Tá? Ele, o sistema, isso que as pessoas não conseguem visualizar porque é difícil. O cérebro computa com a estrutura dele.
Não existe hardware software no na vida orgânica. É uma coisa só. Só quando você tá estabelecendo uma memória, uma série de proteínas que existem nos seus neurônios estão encaixando uma nas outras.
Elas estão alterando fisicamente a a interação, a sinapses, né, que a gente chama, né, a interação dos neurônios. Então é uma computação com a estrutura, não tem nenhum computador que muda a sua forma ao computar. Então quando um cérebro produz o que ele produz e o cérebro tem um campo eletromagnético, tá?
As pessoas não sabem também. Eu pus no meu livro, as pessoas tomaram maior susto. Eu falei o seguinte: "É o campo eletromagnético do cérebro da ordem de picotesla, ele é equivalente ao campo magnético do Sol nas vizinhanças de Plutão.
Entendió para pensar. fraquinho, é um, mas é ele que cola o cérebro. Então, nós computamos com a estrutura e as leis da física do organismo que não se reproduz numa máquina digital, tá?
Então, nós nunca vamos ter um sistema digital com aquilo que eu falei, Touring, é, com Não, pode esquecer. Esquece. Apesar do cara que ganhou o prêmio Nobel tá falando isso tudo que é lugar.
É, é, é, é assustador porque não tem o menor sentido. Agora essa nova linha que você tá falando de organoid a Não, veja, eu não, eu não faço nenhuma. Aí, você tá me assustando não, mas os caras estão computando coisas muito interessantes, estão estão reconhecendo padrões contínuos, não digitais, tá?
Então, o que é, tá começando, tá? tá no início, a gente não consegue nem dizer muito bem para onde vai, mas até os caras do da computação quântica, né, que era o supraumo até o momento do a próxima onda, né, estão começando a ficar assustados, entendeu? Porque tem concorrência agora e é uma concorrência biológica, eu chamo de computador orgânico, tá?
Porque quando você tem múltiplas proteínas interagindo, isso acontecendo em qualquer célula sua, é um computador orgânico. É, as proteínas estão, a hemoglobina é hemoglobina tá lá, tem o ferro lá dentro, tá ligando ao oxigênio. É uma computação, mas não é só o cérebro que tá controlando isso, né?
O corpo inteiro meio que sabe o que, que é outra coisa fundamental, é um ponto fundamental. O cérebro, quando eu falo do cérebro nos meus livros, quando eu, né, aqui mesmo, é óbvio que eu tô falando do cérebro dentro de um corpo, porque o cérebro tá interligado por múltiplos loops. Você tirou ele do corpo?
Não, tu faz nada. Tira o cérebro do tirar o cérebro do Einstein, puseram o que aconteceu? Nada, nada.
Aí partiram o cérebro do Einstein sem lhe dar permissão, inclusive. E o cara que fez isso, o patologista, tá tentando achar a marca estrutural da inteligência de um gênio. Não contou nada, tá?
Não, nada, né? Contromas, merrexas, que não faz menor sentido, mas enfim. Não é assim não.
E e o que que se virou? Tem uma igreja digital hoje. Então, se eu chegar e falar o que nós estamos falando aqui no Twitter, gera uma Não, você tá louco, uma onda de raiva.
A igreja do ódio ali, né? Vai, né? Mas essa é uma perspectiva que que eu achei legal de computadores eh sendo baseado em matéria orgânica, não?
Sim. E foi por isso que eu sugeri para tanto paraa minha amiga do Willam quanto para essa minha amiga na Harvard da gente mandar esses organoides pra Marte. E por que não o termo biológico você falou?
Porque pode ser. É que eu quis ser eu quis ser mais amplo possível, tá? Porque, por exemplo, ah, você podia usar biológico, mas e quando você pega proteínas interagindo entre elas, é um computador.
É, tá? Ele só, ele não é um computador, porque nem tudo que computa é digital. Verdade.
Esse é o drama. Eu fui pra escola usando a régua de cálculo quando era criança aqui em São Paulo. Rábaco, né?
Ah, é rábaco, né? Então são sistemas analógicos. O problema é que o sucesso, inclusive no no o três corpos, eles fazem aquela cena maravilhosa daquele computador só de aquela multidão de pessoas, né?
Legal. Não, não, aquilo é sensacional. Não, tem várias coisas.
Não. A coisa que eu acho mais sensacional, eu vou dar só um. É, não perde só a linha de raciocínio.
Não, você leu Não, você leu o livro sem vai entender, tá? Não sei se você leu o livro, não leu. O o Len deixa eu falar uma coisa.
