bicho é
delegado. Vai, Fabrício. >> Playmobil. Playmobil, mano. [risadas] Para com essas porras aí, mano. Ai, >> ai, mano. Ô, ó, vamos lá. Tem mais aqui, ó. >> Lembra da história do não basta ser, tem que parecer >> isso. >> A ocorrência tem que ser boa, não basta aparecer. >> Quero saber a opinião de você agora. sobre a polícia, irmão. >> Eita! >> Ó, existe policial que tem medo de agir hoje por causa da repercussão que que vai dar? >> Tem, >> tem >> tem um monte, velho. Um monte, >> um monte, >> um monte. Na verdade,
não é um medo. >> Isso era assim ou tá assim nos tempos de hoje. >> E o medo de agir, você tá falando troca de tiro ou diligência? >> Tudo, tudo, tudo, tudo, tudo >> ou diligência. Então, então eu eu vou, Então eu vou explicar as duas coisas que são bem diferentes. Aí agora você sai. Você quer que eu olhe para onde? Posso olhar para lá agora? Posso olhar? Ô, o ditador da visão, o com fiscalizador do olho. É o seguinte, o existe, eu já eu já fiz essa explicação e vou reforçar, existe uma competência
legal pro policial militar. O policial militar, ele tem que patrulhar para prevenir o crime e ele tem que reprimir Imediato depois que aconteceu, ou melhor, quando está acontecendo. Tudo que ele faz daí paraa frente pode ser caracterizado como investigação, que é competência exclusiva da polícia civil, e ele se colocar numa situação de abuso de autoridade, de usurpação de função. E aí o policial que era para estar tranquilo recebendo esse salário maravilhoso que que o policial recebe que mal paga as contas de casa, ele acaba se colocando numa situação de Altíssimo risco de ser preso e
perder a farda. Então hoje a grande maioria dos policiais militares são de uma geração que estuda, não é aquela geração que entrava e mal sabia ligar um computador. Não, ele queria brincar. brincar não. Ele queria trabalhar como ladrão de quando ele brincava de polícia e ladrão quando ele era criança, ele entra na política com aquele tesão do quê? De catar o ladrão e ele não quase não estuda a legislação. Essa galera foi ficando para trás. A galera que tá hoje é uma galera estudiosa, é uma galera que sabe exatamente os limites de atuação. Então, hoje
em dia, policiais militares que ficam colocando a sua liberdade e a sua carreira em risco, fazendo mais do que a lei prevê, tá cada vez menor. Porque nós estamos cansado, cara, cansado de chegar em distrito policial e apresentar ocorrência e ficar aquele negócio, [ __ ] acho que o delegado vai me fritar. O Colega aí tá tá vai trocar ideia com o ladrão. O ladrão fala que bateu, os caras tá vendo se vai me autuar no abuso de autoridade, na lesão corporal. Ó, o delegado tá conversando com o advogado lá da parte, eles estão vendo
se vão me enfiar um uma invasão, um abuso de autoridade, se eu tinha mandado. Ou seja, e esse povo mais novo que estuda direito, que estuda toda a legislação, eles não querem mais ficar se colocando num sistema que não apoia, que você tá Em risco toda hora. E detalhe, tendo que gastar dinheiro do bolso para se defender. A essa galera começou a acordar, falar: "Mano, eu vou fazer o o que eu tenho que fazer, não mais do que isso". Isso é um problemaço, porque a hora que a Polícia Militar, a Polícia Militar não, os policiais
militares pararem de se colocar em risco, aí vocês vão ver o bagulho como vai ficar louco. Porque hoje ainda tem uma parte, uma par de diabo aí que tem medo, que eles cara Fala assim: "Mano, a polícia vai cair para dentro. Eles não estão nem aí com mandado não, os cara cai para dentro". É, a verdade é essa. Ainda tem uma parte de louco que se ele tiver certeza que o demônio tá lá dentro, tá com coisa em cima e o caramba, os caras não tá nem aí para mandar dos caras ca para dentro. Isso
vai chegar um momento que nós vamos ter uma polícia só de lord e ninguém vai fazer isso. Eles vão falar: "Quer que eu entro?" muda a lei. Então, na parte de dirigência, esse é o caminho que eu tô vendo. Cada vez mais uma polícia que vai só cumprir o que tá na norma, na lei, na regra e não vai se expor. E aí o crime vai deitar e rolar. Porque o ladrão, quando ele tá na com a arma na mão, na frente da vítima, ele é diabo. Diabo. A hora que ele se liga que a
polícia tá correndo, ele cai para dentro de um imóvel de alguma coisa e fica pianinho. Ele ele não cisca, entendeu? Então é fácil, né? É fácil, ó. Faz investigação. Não é assim não, meu irmão. A polícia civil tá atolada de tanto BO para investigar, eles não dão mal dão conta de tanto inquérito que tem. Agora vamos pra parte da troca de tiro. Se os caras estão com medo, meu amigo, ocorrência de troca de tiro é uma ocorrência estupidamente rápida e dinâmica e com uma série de fatores que só quem está em risco é o policial.