Ele vai ler o meu. Ele prometeu. O quê?
O quê? Ele prometeu. Ele prometeu.
Se ele lêu o teu, tem duvidar lá na fila. Eu mandei esse livro para ele antes de publicar. Passaram seis meses, mandei para vários amigos, todo mundo me dando.
Len, como você tá? Falei, cara, tô gostando, hein. Ele falou, eu falei quantas partes?
Ele 10. Ah, no começo eu conheço gente que eu dei o livro de presente com dedicatória tal e que tá na página 25, 26 ou 27 depois de semanas. Len, se você lê o livro dele antes do meu, eu vou ler os dois ao mesmo tempo.
Mas sabe o que eu soube? [risadas] Mas você sabe o que eu soube ontem? Eu descobri [limpando a garganta] ontem que tem uma cidade no Sul de Minas que é famosíssima, chama Passos.
Sei. E lá estão lendo o meu livro, pô. Eu soube ontem.
É boa, boa. É, é uma, eu recomendo que visitem as pessoas que puderem fazer uma visita ao Sul de Minas. Tem muita coisa interessante no Sul de Minas, mas além de quê?
Anotem aí passos. Mas você ia falar o que do Problema dos Corpos? Não, o que eu ia falar é o seguinte, a coisa mais sensacional.
O primeiro, não sei se você teve a mesma impressão que eu tive, para mim foi o o mais difícil foi o primeiro para quem não é. Isso. Então, mas eu não, eu vou falar, vamos ver se você tem a mesma impressão que eu tive.
Às vezes eu tive a sensação que não era o mesmo cara escrevendo os três livros, porque o estilo é completamente diferente, né? Não é o cara, mas o cara é tão bom que ele escreve três livros de 300 páginas e você tem a sensação que são três pessoas diferente escrever os livros. E a coisa mais espetacular, na minha opinião, no primeiro volume, é a chinesa astrofísica tomando a decisão por 9 bilhões de pessoas, né?
Ela falou: "Eu vou decidir". 30 segundos, a gente não merece. A, ela descobre um jeito de mandar um laser pro sol de tal maneira que ela amplifique uma mensagem pro resto do cosmos, dizendo: "Tamos aqui, ó, somos.
" Opa, perdão, quase destruiu o cenário. Somos nós aqui, tá aí, né? Alguém responde, só que o cara que responde fala: "Não, continue transmitindo".
É o cara de lá dá um alerta para fal assim, ó: "Se eu fosse você, eu não continuia". É aqui. Eu sou dos tricolares.
A gente tá em em a gente tá em falta de recursos. A gente tá atrás de recursos. Nós estamos desesperados.
Se o os caras que mandam aqui ouvirem você responder a mensagem que eles vão mandar de volta, eles vão para aí, eles vão tomar conta de você. Sabe o que ela faz? A mulher tem 30 segundos para decidir o que fazer em nome de 9 bilhões de seres humanos, né?
É. Pim, ela aperta o botão e fala: "Responde a mensagem que chegou do desse sistema alienígena, tá? " E o cara fala: "Você é doida.
Você sabe o que você fez? Esse é o cara que é do outro. o sistema solar alertando ela que os caras são vão vir e de repente eles estão vindo.
400 anos para chegar. 400. É, eles estão vindo, tá?
E é muito legal isso porque, ó, Alen, vou te dar essa chance, hein? [risadas] Vou explicar essa parada porque você não leu meu livro. São 400 anos.
Quem garante que quando eles chegarem aqui, a humanidade não ultrapassou a tecnologia deles? Olha, não. E quem garante que eles não vão acabar com todo mundo?
Aí o que acontece? Esse é só o comecinho do livro, ninguém vai perder nada, tá? Ah, não, isso é bem no começo.
Começa um movimento na terra de apoio aos alienígenas. Venham nos dominar, venham nos matar, venham acabar com tudo, né? E o mais divertido, duvido acontecer isso na vida real.
Não, eu não tenho a mena dúvida. Menor dúvida. E só que é o seguinte, o marido dela e o chefe dela descobrem que ela fez isso e os dois estão no, né, no começo do livro estão lá arrumando um negócio no na antena que eles têm, que tem 200 andares, sei lá.
ão de pendurados numa corda. Ela não tem a menor dúvida. Ela vai lá e corta a corda, mata os dois.
Tá falar em casamento, né? É, você vê a mulher corta a corda dos dois da maior sem nenhuma preocupação, porque ela, eles iam revelar que ela não só mandou um sinal, né, falando: "Ó, as coordenadas da Terra são essas". E quando os caras falaram: "Não, precisamos de mais informação", ela só apertou o botão confirmando, entendeu?