É o curioso, é o bobão que fica perto, que Nem se abaixa. Ele quer olhar para quem quem tá atirando em quem. >> Não tem, não tem noção, né? >> Não, cara. Um negócio absurdo. É absurdo. Você pode perceber em alguns vídeos de internet de policial que tá saindo na mão com ladrão armado, com faca, com qualquer coisa. Tem cara que fica para e fica olhando de perto, mano. Para sair um disparo ali, ó, é dois palitos. As pessoas é igual no trânsito, você já viu no trânsito você Pega uns [ __ ] engarrafamento todo
cagado. Quando você chega perto é todo mundo passando devagarzinho para olhar o cara caído na moto. >> A curiosidade do do brasileiro, ela ela é capaz de destruir o tempo de deslocamento só para ver um cara caído na moto. Você fica meia hora lá, todo mundo devagarzinho para para todo mundo. Entendeu? Então, mano, o problema da da de você se colocar em situações de altíssimo risco é esse, que mesmo jeito Que o ladrão ele faz o cálculo de se vale a pena roubar e hoje vale, o policial coloca também na cabeça dele, ó, tô com
a minha mulher, meus filhos em casa, um monte de conta sem pagar, todo mundo vivendo numa [ __ ] merda de dificuldade, eu vou ficar entrando nas quisça que eu sei que os caras tá tudo trepado ali. Não, mano, não tem uns maluco que gosta. Eu fui maluco minha vida inteira. Hoje eu conto algumas histórias aí, o pessoal chega para mim e Fala: "Por que que você fazia isso?" Falei: "Porque eu juntei com mais sete doido que nem eu e a gente não media a consequência". Mas essa geração tá diminuindo cada vez mais, cara. Os
caras estão caindo a ficha. Vale a pena. Vale a pena. E a hora que você tromba um cara armado, a, uma fração de segundo decide se você tá morto ou vivo. Snyider é um negócio muito rápido. >> Sim. Então, se você fica entrando em Sala de aula e fala pros polícias assim, ó, aquele ali, ó, aquele policial lá, o Marcelino, ó, semana passada ele teve uma troca de tiro, ó, já tá transferido lá pro fundão. Ó, aquele outro lá que trocou tiro, tá preso lá no presídio. Ó, aquele outro que trocou tiro, o comandante já
afastou, viu? Você, se você der um tiro nas costas de uma pessoa, você vai ficar 30 anos na cadeia. Isso é uma mentira. O cara, se ele virar para você atirando e correndo, A chance de você dar um disparo nas costas dele é enorme e você não vai responder por isso, porque eu tenho ocorrência com tiro nas costas e nunca fui nunca fui denunciado. A dinâmica comprovou ali que o cara tava tirando de costas, entendeu? Tem imagem, tem tudo. Então, quando a gente é sargento, oficial e dá aula, a gente precisa tomar muito cuidado para
não ficar engravidando a cabeça da tropa de que tudo vai dar errado. >> É, chega na hora, o cara pensa, morreu. >> É, então, e aí você sabe em que nível que a gente chega? Que é assim, ó. Eu já contei isso para você já. Se eu não quero reagir em hipótese nenhuma, e serve para você também que é bichão de stand de tiro, tá? Porque dá tiro no stand, eu sou ruim, sou ruim de atirar, mas no stand você tem calma, é um papel, não tá atirando em você. A vida do do cara do
estande de tiro é Uma. A vida de quem anda nas comunidades, trombos, cara armado querendo te matar é outra. completamente diferente. E aí é o seguinte, você eu falo pros, pros policiais assim: "Irmão, você não quer reagir, é um direito seu, mas não anda armado. Não anda armado, não anda com carteira de polícia, não faz tatuagenzinha nos braços com com o emblema da Polícia Militar, com Baie, rota, o caramba quatro, porque a hora que o ladrão parar você e ele te Enquadrou e você não conseguiu sair fora, se ele vai te dar uma geral, se
ele sentir que você é polícia, os caras mata, velho. Mata. Eu já vi mais uma centena de casos assim, entendeu? Aí você pega a ocorrência do cara, tá andando com o Fiat Uno dele, embica o carro na porta da garagem dele com a esposa e onde tá a quadrada dele? Embaixo do banco. Aí os ladrão enquadra, fala: "Perdeu, perdeu, perdeu, sai do carro, sai do carro. O que que o cara Faz, viu? De boa, eu sou polícia, minha arma tá embaixo do banco, pode levar o carro, pode levar a arma. Eu eu perdi perdi. Que
que o ladrão fez lá na área do na divisa do 37 com 36? Ah, você é polícia. Foi lá, pegou a arma dele e falou assim: "Agora se ajoelha aí na frente da sua esposa". A hora que ele ajoelhou, o cara foi, encostou na nuca dele e deu pau. Essa essa sensação de que pode haver um momento de negociação, ela não existe. Slider. Isso aí é de gente que nunca passou por isso, não tem ideia. Na hora do enquadro o ladrão achar que você é polícia, ele senta o pau. Ele senta o pau, ele não
pergunta. E se ele tiver certeza, aí ele mata mesmo, entendeu? Então, meu amigão, é simples assim. Os policiais eles têm medo da conjuntura que eles assistem, de todo um enredo que vai montando na cabeça deles e muitos deles são muito novos de polícia, de que tudo vai dar ruim. Tudo Vai dar ruim. Aí ele tá na moto dele com a arma aqui, o cara enquadra ele, ele não, não, tô armado. Pode levar, pode levar. Cara, você, você tá com dois pés na cova já. Dois pés. O cara vai ter que ser muito, muito iluminado por
Deus na hora lá. Deus vai tocar no coração dele e falar assim: "Não mata esse não, velho. Deixa esse quieto." E isso dificilmente acontece. >> É raro, né? É raro. É raro. A hora que os caras vem, que os cara mete a mão, Ganhou a arma, os caras já começa, toma, toma, toma, pega a arma e ainda vem o outro. Acho que você deu pouco, toma mais, toma. Entendeu? Então, mano, é, é triste de ver isso. É triste, complicado, né, irmão? Você é louco. Eh, coronel, hoje quem manda mais em algumas partes do Brasil, o
estado ou o crime organizado? >> Como é que é? Repete para mim, mano. >> Hoje quem manda mais em algumas partes do Brasil, o Estado ou o crime Organizado? Partes do Brasil. Não, cara. O que que qual que é a realidade que nós estamos vivendo hoje? Nós estamos vivendo em alguns estados algumas facções com preponderância, outros estados com espaço de de disputa ainda por território. E o que eu o que eu penso é assim, ó. O estado, o estado, eh, ele continua, alguns estados, né, continuam quando o governo Endossa. Se o governo for sério em
endossar as polícias, cara, eu falo para você que eu acabei de falar, eles não tem uma par de cara maluco, sem medo. Eles não tm medo. O cara combate o crime organizado morando na comunidade. Tem os cara doido, doido de pedra. Então, se o governo fala assim, ó, vai para cima, os caras vão. Se o governo fala assim, >> mas tá assim hoje na maioria dos estados, eu acho que tem alguns estados Que estão prevaricando. O governo tá tá fraco na base do combate do crime, tanto que você vê índices criminais lá em cima, espaço
de facção lutando com facção, não tão conseguindo controlar. E tem estados que o estado ele tá controlado, mas aí precisa ter um monitoramento muito inteligente, porque eu estou controlado porque não tá tendo guerra de facção ou eu estou controlado porque eu consegui garantir uma sensação de Segurança. Então eu vou dar um exemplo prático para você não achar que eu tô falando merda. Eu não fui fazer um podcast lá em Joinville. Um abraço, viu, Joel? Show de bola. Nós, o funcionário dele foi com a gente almoçar, andando a gente de carro. Aí eu virei para ele
e falei assim: "Ô, meu, vocês tem problema de facção aqui?" Ele falou assim: "Muito pouco em algumas cidadezinhas perto aqui, mas pouco aqui em Joinville e quase nada". Aí, aí eu falei para ele Assim: "E o crime aqui ele também é pouco, cara. Aqui a gente a gente se sente seguro na cidade. Então quando você for num lugar que as pessoas falarem assim, ó, cara, pode dormir e esquecer o carro aberto aí, pode na quando você olhar nas casas não tá cheio de ofendículo por tão baixo e você chega no cara, você fala assim: "E
aí, mano, você não tem medo de do seu muro ser baixo?" Ele: "Não, aqui é tranquilo, cara. É sinal que naquele Lugar o estado tá presente e ainda domina. Quando você vai num lugar, >> mas é mais em lugar cidade pequena, né? >> Então, mas não deixou o porque assim, ó, a cidade pequena tem noia, >> tem, >> tem, mano. Se você colocar uma boca de cocaína num lugar mesmo do interior, os caras vão vender muito. Vão vender muito, cara. A droga não escolhe rico, pobre, nada, todo mundo Compra. Então, se naquele lugar não tá
tendo o crime patrimonial, o crime que deixa todo mundo inseguro, é porque o o sistema de segurança pública nas ruas tá conseguindo segurar e o crime não tá esculachado na rua. Se o crime sentir fraqueza, ele libera geral. Os caras vão roubar, sequestrar, meter uma par de de de outros tipos de crime, porque, mano, ali a gente consegue consegue viver em paz. Porque você acha que, principalmente em Alguns estados do Sul, você pega Santa Catarina, você pega Curitiba, tem vários lugares em que o crime não tá conseguindo tomar conta e se estabelecer de forma esculachada,