Então eu, esse livro é muito mais do que o livro de ficção científica. Na minha opinião, eu gostei. É, eu adorei os livros teoria lá da floresta.
Eu não conhecia da floresta escura. E eu não conhecia o antes de eu já tinha terminado esse livro, né? Mas eu fui pra China e a minha editora falou: "Olha, o livro de maior sucesso na China e que agora vai sair uma série na Netflix.
" Saiu na Netflix. É isso que é muito ruim. Eu não.
E e quem viu não gostou. E tem uma série na É é chinesa mesmo. Chinesa.
É. Eu não vi essa não. Mas então aí ela falou assim para mim: "Você tem que ler esse livro porque essa só só uma coisa, a Dani me chamou aqui, lembra da Dani?
Lembro? Ela falou aqui, ó, e tô assistindo você com Nicoles aqui. Você deu o livro pro Lene que nem lê.
Manda para mim, vai. Cara de pau. Olha só, já perdeu agora.
Não, não. Tá dedicado pro Lenny. Não, esse é o meu.
Não, o seu. Não, eu qu eu quase pus o livro dele para Lenny Trotsky, mas aí eu achei que era melhor. Aí não sei qual é a relação dos dois, se eles cumpriram, entendeu?
Não é a mesma coisa, né? Craps, lenit. Mas enfim, o que eu achei sensacional nesse livro, no na trilogia, é que é uma perspectiva não ocidental.
É sério. Muda isso muda tudo. Muda tudo.
É porque a mulher a mulher aperta o botão, a revolução cultural, né? Isso que o pai dela é morto. Que eu achei bem na série, eu achei bem representado.
É, mas o problema é que eles fizeram, se eu me contar porque eu não assisti que eles fazem não, mas que eles fazem na Inglaterra, né? Eles levam o negócio pra Inglaterra na na É. Depois, depois, depois, depois, mas isso não tem nada a ver.
Então é o seguinte, você tentar entender, a mensagem do livro, na minha opinião, é essa. Você tentar entender a lógica, a cultura oriental sobre o ponto de vista nosso ocidental, você pode esquecer, você não vai, não vai conseguir. Mas até essa teoria do do da floresta sombria, floresta escura, tem muito a ver com o povo oriental também.
Por que que eu vou me revelar, me revelar? Vou revelar minha força, porque a teoria é essa. Por que que a gente não tem alienígenas aí?
Porque a gente não tem nenhuma prova de uma mensagem, nada, porque os caras estão quieto. É que nem uma floresta escura. Um animal que se revela é morto, entendeu?
É morto pelo predador. Mas o que eu achei, aliás, não sei se vai funcionar, mas se a minha editora conseguir fazer essa ponte, fazer no lançamento do meu livro lá, essa ponte esse dia, vai ser sensacional, entendeu? Porque tem o neurocientista no livro, você lembra?
No terceiro volume tem o neurocentista. No no na série eles fizeram cinco aquelas coisas de colocar cinco jovens cada um misturou um monte de personagem e tal, mas aquela cena também do do do canal do Panamá, sensação. Essa você tem que ver na série, foi muito bem feito.
Eu não vi, eu não vi aquilo lá, aqueles fios nano. É, é uma coisa possível. Não é possível, mas claro que não.
Não. É mesmo. É, mas eu não sou noo físico, mas eu já vi que fia aqui.
Não, ele não colocaria se não tivesse. Não. O, é isso que eu achei interessantíssimo.
Eu fui, eu quando ele falou falar daqueles aqueles não, aqueles não, aqueles motores, tá? Lembra do motor de de compressão do espaçot-tempo? Meu, eu falei: "Meu, esse cara é um escritor de ficção científica".
Não, tem gente falando disso. Eu fui atrás. Qual que a ideia explicando de maneira?
É viajar mais viajar mais rápido que a luz. Ele comprime o espaço à é, eu não sou físico, mas ele literalmente altera o espaçotempo, segundo a descrição dele, de forma. E aí ele viaja mais rápido que a luz.
O cara via, e é engraçado porque ele chega não sei quantos por cidade da luz, né? 60, não sei quanto, só que ele tem toda a aceleração, então ele já não sai velocidade acelerando, acelerando, acel até vai e depois tem a desaceleração. Ou seja, o cara o cara, eu não sei se ele tem background em física, não tem ideia.
Eu fui checar várias coisas do livro porque eu falei: "Não tem ou esse cara é o o cara mais criativo que eu já li na minha vida ou ele realmente te conhece e ele usou ele usou coisas que estão sendo pensadas, entendeu? em termos de novos eh motores. Eh, e o mais interessante, na minha opinião, é que ele realmente mostra uma perspectiva da tomada de decisão da China que não tem nada a ver com o nosso processo de tomar decisão.