porque é cultural do povo. >> O povo ele não dá >> gramado. O gramado é assim. O povo ele não gosta do vagabundo, ele não dá espaço, ele vai denunciar, ele vai dificultar o cara. Você chega lá, o cara tem uma casa para alugar, você chega lá, Se o cara souber que você não tem lastro, ele não aluga para você. Ele não aluga, entendeu? Então, tudo tem a ver com ambiente. Por isso que eu falo assim, ó, se a gente for comparar facção com governo, primeiro que eu acho que já tem muita mistura aí de
facção com governo, tudo em negócios. Você viu uma uma notícia que havia um estudo do Ministério Público aqui em São Paulo dizendo que o tráfico de drogas hoje não é a principal atividade da facção? Você Ouviu isso aí? Sim, meu irmão. >> É gás, é net, é tudo, irmão. >> Isso é gasolina, é bebida, é cigarro, é internet, é o gás. O que que os caras se ligaram? >> Os cara não quer mais nem vender droga na na na favela, não. Tá deixando pro pros no mesmo. >> Isso. Os caras se ligaram que é o
seguinte, dá para você fazer rios de dinheiro com negócios com cara lícita. Então, mano, quando você pega o crime, começando a usar desse tipo de inteligência mafiosa para se estabelecer na sociedade, cara, você a tendência é a violência de rua diminuir, porque os caras estão com outra cabeça. Não é a cabeça da disputa de território que nem tem nos morros do Rio. Os caras fica de 15 de fuzil assim esperando o a outra, o TCP chegar. O CV fica todo mundo ali de granada e fuzil esperando o bonde do TCP chegar e disputa de território.
Uma hora. Eu falei isso num podcast a semana passada, o seguinte: daqui uns 30 anos, Sneider, tô tô chutando isso, tá? Não tem fundamento científico nenhum, mas daqui uns 30 anos ou nós vamos estar com o Brasil inteiro dividido uma parte PCC, uma parte CV, ou nós vamos estar o Brasil inteirinho com uma única bandeira escrita, sei lá, PCV, vão inventar o nome de uma única facção no Brasil, no Brasil inteirinho. Os caras vão compor, compor, fazer aliança, dividir Território e e viver em paz no Brasil inteiro. O dia que isso chegar, você pode, eu
vou est velinho lá, você pode falar para mim assim, pagarô, olha só os índices de homicídio no país inteiro, tudo lá embaixo. Olha só que o resto do crime, você quer ver um crime que tá aterrorizando o nosso país? Você nunca vai acertar. Qual que você acha que é um dos crimes que tá com maior índice explodido no País? vai ser o futuro câncer da sociedade, se já não é, né? >> Ah, acho que o maior é o furto do celular, né? Crime cibernético. >> Ah, sim. >> Esse, velho, eu vi uma estatística recente que
a quantidade de crimes cibernéticos é maior que a quantidade da população brasileira. >> Pois é. Os cara faz, porque os cara faz De dentro da cadeia, irmão. O cara ficou o dia inteiro lá com todo mundo com celular tentando dar golpe nos outros. >> Cara, nós vamos num futuro próximo, nós vamos ter medo do nosso celular. Se você vacilar mexendo nele, você vai estar tomando prejuízo patrimonial, você vai tá sendo vítima de de extorção. Quer ver esse negócio de a Se colocando numa situação constrangedora, >> é bem provável que você vai ter Dificuldade de explicar
pra sua esposa que esse vídeo é uma iá, a não ser que ela te conheça e confie muito em você. E aí eu falo para você, nas mãos de uma pessoa errada, um vídeo desse não acaba com a tua saúde mental, não te estorque, >> destrói uma família. Louco, você é louco. >> Então hoje o crime ele tá mudando, cara, para outras modalidades que dão um [ __ ] prejuízo sem necessariamente o vagabundo ter que ficar andando na rua com Revólver na mão. Porque a hora que ele resolve andar com revólver na mão na rua
e ele trombar uns polícia doido, o que que vai acontecer? troca de tiro, porque ele vai tentar ciscar com essa arma, ele vai tomar, entendeu? Então, eh eh a resposta pra sua pergunta, cara, nós estamos na merda. A as facções estão cada vez maior, estão disputando o território entre elas e no futuro, a hora que elas chegarem no momento de paz, elas vão se voltar cada vez mais Contra as pessoas de bem e o Estado está cada vez mais com tentáculo de facção dentro dele. Tá respondido aí, ó, irmão. Vamos pra última aqui, ó. A
pergunta >> se o senhor fosse essa daqui, eu quero saber, hein, mano. Essa daqui eu quero saber. Se o senhor fosse governador de São Paulo amanhã, qual seria a primeira coisa que você faria para acabar com o crime? [ __ ] >> é reduzir governador. Você é o governador. >> Primeira, >> qual vai ser a coisa? Que que já fazer para acabar com o crime ou reduzir? Reduzir. >> Acabar com o crime não vai acabar reduzir >> nunca. Mas redução >> do crime no estado de São Paulo, primeira coisa. é investir no policial precisa. Isso
não É não é discurso político, não é fazer média, não é nada disso. Nós não temos Se você tivesse uma empresa e você trata mal os seus funcionários, você acha que ela prospera ou ela afunda. É fácil isso, cara. >> É fácil de pensar assim. Então hoje, se eu assumisse o governo do estado, eu ia olhar com um olhar um pouco mais para o homem policial de todas as carreiras de segurança pública do estado, que isso acho que hoje é a Questão principal nossa. Eu ia continuar isso. Eles estão fazendo investimento na área de tecnologia.
A tecnologia é um braço forte paraa segurança pública, mas eu ia realmente começar a provocar politicamente, porque um governador de estado, cara, é uma força gigantesca, tá? Eu ia começar a provocar politicamente estudos e discussões em relação aos modelos, tanto na parte de modelo policial quanto na parte de Legislação penal processual e de execução penal. Um estado forte igual o estado de São Paulo tem que encabeçar essa forçada de mudança de modelo, entendeu? Porque nós não vamos conseguir um resultado melhor nisso pro nosso país, fazendo as mesmas coisas, os mesmos discursos de sempre, o mesmo
formato de sempre. Isso me perdoa. Eu a vida inteira até morrer, eu vou falar, a gente tem que sair sair das nossas dos nossos prazeres Eh institucionais. Eu sei quais são os prazeres dos delegados de polícia, os prazeres dos coronéis de PM, isso tudo. Uma hora a gente tem que tirar isso de lado, parar com essa soberba institucional e sentar e falar: "Mano, nós vamos continuar assim até quando? ou nós vamos começar a construir uma polícia mais forte, uma polícia só de verdade e parar de dividir coisas e e fingir que se conversa em algum
momento essa conversa Séria vai ter que ter, que se não for na minha geração, uma geração do futuro. Volto a dizer, esse modelo terem só três países do planeta Terra, só nós três, estamos certo, e o outro, os outros dois países são pior que nós. Então essa discussão teria que ter e se eu fosse governador de estado, eu ia começar a tentar a regimentar pessoas para terem uma discussão sobre o modelo. >> Então é isso aí, estamos junto. Mais alguma coisa para falar? >> Cumprir a missão, patrão. Cumprir a missão, patrão. Caramba, se eu sou
coronel, você é general, pô. Coronel, >> família, hoje à noite não percam, mano. André Santos foi jogador da seleção aí, ó, jogador do Corinthians, passou por um monte de clube, certo? E a mulher dele, André Santos e Andreia Busato. Busato, não percam hoje, hein, mano. 8 horas da noite, Sneidercast, certo? >> Posso responder um negócio rapidinho que colocar aqui? Então, ô, siga o capitão, Siga o coronel aí e é nós. Vamos que vamos. Gostava de ser capão >> segunda que vem estamos aí de volta. Responde. >> Faz, faz a pergunta, faz a pergunta aí da,
do da Jose Rocha. >> Cadê? Cadê? Ã, ó lá, ó, Bruno. >> Na maioria deles, Bruno, você fez a pergunta para o coronel, mas na PM, infelizmente, tem alguns praças que fazem a cabeça de outros praças que Oficial é tudo mala. E esse rolê torto, quem tenta fazer a cabeça dos outros são exppms. Ó a pergunta, ó a pergunta do Bruno aqui, ó. >> Pode falar, pode, pode ler. >> Pode. >> Coronel, quem o senhor incomodou pesado? Vejo um monte de mentira contra o senhor e quem tá acompanhando, sei que não faz nem sentido que
alegam. Por que essa treta toda? Não entendi esse rolê até hoje. Então, vamos lá. Vou vou fazer, vou explicar rapidinho isso aí. Ah, pode rapidão. >> Primeiro é o seguinte, o Snyider falou um negócio aqui semana passada que eu guardei. Ninguém bate em fósforo apagado. Foi um bagulho assim. >> Nossa, trocou tudo, >> não é? Como é que você falou aquele dia lá? >> Calma aí. Antes de você falar, tinha falado patrocinador, mano. Lâmpada Apagada, rapaziada. Joga em mim. Rampa da apagada. Rampa da apagada, rapaziada. Blaze, mano, patrocinador oficial deste programa toda segunda ou terça-feira