O a própria mulher apertar o botão sozinho ali. E e a China, assim como os os alienígenas que vem para cá, eles não têm pressa, né, cara? É tudo um plano a longo prazo.
Chines [risadas] é coisa de 100 anos. Falei hoje à tarde sobre isso. Eles não tm pressa.
Eu conheci nas últimas Estados Unidos tá pensando o quê? Quatro em qu anos os Estados Unidos tem a menor chance. Mais o parque tecnológico científico que eu vi com os meus olhos que a terra onde comer um dia é uma coisa monstruosa.
Não dá para não dá nem para descrever para você a minha área, tá? Um dia eu entro num laboratório em Hanzo, os caras falam: "Ah, não, coloca aí no mapa, por favor. " Len Hanzo, que foi a antiga capital imperial da China, tá?
Que tem o Gran Canal que liga, eu fui no Grand Canal que liga Pequim. para transporte de alimentos pro imperador, né, pro não faltar comida pro imperador da cidade proibida. Não chega a ser passos, mas é quase, né, a cidade proibida lá em Pequim.
Mas enfim, os caras me levam no laboratório, falam: "Ah, nós estamos criando uma área de e interface cir máquina, estamos fazendo experimentos". Falei: "Ô, que bom, tal". Assim, pensando que eu vou ver o laboratório, né?
Meu, eu entro no laboratório, tinham imagens enormes, fotocópias ampliadas dos meus papers, com os diagramas que eu publiquei, os experimentos na parede, não só do meu, tinha de outros laboratórios, claro, a preocupação dos caras. Eu tomei o maior choque, um monte de molequinho digitando e olhando pros esquemas, planejando coisas. Os caras estavam planejando, os caras revisaram a literatura inteira, puseram os papers nas paredes para motivar os meninos, né?
É isso que nós queremos fazer. Então a ideia é a seguinte, primeiro eles vão copiar e uma vez que eles tenham aprendido a fazer o barato, pode esquecer, entendeu? E ao mesmo tempo, eu sempre conto isso porque eu eu fiquei muito emocionado.
Eu fui na Academia Chinesa de Ciência dar uma palestra e lançar o meu livro anterior, né? Apareceram os caras com a bola da Copa do Mundo de 2014 no Brasil para eu assinar para pensar na brinc na China, cara. No meio de lugar nenhum.
Os caras tinham guardado isso. Os caras comprar não, os caras foram comprar a bola. para poder ter uma assinatura do projeto andar de novo que foi aqui, né, na Copa do Mundo.
Isso nunca aconteceu aqui comigo. Ó lá. Ali é cadê?
Não, aí não. Esse mapa da China é é do da dinastia Ramel. Vocês estão indo.
Ô Len, você fez uma viagem no tempo aí. Não, mas ele foi agora. Ele ele não foi lá.
É assim, eu pesquisei o mapa da antiga cidade de de É, não. Essa é a cidade imperial. Você foi lá atrás.
Não, não é agora. Agora um pouco antes. Acho que é antes dos mongóis passarem.
Quero muito, cara. Eu quero muito conhecer a China. Não vale a pena.
E você pega um trem, né? Quero ir lá, você entra no trem. Não.
E outra coisa, se você é membro da Academia Ciências, se você é um cientista famoso na China, é membro da camisa de ciência, você tem prioridade para embarcar no treino, no avião, no ônibus. Olha, você tratar com jogador de futebol. Eu me senti.
Toda vez que eu vou lá, eu me sinto como jogador de futebol no Brasil, entendeu? E aí você pega um trenzinho lá em Pequim, que eu prefiro treino que avião, 380 km/h para chegar em Shangai. E vai ter agora com o super, o trem de super contutividade 800 km/h.
Será que vai ter que vai? Eu vi lá 800 kminhos por tá? Então você você entra num outro mundo, aí você anda em pequenas 3 da madrugada com o seu você pode andar com cinco celulares na mão se você quiser.
Voltando do restaurante pro hotel. Não, né? Não tô falando nenhuma apologia, defendendo nenhum sistema.
Eu só tô dizendo que eu senti como a ciência e a educação são valorizadas, entendeu? E o projeto e o projeto é 50 anos, tá? É 50 anos pra frente.
Aqui a gente não consegue fazer um projeto de um ano. E no cérebro o que que eles estão Ah, eles estão investindo investindo, estão investindo uma loucura. E eles têm um problema, né?