de dia Sneider News, certo? Com Paganoto. Se o Paganoto vai sair pra eleição, não sei. Se vai continuar, não sei. Eu vou estar aqui, filho. Certo. Então, com a Blaze vai ter mais alguém aqui do meu lado, certo? Então é isso. Blaze para maiores de 18 anos, menor não pode. Quer apostar no time do seu coração? Entra Aqui, ó. tá aqui no chat. Entra ali, ó, tá fixado. Se cadastra rapidinho para se cadastrar. Vai lá, aposta. Se você ganhar, você recebe na hora via Pix, tá? Depóito via Pix, saque via Pix proibido para menor de
18 anos. Se cadastra rapidinho, filho. Vai ter jogo. Faz a sua apostinha, joga com responsabilidade, certo? Então é isso, Blaze, patrocinadora oficial de Sneider News. Tamos junto. Se cadastra lá, ajuda o pai. O o news é Sneider News, é um Programa dele que ele me convida, porque a gente é amigo, isso aí, a gente é parceiro. >> Enquanto eu puder e conseguir e ele quiser que eu venha, euô, tô junto. E é que eu tenho outras coisas que às vezes eu recebo uma missão que eu não posso falar não e posso dar alguma mancada com
ele, mas eu me esforço o tempo todo. para est junto com ele, porque a gente sem [ __ ] nenhuma, a gente deu met, a gente bateu as ideias, Não foi? >> Marcamos no Tinder. Ah, [ __ ] Então, >> não tem por não tem por não estar aqui, a não ser se for algo realmente que eu não consiga. Mas para responder a pergunta para vocês é o seguinte. Quando eu tinha pouco seguidor, não que eu tenha muito, viu? Tô com 150.000, inclusive, faz favor do da galera me seguir aí. Quando eu tinha pouco, ninguém
ninguém batia em mim. Aí resolveram agora fazer. E outra, viu? Eu Não sou contra não pensar igual a mim. Tudo certo. Só não precisa vir ser desrespeitoso e mal educado, fazendo videozinho e depois querer conversar. Não vou, irmão. Eu não converso com gente que tem esse tipo de de caráter. Quer quer entrar no direct comigo e vamos trocar ideia? Claro que vamos. E se você conseguir mudar a minha cabeça que não é difícil fazer isso, eu tô junto. Eu não sou destrutivo. Eu não sou destrutivo, pelo contrário, eu gosto de Construir. Agora, ninguém vai construir
comigo me esculachando. Esquece, não vou fazer. Em relação à pergunta sobre praças e oficiais, vou eu vou dar um exemplo rapidinho aqui, hein. Toda toda a empresa, e eu vou dar o exemplo a Ford lá da Ancheta, toda empresa que foi desconectada com a alta liderança, a empresa faliu. Não existe nada que funcione bem quando a cabeça não conversa com o corpo. Se vocês perguntarem para mim, tem comandantes oficiais da PM que t desvio de comportamento de personalidade, que tem soberba, que que são que não tem capacidade de conversar com tropa, que tem que tem
que tem que tem que tem um monte de problema. É claro que tem, é claro que tem. Eu não sou idiota. Eu eu apanhei muito tempo no comando de gente que não gostava do meu jeito. E quando eu falo do meu jeito é porque eu sempre fui defensor de tropa. Conversa com Tropa. Ô, tropa honesta, hein? Eu sempre defendi tropa honesta. Eu preciso começar a falar isso para ficar claro algumas coisas. policial honesto, eu sempre defendi e eu tenho um um não é nem centena, um milhar de policiais aqui que eu defendi porque tavam certo
trabalhando, atrasando o crime. Beleza? Então eu sempre apanhei na minha instituição por est do lado da minha tropa e a tropa que trabalhou comigo me defende. Eu recebo toda hora o retorno Que dessa galera eu interajo. Quem faz quem faz a bandeira do nós contra eles dentro da mesma instituição não vai prosperar. Escreve o que eu tô falando para vocês. Eu já vi outros que tentaram isso que se deram mal. Não entre nisso. Toda vez que a gente tenta dividir uma uma instituição, uma força, a gente enfraquece. E quem entra dentro dela? Os oportunistas, a
galera que tá envolvida com crime, a galera que torce do quanto Pior, melhor. Não coloque ninguém contra ninguém das forças de segurança. Isso é um grande erro. A gente tinha que tá unido. Eu já falei várias vezes aqui, eu torço pro meu irmão, o Castro ser eleito. Eu torço para esse até essa porcaria que fica falando mal de mim aí da guarda. O pessoal da polícia municipal tem que votar neles para eles terem um representante à altura que vá defender os interesses da instituição deles. Eu Não fico fazendo o contrário. Ó, aquele lá é isso,
isso, isso para votar. Nunca vou fazer isso, entendeu? Eu gostaria de, se acontecer alguma coisa nesse ano de forma positiva, entrar numa assembleia o ano que vem e ter 50 caras de segurança pública lá dentro, que aí a gente vai prevalecer nas decisões. Agora não, ao invés do crime tá me batendo na internet, é os caras de segurança pública. Tem idiota aí que tá me chamando de Vagabundo nas mensagens depois de 35 anos aí. O cara nunca trocou tiro com um ladrão. Eu conto 30 ocorrências aqui de de ocorrência que a minha vida ficou em
risco e o cara tem coragem de me chamar de vagabundo. Tem a dó, velho. Beleza. Então a resposta para você é o seguinte: não existe praças contraficiais. Não é para existir. O que existe é maus oficiais e maus praças. Essa galera não importa se é soldado ou é o coronel. Os caras que não pensam da mesma forma, que É se unir para atrasar o crime e melhorar a instituição, nós temos que afastar. Quem tem que tá unido do soldado ao coronel, quem quer? Vamos combater o crime e vamos lutar paraa nossa instituição ser cada vez
melhor. Aí beleza, estamos junto, >> [ __ ] >> Dá tchau aí. Vamos dar tchau. >> Apagam-se as luzes. [risadas] Apagam-se as luzes. E eu vou falar aqui, ó. O o Snyider News, o Tô mandando pro Oliver aqui. O Sneider News é patrocinado pela Blaz. Mas vamos botar o Oliver aqui sem ninguém saber, né, mano? Você >> bora. Oliver, o Oliver é parça. >> Você quer, você que quer aí, ó, entrar nas carreiras policiais, assiste hoje Sidcast que nós vamos ter o link, vão ter condições especiais para vocês. 8 horas da noite. Não perca, esse
podcast vai bombar, viu? que eu postei o Flyer lá, mano, uma galera comentando, tá ligado, nós tá virando o Leão Lobo. É nós, um [risadas] abraço, mano. Uma galera comentando, nossa, vocês vão tá aí hoje, não sei o quê. E bi bi pó e, mano, e não vai ser assunto de polícia, ó. Que delícia, mano. >> Ô, vamos dar um spoiler aí que se Deus quiser vai dar tudo certo. Nós vamos fazer um podcast no futuro aí bem bom também, hein, mano. >> Já pode falar, já pode falar, né? >> Pode falar, >> já pode
falar. fazer um, >> eu nem sei que dia que é. E que, >> vamos fazer um podcast. Eu, Sneider e o Renato Bolsonaro. Logo logo. [ __ ] [ __ ] Família, o seguinte, tá? >> A galera aí, ó, tá tá indo pra política, né? Os caras tá trabalhando, né, mano, para conseguir, né, mudar esse cenário que tá uma bosta, né? Essa galera que tá aí não tá mudando [ __ ] nenhuma. Então, Mano, vamos tirar todo mundo e levar a rapa nova para lá, mano. Certo? >> É isso mesmo. >> Então, aguarde. Outubro, vamos
votar direito aí, mano. Ó, vai vir aí um monte de gente boa para para vocês votar, hein, mano. E eu tenho que trabalhar, né, mano? Não adianta. Eu não vou sair pra política não. Já fui convidado e desisti no primeiro mês de de fazer alguma coisa, porque não é meu mundo, não é minha praia e o que eu queria Fazer não ia dar. Então que eu queria invadir o hospital, irmão, na moral ia cagar pra [ __ ] de dinheiro, que eu não preciso de dinheiro de política. Eu só falei assim: "Vou poder invadir hospital
[risadas] porque, tipo assim, mão, sempre me fodi em hospital". Falei assim: "Eu eu sou da madrugada, eu sou da madrugada. Falei, eu vou poder entrar lá no hospital e falar: "Cadê o médico? Cadê? Por que que tá todo mundo aqui?" E piip e você, Senhora? Aí os caras falou assim: "Não, você não vai poder fazer isso". Falei: "Então não quero". Aí eu cancelei. Então o pai vai continuar trabalhando aqui? Não vou. Já tô avisando, mano. Mano, que que você fala com essa mão na boca? Para não babar nas pessoas, mano. Político vai se candidatar, vai
achar que vai fazer palanque aqui? Não vai, tá? Então, já tô avisando, não vai ter data vaga. Ô Danilo, vamos levar o coronel de Pinaangaba. Ele tem um trabalho excelente. Ele é muito legal. Vamos contar a história dele. Não, mano. Ó, quer vi, mano? Fazme rir. Certo. Dinheirinho na conta. Só vai vir cara que eu não conheço para para vou sair para candidato. Vai pagar porque os caras não paga. Os caras não separam dinheiro para pagar tráfego pago na eleição, né? Tem que ter, né? Tráfego pago lá. Aqui é tráfego pago, irmão. É meu trabalho.