Problema saúde pública, né? Que são, ué, estima-se porque nem ó, Ranzou, tá lá, ó. Tá, ó lá.
Foi de foi dali que saiu o grande navegador Zengro, que chegou e o primeiro navegador muito antes de Colombo, 100, quase 100 anos antes de Colombo e dos portugueses, espanhóis, que saiu dali, chegou nas Américas, não, ele foi indo por toda a Ásia, chegou na África, chegou na Arábia Saudita, chegou lá no na costa do Golfo Pérsico, né, e navegou por toda aquela região da África, tá? Ele cruzou pra África no começo do século XV, lá 1400 e alguma coisa. Ali nascia Ming.
O cara, o imperador falou: "Vai ver porque o imperador tinha medo que o tio dele voltasse para tomar conta do trono e ele desapareceu. " E ele mandou Zeng buscar o tio. Só que enquanto ele buscava o tio, ele foi conhecer o mundo, tá?
Então esse é o primeiro grande navegador da história. E a gente não fala do cara. Claro que a história é do Oriente.
É claro. Ele foi, né? fala do Cristão Colômbo.
Não, a gente não sabe, a gente sabe só da história da Europa mesmo. A gente teve um programa aqui sobre a história da África. O que que a gente sabe sobre história da África?
Nada. Nada. É, não.
Eu fui pra África do Sul em 2018, né? Pra Copa também. Não, não.
Eu fui pra Copa da Não, não foi 2010, né? 2010. 2010.
É, antes da nossa. É. Aí o cara me leva para conhecer o Krueger Park.
Meu, você tá num carrinho, uma merreca, de repente aparece um pride de leão, né, meu? Você olha para aquilo elefante ou seja o que for, você tá lá dentro do carro, se os caras, se os caras que eles pulam em cima, acaba com você ali e você para para pensar, meu gente não sabe nada. É verdade.
Sabe nada. Os caras estão ali, né? Eh, por exemplo, eu vi um, o meu sonho depois da África do Sul era estudar os cachorros selvagens.
Os o quê? Cachorro selvagem. Você já viu isso?
Cachorro. Não. São os cachorros que parecem um, eles têm uma coloração multicolor, multicolor que se acha é Wild Dogs, tá?
São os maiores caçadores da África. Não é lobo, é um é uma espécie separada. Lobo.
E eles são eles têm estratégias de caça de grupo, que são coisas do arco da velha. Então eles caçam animais muito maiores do que eles, porque eles agem como um pé, como uma matilha. É, eles levam, leva o bicho pr armadilha.
Deixa contar. Eu queria pôr o para medir para medir a sincronização da brainette e dos Wild Dogs. Já pensou?
É que são considerados os caçadores mais eficientes da África. E eu vi os caras no parque, tá? Dá medo quando só aparece um um perk deles, entendeu?
E a sabedoria natural desses animais que a gente considera inferiores, né? Olha, ó os dogs, que coisa meio hena, né? É meio hena, meio cachorro, meio atacam a gente, né?
Eles aprenderam a conviver. Os fazendeiros matam eles porque eles atacam gado, atacam tudo. Mas quando você vê uma matilha de Wild Dog caçar de correr, né?
Hospital nona. Você não imagina, né? Len, eu não queria encontrar com esse bicho.
Não, jamais. Jamais. Não, eu não estaria no meio da estrada a pé.
É. Ô, Len, que que o pessoal tá mandando aí? Ó, tem duas perguntas aqui que eu vou juntar porque elas falam do mesmo assunto.
É o seguinte, o Max ele tá perguntando, ele fala aqui o seguinte: "Existem pesquisas na sua área sobre interfaces cérebro máquina para surdez por comprometimento severo do nervo auditivo? " Tem tem próteses ao há muito tempo, aliás, não são a definição clássica de interface máquina porque elas são implantadas para ajudar você ouvir, mas tem gente sim tentando trabalhar. Ah, aliás, hoje em dia é impressionante a área explodiu.
É uma das áreas de fronteira da neurociência. Quando a gente publicou o primeiro trabalho, eu e o meu grande amigo John Chaping em 99, na Nature Neuroscience, que é uma revista hoje muito famosa, é 25 anos atrás, tá? Os revisores do nosso projeto do governo americano falaram: "Não, isso aqui nunca vai pra frente, que é um absurdo, vocês estão loucos, varrido.
" Hoje é uma das áreas de fronteira, é, ela tá na tá ali, tá lá. Então você tem para várias, por exemplo, nós temos uma interface a máquina que eu desenvolvi para Parkinson, que nós vamos testar agora na na nos Estados Unidos, na principalmente na Itália. Meu pai tá com Parkson.
Yeah.