É visibilidade. Cansei, ó. Ó, de nego vir Aqui estourar corte, estourar pra política, se fazer em cima e não ganhar [ __ ] nenhuma com isso. >> Some, some, fica numa [ __ ] Ô, vamos marcar. Calma, irmão. Calma. Vamos. Não, J. Aí nós vamos, faltando três meses paraa eleição. Vamos marcar aquela. Então já tô avisando, não vai vir. Só vai vir se cair o Pix na conta. Certo? Então tá avisado, >> aproveitando esse esse pódio que nós vamos fazer com o Renato Bolsonaro, o Objetivo dele é a gente esclarecer e conversar a respeito, inclusive
sobre a história do herói da Polícia Militar, o capitão Alberto Mend Júnior, a história da guerrilha na Araguaia, no Vale do Ribeiro, que a família toda dele é de lá, o irmão ele e a gente vai falar muito sobre a história do herói da Polícia Militar, o capitão Alberto Mendes Júnior. Manhã e quinta, eu e Marcelino estamos lá na região de Americana, Limeira e Santa Bárbara. Eu Preciso mandar um abraço pra galera de Cerquílio que tá me acompanhando, paraa minha irmã, minha irmã, pessoa fantástica que eu conheci lá do SOS Caramelo, a ION, dia 16
estamos junto no evento lá na zona leste. E galera, essa sexta eu não consegui fazer a live de carreira porque a gente tava enrolado, eu e o Marcelino, aí com umas reuniões lá do gabinete, mas sexta que vem agora estamos junto. Nós vamos fazer, tá? tirar a dúvida da garotada aí que tá Prestando paraa polícia e paraas carreiras militares. O que eu puder ajudar e orientar, esse essa é uma dívida que eu tenho de cabeça e de coração. Valeu, meu irmão. >> É isso aí. Agradece aí e finaliza aí. >> Não, eu tô já agradeci.
Tamo junto. Obrigado todo mundo. E você sabe qual que é a melhor defesa que uma pessoa pode ter na internet? É, os amigos, as pessoas que admiram dando a resposta para quem tá te Provocando. Cara, não tem preço isso. Eu agradeço cada um de vocês que mesmo me conhecendo muito pouco me defende. Eu não preciso nem contratar advogado. Isso aí não tem preço. Obrigado, viu? Todo mundo. >> Só para finalizar aqui, ó. Magazine Magazine Mateus mandou cincão e falou: "Aqui em São Santa Luz, interiorzão da Bahia, mataram um sargento no sábado as facções estão tomando
conta do interior da Bahia". Você ficou sabendo dessa daí? >> Não, não fiquei. Mas meu meu amigo, a polícia da Bahia, ela é uma polícia forte. Pode ter certeza que daqui dois podcast desse aqui você vai falar: "Já arrancar a cabeça de um por um dos que fizeram isso". E vocês estão vivendo hoje o recado maldado desse governo aí, entendeu? As facções achando que pode dominar tudo porque iam ter um governo eh fraco. Vou falar a palavra fraca, beleza? Mas a polícia de de da Bahia aí É uma polícia tradicional e forte. Vai botando a
cabeça para fora que vocês vão ver o que vai acontecer aí. >> É, filho. Então é isso aí. Tamo junto. Valeu. Até 8 hor da noite. Eu volto aqui. Fiquem com Deus. Até a próxima, hein? Tchau. Так. [música]